La Casa de Papel: Trailer revela clima de guerra no desfecho da série
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da Parte 5 de “La Casa de Papel”. Em clima de guerra, a prévia mostra os personagens fortemente armados contra o cerco policial, enquanto o Professor (Álvaro Morte) é capturado por Sierra (Najwa Nimri). No desfecho da história, o grupo de ladrões da trama está há 100 horas dentro do Banco da Espanha, acuado pelas forças militares, apesar de ter conseguido resgatar Lisboa (Itziar Ituño). No entanto, fica sem comando quando precisa enfrentar o exército espanhol. Os 10 episódios derradeiros foram gravados na Espanha, em Portugal e na Dinamarca, e receberam dois reforços: os atores Miguel Ángel Silvestre (o Lito de “Sense 8”) e Patrick Criado (o Daniel de “O Sucessor, também da Netflix), que estreiam na produção em sua fase final. Mas os fãs da série serão torturados pela estratégia de lançamento da Netflix, que decidiu dividir os episódios da Parte 5 – com inevitável redundância – em duas partes. Como optou por batizar as temporadas da série espanhola de Partes, agora a Netflix está chamando as “partes” das Partes de “volumes”. Assim, a “Parte 5: Volume 1” será lançada em 3 de setembro e a “Parte 5: Volume 2” em 3 de dezembro. A opção de dividir os episódios, que já estão inteiramente gravados, visa estender a série para aproveitar um pouco mais sua popularidade. “La Casa de Papel” se tornou uma das atrações mais assistidas da Netflix nos últimos anos, gerando uma legião de fãs. Além do vídeo e do cartaz, novas fotos da produção também foram lideradas nas redes sociais do elenco. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Álvaro Morte (@alvaromorte) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jaime Lorente Lopez (@jaimelorentelo)
Amanda Knox ataca filme “Stillwater” por ficcionalizar sua vida sem autorização
A americana Amanda Knox, que ficou conhecida devido a um caso criminal midiático, que a levou a passar cinco anos presa na Itália sob acusação de homicídio, atacou o filme “Sillwater”, estrelado por Matt Damon, por querer lucrar com sua tragédia pessoal. Em texto publicado nas redes sociais, Amanda questionou o direito do filme de ficcionalizar sua história sem lhe pedir permissão e ignorar os erros da Justiça que a levaram à sua prisão. “Meu nome pertence a mim? Meu rosto? E quanto à minha vida? Minha história? Por que meu nome é usado para se referir a eventos dos quais não participei?”, escreveu a atriz, frisando que não autorizou os produtores do longa a filmarem sua história. “Volto a essas perguntas repetidamente, porque continuam a lucrar com minha identidade e meu trauma, sem meu consentimento”. Apesar do que ela afirma, não há nenhuma personagem chamada Amanda Knox no filme, embora o diretor Tom McCarthy (de “Spotlight”) tenha admitido que se inspirou na história de Amanda como ponto de partida para contar uma trama fictícia. Além disso, toda a perspectiva de “Stillwater” é centrada na angústia de um pai de família. “Stillwater” conta a história de Bill, um americano interpretado por Matt Damon, que vai à França para ajudar sua filha Allison (Abigail Breslin), após ela ser presa e acusada de matar uma amiga. “Fiquei muito fascinado pelo caso Amanda Knox. Serviu somente como inspiração mesmo”, disse McCarthy durante a divulgação do filme. “Eu comecei a pensar sobre a relação com o pai, porque havia acabado de ter uma filha”. Em 2007, Amanda foi detida, aos 20 anos, por suspeita de assassinar a companheira de quarto, Meredith Kercher, na Itália. Ela passou cinco anos na prisão, durante um julgamento que se estendeu por oito anos, antes de ser inocentada em 2015 devido a vários erros cometidos pela polícia durante a investigação. A história real já foi contada em um filme e também em documentário – lançado em 2016 pela Netflix com o nome “Amanda Knox”. Após ser exibido fora de competição no Festival de Cannes, “Stillwater” estreou neste fim de semana nos cinemas dos EUA, recebendo 75% de aprovação da crítica. A estreia no Brasil está marcada para 2 de setembro. Veja abaixo os trailers de “Stillwater” e do documentário da Netflix, seguidos pelo tuite de protesto de Amanda Knox. Does my name belong to me? My face? What about my life? My story? Why does my name refer to events I had no hand in? I return to these questions because others continue to profit off my name, face, & story without my consent. Most recently, the film #STILLWATER. / a thread — Amanda Knox (@amandaknox) July 29, 2021
Fotos do final de “Lucifer” revelam spoilers
A Netflix divulgou fotos da primeira metade da temporada final de “Lucifer”, e uma delas traz um grande spoiler. Em destaque aqui, a imagem revela a volta de Kevin Alejandro ao papel do detetive Daniel Espinosa, após o personagem morrer na temporada passada. Mais curioso ainda: ele aparece ao lado de Amenadiel (D.B. Woodside), que está vestindo uniforme policial. A imagem chama atenção porque a última temporada não terá mais a estrutura tradicional do “caso da semana”. Originalmente, os produtores tinham planejado encerrar a série com Lucifer (Tom Ellis) no Céu e Chloe (Lauren German) aposentada da polícia, situação que finalizou o quinto ano de produção. Mas o sucesso de público fez a Netflix encomendar uma temporada extra, após anunciar o cancelamento. Graças a isso, os roteiristas precisaram criar novas formas de continuar a história sem reunir os personagens em investigações policiais. O resultado será conhecido em 10 de setembro. Vai, vai, malvadão 😈😈 A sexta e última temporada de Lucifer chega dia 10 de setembro e aqui tem um gostinho do que vem por aí. pic.twitter.com/7tg0riJj4X — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 27, 2021 O QUE ROLOU AQUI??? pic.twitter.com/OB5wlPL2F8 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 27, 2021 Prayers answered: here’s @katya_zamo and @thatonequeen in the final season of LUCIFER 😈 https://t.co/xa0oU9iB2M pic.twitter.com/41yKDLyXGn — Most (@Most) July 28, 2021
Will Smith volta à Netflix em thriller do diretor de “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”
A Netflix prepara uma nova superprodução de streaming estrelada por Will Smith. Depois de estrelar “Bright” na Netflix em 2017, ele voltará para a plataforma à frente do thriller de ação “Fast & Loose”, que foi escrito pelos irmãos Jon e Erich Hoeber (de “RED” e “Megatubarão”) e será dirigido por David Leitch (“Deadpool 2” e “Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw”). O projeto foi desenvolvido de forma independente pelas produtoras de Smith (Westbrook Studios) e Leitch (87North), com apoio do estúdio STXfilms, e adquirido pela Netflix num leilão competitivo no mercado de produções futuras. A trama gira em torno do personagem de Smith, que acorda em Tijuana, no México, sem memórias. Ao juntar as peças de seu passado, ele descobre que tem vivido duas vidas: uma como poderoso chefão de um cartel de narcotráfico e outra como agente secreto da CIA. Os próximos passos são a escalação do resto do elenco e a contratação da equipe técnica responsável por todos os detalhes da produção – da cenografia à captação de som. Como o projeto está em fase inicial, ainda não tem cronograma de filmagens nem previsão de lançamento.
Diretores de “Vingadores: Ultimato” finalizam novo filme
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores do blockbuster “Vingadores: Utimato”, anunciaram nas redes sociais a conclusão das filmagens de seu novo filme, “The Gray Man”, após quatro meses de trabalhos. Veja abaixo. Inspirado no livro de estreia de Mark Greaney, publicado em 2009, “The Gray Man” reúne um elenco grandioso e é considerada uma das produções mais caras da história da Netflix, com orçamento estimado em US$ 200 milhões. A trama gira em torno de um assassino de aluguel e ex-agente da CIA, que é caçado ao redor do mundo por um ex-colega de agência. O personagem principal, o matador freelance Court Gentry, também apareceu em outras quatro aventuras literárias, o que pode transformar o filme numa franquia. O papel principal é desempenhado por Ryan Gosling (“La La Land”) e seu antagonista é vivido por Chris Evans (“Vingadores: Ultimato”). O resto do elenco inclui o brasileiro Wagner Moura (“Wasp Network”), Regé-Jean Page (“Bridgerton”), Billy Bob Thornton (“Fargo”), Alfre Woodard (“Luke Cage”), Ana De Armas (“Blade Runner 2049”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Dhanush (“Karnan”) e a menina Julia Butters (“Era Uma Vez Em… Hollywood”). Além de dirigir, os Russos escreveram o roteiro, que recebeu um polimento de Christopher Markus e Stephen McFeely, seus parceiros em quatro filmes da Marvel – de “Capitão América: O Soldado Invernal” a “Vingadores: Ultimato”. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers)
Vingança Sabor Cereja: Nova série de terror da Netflix ganha trailer legendado
A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer legendado de “Vingança Sabor Cereja” (Brand New Cherry Flavor), minissérie de terror estrelada por Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”). Ela vive Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que após ser abusada por um produtor famoso embarca em uma jornada de vingança sobrenatural. O elenco também conta com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. A estreia está marcada para 13 de agosto.
“The Crown” apresenta nova intérprete da rainha Elizabeth II
A Netflix divulgou a primeira imagem da 5ª temporada de “The Crown”, que traz Imelda Staunton, a Dolores Umbridge da saga “Harry Potter”, como nova e última intérprete da rainha Elizabeth II na série. O papel já foi vivido anteriormente por Claire Foy (nos dois primeiros anos) e Olivia Colman (3ª e 4ª temporadas) e agora será de Stauton por mais duas temporadas, até o encerramento da série. O resto do elenco também será alterado para refletir a passagem do tempo, trazendo ainda Lesley Manville (de “Trama Fantasma”) como a princesa Margaret, Dominic West (“The Affair”) como o príncipe Charles, Elizabeth Debicki (“Tenet”) como a princesa Diana e Jonathan Pryce (“Game of Thrones”) como o príncipe Philip. Esta troca de atores será a última realizada pela série, que vai acabar em seu 6º ano. Apesar da liberação da primeira imagem de Staunton na produção, a data de estreia dos próximos episódios ainda não foi anunciada. Se preparem pra reverência, a nova Rainha Elizabeth II de The Crown tá passando na timeline. Pode entrar, Imelda Staunton. 👑 pic.twitter.com/f87P1rn4Mw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 30, 2021
Séries online: A geração de “The O.C.” encontra “Outer Banks” nas maratonas da semana
As maratonas da semana permitem uma comparação curiosa entre duas gerações de juventude caiçara americana, os privilegiados de “The O.C.” e os pobretões de “Outer Banks”. Os primeiros são os herdeiros que moram nas mansões da praia de North Beach, Califórnia (“here we come”), enquanto os outros trabalham para os boas-vidas de uma ilha da Carolina do Norte. Ricos ou pobres, todos parecem modelos, mas enquanto o sol ilumina diferentes tons de peles em “Outer Banks”, “The O.C.” permite vislumbrar o verdadeiro apartheid que existia na TV americana até recentemente, sem espaço para talentos negros ou latinos – até seu menino pobre (“o estranho no paraíso” do subtítulo nacional) era loiro. A TV passou por uma revolução desde que Josh Schwartz transformou o elenco de “The O.C.” (Misha Barton, Ben McKenzie, Adam Brody, Rachel Bilson e até Olivia Wilde!) em celebridades. O próprio Schwartz evoluiu, criando a seguir “Gossip Girl” e um império televiso – Fake Empire, como batizou sua empresa de produção – , pelo qual lançou mais recentemente “Nancy Drew” e o reboot de “Gossip Girl”, ambas com elencos integrados. Enquanto isso, “Outer Banks” vem se transformando no “The O.C.” da era do streaming, com cada integrante de seu elenco de biquíni e calção de banho conquistando seu próprio fã-clube dedicado. A lista também tem despedidas: temporadas finais de “iZombie”, “Blindspot” e, até nova revisão, “The Manifest” – interrompida sem desfecho na TV americana, a série pode voltar após se tornar um fenômeno em streaming. Entre as dicas, destacam-se ainda duas séries documentais interessantíssimas: sobre John DeLorean, criador do carro eternizado em “De Volta para o Futuro”, e uma atração musical em que Mark Ronson explora a tecnologia responsável pela sonoridade de hits dos Beatles aos Beastie Boys, com conversas com artistas que marcaram a história do pop/rock/hip-hop anglo-americano. Confira abaixo a seleção (com os trailers) das 10 melhores séries disponibilizados em streaming nesta semana. The O.C. | EUA | 1ª a 4ª Temporada (Globoplay) Outer Banks | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Como Vender Drogas Online (Rápido) | Alemanha | 3ª Temporada (Netflix) Starstruck | Reino Unido | 1ª Temporada (HBO Max) The Manifest | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) iZombie | EUA | 5ª Temporada (Globoplay) Blindspot | EUA | 5ª Temporada (Betflix) Transformers: War for Cybertron | EUA | 3ª Temporada (Netflix) Watch the Sound with Mark Ronson | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Mito e Magnata: John DeLorean | EUA | Minissérie (Netflix)
“Expresso do Amanhã” é renovada para 4ª temporada
O canal pago americano TNT renovou a série “Expresso do Amanhã” (Snowpiercer) para sua 4ª temporada com bastante antecedência. A notícia foi dada pelo ator Daveed Diggs durante o encerramento das gravações do terceiro ano da atração, que ainda não tem previsão de estreia. Veja o vídeo abaixo. Comandada por Graeme Mason (co-criador de “Orphan Black”), “Expresso do Amanhã” é baseada em quadrinhos franceses e no longa-metragem homônimo dirigido pelo sul-coreano Bong Joon-ho (grande vencedor do Oscar 2020 com seu trabalho mais recente, “Parasita”), e destaca em seu elenco Daveed Diggs (da série “The Get Down”) e Jennifer Connelly (de “Noé”), que pode ter saído da série no final da 2ª temporada. A trama se passa a bordo de um trem de quase mil vagões que carrega os últimos sobreviventes da humanidade, depois que um desastre climático criou uma nova era do gelo. A 1ª temporada terminou com um grande reviravolta, com a chegada de um segundo trem que transportava outros passageiros, incluindo o criador supostamente morto do trem Expresso original, o misterioso Sr. Wilford, interpretado por Sean Bean (o Ned Stark de “Game of Thrones”). O grande elenco também inclui Mickey Sumner (“Mistress America”), Annalise Basso (“Ouija: A Origem do Mal”), Sasha Frolova (“Operação Red Sparrow”), Hiro Kanagawa (série “The Man in the High Castle”), Susan Park (série “Vice-Principals”), Ryan Robbins (série “Continuum”), Roberto Urbina (série “Narcos”), Jonathan Walker (“A Coisa”), Aleks Paunovic (“Van Helsing”), Alison Wright (série “The Americans”) e, desde a 2ª temporada, Rowan Blanchard (“Garota Conhece o Mundo”). A atração é disponibilizada no Brasil pela Netflix.
Netflix passa a exigir vacinação em suas produções
A Netflix anunciou que irá exigir vacinação contra covid-19 de todo o elenco e equipes de suas produções nos Estados Unidos. A decisão foi tomada após os sindicatos de Hollywood entrarem num acordo em torno de um protocolo que permite aos produtores exigir a imunização de atores e dos trabalhadores que têm contato com eles. De acordo com o Deadline, o streaming abrirá raras exceções como razões médicas, religiosas ou de idade. A medida vai valer para séries e filmes que iniciaram suas gravações a partir de agora. Quem se recusar a se vacinar, será substituído. A decisão visa impedir novas paralisações nos trabalhos, após o surgimento de uma quarta onda de covid-19 nos Estados Unidos, causada pela variante delta, altamente contagiosa. Várias produções têm sido afetadas por conta disso, com seguidas interrupções de gravações para a observância de períodos de quarentena. Com a vacinação geral, isso deixaria de acontecer.
“Sweet Tooth” é renovada para 2ª temporada
A Netflix finalmente confirmou a renovação de “Sweet Tooth” para sua 2ª temporada, que terá novamente 8 episódios comandados por Jim Mickle – showrunner, escritor e diretor do primeiro ano da atração. “É muito emocionante ver como as pessoas do mundo todo estão se apaixonando por nosso menino-cervo.”, disse Mickle sobre a renovação. “Não poderíamos estar mais animados para continuar nossa parceria com a Netflix e acompanhar Gus e seus amigos nessa jornada extraordinária”. Na semana passada, a Netflix revelou que “Sweet Tooth” foi vista por 60 milhões de contas de assinantes. Os números foram informados no relatório trimestral de lucros da empresa. Graças a esse desempenho, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics, produzida pelos astro Robert Downey Jr., foi a série de maior sucesso do trimestre passado e entrou na lista das 10 séries originais em inglês mais assistidas da Netflix em todo o mundo. “Sweet Tooth” ocupa o 6º lugar do ranking, à frente de “Emily em Paris” e logo abaixo de “O Gambito da Rainha”. “Bridgerton” lidera a lista de atrações originais com 82 milhões de visualizações. Baseada nos quadrinhos de Jeff Lemire, “Sweet Tooth” apresenta uma história com elementos de contos de fadas e sci-fi pós-apocalíptica, que o diretor Jim Mickle (“Somos o que Somos”) transformou num épico de visual cinematográfico. A trama se passa uma década após a devastação do planeta por uma pandemia inexplicável e acompanha Gus, um menino com chifres de veado, que faz parte de uma nova raça de crianças híbridas humano-animais nascidas após o surto, todas imunes à infecção. Perseguido por milícias, caçadores de recompensas e seitas apocalípticas, ele tenta chegar num refúgio distante com ajuda de um andarilho pouco amistoso. Veja abaixo o vídeo do anúncio da renovação feito pela Netflix, que evoca uma antiga propaganda da marca de laticínios Parmalat.
“Esquadrão 6” não terá sequência após decepcionar Netflix
Demorou, mas a Netflix admitiu que “Esquadrão 6” foi uma decepção. Em entrevista à revista Variety, Scott Stuber, chefe da divisão de filmes da plataforma, afirmou que a produção orçada em cerca de US$ 150 milhões, não atingiu as expectativas. “Não sentimos que chegamos lá criativamente. Teve um bom sucesso, mas no final do dia não sentimos que atingimos algo que justificasse voltar. Não teve um amor profundo pelos personagens ou por aquele universo”, ele comentou. A declaração também é uma admissão tardia de que os números grandiosos alardeados nos relatórios trimestrais da Netflix para seus investidores na verdade não são tão grandes assim. Vale lembrar que em janeiro do ano passado a empresa disse, de forma oficial, que “Esquadrão 6” tinha quebrado o recorde de audiência da plataforma, sendo visto por 83 milhões de contas de assinantes. Na época, isto representava praticamente metade de toda a base de assinantes mundiais da Netflix. Isto é uma decepção? O relatório que alardeou o feito de “Esquadrão 6” foi também aquele que inaugurou a nova maneira com que a Netflix faz sua medição de público, inflando os resultados de forma irreal. Desde janeiro de 2020, um filme ou série é considerado visto se alguém “escolher assistir pelo menos 2 minutos” de seu conteúdo, o que segunda a plataforma seria “tempo suficiente para indicar que a escolha foi intencional”. Vale lembrar que dois minutos é a duração de um trailer. Anteriormente, a medição se baseava apenas em episódios que tivessem 70% de exibição concluída e os números eram expressivamente menores. Com o novo método de contabilização, todos os sucessos da Netflix passaram a ter dezenas de milhões de visualizações a mais que na contagem original. Mas a Netflix não deve ter abandonado o método tradicional em seus relatórios internos. Isto explicaria porque um filme que foi publicamente chamado de blockbuster digital é, na verdade, considerado um fiasco pelo chefe do setor. Durante a reportagem da Variety, Stubber também admitiu que os números da Netflix são considerados um problema por cineastas que ele gostaria de atrair para a empresa, adiantando que isso deve mudar em breve. Dirigido por Michael Bay (dos infames “Transformers”), “Esquadrão 6” também foi rejeitado pela crítica. Com apenas 35% de aprovação na média das resenhas analisadas pelo site Rotten Tomatoes, o filme teve uma das piores avaliações dentre todos os longas lançados pela plataforma. Com um elenco encabeçado por Ryan Reynolds (também de “Deadpool”), o filme gira em torno de um grupo de ex-militares que se transformam em “heróis secretos”, agindo em segredo, em missões sigilosas contra inimigos dos EUA, após serem dados como mortos. A maioria dos críticos reclamou da direção de Michael Bay, que voltou a privilegiar explosões como forma de compensar falta de sentido e ritmo do filme, que tem muitas cenas repetitivas. Mas os roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese (“Deadpool”) também foram emparedados. A história foi considerada antiquada e estereotipada. A crítica do site Collider chegou até a chamar o filme de versão dramática e levada à sério (no pior sentido) da sátira animada “Team America” (2004), em que um bando de bonecos americanos patriotas explodiam o mundo em nome da liberdade. Lembre abaixo do trailer do filme.
Jennifer Garner vai estrelar “Dia do Sim 2” e produzir projetos na Netflix
A Netflix anunciou uma parceria de exclusividade com a atriz Jennifer Garner para a produção de novos filmes para o streaming. Garner já trabalhou em dois filmes da plataforma, a comédia “Dia do Sim”, lançada em março, e a sci-fi “The Adam Project”, que chega no ano que vem. E “Dia do Sim” foi o segundo filme que ela produziu na carreira – uma década depois de “Butter”, de 2011. O primeiro projeto do novo acordo é, justamente, uma sequência de “Dia do Sim”, que voltará a trazê-la como a mãe da hiperativa família Torres, ao lado de Édgar Ramirez, da adolescente Jenna Ortega e das crianças Julian Lerner e Everly Carganilla. “Tive a experiência mais gratificante e criativa ao dar vida ao ‘Dia do Sim’. Ver o alcance global da Netflix enquanto a família Torres causava estragos em lares em todo o mundo me deixa ansiosa para mergulhar em mais um ‘Dia do Sim’. Mal posso esperar”, disse a atriz em comunicado. Ela também estrelará e produzirá outra comédia, “Family Leave”, inspirada no livro “Bedtime For Momm”, que também foi escrito por Amy Krouse Rosenthal, autora do livro que virou “Dia do Sim”. Veja abaixo o trailer do primeiro “Dia do Sim” e um post da Netflix americana dando a notícia da parceria. YES to more Jennifer Garner! The award-winning actress will star in and produce multiple new films for Netflix under a new partnership—including a sequel to the hit family movie YES DAY! (But first up, catch her in next year's sci-fi film THE ADAM PROJECT.) pic.twitter.com/zTy5AbeC9p — NetflixFilm (@NetflixFilm) July 28, 2021












