Judas e o Messias Negro: Warner lança clipe de música indicada ao Oscar 2021
O estúdio Warner Bros. divulgou em seu canal no YouTube um clipe da música “Fight For You”, gravada pela cantora H.E.R. (Gabriella Wilson) para a trilha de “Judas e o Messias Negro”. A faixa disputa o Oscar 2021 de Melhor Canção Original. O clipe é uma montagem de cenas do filme e imagens dos personagens reais, pontuadas por um texto informativo sobre os Panteras Negras, sua luta por igualdade racial e a reação violenta da polícia e do FBI, que prendeu e matou diversos líderes do grupo. A narrativa termina referenciando os dias atuais, num paralelo com os protestos do movimento Vidas Negras Importam. “Judas e o Messias Negro” tem roteiro e direção de Shaka King (“Newlyweeds”), e volta a juntar Daniel Kaluuya e Lakeith Stanfield após o sucesso de “Corra!” (2017). Kaluuya vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras que é traído por William O’Neal, o Judas vivido por Stanfield, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Hampton foi o mentor da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças dos segmentos oprimidos da cidade de Chicago, juntando negros, latinos e brancos pobres para lutar por seus direitos em 1968. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. A música de H.E.R. toca durante os créditos do filme. Ela criou a composição com D’Mile e Tiara Thomas, e sob influência de Marvin Gaye e Sly and the Family Stone, para evocar o soul revolucionário do final dos anos 1960. H.E.R. já venceu um prêmio importante da indústria do entretenimento neste ano. Ela conquistou o Grammy 2021 por “I Can’t Breathe”, inspirada nas palavras finais de George Floyd, cujo assassinato pela polícia de Minneapolis no ano passado virou símbolo do movimento Vidas Negras Importam e disparou protestos raciais em todo o mundo.
Rosé lança primeiro clipe solo do Blackpink
A nova música solo de Rosé, integrante do grupo feminino de K-Pop Blackpink, ganhou um clipe, que dá vontade de torcer para que a banda nunca se separe. Lutando o tempo inteiro contra a afinação, a faixa é um exemplo de como o auto-tune permitiria até os farsantes do Milli Vanilli cantarem de verdade. Quando a MTV surgiu nos anos 1980, a crítica questionava se a era dos videoclipes significava que o visual superaria o talento. Muitos torceram o nariz equivocadamente para Duran Duran, mas décadas depois aclamaram Beyoncé por demonstrar que as duas coisas não eram necessariamente excludentes. A moral dessa história é que artistas de verdade somam virtudes. Já farsas musicais não se sustentam sem som, como demonstraram os Milli Vanilli. Com som ou sem som, tudo o que o clipe de “Gone” tem para mostrar é a beleza da artista, seus penteados e seu desejável figurino moderno. Em outras palavras, “Gone” mostra que, como cantora, Rosé é uma ótima modelo.
Dove Cameron retoma carreira musical com clipe solo
A menina superpoderosa Dove Cameron retomou a carreira musical com o lançamento do clipe de “LazyBaby”, uma faixa dançante de “nu disco” ao estilo de Dua Lipa. O vídeo dirigido por Jasper Soloff é uma coleção de closes e poses em figurino brilhante, com tiaras, adornos prateados e visual glam. Embora o lado musical da atriz seja mais conhecido por projetos do Disney Channel, como a franquia “Descendentes”, “LazyBaby” aponta um futuro álbum solo. Dove Cameron será vista a seguir na série live-action das “Meninas Superpoderosas”, atualmente em desenvolvimento na rede The CW.
Demi Lovato recria overdose no clipe de “Dancing with the Devil”
A cantora Demi Lovato lançou o clipe de “Dancing with the Devil”, música que dá título à recente série documental em que aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. Ela aparece quase sempre deitada, na cama em que foi encontrada desmaiada, na maca que a levou à ambulância e no leito hospitalar. Ela também faz força para se erguer, enquanto toma banho de esponja na clínica, revelando, ao final, uma tatuagem com a palavra “Survivor” (sobrevivente). Entre as muitas cenas, Lovato pode ser vista festejando e bebendo em um bar – como fazia naquela noite de 2018 – e então entrando em contato com seu traficante. O clipe também mostra Lovato sendo deixada sozinha por seu traficante na cama – a cantora revelou que foi abusada sexualmente, deixada para morrer e encontrada nua e azul por seu ex-assistente. Esse momento também é reencenado pela produção, antes de mostrar sua família chorando ao lado de sua cama no hospital. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, que exibe sua última parte na próxima terça (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado na quinta-feira (1/4) com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher.
Olivia Rodrigo lança clipe com atriz de “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”
Olivia Rodrigo, estrela de “High School Musical: A Série: O Musical”, lançou um novo clipe depois do sucesso avassalador de “Drivers License”. A música “Déjà Vu”, que fará parte do primeiro disco da artista, previsto para maio, surpreende por combinar o pop feminino épico atualmente em voga com sua antítese, a delicada suavidade indie, num arranjo que chega a lembrar The Cardigans. No vídeo dirigido por Allie Avital, que trabalhou com a artista indie eletrônica Austra, a cantora-atriz observa uma garota fazer tudo o que ela já fez antes. A imitadora é Talia Ryder, revelação do drama indie “Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre”, boicotado pelo Oscar 2021 por tratar de aborto de adolescentes. Falando ao site American Songwriter, Olivia explicou melhor o conceito da produção: “Eu tenho déjà vu o tempo todo. Achei que seria interessante escrever uma música, usando ‘deja vu’ sobre como, às vezes, quando alguém segue em frente em um relacionamento e eles ficam com um novo parceiro, você assiste e fica tipo, ‘meu Deus, isso foi tudo que eu fiz’. Acho que é algo universal”.
Amy Winehouse vai ganhar novo documentário nos 10 anos de sua morte
Um novo documentário sobre Amy Winehouse será lançado em julho, marcando os dez anos da morte da cantora britânica, aos 27 anos. Intitulado “Amy Winehouse: 10 Years On”, o filme é uma produção da BBC e terá a mãe da cantora como narradora. Segundo a rede pública britânica, Janis Winehouse, que tem esclerose múltipla, quer compartilhar suas lembranças sobre sua falecida filha. Em comunicado divulgado nesta quarta (31/3), a BBC descreve Janis como “uma figura próxima de Amy de quem ainda temos muito a ouvir e cuja versão dos acontecimentos muitas vezes diverge da narrativa que nos foi contada antes”. “Não sinto que o mundo conheceu a verdadeira Amy, aquela que eu criei, e anseio pela oportunidade de oferecer uma compreensão de suas raízes e um vislumbre mais profundo da verdadeira Amy”, disse a mãe da cantora no mesmo comunicado. O documentário apresentará material de arquivo nunca visto, acrescentou a BBC. “Janis será auxiliada por familiares, amigos e aqueles que conheceram Amy melhor para compor um lado de Amy raramente visto”. “O filme será um relato poderoso e sensível de um dos talentos musicais mais amados e que mais deixaram saudade no Reino Unido, oferecendo uma nova interpretação de viés feminino de sua vida, seus amores e seu legado.” Vencedora do Grammy, Amy Winehouse morreu de intoxicação alcoólica em sua casa de Londres em julho de 2011. Ela teve problemas com bebida e drogas durante a maior parte da carreira, e já teve sua trajetória abordada num documentário premiado, “Amy”, de Asif Kapadia, que venceu o Oscar da categoria em 2016.
Lil Nas X sai do armário e vai parar no inferno em clipe radicalmente gay
Lil Nas X vai do paraíso ao inferno no clipe radicalmente gay de “Montero (Call Me By Your Name)”. Com um título que referencia o romance homossexual retratado no filme “Me Chame pelo Seu Nome”, o vídeo é repleto de cenas LGBTQIA+. Algumas são capazes de causar fortes emoções (em mais de um sentido), como a lap dance hardcore feita por Lil Nas X no diabo. As cenas incluem muitos efeitos visuais, em que o rapper se faz de vítima e algoz, aparecendo em dose dupla com a ajuda da computação gráfica, que o multiplica na tela. E, ao final, ele se mostra tão “levado” que até assume o trono do inferno. A historinha não deixa de refletir uma “culpa cristã” por o rapper se assumir gay. É a primeira vez que Lil Nas X “se chama pelo seu nome” e demonstra sua sexualidade de forma explícita. E como resultado da ousadia… vai parar no inferno. Montero é o nome de batismo do autor do hit “Old Town Road”, que lançou a nova canção para se dirigir a ele mesmo quanto tinha 14 anos. “Caro Montero de 14 anos, escrevi uma música com o seu nome”, explicou no Twitter. “Eu sei que nós prometemos a nós mesmos nunca sair do armário, nunca ser ‘aquele tipo’ de pessoa gay. Eu sei que nós prometemos morrer com esse segredo, mas esse clipe vai abrir as portas para tantas pessoas queer simplesmente existirem”, acrescentou. O rapper ainda assumiu que estava “muito assustado” com a possível repercussão do clipe, temendo acusações de que ele estava “promovendo a agenda gay”. “Mas a verdade é que eu estou, mesmo. A minha agenda é fazer as pessoas entenderem que não devem se meter na vida das outras pessoas, ditando quem elas deveriam ser”, completou. O próprio Montero/Lil Nas X é creditado como diretor do clipe, em parceria com a ucraniana Tanu Muino (que fez “Up”, de Cardi B).
Caetano Veloso será homenageado pelo festival É Tudo Verdade
O músico Caetano Veloso será um dos homenageados do festival É Tudo Verdade deste ano, que ocorrerá em edição virtual de 8 a 18 de abril. O evento apresentará um ciclo de documentários sobre a vida e a obra do cantor baiano. Entre os títulos ligados ao artista programados para o festival estão “Uma Noite em 67”, de Renato Terra e Ricardo Calil, e “Coração Vagabundo”, de Fernando Grostein Andrade.
Agência de Karol Conká confirma documentário no Globoplay
O documentário sobre Karol Conká, que vai contar a história da rapper antes, durante e após ser eliminada do “BBB 21”, foi oficializado. O jornal O Globo, que pertence ao conglomerado responsável pelo “Big Brother Brasil”, publicou entrevista com a responsável pela carreira da artista, Fabiana Bruno, presidente-executiva da Suba, companhia de marketing de influenciadores que também agencia Claudia Raia e Marcio Garcia, sobre as gravações. “Têm sido dias intensos de filmagens, e o time da Globo tem explorado diversas facetas da Karol, desde sua história de vida antes do ‘BBB’ até como está acontecendo esse processo e esse enfrentamento dela com todas as questões que a fizeram ter os comportamentos que teve dentro da casa”, disse Bruno. Após criar vários conflitos, Karol Conká foi eliminada com percentual recorde de 99,17% – a maior rejeição em 20 anos de existência do reality show. Equipes da plataforma Globoplay, que produz e vai exibir o documentário, acompanham a cantora desde a sua saída do “BBB 21”. Segundo Bruno, a série terá viés jornalístico e mostrará “toda sua criatividade, sua faceta musical, artística, enfim, toda a inteireza dela mesmo”. Os responsáveis pela produção estariam com livre acesso a familiares da artista. A ideia do projeto é narrar a ascensão e a queda de uma estrela, com direito a um forte incentivo da emissora para a retomada da carreira. Ainda não há data para o lançamento. Por conta do projeto, Karol Conká participou dos dois programas dominiais de maior audiência na Globo assim que saiu do confinamento: “Domingão do Faustão” e “Fantástico”. A prática é incomum na emissora – Nego Di, por exemplo, que também saiu com forte rejeição do reality, não foi chamado para participar das atrações e decidiu reclamar em programas de outras empresas, quebrando seu contrato com a Globo. Nos dois programas, a rapper pediu desculpas pelo seu comportamento no BBB 21. No “Faustão”, ela sinalizou ter se arrependido da decisão de entrar no reality. “Eu ainda não sei o que eu fui fazer lá dentro, o que eu fiz da minha vida. Tive uma crise de ansiedade, um distúrbio, dá para perceber, estava bem diferente do que eu já apresentava aqui fora, as pessoas que trabalham comigo também não me reconheceram.” Já no “Fantástico”, ela se emocionou e relembrou de momentos da infância, quando se sentia rejeitada na escola. “Teve um momento marcante de uma professora falar: ‘Você não conseguiu resolver essa equação, porque você é preta e nasceu para limpar privada.” Ela prosseguiu: “Um menino no colégio falou: ‘mergulhe numa piscina de água sanitária para falar comigo.’ Eu fiquei pensando: mas por quê? Aí eu vi que era porque dissolvia a cor. Aí eu molhei o dedo e fiquei passando no braço para ver se dava algum efeito.” Karol Conká também disse que acreditava em Papai Noel e pedia para ser branca para não sofrer. Questionada pela repórter Ana Carolina Raimundi sobre como ela via a relação entre a sua postura no reality, de atacar Lucas Penteado e outros participantes, e o seu passado, a rapper afirmou que foi péssima. “Ali é um estouro que me dá, falo coisas, entro na mente da pessoa para deixar ela triste, ela mal. Isso é um tipo de abuso psicológico também”, disse. A artista também foi indagada sobre como estava lidando com a rejeição e Karol disse que criou uma blindagem por volta dos 13 anos, quando o seu pai morreu. “Tenho que estar sempre forte. Acho que porque eu vi a minha mãe fazendo muito tempo isso ou porque a fraqueza está ligada à vulnerabilidade, mas não consigo me sentir forte vendo o que fiz na casa. Depois que a gente sai e vê as imagens, elas são muito perturbadoras”, completou. Sobre a sua carreira, que sofreu abalos por conta do BBB – festivais de música cancelaram a participação dela – Karol Conká afirmou que não imaginou que sua trajetória artística pudesse acabar por causa do reality. “Quantas pessoas não passaram por essa onda de cancelamento, e as carreiras não foram canceladas. Agora acabou o jogo, vamos parar por aqui, deixa ela viver a vida dela. Não ameacei ninguém de morte”, concluiu.
Documentário impactante de Britney Spears chega no Brasil
O documentário “Framing Britney Spears”, produzido pelo jornal New York Times sobre a vida da cantora pop, chegou ao Brasil. Ele foi disponibilizado neste sábado (20/3) no Globoplay. Muito elogiada, a produção analisa as polêmicas em torno da cantora, especialmente a ideia de que ela tem problemas mentais, enfatizando o fato de que a artista está desde 2008 proibida pela Justiça dos EUA de tomar decisões por conta própria. A tutela legal exercida pelo pai por preocupações com a sua saúde mental a obriga a pedir consentimento a ele para quase tudo, embora nestes anos ela tenha continuado a trabalhar como qualquer outro artista, inclusive com uma turnê permanente em Las Vegas. Com um enfoque que destaca o machismo da mídia, preconceito da Justiça e bullying sistemático sofrido pela artista, o filme também coloca em foco o movimento Free Britney, que defende o direito da cantora de decidir seu destino. “O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma”, refletiu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC, sobre a grande repercussão atingida pela obra nos EUA. “Na tradição de tantas histórias de ‘mulheres loucas’ antes dela, ‘Framing Britney Spears’ se pergunta o que acontece quando a porta é aberta para revelar não uma bruxa que espuma pela boca, mas nuances de um ser humano peculiar, totalmente competente”, acrescentou. O filme fez tanto sucesso que inspirou uma série de “mea culpas” e pedidos de desculpas de personalidades como o cantor Justin Timberlake e o fofoqueiro profissional Perez Hilton pela forma como trataram Britney no passado. Também levou a Netflix a correr atrás para desenvolver seu próprio documentário. Enquanto isso, Britney segue lutando para se livrar da tutela do pai, que tomou conta de todo o seu dinheiro e de seu destino, mesmo tendo sido ausente a maior parte de sua vida.
Nick Jones lança clipes de seu novo disco “espacial”
Nick Jonas lançou dois clipes em menos de uma semana, extraídos de “Spaceman”, disco de temática espacial que ele concebeu durante o isolamento social da pandemia de coronavírus. O clipe da faixa-título foi dirigido por Anthony Mandler, que assinou o documentário dos Jonas Brothers “Happiness Continues”, lançado no ano passado na Amazon, e mostra o cantor como um astronauta num planeta distante. Já “This Is Heaven”, comandado por Daniel Broadley, encontra o artista isolado em ambientes amplos: com uma banda numa igreja e sozinho numa floresta, em salas modernistas e numa estação de controle espacial dos anos 1960. Junto dos clipes, o cantor vem publicando vários registros de bastidores no Instagram, em que comenta as músicas e as gravações. “Escrever este álbum foi uma forma de processar tudo o que estava acontecendo no mundo, a distância entre nós e o que mais importa na vida”, ele explicou. “Eu lancei ‘Spaceman’ primeiro para apresentá-lo ao mundo e abordar o que encontrei ao longo do caminho. ‘This Is Heaven’ pousou em segundo lugar para mostrar o contraste das emoções encontradas entra a Distância e a Euforia e como se reconectar com aqueles que você ama pode lhe dar um propósito. E agora… o resto do álbum é seu para explorar – ‘Distance’, ‘Indulgence’, ‘Euphoria’ & ‘Commitment’. Espero que vocês reservem um tempo para vivenciar o álbum na íntegra, do início ao fim, e que encontrem consolo enquanto se juntam ao ‘Spaceman’ na maior aventura de todas … O amor”.
Pedro Sampaio responde preconceito contra funk com remix dos Mamomas Assassinas
A inclusão de um trecho do remix funk de “Wap”, produzido por Pedro Sampaio, na apresentação de Cardi B e Megan Thee Stallion no Grammy 2021 despertou o preconceito do veterano produtor Rick Bonadio, até hoje lembrado por ter trabalhado com Mamonas Assassinas. Ele lançou um ataque gratuito ao funk em suas redes sociais. “Já exportamos Bossa Nova, já exportamos Samba Rock, Jobim, Ben Jor. Até Roberto Carlos. Mas o barulho que fazem por causa de 15 segundos de funk na apresentação da Cardi B me deixa com vergonha. Precisamos exportar música boa e não esse ‘fica de quatro'”, ele escreveu no Twitter na segunda-feira (15/3), citando uma frase em português do remix de Pedro Sampaio, que chamou atenção no Grammy. Bonadio exercitou ainda mais preconceito em outros comentários, gerando uma revolta nas redes sociais. Várias estrelas do funk se insurgiram contra o produtor, com Anitta à frente, disparando uma saraivada de tuítes. À noite, Sampaio apresentou sua resposta. Em formato musical. Postou um remix funk de “Pelados em Santos”, dos Mamonas Assassinas. E fez questão de incluir “fica de quatro” em sua versão, deixando sua mensagem bem clara. Na legenda, ele escreveu: “Na minha opinião, Mamonas combina muito com funk. #FicaDeQuatro”. Ouça abaixo a versão funk dos Mamonas Assassinas. // na minha opinião, mamonas combina muito com funk #FicaDeQuatro pic.twitter.com/tRkLAkvzGT — Pedro Sampaio (@DjPedroSampaio) March 16, 2021
BBB 21 coloca música de Israel & Rodolffo no topo das paradas digitais
Sucesso de audiência, o “BBB 21” também está se revelando um fenômeno musical. Incansável na divulgação de “Batom de Cereja” nas festas e outros momentos do programa, Rodolffo emplacou sua nova música com o parceiro Israel no topo das paradas digitais. De fato, a música não sai da cabeça de quem assiste ao reality show da Globo e, no último final de semana, se tornou a mais ouvida do país no Spotify, com mais de 1,1 streamings num único dia. Também lidera o Deezer e, de forma ainda mais impressionante, entrou até no Top 50 Global do Spotify. No YouTube Music, “Batom de Cereja” está em 6º lugar no “Top 100” brasileiro. Confinado, Rodolffo não tem a menor noção do sucesso. Mas, do lado de fora da casa, seu parceiro comemora o sucesso: “Minha ficha ainda não caiu. Nós sempre sonhamos e trabalhamos para que esse dia chegasse, mas está sendo muito além do que imaginávamos”, afirmou Israel. “Saber que somos a música mais ouvida do país já é maravilhoso, mas, saber também que qualquer cidadão do mundo que ouça a playlist TOP 50 global vai ter a oportunidade de ouvir o nosso som, é indescritível”, completou. Veja o vídeo oficial da canção abaixo.












