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  • Série

    3ª temporada de “The Witcher” lidera audiência da semana na Netflix

    4 de julho de 2023 /

    A primeira parte da 3ª temporada de “The Witcher” chegou com força na Netflix e alcançou o 1º lugar no ranking global do streaming. Com a estreia dos novos episódios – que marcam a despedida de Henry Cavill – a nova temporada alcançou 15,2 milhões de visualizações. O lançamento ainda impulsionou a 1ª temporada da série, que apareceu em 10º lugar da lista com mais 2,2 milhões de visualizações. Já o 2º lugar foi marcado pela 6ª temporada de “Black Mirror”, que liderava a audiência desde sua estreia em 15 de junho, após um hiatos de quatro anos. Os novos episódios tiveram 5,4 milhões de visualizações nesta semana. Foram seguidos pela 3ª temporada da série documental “Na Cola dos Assassinos”, com 4,1 milhões de visualizações na 3ª posição. A nova comédia dramática do streaming “Glamorous” apareceu em 4º lugar, com 3,5 milhões de visualizações, enquanto a 2ª temporada de “Nosso Planeta” encerrou o Top 5 com 2,9 milhões de visualizações, número empatado com a 4ª temporada de “Eu Nunca…” e a 1ª temporada de “Suits”, que aparecem em 6º e 7º lugar, respectivamente. Outro título inédito é a série documental “Músculos e Confusão: A História Por Trás de American Gladiators”, que marcou o 8º lugar com 2,8 milhões de visualizações, enquanto a 4ª temporada de “Titans” apareceu em 9º com 2,2 milhões.   “Resgate 2” segue líder nos filmes Na sessão dos filmes, o thriller de ação “Resgate 2” continua como favorito do público do streaming. O longa estrelado por Chris Hemsworth conquistou mais 17,5 milhões de visualizações. No total, o filme já acumula 102,5 milhões de views, o que não está muito longe de “A Mãe”, estrelado por Jennifer Lopez – que virou o 10º filme mais visto do streaming com 128,7 milhões. O sucesso estrondoso da sequência também chamou a atenção para o longa original, que se manteve na lista pela terceira semana, desta vez em 4º lugar, com 6 milhões de visualizações. Já o 2º lugar fica com a nova comédia romântica do streaming “A Descoberta Perfeita”, com 11 milhões de visualizações, e o 3º lugar é do terror “Run Rabbit Run”, com 8,4 milhões. Em seguida, aparece o documentário “O Mistério de Maya”, com 4,6 milhões, que fica acima da animação “Patrulha Canina: O Filme”, com 4,5 milhões. O thriller “O Atirador – O Fim de um Assassino” aparece em 7º lugar com 3,4 milhões de visualizações e logo abaixo está o documentário de James Cameron “Fantasmas do Abismo”. A produção que investiga os escombros do Titanic marcou 3,3 milhões de visualizações, voltando a chamar atenção após o acidente fatal do submersível Titan. Por fim, o ranking de filmes globais se encerra com a animação inédita “Nimona”, com 3,2 milhões de visualizações e com a volta de “Matilda: O Musical” na lista, marcando 2,4 milhões de visualizações. Confira abaixo os trailers das séries em inglês mais vistas da semana na Netflix.   1 | THE WITCHER 3 | NETFLIX   2 | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX   3 | NA COLA DOS ASSASSINOS | NETFLIX   4 | GLAMOROUS | NETFLIX   5 | NOSSO PLANETA 2 | NETFLIX

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  • Filme

    Rebel Moon: Novo filme de Zack Snyder seria parte da franquia “Star Wars”

    3 de julho de 2023 /

    O novo longa de ficção científica dirigido por Zack Snyder, “Rebel Moon”, teria um destino diferente da Netflix. Durante uma entrevista a revista americana Empire, o cineasta revelou que originalmente a ideia era que o filme fizesse parte do universo da franquia “Star Wars”. Embora as negociações não tenham ido para frente, ele queria que a história fizesse parte da série. “Era ‘Os Sete Samurais’ no espaço”, revelou a ideia original. “E um filme de ‘Star Wars’ foi meu conceito original para isso”. Com as imagens de “Rebel Moon” divulgadas, é possível identificar a inspiração de Snyder no universo criado por George Lucas. Em uma das prévias, uma das personagens segura espadas brilhantes que lembram os sabres de luz. O diretor explica que o filme também contém referências as obras do cineasta japonês Akira Kurosawa, famoso pelos seus filmes de samurais. “Eu sabia que as origens de George estavam em muitos desses filmes de Kurosawa”, pontuou.   Compra da Disney afetou a ideia inicial Embora tenha tido conversas iniciais com a Lucasfilm há mais de dez anos, as negociações nunca passaram disso. Snyder explicou que o estúdio também passava por um momento de mudança com sua compra pela Disney. Por isso, ele acredita que o filme não teria funcionado como uma trama de “Star Wars”. “A venda [da Lucasfilm para a Disney] acabara de acontecer. Havia essa janela onde, sabe, quem sabe o que é possível?”, disse. “Eu disse: ‘Não quero nenhum dos seus personagens. Não quero fazer nada com personagens conhecidos, só quero fazer minha própria coisa à parte.’ E originalmente eu disse: ‘Deveria ter classificação para maiores.’ Isso quase foi um impeditivo”, acrescentou, pontuando que a produção tem um tom mais maduro. Diante da situação, o cineasta revelou que se conformou com a ideia não realizada com George Lucas. “Eu sabia que era um pedido muito grande, para ser honesto”, “Quanto mais eu me aprofundava nisso, percebia que provavelmente nunca seria o que eu queria”.   Estreia na Netflix Produzido pela Netflix, a sci-fi espacial vai contar a história de uma colônia intergaláctica ameaçada pelas forças de um governante tirano. Desesperados, os moradores da colônia despacham uma jovem com um passado misterioso para procurar guerreiros de planetas vizinhos para ajudá-los a formar uma frente ampla contra o déspota. A premissa é conhecida, pois já teve versões contadas com samurais e cowboys em clássicos do cinema – “Os Sete Samurais” (1954), de Kurosawa, e “Sete Homens e um Destino” (1960), de John Sturges. O roteiro é do próprio Snyder em parceria com Shay Hatten e Kurt Johnstad, que trabalharam com o diretor respectivamente em “Army of the Dead: Invasão em Las Vegas” (2021) e “300” (2006). Com grande elenco, a produção vai reunir Sofia Boutella (“A Múmia”), Charlie Hunnam (“Magnatas do Crime”), Djimon Hounsou (“Guardiões da Galáxia”), Doona Bae (“Mar da Tranquilidade”), Ray Fisher (“Liga da Justiça”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: Em Chamas”), Michiel Huisman (“A Maldição da Residência Hill”), Alfonso Herrera (“Ozark”), Corey Stoll (“Homem-Formiga”), Staz Nair (“Supergirl”), Charlotte Maggi (“MaveriX”), Sky Yang (“Tomb Raider: A Origem”) e a estreante E. Duffy. A ambição em torno de “Rebel Moon” é tão grande que o filme será lançado em duas partes – e cada parte terá duas versões (uma deles mais explícita). O primeiro filme vai estrear em 22 de dezembro na Netflix.

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  • Filme

    Diretora de “Barbie” vai filmar as Crônicas de Nárnia para a Netflix

    3 de julho de 2023 /

    Greta Gerwig (“Barbie” e “Adoráveis Mulheres”), vai dirigir as próximas adaptações dos livros de “As Crônicas de Nárnia” pela Netflix. De acordo com a revista The New Yorker, a diretora revelou que será responsável pela direção e roteiro de pelo menos dois longas da nova versão da franquia clássica, baseada na obra de CS Lewis. Embora a Netflix ainda não tenha feito um anúncio oficial, as especulações sobre a participação da diretora de “Barbie” (2023) já circulavam na mídia. Ainda não ficou claro quantos filmes a Netflix planeja para a adaptação, que trará um retrato inédito dos sete livros da saga que já vendeu 100 milhões de cópias ao redor do mundo. O streaming anunciou a aquisição dos direitos da história em 2018. No ano seguinte, divulgou que o roteirista Matthew Aldrich (“Viva – A Vida É uma Festa”) seria responsável por desenvolver a nova versão de “As Crônicas de Nárnia”. Os livros acompanham os irmãos Lúcia, Susana, Edmundo e Pedro, crianças inglesas que vão parar num reino encantado e se provam guerreiros capazes, ao impedirem as tentativas da Feiticeira Branca de tomar o controle de Nárnia. Diante da longa batalha, o maior aliado dos irmãos Pevensie é Aslam, o grande leão que representa a forma mais pura de bondade, coragem e altruísmo. Os temas da fábula fazem alusão ao cristianismo.   Adaptações anteriores pela Disney e Fox As histórias criadas por C.S. Lewis na década de 1950 já foram transportadas para o cinema e para a TV diversas vezes, mais recentemente em três filmes: “As Crônica de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa” (2005), “As Crônica de Nárnia: Príncipe Caspian” (2008) e “As Crônica de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada” (2010). Os três longas arrecadaram quase US$ 1,6 bilhão de bilheteria mundial. A Disney distribuiu os dois primeiros e a Fox lançou o terceiro, que teve a menor arrecadação. A franquia ainda foi responsável por dar notoriedade aos atores William Moseley (“Até o Limite”), Skandar Keynes (“Ferrari”), Georgie Henley (“A Diplomata”), Anna Popplewell (“A Freira 2”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”) e Will Poulter (“Guardiões da Galáxia Vol. 3”). Nos filmes, a Feiticeira Branca era interpretada por Tilda Swinton (“Era Uma Vez Um Gênio”), enquanto a voz de Aslam era dublada pelo ator Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”).   Quarto filme foi cancelado pela Sony Anteriormente, um quarto filme estava em desenvolvimento pelo estúdio Tri-Star, do conglomerado Sony, mas não saiu do papel. A Mark Gordon Company, empresa do produtor Mark Gordon, aproveitou que sua companhia foi comprada pela produtora canadense eOne para suspender a produção. A ação tomada pela empresa foi de colocar o projeto no mercado visando uma nova franquia de filmes e séries em streaming. Com isso, a Netflix comprou os direitos. O longa que estava sendo desenvolvido foi escrito pelo roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”). Ele anunciou que tinha concluído o roteiro da adaptação de “As Crônicas de Nárnia: A Cadeira de Prata” em 2016. No ano seguinte, o cineasta Joe Johnston (“Capitão América: O Primeiro Vingador”) chegou a ser definido como diretor. Ainda não há previsão de estreia ou detalhes sobre a nova adaptação do universo de Nárnia pela Netflix.

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  • Filme

    As 10 melhores séries lançadas em junho

    2 de julho de 2023 /

    Com tantos lançamentos de séries em streaming, é muito fácil deixar passar títulos que não ganham tanta promoção. Por isso, toda virada de mês a gente faz um Top 10 para destacar os sucessos e as descobertas do período. Confira abaixo para ver se está em dia com as melhores séries lançadas em junho.       | OS OUTROS | GLOBOPLAY   O novo drama brasileiro aborda de forma contundente a escalada do ódio e intolerância entre vizinhos de um condomínio. Protagonizada por Adriana Esteves (“Medida Provisória”), Thomás Aquino (“Bacurau”), Maeve Jinkings (“Aquarius”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Eduardo Sterblitch (“Os Parças”) e Drica Moraes (“Sob Pressão”), a série apresenta a história de duas famílias que entram em conflito após uma briga entre seus filhos adolescentes. A história escrita por Lucas Paraizo, responsável também pelos roteiros de “Sob Pressão”, gira em torno de Cibele (Adriana Esteves), uma mãe superprotetora, e Amâncio (Thomas Aquino), um pai zeloso, cujo filho Marcinho (Antonio Haddad) é espancado por Rogério (Paulo Mendes), o filho de outro morador do condomínio, Wando (Milhem Cortaz). O enredo evolui de maneira surpreendentemente realista, transformando o espectador em um morador do condomínio Barra Diamond, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, enquanto as tensões se intensificam entre as duas famílias. A construção dessas tensões é tão crua e imersiva que a série se torna um espelho da sociedade, obrigando o espectador a se questionar: “Como eu agiria nessa situação?” Por trás das portas do condomínio, há ainda vários outros dramas se desenrolando, incluindo situações com a síndica Dona Lúcia (Drica Moraes), o porteiro Elvis (Rodrigo Garcia) e o vizinho Sérgio (Eduardo Sterblitch), um ex-policial. Essas histórias se cruzam a medida que o conflito central se desenrola e toma proporções absurdas, alimentando uma crescente sensação de tragédia iminente. Além de superenvolvente, a série também é um convite à reflexão.   | JACK RYAN 4 | AMAZON PRIME VIDEO   A série de ação estrelada por John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) chega ao fim com uma última aventura do personagem criado pelo escritor Tom Clancy. Na história, Jack Ryan é encarregado de desenterrar a corrupção da CIA como novo vice-diretor interino da agência. E ao fazê-lo, descobre uma série de operações suspeitas que expõem a convergência de um cartel de drogas com uma organização terrorista. A temporada volta a contar com o elenco de apoio tradicional, que inclui Wendell Pierce (“The Wire”), Michael Kelly (“House of Cards”), Betty Gabriel (“Corra!”) e Abbie Cornish (“Segredo Entre Amigas”), mas também traz novos rostos, principalmente Michael Peña (“Homem-Formiga”) como um aliado pouco usual de Ryan no submundo sul-americano das drogas. O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e a realização dos seis episódios finais é comandada por Vaun Wilmott (criador de “Dominion”).   | JOE PICKETT | PARAMOUNT+   O neo-western contemporâneo é baseado na obra literária de C.J. Box, que também inspirou a série “Big Sky”. A trama policial rural se passa em Wyoming, nos EUA, e acompanha um guarda florestal – vivido de forma convincente por Michael Dorman (“Patriota”) – que se encontra no meio de uma série de homicídios. Na trama, Joe Pickett, um homem modesto e de princípios inabaláveis, se muda com sua esposa Marybeth (Julianna Guill, de “The Resident”) e suas duas filhas para a pequena cidade de Saddlestring. Ao começar seu novo trabalho como guarda florestal, ele imediatamente enfrenta a resistência da comunidade quando multa o governador por pescar sem licença. O clima piora quando um caçador local aparece morto em sua propriedade, levando Joe e Marybeth a um emaranhado de mistérios e perigos.   | SWIMMING WITH SHARKS | AMAZON PRIME VIDEO   Kiernan Shipka, que protagonizou “O Mundo Sombrio de Sabrina”, volta às séries nessa atração baseada no filme “O Preço da Ambição” (Swimming with Sharks). Com seis episódios, a minissérie é uma versão feminina do longa de 1995, em que Frank Whaley vivia um jovem e ingênuo assistente de estúdio de Hollywood, que virava o jogo contra seu chefe produtor incrivelmente abusivo, interpretado por Kevin Spacey. Na nova versão, Shipka interpreta uma estagiária da Fountain Pictures, que parece uma ingênua recém-chegada a Hollywood, impressionada com a notória CEO do estúdio. Mas, na verdade, ela fez uma extensa pesquisa sobre sua chefe e não foi por acidente que conseguiu o estágio. À medida que sua obsessão cresce, ela demonstra ser capaz de tudo para se aproximar da produtora poderosa. O papel da chefe do estúdio é vivido pela alemã Diane Kruger (“As Agentes 355”) e o bom elenco também inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Thomas Dekker (“O Círculo Secreto”), Finn Jones (“Punho de Ferro”), Erica Alexander (“Raio Negro/Black Lightning”), Ross Butler (“Shazam!”) e Gerardo Celasco (“Next”).   | SOU DE VIRGEM | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia surreal traz Jharrel Jerome (premiado com o Emmy por “Olhos que Condenam”) como Cootie, um adolescente negro gigante de 4 metros. A série acompanha suas experiências enquanto ele lida com restrições físicas, busca amizade e amor, e enfrenta os desafios de crescer em uma sociedade marcada pelo preconceito e pelo impacto da cultura comercial. Embora seja uma comédia, a atração criada pelo cineasta Boots Riley (“Desculpe te Incomodar”) é apresentada como parábola com questões profundas sobre identidade, justiça e sobrevivência em um mundo que nem sempre é acolhedor para pessoas negras que queiram fazer coisas grandes na vida. Aplaudida pela crítica dos EUA, tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | EU NUNCA… 4 | NETFLIX   Criada por Mindy Kaling e Lang Fisher (ambos de “Projeto Mindy”), a série é uma comédia de amadurecimento que acompanha a adolescente indiana-americana Devi (Maitreyi Ramakrishnan). A jovem é uma estudante superdotada do Ensino Médio que frequentemente encara algumas situações complicadas, muitas delas envolvendo suas paixões, como Paxton Hall-Yoshida (Darren Barnet) e Ben Gross (Jaren Lewison), e conflitos com sua família imigrante. Na 4ª e última temporada, Devi vai se formar, perder a virgindade e desenvolver uma nova paixão: Ethan, personagem de Michael Cimino (“Love, Victor”), que chega logo após a saída de Paxton para a faculdade. A expectativa para o final é descobrir com quem ela decide ficar. Além disso, a derradeira leva de episódios traz um casamento surpresa.   | STAR TREK: STRANGE NEW WORLDS 2 | PARAMOUNT+   A série que serve de prólogo para a franquia “Star Trek” retorna com novas aventuras espaciais e muitas curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks” – via versões live-action dos personagens da animação, interpretados por seus dubladores originais. A atração acompanha as viagens especais do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. E se originou como um spin-off, após o trio ter grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Só que os personagens são muito mais antigos que qualquer série da franquia. Eles protagonizavam o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”).   | INVASÃO SECRETA | DISNEY+   Mais lenta que os fanboys podiam esperar, e sem os famosos super-heróis do estúdio, a nova série da Marvel chega em clima de thriller de espionagem ao streaming. A trama dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e Maria Hill (Cobie Smulders), e logo no primeiro episódio vê um importante aliado morrer em seus braços. Essa surpresa dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner).   | BLACK MIRROR 6 | NETFLIX   Após um hiato de quatro anos, a série antológica de sci-fi está de volta. E desta vez nem a Netflix escapa de sua abordagem ácida – no melhor episódio, uma mulher comum descobre que uma plataforma de streaming lançou um drama baseado em sua vida, estrelado pela famosa atriz Salma Hayek Pinault (“Casa Gucci”). Criada e co-dirigida por Charlie Brooker, “Black Mirror” estreou em dezembro de 2011 no Channel 4 do Reino Unido e foi adquirida pela Netflix a partir da 3ª temporada em 2016. Ao virar exclusiva do streaming, a série venceu oito Emmys, incluindo o prêmio de Melhor Filme para TV pelos episódios “San Junipero” (2017), “USS Callister” (2018) e “Bandersnatch” (2019). Em seu sexto ano, a série se reinventa ao trocar o futuro pelo passado. Três dos cinco episódios são ambientados em décadas anteriores, enquanto um quarto se desenrola no presente, mas se concentra principalmente em eventos antigos. Tem ansiedade diante da ascensão da IA (inteligência artificial), mas também personagens obcecados por fitas VHS. E, para completar, o último capítulo nem é sci-fi, mas um terror sobrenatural com direito até à aparição de um demônio. Repleto de famosos, o elenco da 6ª temporada conta com Annie Murphy (“Schitt’s Creek”),...

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  • Série

    Live-action de “One Piece” terá opção de dublagem com vozes do anime original japonês

    2 de julho de 2023 /

    A aguardada adaptação em live-action de “One Piece” para a Netflix trará um toque nostálgico e familiar para os fãs do anime: as vozes originais do desenho poderão ser ouvidas, reprisando seus papéis, na opção de dublagem em japonês. A novidade foi anunciada durante o Anime Expo 2023 em Los Angeles, onde os fãs assistiram a um vídeo de Mayumi Tanaka, a voz original de Monkey D. Luffy, dando as boas-vindas a Iñaki Godoy no papel do líder dos Chapéus de Palha. Tanaka expressou seu entusiasmo em retomar seu papel, dizendo: “Estou dublando Luffy há mais de 23 anos e acredito que todos tenham um pouquinho de Luffy em seus corações. Iñaki, que interpreta Luffy nesta série live-action, é tão divertido e alegre que realmente faz um Luffy perfeito! Estou muito feliz em poder dublar Luffy nesta adaptação também”. Além de Tanaka, o elenco completo de dubladores originais japoneses inclui Kazuya Nakai como Roronoa Zoro, Akemi Okamura como Nami, Kappei Yamaguchi como Usopp e Hiroaki Hirata como Sanji. Baseada no mangá de Eiichiro Oda, “One Piece” segue a história de Monkey D. Luffy, um jovem aventureiro que sempre sonhou com uma vida de liberdade e se envolve na caça de um tesouro lendário de piratas. Quando estava para ser executado, o Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Luffy parte de sua pequena vila em uma jornada perigosa para encontrar o tesouro One Piece e se tornar o novo Rei dos Piratas. Mas, para encontrar o prêmio supremo, precisa reunir a tripulação que sempre desejou (os Chapéus de Palha) antes de encontrar um navio para navegar, vasculhando cada canto dos vastos mares, superar outros Marinheiros e enganar rivais perigosos a cada milha navegada. O sucesso dos quadrinhos, publicados desde 1997 no Japão, só não é maior que seu desenho animado, produzido até hoje, com mais de 900 episódios. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco da adaptação também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Desenvolvida pelos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”) e Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”), a série estreia em 31 de agosto. TAGS:

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  • Série

    Heartstopper: Teaser mostra Charlie e Nick apaixonados na 2ª temporada

    1 de julho de 2023 /

    A Netflix revelou um pôster e um teaser inédito da 2ª temporada de “Heartstopper”. A prévia mostra Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor) apaixonados e arrancando faíscas só de se tocarem. Para aumentar o clima romântico, os dois ainda vão viajar à Paris com os colegas de aula. O novo pôster traz o casal de mãos dadas, com a Torre Eifel ao fundo. “Heartstopper” conta a história do doce e inseguro Charlie (Joe Locke) e do popular jogador de rugby Nick (Kit Connor). Ambos são estudantes que se conhecem no colégio, em uma dinâmica comum a muitos adolescentes. O que inicialmente parece uma improvável amizade entre duas pessoas muito diferentes, rapidamente evolui para algo mais profundo e intenso: um romance. A série ainda é abrilhantada pela participação da ganhadora do Oscar Olivia Colman (“A Favorita”), além dos novatos Yasmin Finney, William Gao, Sebastian Croft, Corinna Brown e Kizzy Edgell, que somam talento à trama.   Origem da série Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAPN+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A adaptação é escrita pela própria Oseman e já foi renovada para uma 3ª temporada mesmo antes da estreia do segundo ano – que está marcada para 2 de agosto.

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  • Etc

    Jornal britânico publica pedido de desculpas à Meghan Markle após ataque sexista

    1 de julho de 2023 /

    O jornal britânico The Sun publicou um pedido de desculpas a Meghan Markle na primeira página da nova edição. No final do ano passado, a coluna assinada pelo apresentador de televisão britânico Jeremy Clarkson atacou a duquesa de Sussex e teve uma repercussão massiva no Reino Unido. Desde então, o veículo enfrentou um processo pelo IPSO, o órgão regulador da imprensa do Reino Unido, que avaliou a publicação como sexista. Na nova edição, o jornal se desculpou com a ex-atriz e reconheceu que “com a liberdade de expressão vem a responsabilidade”. A declaração ocorreu após uma decisão tomada pelo IPSO nesta sexta-feira (30/6), que considerou o artigo de opinião escrito por Clarkson “humilhante e degradante em relação à duquesa”, como pontuou Lord Faulks, presidente da organização. Apesar disso, o órgão não reconheceu a publicação como racista, apenas como um assédio a duquesa. Desde a publicação do artigo, em dezembro de 2022, mais de 25 mil pessoas reclamaram para o órgão regulamentador. A presidente do Comitê de Mulheres e Igualdades do Parlamento, Caroline Nokes, também elaborou uma carta ao The Sun com a assinatura de 60 parlamentares. Após o ocorrido, Meghan e o príncipe Harry acusaram Clarkson de “espalhar retórica de ódio, teorias de conspiração perigosas e misoginia”. Em entrevista ao canal britânico ITV, o duque de Sussex disse que o artigo era “horrível, doloroso e cruel com minha esposa”.   O ataque sexista de Clarkson O artigo escrito por Clarkson seria uma reação a série “Harry & Meghan”, lançada pela Netflix. Mas o texto foi majoritariamente considerado uma declaração de ódio a duquesa. “Eu a odeio. Não como eu odeio (a primeira-ministra escocesa) Nicola Sturgeon, ou (a serial killer) Rose West. Eu a odeio a um nível celular”, ele escreveu no texto. “À noite, não consigo dormir deitado ali, rangendo os dentes e sonhando com o dia em que ela será obrigada a desfilar nua pelas ruas de todas as cidades do Reino Unido enquanto a multidão grita: ‘Vergonha!’ enquanto joga pedaços de excremento nela”, continuou, fazendo referência a uma cena da série “Game of Thrones”. Com a rápida repercussão do caso, o jornal removeu o artigo de seu site oficial e o autor se desculpou. De acordo com o jornal CBS News, em uma publicação já deletada no Instagram, Clarkson disse que normalmente lê seu trabalho para alguém antes de enviá-lo, mas estava com pressa quando escreveu o artigo sobre o casal e “apenas pressionou enviar”. “Eu realmente sinto muito”, ele escreveu. “Desde a planta dos meus pés até os folículos na minha cabeça.” Ele disse que percebeu as críticas como um “estrondo lento” no início, “mas depois o estrondo ficou mais alto”. O autor publicou mais uma declaração no Twitter logo em seguida. “Oh, querido. Prefiro colocar o pé [do freio] nisso. Em uma coluna que escrevi sobre Meghan, fiz uma referência desajeitada a uma cena em ‘Game of Thrones’ e isso caiu mal com muitas pessoas. Estou horrorizado por ter causado tanto dano e serei mais cuidadoso no futuro”, escreveu.

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  • Série

    Netflix fará documentário sobre Sylvester Stallone. Veja o teaser

    30 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de um documentário sobre Sylvester Stallone, ícone dos filmes ação e estrela de “Rambo – Programa para Matar” (1982) e “Rocky, Um Lutador” (1976). Intitulada “Sly”, a produção vai explorar a extensa carreira de Stallone no cinema, ao mesmo tempo em que oferece uma visão da intimidade do ator. A direção é de Thom Zimny, responsável pelo documentário “Elvis Presley: The Searcher” (2018). Na prévia, Stallone confessa arrependimentos e traz reflexões sobre seu sucesso. “O que é mais saudável – viver sob a ilusão de que você poderia ter sido ótimo? Ou realmente teve uma oportunidade de ser ótimo, e então você estragou tudo e percebeu que é um fracasso?”, reflete, enquanto se recorda da vitória do primeiro “Rocky” (1976) como Melhor Filme no Oscar. Com quase 50 anos de carreira, Stallone conquistou o público com seus personagens icônicos e franquias de sucesso, como “Os Mercenários” – que ganhará mais uma sequência em setembro. O documentário promete destacar sua jornada inspiradora ao longo dos anos, mostrando o começo da trajetória como um ator azarado até alcançar o estrelato. Vale mencionar que a chegada da produção acontece pouco tempo após a estreia da série documental “Arnold”, sobre o ator Arnold Schwarzenegger, na Netflix. Os dois atores foram rivais nas bilheterias dos anos 1980 e se tornaram amigos de longa data, conhecidos por filmes repletos de cenas de ação. “Sly” chega ao catálogo da Netflix em novembro, ainda sem data definida.

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  • Série

    2ª temporada de “Round 6” terá ator acusado de agressão sexual

    30 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou nesta semana a lista dos atores da 2ª temporada de “Round 6”. No entanto, a lista trouxe novamente à tona a polêmica que quase acabou com a carreira de Lee Jin-wook, ator conhecido pelas séries “Sweet Home” e “Voice”, também da Netflix, que foi acusado de agressão sexual em julho de 2016. Jin-wook foi denunciado por uma mulher de cerca de 30 anos, que deu entrada no hospital para vítimas de agressão sexual e violência doméstica, entre outros crimes. “Nos encontramos pela primeira vez naquele dia, não estamos namorando. O crime foi cometido no dia em que nos conhecemos, pode ser comprovado por registros telefônicos”, garantiu a mulher, que nunca teve sua identidade revelada. Ao ser interrogado, o ator se defendeu dizendo que as relações foram consensuais. Contudo, a vítima apresentou evidências do crime, como fotos de hematomas, roupas danificadas e fotos das cenas.   Acusadora foi condenada por mentir O artista contra-atacou com um processo por difamação contra a suposta vítima, alegando falsas acusações. Investigada pelas autoridades, ela mudou sua alegação e negou ter sido vítima de agressão sexual. Por isso, em agosto de 2016, Lee Jin-wook se livrou das acusações, mas a mulher retomou o caso em seguida. A suposta vítima justificou a reabertura do processo dizendo ter sido coagida pela polícia. Como Lee Jin-wook manteve seu processo por difamação, a suposta vítima foi condenada em fevereiro de 2018 a oito meses de prisão. Contudo, o juiz do caso decidiu suspender a sentença por não ter havido tentativa de extorsão. “Para determinar se ela pode ser processada por falsa acusação, devemos primeiro verificar se ela foi compelida ou intimidada a ter relações sexuais. É difícil eliminar completamente a possibilidade de que as relações sexuais tenham ocorrido contra os desejos íntimos dela, mas também não é possível dizer que táticas opressivas foram usadas”, pontuou o tribunal. “Como a mulher tem bom senso, ela provavelmente sabia a diferença entre relações sexuais nas quais não desejaria se envolver e estupro que ocorre com táticas opressivas. Portanto, a acusação dela contra Lee é uma acusação falsa que vai contra a verdade objetiva. Como este caso não ocorreu com a intenção de extorquir dinheiro, recomendamos a suspensão da execução da sentença”, completou.

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  • Série

    10 séries: “The Witcher”, “Jack Ryan” e as novidades da semana

    30 de junho de 2023 /

    A programação de séries da semana está cheia de ação, com as novas lutas de “The Witcher”, as últimas explosões de “Jack Ryan”, o final de “Titãs” e o começo de “Sequestro no Ar”, sem esquecer do kung fu de “Warrior” e as investigações do policial estreante “Joe Pickett”. Além disso, as novidades da streaming também incluem drama, comédia e terror. Confira o Top 10.   | THE WITCHER 3 | NETFLIX   A temporada que marca a despedida de Henry Cavill (“O Homem de Aço”) do papel de Geralt de Rivia, protagonista da série, traz o personagem enfrentando feiticeiros e monstros perigosos com sua espada para defender sua protegida Siri (Freya Allan), alvo de várias facções inimigas. Mas a jovem também revela destreza, após o treinamento com Geralt na temporada passada. Além disso, a dupla passa a contar com a ajuda de Yennefer (Anya Chalotra), que volta a praticar magia, além de aprofundar sua aliança e romance com o protagonista. Esta parceria, entretanto, é malvista por todos os poderosos do Continente. Baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski, a série se passa num mundo medieval repleto de monstros e mágica, onde as guerras e as conspirações são constantes. A 3ª temporada será dividida em duas partes: o volume 2 chega daqui a um mês, em 27 de julho. Cada vez mais comum, essa divisão tem ajudado as produções da Netflix a conquistarem audiências mais elevadas.   | JACK RYAN 4 | AMAZON PRIME VIDEO   A série de ação estrelada por John Krasinski (“Um Lugar Silencioso”) chega ao fim com uma última aventura do personagem criado pelo escritor Tom Clancy. Na história, Jack Ryan é encarregado de desenterrar a corrupção da CIA como novo vice-diretor interino da agência. E ao fazê-lo, descobre uma série de operações suspeitas que expõem a convergência de um cartel de drogas com uma organização terrorista. A temporada volta a contar com o elenco de apoio tradicional, que inclui Wendell Pierce (“The Wire”), Michael Kelly (“House of Cards”), Betty Gabriel (“Corra!”) e Abbie Cornish (“Segredo Entre Amigas”), mas também traz novos rostos, principalmente Michael Peña (“Homem-Formiga”) como um aliado pouco usual de Ryan no submundo sul-americano das drogas. O título completo da atração é “Tom Clancy’s Jack Ryan”, mas ironicamente a série não é uma adaptação literal dos livros do escritor Tom Clancy, como foram os primeiros filmes do personagem nos anos 1990. As histórias acompanham o começo da carreira de Ryan na CIA em situações originais concebidas pelo primeiro showrunner, Carlton Cuse (séries “Lost”, “Bates Motel”), em parceria com o ex-marine Graham Roland (roteirista das séries “Lost” e “Fringe”). A produção é da Platinum Dunes, empresa de Michael Bay (o diretor de “Transformers”), e a realização dos seis episódios finais é comandada por Vaun Wilmott (criador de “Dominion”).   | SEQUESTRO NO AR | APPLE TV+   O thriller estrelado e produzido por Idris Elba (“Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”) é praticamente todo passado num avião sequestrado por homens armados, com seus episódios acompanhando a ação em tempo real. Elba vive um dos passageiros, que também é um negociador profissional de reféns. Diante da situação, ele decide usar sua astúcia para salvar sua vida e dos demais passageiros do voo com destino a Londres. O projeto é o primeiro resultado do contrato de exclusividade fechado entre a Apple TV+ e o ator britânico, por meio de sua produtora Green Door Pictures, e foi desenvolvido por George Kay, criador do maior sucesso francês da Netflix, “Lupin”. O elenco também inclui Archie Panjabi (“Departure”), Holly Aird (“A Descoberta das Bruxas”), Kate Phillips (“Peaky Blinders”), Max Beesley (“Esquema de Risco – Operação Fortune”), Ben Miles (“The Crown”), James Burrows (“Lutando pela Família”) e Neil Maskell (“Utopia”).   | SOU DE VIRGEM | AMAZON PRIME VIDEO   A comédia surreal traz Jharrel Jerome (premiado com o Emmy por “Olhos que Condenam”) como Cootie, um adolescente negro gigante de 4 metros. A série acompanha suas experiências enquanto ele lida com restrições físicas, busca amizade e amor, e enfrenta os desafios de crescer em uma sociedade marcada pelo preconceito e pelo impacto da cultura comercial. Embora seja uma comédia, a atração criada pelo cineasta Boots Riley (“Desculpe te Incomodar”) é apresentada como parábola com questões profundas sobre identidade, justiça e sobrevivência em um mundo que nem sempre é acolhedor para pessoas negras que queiram fazer coisas grandes na vida. Aplaudida pela crítica dos EUA, tem 95% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | SWIMMING WITH SHARKS | AMAZON PRIME VIDEO   Kiernan Shipka, que protagonizou “O Mundo Sombrio de Sabrina”, volta às séries nessa atração baseada no filme “O Preço da Ambição” (Swimming with Sharks). Com seis episódios, a minissérie é uma versão feminina do longa de 1995, em que Frank Whaley vivia um jovem e ingênuo assistente de estúdio de Hollywood, que virava o jogo contra seu chefe produtor incrivelmente abusivo, interpretado por Kevin Spacey. Na nova versão, Shipka interpreta uma estagiária da Fountain Pictures, que parece uma ingênua recém-chegada a Hollywood, impressionada com a notória CEO do estúdio. Mas, na verdade, ela fez uma extensa pesquisa sobre sua chefe e não foi por acidente que conseguiu o estágio. À medida que sua obsessão cresce, ela demonstra ser capaz de tudo para se aproximar da produtora poderosa. O papel da chefe do estúdio é vivido pela alemã Diane Kruger (“As Agentes 355”) e o bom elenco também inclui Donald Sutherland (“Jogos Vorazes”), Thomas Dekker (“O Círculo Secreto”), Finn Jones (“Punho de Ferro”), Erica Alexander (“Raio Negro/Black Lightning”), Ross Butler (“Shazam!”) e Gerardo Celasco (“Next”).   | JOE PICKETT | PARAMOUNT+   O neo-western contemporâneo é baseado na obra literária de C.J. Box, que também inspirou a série “Big Sky”. A trama policial rural se passa em Wyoming, nos EUA, e acompanha um guarda florestal – vivido de forma convincente por Michael Dorman (“Patriota”) – que se encontra no meio de uma série de homicídios. Na trama, Joe Pickett, um homem modesto e de princípios inabaláveis, se muda com sua esposa Marybeth (Julianna Guill, de “The Resident”) e suas duas filhas para a pequena cidade de Saddlestring. Ao começar seu novo trabalho como guarda florestal, ele imediatamente enfrenta a resistência da comunidade quando multa o governador por pescar sem licença. O clima piora quando um caçador local aparece morto em sua propriedade, levando Joe e Marybeth a um emaranhado de mistérios e perigos. Criada pelos irmãos Drew Dowdle e John Erick Dowdle (“Waco”), a série já produziu uma 2ª temporada.   | WARRIOR 3 | HBO MAX   Inspirada num projeto antigo do astro Bruce Lee (“Operação Dragão”), a série repleta de ação e artes marciais foi concebido antes do astro morrer subitamente em 1973, aos 32 anos de idade. Os manuscritos que detalhavam a trama acabaram recuperados por sua filha, Shannon Lee (“Operação Águia”), e ganharam roupagem moderna com roteiro de Jonathan Tropper, cocriador da série “Banshee”. A trama acompanha um lutador talentoso, mas moralmente corrupto, na Chinatown de San Francisco durante a segunda metade do século 19. O protagonista é Ah Sahm (Andrew Koji, da série “The Innocents”), um prodígio das artes marciais que chega da China em circunstâncias misteriosas para virar um dos principais integrantes de uma organização criminosa. A série tem produção do cineasta Justin Lin (franquia “Velozes e Furiosos”), que também assinou o piloto da atração, e seu elenco inclui Hoon Lee (“Banshee”), Olivia Cheng (“Deadly Class”), Jason Tobin (“Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio”), Dianne Doan (“Vikings”), Joe Taslim (“Operação Invasão”), Rich Ting (“The Man in the High Castle”), Dean Jagger (“Game of Thrones”), Langley Kirkwood (“Dominion”), Kieran Bew (“Rellik”) e, na 2ª temporada, Chen Tang (“Mulan”).   | TITÃS 4 | NETFLIX   A temporada final homenageia os quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez – que ancoraram a 1ª temporada – , ao narrar a história do Irmão Sangue, um dos mais famosos vilões dos Titãs nos anos 1980. Na produção, o líder religioso carismático é vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”. A princípio relutante, ele se revela aos poucos um psicopata sádico com planos apocalípticos. Mas há mais vilões na trama. Franka Potente (“Identidade Bourne”) vive May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e sacerdotiza de Sangue, Lisa Ambalavanar (“The A List”) interpreta Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra, e Titus Welliver (“Bosch”) aparece como Lex Luthor. Feita para encerrar a série criada por por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a trama também envolve um dilema de Superboy (Joshua Orpin), dividido entre sua aliança com os Titãs e a herança de Luthor, e revela grandes mudanças nos poderes e destinos dos personagens principais, Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter) e Robin/Tim Drake (Jay Lycurgo).   | DELETE | NETFLIX   A produção tailandesa explora os aspectos mais sombrios das relações humanas através da premissa intrigante de um celular misterioso, capaz de fazer pessoas desaparecerem completamente. Criada por Parkpoom Wongpoom, roteirista-diretor do cultuado terror tailandês “Espíritos: A Morte Está ao seu Lado” (Shutter), a série mergulha na dinâmica intrincada das relações, segredos e as profundas consequências que surgem quando se recebe o poder de apagar alguém. O elenco inclui Chutimon Chuengcharoensukying, conhecida por sua participação no sucesso tailandês “Fome de Sucesso” (2023), Nat Kitcharit (“Soco no Estômago”) como um escritor famoso, Ice Natara (“Voice”) como o herdeiro de uma família rica, e ah-Sarika Sartsilpsupa (“A Escola Amaldiçoada”) como uma mulher presa em um casamento controlador. Embora oficialmente seja classificada como uma série de suspense, “Delete” é na verdade um híbrido de gêneros, incorporando elementos de drama, mistério e até mesmo horror, especialmente no final chocante da temporada.   | GRANDES EXPECTATIVAS | STAR+   A série baseada no clássico literário de Charles Dickens, conhecido no Brasil com o título de “Grandes Esperanças”, segue o caminho de “Bridgerton” em sua proposta mais inclusiva, ao trazer atores e atrizes negros interpretando personagens descritos como brancos no livro original. A conhecida história acompanha um órfão chamado Pip a quem foi concedida uma fortuna para que se transforme num cavalheiro. Entretanto, sem saber a origem do dinheiro, ele comete o erro de dar às costas às suas origens humildes, nutrindo uma paixão não correspondida por uma jovem aristocrata fria. A adaptação foi escrita por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”), a produção ficou por conta do ator Tom Hardy (“Venom: Tempo de Carnificina”) e do cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”), e o elenco grandioso reúne Fionn Whitehead (“Dunkirk”), a vencedora do Oscar Olivia Colman (“A Favorita”), Matt Berry (“O Que Fazemos nas Sombras”), Shalom Brune-Franklin (“The Tourist”) e Ashley Thomas (“Eles”).

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  • Filme

    10 filmes: “Nimona”, “O Pacto” e os destaques da semana

    30 de junho de 2023 /

    A animação “Nimona”, da Netflix, e o drama de guerra “O Pacto”, da Prime Video, são os principais lançamentos da semana nas plataformas de streaming por assinatura, enquanto filmes vistos recentemente nas telonas chegam às locadoras digitais – incluindo o fraco “Cavaleiros do Zodíaco”. Ainda há opções cult no Mubi e o excelente thriller “Desaparecida”, do novo gênero screenlife, que desembarca do cinema na HBO Max. Confira 10 novidades da programação para ver em casa.   | NIMONA | NETFLIX   A animação segue uma garota aventureira que cria caos por onde passa com sua capacidade de mudar de forma e se transformar em qualquer bicho. Determinada a se tornar uma das vilãs mais famosas do reino que habita, ela busca parceria com um criminoso acusado de matar a Rainha. O detalhe é que o cavaleiro Ballister Boldheart jura que é inocente e do bem, mas nem seu grande amor acredita. A única pessoa disposta a ajudá-lo a encontrar o verdadeiro culpado é a garota radical. O elenco de vozes destaca Chloë Grace Moretz (“Carrie, A Estranha”) no papel-título e Riz Ahmed (“O Som do Silêncio”) como Ballister. Baseada nos ilustrações que foram febre no Tumblr, “Nimona” foi criada como um webcomic pelo ilustrador ND Stevenson em 2012 e transformado logo depois num best-seller, lançado pela editora HarperCollins em 2015. Inicialmente, a graphic novel seria transformada em filme pela 20th Century Fox Animation (atual 20th Century Animation), mas o projeto foi cancelado quando a Disney adquiriu o estúdio em 2019. A Netflix aproveitou a oportunidade e trouxe a adaptação para seu streaming com os diretores Nick Bruno e Troy Quane, que trabalharam juntos em “Um Espião Animal” (2019).   | O PACTO | AMAZON PRIME VIDEO   O novo filme de ação de Guy Ritchie (“Infiltrado”) leva Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: De Volta para Casa”) para a guerra no Afeganistão. Na trama, o ator vive um soldado que é ferido pelos talibãs e só sobrevive por causa do heroísmo de seu intérprete. Seu personagem é o sargento John Kinley, que em sua última missão no Afeganistão se juntou a um intérprete local chamado Ahmed para fazer um levantamento da região. Quando sua unidade é emboscada durante uma patrulha, Kinley e Ahmed são os únicos sobreviventes. Com combatentes inimigos em perseguição, Ahmed arrisca a própria vida para carregar Kinley ferido, por quilômetros de terreno extenuante, até a segurança. Sentindo uma dívida de vida, o militar pretende enviar passagens para Ahmed e sua família escaparem do talibã. Mas, ao voltar aos EUA, descobre que o tradutor não recebeu o salvo conduto que lhe foi prometido e se encontra visado, em meio à volta do talibã ao poder. Determinado a proteger seu amigo e pagar sua dívida, Kinley retorna sozinho ao pais para resgatar Ahmed e sua família antes que as milícias locais os alcancem primeiro. Ritchie encontrou inspiração para a história após conversar com soldados que combateram no Afeganistão e no Iraque, comovendo-se com suas relações com os intérpretes que arriscaram suas vidas para ajudá-los nas regiões de conflitos. O elenco também destaca Alexander Ludwig (“Vikings”), Antony Starr (“The Boys”), Emily Beecham (“1899”) e Dar Salim (“Caranguejo Negro”) como Ahmed.   | DESAPARECIDA | HBO MAX   Continuação temática de “Buscando…” (2018), o filme usa a mesma abordagem estética, mas apresenta novos personagens e uma mudança na dinâmica da situação: em vez de ser um pai buscando pela filha (como no original), agora é uma filha que investiga o desaparecimento da mãe. Storm Reid (“Euphoria”) passa o final de semana sozinha enquanto sua mãe (Nia Long, de “Como Seria Se…?”) viaja com o namorado. Porém, ao notar o sumiço da mãe e sem ajuda da polícia, a jovem resolve investigar o que aconteceu por contra própria – e tudo pela tela de seu computador. Realizado num formato conhecido como “desktop horror” ou “desktop film”, na qual toda a ação acontece na tela de um computador, “Buscando…” foi um sucesso de público e de crítica, com mais de US$ 75 milhões nas bilheterias e uma avaliação positiva de 92% no Rotten Tomatoes. A sequência foi escrito e dirigido por Nicholas D. Johnson e Will Merrick, que trabalharam como editores no longa de 2018, e atingiu 87% de aprovação.   | O SONHO DE GRETA | MUBI   A comédia ambientada na Austrália dos anos 1970 acompanha Greta Driscoll (Bethany Whitmore, de “Picnic at Hanging Rock”), uma adolescente que no seu primeiro dia em uma nova escola faz amizade com Elliott (Harrison Feldman, de “Upper Middle Bogan”), um nerd com uma grande personalidade, que é rejeitado pelos descolados da turma. O grande conflito do filme se dá quando os pais de Greta decidem fazer uma festa de aniversário de 15 anos para ela, convidando todos os seus colegas de escola, para seu desespero. A festa acaba desencadeando uma série de eventos surrealistas e fantásticos que a transportam para um mundo onde ela encontra criaturas míticas, e enfrenta seus próprios medos e inseguranças sobre o amadurecimento. Marcado por características visuais distintas, que lembram “Napoleon Dinamite”, e uma estética surrealista, a estreia cinematográfica da diretora de teatro australiana Rosemary Myers conquistou a crítica e foi indicado a oito prêmios da Academia Australiana de Cinema, vencendo a categoria de Melhor Figurino.   | GILFRIENDS AND GIRLFRIENDS | MUBI   A comédia romântica lésbica passada em Barcelona faz homenagem à nouvelle vague e, especificamente, ao naturalismo de Éric Rohmer, refletido no título do filme, que remete à “Boyfriends and Girlfriends” de 1987. Além de dirigir, Zaida Carmona estrela a produção como uma personagem com seu próprio nome, que volta para Barcelona com o coração partido após ter sido abandonada pela ex-namorada. Enquanto Zaida se envolve na vida amorosa de suas amigas, o espectador é levado a uma série de encontros e desencontros românticos envolvendo um círculo de amizades lésbicas. Apesar de seu orçamento reduzido e da aparente simplicidade, o romance indie conseguiu captar a atenção da crítica e do público durante sua passagem por diversos festivais de cinema, pela forma descontraída com que lida com a temática do amor e relacionamentos e pela habilidade de Zaida Carmona de entrelaçar a iconografia cinéfila e sáfica.   | MEU VIZINHO ADOLF | VOD*   A comédia sombria traz o veterano ator britânico David Hayman (“Macbeth: Ambição e Guerra”) interpretando Polsky, um imigrante europeu de 70 anos vivendo em um país sul-americano em 1960. Sua vida tranquila é perturbada pela chegada de um misterioso alemão, “Sr. Herzog” (Udo Kier, de “Bacurau”), que ele suspeita ser ninguém menos que o próprio Adolf Hitler. Grande parte do filme gira em torno das tentativas de Polsky de provar a identidade do vizinho de forma bastante farsesca, mantendo o público em suspense sobre a verdade até os momentos finais. Embora a narrativa se desdobre puramente da perspectiva de Polsky, Kier comanda a tela como o enigmático Herzog, oscilando entre um valentão de pavio curto e um homem envelhecido tentando escapar de seu passado turbulento. A direção é do russo Leon Prudovsky (“Five Hours from Paris”).   | PALAVRAS NAS PAREDES DO BANHEIRO | NETFLIX   O drama dirigido por Thor Freudenthal, de “Diário de um Banana” (2010) e “Percy Jackson e o Mar de Monstros” (2013), encaixa-se na tendência mórbida dos romances com adolescentes doentes, que se popularizou após o sucesso de “A Culpa É das Estrelas” (2014). A adaptação do best-seller de Julia Walton acompanha um garoto que descobre sofrer de esquizofrenia. A diferença em relação a outras produções sobre o tema é que o filme traz o ponto de vista do doente, mostrando as visões que o afligem. Além disso, como mencionado, é um romance entre dois atores atraentes, Charlie Plummer (“Espontânea”) e Taylor Russell (“Até os Ossos”).   | TEMPO | STAR+   O terror de M. Night Shyamalan oferece uma premissa instigante, que literalmente morre na praia. Uma praia isolada, cercada por falésias, em que turistas, atraídos pela promessa de uma paisagem única e exclusiva, são aterrorizados por um inesperado envelhecimento em ritmo acelerado. Em poucos minutos, crianças viram jovem adultos, enquanto os pais começam a enrugar e ninguém consegue deixar o local, sofrendo a ação brutal do tempo. O filme é uma adaptação da graphic novel francesa “Sandcastle”, de Pierre Oscar Levy e do artista Frederik Peeters, roteirizada pelo próprio Shyamalan. E tem um grande elenco, formado por Gael Garcia Bernal (“Wasp Network”), Thomasin Mackenzie (“Jojo Rabbit”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Alex Wolff (“Hereditário”), Eliza Scanlen (“Adoráveis Mulheres”), Aaron Pierre (“Krypton”), Embeth Davidtz (“O Espetacular Homem-Aranha”), Abbey Lee (“Lovecraft Country”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”), Emun Elliott (“Fale com as Abelhas”) e Ken Leung (“Inumanos”).   | MAFIA MAMMA – DE REPENTE CRIMINOSA | VOD*   Toni Collette (“Hereditário”) viva uma dona de casa que, após ser traída pelo marido, descobre que seu avô distante morreu e ela precisará assumir os negócios da família: um verdadeiro império da máfia. Com a ajuda de sua assistente de confiança (Monica Bellucci, de “Assassino Sem Rastro”), ela pretende desafiar as expectativas de todos, inclusive as dela própria, ao embarcar em sua empreitada no mundo do crime. Mas faz isso da forma mais atrapalhada do mundo e sem ter nunca visto “O Poderoso Chefão”. A direção é de Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”).   | OS CAVALEIROS DO ZODÍACO – SAINT SEIYA: O COMEÇO | VOD*   Baseado no popular mangá de Masami Kurumada e no anime que foi uma grande febre no Brasil da década de 1990, a trama acompanha jovens recrutados para se tornarem cavaleiros de Atena e defensores da humanidade, com destaque para Seiya, que recebe a Armadura de Pégaso e, ao lado de seus amigos, luta para proteger Saori Kido, a reencarnação da deusa, de seus inimigos. O detalhe é que esta versão live-action é uma produção de orçamento mediano, com efeitos visuais questionáveis e um diretor estreante, o polonês Tomasz Baginski (produtor de “The Witcher”). Para completar, um elenco ocidental se soma às opções problemáticas, destacando Famke Janssen (Jean Grey/Fênix Negra na primeira trilogia de “X-Men”), Sean Bean (“Game of Thrones” e “Expresso do Amanhã”), Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”), Mark Dacascos (“John Wick 3”), Nick Stahl (“O Exterminador do Futuro 3”) e Mackenyu Arata (“Círculo de Fogo: A Revolta”), que vive o protagonista Seiya. Só há um detalhe positivo: as lutas são coreografadas pelo veterano Andy Cheng, que trabalhou como coordenador de dublês de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”.     * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.

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    Netflix divulga trailer de sua primeira animação africana

    29 de junho de 2023 /

    A Netflix divulgou pôster e o primeiro trailer de “Super-Heroínas da Equipe 4”, a primeira série animada africana do streaming. Criada e produzida por Malenga Mulendema, a série acompanha um time de super-heroínas em uma cidade futurística chamada Lusaka, localizada na Zâmbia, país do sul da África. Na prévia repleta de ação, quatro garotas adolescentes são recrutadas por um ex-espião para se tornarem super-heroínas e enfrentarem diversos supervilões. Os inimigos incluem um homem gigante com pernas de metal, uma infestação de insetos, um ciborgue, uma mulher que conduz eletricidade e um crocodilo. Ao longo dos episódios, elas precisam intercalar a vida normal na escola com a luta contra o mal. O elenco de vozes africanas inclui John Kani (“Mistério em Paris”), Pamela Nomvete (“Lockdown”), Zowa Ngwira (“Mpali”), Namisa Mdlalose (“Bypass”), Nancy Sekhokoane (“A Mulher Rei”) e Sparky Xulu (“Headspace”), ao lado dos atores ingleses John McMillan (“A Casa do Dragão”) e Kimani Arthur (“Os Coroas da Goldie”). Vale mencionar que a atração também foi dublada em zulu, uma das línguas oficiais da África do Sul. Já a música tema foi criada por Sampa the Great, rapper e compositora zambiana. A série é uma parceria da Netflix com o estúdio de animação sul-africano Triggerfish e com o Superprod, estúdio da França, ao lado da produtora Cake, especialista em conteúdo infantil de Londres. O time de produtores conta com Anthony Silverston (“Khumba”), Mike Buckland (“Star Wars: Visions”), Tom van Waveren (“Frangos Estelares no Espaço”), Edward Galton (“Angry Birds – Loucuras de Verão”), Amy Keating Rogers (“As Meninas Super-Poderosas”) e Ciara Breslin (“Capitão Sharky”). “Super-Heroínas da Equipe 4” chega no catálogo da Netflix no dia 20 de julho.

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    Atrizes celebram fim das gravações da 3ª temporada de “Bom Dia, Verônica”

    29 de junho de 2023 /

    Tainá Müller e Klara Castanho celebraram nesta quinta-feira (29/6) o fim das gravações da 3ª temporada de “Bom Dia, Verônica”. Nas redes sociais, as atrizes mostraram registros especiais dos bastidores. No Instagram, Tainá mostrou o elenco todo reunido para comemorar o fim das gravações da série exibida na Netflix: “Dump ‘BomDiaVeronica3’. Status: missão cumprida. Tá na lata, agora é esperar lançar para matar a curiosidade. Que jornada!”, ela provocou. O clima de despedida também foi compartilhado por Klara, que publicou vários autorretratos no Instagram e ainda detalhou um pouco mais sobre a última temporada. “Ontem (28/6), encerramos as [gravações] de ‘Bom dia, Verônica’. Intensa e conturbada definem bem a temporada. Já já chega pra vocês, até já”, escreveu a atriz.   Terceira temporada A história da última temporada servirá para resolver os mistérios deixados ao longo da série, que estreou na Netflix em outubro de 2020. Agora, a personagem Verônica, interpretada por Tainá Müller, fará de tudo para descobrir a verdadeira identidade de Doúm – que será interpretado por Rodrigo Santoro (“Wolf Pack”). Além de Santoro, a atriz Maitê Proença também foi adicionada no elenco dos últimos episódios. Outros personagens que passaram pela trama nas temporadas anteriores também voltam, como Victor Prata (Adriano Garib), Glória (Ester Dias), Carol (Liza Del Dala), Lila (Alice Valverde), Paulo (César Mello), Rafael (DJ Amorim) e Lima (Johnnas Oliva). Além disso, Ângela, a personagem de Klara Castanho, vai trabalhar com Verônica para tentar derrubar a organização criminosa de seu pai, Matias (Reynaldo Gianecchini). A 3ª temporada de “Bom dia, Verônica” terá apenas três episódios para concluir a trama. Ainda não há previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tainá Müller (@tainamuller) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)

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