Chris Evans se junta a Emily Blunt em superprodução da Netflix
O astro Chris Evans (o Capitão América da Marvel) entrou no elenco de “Pain Hustlers”, juntando-se a Emily Blunt (“Jungle Cruise”) na produção da Netflix. O projeto foi apresentado durante o mercado de cinema do Festival de Cannes deste ano, onde teve sua trama comparada à “Trapaça” (2013), “O Lobo de Wall Street” (2013) e “A Grande Aposta” (2015). Os três filmes têm em comum tramas de golpes financeiros, contadas em tom de humor ácido por grandes cineastas. A sinopse explica que “Pain Hustlers” gira em torno de Liza (Blunt), uma mulher em busca de uma vida confortável para sua filha, que começa a trabalhar para uma pequena startup farmacêutica na Flórida, nos Estados Unidos. Tanto ela quanto a empresa começam a crescer e Liza, enfim, entra para a alta sociedade. Acontece que, após enriquecer, ela percebe que foi envolvida em uma conspiração que pode ser fatal. O roteiro é de Wells Tower, que estreia no cinema, mas já foi considerado um dos escritores mais promissores de sua geração pela revista literária The New Yorker. E a direção está a cargo de David Yates, num raro projeto fora da franquia de “Harry Potter” após sete filmes passados no universo da escritora J.K. Rowling – entre o último “Harry Potter” e o primeiro “Animais Fantásticos”, ele ainda fez “A Lenda de Tarzan” (2016). Após ter seus direitos adquiridos por mais de US$ 50 milhões pela Netflix, a produção do longa deve começar em agosto e ainda não há previsão de estreia.
Metallica elogia “Stranger Things”: “Honra incrível”
A banda Metallica está oficialmente entre os fãs de “Stranger Things”. A banda usou sua conta oficial no Instagram para definir o uso de “Master of Puppets” no final da 4ª temporada como uma “honra incrível”. Metallica foi só elogios no post: “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…” O rock clássico de 1986 é tocado pelo personagem Eddie Munson (Joseph Quinn), que se coloca de guitarra em punho, em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”. O baixista da banda, Robert Trujillo, ainda compartilhou um detalhe curioso da produção em seu Instagram pessoal. Embora Joseph Quinn toque realmente guitarra na série, o som ouvido pelo público foi gravado pelo filho do músico. Tye Trujillo, de 17 anos, gravou uma nova base de guitarra para destacar o momento em que Eddie começa a tocar sozinho na cena. O pai coruja propagandeou: “Esse é o meu menino! Orgulhoso de você Tye!. Final de ‘Stranger Things’, arrasando em ‘Master of Puppets’…” No post, Trujillo ainda agradeceu ao guitarrista da banda pela gravação. “Grande obrigado a Kirk Hammett pela ajuda”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Metallica (@metallica) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Robert Trujillo (@robtrujillo)
Joey King fez as últimas cenas de “A Barraca do Beijo 3” completamente chapada
A atriz Joey King revelou ter gravado suas últimas cenas da franquia “A Barraca do Beijo” completamente chapada. Em entrevista exibida no programa “Jimmy Kimmel Live!”, ela contou que decidiu comer um petisco diferente para celebrar o fim da produção… antes de terminar realmente a produção. De acordo com Joey, ela ainda tinha algumas cenas para gravar, quando combinou com Taylor Zakhar Perez a comemoração de seu último dia de trabalho na trilogia teen da Netflix. “No meu último dia de filmagens de ‘A Barraca do Beijo 2 e 3’, eu resolvi comer um aperitivo de maconha para celebrar. Não foi muito profissional, porque eu tinha mais sete takes pra fazer. Meu amigo, Taylor, que interpretava Marco, não estava trabalhando, então nós comemos juntos. Eu fiquei violentamente chapada”, admitiu King. “Se você é fã de ‘A Barraca do Beijo’, vai saber em que cena isso aconteceu. Era um diálogo entre minha personagem e seu melhor amigo, Lee, na calçada”, explicou Joey. “Eles tem um momento muito emocional em que explico para ele por que menti sobre a faculdade. Eu estava chapada pra c*ralho naquela cena”. Na trama, Elle, a personagem vivida por Joey King, foi aceita em duas faculdades e encontra-se num dilema, dividida entre ir para a Universidade da Califórnia, em Berkeley, com o melhor amigo Lee (Joel Courtney), ou estudar em Harvard, no estado de Massachusetts, com o namorado Jacob (Jacob Elordi). Encerrada no ano passado, toda a trilogia foi dirigida por Vince Marcello, e seu elenco ainda inclui Maisie Richardson-Sellers, Meganne Young e Molly Ringwald.
“Stranger Things 5” terá mais ação e será toda passada em Hawkins
Os irmãos Duffer tem revelações animadoras para os fãs que querem saber logo o que vai acontecer após aquele final impactante de “Stranger Things 4”. Falando ao podcast “Happy Sad Confused”, de Josh Horowitz, os criadores da série explicaram que a 5ª temporada não terá um preâmbulo demorado. Nem os episódios serão tão longos. O motivo disso é que a série deve começar direto com cenas de ação. “A única razão pela qual não esperamos que seja tão longa é porque, se você reparar, foram quase duas horas de preparação narrativa antes dos nossos garotos serem realmente atraídos para o mistério sobrenatural. [Na 4ª temporada] vocês tiveram que conhecê-los, vê-los em suas vidas, suas lutas, adaptação ao colegial, Steve tentando encontrar uma namorada, coisas assim”, explicou Matt Duffer. “Nada disso, obviamente, vai ocorrer nos primeiros dois episódios da 5ª temporada”. ”Pela primeira vez, nós não encerramos as coisas no final da 4ª temporada”, continuou. “Então, vai ser emocionante. Os personagens já estarão em ação. Eles já terão um objetivo e uma motivação, e acho que isso fará esta temporada parecer realmente diferente”. Na conversa com Josh Horowitz, eles ainda disseram que pensam novamente em encerrar a temporada – e a série – com um episódio final de “pelo menos duas horas”. “Nós sabemos como será a conclusão. É como um farol nos guiando no decorrer dessa jornada, enquanto escrevemos os roteiros. Ainda não temos um caminho concreto para algumas partes da 5ª temporada, mas os últimos 30 minutos estão claros em nossas mentes. Se conseguirmos tornar essa jornada interessante, esperamos que o desfecho seja satisfatório. Não podemos agradar a todos, mas esperamos entregar uma conclusão que faça justiça à história”, explicaram. Os Duffers afirmam que o quinto ano da série terá “um salto temporal” para acomodar o processo de amadurecimento do elenco. “Queríamos ter gravado as temporadas 4 e 5 juntas”, lamentou Ross, demonstrando que a trama começaria, idealmente, do ponto em que “Strangers Things 4” acabou. Por conta disso, eles confirmaram que a 5ª temporada será ambientada inteiramente em Hawkins. “Queremos voltar a muitas coisas que fizemos na 1ª temporada”, disse Matt. “Muitos dos grupos e pares originais que tivemos na 1ª temporada – há algo de bom em fechar o círculo”, completou. Vale ressaltar que os novos episódios ainda não começaram a ser escritos – existem somente como plano e ideias na cabeça dos Duffers. Exaustos por ter trabalhado na pós-produção dos episódios finais do quarto ano até a semana passada, os irmãos anunciaram que vão tirar um mês de férias e só começarão a se reunir com os roteiristas da equipe, para a produção dos próximos capítulos, a partir de agosto.
“Stranger Things 4” ultrapassa 1 bilhão de horas na Netflix
A Netflix anunciou nesta terça-feira (5/7) que “Stranger Things 4” ultrapassou a marca de 1 bilhão de horas de exibição mundial na plataforma. Segundo os dados oficiais do streamer, “Stranger Things” foi vista por 1,15 bilhão de horas desde a estreia em 27 de maio. A criação dos irmãos Duffer é a primeira série em inglês a superar a marca do bilhão. Em relação a qualquer idioma, “Stranger Things 4” fica atrás apenas de “Round 6” (1,6 bilhão). Um detalhe, porém, chama atenção. A contagem abrange as duas partes da 4ª temporada – o que é atípico na contabilidade da plataforma, que sempre encerra sua totalização após 28 dias de exibição. Aparentemente, a série sci-fi é uma exceção à regra, já que teve a audiência dos dois volumes somadas. Os primeiros sete episódios registraram 930,32 milhões de horas, enquanto os dois capítulos finais representam cerca de 221 milhões de horas acumuladas entre os dias 27 de maio e 3 de julho. É importante explicar que os dois episódios finais estão disponíveis há poucos dias (desde 1 de julho) e, embora sejam longos, possuem apenas quatro horas de conteúdo. Mesmo assim, correspondem a 73% de toda a visualização da série na semana passada. Além de liderar o ranking de série em inglês mais vista de todos os tempos, “Stranger Things 4” também voltou ao topo do ranking da Netflix nesta semana, após perder o lugar para o lançamento de “The Umbrella Academy” na semana passada. Com a audiência somada da Parte 1 e da Parte 2, a atração atingiu 301,28 milhões de horas na última semana, abrindo larga vantagem para “The Umbrella Academy”, que ficou em 2º lugar com 87,9 milhões de horas vistas, após nove dias no ar.
Evento de “Stranger Things” traz atores da série ao Brasil
A Netflix anunciou nesta terça-feira (5/7) que os atores Joseph Quinn e Jamie Campbell Bower virão ao Brasil para encontrar os fãs de “Stranger Things”. O evento com os intérpretes de Eddie e Vecna acontecerá já nesta quinta-feira (7/7) em São Paulo. O encontro com fãs, em estilo de Meet & Greet, acontecerá em parceria com a página “Stranger Things Brasil” e será aberto ao público – e totalmente gratuito. Mas para participar é preciso se inscrever num formulário, disponibilizado pelas redes sociais da plataforma. Veja abaixo. Os dois atores deram vida aos personagens novos mais marcantes da temporada. Eddie Munson se tornou favorito dos fãs logo em suas primeiras cenas, e teve o momento mais épico do final da série, com direito a solo heavy metal de guitarra. Já o personagem de Bower teve várias encarnações na trama, a princípio como um cuidado funcionário do laboratório de Hawkins, mas, conforme a trama avança, Onze (Millie Bobby Brown) percebe que o enfermeiro esconde muitos segredos. Ele também é Henry Creel, o número Um e o monstro Vecna. O Jamie Campbell Bower e o Joseph Quinn estão chegando aqui no Brasil e o melhor fandom <3 está organizando um Meet & Greet 👇 https://t.co/eWzAmDBgKW — netflixbrasil (@NetflixBrasil) July 5, 2022
Ator desfaz mistério sobre destino de Vecna em “Stranger Things”
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” deixou no ar o destino de Vecna, que saiu de cena – spoiler! – no melhor estilo Michael Myers. Só que o ator Jamie Campbell Bower acabou com o mistério nesta terça (5/7) ao revelar que tudo foi proposital para gerar dúvida e, de forma mais importante, a suposta “morte” não teria sido o fim do monstro. Assim como aconteceu com o vilão do “Halloween” original (de 1978), a última cena de Vecna mostra sua queda por uma janela do 2º andar. Mas, quando os personagens saem da casa para conferir o corpo, ele não está lá. Sumiu. O ator Jamie Campbell Bower, intérprete do monstro, praticamente confirmou que isso significa seu retorno na 5ª temporada. “Eu amo a referência de ‘Halloween’. Há tantas referências fantásticas de terror dos anos 1980 nesta temporada”, ele disse à revista The Hollywood Reporter, citando também as cenas do sótão em homenagem a “Hellraiser” (1987). “Sabe, quando a gente lê algo [no roteiro] fica rindo e simplesmente diz: ‘Inteligente’. Isso é muito legal.” De acordo com Campbell, Vecna tem um destino claro e vai voltar. E para vencê-lo de forma definitiva, os personagens da série precisarão “ser muito mais inteligentes do que foram até agora, porque Henry [Vecna] não é do tipo que esquece ou deixa as coisas passarem”. Apesar da escassez de informações sobre o retorno do personagem na próxima temporada, Campbell enfatizou que aquilo que o público chama de sofrimento, ele considera uma “reconstrução”.
Final de “Stranger Things 4” teve cenas improvisadas. Saiba quais
Os roteiristas de “Stranger Things” revelaram em suas redes sociais três momentos vistos no final da 4ª temporada que não estavam no roteiro. Alerta de Spoiler: Daqui para a frente, a decisão de continuar a leitura é por sua conta! As cenas de Eddie foram um show à parte – literalmente, ele aparece até tocando uma música do Metallica – , mas sua despedida do personagem à Dustin (Gaten Matarazzo) foi um momento de grande emoção, parcialmente improvisado pelo ator Joseph Quinn. Poucos momentos antes de Eddie partir, Quinn decidiu dizer a Dustin que o ama, criando mais um momento de destaque para a coleção de seu personagem. “I love you, man” was improvised by Joe pic.twitter.com/z5gYyl18KF — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Dentre os momentos que o público esperava ansiosamente, os roteiristas destacaram uma cena compartilhada por Hopper (David Harbour) e Joyce (Winona Ryder). Prestes a ir atrás do Demogorgon na base russa e vendo a amada claramente preocupada, os dois compartilham um beijo carinhoso de despedida. A decisão foi tomada pelos atores no dia da gravação e não constava do roteiro. This kiss wasn’t scripted, Winona and David added it on the day of filming pic.twitter.com/9vSWwYliWU — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Outro destaque enfatizado pelos roteiristas aconteceu durante o momento em que Lucas (Caleb McLaughlin) implora a ajuda de sua irmã: “Erica, socorro!”, entre a briga com Jason (Mason Dye) e o que acontece com Max (Sadie Sink). A fala não fazia parte dos roteiros, mas Caleb improvisou a cena que ficou perfeita na edição final. “Erica, help” was improvised by Caleb. pic.twitter.com/9g5etO5VAz — stranger writers (@strangerwriters) July 2, 2022 Em entrevista recente ao site Deadline, Sadie Sink revelou que todos os atores do elenco têm liberdade para improvisar nas gravações, inclusive os mais jovens. “O que todas as crianças adoraram nos Duffers é que eles nunca nos trataram de maneira diferente do que fariam com um membro adulto do elenco”, disse a intérprete de Max. “Tipo, eles realmente respeitaram e valorizaram nossas opiniões e criaram um ambiente muito divertido. Eles nunca nos prejudicaram de forma alguma e realmente apenas nos ouvem e colaboram conosco.”
“Stranger Things” coloca Metallica nas paradas de sucesso
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” colocou o clássico do Metallica “Master of Puppets” no topo das paradas de sucesso neste final de semana. A canção icônica (porém adormecida há cerca de 40 anos) está em 1º lugar entre as mais tocadas do gênero de rock na plataforma do iTunes e ocupa a 29ª posição no ranking geral do streaming. Além disso, atingiu o 26º lugar no Top Mundial do Spotify nesta segunda-feira (4/7). Essa é a primeira vez que a gravação do Metallica experimenta sucesso comercial desde seu lançamento em março de 1986, repetindo o fenômeno de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que estourou ao ser incluída na Parte 1 de “Stranger Things 4″. De acordo com a supervisora musical da série, Nora Felder, os co-criadores colocaram a música no roteiro desde a pré-produção. “Foi mais um daqueles momentos ‘tem que ser essa música’”, ela contou à revista Variety. “Eu acredito que os Irmãos Duffer sentiram que tocar ‘Master of Puppets’ durante toda a cena estendida foi a escolha certa. Nenhuma outra música foi discutida e nós resolvemos adquiri-la imediatamente.” A supervisora também acrescentou que a canção, originalmente sobre drogas, serve de analogia à situação enfrentada pelos personagens com Vecna. “Cada um tem poderes destruidores, que roubam das pessoas sua força pessoal e essencial”, ela comparou. “’Master of Puppets’ é uma música bastante significativa no repertório do Metallica, e acho que é considerada a favorita em seus shows ao vivo”, ela apontou. “Eu queria que o Metallica entendesse completamente em que contexto a música estava sendo usada, além de como ela era integral para a cena e para esse novo personagem empolgante, Eddie Munson, que ninguém havia conhecido ainda nas temporadas anteriores”, explicou a executiva. A banda comprou a ideia na apresentação, sem que fossem necessárias maiores discussões. Na série, a música é tocada pelo personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) durante a batalha dos adolescentes de Hawkins contra as forças malignas do vilão Vecna. Felder acredita que a faixa foi uma combinação perfeita para Eddie, pois amplificou a cena mais emocionante da 4ª temporada e se alinhou com “a personalidade pública aparentemente arrogante e abrasiva” do personagem. E, sim, é o ator que toca guitarra na cena. “Joseph teve tempo para aprender o riff de guitarra e, acompanhando a gravação. Todos acharam que ele fez um ótimo trabalho.” No entanto, apesar da cena do ator britânico chamar a atenção pela suposta habilidade musical, Joseph Quinn assumiu que recebeu uma ajudinha extra para que Eddie mandasse bem no solo. Em entrevista ao site Collider, o ator explicou que tocou a maior parte de “Master of Puppets”, mas precisou de um “faixa preta dos guitarristas de metal” para o solo insano e veloz. “Tive sorte de tocar desde jovem. Mas, quando li os roteiros, comprei a guitarra e comecei a praticar loucamente”, afirmou. “Mas o solo não foi meu. Eu não sou um guitarrista de heavy mental”, admitiu. Desta forma, a série “Stranger Things” provou ser muito mais do que uma atração de sucesso, mas também uma grande fonte de resgates musicais.
Irmãos Duffer só começam a escrever “Stranger Things 5” em agosto
A 5ª e última temporada de “Stranger Things” não começou a ser escrita. Até a semana passada, os irmãos Duffer ainda estavam trabalhando na pós-produção dos dois episódios finais do quarto ano, que foram lançados na sexta (1/7) na Netflix, e agora anunciaram que vão tirar um mês de férias, antes de começar a se dedicar aos próximos capítulos. “Nós vamos tirar umas pequenas férias em julho”, declarou Ross Duffer numa nova entrevista ao site Collider. “E então nós vamos voltar. Eu sei que a sala dos roteiristas vai começar na primeira semana de agosto.” Por isso, poucos sabem o que vai acontecer depois da impactante cena final do episódio 9 da 4ª temporada. Mas os Duffer já mencionaram planos de realizar um salto temporal, porque precisam refletir na trama o crescimento acelerado do elenco jovem. De todo modo, por estar em fase tão inicial, a 5ª temporada vai demorar a se materializar na Netflix.
“Stranger Things”: Sadie Sink revela não saber destino de Max
A 4ª temporada de “Stranger Things” terminou com – spoiler! – Max em coma após o encontro agressivo com o vilão Vecna. No entanto, não existe nenhuma evidência de que a personagem de Sadie Sink acordará ou mesmo se estará viva na próxima e última temporada. Em entrevista ao site Deadline, a interprete de Max disse que nem ela sabe se sobrevive, após estar morta por um minuto na trama. “Posso dizer, com toda a honestidade, que não sei o que vai acontecer na 5ª temporada”, garantiu Sink. “Eu não tenho ideia do que está vindo na 5ª temporada e como isso se parece.” “Acho que, depois de assistir o episódio nove, estou ainda mais ansiosa para descobrir. Olhando para as temporadas anteriores, sempre há algo que fica no ar sobre o mal que ainda existe”, lembrou a atriz, que exaltou a fala de Will sobre a existência de Vecna. A interprete ainda recorda que o último roteiro da qual ela teve acesso na 4ª temporada dizia literalmente que “Max morre”, mas não foi o que aconteceu. “A história está muito no ar, porque obviamente ela está em coma e Onze (Eleven) não consegue encontrá-la no escuro. Então, quem sabe onde ela está e em que estado ela está.” Sink relembra ainda que, na primeira aparição de Max na 2ª temporada da franquia, a personagem queria desesperadamente fazer parte do grupo da nova escola. “Ela só queria encontrar as suas próprias pessoas, [mas] teve muita dificuldade para entrar e teve que provar o seu lugar”, disse. Para a atriz, era óbvio que a 4ª temporada ira representar um maior desenvolvimento. “Todas as peças realmente se juntaram no episódio nove, para mim, apenas com aquele monólogo que ela tem [com Lucas]”, garante. “Isso diz muito sobre a mentalidade de Max ao longo da 4ª temporada.” Mesmo sabendo que a 5ª temporada será a última de “Stranger Things”, ela considera difícil saber o que os Irmãos Duffer planejam para sua personagem e todos os demais. Ainda mais considerando que as mortes são impactantes para os membros e para o público. Ela mencionou que a equipe mudou a história com o passar do tempo e que “os Duffers são sempre muito cuidadosos com quem eles estão matando”, nunca é sem um propósito em si. E confirmou que, até o momento, não existe uma previsão de gravação e muito menos de estreia para a 5ª temporada. Por isso, indica que, apesar da expectativa, o público precisará ter paciência, porque os novos episódios vão demorar. “Esta última temporada levou dois anos para ser feita, então quem sabe quanto tempo a 5ª temporada levará”, contou. “Os Duffers definitivamente sabem que os fãs estão esperando ansiosamente pela 5ª temporada, mas não acho que eles vão se apressar. Eles querem fazer a melhor temporada final que puderem. Espero que possamos chegar lá em breve, mas, por outro lado, também desejo que demore o máximo que puder. Eu não quero deixar a série”, completou.
Jogador da NBA que estrelou filme da Netflix é demitido
O jogador de basquete Juancho Hernángomez, que estrelou o filme “Arremessando Alto” com o ator Adam Sandler na Netflix, foi demitido de seu time. O Utah Jazz anunciou uma reformulação em seu elenco e acabou dispensando o atleta. De acordo com o jornal AS, o principal motivo para o corte foi o alto salário de Hernangómez. O atleta recebia US$ 7 milhões por temporada e a decisão precisava ser tomada antes do fim de semana, se não o time seria obrigado a pagar o salário do jogador. No filme, Sandler vive um “olheiro”, que descobre o talento de um jogador de basquete estrangeiro (Hernangómez) e o convence a vir aos EUA para tentar fazer sucesso na NBA. Entretanto, nada corre como planejado, deixando o atleta espanhol dividido por ter deixado a filha pequena para apostar num sonho cada vez mais impossível. Apesar da repercussão atingida por sua participação no filme, que aumentou as expectativas para suas atuações nos jogos da NBA da próxima temporada, ele agora está sem time e sem perspectiva de jogar o campeonato de basquete mais popular do mundo.
As 10 melhores séries de junho
Com a quantidade de séries lançadas todas as semanas na disputa pelas assinaturas de streaming, alguns títulos importantes podem passar em branco. Como ninguém consegue acompanhar uma centena de temporadas novas por mês, esse seleção mensal reúne as 10 estreias que merecem mais atenção. Encabeçada pelo fenômeno “The Boys”, a mostra de maio favorece super-heróis e ficção científica. Metade da seleção são produções fantasiosas, mas também há comédias muito divertidas, dramas de arte e tramas criminais, tanto de época quanto inspirados em fatos da atualidade. Confira abaixo o Top 10 com detalhes e trailers de cada destaque. | THE BOYS # 3 | AMAZON PRIME VIDEO A série de super-heróis com mais sexo e violência já feita voltou ainda mais explícita e extrema, com closes urológicos, orgia de super-heróis e chuvas de vísceras, numa temporada marcada por banhos de sangue literais – e que ainda contrabandeia uma participação surpreendente de Charlize Theron (“The Old Guard”) em sua abertura. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), a produção acompanha um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. Na verdade, aqueles que normalmente seriam considerados vilões é que são os verdadeiros heróis, lutando contra um esquema superpoderoso que mantém a farsa para dominar a economia e a política dos EUA. Esta luta desigual pelos corações e mentes da população começou a se equilibrar com a revelação de que Tempesta (Storm Front, interpretada por Aya Cash), uma das integrantes dos Sete (a Liga da Justiça da trama), era em segredo uma nazista alucinada. Mas se a desgraça da personagem na 2ª temporada jogou nova luz sobre os heróis, ela também alimentou a psicopatia crescente do Capitão Pátria (Homelander, vivido por Antony Starr), o líder dos Sete, que começa a surtar com a morte da namorada, com a revelação de seus podres e com a chegada de um rival à altura: Soldier Boy (Jensen Ackles, o Dean de “Supernatural”), resgatado após décadas de prisão na Rússia pelos boys de Billy Bruto (Billy Butcher, de Karl Urban). Grande vencedora do Critics Choice Super Awards, a premiação geek da crítica americana, “The Boys” também é a série mais popular da Amazon, quebrando o o recorde de público da plataforma de streaming em sua 3ª temporada. Não por acaso, a atração ganhou um spin-off animado, “The Boys: Diabolical” (veja antes de começar os novos episódios) e prepara um spin-off juvenil, centrado em estudantes de uma universidade de super-heróis, que contará com participação do brasileiro Marco Pigossi (“Cidade Invisível”). | MS. MARVEL # 1 | DISNEY+ A primeira heroína muçulmana do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) arrancou elogios até de Malala Yousafzay, que aos 17 anos se tornou a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz – por sua luta pelo direito à educação de meninas paquistanesas. Apresentada como uma comédia adolescente, a história de Kamala Khan também é a mais fofa e adorável das séries já produzidas pela Marvel. A trama chegou na Disney+ como uma grande homenagem aos fãs dos super-heróis, dando a Iman Vellani, a novata de 18 anos que foi selecionada entre várias candidatas, o papel da fangirl definitiva. Na trama, Kamala é uma adolescente geek obcecada pela Capitã Marvel, que sofre bullying na escola e repressão na família muçulmana tradicional, mas não abre mão de seus sonhos, mostrando enorme talento artístico para desenhar, criar vídeos e até fantasias de cosplay. Para incrementar uma dessas fantasias, ela decide usar um velho bracelete largado entre as lembranças encaixotadas de sua família, que de repente lhe confere superpoderes. Desenvolvida pela roteirista Bisha K. Ali (“Sex Education”), a produção conta com direção da dupla Adil El Arbi e Bilall Fallah (diretores do blockbuster “Bad Boys Para Sempre” e do vindouro filme da “Batgirl”), da paquistanesa Sharmeen Obaid-Chinoy (vencedora de dois Oscars de Melhor Documentário em Curta-metragem) e Meera Menon (que já trabalhou na Marvel na série “O Justiceiro”). | PEAKY BLINDERS # 6 | NETFLIX A grandiosa e épica produção britânica chega ao final numa 6ª temporada repleta de violência, explosões, mortes e vinganças – além de boinas, roupas masculinas impecáveis, rock contemporâneo, visual espetacular e luta contra o fascismo. Embora tenha chegado apenas em junho na Netflix, a reta final da produção foi exibida no Reino Unido entre 27 de fevereiro e 3 de abril, e o episódio de estreia atingiu a maior audiência de toda a série ao mostrar o destino de Polly Shelby, personagem da atriz Helen McCrory, que morreu em abril do ano passado devido a um câncer de mama. O final teve praticamente a mesma audiência e ainda rendeu comoção nacional. “Peaky Blinders” se baseia livremente em fatos reais para contar como Thomas Shelby (Cillian Murphy), um veterano da 1º Guerra Mundial, transformou sua família e amigos numa perigosa gangue de rua dos anos 1920 e, pouco a pouco, estabeleceu uma reputação de ser um homem tão perigoso quando respeitável, ampliando sua influência por todo o Reino Unido. Não contente em conquistar seu bairro, ele expandiu seus negócios ilícitos até os EUA e virou político, sendo eleito para o parlamento britânico. Mas também conquistou inimigos à sua altura, entre gangues e políticos rivais, além do IRA, grupo terrorista que luta pela independência da Irlanda. Desde sua estreia em 2013, a série criada por Steven Knight recebeu críticas elogiosíssimas, mas só virou um enorme fenômeno ao começar a ser transmitida na Netflix. Entre os prêmios conquistados, estão o BAFTA TV (o Emmy britânico) de Melhor Série Dramática do Reino Unido em 2018. | IRMA VEP # 1 | HBO MAX A minissérie estrelada pela sueca Alicia Vikander, vencedora do Oscar por “A Garota Dinamarquesa” (2015), é baseada no filme homônimo do francês Olivier Assayas, originalmente lançado em 1996, e tem seus oito episódios escritos e dirigidos pelo próprio cineasta. Na trama, Vikander interpreta Mira, uma estrela de Hollywood desiludida com sua carreira em filmes de super-heróis e enfrentando uma separação recente, que se muda para a França para estrelar um remake do clássico do cinema mudo “Les Vampires”. Aos poucos, porém, as distinções entre atriz e personagem passam a se apagar, graças aos métodos alucinados do diretor à frente do projeto. A atração inclui entre seus produtores Sam Levinson, o criador de “Euphoria”, e ainda traz em seu elenco os atores Tom Sturridge (o “Sandman” da Netflix), Adria Arjona (“Morbius”), Vincent Lacoste (“Amanda”), Byron Bowers (“Personal Shopper”), Fala Chen (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Carrie Brownstein (“Portlandia”), Jeanne Balibar (“Barbara”) e a estreante Devon Ross. | ONLY MURDERS ON THE BUILDING # 2 | STAR+ A série de comédia traz Selena Gomez, Steve Martin e Martin Short como três vizinhos obcecados por documentários criminais, que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir – o que, por azar, também os transforma nos principais suspeitos do crime. Na 2ª temporada, eles se veem confrontados por uma pessoa misteriosa interessada em incriminá-los e vê-los presos, ao mesmo tempo em que surge um podcast rival e todos no prédio passam a olhá-los com desconfiança. Para completar, a trama ainda passa a contar com novas e variadas participações especiais, incluindo a premiada atriz Shirley MacLaine (vencedora do Oscar por “Laços de Ternura”), a comediante Amy Schumer (“Descompensada”) e a modelo/atriz Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”). Criada por Steve Martin e John Robert Hoffman (roteirista de “Grace and Frankie”), a atração é a primeira série da carreira do veterano comediante de e marca a volta de Selena Gomez ao formato, uma década após “Os Feiticeiros de Waverly Place” – encerrada em 2012 no Disney Channel. | FOR ALL MANKIND # 3 | APPLE TV+ Em sua 3ª temporada, a ousada sci-fi da Apple TV+ chegou aos anos 1990 em meio a uma nova corrida espacial, desta vez rumo ao planeta Marte. Desenvolvida por Ronald D. Moore, criador do reboot de “Battlestar Galactica” e da série “Outlander”, a atração explora uma linha temporal alternativa da história, que leva a Guerra Fria até o espaço com consequências dramáticas. Na realidade da série, os astronautas soviéticos foram os primeiros a pousar na Lua e a trama imagina o impacto deste feito na corrida espacial entre Estados Unidos e União Soviética. A 1ª temporada concentrou-se principalmente numa recriação alternativa da década de 1970, com avanços que não existiram na época – como a participação de astronautas femininas nos primeiros voos para a Lua. A 2ª temporada levou a história aos anos 1980, com a criação de uma Força Espacial americana para enfrentar batalhas lunares, e os novos episódios mostram como a competição das duas potências acelerou a conquista de Marte. O protagonista é o ator Joel Kinnaman (“Esquadrão Suicida”), que vive um dos principais astronautas da NASA, e o elenco também inclui Michael Dorman (“Patriot”), Wrenn Schmidt (“The Looming Tower”), Jodi Balfour (“The Crown”), Chris Bauer (“True Blood”), Sarah Jones (“Damnation”), Sonya Walger (“Lost”), Shantel VanSanten (“O Atirador”) e Michael Harney (“Orange Is the New Black”). | WESTWORLD # 4 | HBO MAX A 4ª temporada retoma os mistérios da premiada sci-fi em clima apocalíptico. Bem diferente de tudo que veio antes, a trama é culminação da luta entre androides e humanos, e envolve um plano de extermínio levado adiante por Charlotte (Tessa Thompson) – a principal antagonista após a morte de Dolores (Evan Rachel Wood) – com ajuda da versão androide do Homem de Preto (Ed Harris) e insetos de laboratório capazes de colocar a humanidade sob seu controle, invertendo a premissa original da série. Alguns anos se passaram desde a última temporada, tempo suficiente para que Caleb (Aaron Paul) tenha se casado e virado pai, mas principalmente para que os parques temáticos fossem reabertos – agora com um passeio pela era do jazz e dos gângsteres (anos 1930), que serve de crítica, como metatexto, à cultura dos reboots. Mas depois de deter Dolores, Maeve (Thandiwe Newton) está alerta e pronta para enfrentar a nova ameaça. Só que nada é realmente o que parece. Entre outros detalhes, Evan Rachel Wood reaparece como uma nova personagem, envolvida em segredos obscuros e stalkeada por Teddy (James Marsden), ambos em participações enigmáticas. São tantos personagens e jornadas que Bernard (Jeffrey Wright) e Ashley (Luke Hemsworth) só ressurgem no 3º episódio, junto com uma força de “resistência” no deserto. Ainda mais intrincada que o costume, a trama começa a encaixar a partir do 4º capítulo, quando uma reviravolta explica o papel de Aurora Perrineau (“Prodigal Son”) – e é uma guinada estilo “Matrix”, ou a sequência de “Matrix” que os fãs gostariam de ter visto. Certamente, com um episódio liberado por semana, pode ser cansativo esperar até lá. Mas não seria “Westworld” se não fosse lento e cerebral. Entre as novidades do elenco, destacam-se ainda Ariana DeBose (vencedora do Oscar por “Amor, Sublime Amor”) e Daniel Wu (“Into the Badlands”). | THE UMBRELLA ACADEMY # 3 | NETFLIX Partindo da cena que encerrou a temporada passada, os heróis interpretados por Elliot Page, Tom Hopper, David Castañeda, Emmy Raver-Lampman, Robert Sheehan e Aidan Gallagher voltam dos anos 1960 para se deparar com um presente completamente diferente do que lembravam – e com uma nova equipe de heróis instalada em sua residência: a Sparrow Academy. Os integrantes da Academia Umbrella logo percebem que criaram um paradoxo ao viajar no tempo e, só para variar, tornaram-se novamente responsáveis por eventos cataclísmicos que irão acabar com o mundo – pela terceira vez. A série é baseada nos quadrinhos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá (publicados no Brasil como “A Academia Umbrella”), e entre brigas com a Academia rival e planos para salvar o mundo, os novos episódios também mostram a transformação da personagem Vanya em Viktor, refletindo...












