Eminem reage à tentativa de cancelamento com novo rap: “Não vou parar”
O nome de Eminem surgiu no topo da lista de tópicos das redes sociais nesta semana, após alguns adolescentes do TikTok tentarem cancelar o rapper de Detroit por causa de letras polêmicas de seu passado. Ele mandou uma resposta na forma de um novo rap, acompanhado por um lyric video animado, em que se dirige a seus opositores juvenis. “Não vou parar nem quando meu cabelo ficar grisalho (sou insensível) / Porque eles não vão parar até que me cancelem”, diz o refrão de “Tone Deaf”. O título significa surdo, mas também é uma gíria para “insensível”. A letra ainda brinca que a culpa das letras mais polêmicas não é dele, mas de seu alter ego, Slim Shady – e enfia, claro, vários palavrões na declaração. Os TikTokers partiram babando para cima do rapper por causa de diversas canções, mas principalmente por sua parceria com Rihanna, “Love the Way You Lie”, de 2010, argumentando que ela glorifica os relacionamentos tóxicos e a violência doméstica. Mas fãs que cresceram ouvindo a música de Eminem vieram em sua defesa. “A cultura do cancelamento agora visa Eminem… boa sorte com isso. Tenho certeza que as pessoas estão tentando cancelá-lo desde que ‘My Name Is’ saiu na MTV. Isso é hilário”, escreveu um fã, referindo-se a um hit de 1999. “A geração Z quer cancelar Eminem? Por letras controversas? Mas vocês não celebram Tekashi 69?”, provocou outro. Apesar da ameaça de cancelamento, um dos hits mais populares de Eminem, “Lose Yourself”, recentemente ultrapassou 1 bilhão de streams no Spotify. A faixa de 2002 foi o primeiro single da trilha sonora de seu filme semi-autobiográfico “8 Mile”, e também conquistou um Oscar de Melhor Canção Original.
Renato Góes e Lucy Alves vão estrelar série musical da Netflix
O ator Renato Góes, que viveu Marcelo D2 no filme “Legalize Já: Amizade Nunca Morre” (2017), vai voltar ao mundo pop da ficção. Ele e Lucy Alves, revelada no programa “The Voice Brasil”, viverão os protagonistas de “Sofrência”, série da Netflix sobre uma banda em turnê pelo Brasil. Segundo Patricia Kogut, no jornal O Globo, eles formarão um casal apaixonado, que lidera a banda da trama. O projeto é da produtora Coração da Selva, teve consultoria de João Falcão (roteirista de “O Auto da Compadecida”) e contará com três diretoras: Gisele Barroco (“Som & Fúria”), Joana Mariani (“Todas as Canções de Amor”) e Ana Luiza Azevedo (“Antes Que o Mundo Acabe”). A Netflix ainda não anunciou a produção.
Justin Bieber foge da polícia e leva tiro em clipe dramático
Justin Bieber reviveu seus dias de “CSI” em cenas de seu novo clipe, “Hold On”. Para quem não lembra, o cantor estrelou dois episódios da 11ª temporada da série policial como um criminoso que morria num tiroteio ao tentar fugir de um bloqueio policial. Em “Hold On”, ele assalta um banco e leva um tiro da polícia durante sua fuga alucinada de motocicleta até um hospital, onde desaba na cama de sua namorada (Christine Ko, das séries “Upload” e “Dave”), recém-saída de uma cirurgia, cujo dinheiro do assalto deveria pagar. Além de repleto de ação, trata-se de um clipe bem dramático. A direção é de Colin Tilley, que é parceiro antigo de Bieber, desde o clipe de “U Smile”, de 2010, e recentemente assinou “Holy” (outro projeto cinematográfico), “Anyone” e até “Monster”, parceria com Shawn Mendes.
Dandara Mariana estrela clipe dos Paralamas do Sucesso
Os Paralamas do Sucesso lançaram nesta quinta (5/3) o clipe de “Não Posso Mais”, música de Nando Reis que a banda gravou num disco de 2017 e que agora ressurge em vídeo dirigido por outro artista, o cantor Rubel. Além de dirigir, Rubel assinou o roteiro da produção, que se apresenta como um curta-metragem sobre o tema do desejo em tempos de isolamento social. As atrizes Dandara Mariana (de “A Força do Querer”) e Priscila Lima (“Brilhante F.C.”) vivem as protagonistas, duas vizinhas que se descobrem pela janela numa madrugada de insônia e começam a trocar mensagens escritas em “chamequinho” até despertar a vontade, mas, respeitando a quarentena, despedem-se sem dar “o beijo na boca” que gostariam.
Documentário de Billie Eilish faz crescer assinaturas da Apple TV+
A Apple informou à imprensa norte-americana que o documentário “Billie Eilish: The World A Little Blurry” quebrou o recorde de audiência juvenil de sua plataforma Apple TV+. Lançado na quinta-feira (25/3) em mais de 100 países, o filme fez aumentar em 33% a quantidade de novos assinantes do serviço, com o público jovem liderando a demanda. Quase metade deste público veio de fora dos Estados Unidos. Além disso, o programa foi o mais assistido da plataforma entre jovens adultos no fim de semana, incluindo nos mercados do Reino Unido, Austrália, México, Alemanha, Rússia, Holanda, França e Brasil. Para exibir o filme, a Apple precisou entrar num leilão com outras plataformas de streaming, e após o bom desempenho deve estar comemorando a aposta. “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” também agradou a crítica norte-americana, atingindo 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, graças à sua abordagem sem clichês. O filme é um dos raros documentários sobre estrelas da música pop que não apresenta seu tema como um artista incompreendido e sofredor, sob pressão para ser sempre glamouroso ao vivo, embora no fundo seja gente como a gente. Cobrindo a carreira precoce da cantora desde antes da fama, dos 15 aos 18 anos de idade, quando se tornou a artista mais jovem a vencer o Emmy, o filme troca holofotes por iluminação caseira, encontrando a cantora no quarto da casa da família Eilish, onde ela construiu toda a sua carreira. Sem o menor resquício de ostentação ou glamour, o trabalho do diretor R.J. Cutler (que no ano passado fez outro ótimo documentário sobre o ator John Belushi) traça a trajetória de uma garota deprimida, que transformou a música gravada em seu quarto, com a ajuda do irmão, na casa dos pais, numa das histórias de sucesso mais improváveis deste começo de século. Veja a baixo o trailer da atração.
Paramount define diretor da cinebiografia de Bob Marley
A Paramount contratou o cineasta Reinaldo Marcus Green, de “Monstros e Homens” (2018) e do vindouro “King Richard”, para dirigir a cinebiografia de Bob Marley em desenvolvimento no estúdio. O projeto tem apoio da família do cantor e produção de Ziggy, Rita e Cedella Marley. Ziggy Marley também foi produtor dos documentários “Marley” (2012) e “Bob Marley Legend Remixed Documentary” (2013). Bob Marley realizou muito em sua vida curta. Apesar de ter morrido de câncer em 1981, aos 36 anos, ele foi o grande responsável por popularizar o reggae em todo o mundo, graças a sucessos internacionais como “No Woman, No Cry”, “Could You Be Loved”, “Get Up, Stand Up” e “Is This Love”. “A música de Bob Marley vive em todos nós. Suas letras transcendem continentes, cores, crenças e gerações. Ela cura. Ela luta. Sangra amor e verdade”, disse Green, no comunicado de sua contração. “É uma verdadeira honra e privilégio trabalhar com Ziggy e a família Marley, e a Paramount Pictures, para dar vida à sua história. O público quer conhecer o verdadeiro Bob, o homem e também a lenda. Espero que este filme nos aproxime da compreensão de sua jornada, de sua música, e continue a carregar a tocha de seu legado com humildade, graça e, acima de tudo, amor. ” Por infeliz coincidência, o anúncio da contratação foi feito um dia após a morte de Bunny Wailer, parceiro de Bob Marley e Peter Tosh na famosa banda The Wailers. O projeto é prioridade da atual presidente do Paramount Motion Picture Group, Emma Watts, que foi uma das responsáveis por lançar a cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, centrada em Freddie Mercury, quando era presidente de produção da então 20th Century Fox. Aquele filme arrecadou mais de US$ 900 milhões na bilheteria mundial e venceu quatro Oscars, incluindo Melhor Ator para Rami Malek.
Após rejeição recorde no BBB, Karol Conká ganhará documentário
Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, a carreira de Karol Conká não sofrerá grande abalo após a rapper ser eliminada com o maior índice de rejeição da história do “Big Brother Brasil”. Segundo informações do colunista Chico Barney, a cantora vai ganhar um documentário produzido pela TV Globo, que contará com cenas de suas participações nos programas emissora. Isto explicaria a overdose de exposição da rapper no domingo (28/2), com aparições no “Domingão do Faustão” e “Fantástico”. A prática é incomum na emissora. Nego Di, por exemplo, que também saiu com forte rejeição do reality, não foi chamado para participar das atrações – e reclamou após ver o tratamento diferenciado recebido pela colega. Nos dois programas, a rapper voltou a pedir desculpas por seu comportamento no “BBB 21”. No Faustão, ela sinalizou ter se arrependido da decisão de entrar no reality. “Eu ainda não sei o que eu fui fazer lá dentro, o que eu fiz da minha vida. Tive uma crise de ansiedade, um distúrbio, dá para perceber, estava bem diferente do que eu já apresentava aqui fora, as pessoas que trabalham comigo também não me reconheceram”, disse. Ainda de acordo com Barney, os responsáveis pela produção estariam com livre acesso a familiares de Conká. A ideia do projeto é narrar a ascensão e a queda de uma estrela, com direito a um forte incentivo da emissora para a retomada da carreira. A plataforma Globoplay, que seria o endereço do documentário, não confirmou a produção. Vale lembrar que, em sua trajetória no “BBB 21”, Karol Conká gerou revolta nos telespectadores ao humilhar o ator Lucas Penteado, abalar psicologicamente os demais participantes e dizer várias barbaridades preconceituosas.
MC Rebecca tenta controlar Anitta tarada em clipe divertido
MC Rebecca lançou um clipe bastante quente com participação de Anitta nesta sexta (26/2). “Tô Preocupada (Calma Amiga)” brinca com a fama de tarada de Anitta, mostrando a cantora perdendo a linha com diversos homens que encontra – todos top models, é claro – , enquanto MC Rebecca tenta controlá-la em vão. “Tô preocupada com a minha amiga/ Ela tá descontrolada/ Não pode ver o gostoso, que ela fica tarada”, canta Rebecca. “Me deixa, não me controla”, retruca Anitta, após os pedidos de “calma, amiga”. Divertidíssimo, o vídeo tem direção de Larissa Machado. E isto é outra gracinha, porque se trata do nome verdadeiro de Anitta.
Autodestruição de Karol Conká rende recordes de audiência para a Globo
A rapper Karol Conká eletrizou o país com o papel de vilã no “BBB 21”, criando intrigas, brigas e confusões, e seu sucesso no programa foi atestado por recordes de audiência. A eliminação da “mamacita” foi o episódio mais assistido do programa em uma década. Desde o “BBB 10”, nenhum outro dia do reality show tinha reunido tantos espectadores diante da televisão. De acordo com dados prévios do Kantar Media Ibope, o episódio da noite de terça (23/2) obteve média de 37,7 pontos com pico de 39,9. Para se ter uma ideia, o índice é mais alto do que a final do “BBB 20”, considerado fenomenal com 34,2 pontos. O episódio também foi mais assistido que todos os da temporada anterior. Para completar, a cantora ainda quebrou o recorde de rejeição do público ao ser eliminada com 99,17% dos votos. Sua aparição na manhã desta quarta (24/2) no programa “Mais Você” também refletiu essa popularidade às avessas, atraindo o maior público desde a morte de Tom Veiga, que interpretava o Louro José. De acordo com dados prévios do Ibope, a atração comandada por Ana Maria Braga registrou média de 14 pontos, com picos de 15. Isto significa que teve mais gente assistindo a reprimenda ao vivo de Karol Conká no “Mais Você” que pessoas vendo qualquer outra coisa naquele horário, porque a audiência somada de todos os outros canais não passou da metade do público da Globo. Em contraste com o sucesso registrado pela emissora de TV, a recente “popularidade” não foi nada boa para a carreira da rapper num primeiro momento. Ela perdeu seguidores, contratos de publicidade e teve até programas de TV e shows cancelados por ter ficado com o estigma de maligna. Durante a conversa no “Mais Você”, Karol afirmou estar arrependida de seus erros no “BBB 21”, mas percebeu que virou a “nova Carminha ou Nazaré”, referindo-se às vilãs das novelas “Avenida Brasil” (2012) e “Senhora do Destino” (2004). Vários artistas “malvados” seguem carreiras bem-sucedidas no meio musical, especialmente no rap, onde não faltam pseudo-gângsteres.
Robbie Williams vai ganhar cinebiografia do diretor de O Rei do Show
O cantor Robbie Williams vai ganhar uma cinebiografia, após o sucesso de “Rocket Man” e “Bohemian Rhapsody”. Mesmo sem ter uma trajetória comparável a Elton John e Freddie Mercury, o autor dos hits “Angels” e “Rock DJ” terá sua história contada num filme dirigido por Michael Gracey, diretor do musical “O Rei do Show”. Descrito como “um conto de amadurecimento”, o filme vai se chamar “Better Man” e mostrará o cantor desde o começo da carreira, como integrante da boy band Take That, até sua ascensão à fama como cantor solo. Segundo o diretor, “Better Man” não será como “Rocket Man” ou “Bohemian Rhapsody” porque Williams era “um homem comum que sonhou alto e cujos sonhos o levaram a um lugar incrível”. “Ele não é o melhor cantor ou dançarino e, mesmo assim, conseguiu vender 80 milhões de discos. Você se identifica com esse cara que não se vê como extremamente talentoso, embora, é claro, ele seja.” Além de dirigir, Gracey também assina o roteiro com Oliver Cole e Simon Gleeson. E, por enquanto, o projeto existe apenas no papel. “Better Man” ainda não tem estúdio ou plataforma definidos para seu financiamento e distribuição.
Daft Punk anuncia fim da banda com clipe explosivo
A dupla francesa Daft Punk, responsável por uma revolução na dance music nos anos 1990, anunciou sua separação. Após quase 30 anos de atividade e hits como “Da Funk”, “Harder, Better, Faster, Stronger” e “Get Lucky”, Guy-Manuel de Homem-Christo e Thomas Bangalter se despediram com um clipe explosivo, extraído do final de seu filme vanguardista “Daft Punk’s Electroma”, lançado em 2006. Intitulado “Epilogue”, o vídeo mostra a dupla no deserto, indo cada um para um lado, enquanto uma bomba relógio conta os segundos para deixar um deles em pedaços. Lento e com quase oito minutos de duração, o vídeo termina com o sobrevivente caminhando para o horizonte, enquanto um obituário informa as datas de nascimento e de morte da banda. Durante 28 anos de estrada, o Daft Punk lançou cinco álbuns. Mas o mais recente, “Random Access Memories” (2013), já tem quase uma década. A banda também fez a trilha sonora do filme “TRON: O Legado” (2010) e venceu seis Grammys. Entre seus últimos trabalhos, destaca-se uma pareceria com um de seus discípulos, o cantor canadense The Weeknd nas músicas “Starboy” e “I Feel It Coming”. Apresentando-se sempre com capacetes que escondiam suas verdadeiras identidades, eles investiram na ideia de que seriam robôs e criavam música robótica. Por meio de seus sintetizadores e batidas eletrônicas, deram nova vida à house music, ao mesclarem a música dançante americana com a ferveção das discotheques parisienses. Desta mistura nasceu a nu disco, e o que era uma cena underground local se transformou num fenômeno mundial. Daft Punk deixa muitos adeptos de seu estilo musical. Além de The Weeknd, também se pode citar Dua Lipa entre seus mais famosos seguidores.
Diretor “cancelado” enfrenta ira feminista ao planejar volta a Hollywood
O diretor e produtor Brett Ratner (“X-Men: O Confronto Final”) estaria planejando um retorno a Hollywood com a direção de um projeto sobre a dupla pop Milli Vanilli. A cinebiografia veio à tona no sábado (20/2), junto com a revelação de que produtora Millennium Media pretendia apresentá-la durante o evento de mercado European Film Market (EFM) na primeira semana de março. O cineasta está ligado à biografia sem título de Milli Vanilli há mais de uma década, quando adquiriu os direitos vitalícios para filmar a história da dupla franco-alemã, envolvida num escândalo de farsa musical. O roteiro é de Jeff Nathanson, com quem o Ratner trabalhou na franquia “A Hora do Rush”. Só que a iniciativa feminista Time’s Up não pretende deixar o filme acontecer. Ratner encontra-se “cancelado” desde que se tornou um dos poderosos de Hollywood denunciados durante o auge do movimento #MeToo. Em novembro de 2017, sete mulheres, incluindo as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, acusaram o cineasta de assédio e abuso sexual, com descrições de comportamento de revirar o estômago, que fizeram com que a Warner Bros. rompesse contratos e todos os laços com o produtor-diretor com quem o estúdio tinha um negócio lucrativo de coprodução. A relação de Ratner com a Warner se devia a seu sucesso como produtor. Em 2012, ele fundou a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e fechou uma parceria com a Warner Bros, originando os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Liga da Justiça” (2017). A presidente e CEO da Time’s Up, Tina Tchen, divulgou um comunicado que afirma: “A Time’s Up nasceu da reavaliação nacional do assédio sexual no local de trabalho. Nosso movimento é um produto de incontáveis atos de coragem de muitos sobreviventes, incluindo aqueles que falaram sobre o que sofreram nas mãos de Brett Ratner”. O texto acusa: “Ratner não apenas nunca reconheceu ou se desculpou pelo dano que causou, mas também entrou com processos na tentativa de silenciar as vozes das sobreviventes que se apresentaram – uma tática tirada do manual do predador. Você não pode apenas sumir por alguns anos e depois ressurgir e agir como se nada tivesse acontecido. Nós não esquecemos – e não iremos esquecer. E a Millennium Media também não deveria. Não deveria haver retorno”. A Time’s Up também lançou uma hashtag no Twitter: #wewontforgetbrett (nós não esqueceremos Brett). O último filme de Ratner como diretor foi “Hércules” (2014) e antes do movimento #MeToo ele pretendia filmar a cinebiografia de Hugh Hefner, o fundador da Playboy. Not only did he never acknowledge harm or apologize to the survivors, he tried to silence them. We didn’t forget. 2/2 #wewontforgetbrett https://t.co/QvAucNyx9a — TIME'S UP (@TIMESUPNOW) February 20, 2021
Ludmilla vira pistoleira em novo clipe de Major Lazer
O grupo eletrônico Major Lazer, projeto do DJ Diplo, divulgou o clipe de sua nova parceria brasileira. A música se chama “Pra Te Machucar” e tem participação de ÀTTØØXXÁ e Suku Ward, mas quem canta e estrela é Ludmilla. Para acompanhar a trilha de western distorcido criada por Diplo, a cantora entra em cena com chapéu de cowboy, a “galope” numa moto e disparando tiros para salvar uma donzela em perigo. Se deu certo para Lil Nas X… Dirigido por Felipe Sassi, o mesmo por trás do clipe de “Rainha da Favela”, o vídeo de clima sertanejo foi gravado em Itu, interior de São Paulo, e também faz uma crítica a apropriação cultural do funk, com uma cantora loira sendo despejada de um palco enquanto a Lud pistoleira fuzila empresários gananciosos.












