Netflix anuncia nova série de He-Man
A Netflix anunciou a produção de uma nova série animada do universo de He-Man. Com direito a pôster divulgado na Geeked Week e nas redes sociais, a série se chama “Masters of the Universe: Revolution” e será uma continuação de “Masters of the Universe: Revelation” – o nome ficou em inglês porque a tradução brasileira (“Mestres do Universo: Salvando Eternia”) tira toda a relação existente entre os títulos. A nova produção é uma segunda fase de “Revelation/Salvando Eternia”, e voltará a contar com produção do cineasta Kevin Smith e do estúdio Powerhouse Animation. Descrito como o próximo capítulo épico na batalha por Eternia, “Revolution” é uma história independente passada após o desfecho da trama original e destaca a luta entre He-Man e Esqueleto “como você nunca viu antes”, segundo a sinopse. O ator Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), que dublou o Esqueleto na série anterior, já confirmou seu envolvimento na 2ª temporada. Chris Wood (o Mon-El de “Supergirl”) dubla He-Man. Ainda não há previsão de estreia. announcing MASTERS OF THE UNIVERSE: REVOLUTION He-Man and Skeletor face off like you've never seen them before in a new series that picks up where Masters of the Universe: Revelation left off #GeekedWeek pic.twitter.com/PgI6cqILTo — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) June 8, 2022
Netflix revela primeira imagem da animação baseada em “Kong – Ilha da Caveira”
A Netflix divulgou a primeira imagem de “Skull Island”, nova série animada baseada no filme “Kong – Ilha da Caveira”. “Skull Island” acompanhará um grupo de náufragos que tenta sobreviver na ilha misteriosa e perigosa vista no filme de 2017, repleta de criaturas pré-históricas e ameaças gigantescas. O projeto da Legendary Television é uma criação de Brian Duffield, roteirista dos divertidos filmes “A Babá”, “Ameaça Profunda” e “Amor e Monstros” (Love and Monsters), e terá animação produzida pela Powerhouse Animation, o estúdio por trás de “Castlevania”. Ainda não há previsão de estreia. first look at SKULL ISLAND, a new animated series set in the Legendary MonsterVerse from Powerhouse Animation #GeekedWeek pic.twitter.com/RC65bgZXOu — Netflix Geeked (@NetflixGeeked) June 8, 2022
Farzar: Trailer da nova animação dos criadores de “Paradise PD” é de outro mundo
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Farzar”, série animada adulta de ficção científica. Com humor para maiores, a prévia não poupa violência, robôs, alienígenas bizarros, piadas sexuais, genitália, escatologia e um mundo em guerra, onde o grande herói é na verdade um aproveitador mais interessado no poder. Na trama, após libertar o planeta Farzar do malvado alienígena Bazarack, o egoísta guerreiro humano Renzo casa-se com a rainha idosa para se tornar o novo Czar. Anos depois, quando o planeta fica novamente sob ataque de alienígenas devoradores de gente, seu filho ingênuo e menos brilhante, Príncipe Fichael, acredita que deve seguir a tradição e liderar a resistência. Só que ao liderar uma equipe especial contra a invasão, Fichael começa a descobrir que nem tudo é o que parece e ele pode estar vivendo uma mentira. “Farzar” é uma criação da dupla Roger Black e Waco O’Guin, criadores das divertidamente infames “Brickleberry” e “Paradise PD” (esta também lançada na Netflix). A estreia está marcada para 15 de julho.
Conheça o anime derivado do game “Cyberpunk 2077”
A Netflix divulgou o pôster, o teaser, uma cena e um documentário legendado de bastidores de “Cyberpunk: Mercenários” (Cyberpunk: Edgerunners), nova série de animação baseada no game “Cyberpunk 2077”, estrelado por Keanu Reeves e produzido pela CD Projekt Red. O material apresenta muito bem a produção e demonstra a violência extrema de seus episódios. “Cyberpunk: Mercenários” conta uma história independente de 10 episódios sobre um garoto de rua tentando sobreviver em uma cidade do futuro obcecada por tecnologia e modificação corporal. Tendo tudo a perder, ele opta por permanecer vivo tornando-se um mercenário cyberpunk. Desenvolvida em estilo anime pelo Studio Trigger (“Star Wars: Visions”), a 1ª temporada tem direção de Hiroyuki Imaishi (“Kill la Kill”) e estreia em setembro.
Entergalactic: Netflix apresenta animação do rapper Kid Cudi
A Netflix divulgou o teaser de “Entergalactic”, animação criada pelo rapper Kid Cudi (“Não Olhe para Cima”) em parceria com Kenya Barris (o criador de “Black-ish”). A atração é voltada ao público adulto e vai acompanhar um álbum musical homônimo de Cudi. Além de apresentar a estilosa animação, a prévia destaca o elenco estrelado de vozes da produção, que inclui o próprio Kid Cudi, Timothée Chalamet (“Duna”), Jessica Williams (“Love Life”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Vanessa Hudgens (“Tick, Tick…Boom!”), Christopher Abbott (“Possessor”), Teyana Taylor (“Um Príncipe em Nova York 2”), Jaden Smith (“The Get Down”), Keith David (“Armageddon”), Arturo Castro (“Narcos”), Macaulay Culkin (“American Horror Story”) e os rappers Ty Dolla $ign e 070 Shake. Com músicas do álbum de Cudi, a animação será focada no personagem Jabari (dublado pelo rapper), conforme ele equilibra sua vida amorosa e profissional, após se mudar para seu apartamento dos sonhos e conhecer (se apaixonar por) sua nova vizinha Meadow (Williams). Segundo a sinopse, a produção mostrará “uma explosão de arte, música e moda” em uma “cidade que consegue equilibrar os três: Nova York”. A estreia deve acontecer no outono norte-americano (nossa primavera).
Geeked Week da Netflix tem pouca repercussão
O que falar da produção da Geeked Week da Netflix? Desde a primeira Comic-Con virtual da pandemia, em julho de 2020, plataformas e estúdios viram que dava para realizar convenções/festivais online, e partiram para reunir seus principais conteúdos em infomerciais disfarçados de eventos, visando mobilizar atenção da mídia e do público para seus próximos lançamentos. Deu certo com a DC Fandome. Deu médio com a primeira Geeked Week do ano passado. Mas… o que falar da Geeked Week deste ano? Ignorados na grande imprensa, esporadicamente citados por veículos de entretenimento não específicos do universo de filmes e séries, os três primeiros dias da Geeked Week de 2022 foram um grande vácuo. Querendo inovar, a Netflix piorou o formato que já não era brilhante, deixando a filial brasileira conceber sua própria abordagem do conteúdo. E enquanto a produção original fez uma apresentação tradicional, com bônus para a acessibilidade do conteúdo por capítulos no feed do YouTube, a versão nacional se caracterizou por improviso. Em parceria com a Loud, a apresentação foi feita por adolescentes cheios de energia e pouco conteúdo, lotando a tela de gente com dificuldades para falar acertadamente os nomes pronunciados em inglês e dizer frases simples sem cair em vícios repetitivos de linguagem, mas capazes de rir muito de piadas internas irrelevantes para quem pretendia descobrir novidades da Netflix. Imagine uma transmissão do Oscar focada no “react” dos comentaristas, falando bem alto no momento de introdução dos candidatos ao prêmios, com a imagem principal pequeninha na tela, enquanto alguém confessa ser um especialista que desconhece tudo sobre os concorrentes. Em resumo, eis a versão da Geeked Week no Brasil. Vale reparar que, no terceiro dia do evento, a “galera gamer” sumiu. Na edição dedicada à animações, a transmissão apenas acrescentou legendas ao feed original dos EUA. De todo modo, a Geeked Week original também tem evidentes problemas de conceito. A revelação de trailers inéditos na Comic-Con sempre foi acompanhada por painéis com integrantes dos elencos, que complementam informações e interagem com o público. Já a reprodução consecutiva de vídeos com pouca mediação resulta apenas num screensaver de trailers, não muito diferente do que acontece no modo de espera da plataforma – aquele tempo em que se pondera a decisão do que ver a seguir. Apenas em duas ocasiões do primeiro dia, a produção abriu espaço para supostos debates com elencos. Mas com perguntas genéricas e respostas ensaiadas, nenhuma das falas de nenhum ator virou notícia – isto é, não houve a repercussão que costuma acompanhar os painéis factuais das Comic-Cons. Faltaram anúncios, faltaram curiosidades, faltou até carisma de modo geral, mas principalmente faltou jornalismo. É muito simples, realmente. Para atrair a mídia, o conteúdo tem que gerar interesse jornalístico. Já para render eco nas redes sociais, basta um gif. Não precisa fazer uma semana geek. Ao final, a coleção de trailers, vídeos de bastidores, algumas fotos e poucos anúncios também estão sendo distribuídos pelas redes sociais da plataforma, resultando numa semana com mais notícias da Netflix nos sites de cinema e séries que nas semanas anteriores. E nada além disso. Reparem que os concorrentes mantiveram sua programação normal e, mesmo com a quantidade de vídeos liberados pela Netflix, tiveram mais destaque nestes dias. Ainda resta expectativa para o que reserva a quinta-feira (9/6), quando a Netflix dedicará uma edição inteira da Geeked Week a “Stranger Things”. O frisson gerado pela série dos irmãos Duffer tende a mobilizar a atenção que o evento até agora não conseguiu gerar. Se bem que… informações preliminares sugerem que parte da programação será: assistir aos atores numa partida de “Dungeons & Dragons”… Veja abaixo os vídeos oficiais dos três primeiros dias da Geeked Week.
Diretor de “Ghostbusters: Mais Além” desenvolve série animada dos “Caça-Fantasmas”
Os responsáveis por “Ghostbusters: Mais Além” estão desenvolvendo uma nova série animada dos “Caça-Fantasmas” para a Netflix. A produção está a cargo do diretor Jason Reitman e do roteirista Gil Kenan, que trabalharam juntos no filme que ressuscitou a franquia no ano passado. Embora nenhum roteirista novo tenha sido anunciado, a dupla não deve escrever a animação, pois está concentrada no desenvolvimento da continuação de “Ghostbusters: Mais Além”. Os detalhes da nova série da Sony Pictures Animation estão sendo mantidos em sigilo. Ainda sem título oficial, esta será a terceira animação da história da franquia. A primeira foi “Os Caça-Fantasmas” (The Real Ghostbusters), lançada em 1986, dois anos após o primeiro filme, e ficou no ar por sete temporadas. Ela foi substituída em 1997 por “Os Novos Caça-Fantasmas” (Extreme Ghostbusters), que durou mais 40 episódios. Após seu sucesso nos cinemas, “Ghostbusters: Mais Além” foi disponibilizado em janeiro em VOD (locação digital) e chega à plataforma por assinatura HBO Max nesta sexta-feira (10/6).
“Stranger Things” terá salto temporal na 5ª temporada
Os irmãos Matt e Ross Duffer revelaram que planejam um salto temporal para a 5ª e última temporada de “Stranger Things”. Em entrevista ao site TV Line, os criadores da série da Netflix explicaram que isso se tornou uma necessidade, devido ao rápido amadurecimento do elenco mais jovem. “Tenho certeza que faremos um salto temporal. Queríamos ter gravado as temporadas 4 e 5 juntas, mas não havia um jeito viável de fazer isso”, disse Ross. Eles também comentaram a expectativa em torno do final da história. “O final é a parte mais difícil e estressante. Queremos acertar no encerramento. Aprendemos muito toda vez que fazemos uma nova temporada. Aprendemos muito com o elenco e com a equipe, com quem trabalhamos por um longo período na 4ª temporada. Então tenho certeza que algumas coisas vão mudar”, afirmou Matt. Apesar disso, ainda não começaram a escrever os episódios finais e nem fazem previsão sobre quando vão retomar a produção. Isto porque, segundo eles, o trabalho continua intenso na finalização dos últimos dois episódios do quarto ano da série, que estreiam em 1 de julho na Netflix.
Anthony Hopkins vai dublar robô no novo filme de Zack Snyder
O veterano ator Anthony Hopkins, vencedor do Oscar por “O Silêncio dos Inocentes” (1991) e “Meu Pai” (2020), entrou no elenco de “Rebel Moon”, novo filme de Zack Snyder (“Army of the Dead”) para a Netflix. A participação de Hopkins será vocal. Ele dublará um robô de combate na trama de ficção científica. Ele se junta a um grande elenco, que destaca Sofia Boutella (“A Múmia”), Charlie Hunnam (“Magnatas do Crime”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Doona Bae (“Mar da Tranquilidade”), Ray Fisher (“Liga da Justiça”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Michiel Huisman (“A Maldição da Residência Hill”), Alfonso Herrera (“Ozark”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Staz Nair (“Supergirl”), Charlotte Maggi (“MaveriX”), Sky Yang (“Tomb Raider: A Origem”) e a estreante E. Duffy. “Rebel Moon” vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso em busca de guerreiros em planetas vizinhos para ajudá-los a lutar contra o déspota. Esta premissa lembra histórias similares com samurais e cowboys: os clássicos “Os Sete Samurais” (1954), de Akira Kurosawa, e “Sete Homens e um Destino” (1960), de John Sturges. A filmagem de Snyder é, aparentemente, a versão com robôs e alienígenas. Snyder assina o roteiro em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam com o diretor respectivamente em “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” (2021) e “300” (2006). Ainda não há previsão de estreia, mas, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a produção deve ser lançada em duas partes.
Netflix vai lançar novo filme japonês de zumbis
A Netflix divulgou na Geeked Week a primeira foto de “Zom-300”, um novo filme japonês de zumbis A produção é baseada no mangá “Zom 100: Bucket List of the Dead”, criado por Haro Aso, que também é autor de “Alice in Borderland”, quadrinhos que inspiraram a série homônima da própria Netflix. A trama gira em torno de um jovem de vida estagnada, que odeia seu emprego num escritório, onde trabalha sob controle rígido de um chefe brutal. Com a chegada do apocalipse zumbi, ele comemora não ter mais que bater o ponto e decide aproveitar o ataque para realizar 100 coisas que sempre desejou fazer, antes de virar zumbi. A adaptação será o primeiro filme dirigido por Yusuke Ishida, diretor das séries “Re: Mind” e “Afro Tanaka”, e seu elenco destaca Eiji Akaso (“Super Rich”) e Mai Shiraishi (“Drifter”), que é ex-cantora da banda de J-pop Nogizaka 46.
“Stranger Things” coloca Kate Bush no Top 10 da Billboard
Embora “As It Was” de Harry Styles seja a música mais ouvida dos EUA pela quinta semana consecutiva, é um clássico de 1985 de Kate Bush que tem sido a canção mais falada e comentada nos últimos dias no mercado americano. Nesta semana, também virou uma das mais tocadas. “Running Up That Hill” apareceu pela primeira vez no Top 10 da revista Billboard, a principal parada de sucessos dos EUA. Estreou em 8º lugar, apesar de ter sido lançada há 37 anos. Na época do single original, a gravação atingiu apenas a 30ª posição. O fenômeno tem nome: “Stranger Things”. A música é ouvida durante vários capítulos da recém-lançada 4ª temporada da série da Netflix, além de se destacar em participação importante, integrando a trilha e também o roteiro da cena mais eletrizante dos novos episódios. De forma impressionante, a série rendeu o primeiro hit da cantora nos EUA. Bem-sucedida no Reino Unido, Kate Bush sempre teve dificuldades para ter suas músicas tocadas do outro lado do Atlântico. Apesar de ter sua primeira música registrada no Top 100 da Billboard em 1979, só agora, com “Stranger Things”, ela penetrou no Top 10. Os fãs da série da Netflix também impulsionaram “Running Up That Hill” à liderança da parada de comercialização digital da Billboard. Foi a música mais comercializada da semana, com 18,3 mil singles digitais vendidos. Também foi a 6ª música mais ouvida na parada de streamings, acionada 17,5 milhões de vezes nas plataformas musicais. Além disso, tocou 392 mil vezes nas estações de rádio do país. O mais interessante é que Kate Bush costuma impedir que filmes e séries usem suas músicas. Ela aceitou desta vez porque já era fã de “Stranger Things” e, ao receber os roteiros, adorou a forma como “Running Up That Hill” seria incorporada na trama. No fim de semana, ela usou seu site pessoal para agradecer aos fãs da série pela redescoberta da canção de 1985. “Vocês devem ter ouvido que a primeira parte da nova e fantástica série ‘Stranger Things’ foi lançada recentemente na Netflix. Ele apresenta a música ‘Running Up That Hill’, que está ganhando um novo sopro de vida por parte dos jovens fãs que amam a série – eu também amo!”, ela escreveu. Importante observar que o feito de “Running Up That Hill” é raro. É muito difícil uma música tão antiga conseguir entrar no Top 10 da Billboard. Mesmo mortes de artistas célebres não conseguem recuperar sucessos históricos. Nem mesmo clássicos natalinos entram no topo das paradas durante a época festiva. O único caso que vem à mente foi o estouro de “Bohemian Rhapsody” do Queen, que chegou ao 2ª lugar em 1992, impulsionada por uma cena hilária do filme “Quanto Mais Idiota Melhor”.
“Stranger Things” domina Netflix e bate recordes
O fenômeno “Stranger Things” dominou completamente a audiência da Netflix na última semana. Completamente, neste caso, quer dizer que a criação dos irmãos Duffer ocupou do 1º ao 4º lugar do ranking das séries mais vistas em inglês da plataforma. De forma impressionante, todas as quatro temporadas da série registraram as maiores audiência do streaming entre a segunda-feira da semana passada (30/5) e o último domingo (5/6). É possível que muita gente tenha maratonado o começo para recordar eventos passados, mas há relatos de novos assinantes atraídos para descobrir o conteúdo que está eletrizando o público mundial. O lançamento da 4ª temporada em 27 de maio já tinha marcado o maior fim de semana de estreia da Netflix, com 287 milhões de horas assistidas em apenas três dias. Agora, na primeira semana completa de disponibilidade na plataforma, os sete novos episódios renderam mais 335 milhões de horas de streaming. Com isso, o novo ano de “Stranger Things” já ocupa o 3º lugar entre as temporadas de séries em inglês mais vistas na Netflix em todos os tempos, atingindo um total de 621,8 milhões de horas. Tudo indica ainda que o Mundo Invertido vai aparecer no topo do ranking no levantamento da semana que vem. À sua frente, estão apenas as duas temporadas produzidas de “Bridgerton”, mas praticamente coladas. A estreia do romance de época da produtora Shonda Rhimes ocupa o 2º lugar com 625,4 milhões de horas, enquanto a 2ª temporada lidera o ranking com 656,26 milhões de horas. A 4ª temporada de “Stranger Things” deve abrir grande vantagem sobre “Bridgerton” nos próximos dias e passar para uma disputa de outro nível, com a recordista de todas as línguas. A série sul-coreana “Round 6” é a líder entre as produções de qualquer idioma, com 1,65 bilhão de horas de visualização em seus primeiros 28 dias de lançamento. A Netflix calcula essa lista com base somente na audiência durante os primeiros 28 dias de disponibilidade de um título, o que significa que a 4ª temporada de “Stranger Things” ainda tem 18 dias para subir no ranking. Além do sucesso da série, a música de 1985 de Kate Bush, “Running Up That Hill”, que aparece com destaque nos novos episódios, continua escalando as paradas musicais, numa redescoberta da cantora inglesa, que não lança discos há mais de uma década. Nesta semana, a gravação entrou pela primeira vez no Top 10 da revista Billboard, lugar que não tinha conseguido alcançar no lançamento original de 37 anos atrás. Fenômeno.
Zack Snyder revela visual de alienígena de seu próximo filme
O diretor Zack Snyder (“Army of the Dead”) revelou nas redes sociais o visual de uma alienígena de “Rebel Moon”, seu próximo filme na Netflix. O próprio cineasta gravou a imagem do teste de maquiagem com seu celular para ilustrar sua participação na Geeked Week. Durante o evento da Netflix, Snyder apareceu ao lado da estrela Sofia Boutella (“A Múmia”), falando diretamente do set sobre as várias criaturas do filme. “Rebel Moon” vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a lutar contra o déspota. Se esta premissa parece conhecida, versões similares já foram contadas com samurais e cowboys em clássicos do cinema – “Os Sete Samurais” (1954), de Akira Kurosawa, e “Sete Homens e um Destino” (1960), de John Sturges. A versão de Snyder é, aparentemente, a versão com alienígenas. Com grande elenco, a produção vai reunir Sofia Boutella, Charlie Hunnam (“Magnatas do Crime”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Doona Bae (“Mar da Tranquilidade”), Ray Fisher (“Liga da Justiça”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Michiel Huisman (“A Maldição da Residência Hill”), Alfonso Herrera (“Ozark”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Staz Nair (“Supergirl”), Charlotte Maggi (“MaveriX”), Sky Yang (“Tomb Raider: A Origem”) e a estreante E. Duffy. Snyder assina o roteiro em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam com o diretor respectivamente em “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” (2021) e “300” (2006). Ainda não há previsão de estreia do filme, que, segundo apurou o site The Hollywood Reporter, deve ser lançado em duas partes. Forging ahead. Here’s a recent makeup test I shot on my iPhone. #RebelMoon #GeekedWeek pic.twitter.com/3DaIlzBpLv — Zack Snyder (@ZackSnyder) June 7, 2022












