Show de The Weeknd no Super Bowl vai ganhar documentário
A elogiada apresentação de The Weeknd no intervalo da 55ª edição do Super Bowl vai ganhar documentário. O show de 14 minutos, realizado no palco do Raymond James Stadium, em Tampa Bay, na Flórida, vai crescer num longa-metragem de mais de 90 minutos, que terá exibição no canal pago americano Showtime. Intitulado “The Show”, o filme vai revelar os bastidores da performance de domingo passado (7/2), cuja encenação custou algo em torno de US$ 7 milhões. A produção tem apoio comercial da Pepsi, uma das patrocinadoras do Super Bowl. A ideia, segundo o vice-presidente de marketing da empresa, Todd Kaplan, é mostrar aos espectadores como foi feito o maior show do ano, que precisou superar as limitações impostas pela pandemia de coronavírus. “A pressão para entregar uma performance icônica, memorável e divertida é sentida pelo artista e pelas pessoas nos bastidores. Com o novo documentário, levaremos os fãs a uma jornada emocionante sobre o que é necessário para fazer o maior show do ano – com a complexidade adicional de fazê-lo em meio a uma pandemia global”, contou o executivo, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia para a atração, que não tem transmissão assegurada no Brasil. Enquanto isso, reveja abaixo (ou descubra pela primeira vez) a performance icônica do cantor canadense no Super Bowl de 2021.
Noites Tropicais: Memórias musicais de Nelson Motta vão virar série
O célebre livro “Noites Tropicais”, em que o jornalista Nelson Motta traça suas memórias, vai virar série. Na obra lançada em 2000, Motta conta suas aventuras e desventuras no mundo da música brasileira como um Forest Gump tropical, que esteve presente em momentos chaves do final dos anos 1950 até o início da década de 1990. Por suas páginas, desfilam figuras como Vinícius de Moraes, João Gilberto, Roberto Carlos, Chico Buarque, Elis Regina, Rita Lee e Tim Maia (responsável pelos melhores trechos), além de muitos, mas muitos outros. Os direitos da obra foram adquiridos pela Delicatessen Filmes e, além de vir junto como produtor associado, Nelson também vai colaborar no roteiro. A coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mencionou uma “primeira temporada” de oito episódios, sugerindo que o projeto pode se estender por vários anos de exibição. Mas a partir da década de 1980, quando comandou o programa “Mocidade Independente” na Band, a diferença de gerações levou o escritor a cometer algumas gafes (que precisam de revisão na adaptação), como subestimar a importância da banda Ira! Ainda não foi divulgado qual canal ou plataforma exibirá a série. Nelson Motta também está envolvido no roteiro de uma cinebiografia da cantora Rita Lee, anunciada há exatamente três anos.
Polícia persegue Ozzy Osbourne e Post Malone em clipe animado
O veterano cantor de rock Ozzy Osbourne lançou um clipe animado para a música “It’s a Raid”, parceria com Post Malone. O título é a primeira frase de Ozzy no desenho dirigido por Patrick Pope, que acompanha os dois cantores fugindo de uma batida policial (“raid”, em inglês). Após se verem cercados no quarto de motel em que consomem drogas, eles passam o clipe acelerando num carro, em fuga de viaturas, até serem encurralados. O final tem Ozzy (em versão jovem, além de animada) xingando todo mundo. A história de “It’s a Raid” teria sido inspirada por fatos reais. Pelo menos foi o que Ozzy contou em uma entrevista recente à rádio SiriusXM, dos Estados Unidos. “Estava sentado lá, em Bel Air [Los Angeles], o sol brilhava. Tinha cocaína à mão, bebidas. E eu pensava: ‘F*-se, eu consegui chegar até aqui!’. Estava muito quente. Vi aqueles botões na parede e pensei serem do ar condicionado. Apertei o botão e em cinco minutos, quatro ou cinco carros da política chegaram berrando na porta da casa.” Em outras palavras. Ozzy acionou o alarme da casa em vez de ligar o ar condicionado. “Então, eu e um roadie pegamos uma tigela enorme de cocaína e a maconha que tínhamos e nos escondemos no banheiro. Ficava pensando que não deveria jogar isso fora. Tive cocaína saindo pelas minhas orelhas! Não dormi por quatro dias depois disso.” No clipe, Ozzy não se esconde, mas foge acompanhado por Post Malone, gerando uma perseguição policial intensa pelas ruas de Los Angeles. Confira abaixo.
Atriz de Game of Thrones diz ter sido agredida, esfaqueada e perseguida com machado por Marilyn Manson
A atriz Esmé Bianco, que interpretou a prostituta Ros em “Game of Thrones”, revelou ter sofrido violência e tortura física de Marilyn Manson. Em entrevistas ao site The Cut, que faz parte do New York Magazine, ela contou ter sido vítima de agressão do cantor, corroborando a denúncia de Evan Rachel Wood (da série “Westworld”), que iniciou um efeito cascata ao acusá-lo de abusar “terrivelmente” dela, num post publicado nas redes sociais na semana passada. Após escrever no Instagram que também era uma sobrevivente, referindo-se à manifestação de Wood, Esmé Bianco contou os detalhes. E aparentemente foi uma luta pela sobrevivência mesmo. Entre as acusações, ela diz que o cantor a agrediu, esfaqueou e até chegou a correr atrás dela com um machado. Segundo a atriz, Marilyn Manson é um “predador em série” que “quase me destruiu e quase destruiu diversas mulheres”. Os dois se conheceram em 2005 por meio de uma amiga comum – a atriz burlesque Ditta Von Tease, então namorada de Manson. Mas ela só se envolveu com ele muitos anos depois, após o cantor convidá-la a estrelar a gravação do clipe de “I Want to Kill You Like They Do in the Movies”. Ela contou que Manson a avisou que ela “deveria fingir que era maltratada”. Mas durante o trabalho, não houve fingimento. Ela conta que passou os três dias seguintes em lingerie, mal dormindo ou comendo, com Manson servindo cocaína em vez de comida. Ela relata que ele perdia a paciência e jogava a câmera longe. Logo, se tornou violento com ela, amarrando-a com cabos numa posição de oração, açoitando-a com um chicote, e usando um brinquedo sexual elétrico chamado Varinha Violeta em seus ferimentos – o mesmo tipo de “dispositivo de tortura” que Wood disse ter sido usado nela. Bianco revelou ter se apavorado, mas tentou se acalmar dizendo a si mesma que “era apenas Manson sendo teatral. Vamos fazer uma grande arte”. Depois dessa experiência, Manson passou a assediá-la. Ele sempre a procurava quando estava em Londres. “Prepare sua lingerie e saltos”, ele escreveu em um e-mail. O cantor a convenceu a ir aos Estados Unidos em 2010 para estrelar um filme que estava desenvolvendo, “Phantasmagoria”, inspirado em Lewis Carroll (o criador de “Alice no País das Maravilhas”). Ela conta que seu visto na época dependia daquele projeto, e quando quis fugir de Manson, ela temeu que o cantor sabotasse seu visto como vingança. Bianco diz que Manson a levou para a casa dele, onde passou a torturá-la. Ele a mordia durante o sexo sem seu consentimento, deixando todo seu corpo machucado. Em uma ocasião, cortou seu torso com uma faca. “Eu apenas me lembro de estar deitada lá, e não lutei contra isso”, disse a atriz ao Cut. “Foi uma espécie de gota d’água em que perdi todo o senso de esperança e segurança”. Alguns dos cortes e contusões feitos por Manson deixaram cicatrizes permanentes em seu corpo. Ele também controlava sua agenda. “O que vestiria e quando poderia sair”. Até mesmo que horas podia dormir. “Eu costumava acordar sendo violentamente sacudida se fosse dormir sem permissão”. Além disso, era humilhada sempre que os dois recebiam visitas. Logo que “Game of Thrones” estreou, Manson passou a exibir para os amigos uma cena de sexo da atriz e dizia para todos, “Essa é minha namorada, ela é uma vadia”. “Eu me sentia como uma prisioneira. Para ligar para minha família, eu me escondia no armário”, relatou a artista. O ponto final foi a briga em que Marilyn Manson começou a correr atrás dela com um machado. Após isso, em junho de 2011, a atriz fugiu da casa dele enquanto o cantor dormia. Bianco disse que ainda sofre de estresse pós-traumático por causa dos poucos meses que viveu com ele. Manson jamais terminou as filmagens de “Phantasmagoria”, que também contavam com Evan Rachel Wood no papel de Alice. O clipe de “I Want to Kill You Like They Do in the Movies” também nunca foi lançado.
Documentário faz Britney Spears se manifestar: “Cada pessoa tem sua história”
O documentário “Framing Britney Spears” (“Enquadrando Britney Spears”, em tradução literal) está dando o que falar nos EUA. E a própria Britney resolveu se manifestar. “Cada pessoa tem sua história e sua opinião sobre as histórias dos outros. Nós todos temos vidas lindas e brilhantes”, afirmou a cantora no Twitter. “Lembre-se, não importa o quanto a gente acha que sabe sobre a vida de uma pessoa. Nada se compara a própria pessoa vivendo sob a lente das câmeras”, continuou. O documentário produzido pelo The New York Times – e lançado na plataforma americana Hulu e no canal pago FX – analisa as polêmicas em torno da cantora, especialmente a ideia de que ela tem problemas mentais que a tornam incapaz e a tutela do pai sobre ela. Com um enfoque que destaca o machismo da mídia e bullying sistemático sofrido pela artista, o filme também destaca o movimento Free Britney, que defende o direito da cantora de decidir seu destino. “O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma”, refletiu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC. “Na tradição de tantas histórias de ‘mulheres loucas’ antes dela, “Framing Britney Spears” se pergunta o que acontece quando a porta é aberta para revelar não uma bruxa que espuma pela boca, mas nuances de um ser humano peculiar, totalmente competente”, acrescentou. Em nota ao final do documentário, o NYT observou que tentou entrar em contato com Britney para que ela participasse do projeto, mas “não está claro se ela recebeu nossos pedidos”. Isso porque a artista está desde 2008 proibida pela Justiça dos EUA de tomar decisões por conta própria. A tutela legal exercida pelo pai por preocupações com a sua saúde mental a obriga a pedir consentimento a ele para quase tudo, embora nestes anos ela tenha continuado a trabalhar como qualquer outro artista, inclusive com uma turnê permanente em Las Vegas. Seu tutor legal também administra todos os seus bens. Confira abaixo os comentários de Britney e o trailer do documentário. Each person has their story and their take on other people’s stories !!!! We all have so many different bright beautiful lives 🌹🌸🌷🌼!!! Remember, no matter what we think we know about a person's life it is nothing compared to the actual person living behind the lens 📷✨ !!!! — Britney Spears (@britneyspears) February 9, 2021
Série sobre Aretha Franklin ganha trailer e data de estreia
O canal pago National Geographic divulgou o trailer e a data de estreia da 3ª temporada da série biográfica “Genius”, que vai focar a vida e a carreira de Aretha Franklin. Intitulada “Genius: Aretha”, a série chega em 21 de março na TV americana como única produção autorizada sobre a vida da cantora, o que inclui a garantia dos direitos necessários para a utilização de suas músicas. A distinção é relevante num ano em que sua exibição vai competir com um filme sobre a Rainha do Soul. A prévia revela alguns dos momentos marcantes da trajetória de Aretha, desde sua infância como cantora de igreja, passando pelo momento em que foi coroada rainha e seu envolvimento na luta pelos direitos civis. Aretha foi eleita a “maior cantora de todos os tempos” pela revista Rolling Stone, foi a primeira mulher a entrar para o Rock & Roll Hall of Fame e entre suas inúmeras conquistas contam-se 18 Grammys, mais de 75 milhões de discos vendidos e convites para cantar na posse de três presidentes americanos — incluindo Barack Obama, em 2009 – e no funeral de Martin Luther King Jr. – aos 18 anos de idade. Algumas de suas músicas se tornaram hinos, como “Respect”, uma canção machista de Otis Redding que ela virou do avesso e transformou em marco da luta pelos direitos civis norte-americanos. Portanto, é enorme a responsabilidade da atriz Cynthia Erivo (“The Outsider”) ao dar vida ao ícone musical, bem como da showrunner Suzan-Lori Parks (“Garota 6”) e do produtor-diretor Anthony Hemingway (“Esquadrão Red Tails”), além de todos os envolvidos. Desenvolvida por Kenneth Biller (criador de “Perception”), Noah Pink (“Esta é sua Morte”) e Suzan-Lori Parks, “Genius: Aretha” também destaca em seu elenco os atores Courtney B. Vance (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”), David Cross (“Arrested Development”) e Malcolm Barrett (“Timeless”), entre outros. A estreia da série em março pode ter impacto no lançamento do filme “Respect”, que traz Jennifer Hudson (vencedora do Oscar por “Dreamgirls”) no papel da cantora e, com o adiamento devido ao coronavírus, só deve chegar aos cinemas em agosto.
Veja a íntegra do show de The Weeknd no Super Bowl 2021
A NFL (liga do futebol americano) divulgou no YouTube a íntegra do show de The Weeknd durante o intervalo do Super Bowl 2021. Com apenas 14 minutos, a apresentação concentrou hits e grandiosidade, com participação de coro numeroso, orquestra de cordas e coreografia com dezenas de dançarinos. Vestindo uma versão mais chamativa do casaco vermelho predominante nos clipes do disco “After Hours”, The Weekend começou com “Starboy”, emendou “The Hills” e foi parar numa sala de espelhos para cantar “Can’t Feel My Face”, rodeado por vários dançarinos vestindo o mesmo blazer vermelho e bandagens em seus rostos. A seleção avançou por “I Feel It Coming” e “Save Your Tears” antes de desacelerar em “Earned It”, ao som de uma orquestra de violinos. Sem perder o pique, o show desceu até o campo do jogo, que foi coberto por dançarinos com luzes nas mãos, acompanhando o refrão de “Happy House”, da banda Souxsie and the Banshees, sampleado em “House of Balloons”, antes do cantor canadense encerrar a apresentação com uma performance eletrizante de “Blinding Lights”, com direito a fogos de artifício. Veja abaixo o show memorável.
Veja Miley Cyrus cantar com Billy Idol e Joan Jett no Super Bowl 2021
Miley Cyrus fez seu show mais roqueiro em Tampa, Flórida, neste domingo (7/2), sacramentando sua transformação de popstar em rockstar na abertura do Super Bowl 2021. Transmitido ao vivo pelo perfil do TikTok da NFL, a liga do futebol americano, o show deixou claro a influência dos anos 1980 na atual fase da cantora, abrindo com cover de “Hey Mickey”, de Toni Basil, e seguindo com “Heart of Glass”, da banda Blondie, e as participações especiais de Billy Idol e Joan Jett. Billy Idol fez dueto com Miley em “Night Crawling”, música do novo disco da cantora, e em seu sucesso clássico “White Wedding”, que na apresentação ainda contou com acompanhamento do guitarrista da gravação original, Steve Stevens. Já Joan Jett comandou o palco, de guitarra em punho, à frente do dueto “Bad Karma” e de seus antigos hits “Bad Reputation” e “I Hate Myself For Loving You”, transformando Miley numa backing vocalista de luxo. O repertório de covers passou ainda por “Head Like a Hole”, do Nine Inch Nails (que ela cantou na série “Black Mirror”), “Edge of Seventeen”, “abençoada pela própria Stevie Nicks”, e o hino riot grrl “Rebel Girl”, do Bikini Kill, para compensar o fato de que suas músicas antigas não combinam com sua recente conversão ao rock’n’roll. Ainda assim, ela encaixou versões eletrificadas de hits, como “Party in USA” e “Wrecking Ball”. Mas principalmente criou contexto para as músicas do disco roqueiro, “Plastic Hearts”, lançado em novembro passado, que ela cantou pela primeira vez para um grande público. Com clima de festival de rock, a performance foi presenciada por 7,5 mil pessoas, todos profissionais da saúde já vacinados contra o coronavírus. Durante a apresentação, Miley ainda agradeceu aos médicos, enfermeiros e socorristas presentes e aos que não puderam ir por estar de plantão nos hospitais durante a pandemia. “Quero agradecer a vocês, são meus heróis e meus ídolos”, ela disse ao dedicar a última música, “The Climb”, para eles. Veja abaixo vídeos dos pontos altos da apresentação. Trecho da live de Edge Of Midnight no pré-show do Super Bowl. MILEY CYRUS SUPER BOWL pic.twitter.com/8lW9cOugGh — Tudo Miley (@TudoMiley) February 7, 2021 HEY MILEY! SHE IS HERE 🤘🏼 Miley Cyrus Super Bowl pic.twitter.com/VAqevGxaNJ — Miley Nation (@MileyNation13) February 7, 2021 Miley cantando "Plastic Hearts"@MileyCyrusBR MILEY CYRUS SUPER BOWL pic.twitter.com/BHqQqJ0hop — MCBR Media (@MCBRmedia) February 7, 2021 she played rebel girl! can @MileyCyrus put out a rock album already?? #SBLV pic.twitter.com/6B0u4WUK4z — 𝐿𝒾𝓁𝓎 𝑀𝒶𝒾𝒹 (@lilymaid__) February 7, 2021
Michelle Williams será a cantora Peggy Lee em filme do diretor de Carol
A atriz Michelle Williams vai protagonizar a cinebiografia da cantora Peggy Lee, que será realizada pelo diretor Todd Haynes (“Carol”). Atriz e diretor já tinham trabalhado juntos em “Sem Fôlego” (2017) e agora se juntam para tirar o projeto da vida da cantora de “Fever” do papel. Há vários anos em desenvolvimento, a cinebiografia estava no limbo desde a morte da cineasta Nora Ephron em 2012. Para se ter noção, Haynes decidiu incluir o filme em sua lista de projetos futuros em 2014. Na época, sua ideia era ter Reese Witherspoon no principal papel. Michelle Williams, porém, é muito mais parecida fisicamente com a artista. Peggy Lee teve uma carreira de cinco décadas, em que gravou mais de 600 canções e foi considerada uma das mais importantes cantoras americanas, listando entre seus fãs ninguém menos que Frank Sinatra, Ella Fitzgerald, Judy Garland, Dean Martin, Bing Crosby e Louis Armstrong. Ainda sem título definido, a cinebiografia de Peggy Lee será o terceiro filme de temática musical de Haynes, mas o primeiro baseado numa história real. Anteriormente, o diretor filmou “Velvet Goldmine” (1998), sobre artistas fictícios do rock glam dos anos 1970, e “Não Estou Lá” (2007), uma ficção sobre as muitas vidas de Bob Dylan. Relembre abaixo o maior sucesso da carreira da cantora. Foi Peggy Lee quem lançou a versão definitiva de “Fever” em 1958, com letra diferente e andamento mais lento que o blues original gravado por Little Willie John dois anos antes, influenciando todas as versões que se seguiram, de Elvis Presley a Madonna.
Cardi B beija dançarinas em clipe com cenas quentes
Cardi B esquentou o YouTube nesta sexta (5/2) com o clipe de “Up”. As cenas de pegação entre a cantora e suas dançarinas, com muitas línguas de fora e nas bocas alheias, beijos a três, passadas de mão e chupada de dedo renderam ao vídeo quase 10 milhões de visualizações e o primeiro lugar entre os mais vistos do dia, antes de 24 horas. Com direção de Tanu Muino, que já trabalhou com Katy Perry e Rosalía, o vídeo também capricha nas coreografias, trocas de figurino (com direito a roupa de plástico “invisível”) e também na propaganda deslavada de produtos – de sex toy à bebida alcoólica. Tudo isso, enquanto a rapper rebola e rima sua bunda em inglês, em frases que sempre incluem flexão do verbo gozar. “Up” é o segundo single do segundo álbum de Cardi B pela Atlantic Records. O disco ainda não teve seu título revelado, nem tem previsão de estreia.
Sia pede desculpas por Music, filme indicado ao Globo de Ouro
A cantora australiana Sia publicou um pedido de desculpas em suas redes sociais pela representação do autismo no filme “Music”, sua estreia na direção, depois que o filme surpreendentemente conseguiu duas indicações ao Globo de Ouro. “Music” gerou polêmica por escalar a atriz Maddie Ziegler para interpretar uma mulher autista que ouve música sem parar em seus fones de ouvido. No filme, a atriz se comporta como se tivesse retardo mental e não os sinais tradicionais de autismo. Após sua nomeação para o Globo, Sia prometeu remover as cenas mais graves, de contenção da personagem, e disse que o filme será atualizado com um aviso. “Sinto muito”, ela disse simplesmente em uma postagem. Em outra, acrescentou: “Pretendo remover as cenas de restrição de todas as cópias futuras. Ouvi as pessoas erradas e essa é minha responsabilidade, minha pesquisa claramente não foi completa o suficiente, não foi ampla o suficiente. ” Depois disso, ela simplesmente deletou sua conta no Twitter. Sia já esteve envolvida em discussões no Twitter sobre o filme, num tom bem diferente. Em novembro passado, ela protestou contra críticas que estava sofrendo de pessoas autistas, dizendo que tentou “representar a comunidade com amor”. Muitos perguntaram por que um ator deficiente não poderia ter preenchido o papel. Sia sugeriu que autistas não eram bons atores e reclamou das cobranças. “Duh. Passei três anos pesquisando, acho que é por isso que estou tão chateada. ” O filme foi destruído pela crítica nos EUA e tem apenas 29% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mesmo assim, ganhou duas indicações ao prêmio da Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), concorrendo ao Globo de Ouro de Melhor Atriz (Kate Hudson) e Melhor Filme de Comédia ou Musical. Hudson, que vive a irmã mais velha de Ziegler no filme, disse que ficou “sem palavras” após a indicação. “Music” estreia comercialmente na próxima semana nos EUA. Veja o trailer abaixo.
Dado Villa-Lobos fará trilha do filme sobre a Fluminense FM
O músico Dado Villa-Lobos, guitarrista da Legião Urbana, está fazendo a trilha sonora do filme “Aumenta que é Rock’n’Roll”, sobre a história da rádio Fluminense FM nos anos 1980. Conhecida como “a Maldita”, a rádio foi fundada em 1982 e se tornou a primeira FM especializada em rock no Brasil – um ano antes da gaúcha Ipanema FM e três anos antes da paulista 89 FM. A emissora chegou a se tornar a segunda rádio mais ouvida no Brasil e tocava em sua programação até fitas demo de bandas novas, entre elas a Legião Urbana – bem antes de suas primeiras gravações oficiais. O filme é baseada no livro autobiográfico de Luis Antonio Mello, fundador da “Maldita”, que deixou a rádio depois do primeiro Rock in Rio, em 1985. Acompanhando o apogeu e a queda da geração mais popular do rock brasileiro, a Fluminense durou apenas até 1990. Segundo a coluna de Ancelmo Gois no jornal O Globo, a produção também mostrará um show da Legião Urbana. “Aumenta que é Rock’n’Roll”, cujo título lembra uma música da época, gravada por Celso Blues Boy (“Aumenta que Isso Aí é Rock’n’Roll”), tem direção de Tomás Portella (“Operações Especiais”, “Desculpe o Transtorno”) e destaca em seu elenco Johnny Massaro (“O Filme da Minha Vida”), Marina Provenzano (“Bom Dia, Verônica”), Adriano Garib (também de “Bom Dia, Verônica”), George Sauma (“Sai de Baixo: O Filme”), João Vitor Silva (“Impuros”) e Flora Diegues (“O Grande Circo Místico”). Por sinal, este foi o último trabalho de Flora, filha do diretor Cacá Diegues e da produtora Renata Magalhães, que faleceu em 2019, vítima de um câncer.
Karol Conká tem programa suspenso após polêmicas no BBB 21
A GNT anunciou ter suspendido a exibição do programa “Prazer, Feminino”, apresentado pela rapper Karol Conká e a ex-BBB Marcela McGowan. “O programa ‘Prazer, Feminino’, produção apresentada por Karol Conká e Marcela Mc Gowan que estreou no YouTube do Canal GNT em outubro de 2020, terá sua data de exibição na TV revista. A produção segue publicada na plataforma digital do canal GNT”, diz o comunicado. Embora não dê maiores explicações, o adiamento já é consequência da participação de Karol Conká no “BBB 21”. A rapper também teve seu show virtual cancelado na programação do Rec-Beat. Gravada na Pinacoteca de São Paulo antes do confinamento, a apresentação da cantora iria ao ar no dia 14 de fevereiro. “Acompanhamos as últimas declarações de Karol Conká no ‘BBB 21’ e reafirmamos nossa total e absoluta discordância de suas atitudes, que vão contra os princípios basilares do Rec-Beat e do nosso público”, declarou a organização do evento, de forma bem clara. No reality show da TV Globo, a rapper curitibana disse frases consideradas preconceituosas contra nordestinos e religiosos, e vem pegando pesado com outro personagem polêmico, Lucas Penteado, após este criar um clima ruim no programa. Lucas vem sendo “punido” pela rapper, que o chamou de “abusador” e chegou a expulsá-lo da mesa para que ela pudesse comer. Estas atitudes, porém, não estão sendo bem vistas fora do confinamento Segundo a análise de dados do site Social Blade, Karol Conká perdeu mais de 300 mil seguidores desde domingo passado (31/1), após o público questionar suas falas e atitudes. O reverso deste quadro também pode ser conferido, pois Lucas superou o número de seguidores da rapper no Instagram, conquistando mais de 1,3 milhão de fãs em menos de uma semana. Agora, ele tem cerca de 1,9 milhão de seguidores, enquanto ela caiu para 1,4 milhão. Famosos como Regiane Alves, Tatá Werneck, Jojo Todynho, Emicida, Ingrid Guimarães e outros nomes também já comentaram a postura da cantora e saíram em defesa do ator.












