Final de “The Expanse” ganha trailer épico
A plataforma Amazon Prime Video divulgou o pôster e o trailer legendado da 6ª e última temporada de “The Expanse”, que revela a escala épica do desfecho da atração. Repleta de ação, a prévia mostra cenas de uma guerra espacial contra a facção terrorista de Marco Inaros (Keon Alexander), após ataque que deixou a Terra dizimada. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” adapta a saga literária inaugurada por “Leviatã Desperta”, de James S.A. Corey (pseudônimo de Daniel Abraham e Ty Franck), que se passa daqui a 200 anos no futuro, acompanhando uma nave de rebeldes durante uma crise política da Terra com suas colônias em Marte e no cinturão de asteroides. A série é caríssima e foi resgatada pela Amazon após ter sido cancelada pelo canal pago SyFy ao final de sua 3ª temporada. Com o novo e agora definitivo cancelamento, a Amazon iguala a quantidade de episódios produzidos no Syfy, mas dá aos criadores a oportunidade de escolher como terminar a história. O detalhe é que a série chegará ao fim bem antes da trama literária, que já tem nove volumes, mas pelo menos concluirá o arco literário original – a partir do sétimo livro, a história dá um salto cronológico de 28 anos, que levaria a uma troca de intérpretes. O elenco da atração inclui Steven Strait (“O Despertar”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (“Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), Keon Alexander (“Tyrant”) e Jasai Chase Owens (“Loserville”). A temporada final estreia em 10 de dezembro.
Netflix lança site para divulgar Top 10 mundial
A Netflix mudou a forma de divulgação de suas métricas de visualização. O plano tinha sido anunciado de forma genérica em outubro, durante o relatório trimestral para investidores, e se materializou nesta terça (16/11) com o lançamento de um site específico voltado às listas de conteúdos mais vistos do serviço em todo o mundo. O Top 10 Netflix (https://top10.netflix.com/) apresenta quatro listas principais, contendo os 10 filmes e as 10 temporadas de séries mais vistas em inglês e não inglês, além de um ranking por país, um ranking geral dos títulos mais assistidos em todos os tempos e um levantamento que aponta quais países rendem maior audiência para os lançamentos em destaque. Para gerar as listas de Top 10 estão sendo considerados o desempenho dos títulos em mais de 90 países, com atualização semanal. A Netflix também mudou a forma de informar o desempenho de seu conteúdo, substituindo a amostragem de dois minutos (equivalente a uma visualização) pelo número total de horas visualizadas de cada título. É o método usado pela Globoplay, pela auditoria da Nielsen e por várias outras plataformas. A avaliação de dois minutos, adotada originalmente pelo YouTube (onde a maioria do conteúdo tem menos de 4 minutos), causava distorções e gerava números inflados e irreais de audiência. O primeiro top 10 semanal, que cobre de 8 a 14 de novembro, traz o filme “Alerta Vermelho” com quase 149 milhões de horas de exibição em todo o mundo. O desempenho de uma semana é impressionante, já que coloca o longa próximo do Top 10 de todos os tempos da Netflix. O atual 10º lugar é a comédia “Mistério no Mediterrâneo”, que conta com 170 milhões de horas em seus primeiros 28 dias. Vale destacar também que, entre os filmes não falados em inglês, o brasileiro “7 Prisioneiros” aparece em 2º lugar, atrás do italiano “Yara”, entre os mais assistidos do streaming em todo o mundo. Entre as séries, a 3ª temporada de “Narcos: México” superou “Round 6” (lançado há dois meses) como a série mais popular desta semana – 50,29 milhões de horas contra 42,79 milhões. Entretanto, a atração sul-coreana é disparado o conteúdo mais acessado da Netflix, com um total de 1,6 bilhão de horas de exibição em todo o mundo em seu primeiro mês – o dobro da segunda série mais popular, “Bridgerton” (625 milhões de horas). Curiosamente, a atualização não vai além de 28 dias, impedindo o número de “Round 6”, ainda em 2º lugar no ranking semanal, de evoluir em visualizações e impressionar cada vez mais com seu sucesso descomunal.
“Assassinato do Primeiro-Ministro” rende processo contra Netflix na Suécia
A Netflix está sendo processada por difamação na Suécia por conta da série “Assassinato do Primeiro-Ministro”, lançada em 5 de novembro. A trama gira em torno do assassinato do primeiro-ministro sueco Olof Palme em 1986 e aponta Stig Engström, que trabalhava para uma seguradora perto da cena do crime, como o suposto assassino. Esta é a conclusão da polícia, que só veio à tona no ano passado, após 35 anos de investigações. O detalhe é que Engström nunca foi capaz de se defender da acusação, já que morreu em 2000. Por conta disso, sua incriminação pela série seria um “caso muito claro de difamação” segundo o processo. O denunciante, cuja identidade é mantida em sigilo, acusa a Netflix de ter introduzido elementos “completamente infundados” em seu roteiro para apresentar Engström como o criminoso. O caso é envolto em muito mistério, já que Olof Palme foi morto enquanto caminhava pela rua mais movimentada de Estocolmo, em uma noite de sexta-feira. Ele recebeu tiros pelas costas quando voltava do cinema com sua esposa, sem guarda-costas. Ninguém viu direito o assassino, mas Engström se apresentou como testemunha desde o início da investigação. A série escrita por Niklas Rockström e Wilhelm Behrman (autores de “Califado”) se baseia num livro do escritor Thomas Pettersson e retrata Engström como o assassino de Palme, destacando suas tentativas de se esquivar do crime. Apesar disso, um texto, ao final de cada episódio, lembra que se trata de uma obra de ficção e que nunca ficou provado que Engström foi realmente o assassino. Veja abaixo o trailer de “Assassinato do Primeiro-Ministro”
Ed Sheeran revela “pôster final” de “Alerta Vermelho”
O cantor Ed Sheeran postou a “versão final” do pôster de “Alerta Vermelho”, filme lançado na sexta (12/11), que até então mantinha a presença do cantor em segredo. Ao lado do cartaz, que destaca sua participação ao lado de Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne “The Rock” Johnson, ele brinca ao se referir ao trabalho como sua performance vencedora do Oscar. O pôster também rebatiza a produção. “Red Notice”, o título em inglês, vira “Ed Notice”. Mas a participação de Sheeran é pequena, numa cena em que ele canta e briga com a polícia. Mesmo assim, gerou vários comentários no Twitter durante o fim de semana, acabando com qualquer chance de surpresa para quem não assistiu ao filme nas primeiras horas em que foi disponibilizado. Também no fim de semana, os astros Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne Johnson foram às redes sociais comemorar a informação da Netflix de que “Alerta Vermelho” registrou a melhor estreia de um filme original da plataforma em todos os tempos. Escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”), o longa é uma mescla de ação e comédia, com muitas explosões, pancadaria e piadinhas, ao mostrar “o melhor investigador do FBI” (Johnson) alistando “o segundo ladrão de arte mais procurado do mundo” (Reynolds) para prender “a ladra de arte mais procurada do mundo” (Gadot). Catch my Oscar winning performance in Red Notice, out everywhere today on Netflix Repost @ teddysphotos on Instagram pic.twitter.com/pmfFBU9xDG — Ed Sheeran HQ (@edsheeran) November 12, 2021
Brasileiros não perdoam “Alerta Vermelho” por localizar a Argentina no Brasil
Uma suposta gafe da produção de “Alerta Vermelho”, lançado na sexta-feira passada (12/11) em streaming, irritou os assinantes brasileiros da Netflix, que não esconderam a insatisfação nas redes sociais. Em determinado momento do filme, os protagonistas descobrem a localização de um objeto desejado, com coordenadas que se materializam num mapa, apontando o local em alguma região no Sul do Brasil. Segundos depois, eles chegam à conclusão de que o local fica na Argentina. E, de fato, embora o mapa aponte o Brasil, as coordenadas representam Misiones, na Argentina. O detalhe é que o local, embora verdejante, não possui uma floresta tropical ao estilo da Amazônia, como mostra o filme. Não convencidos pela justaposição das coordenadas com o mapa, os espectadores foram reclamar nas redes sociais. “Em ‘Alerta Vermelho’, eu descobri que a Argentina fica na divisa de SC e PR. Netflix Brasil, obrigado pelos ensinamentos”, ironizou um usuário. Um detalhe que chama atenção é que a maioria do público gostou do filme apesar da reclamação – e de ele ter apenas 36% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. No fim de semana, os astros Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne “The Rock” Johnson foram às redes sociais comemorar a informação da Netflix de que “Alerta Vermelho” teve a melhor estreia de um filme original da história da plataforma. Escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”), a produção é uma mescla de ação e comédia, com muitas explosões, pancadaria e piadinhas, ao mostrar “o melhor investigador do FBI” (Johnson) alistando “o segundo ladrão de arte mais procurado do mundo” (Reynolds) para prender “a ladra de arte mais procurada do mundo” (Gadot). Em Alerta Vermelho, eu descobri que a Argentina fica na divisa de SC e PR. @NetflixBrasil obrigado pelos ensinamentos!! — regis (@kingcostt) November 14, 2021 No filme Alerta vermelho da Netflix marcaram a localização errado, era pra ser Argentina, mas colocaram no Brasil kkkkkkkkkEstadunidense, acontece. E claro não pode faltar, se passa numa FLORESTA. (O filme não é ruim) — 𝐶𝑎𝑙𝑙 𝑚𝑒 𝐼𝑠𝑎🧣💜 (@IsaLucky17) November 15, 2021 Sobre o filme alerta vermelho, o mapa não era na Argentina, era no Brasil, estude @NetflixBrasil @netflix e outra a América do Sul não é só natureza e matas fechadas, melhorem — Nana (@_inaramachado) November 15, 2021 O filme Alerta Vermelho botou uma floresta tropical na Argentina. @NetflixBrasil alguém fala — matheus morais (@13mmatheus) November 14, 2021 Não sabia que a Argentina era no Brasil…No filme #AlertaVermelho mostrou o mapa da América do Sul e colocou a Argentina dentro do Brasil, a localização é no país Brasil e não Argentina. Argentina não é dentro do Brasil #Netflix #netflixEUA #netflixbr #errou #localização pic.twitter.com/ppVn68vQms — Josmar 1994 🇧🇷 (@Josmarcosta3) November 13, 2021
Crítica norte-americana detona “Cowboy Bebop”
A Netflix fez muito barulho para divulgar a versão live-action de “Cowboy Bebop”, mas não conseguiu mudar a impressão negativa da crítica, estabelecida desde que anunciou a escalação do elenco da atração. A série baseada no popular anime dos anos 1990 chegou no Rotten Tomatoes com apenas 40% de aprovação. “Qual o sentido de adaptar ‘Cowboy Bebop’ numa série live-action”, chega a questionar a crítica da revista The Hollywood Reporter. “Em um aparente esforço para cortejar os fãs do original, a série é fiel além da conta”, continua o texto. “Mas não precisava ter necessariamente o mesmo enredo de cada história, imitar os mesmos enquadramentos e acompanhar o mesmo ritmo narrativo ao som das mesmas melodias da trilha de Yoko Kanno”. Criticando a sensação de cópia inferior, a crítica completa: “O maior pecado da série é que mesmo que ela siga fielmente os caminhos de seu predecessor, ela não captura a mesma magia. O ritmo ágil se tornou pesado, os visuais belíssimos foram reduzidos a efeitos especiais turvos, o humor divertido foi transformado em risadas falsas e a aridez do anime foi substituída por sets de má qualidade”. A Entertainment Weekly reforçou que “a nova adaptação convida a comparações ao constantemente recriar momentos do anime”. “A nova série não tem muitas tramas originais, além das expansões das histórias pregressas dos personagens. Quase todo episódio é baseado na trama dos episódios originais, com pequenos ajustes”. A revista Empire, por sua vez, apontou que, além de ser uma cópia, é uma cópia inferior, que não compreende o que fez o original ser considerado original em primeiro lugar. “Desde o começo, ‘Cowboy Bebop’ parece não compreender o estilo e o subtexto de seu antecessor, se apoiando apenas em seus elementos menos interessantes”, afirma o texto, antes de definir o remake de carne e osso como “uma reencenação vazia, que continuamente convida à comparação com o original, em seu próprio detrimento”. Resumindo, a Slant definiu o esforço como caricato. “A série parece mais cartunesca que o anime que a inspirou”. Mas houve elogios, especialmente dos críticos nerds. As notas positivas foram focadas no elenco central, que “fazem com que valha a pena acompanhar essa jornada”, segundo o site IGN. “John Cho, em particular, é tão descolado sem precisar se esforçar, que é inimaginável o porquê de Hollywood não tê-lo testado mais vezes em papéis de protagonista”, destacou a revista Rolling Stone. Apesar disso, os poucos elogios não foram suficientes para evitar que a produção acabasse recendo o selo de “podre” no Rotten Tomatoes. Baseado no anime cultuadíssimo de Shinichirō Watanabe, que estreou no Japão em 1998, a atração gira em torno das aventuras de um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop atrás de criminosos perigosos no ano de 2071. O elenco traz John Cho (“Procurando…”) como o protagonista Spike Spiegel, Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”) como a femme fatale Faye Valentine e Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”) e estreia na sexta (19/11) em streaming.
“Alerta Vermelho” é celebrado como maior estreia da história da Netflix
Os astros Ryan Reynolds, Gal Gadot e Dwayne “The Rock” Johnson foram às redes sociais comemorar a informação da Netflix de que “Alerta Vermelho” teve a melhor estreia de um filme original da história da plataforma. Nem a Netflix nem os atores revelam números, mas a empresa republicou os posts do elenco em suas próprias redes sociais, ampliando a fanfarra em torno do filme, que foi lançado na última sexta-feira (12/11) em streaming, após passagem rápida – e decepcionante, segundo analistas do mercado – por cinemas selecionados. O suposto sucesso da estreia digital de “Alerta Vermelho” também contrasta com a avaliação da crítica, que considerou o filme fraquíssimo e altamente dispensável, com apenas 39% (podre) de aprovação no Rotten Tomatoes. Escrita e dirigida por Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”), a produção é uma mescla de ação e comédia, com muitas explosões, pancadaria e piadinhas, ao mostrar “o melhor investigador do FBI” (Johnson) alistando “o segundo ladrão de arte mais procurado do mundo” (Reynolds) para prender “a ladra de arte mais procurada do mundo” (Gadot). Veja abaixo os posts comemorativos dos artistas. WOW #RedNotice is @Netflix biggest ever opening day for a film. Congrats to this whole team! Can’t wait for Red Notice (Taylor’s Version) pic.twitter.com/tyGFqhKWao — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) November 14, 2021 This is amazing!!!! What can I say, you guys are the best and the reason why we make these films. So grateful and excited!!! Congratulations @Netflix and to the entire #RedNoticeMovie team ♥️💃🏻@TheRock @VancityReynolds pic.twitter.com/YXgwRo2xK8 — Gal Gadot (@GalGadot) November 14, 2021 RED NOTICE shatters opening day records for NETFLIX around the world 🌎🤯🙏🏾With outstanding 92% AUDIENCE SCORE!! 🍿🍿🍿👏🏾👏🏾👏🏾 This was @sevenbucksprod’s first deliverable for a streaming platform. Critical we delivered for your families worldwide. THANK YOU!!! dj 🖤🕺🏽👊🏾🥃 pic.twitter.com/c9EFeaefwb — Dwayne Johnson (@TheRock) November 14, 2021 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por therock (@therock)
“Eternos” mantém liderança das bilheterias dos EUA pela segunda semana
“Eternos” manteve a liderança das bilheterias nos EUA e Canadá com mais US$ 27,5 milhões em sua segunda semana em cartaz. O valor representa uma queda de 61% em relação à estreia, diferença maior que a registrada por “Shangi-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, o filme anterior da Marvel/Disney. O total doméstico da produção chegou em US$ 118,4 milhões em dez dias. Mas sua principal fonte de arrecadação vem do mercado internacional. Neste fim de semana, o longa rendeu mais US$ 48 milhões em 45 países, elevando a contagem estrangeira para US$ 162,6 milhões e somando um total de US$ 281,4 milhões mundiais. E isto sem a China, que barrou a distribuição devido à entrevistas da diretora do filme, Chloé Zhao, chinesa que vive nos EUA e traça um retratado pouco lisonjeiro de seu país natal, “onde há mentiras por toda parte”. No início do ano, o governo chinês chegou a censurar o fato de Zhao ter vencido o Oscar com “Nomadland”, em vez de comemorar a conquista de uma cineasta do país. O 2º lugar ficou com “Clifford – O Gigante Cão Vermelho”, que alcançou US$ 22 milhões em cinco dias. O filme teve lançamento antecipado na quarta-feira (10/11) para compensar o fato de ter sido lançado simultaneamente na plataforma Paramount+. Considerando apenas o fim de semana, foram US$ 16,4 milhões, que mesmo com a concorrência do streaming representa um dos melhores começos da era pandêmica para um filme infantil. “Clifford” foi o segundo filme seguido da Paramount a ter lançamento híbrido. E “Patrulha Canina – O Filme” também teve bom desempenho nas bilheterias. Os executivos do estúdio informaram que o formato continuará a ser utilizado em títulos para crianças, pois ainda levará muito tempo para que o público mais jovem sejam vacinado. A crítica norte-americana considerou a adaptação dos livros ilustrados de Norman Bridwell (1928–2014) medíocre, com apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o público achou o cão gigante vermelho fofo, dando nota A no CinemaScore, avaliação feita na saída do cinema. A estreia no Brasil vai acontecer em 2 de dezembro. O resto do Top 5 comemorou a ultrapassagem de metas importantes, com vários números impressionantes. “Duna” fez mais US$ 5,5 milhões, que lhe valeu o 3º lugar e ajudou seu faturamento doméstico a atingir US$ 93,1 milhões, permitindo-lhe ultrapassar os US$ 350 milhões mundiais – está com US$ 351,2 milhões. Em 4º lugar, “007 – Sem Tempo para Morrer” arrecadou US$ 4,6 milhões, o que fez seu montante chegar à marca exata de US$ 150 milhões em seu sexto fim de semana em cartaz nos EUA e Canadá, e ultrapassar os US$ 700 milhões mundiais – chegou em US$ 708,6 milhões. Apenas “Velozes e Furiosos 9” arrecadou mais em todo o mundo, com US$ 721 milhões. Fechando a lista, “Venom: Tempo de Carnificina” acrescentou US$ 4 milhões em sua contabilidade, valor que lhe permitiu superar a marca de US$ 200 milhões na América do Norte. Trata-se apenas do segundo filme da era da pandemia a fazer isso, juntando-se a “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”. O filme de super-herói chegou neste domingo (14/11) a um total doméstico de US$ 202,7 milhões e a US$ 441,5 milhões globalmente.
Foto registra volta de Lindsay Lohan às comédias românticas
“Ela está de volta!”. A Netflix divulgou a primeira foto de Lindsay Lohan em seu retorno às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. Na foto, ela aparece ao lado de Chord Overstreet (“Glee”), que fará seu par romântico. Ainda não tem título, o filme trará Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um acidente de esqui e fica com amnésia total. Durante sua recuperação, na época do Natal, ela se vê sob os cuidados do belo proprietário de uma pousada (Overstreet) e sua filha precoce. A premissa lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark. A estreia deve ficar para o Natal do ano que vem. She’s back! Here is your first look at Lindsay Lohan in her upcoming holiday rom-com, co-starring Chord Overstreet. pic.twitter.com/eycI907iBm — Netflix (@netflix) November 12, 2021
Henry Zaga fará par com Giulia Be em seu primeiro filme brasileiro
A Netflix anunciou o primeiro filme brasileiro estrelado por Henry Zaga. Apesar de ter nascido no Brasil, como comprova o nome de batismo Henrique Gonzaga, ele só tinha feito produções americanas, como as séries “Teen Wolf”, “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?”, “Gatunas” e “The Stand”, além dos filmes “XOXO – A Vida é uma Festa” e “Os Novos Mutantes”, entre outros. Henry Zaga fará par com a cantora Giulia Be, que viverá seu primeiro papel como atriz em “Depois do Universo”. O filme conta a história da talentosa pianista Nina (Be), que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus, uma doença autoimune que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, ela é surpreendida por uma forte conexão com Gabriel (Zaga), um dos médicos da equipe que a atende e que irá ajudá-la a superar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. “Depois do Universo” tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”) e seu elenco também inclui os atores João Miguel, Othon Bastos, Rita Assemany, Leo Bahia, Viviane Araújo, Isabel Fillardis, Adriana Lessa, Denise Del Vecchio e João Côrtes. A previsão de estreia é para 2022. Henry Zaga e Giulia Be serão os protagonistas de Depois do Universo, meu novo filme pra chorar com o coração quentinho. Nina é uma pianista que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus, e acaba se apaixonando pelo médico Gabriel. Estreia em 2022. 📸: Nat Odenbreit pic.twitter.com/E9UlXM7OEA — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 12, 2021
Series online: A volta de “Dexter” e 20 novidades em streaming
“Dexter: New Blood” é a série mais aguardada da semana. Com a missão de consertar o final de “Dexter”, exibido em 2013, a produção disponibilizada na Paramount+ traz de volta o ator Michael C. Hall ao papel do serial killer do título e revela sua nova vida – com uma identidade diferente e uma dinâmica inusitada com sua irmã Debra (Jennifer Carpenter) – , até o reencontro com seu filho crescido Harrison (Jack Alcott) lhe lembrar quem realmente é. A Paramount+ também começa a exibir a 4ª temporada de “Yellowstone”, que estreou com audiência recorde na TV americana no domingo passado (7/9), vista por um total impressionante de 8 milhões de telespectadores. Este número transformou “Yellowstone” na nova “The Walking Dead”. Isto é, a série mais assistida da TV paga dos EUA desde que “The Walking Dead” quebrou todos os recordes em 2018. Criado pelo cineasta Taylor Sheridan, que foi indicado ao Oscar 2017 pelo roteiro de “A Qualquer Custo” (2016) e premiado em Cannes como diretor de “Terra Selvagem” (2017), o western contemporâneo retorna após o protagonista (Kevin Costner!) ser baleado e deixado para morrer na beira de uma estrada no final da temporada anterior. Outro destaque é a minissérie “Dopesick” na Star+, dedicada ao maior escândalo farmacêutico dos EUA: o lançamento e a popularização do remédio OxyContin, que deixou a população americana viciada e deu origem a uma grande crise médica e social. Adaptação do best-seller homônimo de Beth Macy, a minissérie é criação de Danny Strong (co-criador de “Empire”), conta com direção do veterano cineasta Barry Levinson (“Rain Man”) e reúne um elenco grandioso, encabeçado por ninguém menos que Michael Keaton (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) como um médico à moda antiga, que sem saber é envolvido no segredo mortal da indústria farmacêutica. A semana também marca uma experiência da HBO Max, que se prepara para fazer seu primeiro lançamento simultâneo mundial de série não falada em inglês. A escolhida foi a dinamarquesa “Kamikaze”, que estreia no domingo (14/12). Criada por Johanne Algren, que escreveu o violento “Holiday” (2018), vencedor de 11 prêmios internacionais, a trama é baseada num romance de Erlend Loe (“Nord”, “Quick”) e acompanha a jornada autodestrutiva de uma garota (Marie Reuther). Após perder seus pais e irmão em um acidente de avião, ela decide largar tudo e se aventurar de forma perigosa pelos cantos mais distantes do mundo. A plataforma da Warner ainda lança “Sandy+Chef”, versão brasileira de “Selena+Chef”, em que a cantora Sandy aprende a cozinhar pratos refinados com a ajuda de chefs famosos, usando sua família célebre, incluindo o pai Xororó, o marido Lucas Lima e o irmão Júnior, como cobaias. Tem muito mais. Confira abaixo 20 opções de estreias disponibilizadas online nesta semana, com seus respectivos trailers. Dexter: New Blood | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) Kamikaze | Dinamarca | 1ª Temporada (HBO Max) Rebel | EUA | 1ª Temporada (Star+) The Equalizer | EUA | 1ª Temporada (Globoplay) Entre Laços | Argentina | 1ª Temporada (Disney+) Crossing Swords | EUA | 1ª Temporada (Star+) Snoopy no Espaço | EUA | 2ª Temporada (Apple TV+) Gentefied | EUA | 2ª Temporada (Netflix) Yellowstone | EUA | 4ª Temporada (Paramount+) All American | EUA | 4ª Temporada (HBO Max) Dopesick | EUA | 1 Temporada – Minissérie (Star+) Olaf Apresenta | EUA | 1 Temporada – Minissérie (Disney+) Vixen | EUA | 1 Temporada – Minissérie – Completa (HBO Max) Fantasmagorias | Argentina | 3 Temporadas – Completa (HBO Max) As Terríveis Aventuras de Billy e Mandy | EUA | 6 Temporadas – Completa (HBO Max) Spin City | EUA | 6 Temporadas – Completa (Paramount+) Mistérios do Detetive Murdoch | Canadá, Reino Unido | 12 Temporadas (Globoplay) Sandy+Chef | Brasil | 1ª Temporada (HBO Max) O Mundo Segundo Jeff Goldblum | EUA | 2ª Temporada (Disney+) Sempre Jane | EUA | 1 Temporada – Minissérie (Amazon Prime Video)
Filmes online: “Shang-Chi” é destaque de semana de grandes estreias em streaming
Tem estreia de filme da Marvel no streaming. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” chega com exclusividade ao Disney+ nesta sexta (12/11), em que a plataforma celebra dois anos de seu lançamento original (nos EUA) com várias novidades e preço promocional de assinatura. O filme mais bem-sucedido da pandemia na América do Norte gira em torno de um conflito entre pai e filho. Na versão do cinema, Shang-Chi é filho de ninguém menos que o Mandarim, vilão mencionado na franquia do Homem de Ferro e que ainda não tinha aparecido de verdade no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). A produção é estrelada pelo ator canadense Simu Liu (“Kim’s Convenience”) como o herói do título e o astro de ação Tony Leung (“O Grande Mestre”) como o pai antagonista, além de Awkwafina (“A Despedida”) e Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), entre outros. Também tem The Rock em dose dupla. Cada vez mais astro de comédias de ação, Dwayne “The Rock” Johnson estrela “Jungle Cruise”, em que contracena com Emily Blunt, e “Alerta Vermelho”, ao lado de Ryan Reynolds e Gal Gadot. O primeiro foi um sucesso e já garantiu sequência, enquanto o segundo, uma das produções mais caras da Netflix, foi considerado “podre” com apenas 40% de aprovação no Rotten Tomatoes. A lista segue com dois bons filmes brasileiros. “7 Prisioneiros” caiu nas graças da crítica internacional, com 97% no Rotten Tomatoes. O segundo longa dirigido por Alexandre Moratto, que estreou com “Sócrates” e foi premiado no Spirit Awards (o Oscar do cinema independente dos EUA) em 2019, conta a história de um jovem do interior (Christian Malheiros), que cai numa cilada e se torna escravo ao buscar uma oportunidade de emprego em São Paulo. Produção da Netflix, também destaca Rodrigo Santoro como vilão. Com estreia no sábado (13/12) na Globoplay, “O Silêncio da Chuva” volta a trazer às telas o universo dos mistérios policiais do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza (“Achados e Perdidos”, “Romance Policial”, “Berenice Procura”). Na trama, ao investigar o assassinato de um empresário, o detetive interpretado por Lázaro Ramos se depara com um submundo de corrupção e femme fatales digno dos melhores filmes noir. A direção é do veterano Daniel Filho (“Boca de Ouro”). Para as crianças, ainda há o novo “Esqueceram de Mim” com Archie Yates, uma das revelações de “Jojo Rabbit”, a animação “O Poderoso Chefinho 2” e um curta da Pixar derivado de “Luca”. Para os cinéfilos, a dica é o drama “Identidade”, produção da Netflix com cinco indicações ao Gotham Awards (a segunda principal premiação indie dos EUA), que dramatiza a história de uma mulher negra que se passa por branca no final dos anos 1920. Vivida por Ruth Negga (“Preacher”), a protagonista tem a segurança de seu relacionamento com um branco rico (Alexander Skarsgard, de “Big Little Lies”) ameaçado por uma amiga (Tessa Thompson, de “Thor: Raganorok”), que também tem a pele clara e a possibilidade de se fingir de branca, mas decide ficar do lado oposto desta divisão, apropriadamente filmada em preto e branco. Confira abaixo mais dicas da programação da semana, com 20 títulos e seus respectivos trailers. Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis | EUA | Ação (Disney+) Jungle Cruise | EUA | Comédia de Ação (Disney+) Alerta Vermelho | EUA | Comédia de Ação (Netflix) 7 Prisioneiros | Brasil | Drama (Netflix) O Silêncio da Chuva | Brasil | Suspense (Globoplay) O Closet | Coreia do Sul | Terror (NOW, Vivo Play) Ao Lado de Um Assassino | EUA | Suspense (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Identidade | EUA | Drama (Netflix) Friends and Strangers | Austrália | Drama (MUBI) Maya | França, Alemanha | Drama (MUBI) Mãe e Filha | Israel | Drama (NOW) Sob as Escadas de Paris | França | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Anatomia de um Julgamento | Áustria | Drama (NOW) O Projeto Frankenstein | Hungria | Drama (Reserva Imovision) Entre Irmãos | Turquia | Comédia (NOW) Esqueceram de Mim no Lar, Doce Lar | EUA | Comédia (Disney+) Detetive Madeinusa | Brasil | Comédia (Amazon Prime Video) O Poderoso Chefinho 2 – Negócios da Família | EUA | Animação (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Oi, Alberto | EUA | Curta de Animação (Disney+) Moments Like This Never Last | EUA | Documentário (MUBI)
Voir: Netflix revela trailer da série de David Fincher que celebra o cinema
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Voir”, série concebida pelo cineasta David Fincher (“Mank”) para “celebrar o cinema”, segundo a descrição oficial. A prévia mostra cenas icônicas de filmes que marcaram a história do cinema, desde referências mais obscuras, como o terror francês “Os Olhos Sem Rosto”, até o famoso beijo mafioso de “O Poderoso Chefão 2” (1974), numa jornada que atravessa décadas, indo de “Cidadão Kane” (1941) até “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) A ideia da série é apresentar ensaios sobre a conexão pessoal que os filmes criam com cada espectador, para lembrar como o cinema ocupa um lugar especial nas vidas das pessoas. “Voir” também conta com produção executiva de outro cineasta, David Prior (“O Mensageiro do Último Dia”), e roteiros de Drew McWeeny (“Mestres do Terror”). A estreia está marcada para 6 de dezembro.












