Nova temporada de “Sintonia” estreia em 1º lugar na Netflix
A série brasileira “Sintonia” reafirmou sua popularidade com a estreia da 4ª temporada na terça-feira (25/7). O programa alcançou o topo do ranking das séries mais assistidas na Netflix no Brasil nesta quarta-feira (26/7), superando a sul-coreana “Sorriso Real”. O sucesso não é novidade para a produção. Criada por KondZilla e protagonizada por Jottapê, Christian Malheiros e Bruna Mascarenhas desde 2019, “Sintonia” detém o título de série brasileira mais assistida na Netflix. A produção já figurou por duas semanas no Top 10 global de séries de língua não inglesa da plataforma. A nova temporada traz músicas inéditas, personagens novos e mais ação. Além disso, a dupla Igão e Mítico, do “Podpah”, fazem uma aparição em um dos novos episódios. Em temporadas anteriores, “Sintonia” contou com participações de Kevinho, Alok, Mc Kekel, Dani Russo e Gabi Lopes. Trama da 4ª temporada A 4ª temporada começa no ponto tenso em que o terceiro ano foi interrompido, com o traficante Nando (Christian Malheiros) e os amigos em meio a um fogo cruzado entre policiais e criminosos. No tiroteio que se segue, o funkeiro Doni (Jottapêe) e o próprio Nando são baleados, para desesperado de Rita (Bruna Mascarenhas). Embora tenham sobrevivido, todos sofreram consequências. No caso de Nando, sua esposa é presa pela polícia. Já Doni tem a saúde e a carreira abaladas. Mas nem Rita escapa ilesa, sofrendo forte abalo psicológico, que muda sua visão da vida. O roteirista-chefe da 4ª temporada é Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”). Confira o trailer abaixo.
Diretora de “Barbie” descarta filmar sequência: “Tô Fora”
Apesar do estrondoso sucesso de “Barbie”, que estreou há menos de uma semana nos cinemas ao redor do mundo e já arrecadou mais de R$ 400 milhões, a diretora Greta Gerwig descarta a possibilidade de filmar uma sequência. Em entrevista ao jornal The New York Times, Gerwig afirmou que não tem planos de revisitar o universo da personagem em um “Barbie 2”. A cineasta explicou: “Até agora, isso é tudo que tenho a oferecer. Eu me sinto assim no final de todo filme, que eu nunca vou ter uma nova ideia e que tudo que eu gostaria de ter feito, eu fiz. Eu não quero estragar o sonho de ninguém, mas para mim, no momento, tô fora”. Recepção positiva Gerwig expressou sua gratidão e surpresa com a recepção positiva do público ao seu filme. “Estou tão agradecida. Estou tão surpresa. Estou sem palavras, sério. Tem sido incrível andar por aí e ver as pessoas de rosa. Nunca em meus sonhos mais loucos imaginei algo assim”, disse a diretora. Ela também destacou a satisfação em ver que a mensagem que quis passar com o filme foi bem acolhida. “Eu queria fazer algo anárquico, selvagem, engraçado e catártico. E o fato de que está realmente sendo recebido dessa maneira é meio extraordinário”, afirmou. Estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling, como Barbie Esteotipada e Ken Praia, “Barbie” é um sucesso de público e crítica, com uma média de 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, as projeções da Warner Bros. indicam que o longa pode atingir a marca de R$ 1 bilhão em arrecadação. Diante deste sucesso, o estúdio e a Mattel, fabricante da boneca, planejam produzir mais filmes baseados em seus brinquedos. Novos desafios Apesar de descartar uma sequência para “Barbie”, Greta Gerwig já tem novos projetos em vista. A diretora irá comandar a seguir o reboot de “As Crônicas de Nárnia” na Netflix, uma tarefa que, segundo ela, a deixa apavorada. Vinda do cinema independente, será a primeira vez que trabalhará com efeitos digitais.
“Virgin River” ganha fotos da 5ª temporada, datas de estreia e especiais de fim de ano
A Netflix divulgou as imagens da 5ª temporada da série “Virgin River” e anunciou que os episódios serão lançados em duas partes. A primeira parte, que inclui os primeiros 10 episódios da temporada, chegará à plataforma de streaming em 7 de setembro, enquanto a segunda, que contará com dois episódios especiais de fim de ano, será lançada em 30 de novembro. Criada por Sue Tenney (que também criou “A Bruxa do Bem” e escreveu “Sétimo Céu”), a série conta a história de Mel Monroe (Alexandra Breckenridge), uma jovem que vai trabalhar como parteira e enfermeira na cidade-título do seriado. Em pouco tempo, ela se adapta ao novo lar e se reconcilia consigo mesma, e neste processo encontra o amor com um morador local, Jack (Martin Henderson). Mas como essa novela tem que durar vários capítulos, esse amor é marcado por inevitáveis idas e vindas, além de um grande elenco de apoio, com seus próprios dilemas. Novidades da temporada A 5ª temporada promete trazer novos relacionamentos surpreendentes, um rompimento chocante, um julgamento judicial difícil, uma despedida emocionante e um incêndio florestal que ameaça a cidade. Além disso, questões de maternidade levam Mel a tomar uma grande decisão sobre seu futuro na clínica, enquanto sua gravidez inesperadamente desperta uma conexão emocional com seu passado. Para provar ainda mais a si mesmo para Mel, Jack enfrentará algumas confrontações há muito esperadas – com seus próprios demônios e, claro, com Charmaine (Lauren Hammersley). Enquanto isso, à medida que as respectivas deficiências de Doc (Tim Matheson) e Hope (Annette O’Toole) colocam suas identidades em questão, o médico e a prefeita devem encontrar consolo em sua comunidade, em sua nova família jovem e um no outro. Além disso, Kandyse McClure (“Battlestar Galactica”) se junta ao elenco principal nesta temporada.
“Rainha Charlotte” vira 10ª série mais vista da Netflix em todos os tempos
A série “Rainha Charlotte” entrou na lista das 10 séries em inglês mais assistidas da Netflix em todos os tempos, com 80,3 milhões de visualizações até o momento. O prólogo de “Bridgerton” estreou em 4 de maio e acumulou 520 milhões de horas assistidas no Top 10 histórico da Netflix, substituindo “Bem-Vindos à Vizinhança” em 10º lugar. A ascensão de “Rainha Charlotte” só foi possível porque a Netflix ajustou suas métricas de audiência em junho, estendendo sua janela de medição de 28 dias para 91 dias. Isto deu à série tempo suficiente para entrar na lista das mais populares. Apesar disso, a quantidade de visualizações que a produção recebeu durante a semana de 17 a 23 de julho, que a impulsionou para essa posição, não é conhecida, já que a Netflix só divulga os números de audiência para os 10 programas mais assistidos a cada semana. A série não aparecia no Top 10 semanal desde junho. Outros destaques da semana Na relação semanal, a estreia da 3ª temporada do drama novelesco “Doces Magnólias” assumiu o 1º lugar, superando a 2ª temporada de “O Poder e a Lei”, líder da semana passada. A diferença, porém, é muito pequena, já que ambas estão com 4,6 milhões de visualizações no ranking. Muito próximo das duas, a parte 1 da 3ª temporada de “The Witcher” completa o pódio com 4,2 milhões de views. Entre os filmes, “Bird Box Barcelona” foi o título não inglês mais assistido da Netflix pela segunda semana consecutiva, com 19 milhões de visualizações, superando a audiência de todos os demais na plataforma entre os dias 17 e 23 de julho. Com menos impacto, a estreia de “Clonaram Tyrone!” entrou na lista dos filmes em inglês em 3º lugar, com 6,3 milhões de visualizações. A comédia sci-fi estrelada por John Boyega, Teyonah Parris e Jamie Foxx ficou atrás do documentário “Explorando o Desconhecido: Caverna de Ossos” (6,5 milhões) e a comédia “Meus Sogros Tão pro Crime” (12,1 milhões).
Festival de Veneza aposta em polêmicas com filmes de Polanski e Woody Allen
O 80º Festival de Veneza, que ocorrerá de 30 de agosto a 9 de setembro, anunciou uma seleção de filmes que promete atrair a atenção internacional, mas também gerar controvérsias. Entre os filmes selecionados estão obras de diretores que foram recentemente “cancelados” por denúncias de abusos sexuais: Roman Polanski, Woody Allen e Luc Besson. Diretores polêmicos Polanski, que fugiu dos EUA em 1978 após ser condenado por agressão sexual a uma adolescente, apresentará seu novo filme, “The Palace”, fora da competição. Woody Allen traz “Coup de Chance”, e Luc Besson estreará “DogMan” na competição. Todos os três cineastas foram alvo de alegações de abuso e, no contexto do movimento #MeToo, de campanhas de cancelamento online. No entanto, apenas Polanski foi acusado formalmente de um crime. Woody Allen foi considerado inocente das alegações de abuso de sua filha adotiva nos anos 1990 e os tribunais franceses rejeitaram repetidamente as acusações contra Besson, inclusive recentemente descartando um caso envolvendo uma suposta agressão a uma atriz belga. Alberto Barbera, diretor do festival, defendeu a escolha de incluir Polanski na programação oficial. “O caso Polanski [tem sido] debatido há 50 anos. Não entendo por que não se pode distinguir entre as responsabilidades do homem e as do artista”, disse ele. “Polanski tem 90 anos, é um dos poucos mestres em atividade, fez um filme extraordinário… Pode ser o último filme de sua carreira, embora eu espero que ele faça como [Joaquim] de Oliveira, que fez filmes até os 105 anos. Eu me posiciono firmemente entre aqueles que no debate distinguem [entre] a responsabilidade do homem e a do artista.” Filmes descancelados “The Palace”, de Polanski, é descrito como uma comédia negra ambientada em um luxuoso hotel suíço na véspera de Ano Novo em 1999. O elenco inclui John Cleese, Luca Barbareschi, Oliver Masucci, Fanny Ardant e Mickey Rourke. Já “Coup de Chance”, de Allen, é o primeiro filme do diretor em francês. Nos últimos anos, Allen encontrou dificuldades para garantir financiamento nos EUA para seus filmes, após as alegações de abuso de sua filha adotiva, Dylan Farrow, ressurgirem na era pós-#MeToo. No entanto, distribuidores europeus continuaram a apoiá-lo. O novo filme, que será lançado na França em 27 de setembro, inclui um elenco de estrelas francesas, incluindo Lou de Laage, Valerie Lemercier, Melvil Poupaud e Niels Schneider. “DogMan”, de Besson, marca o retorno do diretor ao cinema, após se afastar por quatro anos para lidar com acusações de assédio e estupro. O drama, que traz Caleb Landry Jones como um jovem marcado pela vida, que encontra sua salvação através do amor por seus cães, foi um sucesso de pré-vendas para a Kinology no European Film Market em Berlim em fevereiro, vendendo seus direitos de exibição para quase todo o mundo. Cinema brasileiro A programação do Festival de Veneza também exibe o longa-metragem brasileiro “Sem Coração”, que fará sua estreia mundial na mostra paralela Horizonte. O filme é uma coprodução oficial entre Brasil, França e Itália, dirigido e escrito por Nara Normande e Tião, e produzido por Emilie Lesclaux, Kleber Mendonça Filho (Cinemascópio), Justin Pechberty, Damien Megherbi (Les Valseurs), Nadia Trevisan, Alberto Fasulo (Itália) e pela Vitrine Filmes. “Sem Coração” se passa no verão de 1996, no litoral de Alagoas, e acompanha Tamara, que está aproveitando suas últimas semanas na vila pesqueira onde mora antes de partir para estudar em Brasília. Ela ouve falar de uma adolescente apelidada de “Sem Coração” por causa de uma cicatriz que tem no peito. Ao longo do verão, Tamara sente uma atração crescente por essa menina misteriosa. O filme foi rodado em locações no litoral de Alagoas, entre setembro e outubro de 2022. Presença de grandes cineastas Outros destaques do festival são “The Killer”, de David Fincher, que traz Michael Fassbender como um assassino frio que começa a desenvolver uma consciência, e “Maestro”, de Bradley Cooper, um drama sobre o grande maestro Leonard Bernstein. Ambos são lançamentos da Netflix, que também está competindo pelo Leão do Ouro com “El Conde”, do chileno Pablo Larrain, que retrata o ditador Augusto Pinochet como um vampiro. A lista de cineastas americanos ainda inclui Ava DuVernay, que traz “Origin”, sobre o sistema de hierarquia que moldou os EUA, Sofia Coppola, que apresenta a cinebiografia “Priscilla”, cinebiografia de Priscilla Presley, e Michael Mann, que entra na disputa com o drama de corrida “Ferrari”, com Adam Driver no papel de Enzo Ferrari, o fundador da famosa marca de carros. O festival também mostrará a estreia do diretor mexicano Michel Franco em inglês, com “Memory”, um filme ambientado em Nova York e estrelado por Jessica Chastain e Peter Sarsgaard, além de novos filmes do diretor japonês de “Drive My Car”, Ryûsuke Hamaguchi, chamado “Evil Does Not Exist”, e do grego Yorgos Lanthimos, a ficção científica surrealista “Poor Things”, estrelado por Emma Stone. Seleção europeia A Itália também marca forte presença com seis títulos na competição, liderados pelo filme de abertura “Comandante”, um épico anti-guerra ambicioso estrelado pelo ator italiano Pierfrancesco Favino. Outros destaques italianos incluem “Io Capitano”, de Matteo Garrone, sobre a jornada homérica de dois jovens africanos que deixam Dakar para chegar à Europa, e “Finalmente L’alba”, de Saverio Costanzo, ambientado na Cinecittà durante os anos 1950, quando as famosas instalações de cinema eram conhecidas como a “Hollywood no Tibre”. Da França, vem o já mencionado “Dogman”, de Luc Besson, e “The Beast”, uma sci-fi de Bertrand Bonello que traz Léa Seydoux como uma jovem atormentada que decide purificar seu DNA em uma máquina, que a levará em uma jornada por uma série de vidas passadas. Outros filmes notáveis incluem os poloneses “The Green Border”, de Agnieszka Holland, sobre a crise humanitária desencadeada pelo presidente bielorrusso Lukaschenko, que em 2021 abriu a fronteira da Bielorrússia com a Polônia para migrantes, e “Kobieta Z”, da dupla de diretores Małgorzata Szumowska e Michał Englert. O Festival de Veneza de 2023 acontecerá de 30 de agosto a 9 de setembro.
Heartstopper: Charlie e Nick viajam a Paris no trailer da 2ª temporada
A Netflix revelou o trailer completo da 2ª temporada de “Heartstopper”. A prévia mostra Charlie (Joe Locke) e Nick (Kit Connor) apaixonados no cenário mais romântico do mundo: Paris. O casal adolescente embarca rumo à França durante um passeio da escola com os colegas de aula. Mas embora tudo esteja ótimo entre eles, Nick segue relutando em se assumir gay para a família e pessoas próximas. A situação alimenta o drama dos novos episódios da série, que acompanha o romance do doce e inseguro Charlie e do popular jogador de rugby Nick, estudantes que se conhecem e se apaixonam no colégio. A série também conta com a participação da ganhadora do Oscar Olivia Colman (“A Favorita”), além dos novatos Yasmin Finney, William Gao, Sebastian Croft, Corinna Brown e Kizzy Edgell, que somam talento e hormônios adolescentes à trama. Origem da série Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAPN+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A adaptação é escrita pela própria Oseman e já foi renovada para uma 3ª temporada mesmo antes da estreia do segundo ano – que está marcada para 2 de agosto.
The Witcher: Final da 3ª temporada ganha trailer repleto de lutas
A Netflix divulgou um novo trailer da parte 2 da 3ª temporada de “The Witcher”, que marca a despedida de Henry Cavill (“O Homem de Aço”) do papel de Geralt de Rivia. A prévia traz o protagonista da série lutando por sua vida, enquanto seus aliados são cercados por inimigos. O trailer também indica que muitos personagens morreram no confronto em Aretusa, que foi interrompido pela divisão da temporada em duas partes. De fato, os próximos capítulos adaptam algumas das páginas mais sangrentas da saga literária do escritor polonês Andrzej Sapkowski, iniciando com um massacre de feiticeiros. Vários personagens encontram a morte, enquanto Geralt tenta salvar sua protegida Siri (Freya Allan) e sua amada Yennefer (Anya Chalotra) do maior ato de traição do Continente. Entretanto, sobreviver se torna cada vez mais difícil, conforme os agentes do Império Nilfgaardiano fecham o cerco, levando a uma luta de vida ou morte – que abre caminho para a substituição de Henry Cavill na produção. Despedida de Henry Cavill Os próximos episódios da atração da Netflix serão os últimos em que Henry Cavill encarna o papel de Geralt de Rívia, que passará a ser vivido por Liam Hemsworth (de “Jogos Mortais”) a partir do próximo ano. A decisão de sair da série foi tomada em outubro passado, quando o ator publicou um texto no Instagram sobre o fim de sua participação. “Minha jornada como Geralt de Rivia foi repleta de monstros e aventuras e, infelizmente, deixarei meu medalhão e minhas espadas para a 4ª temporada”, escreveu Cavill. “Em meu lugar, o fantástico Sr. Liam Hemsworth assumirá o manto. Tal como acontece com os maiores personagens literários, passo a tocha com reverência pelo tempo gasto interpretando Geralt e entusiasmado para ver Liam como este homem fascinante e cheio de nuances”. “Liam, esse personagem tem uma profundidade muito maravilhosa. Aproveite para mergulhar e ver o que você pode encontrar”, acrescentou o ator. A parte final da 3ª temporada estreia na quinta-feira (27/7).
One Piece: Novo trailer da série da Netflix replica detalhes do mangá e do anime
A Netflix divulgou o novo trailer da adaptação live-action do mangá “One Piece”. A prévia detalha vários aspectos do mangá e do anime, desde premissa da trama, a formação dos Chapéus de Palha, a bandeira do barco e o enfrentamento com alguns vilões. Além disso, reforça que, apesar de ser estrelada por atores reais, a produção mantém as liberdades visuais dos animes, com nas cenas em que a boca e o pé de Luffy se estendem mais que num desenho animado do Pica-Pau. A trama dos quadrinhos de Eiichiro Oda, publicados desde 1997 no Japão e que gerou um anime com mais de 900 episódios, gira em torno de uma caça ao tesouro de piratas. Quando estava para ser executado, o lendário Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Os protagonistas são um grupo desses aventureiros, os Piratas de Chapéu de Palha, liderado por Monkey D. Luffy, que além buscar o tesouro também quer se consagrar como o rei dos piratas. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Desenvolvida pelos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”) e Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”), a série estreia em 31 de agosto.
Netflix aumenta lucros com fim de senhas compartilhadas, anúncios e greves de Hollywood
A Netflix declarou ter aumentado lucros e elevado o número de assinantes da plataforma no 2º trimestre de 2023. O streaming relatou na quarta-feira (19/7) um lucro líquido de US$ 1,8 bilhão no trimestre, um aumento de 3,3% em relação ao mesmo período do ano passado. O número superou as expectativas da empresa, que previa no máximo um lucro de US$ 1,5 bilhão. O aumento foi obtido graças à aquisição de 5,9 milhões de assinantes novos, resultando num total de 238,4 milhões membros ao redor do mundo. Senhas compartilhadas O crescimento foi consequência de algumas mudanças recém-implementadas. Uma delas é a cobrança por senhas compartilhadas. Segundo a Netflix, a mudança não diminuiu o número de assinantes da plataforma, como muitos apontavam nas redes sociais. Pelo contrário. Aplicada no Brasil desde maio, a estratégia torna uma conta da Netflix limitada a apenas os moradores de um único domicílio, impondo um pagamento adicional para usuários fora de casa. Isso força quem quiser compartilhar a senha a pagar mais – ou então fazer o agregado a abrir sua própria conta individual. Muitos dos novos assinantes podem ter surgido a partir desse impasse. Propaganda Além da nova tática, a empresa também notou os efeitos dos seus planos de assinatura com propagandas, implementados desde o final de 2022. Como uma opção mais barata, os novos planos trazem anúncios publicitários antes e durante a reprodução de conteúdos, e geram lucro duplo, com assinantes e anunciantes. Com o resultado positivo, a Netflix decidiu encerrar os planos básicos de assinatura sem propagandas nos Estados Unidos e no Reino Unido no início desta semana. Dessa forma, a plataforma obriga os usuários que preferem assistir séries e filmes sem comerciais a assinarem um plano mais caro. “Construir um negócio de anúncios do zero não é fácil e temos muito trabalho pela frente, mas temos confiança de que, ao longo do tempo, podemos desenvolver a publicidade em uma fonte de receita incremental de bilhões de dólares”, declara o relatório da empresa. Concorrência O triunfo da Netflix acontece no momento em que seus principais concorrentes, como Disney, Paramount e Warner Bros. Discovery, registraram prejuízos e buscam alternativas para rentabilizar seus próprios serviços de streaming. Enquanto a Netflix buscou soluções na cobrança das senhas e nos planos com propagandas, a Disney+ optou por retirar títulos do seu catálogo e cortar o investimento em produções. Já a Max começou a vender seu conteúdo para outras plataformas – como a própria Netflix. “Embora o streaming seja extremamente competitivo, mostramos que, com uma execução forte e foco, ele pode ser um ótimo negócio”, declarou Greg Peters, co-CEO da Netflix. “Acho que você está absolutamente certo de que o mercado em geral está fraco, mas agora nos beneficiamos por sermos relativamente pequenos”. Divulgação da audiência Outro aspecto apontado pelo relatório foi como a forma de divulgação de dados de visualização dos títulos, com o Top 10 na própria plataforma, aumenta o engajamento do streaming com o publico – e com o mercado. Em paralelo, o fluxo contínuo de novos filmes e séries também colabora com essa dinâmica. “Acreditamos que compartilhar esses dados de engajamento regularmente ajuda os talentos e a indústria em geral a entenderem o que é o sucesso na Netflix – e esperamos que outros serviços de streaming se tornem mais transparentes sobre o engajamento em seus serviços ao longo do tempo”, acrescentou o executivo. Greves Com o relatório, a Netflix foi o primeiro estúdio de Hollywood a divulgar ganhos em meio às greves dos atores e roteiristas. Os dois movimentos foram resultados de faltas de acordos dos sindicatos (SAG para os atores e WGA para os roteiristas) com a Aliança de Produtores de Cinema e Televisão (AMPTP), que reúne grandes estúdios como Amazon, Apple, Disney, Warner, NBC Universal, Paramount, Sony e também a Netflix. Com a paralisação nas produções, o streaming ainda aumentou sua estimativa de fluxo de caixa livre – métrica usada para avaliar quanto dinheiro resta para uma empresa após cumprir todas as obrigações financeiras. Com a diminuição dos gastos com o conteúdo, a empresa acrescentou US$ 1,5 bilhão economizados, resultando em US$ 5 bilhões para o ano inteiro. Durante um pronunciamento nesta quarta-feira (19/7), o co-CEO do streaming, Ted Sarandos, comentou o posicionamento da empresa sobre a situação. “Deixe-me começar deixando algo absolutamente claro: esta greve não é um resultado que desejávamos”, defendeu. “Fazemos acordos o tempo todo, estamos constantemente negociando com roteiristas, diretores, atores, produtores e todos os envolvidos na indústria. E realmente esperávamos chegar a um acordo agora”. “Ninguém aqui, ninguém dentro da AMPTP e tenho certeza que ninguém no SAG ou no WGA levou isso de forma leviana”, acrescentou. “Temos muito trabalho a fazer. Existem algumas questões complicadas. Estamos totalmente comprometidos em chegar a um acordo o mais rápido possível, um acordo que seja equitativo e que permita à indústria e a todos nela avançarem para o futuro”.
Elite: Netflix confirma retorno de personagem “clássica” para 8ª temporada
A Netflix oficializou a renovação de “Elite” para uma 8ª temporada nesta quarta-feira (19/7). Com isso, a produção espanhola se tornou a primeira série live-action original da plataforma a atingir 8 temporadas, superando “Orange is the New Black” e “Grace & Frankie”, que tiveram 7. Mas esta não é a única novidade. A Netflix também revelou que o novo ano do drama adolescente será marcado pelo retorno da atriz Mina el Hammani, que deu vida a Nadia – uma das principais protagonistas até a 3ª temporada. Entretanto, o streaming não comentou sobre um possível encerramento da série. No início do mês, o jornal espanhol El Diário havia confirmado que a 8ª temporada da atração espanhola seria a última. Segundo o veículo, a Netflix deveria oficializar o final da série após o lançamento da 7ª temporada em outubro. Além disso, o jornal já havia relatado a volta – agora confirmada – de Mina el Hammani como Nadia – , adicionando também o ator Omar Ayuso, intérprete de seu irmão, na lista de retornos. A última aparição de Nadia foi na 3ª temporada, quando se muda para Nova York após conseguir uma bolsa de estudos na Universidade Columbia. Na ocasião, ela e Guzmán (Miguel Bernardeau) decidem manter o relacionamento à distância, que acaba não funcionando. Os dois terminam o namoro, mesmo admitindo que continuam gostando um do outro. Novos personagens Para o oitavo ano, o elenco ganha adição de novos rostos, como os atores Ane Rot (“Killer Book Club”) e Nuno Gallego (“UPA Next”). A produção da 8ª temporada tem previsão para começar no próximo mês de agosto, pouco antes do 7º ano chegar ao catálogo da Netflix. O oitavo ano continua com o elenco formado por Valentina Zenere, André Lamoglia, Carmen Arrufat, Álex Pastrana, Álvaro de Juana, Ander Puig, Ana Bokesa, Mirela Balić, Gleb Abrosimov, Fernando Líndez, Alejandro Albarracín, Iván Mendes e Maribel Verdú. 7ª temporada com Anitta Lançada em 2018, a série conquistou o público pelo drama com investigações criminais e cenas de sexo entre adolescentes. Diante do sucesso, a atração se tornou a série espanhola mais longa da Netflix, com 48 episódios no decorrer das seis temporadas já lançadas. Recentemente, a 7ª temporada ganhou um teaser com a participação da cantora Anitta, que fará aparições na nova leva de episódios. Durante uma entrevista à rádio Los 40, da Espanha, a artista desmentiu os rumores de que estaria interpretando uma adolescente na trama, esclarecendo que, na verdade, dará vida a uma nova professora no colégio Las Encinas. “Já tenho 30 anos (risos). Já tô velhinha para ser aluna”, revelou. “Mas minha personagem é muito séria, incrível. Gostei, porque queria muito a oportunidade de aprender enquanto fazia um trabalho grande, incrível como ‘Elite’. Já era fã da série”. A 7ª temporada de “Elite” chega na Netflix no dia 20 de outubro e ainda não há previsão para o lançamento da 8ª.
Mestres do Universo: Netflix desiste de filme do He-Man
A Netflix desistiu de produzir a nova adaptação live-action de “Mestres do Universo”. Segundo reportagem da Variety, a plataforma cancelou a pré-produção do filme, que já havia escalado Kyle Allen (“Amor, Sublime Amor”) como He-Man. Fontes revelaram à publicação que o streaming já havia gasto cerca de US$ 30 milhões com os custos do desenvolvimento, mas há versões que afirmam que os gastos totais chegam ao dobro desse valor. O longa estava em pré-produção há mais de um ano pela Netflix em parceria com a Mattel, empresa detentora dos brinquedos da franquia. Na última atualização, o orçamento do filme ultrapassava US$ 200 milhões, com as filmagens programadas para começa em fevereiro. Entretanto, uma queda nas ações da Netflix teria feito a plataforma voltar atrás. A empresa líder do streaming perdeu cerca de US$ 50 bilhões no ano passado. Com isso, o longa dirigido pelos irmãos Aaron e Adam Nee (“Cidade Perdida”) foi suspenso. Uma fonte ainda afirma que a equipe do filme tentou negociar com a Netflix a possibilidade de gravar uma sequência logo em seguida para compensar os custos altos da produção. O streaming não aceitou a proposta e decidiu cancelar a adaptação. Produção tumultuada A adaptação de “Mestres do Universo” enfrenta uma jornada cheia de obstáculos para sair do papel. Ao longo dos anos, o filme passou pelas mãos dos estúdios da Warner Bros. e da Sony Pictures, antes de chegar a Netflix. Em 2019, o estúdio chegou a anunciar o ator Noah Centineo (“Adão Negro”) como protagonista para assumir o manto do He-Man. Com o passar do tempo, a produção não parecia andar para frente e o ator revelou que desistiu do projeto durante uma entrevista ao “The Tonight Show” em 2021. Segundo a Variety, a Netflix teria comprado os direitos do filme por US$ 30 milhões da Sony nesta época – quando a empresa estava procurando investir em grandes franquias cinematográficas para competir com a Disney no streaming. Com a desistência da Netflix, a Mattel tenta negociar com outro estúdio. Em seu levantamento, a Variety diz que a Universal Pictures já foi abordada e rejeitou o projeto. Era de ouro de He-Man Originalmente, “Mestres do Universo” era uma linha de bonecos da Mattel, focada em fantasia, lançada em 1982. Acabou se tornando desenho animado e ganhou até um spin-off, centrado na irmã do He-Man, She-Ra. Ambos tiveram muito sucesso nas manhãs da TV Globo nos anos 1980. Esta popularidade rendeu um primeiro – e até hoje único – longa em 1987, em que Dolph Lundgren (“Mercenários”) viveu He-Man e Frank Langella (“Frost/Nixon”) foi o vilão Esqueleto. Graças aos efeitos precários e resultado discutível, “Mestres do Universo” é mais lembrado atualmente por ter lançado a carreira da atriz Courteney Cox (de “Friends”). E por ter sido dirigido por um suposto pedófilo, denunciado por oito ex-atores mirins. Por conta do fracasso do primeiro filme, o reboot habita o limbo conhecido como “produção em desenvolvimento” há 15 anos, período pelo qual passou por várias configurações. A pilha das páginas escritas para roteiros já descartados do longa inclui textos de Terry Rossio (“O Cavaleiro Solitário”), Alex Litvak (“Predadores”), Michael Finch (“Hitman: Agente 47”), Art Marcum e Matt Holloway (“Homem de Ferro”) e Jeff Wadlow (“Kick-Ass 2”), que ainda tinha a pretensão de dirigir o longa. Nos últimos anos, He-Man e She-Ra foram revividos em séries animadas da Netflix.
“O Poder e a Lei” supera “The Witcher” na liderança da Netflix
O drama jurídico “O Poder e a Lei” finalmente conquistou o 1º lugar no ranking das séries em inglês mais vistas na Netflix. Desde o lançamento da primeira parte da 2ª temporada, no dia 6 de julho, a atração não conseguia desbancar a 3ª temporada de “The Witcher” – até agora. Com 8,3 milhões de visualizações, os novos episódios de “O Poder e a Lei” dominaram a lista desta semana. Vale mencionar que a Parte 2 da temporada tem lançamento marcada para o dia 3 de agosto. Diante do sucesso, a 1ª temporada da série também retornou ao ranking no 5º lugar, com 3,4 milhões de visualizações. Enfrentando sua primeira queda desde a estreia no dia 29 de junho, a 3ª temporada de “The Witcher” registrou 6,7 milhões de visualizações. Os novos episódios fazem parte da primeira parcela do novo ano, enquanto o restante da temporada chega no catálogo na próxima quinta-feira (27/7). Já o 3º lugar foi ocupado pela série sul-africana “Desejo Fatal”, com 6,6 milhões de visualizações. Baseada no drama mexicano “Desejo Sombrio”, a trama é um thriller erótico sobre uma professora casada que fez sua estreia no streaming no dia 7 de julho. O restante do ranking das séries é ocupado pela 1ª temporada da comédia “Sobrevivendo em Grande Estilo” (3,7 milhões), a série documental “Quarterback” (3,3 milhões), a 5ª temporada do reality “Brincando com Fogo” (2,8 milhões), a 2ª temporada da competição culinária “Isso é um Bolo?” (2,6 milhões), a estreante “Minha Casa Repaginada” (2,6 milhões) e a 2ª temporada da animação “Sonic Prime” (2,4 milhões). Filmes mais vistos No universo dos filmes, o principal lançamento da plataforma na semana, “Bird Box Barcelona”, abriu em 1º lugar na lista dos títulos não falados em inglês. A produção espanhola teve 16,3 milhões de visualizações. Ficou à frente da comédia alemã “O Cheiro do Ouro” (6,2 milhões) e da aventura polonesa “Sr. Carrinho e os Cavaleiros Templários” (4,2 milhões). Entre as produções em inglês, a comédia de ação “Meus Sogros Tão pro Crime” seguiu no topo pela segunda semana. O longa estrelado por Adam Devine, Nina Dobrev, Ellen Barkin e Pierce Brosnan reuniu mais 28,6 milhões de visualizações. O Top 3 dos filmes em inglês incluiu duas obras licenciadas de outros estúdios. O 2º lugar foi ocupado por “65 – Ameaça Pré-Histórica” (2023), sci-fi estrelada por Adam Driver, com 6,8 milhões de visualizações, enquanto a 3ª posição trouxe a animação aclamada “Gato de Botas 2: O Último Pedido”, com 5,5 milhões de visualizações na última semana. O ranking ainda conta com duas produções da Netflix, “Resgate 2” (5,2 milhões) e a animação “Nimona” (4,7 milhões) para fechar o Top 5. Confira abaixo os trailers das cinco séries em inglês mais vistas da semana na Netflix. 1 | O PODER E A LEI 2 | NETFLIX 2 | THE WITCHER 3 | NETFLIX 3 | DESEJO FATAL | NETFLIX 4 | SOBREVIVENDO EM GRANDE ESTILO | NETFLIX 5 | QUARTERBACK | NETFLIX
Lindsay Lohan deu a luz ao seu primeiro filho
A atriz Lindsay Lohan (“Uma Quedinha de Natal”) deu à luz ao seu primeiro filho com o executivo Bader Shammas. A notícia foi confirmada por um representante da atriz de “Meninas Malvadas” (2004) e “Operação Cupido” (1998) ao The Hollywood Reporter nesta segunda-feira (17/7). “A família está nas nuvens de tanto amor”, afirmou o assessor no comunicado. O bebê chamado Luai nasceu em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, onde o casal vive atualmente. O nome tem origem árabe e significa “escudo”. Entretanto, o representante não especificou a data de nascimento oficial do bebê. Casamento O casal deu início ao relacionamento em 2020 e foi paixão fulminante. Eles anunciaram o noivado em novembro do ano seguinte, casando-se em abril de 2022. A atriz anunciou a gravidez em abril passado, ao compartilhar a imagem de um macacão de bebê estampado com a frase “chegando em breve”. “Somos abençoados e animados”, comemorou na legenda da publicação no Instagram. Recentemente, ela falou sobre a experiência com a maternidade em entrevista à revista Allure. “Mal posso esperar para ver qual é o sentimento e como é ser apenas uma mãe. São lágrimas de felicidade. Isso é apenas quem eu sou. Embora agora, provavelmente seja a emoção do bebê”, disse emocionada. Antes da gravidez, a atriz fechou um contrato de três filmes com a Netflix. O primeiro deles foi “Uma Quedinha de Natal” (2022), enquanto o segundo será “Irish Wish”, que deve estrear entre 2023 e 2024 no streaming. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lindsay Lohan (@lindsaylohan)












