Margaret Qualley vira faxineira no trailer de “Maid”
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Maid”, série dramática estrelada por Margaret Qualley (da série “The Leftovers”). A prévia parece um filme, com direito até a cenas que sugerem o desfecho, mas a história se estende por dez episódios. Inspirado pela autobiografia best-seller de Stephanie Land, “Superação: Trabalho Duro, Salário Baixo e o Dever de Uma Mãe Solo”, a trama gira em torno de uma mãe solteira (Qualley) que, ao fugir do marido agressor com a filha pequena, precisa aprender a se virar sem teto ou dinheiro, trabalhando como faxineira. Criada por Molly Smith Metzler (roteirista de “Orange Is the New Black”), a atração tem quatro episódios dirigidos pelo cineasta John Wells (“Álbum de Família”), o que ajuda a explicar porque parece tanto com um filme. Wells também é um dos produtores, em parceria com a atriz Margot Robbie – que trabalhou com Qualley no filme “Era uma Vez… em Hollywood”. O elenco ainda destaca Andie MacDowell (“Feitiço do Tempo”), Billy Burke (“Zoo”), Nick Robinson (“Com Amor, Simon”), Anika Noni Rose (“Eles”) e Tracy Vilar (“House”). “Maid” tem estreia marcada para 1 de outubro.
Netflix apresenta anime baseado no filme “Bright”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Bright: Samurai Soul”, um anime derivado do filme “Bright”, lançado pela plataforma em 2017. Apesar disso, a trama não envolve os personagens vistos no longa, que foi estrelado por Will Smith e Joel Edgerton. A trama se desenrola no passado distante, no Japão durante o final do Shogunato, e gira em torno de um samurai errante chamado Izo e um orc chamado Raiden, que se unem para conduzir uma jovem elfa a salvo para a terra de seu povo no norte, enfrentando inimigos que querem o poder dela. Em suma, basicamente a história de “Bright”, só com samurais em vez de policiais. O visual da produção chama atenção por combinar a estética da arte de impressão em xilogravura japonesa com tecnologia 3DCG. A direção é de Kyohei Ishiguro (“Palavras que Borbulham como Refrigerante”) e a versão em inglês destaca a dublagem de Simu Liu (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) como Izo. “Bright: Samurai Soul” estreia em 12 de outubro.
Emily Osment vai estrelar sitcom na Netflix. Veja o trailer
A atriz Emily Osment, que foi colega de Miley Cyrus em “Hannah Montana”, da Disney, vai estrelar uma sitcom tradicional após o cancelamento de sua atração mais recente, “O Método Kominsky”. A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer da nova produção, intitulada “Pretty Smart”, que mostra Emily como uma mulher esnobe e inteligente, mas que não sabe se virar sozinha. Por isso, decide morar em Los Angeles com a irmã mais jovem e menos esperta, que, por sua vez, divide sua casa com outros três clichês ambulantes que têm ainda menos neurônios. Pense em “The Big Bang Theory”. Agora imagine o oposto. Melhor ainda, veja o trailer abaixo. Criada pelos roteiristas Jack Dolgen e Doug Mand (ambos de “Crazy Ex-Girlfriend”), a série gravada em estúdio sob risadinhas do público também conta com Cinthya Carmona (“O Cobrador de Impostos”), Olivia Macklin (“The Young Pope”), Michael Hsu Rosen (“Looking”) e Gregg Sulkin (“Fugitivos da Marvel”) em seu elenco. A estreia de “Pretty Smart” está marcada para 8 de outubro.
Roteiristas dos filmes do Caso Richthofen criam série sobre Caso Nardoni
Os roteiristas dos filmes sobre o Caso Richthofen, Raphael Montes e Ilana Casoy, estão desenvolvendo uma série sobre outro famoso crime brasileiro: o Caso Nardoni. Pra quem não lembra, a menina Isabella de Oliveira Nardoni, de cinco anos, foi jogada do sexto andar de seu apartamento em São Paulo, na noite de 29 de março de 2008. O caso gerou comoção nacional, e Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, respectivamente pai e madrasta da criança, foram condenados por homicídio doloso qualificado. A produção se baseia no livro de Ilana sobre o julgamento, “A Prova É a Testemunha”, e está sendo negociada com uma plataforma de streaming. Vale lembrar que os filmes sobre Suzane Von Richthofen, “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, foram negociados com a Amazon Prime Video para lançamento exclusivo em streaming em 24 de setembro. Além disso, Raphael Montes e Ilana Casoy também são os responsáveis pela série “Bom Dia, Veronica”, renovada para a 2ª temporada pela Netflix.
She-Ra vai ganhar série live-action na Amazon
She-Ra vai trocar a Netflix pela Amazon. Depois de um reboot animado bem-sucedida, a Princesa do Poder ganhará uma série live-action, que vai marcar a primeira produção com atores reais da produtora DreamWorks Animation. Segundo apurou a revista Variety, a série em desenvolvimento para a Amazon Prime Video terá uma narrativa independente e não estará ligada aos desenhos animados da personagem. Será a primeira vez que She-Ra aparecerá em carne e osso, embora seu irmão famoso, o He-Man, já tenha sido vivido por Dolph Lundren num filme de 1987. Na série animada original, o nome verdadeiro de She-Ra é Princesa Adora, a irmã gêmea há muito perdida do Príncipe Adam, o He-Man. Ela foi sequestrada como um bebê por Hordak da Horda do Mal e levada para o planeta Etheria, onde foi controlada mentalmente para servir como Capitã da Força da Horda. He-Man eventualmente a ajudou a quebrar o controle mental e lhe deu a Espada de Proteção, que permite que ela se transforme em She-Ra e ganhe um poder incrível. A série original “She-Ra: A Princesa do Poder” durou duas temporadas e quase 100 episódios, exibidos na TV entre 1985 e 1986. Já a versão mais recente da personagem, “She-Ra e as Princesas do Poder”, durou cinco temporadas e 52 capítulos, entre 2018 e 2020, na Netflix. O reboot removeu qualquer conexão da heroína com He-Man, apresentando-a como uma adolescente que foge da Horda depois de descobrir a Espada de Proteção. Ao virar She-Ra com o poder da espada, ela busca se aliar com outras princesas em torno da rebelião em Etheria.
Teaser anuncia fim de “Narcos: México”
A Netflix divulgou o teaser da 3ª temporada de “Narcos: México”, que revela a data do final da série. A última temporada será disponibilizada em 5 de novembro. A produção chega ao fim ao atingir o mesmo número de temporadas da versão original de “Narcos”, passada na Colômbia, mas sem garantia de que continuará em um novo país. Os produtores executivos sempre disseram que a premissa da série era retratar o avanço do narcotráfico por diferentes nações. Diego Luna, que viveu o traficante Miguel Ángel Félix Gallardo nos dois primeiros anos, não será o protagonista dos novos episódios. Não só ele assumiu compromisso com a nova série de “Star Wars” focada em seu personagem de “Rogue One”, Cassian Andor, como os novos episódios vão se passar após a prisão de Gallardo e acompanhar a guerra criada em seu vácuo pelo controle do tráfico, levando à consolidação de um novo chefão: Joaquín “El Chapo” Guzmán (Alejandro Edda). Apesar da ausência do protagonista mexicano, a série contará com o retorno de outros atores, como Scoot McNairy (Walt Breslin), José María Yazpik (Amado Carrillo Fuentes) e Alfonso Dosal (Benjamín Arellano Félix). A 3ª temporada também incluirá a volta de Wagner Moura, mas atrás das câmeras. O ator brasileiro, que se tornou conhecido do público internacional ao interpretar Pablo Escobar nas duas primeiras temporadas da “Narcos” original (e que fez uma aparição em “Narcos: México”), vai dirigir dois episódios na próxima temporada. Outra novidade para os próximos capítulos é uma mudança de comando, com a saída do showrunner Eric Newman, que dá maior espaço ao colega Carlo Bernard, um dos criadores e produtores executivos da franquia “Narcos” desde sua estreia em 2015.
Sangue e Água: Série teen sul-africana da Netflix volta em busca de respostas
A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Sangue e Água” (Blood & Water), série adolescente sul-africana de suspense, melodrama e romance, passada numa escola de Ensino Médio. A trama acompanha uma jovem que se transfere para uma nova escola, frequentada pela elite, com o objetivo de investigar em segredo se uma colega é na verdade sua irmã, sequestrada bebê – um crime que abalou sua família. A nova prévia apresenta algumas respostas e sugere uma comprovação definitiva, além de trazer mais romance e melodrama. Com roteiros e direção da cineasta Nosipho Dumisa (da “janela indiscreta” sul-africana “Nommer 37”), “Sangue e Água” segue a linha da espanhola “Elite” e da mexicana “Control Z” num gênero que pode ser definido como “high school thriller”. A estreia dos novos episódios está marcada para 24 de setembro.
Hayley Atwell vai dublar Lara Croft na série animada de “Tomb Raider”
A atriz Hayley Atwell vai viver outra heroína, após se tornar conhecida como a intérprete da agente Peggy Carter no MCU (Univeso Cinematográfico Marvel). Desta vez, porém, não terá que fazer cenas de ação. Seu trabalho será exercitar sua voz para dublar Lara Croft na série animada “Tomb Raider”, da Netflix. Anunciada em janeiro, a série será uma sequência dos games de aventura produzidos pela Square Enix. A história se passará 25 anos após o começo da mais recente trilogia da franquia – que foi lançada entre 2013 e 2018. O projeto está a cargo da Crystal Dynamics e Eidos Montréal, e não tem nenhuma relação com os filmes que trazem Alicia Vikander como Lara Croft – a continuação do longa de 2018 também foi confirmada em janeiro. A série é escrita e comandada por Tasha Huo, responsável pelo spin-off de “The Witcher”, “The Witcher: Blood Origin”, e ainda não tem previsão de estreia.
“O Gâmbito da Rainha” lidera premiação das categorias técnicas do Emmy 2021
A Academia da Televisão dos EUA entregou mais troféus do Emmy 2021 em duas cerimônias realizadas na tarde e na noite de domingo (12/9) em Los Angeles. Após uma primeira leva de categorias técnicas no sábado, os novos troféus destacaram prêmios em animação, documentários, variedades e reality shows, além de atores convidados e dublês. Os Emmys de interpretação permitiram a Claire Foy acrescentar um Emmy de Melhor Atriz Convidada a sua coleção, por sua pequena participação num flashback de dois minutos da 4ª temporada de “The Crown”, após ter vencido o troféu de Melhor Atriz pela 2ª temporada de série em 2018. O Melhor Ator Convidado de drama foi Courtney B. Vance, de “Lovecraft Country”, enquanto dois apresentadores do “Saturday Night Live”, Maya Rudolph e Dave Chappelle, conquistaram os prêmios equivalentes de comédia. Entre os prêmios principais de categorias, “Natal com Dolly Parton” foi o Melhor Telefilme, “Boys State” o Melhor Documentário, “Secrets Of The Whales” a Melhor Série Documental, “Queer Eye” o Melhor Reality e “Primal” a Melhor Série Animada. Somando as cerimônias de sábado e no domingo, a atração mais premiada até o momento é “O Gâmbito da Rainha”, minissérie da Netflix que conquistou nove prêmios, seguido por “The Mandalorian”, primeira série “Star Wars” da Disney+, com sete troféus. Em 3º lugar, há um empate entre o humorístico “Saturday Night Live” e o reality “RuPaul’s Drag Race”, ambos com cinco vitórias. Entre esses prêmios, o apresentador RuPaul atingiu sua sexta vitória consecutiva e levou o 10º Emmy de sua carreira. Chamados de Emmys das Artes Criativas, estes primeiros prêmios são técnicos e entregues sem exibição ao vivo da TV. A cerimônia principal, com transmissão no Brasil pelo canal pago TNT, está marcado para o próximo domingo (19/9), onde serão conhecidas as melhores séries e artistas do ano. Confira abaixo todos os troféus entregues ao longo de domingo no Emmy 2021. Melhor Ator Convidado – Série de Drama Courtney B. Vance (“Lovecraft Country”) Melhor Atriz Convidada – Série de Drama Claire Foy (“The Crown”) Melhor Ator Convidado – Série de Comédia Dave Chappelle (“Saturday Night Live”) Melhor Atriz Convidada – Série de Comédia Maya Rudolph (“Saturday Night Live”) Melhor Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Documentário “Boys State” Melhor Série Documental “Secrets Of The Whales” Melhor Série Animada “Primal” Melhor Realização Individual em Animação David Krentz (storyboard artist) em “Primal” Robert Valley (production designer) em “Love, Death & Robots” Patricio Betteo (background artist) em “Love, Death & Robots” Dan Gill (stop motion animator) em “Love, Death & Robots” Laurent Nicolas (character designer) em “Love, Death & Robots” Nik Ranieri (lead character layout artist) em “Os Simpsons” Melhor Produção Animada em Curta-Metragem “Love, Death + Robots” – Episódio “Ice” Mérito Excepcional em Documentário “76 Days” Melhor Reality Show Estruturado “Queer Eye” Melhor Reality Show sem Estrutura “RuPaul’s Drag Race Untucked” Melhor Especial de Variedades com Apresentador “Stanley Tucci: Searching For Italy” Melhor Apresentador de Variedades ou Competição RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Casting – Série de Comédia “Ted Lasso” Melhor Casting – Série de Drama “The Crown” Melhor Casting – Minissérie “O Gambito da Rainha” Melhor Casting – Reality Show “RuPaul’s Drag Race” Melhor Coreografia – Variedades “Dancing With The Stars” Melhor Coreografia – Série ou Telefilme “Natal com Dolly Parton” Melhor Fotografia – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Fotografia – Reality Show “Life Below Zero” Melhor Comercial “You Can’t Stop Us” – Nike Melhor Direção – Variedades Don Roy King (“Saturday Night Live”) Melhor Direção – Especial de Variedades Bo Burnham (“Bo Burnham: Inside”) Melhor Direção – Documentário Kirsten Johnson (“Dick Johnson Is Dead”) Melhor Direção – Reality Show Nick Murray (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição – Documentário “O Dilema das Redes” Melhor Edição – Reality Show Estruturado “RuPaul’s Drag Race” Melhor Edição – Reality Show sem Estrutura “Life Below Zero” Melhor Iluminação – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Iluminação – Especial de Variedades “David Byrne’s American Utopia ” Melhor Trilha Musical – Série “The Mandalorian” Melhor Trilha Musical – Minissérie, Antologia ou Telefilme “O Gambito da Rainha” Melhor Trilha Musical – Documentário ou Variedades “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhor Direção Musical “Bo Burnham: Inside” Melhor Canção Original “WandaVision” – Agatha All Along Melhor Tema de Abertura “The Flight Attendant” Melhor Supervisão Musical “I May Destroy You” Melhor Ator – Série de Episódios Curtos John Lutz (“Mapleworth Murders”) Melhor Atriz – Série de Episódios Curtos Keke Palmer (“Keke Palmer’s Turnt Up With The Taylors”) Melhor Programa de Episódios Curtos “Carpool Karaoke: The Series” Melhor Programa de Variedades em Curta-Metragem “Uncomfortable Conversations With A Black Man” Melhor Dublagem Maya Rudolph (“Big Mouth”) Melhor Narração Sterling K. Brown (“Lincoln: Divided We Stand”) Melhor Apresentador de Reality Show RuPaul (“RuPaul’s Drag Race”) Melhor Edição de Som – Documentário “The Bee Gees: How Can You Mend A Broken Heart” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Mixagem de Som – Documentário “David Attenborough: A Life On Our Planet” Melhores Efeitos Visuais – Temporada Completa “The Mandalorian” Melhores Efeitos Visuais – Episódio “Star Trek: Discovery” – Su’kal Melhor Coordenação de Dublês “The Mandalorian” Melhor Performance de Dublês “The Mandalorian” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Série de Variedades “Last Week Tonight with John Oliver” Melhor Direção Técnica/Câmeras – Especial de Variedades “Hamilton” Melhor Roteiro – Documentário Vickie Curtis, Davis Coombe, Jeff Orlowski (“O Dilema das Redes”) Melhor Roteiro – Especial de Variedades “Bo Burnham: Inside” E confira ainda os prêmios entregues no sábado. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”
“WandaVision” ganha primeiros Emmys da Marvel
A Academia da Televisão dos EUA começou a entregar seus primeiros troféus de 2021 na noite de sábado (11/9) em Los Angeles. E a primeira das três cerimônias previstas já rendeu Emmys para o Marvel Studios em sua estreia na premiação, com duas conquistas para “WandaVision”. A série exibida na Disney+ venceu as categorias de Design de Produção (cenografia) e Figurino para produções de meia-hora e fantasia, respectivamente. Mas a atração que disparou na frente no começo do Emmy 2021 foi “O Gâmbito da Rainha”. A minissérie da Netflix conquistou nada menos que 7 troféus técnicos: Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem, Mixagem e Edição de Som em minissérie. Outros destaques foram “The Mandalorian”, “Pose” e o humorístico “Saturday Night Live”, com três troféus cada. Este é o último Emmy de “Pose”, que se encerrou na 3ª temporada e concorre a oito prêmios ao todo. As conquistas até agora foram nas categorias de Figurino, Maquiagem e Cabelereiro de série contemporânea, que disputava como favorita. Além de “WandaVision”, a premiação destacou outra série estreante: a comédia “Ted Lasso”, da Apple TV+, com dois troféus técnicos. Entre as plataformas, a Netflix abriu frente com 12 vitórias (incluindo dois Emmys de “The Crown”), seguida pela Disney+ com seis troféus. Já em 3º lugar há um surpreendente empate entre HBO/HBO Max e Apple TV+, ambas com quatro prêmios. Chamados de Emmys das Artes Criativas, os primeiros prêmios são técnicos e entregues ao longo de dois dias. A segunda metade da premiação acontece neste domingo (12/9) em duas partes (à tarde e à noite), enquanto o evento com os prêmios principais – e único dos três dias com transmissão televisiva – está marcado para o próximo domingo (19/9). Confira abaixo todos os troféus entregues na primeira noite do Emmy 2021. Melhor Fotografia – Sitcom “Country Comfort” Melhor Fotografia – Série de Meia-Hora “The Mandalorian” Melhor Fotografia – Série de Uma Hora “The Crown” Melhor Fotografia – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Edição – Série de Drama “The Crown” – Fairytale Melhor Edição – Série de Comédia “Ted Lasso” – The Hope That Kills You Melhor Edição – Sitcom “The Conners” – Jeopardé, Sobrieté And Infidelité Melhor Edição – Minissérie “O Gambito da Rainha” – Exchanges Melhor Edição – Variedades “A Black Lady Sketch Show” – Sister, May I Call You Oshun? Melhor Design de Produção – Série Contemporânea “Mare of Easttown” Melhor Design de Produção – Série de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Design de Produção – Série de Meia-Hora “WandaVision” Melhor Design de Produção – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Design de Produção – Especial de Variedades “The Oscars” Melhor Figurino – Produção de Época “O Gambito da Rainha” Melhor Figurino – Produção de Fantasia “WandaVision” Melhor Figurino – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Cabeleireiro – Produção de Época ou Fantasia “Bridgerton” Melhor Cabeleireiro – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Produção Contemporânea “Pose” Melhor Maquiagem – Produção de Época ou Fantasia “O Gambito da Rainha” Melhor Maquiagem – Variedades “Saturday Night Live” Melhor Maquiagem – Especiais e Reality Shows “Black Is King” “The Masked Singer” “Sherman’s Showcase Black History Month Spectacular” Melhor Maquiagem – Efeitos Visuais “The Mandalorian” Melhor Edição de Som – Série de Drama “Lovecraft Country” Melhor Edição de Som – Série de Comédia ou Animação “Love, Death + Robots” Melhor Edição de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Série de Drama “The Mandalorian” Melhor Mixagem de Som – Minissérie ou Antologia “O Gambito da Rainha” Melhor Mixagem de Som – Comédia ou Animação “Ted Lasso” Melhor Mixagem de Som – Variedades ou Especial “David Byrne’s American Utopia” Melhor Design de Abertura “The Good Lord Bird” Melhor Design de Movimento “Calls” Melhor Programa Interativo “Space Explorers: The ISS Experience” Melhor Inovação em Programa Interativo “For All Mankind: Time Capsule”
Como Hollywood filmou os ataques de 11 de setembro
O impacto dos ataques de 11 de setembro de 2001 abalaram o mundo, e a indústria cultural dos EUA foi jogada em seus escombros quase que imediatamente com a série “24 Horas”, lançada dois meses após a queda das Torres Gêmeas com forte influência da narrativa da “guerra ao terror”. Ainda assim, a tragédia propriamente dita precisou de tempo maior para ganhar imagens, aparecendo primeiro como um eco distante em “Rescue Me”, série de 2004 sobre os bombeiros de Nova York. O trauma foi tão grande que Hollywood chegou a apagar digitalmente as Torres Gêmeas nos primeiros filmes que estrearam após o 11 de setembro de 2001 – produções como “Homem-Aranha”, cujo trailer original trazia o World Trade Center, e “Homens de Preto II”, que precisou até mudar seu final. Foi preciso uma distância respeitosa de cinco anos para os ataques viraram filmes. Só que as primeiras produções avançaram direto na ferida, levando o público a passar mal com a encenação do sequestro de um dos aviões usados pelos terroristas em “Vôo United 93”, dirigido por Paul Greengrass, e a se revoltar novamente com “As Torres Gêmeas”, que Oliver Stone transformou em desastre patriótico com frases de exortação à guerra contra o Afeganistão, a mais longa e inútil da história dos EUA. A mistura de patriotismo e vingança rendeu vários filmes de guerra, dos quais o mais relevante é “12 Heróis”, em que o australiano Chris Hemsworth virou o primeiro “americano” a lutar no Afeganistão, mas principalmente filmes de guerra ao terror. Kathryn Bigelow se tornou a primeira mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção ao filmar um dos conflitos criados pela reação bélica do presidente George W. Bush, batizado no Brasil, justamente, de “Guerra ao Terror”. Mas foi seu segundo longa sobre o tema, “A Hora Mais Escura”, que escancarou os diferentes elementos da ação militar e deu vazão à catarse de vingança com a morte do terrorista Osama Bin Laden. Hollywood também focou as perdas pessoais de entes queridos, em “Reine Sobre Mim” e “Tão Forte e Tão Perto”, mas as reverberações dos ataques renderam novas vítimas, resultado da xenofobia e violência americana, que o indiano “Meu Nome É Khan” denunciou de forma contundente. Outras abordagens humanistas se dedicaram a ponderar o valor total das vidas perdidas (“Quanto Vale?”) e até o impacto do radicalismo islâmico na vida de uma das viúvas dos terroristas (“O Dia que Mudou o Mundo”). O fato é que, conforme os anos se passaram, a história ganhou novos contornos, com a revelação de arbitrariedades (“O Mauritano”), mentiras explícitas (“O Relatório”) e incompetência absoluta (“The Looming Tower”) do governo dos EUA em relação aos acontecimentos trágicos. A ficção se encarregou de contar essa história de vários ângulos. Lembre abaixo (com trailers) de uma dúzia de obras inspiradas pelos ataques de 11 de setembro. São 11 filmes e uma minissérie, todos disponíveis em serviços de assinatura e/ou locação digital no Brasil, para fazer uma mostra de cinema em casa. Vôo United 93 | EUA | 2006 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) As Torres Gêmeas | EUA | 2006 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) Reine Sobre Mim | EUA | 2007 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, YouTube Filmes) Meu Nome É Khan | Índia, EUA | 2010 (Google Play) Tão Forte e Tão Perto | EUA | 2011 (Apple TV, Claro Video, HBO Max, Google Play, NOW, YouTube Filmes) A Hora Mais Escura | EUA | 2012 (Apple TV, Globoplay, Google Play, Netflix) 12 Heróis | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, NOW, YouTube Filmes) The Looming Tower | EUA | 2018 (Amazon Prime Video) O Relatório | EUA | 2019 (Amazon Prime Video) O Mauritano | EUA, Reino Unido | 2021 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes) O Dia que Mudou o Mundo | Alemanha, França, Líbano | 2021 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Quanto Vale? | EUA | 2021 (Netflix)
Elenco de “Lucifer” se despede dos fãs
Com a chegada da 6ª e última temporada de “Lucifer” ao streaming nesta sexta (10/9), a Netflix preparou um vídeo de despedida em que o elenco agradece aos fãs pela audiência, fidelidade e campanhas de salvamento. Vale lembrar que a série foi salva duas vezes do cancelamento, a mais recente na atual temporada, que não existiria se não fosse o desejo dos fãs por mais “Lucifer”. Como lembrou Tom Ellis, intérprete do protagonista: “Esta não é uma experiência normal. A continuidade da série na Netflix só aconteceu por causa dos fãs”. Além de Ellis, também se pronunciaram Lauren German (a “detec-tive” Chloe Decker), Kevin Alejandro (o “douche” Dan Espinosa), Aimee Garcia (Ella Lopez), D.B. Woodside (Amenadiel), Rachael Harris (Linda Martin) e Lesley-Ann Brandt (Mazikeen, a “Maze”), todos emocionados. “Esta foi uma experiência única de vida”, resumiu Woodside. “Eu até fico com um nó na garganta, porque os fãs mudaram minha vida”, completou Harris. O vídeo termina com Ellis convidando o público a assistir aos últimos episódios na Netflix. Só esqueceu de avisar que é preciso uma caixinha de lenços descartáveis para superar o final. Lucifãs, quem lembra do dia 15/06/2018? Foi o dia que eu contei pra vocês que tinha resgatado Lucifer. Hoje, três temporadas depois, a história do nosso diabão chega ao fim. Fiquem com essa mensagem especial do elenco pra vocês. #LuciferNetflix ❤️ https://t.co/UheerUQ743 pic.twitter.com/4FkEHi7P2Z — netflixbrasil😈 (@NetflixBrasil) September 10, 2021
Final de “Lucifer”, volta de “Segunda Chamada” e mais 10 séries pra maratonar
Uma série popular chega ao fim nesta sexta (10/9). “Lucifer” se despede em grande estilo, após sobreviver a dois cancelamentos precoces, com direito a episódio animado, a chegada de Adão e, claro, o apocalipse. Retomando a trama do ponto em que o próprio diabo se tornou Deus… ou quase, a série chega ao fim junto com o mundo, que começa a se desfazer sem Deus. Não esqueça de preparar lenços para assistir ao adeus de Tom Ellis e seus coadjuvantes. “Lucifer” não é a única série que enfrenta o apocalipse neste fim de semana. “The Magicians” também chega ao fim, com sacrifícios, lágrimas e atos desesperados para salvar um mundo – não necessariamente este mundo. Além disso, “Fear the Walking Dead” prepara um reboot nuclear numa das melhores temporadas de sua produção. E “Noite Adentro” retoma sua corrida por sobrevivência após o sol virar radioativo. Entre os dramas, o destaque é “Segunda Chamada”, que aprofunda o debate sobre a realidade social brasileira em sua 2ª temporada, ao abordar pessoas em situação de rua. Trazidos por iniciativa da professora Lúcia (personagem de Débora Bloch), os novos personagens ajudarão a impedir o fechamento do curso noturno, que sofre com alta evasão escolar, mas deflagram várias situações conflituosas – e discussões importantes. Para distensionar, a dica é “O Dilema de Suzy”, comédia britânica em que Billie Piper (“Doctor Who”) vive uma subcelebridade que tem uma foto íntima comprometedora vazada nas redes sociais. E as crianças ainda podem conferir a estreia de “Doogie Kamealoha: Doutora Precoce”, nova versão da série clássica “Tal Pai, Tai Filho”, na Disney+. Confira abaixo uma dúzia de dicas (com trailers) de estreias para conferir nas plataformas digitais neste fim de semana. Lucifer | EUA | 6ª Temporada (Netflix) Fear the Walking Dead | EUA | 6ª Temporada (Amazon Prime Video) The Magicians | EUA | 5ª Temporada (Globoplay) Noite Adentro | Bélgica | 2ª Temporada (Netflix) Segunda Chamada | Brasil | 2ª Temporada (Globoplay) Kid Cosmic | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Doogie Kamealoha: Doutora Precoce | EUA | 1ª Temporada (Disney+) O Dilema de Suzy | Reino Unido | 1ª Temporada (Globoplay) Chosen | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) Gigantes | Espanha | 1ª e 2ª Temporadas (Stazplay) 100 Code | Suécia, Alemanha | Minissérie (Paramount+) A Autonomia | Israel | Minissérie (HBO Max)












