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  • Série

    Nova série documental do príncipe Harry e Meghan Markle ganha trailer

    19 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer da série documental “Live to Lead”, novo projeto desenvolvido pelo príncipe Harry e Meghan Markle como parte do seu acordo de produção com a plataforma de streaming. A prévia explica o conceito do projeto de apresentar entrevistas sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. A principal inspiração por trás do projeto é a figura do político sul-africano Nelson Mandela. Porém, a série documental vai apresentar entrevistas com personalidades contemporâneas, como a ativista ambiental Greta Thunberg, a primeira-ministra da Nova Zelândia Jacinda Ardern, além da falecida juíza Ruth Bader Ginsburg, entre outros. A fundação Nelson Mandela tuítou o trailer da série, acompanhado da legenda: “Líderes extraordinários refletem sobre seus legados e compartilham mensagens de coragem, compaixão, humildade, esperança e generosidade.” Este será o primeiro projeto do príncipe Harry e Meghan Markle após o lançamento da polêmica série documental “Harry & Meghan”, na qual expuseram várias polêmicas envolvendo a família real britânica e o tratamento que eles receberam da imprensa. “Live to Lead” estreia em 31 de janeiro na Netflix.

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  • Filme

    “Avatar: O Caminho da Água” tem uma das maiores estreias do ano no cinema

    18 de dezembro de 2022 /

    “Avatar: O Caminho da Água” liderou facilmente as bilheterias da América do Norte em seu primeiro fim de semana, com uma estreia estimada em US$ 134 milhões. Os valores representam a maior bilheteria dos últimos anos para um filme fora do gênero dos super-heróis. Apenas outro blockbuster sem produção da Marvel conseguiu estrear com mais US$ 100 milhões na era pandêmica: “Top: Gun Maverick”, que iniciou com US$ 126,7 milhões no início deste ano nos EUA e Canadá, abrindo caminho para acumular impressionantes US$ 1,49 bilhão em todo o mundo. O desempenho da continuação foi ainda melhor no exterior, onde rendeu US$ 301 milhões para chegar a um total global de US$ 435 milhões. É muito dinheiro, mas não é recorde. Nas bilheterias domésticas, o filme de James Cameron empatou com “Batman” como a 5ª maior estreia do ano. Foi melhor na soma mundial, ficando atrás apenas de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (US$ 442 milhões globalmente) em 2022 e também de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (US$ 600 milhões globalmente) em todo o período pandêmico. Comparado aos demais, o longa da Disney tem a desvantagem de ser mais caro que todos. Custou entre US$ 350 milhões a US$ 400 milhões para ser produzido, o que provavelmente é recorde na história de Hollywood. Em entrevistas sobre os custos, Cameron indicou que “Avatar 2” precisaria arrecadar US$ 2 bilhões para ser considerado um sucesso. Mas nem “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” conseguiu essa façanha. O primeiro “Avatar”, por outro lado, faturou US$ 2,9 milhões entre seus vários relançamentos, quantia que é a maior arrecadação de todos os tempos. E vale lembrar que teve uma estreia “fraca”, com US$ 77 milhões domésticos em dezembro de 2009. A continuação atingiu 78% de aprovação da crítica na média calculada pelo site americano Rotten Tomatoes e recebeu nota A do público, na pesquisa do CinemaScore. Essas avaliações positivas devem manter o filme no topo das bilheterias por várias semanas, dando-lhe impulso para ir atrás de sua meta distante. Entretanto, apesar de quase não contar com concorrência nas próximas semanas, enfrenta um desafio causado por si mesmo: a longa duração de 3 horas e 12 minutos, que resulta em menos exibições diárias. Mas também tem um diferencial a seu favor: ingressos com preços mais caros, graças à exibição preferencial em salas especiais com projeção em 3D e/ou formato Imax. A Disney pode estar fazendo contas, mas é a concorrência que olha o Top 5 e conta quatro títulos do estúdio entre as maiores bilheterias da semana. Após cinco semanas em 1º lugar, “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” ficou em 2º com US$ 5,3 milhões, seguido pelo suspense natalino “Noite Infeliz”, da Universal, com US$ 5 milhões, a animação “Mundo Estranho” com US$ 2,2 milhões e o terrir “O Menu”, produção do estúdio Searchlight que também faz parte da Disney, com US$ 1,7 milhão. Confira abaixo os trailers das maiores bilheterias da semana nos EUA e Canadá.   1 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA |   2 | PANTERA NEGRA: WAKANDA PARA SEMPRE |   3 | NOITE INFELIZ |   4 | MUNDO ESTRANHO |   5 | O MENU |

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  • Série

    Netflix cancela “Blockbuster” após críticas negativas

    16 de dezembro de 2022 /

    A Netflix cancelou “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passava na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. O cancelamento da série na 1ª temporada não foi totalmente inesperado. “Blockbuster” não conseguiu entrar no ranking dos 10 programas mais vistos da Netflix nos Estados Unidos. De acordo com dados da plataforma, a atração só apareceu no ranking de dois países, Austrália e Canadá. E para piorar foi destruída pela crítica, conseguindo um índice de aprovação de apenas 23% no Rotten Tomatoes. A série foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”, que também eram sitcoms de ambientes de trabalho. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usaram toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. Com o cancelamento, foi a segunda vez que a Netflix acabou com Blockbuster. Vale lembrar que a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, mas o negócio teve muitos percalços e seus co-fundadores, Marc Randolph e Reed Hastings, tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000. Após serem rejeitados, eles prometeram superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade, foi o tema de um documentário de 2020 e inspirou a série agora cancelada. A única temporada com 10 episódios também trazia em seu elenco Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”). Veja o trailer da atração abaixo.

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  • Filme

    Estreias: Filmes de David Bowie, Paulo Gustavo e mais opções pra ver em streaming

    16 de dezembro de 2022 /

    A programação da semana destaca documentários, a maioria musicais, entre eles o vencedor do Oscar deste ano, “Summer of Soul”, e uma forte aposta para o Oscar deste ano, “Moonage Daydream”, sobre David Bowie. Além disso, há o registro final de Paulo Gustavo, feito nos bastidores de seu espetáculo derradeiro, “Filho da Mãe”. O Top 10 dos filmes para ver em casa ainda inclui comédias variadas, desde tramas de mistério até humor infantil. Confira abaixo.   | MOONAGE DAYDREAM | VOD*   O documentário musical de maior aprovação crítica (96% no Rotten Tomatoes) deste ano apresenta imagens inéditas da carreira de David Bowie e uma proposta imersiva, com imagens nada menos que espetaculares de shows marcantes, músicas inesquecíveis e as principais fases do artista. Para sua realização, o diretor Brett Morgen passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie, com o aval da família do cantor, e o resultado disputa cinco categorias do troféu Critics Choice, principal premiação dos críticos dos EUA. Batizado com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), “Moonage Daydream” é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012) sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones e “Cobain: Montage of Heck” (2015) sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999).   | SUMMER OF SOUL | STAR+   Vencedor do Festival de Sundance, do Critics Choice e do Oscar de Melhor Documentário do ano, o filme dirigido por Ahmir “Questlove” Thompson (baterista da banda de hip-hop The Roots) resgata a memória do festival de música e cultura do Harlem de 1969, que acabou esquecido, apesar de reunir grandes astros do soul, gospel, jazz e blues em Nova York, no mesmo verão e a apenas 100 milhas de distância do famoso festival de Woodstock. Além de mostrar performances arrepiantes de Nina Simone, Stevie Wonder, Mahalia Jackson, os Staple Singers, BB King e Sly and the Family Stone, guardadas durante cerca de 50 anos sob poeira numa garagem, o filme também conta a história do evento, acrescentando depoimentos dos artistas e de testemunhas do grande festival esquecido de Nova York.   | SE ESTAS PAREDES CANTASSEM | DISNEY+   O documentário musical conta a história do famoso estúdio Abbey Road, de Londres, que entrou para a história do rock ao batizar o 12º álbum dos Beatles, gravado no local. O detalhe é que, na época, o estúdio se chamava EMI Recording Studios. Abbey Road era seu endereço, também eternizado na história do rock pela famosa capa do disco de 1969, em que os Beatles atravessam a rua pela faixa de segurança. Com o sucesso dessas referências, a EMI rebatizou o estúdio como Abbey Road. A direção do filme é de Mary McCartney, filha de Paul McCartney, que nasceu durante a gravação do célebre álbum e engatinhou pelo estúdio em seus primeiros dias de vida, e seu trabalho se foca em entrevistados famosos. Paul, claro, é um dos maiores destaques, acompanhado por Elton John, Jimmy Page (do Led Zeppelin), Roger Waters e David Gilmour (do Pink Floyd), Noel e Liam Gallagher (do Oasis) e até o compositor John Williams (da trilha de “Star Wars”), contando histórias de suas gravações mais famosas no local.   | FILHO DA MÃE | AMAZON PRIME VIDEO   O documentário acompanha o último trabalho do ator e humorista Paulo Gustavo, em registros inéditas nos bastidores e no palco do espetáculo “Filho da Mãe”. Além da participação póstuma do comediante, o filme traz depoimentos de amigos e familiares, como sua mãe Déa Lúcia, o viúvo Thales Bretas e as atrizes Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, que foram gravados após a morte do artista. A produção começou a ser filmada antes de Paulo pegar covid-19. Seria um registro do espetáculo criado pelo comediante para homenagear sua mãe, mas acabou virando homenagem à sua carreira. Paulo Gustavo morreu no dia 4 de maio de 2021, após cerca de dois meses internado devido a complicações causadas pela covid-19. Um dos comediantes de maior sucesso do Brasil, ele concebeu a série “220 Volts” e o filme de maior bilheteria do país, “Minha Mãe É uma Peça 3”. Sua personagem nesse franquia, a Dona Hermínia, era inspirada em sua mãe.   | BARDO FALSA CRÔNICA DE ALGUMAS VERDADES | NETFLIX   O novo filme de Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, tem tom delirante e é o primeiro falado em espanhol do diretor desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio cineasta em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), a trama acompanha um jornalista mexicano (Daniel Giménez Cacho, da série “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde tenta se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, sem entretanto conseguir se identificar com tudo o que deixou para trás. A história reflete a própria situação de Iñárritu, que fez carreira em Hollywood e tenta voltar às origens latinas com o novo longa. O trabalho, entretanto, não teve a recepção crítica que ele esperava e chegou a ser reeditado após a estreia morna no Festival de Veneza, para diminuir sua duração e se tornar mais ágil. Mesmo assim, continua com mais de 2h30.   | ATÉ QUE A GENTE TE SEPARE | NETFLIX   A comédia ácida neozelandeza gira em torno de duas amigas, que criam um negócio para terminar namoros, aproveitando-se de que muita gente não sabe como lidar com isso. A premissa inspira as mais diferentes ideias para realizar rompimentos, desde telegramas cantados até uma simulação de sequestro armado. Tudo vai bem, até que uma delas se apaixona por um cliente, despertando a ira de uma gangue de garotas maori e chamando atenção da polícia para suas artimanhas. O filme foi escrito, dirigido e estrelado pela dupla Jackie van Beek e Madeleine Sami, e tem produção do cineasta Taika Waititi, o diretor de “Thor: Amor e Trovão”. Ele já tinha trabalhado com as atrizes em sua comédia premiada “O Que Fazemos nas Sombras” (2014). A première mundial aconteceu há quatro anos no Festival SXSW (South by Southwest), um dos principais eventos indies dos Estados Unidos, ocasião em que arrancou elogios rasgados da crítica americana (90% de aprovação no Rotten Tomatoes) e teve os direitos de streaming adquiridos pela Netflix.   | VEJA COMO ELES CORREM | STAR+   A nova comédia de mistério ao melhor estilo “whodunit” (quem matou) se passa nos bastidores do mundo teatral londrino dos anos 1950. Na trama, os planos para uma versão cinematográfica de uma peça de sucesso são interrompidos abruptamente depois que um membro importante da equipe é assassinado. Quando o inspetor Stoppard e sua parceira novata e ansiosa, a policial Stalker, assumem o caso, eles se veem jogados em um enigma em meio ao clima de glamour e sordidez dos palcos e camarins de Londres. E logo percebem que os principais suspeitos não são apenas suspeitos. São também vítimas potenciais de um serial killer à solta. O elenco grandioso destaca Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) e Saoirse Ronan (“Adoráveis Mulheres”) como os detetives, Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o morto e um monte de suspeitos – entre eles, Harris Dickinson (“King’s Man: A Origem”), Ruth Wilson (“The Affair”) e David Oyelowo (“Selma”). O roteiro é de Mark Chappell (criador da série “Flaked”) e a direção de Tom George (“This Country”), que estreia em longa-metragem.   | PERDIDO EM LONDRES | VOD*   O astro Woody Harrelson (“Venom: Carnificina”) faz sua estreia como diretor nessa comédia maluca, que ele também estrela como uma versão debochada de si mesmo. Espécie de “After Hours” (1985) passado em Londres, o filme acompanha uma noite louca na vida do ator, que passa por diversas desventuras em busca de diversão noturna na capital da Inglaterra, até terminar preso ao amanhecer. O roteiro, que Harrelson também escreveu, é baseado numa experiência real de alguns anos atrás. Enquanto trabalhava em uma peça em Londres, o ator saiu para a balada e a bebedeira virou um escândalo de tabloide que quase acabou com seu casamento. Outro detalhe curiosíssimo desse projeto é que ele foi o primeiro caso de “live cinema” do mundo, transmitido ao vivo na tela. Isto é, sua produção começou às 2h da manhã de uma sexta em Londres, mesmo horário em que também passou a ser projetado num cinema da cidade para uma audiência seleta, que pôde acompanhar de seus assentos tudo que as câmeras registraram, até raiar o dia. O filme inteiro foi registrado em plano sequência (sem cortes) por uma única câmera, mas esse pioneirismo experimental acabou posteriormente editado para o mercado mais amplo, transformando-o num longa convencional de 1h40. O elenco também inclui Owen Wilson (“Loki”), Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) e Eleanor Matsuura (“The Walking Dead”), além dos cantores Willie Nelson e Bono (ele mesmo, do U2).   | O PERDOADO | VOD*   O drama britânico sobre privilégio branco destaca uma ótima performance libertina de Ralph Fiennes (“O Menu”), como um dos convidados ricaços de uma festa de luxo no deserto marroquino. A caminho, porém, ele a esposa (Jessica Chastain, de “O Enfermeiro da Noite”) se envolvem em um trágico acidente com um adolescente local. Chegando tarde no evento de elite, o casal tenta encobrir o incidente em conluio com a polícia local. Até que o pai do menino chega em busca de justiça. Escrito e dirigido por John Michael McDonagh (dos excelentes “O Guarda” e “Calvário”), ainda inclui em seu elenco grandioso Matt Smith (“A Casa do Dragão”), Abbey Lee (“Tempo”) e Caleb Landry Jones (“Os Mortos Não Morrem”).   | LILO LILO CROCODILO | VOD*   A comédia musical infantil, baseada nos livros de Bernard Waber, acompanha a surpresa de uma família, durante sua mudança para Nova York, ao encontrar na banheira de sua casa nova um crocodilo alegre, que não só fala como também canta. Lilo mora no sótão da casa, mas seu parceiro artístico Hector garante que ele é inofensivo. O filho da família se encanta com o crocodilo cantor, mas essa amizade é ameaçada por um vizinho malvado, que quer ver o animal trancado num zoológico. Combinação de crocodilo animado por computação gráfica e atores reais, o filme é estrelado pela voz de Shawn Mendes como Lilo, Javier Bardem (“Apresentando os Ricardos”) como Hector, Constance Wu (“As Golpistas”) e Scoot McNairy (“Narcos: Mexico”) como os pais, Winslow Fegley (“Noitários de Arrepiar”) como o filho e Brett Gelman (“Stranger Things”) como o vizinho. A adaptação foi escrita por Will Davies (“Carta o Rei”) e a direção está a cargo da dupla Josh Gordon e Will Speck (ambos de “A Última Ressaca do Ano”).     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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  • Série

    Estreias: “Harry & Megan”, terror de Lars Von Trier e as melhores séries da semana

    16 de dezembro de 2022 /

    A produção documental do Príncipe Harry e Meghan Markle é a estreia mais midiática entre as séries da semana. Mas a lista também faz a festa dos cinéfilos com a retomada de “The Kingdom”, série cult dos anos 1990, do cineasta Lars Von Trier (“Ninfomaníaca”), além de divertir com o bom thriller de ação “O Recruta” e oferecer as temporadas completas de três séries consagradas: “Downton Abbey”, “Game Face” e “Me Chama de Bruna”. Confira abaixo os 10 destaques da semana entre os lançamentos para maratonar no streaming.   | HARRY & MEGAN | NETFLIX   A série que está abalando a monarquia britânica é uma coleção de revelações bombásticas do príncipe Harry e sua esposa Meghan Markle sobre os motivos que os fizeram romper com a família real, com direito a várias acusações. Além de centrar sua narrativa em depoimentos dos dois protagonistas, o trabalho da diretora Liz Garbus (“What Happened, Miss Simone?”) conta com depoimentos de amigos e familiares do casal, bem como imagens de arquivos pessoais. Dividida em duas partes, a atração teve três episódios lançados na semana passada e, antes mesmo de ser finalizada com os capítulos desta semana, quebrou recorde de audiência como o conteúdo documental mais visto da Netflix em todos os tempos. A Parte 2 é ainda mais polêmica por abordar detalhes das brigas entre Harry e seu irmão William, o aborto sofrido por Meghan, as calúnias de tabloide, manipulações da realeza e o afastamento forçado por terceiros entre Harry e sua avó, a rainha Elizabeth.   | THE KINGDOM: EXODUS | MUBI   A 3ª temporada retoma a série clássica de terror, iniciada na década de 1990 pelo cineasta Lars von Trier (“Ninfomaníaca”) e ambientada em um hospital construído em cima das antigas lagoas de branqueamento (cheias de químicas da indústria têxtil) em Copenhague, onde o mal se enraizou. As primeiras temporadas foram exibidas em 1994 e 1997, e acompanharam os médicos se convencendo, por meio de eventos estranhos e inexplicáveis, de que o lugar era assombrado. Os novos episódios prometem respostas para as questões não resolvidas da série, que costuma ser comparada a “Twin Peaks”. Para isso, acompanha uma sonâmbula (interpretada por Bodil Jørgensen, de “Tempos de Escuridão”) que com sua obsessão representa um esforço final para impedir o hospital de se transformar em ruínas. O elenco ainda conta com Lars Mikkelsen (“House of Cards”), Nikolaj Lie Kaas (“Britannia”), Mikael Persbrandt (“O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”), Ghita Nørby (“Toscana”), Nicolas Bro (“Loucos Por Justiça”), Søren Pilmark (“Atlantic Crossing”), Peter Mygind (“Borgen”), Udo Kier (“Bacurau”), Tuva Novotny (“O Último Destino”) e uma participação especial de Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”). Lars von Trier dirigiu todos os episódios e continuou a trabalhar na pós-produção mesmo depois de ser diagnosticado com Mal de Parkinson.   | RECRUTA | NETFLIX   A série de espionagem traz Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que já Amei”) como um jovem advogado da CIA, que tem a função de vasculhar cartas antigas de pessoas que ameaçam divulgar informações secretas sobre a agência. O trabalho burocrático se torna perigoso quando Hendricks decide visitar a autora de uma dessas cartas e, ao encontrar a espiã presa (Laura Haddock, de “Da Vinci’s Demons”), passa a ser perseguido por inimigos desconhecidos, envolvendo-se numa conspiração internacional. “Recruta” foi criada por Alexi Hawley (“The Rookie”) e tem seu primeiro episódio dirigido pelo cineasta Doug Liman (“No Limite do Amanhã”).   | A LENDA DO TESOURO PERDIDO | DISNEY+   A série inspirada no filme “A Lenda do Tesouro Perdido” traz Lisette Olivera (“Total Eclipse”) como nova protagonista e a volta de Harvey Keitel e Justin Bartha à franquia, retomando os papéis do agente do FBI Peter Sausky e Riley Poole, melhor amigo do aventureiro Benjamin Gates (Nicolas Cage). A participação dos dois serve como elo entre os filmes e a nova atração, já que Cage não participa do projeto. A trama gira em torno de Jess Morales (Olivera), uma jovem latina brilhante e engenhosa, que embarca na maior aventura de sua vida para descobrir a verdade sobre o passado misterioso de sua família e salvar um tesouro pan-americano perdido. Nessa jornada, ela é acompanhada por seus melhores amigos, vividos por Zuri Reed (“The Get Down”), Antonio Cipriano (“A Vida Sexual das Universitárias”), Jordan Rodrigues (“Os Fosters”), Jake Austin Walker (“Stargirl”), uma agente do FBI interpretada por Lyndon Smith (“Crazy Ex-Girlfriend”) e a misteriosa personagem de Catherine Zeta-Jones (“Wandinha”). A atriz veterana vive Billie, uma bilionária caçadora de tesouros, que ajuda a transformar a órfã Jess sem um tostão em um aventureira e mulher de negócios bem-sucedida. Só que esse perfil benevolente esconde a antagonista da história. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas dos filmes, o casal Marianne e Cormac Wibberley, e conta com produção de Jerry Bruckheimer, produtor da franquia cinematográfica. Para completar, a cineasta indiana Mira Nair (“O Relutante Fundamentalista”) assina a direção dos primeiros capítulos.   | POR QUE ESQUECEMOS DE TUDO? | STAR+   O suspense japonês acompanha um escritor de mistério que acaba tendo que desvendar um mistério real, após sua namorada desaparecer na noite de Halloween. Mas conforme segue as pistas, as pessoas que ele encontra descrevem uma mulher muito diferente da que conhecia. A produção reúne uma equipe de peso do cinema japonês. A série foi concebida por Takamasa Ôe, roteirista do premiado drama japonês “Drive My Car” (Oscar de Melhor Filme Internacional deste ano), em parceria com os cineastas Shûichi Okita (“Eu Devo Viver Sozinha”) e Yukiko Sode (“Aristocratas”), e é estrelada por Hiroshi Abe, um dos atores favoritos do mestre Hirokazu Koreeda, com quem trabalhou em “Andando” (2008), “O Que Eu Mais Desejo” (2011), “Depois da Tempestade” (2016) e na série “Going My Home” (2012).   | DO JEITO DELAS | NETFLIX   A série adulta polonesa acompanha três mulheres de diferentes idades e fases de vida, que decidem viver em seus próprios termos durante os anos 1970, embaladas por muita disco music e ganhando dinheiro com sexo. Enquanto a mais velha pondera até quanto poderá prosseguir, a mais jovem ainda sonha com tudo que pode conquistar, ambas contrastando com a única que preferia seguir outro caminho. Suas histórias paralelas acabam se entrelaçando numa trama de chantagem pornográfica, envolvendo o serviço secreto comunista. Os papéis principais são vividos por Magdalena Poplawska (“Interior”), Wiktoria Filus (“Prazer, Kalinda”) e Matylda Giegzno (“Klangor”), mas o destaque da produção é a boa reconstrução dos anos 1970, com figurino, cenografia e atmosfera perfeitos. As roteiristas são Aleksandra Chmielewska (“Monstros da Krakóvia”) e Alicja Arominska (“Lombard”) e a direção do piloto foi realizada por Anna Kazejak, do premiado filme “A Promessa” (2014).   | GAMEFACE | HBO MAX   A comédia britânica é criada e estrelada por Roisin Conaty (“After Life”), especialista em humor maluco. Ela interpreta Marcella, uma aspirante a atriz, sem dinheiro ou ambição, que tenta se recuperar do rompimento de um relacionamento. Mas apesar de suas tentativas e ajuda de seus amigos, terapeuta e instrutor de direção, ela não consegue colocar sua vida de volta nos trilhos. Bastante elogiada pela crítica (89% de aprovação no Rotten Tomatoes), a série durou duas temporadas no Channel 4 inglês, entre 2017 e 2019, e está chegando pela primeira vez ao Brasil, com todos os episódios de uma vez.   | DOWNTON ABBEY | GLOBOPLAY   A premiadíssima série britânica, que venceu 15 prêmios Emmy, além de ter caído nas graças da crítica americana, chega completa na Globoplay, com suas seis temporadas e episódios especiais produzidos entre 2010 e 2015. Criado por Julian Fellowes (vencedor do Oscar por “Assassinato em Gostford Park”), o drama de época acompanha os diversos integrantes da família aristocrata Crawley, que tenta manter a pompa e evitar a decadência em sua mansão de campo com um batalhão de funcionários no inicio do século 20. Com um elenco encabeçado por Hugh Bonneville (“As Aventuras de Paddington”), Elizabeth McGovern (“A Dama Dourada”) e a veterana Maggie Smith (“O Exótico Hotel Marigold”), o sucesso da atração acabou projetando vários atores menos conhecidos ao estrelato, incluindo os hoje famosos Lily James (“Pam & Tommy”), Michelle Dockery (“Magnatas do Crime”), Dan Stevens (“Legion”), Jessica Brown Findlay (“Victor Frankenstein”) e Rose Leslie (“Game of Thrones”), além de levar a história para além da TV. A história dos Crawley continua a ser contada até hoje, agora no cinema, e já rendeu dois filmes – em 2019 e neste ano.   | ME CHAMA DE BRUNA | STAR+   Originalmente produzidas para o antigo canal Fox, as quatro temporadas muito quentes da série sobre Bruna Surfistinha chegam ao Star+ juntas. A trama aborda a vida de Raquel Pacheco, que já tinha virado um filme estrelado por Deborah Secco em 2011, agora com muito mais liberdade artística e maior desenvolvimento de coadjuvantes. A jovem Maria Bopp tem o papel da prostituta mais famosa do Brasil, em sua estreia como protagonista – após coadjuvar em “Oscar Freire 279”, exibida no Multishow em 2011. A direção de Márcia Faria (diretora assistente de “Diários de Motocicleta”), Pedro Amorim (“Dissonantes”) e Roberto Berliner (“Nise: O Coração da Loucura”) conferem um toque de classe à produção, que contou com participações de vários famosos, incluindo Jonas Bloch (“Eike, Tudo ou Nada”), Augusto Madeira (“Bingo, o Rei das Manhãs”), Ravel Andrade (“Aruanas”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Martha Nowill (“Hard”), Maitê Proença (“Liberdade, Liberdade”), Thelmo Fernandes (“Sob Pressão”), Paloma Duarte (“Além da Ilusão”), Giselle Itié (“Os Dez Mandamentos”) e o rapper MV Bill (“As Seguidoras”).   | PARADISE POLICE 4 | NETFLIX   A comédia para adultos acompanha o departamento de polícia de uma cidade do interior dos EUA, que é repleto de maus policiais. Mas não no sentido de malvados ou corruptos. Eles são ruins mesmo, péssimos em seus afazeres diários. Criação de Roger Black e Waco O’Guin (responsáveis por “Brickleberry”), a série chega a sua 4ª temporada reunindo alguns dubladores célebres dos Estados Unidos, como Tom Kenny (a voz de Bob Esponja), Sarah Chalke (“Roseanne” e voz de Beth em “Ricky & Morty”), Dana Snyder (dubladora da vovó em “Squidbillies”), Cedric Yarbrough (“Speechless”), Dave Herman (voz de Steve em “Brickleberry”) e Kyle Kinane (“A Casa Caiu: Um Cassino na Vizinhança”).

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  • Série

    Sem papel de Superman, Henry Cavill não voltará a “The Witcher”

    16 de dezembro de 2022 /

    Com o fim do reinado de Henry Cavill como Superman, muitos fãs foram às redes sociais pedir sua volta à série “The Witcher”. Entretanto, a produção da 4ª temporada já começou, com Liam Hemsworth (“Jogos Vorazes”) gravando sua estreia como Geralt de Rivia, papel que Cavill desempenhou por três temporadas. Cavill anunciou sua saída da série da Netflix em outubro, logo após revelar seu retorno como Superman no Universo Cinematográfico da DC, com uma aparição no final de “Adão Negro”. Só que desde então a Warner Bros. Discovery mudou tudo, contratando o diretor James Gunn e o produtor Peter Safran (ambos de “O Esquadrão Suicida”) para comandar o recém-lançado DC Studios. E a dupla revelou ter outros planos para Superman. Com isso, os fãs de “The Witcher” passaram a torcer por uma volta de Cavill como Geralt de Rivia. Eles não ficaram muito entusiasmados quando a Netflix anunciou a troca de intérpretes. Mas, em entrevista à revista Variety, o chefe de séries da Netflix dos EUA e Canadá, Peter Friedlander, defendeu que Hemsworth era a escolha certa. “Henry é um Geralt extraordinário e acho que Liam continuará e também será um Geralt extraordinário”, disse Friedlander. “Há um legado de personagens incríveis e icônicos onde os atores mudaram, e estamos extremamente otimistas sobre isso. Continuaremos a honrar a propriedade, os fãs e a narrativa, o tempo todo.”

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  • Etc

    Príncipe William recusa-se a ver série “Harry & Meghan”

    15 de dezembro de 2022 /

    A série documental “Harry & Meghan” tem sido um verdadeiro sucesso mundial desde a estreia na Netflix. No entanto, está com baixa audiência entre a família real britânica. Segundo uma fonte da revista americana People, o Príncipe William e sua esposa Kate Middleton estariam “evitando” assistir a produção. Mas mesmo se recusando a prestigiar a produção, o casal estaria preocupado com o que estaria sendo dito e, por isso, delegaram a missão para os assessores, que devem assistir à série para lhes informar sobre os pontos mais polêmicos. A segunda parte de “Harry & Meghan” chegou à plataforma da Netflix nesta quinta-feira (15/12) colocando ainda mais “lenha na fogueira” na relação entre os príncipes ingleses as novas revelações do casal. Harry, por exemplo, chega a descrever que William gritou com ele e disse “coisas que simplesmente não eram verdade”. “Vai levar um bom tempo para que volte a existir harmonia entre os irmãos”, declarou a fonte próxima à família real. “Tem muita raiva envolvida.” Ainda que a família real não assista pessoalmente, a Netflix informou que o mundo inteiro está vendo “Harry & Meghan”. A produção registrou recorde e se tornou a produção documental mais vista do serviço em todos os tempos com a exibição de apenas seus três primeiros episódios. Foram cerca de 81,5 milhões de horas exibidas para mais de 28 milhões de famílias, de acordo com a Netflix. Desta forma, os dados apontam que “Harry & Meghan” acumulou mais tempo de exibição em apenas uma semana do que qualquer outro documentário disponível na plataforma. Além disso, a série conquistou o segundo lugar entre as produções em inglês mais assistidas na semana entre 5 e 11 de dezembro, ficando atrás apenas de “Wandinha”, que registrou mais de 269,6 milhões de horas assistidas e liderou o ranking mundial da plataforma.

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  • Série

    Harry & Meghan: Parte 2 da série traz acusações graves contra família real. Saiba tudo

    15 de dezembro de 2022 /

    A segunda parte da série documental “Harry & Meghan” estreou nessa quinta (15/12) com o intuito de expor ainda mais problemas envolvendo a família real. E foi exatamente isso que aconteceu. Em um dos momentos mais marcantes da série, o príncipe Harry afirma que seu irmão, o príncipe William, gritou com ele em uma reunião de crise familiar em Sandringham, em 2020. “Foi assustador ver meu irmão gritando e berrando comigo e meu pai dizendo coisas que simplesmente não eram verdade, e minha avó sentada em silêncio e absorvendo tudo”, contou Harry. “Mas você tem que entender que, do ponto de vista da família, especialmente dela, existem maneiras de fazer as coisas e sua responsabilidade final é a instituição.” O intuito era discutir os planos de Harry e Meghan de se afastarem dos deveres reais. O encontro foi realizado apenas horas antes de a Família Real emitir uma declaração conjunta, que Harry afirma ter sido emitida sem a sua aprovação. A reunião foi convocada depois que uma reportagem de jornal afirmou que Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estavam planejando deixar o Reino Unido e abandonar muitos de seus deveres reais por causa da maneira como eram tratados por William. Harry disse que, em seguida, foi publicada uma nota do Palácio negando a notícia, que ele definiu como “falsa, ofensiva e potencialmente prejudicial”. “Assim que entrei no carro após a reunião, fui informado sobre uma declaração conjunta que havia sido feita, em meu nome e no nome de meu irmão, macetando a história dele nos intimidar para sairmos da família.” “Eu não podia acreditar”, continua ele. “Ninguém me pediu permissão para colocar meu nome em uma declaração como essa. Liguei para Meghan e contei a ela, e ela começou a chorar porque, em apenas quatro horas, eles ficarem felizes em mentir para proteger meu irmão e, ainda assim, por três anos, eles nunca estiveram dispostos a dizer a verdade para nos proteger.” “De repente, o que clicou na minha cabeça foi que isso nunca iria parar”, completou Meghan. Harry conta que a então Rainha Elizabeth II foi mantida afastada dos dois. Em certo momento, ela os convidou para passarem a noite com ela. Mas então surgiram as notícias de que eles estariam dispostos a renunciar ao título e se mudar para os EUA. A partir daí, eles dizem que “esta mensagem urgente chega dizendo: ‘Você não tem permissão para ir ver Sua Majestade … ela está ocupada, ela tem planos a semana toda’”, conta Meghan. O neto da Rainha ainda disse que ligou para a avó. “Ela disse: ‘Sim, eu não sabia que estava ocupada, me disseram que estou ocupado a semana toda’”, revelou. “A parte mais triste disso tudo foi a divisão criada entre mim e meu irmão… agora do lado da instituição, e parte de mim entende isso”, afirmou ele. “Essa é a herança dele, então, até certo ponto, já está arraigado nele que parte de sua responsabilidade é a sobrevivência e a continuação desta instituição.” Assim como os três primeiros episódios, lançados na semana passada na Netflix, a segunda parte também aborda a maneira como o casal decidiu lutar contra a invasão da mídia. Harry falou que a Família Real trabalha muito perto dos principais meios de comunicação (descrevendo-os como “parceiros”) e disse que foi encorajado a trabalhar dentro desse sistema. “Meu pai [o então príncipe Charles] me disse: ‘Querido garoto, você não pode enfrentar a mídia’. Eu disse que discordo fundamentalmente. Tenho 30 anos de experiência em olhar por trás da cortina e ver como esse sistema funciona e como ele roda. Pautas constantes sobre outros membros da família, sobre favores, convidando a imprensa a participar. É um jogo sujo.” Harry revelou que o escritório de seu irmão oferecia histórias sobre o casal para a imprensa britânica a fim de desviar a atenção negativa que os então Cambridges estavam recebendo. “Tem vazamento, mas também tem plantio de histórias”, disse ele. “Se a equipe de comunicação quiser remover uma história negativa sobre seu protegido, eles negociarão e fornecerão a você algo mais sobre o protegido de outra pessoa.” Não só isso, mas o Príncipe Harry também traçou uma ligação direta entre as reportagens do tabloide Daily Mail sobre sua esposa, Meghan Markle, e o aborto espontâneo que ela sofreu em 2020. Em determinado momento, o casal fala sobre o fato de o jornal ter publicado uma carta particular que Meghan havia escrito para seu pai distante, Thomas Markle, e a subsequente batalha legal contra o tabloide por ter publicado a correspondência. Meghan havia escrito a carta para Thomas Markle depois que o relacionamento deles entrou em colapso, logo antes de seu casamento com o príncipe Harry em maio de 2018 – que seu pai não pôde participar devido a problemas de saúde. Ela conta que foi encorajada por membros da família real a enviar a carta. O jornal recebeu a carta do próprio Thomas Markle, que disse que queria abordar o que considerava relatos injustos por parte da mídia. O Daily Mail publicou trechos da carta na edição especial Mail On Sunday em fevereiro de 2019. O príncipe Harry acrescentou mais tarde que o tabloide só publicou a carta porque acreditou que a família real diria ao casal para não tomar medidas legais. “Como o Mail teria a estupidez de publicar uma carta entre um pai e uma filha? Bem, a resposta é simples: eles sabiam que a família nos encorajaria a não processar”, disse ele. A dupla contou que os advogados reais até concordaram em iniciar um processo legal contra o jornal, mas depois decidiram não agir. Por fim, o casal seguiu outros conselhos jurídicos e iniciou seu próprio processo. “Tudo mudou depois disso. Esse litígio foi o catalisador, provavelmente, para todo o desenrolar”, disse Meghan. Por fim, ela processou a Associated Newspapers, editora do The Mail e Mail On Sunday, e ganhou. Mas, na ocasião, Meghan estava grávida. E Harry afirma que o estresse teve um efeito claro na sua saúde física. “Acredito que minha esposa sofreu um aborto espontâneo por causa do que o The Mail fez. Eu assisti a coisa toda”, disse ele. “Agora, sabemos absolutamente que o aborto foi causado por isso? É claro que não. Mas tendo em mente o estresse que isso causou, a falta de sono e o momento da gravidez, com quantas semanas ela estava. Posso dizer pelo que vi que o aborto espontâneo foi criado pelo que eles estavam tentando fazer com ela”, explicou ele. Meghan também falou sobre a importância de compartilhar sua experiência do aborto espontâneo em um artigo, intitulado “As Perdas que Compartilhamos”, publicado no jornal The New York Times em 2020. “Eu poderia optar por nunca falar sobre essas coisas, mas optei por dizer: ‘Com todo o mal que vem com isso, o bom é poder ajudar outras pessoas.’ Esse é o sentido da vida, certo? Conexão e comunidade.” Em relação à sua entrada na Família Real, Markle descreveu que se sentiu como “um organismo estranho” dentro do aquário que é família real. “Um dia, esse pequeno organismo aparece”, ela contou. “E a coisa toda é: ‘O que é isso?’, ‘O que ele está fazendo aqui? Não se parece conosco, não se move como nós, não gostamos. Tire isso de perto de nós.’” Ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, mas que o Palácio de Buckingham não a deixava procurar ajuda. “Eu não tinha permissão. Eles estavam preocupados sobre como isso se refletiria sobre a instituição.” Meghan também abordou a tempestade de ódio que ela enfrentou nas redes sociais. Ela se lembra de um tuíte que dizia: “Meghan precisa morrer, alguém só precisa matá-la”. “Sou mãe, essa é a minha vida real…. E quando você vê isso, pensa: ‘Vocês estão fazendo as pessoas quererem me matar’. Não é apenas um tabloide, não é apenas uma história. Vocês está me deixando com medo’”, contou ela, em meio às lágrimas. A série “Harry & Meghan” faz parte de um contrato de desenvolvimento que o casal fechou com a Netflix para produzir conteúdos por meio do braço de mídia da sua organização sem fins lucrativos, Archewell. Os episódios estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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  • Série

    “Young Royals” vai acabar na 3ª temporada

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix anunciou nas redes sociais a renovação de “Young Royals” para sua 3ª e última temporada. Junto do anúncio, liberou as primeiras imagens do final feliz, com direito a uma foto do casal central do drama LGBTQIAP+ adolescente saindo para a rua de mãos dadas. O romance sueco conta a história do jovem príncipe Wilhelm (Edvin Ryding), que vai estudar em um internato da alta sociedade após se meter em confusões que prejudicaram a imagem da realeza. Ao chegar à escola de elite, ele é apresentado a Simon (Omar Rudberg), um dos integrantes do coral do colégio, e logo amizade entre os dois ganha profundidade romântica, mas diversas barreiras impedem que eles fiquem juntos. Mas mesmo após Willhem se tornar o próximo na linha de sucessão ao trono, a pressão pelo rompimento é confrontada pelas imagens antecipadas do desfecho, especialmente aquela em que o casal parece assumir tudo, pronto para sair juntos, de mãos dadas, para a luz. Assim como as duas temporadas anteriores, a série chegará ao final após mais seis episódios dos roteiristas-produtores Lisa Ambjörn, Sofie Forsman e Tove Forsman. A 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Young Royals está renovada para a 3ª e última temporada. 👑👑👑 pic.twitter.com/7PWfqKlBQe — netflixbrasil (@NetflixBrasil) December 14, 2022

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  • Série

    Trailer da 2ª temporada mostra jornada dos heróis de “Vikings: Valhalla”

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da 2ª temporada de “Vikings: Valhalla”, em que os vikings foragidos Leif Eriksson (Sam Corlett, de “O Mundo Sombrio de Sabrina”), Freydis Eiríksdottir (Frida Gustavsson, de “Swoon”), além de Harald Sigurdsson (Leo Suter, de “The Liberator”) embarcam numa jornada para reconstruir seu legado A 2ª temporada encontra esses heróis logo após a trágica queda de Kattegat, um evento que destruiu seus sonhos e alterou seus destinos. Encarando a vida de fugitivos na Escandinávia, eles são forçados a testar suas ambições e coragem em mundos além de seus fiordes familiares. A série é uma espécie de continuação de “Vikings”, desenvolvida pelo mesmo produtor, Michael Hirst, mas se passa um século após as façanhas de Ragnar Lothbrok e seus filhos, concentrando-se nas aventuras de outros vikings famosos. Com um papel menos ativo em “Valhalla” – está desenvolvendo várias séries históricas simultaneamente – , Hirst deixou o rumo da atração a cargo do showrunner Jed Stuart, que é nada menos que o roteirista dos filmes clássicos “Duro de Matar” (1988) e “O Fugitivo” (1993). Os novos episódios chegarão ao streaming em 12 de janeiro, com direito a novos personagens. As principais novidades são Harekr, líder de uma comunidade viking pagã, interpretado por Bradley James (o Rei Arthur de “Merlin”), Mariam, uma astrônoma árabe vivida por Hayat Kamille (“Assassinato no Expresso do Oriente”), o Rei Yaroslav, o Sábio, governante de um província no norte da Rússia, encarnado por Marcin Dorociński (“O Gambito da Rainha”), e Elena, uma nobre russa interpretada por Sofya Lebedeva (“McMafia”).

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    “O Troll da Montanha” vira filme não falado em inglês mais visto da Netflix

    14 de dezembro de 2022 /

    Apenas duas semanas depois de estrear, o longa norueguês de monstro “O Troll da Montanha” se tornou o filme não falado em inglês mais popular da Netflix. Com um total de 128 milhões de horas visualizadas, a produção superou o filme alemão de vampiros “Céu Vermelho-Sangue”, que rendeu 110,5 milhões de horas assistidas no ano passado, para se tornar o mais visto de língua não inglesa da História da Netflix. A produção norueguesa acompanha uma equipe de especialistas formada para investigar estranhos acontecimentos na montanha de Dovre. Eles logo descobrem que um monstro gigante despertou após mil anos, destruindo tudo pelo caminho – um caminho que leva à capital da Noruega. A fantasia dirigida por Roar Uthaug (“Tomb Raider: A Origem”) também conquistou o primeiro lugar no Top 10 da Netflix em língua não inglesa nesta semana, entrando no Top 10 em 93 países, incluindo Noruega, França, Alemanha, Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Coreia do Sul, México e Brasil. Além da popularidade entre o público, “O Troll da Montanha” ainda conquistou a crítica, atingindo 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. Lançado em 1 de dezembro, o filme tem mais duas semanas para aumentar seu recorde, uma vez que a Netflix deixa de contabilizar seu ranking após 28 dias da estreia das produções. Veja o trailer do recordista abaixo.

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  • Etc

    Kantar Ibope vai passar a medir audiência da Netflix no Brasil

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix anunciou um acordo com a Kantar Ibope Media para medir sua audiência. Os dados começarão a ser analisados a partir de janeiro de 2023. Para a medição do ibope serão analisados os acessos em TVs, celulares, laptops e outros dispositivos. Antes do acordo, a Netflix era medida numa categoria chamada “Conteúdo em Vídeo Sem Referência”, basicamente somente nas Smart TVs. “Nunca foi tão importante para as empresas de mídia ter acesso a uma visão única da audiência para maximizar crescimento sustentado. A decisão da Netflix de aderir ao nosso serviço fortalece ainda mais nossa medição de audiência pela indústria”, declarou Antonio Wanderley, CEO de Divisão de Mídia da Kantar Ibope. Com o acordo, a plataforma de streaming terá acesso a uma visão multiplataforma de seu desempenho. Os dados ajudarão a Netflix num melhor desempenho do serviço. A oficialização de sua audiência no Brasil faz parte de uma estratégia comercial. A plataforma pretende demonstrar que tem mais público que alguns canais abertos para buscar as verbas do mercado publicitário. Num curto prazo, a Netflix acredita que pode “bater de frente” com a rede Globo. Para a inclusão das propagandas, a Netflix pretende planos diferenciados, oferecendo descontos para anunciantes que decidirem entrar em todas as temporadas de determinadas séries. Apesar disso, documentos internos apontam que os anúncios devem cobrir um prejuízo projetado pela Netflix com a perda de assinantes, diante do fortalecimento dos rivais. A plataforma estima uma redução de mais de 500 mil assinantes no próximo ano, o que derrubaria seu faturamento em cerca de R$ 180 milhões. Aaposta é que o crescimento financeiro com anúncios possa não só compensar isso como representar até 30% de seus lucros totais. A plataforma de streaming também prevê incentivos para produzir mais conteúdo nacional, após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições, num crescimento alimentado por “refrescos orçamentários” via Lei Rouanet.

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  • Filme

    Pamela Anderson reage à série “Pam & Tommy” com documentário na Netflix

    14 de dezembro de 2022 /

    A Netflix oficializou a produção de um documentário sobre a vida da atriz Pamela Anderson (“S.O.S. Malibu”). Intitulado “Pamela Anderson – Uma História de Amor” (Pamela, A Love Story) e dirigido por Ryan White (“Good Night Oppy”), o filme deve abordar a vida pessoal, a carreira e os relacionamentos de Anderson, incluindo o vivido com o músico Tommy Lee. “Temos todo esse arquivo de Tommy e Pamela se apaixonando, e acho que nosso filme realmente os humanizará”, disse White, em entrevista à revista Vanity Fair. “Acho que eles costumam ser vistos como grandiosos… talvez até personagens cartunescos. Quando você assiste a essa filmagem deles se encontrando, é realmente lindo.” O romance de Anderson e Lee foi abordado de maneira ficcional na série “Pam & Tommy”, que narra a divulgação da infame sex tape dos dois. Durante a entrevista à Vanity Fair, Anderson falou sobre a série, que foi lançada enquanto ela estava filmando o documentário. “Ninguém sabia a verdade”, disse ela. “Nem mesmo eu não sei 100% do que aconteceu, mas acho que o mais importante é compartilhar meus sentimentos humanos e o quanto isso doeu e como isso inegavelmente definiu meu futuro – em minha carreira e meus relacionamentos”. Além de dar uma versão diferente daquela vista na série para o casamento de Anderson com Lee – e a eventual divulgação da sex tape dos dois – , o documentário abordará outros relacionamentos da atriz, como com o cantor Kid Rock. “Sou uma romântica e romance é uma tragédia”, disse Anderson. “Eu acredito em contos de fadas.” O documentário também vai oferecer um olhar íntimo sobre sua relação com os dois filhos, Brandon e Dylan, que a convenceram a “contar sua história em seus próprios termos”. A produção ainda vai cobrir as oito semanas em que Anderson estrelou a peça “Chicago”, na Broadway, um papel que ela recusou 10 anos antes para cuidar de seus filhos. Segundo White, foi essa experiência que abriu seus olhos para o talento e resiliência dela. “Você não pode descartar Pamela. Ela foi descontada a vida toda e se ergueu”, afirmou White. “O filme se chama ‘Pamela Anderson – Uma História de Amor’, e tem muitas histórias de amor dentro dele. Em última análise, acho que o final do filme é sobre ela colocar mais desse amor em si mesma.” “Eu estava muito hesitante, mas, olhando para trás, me sinto fortalecida”, disse ela sobre sua decisão de fazer o documentário. “E espero que [minha história] inspire as pessoas a se divertirem e não se preocuparem tanto.” “Pamela Anderson – Uma História de Amor” estreia em 31 de janeiro na Netflix. Além do documentário, Pamela Anderson também vai lançar um livro de memórias, intitulado “Love, Pamela”.

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