Atriz da Marvel lança clipe dançante
A atriz Olivia Holt, que viveu a heroína Adaga na série “Manto e Adaga” da Marvel, aproveitou o final da temporada de sua nova série, “Cruel Summer”, para retomar sua carreira musical com o clipe de “Next”. No vídeo, ela aparece dançando sozinha em vários cômodos de uma mansão. “Next” pode ser a primeira música do possível álbum de estreia da artista, que já lançou dois EPs desde que assinou com a Hollywood Records (a gravadora da Disney) em 2014. Demonstrando que anda ansiosa para emplacar sua paixão musical, ela também cantou uma música na trilha de “Cruel Summer” – um cover de “Today”, da banda The Smashing Pumpkins, que integrou seu segundo EP lançado neste ano. Ouça abaixo.
Pabllo Vittar adere ao breganejo com novo clipe
Pabllo Vittar lançou o clipe de “Triste com T”, sua nova incursão ao universo breganejo, iniciada no mês passado com “Ama Sofre Chora”. Dirigido pela própria artista com seu parceiro habitual, Flávio Verne, o clipe apresenta a cantora com figurino e maquiagem belíssimos, em cenas que exploram o T bem grandão da letra. Assumindo a influência brega, a produção também privilegia uma coreografia basicona de programa de auditório para os fãs repetirem em casa. Já tem até tutorial da dancinha programado para as redes sociais. “Triste com T” faz parte do quarto álbum de Pabllo, “Batidão Tropical”, lançado na noite de quinta-feira (24/6) nas plataformas musicais.
Willow, filha de Will Smith, lança inesperado clipe roqueiro
A cantora Willow, filha dos atores Will Smith e Jada Pinkett Smith, lançou o clipe de “Lipstick”, que consolida uma inusitada guinada roqueira em sua carreira. Willow ficou conhecida aos 10 anos, quando sua brincadeira de rap pop “Whip My Hair” estourou nas paradas de sucesso. Com 21, é uma mulher completamente diferente. “Lipstick” já é o segundo single de sua conversão roqueira, após o lançamento de “Transparent” em parceria com o baterista Travis Barker, do Blink-182, no mês passado. Mas aquela música ainda tinha apelo pop. Agora, a referência é Perry Farrel (Jane’s Addiction, Porno for Pyros) e artistas mais alternativos. O novo clipe, que projeta imagens pastorais sobre seus lábios e maquiagem glitter, ainda reforça uma estética indie na nova identidade da artista. Os curiosos poderão conferir se a conversão é séria ou só uma fase com o lançamento do novo álbum da cantora, intitulado “Lately I Feel Everything”, previsto para 16 de julho. Veja abaixo também o clipe de “Transparent” com Travis Baker.
Karol Conká não se deixa abalar em novo clipe
Karol Conká divulgou o clipe de “Mal Nenhum”, seu segundo lançamento após a participação polêmica no “BBB21″. A letra faz referência à rejeição histórica que ela sofreu no programa, cujas consequências ainda a seguem. “Tô acostumada a andar na mira”, ela diz na canção, concluindo de forma otimista que “Quando menos perceber, o jogo vira”. O vídeo que materializa seu corpo fechado traz a rapper cercada por motos, carros e tipos mal-encarados num lugar semidestruído e decrépito. Um cenário de pesadelo onde ela demonstra não se abalar com nada. Já a música segue a tendência de “Dilúvio” ao buscar referências fora do rap tradicional, num arranjo vanguardista que indica influências (pouco usuais no Brasil) de trip hop, liquid funk e dubstep. Também reforça a qualidade do trabalho do produtor baiano RDD (Rafa Dias Days), do Àttoxxá.
Clipe com Ben Platt homenageia Lady Gaga
O ator e cantor Ben Platt (“The Politician”) gravou uma versão de “Yoü and I”, de Lady Gaga, que ganhou clipe para marcar o aniversário dos 10 anos de “Born This Way”. A celebração de uma década do álbum mais famoso de Lady Gaga é acompanhado pelo lançamento de um disco só de covers, batizado de “Born This Way (Reimagined)”, que chegou nas plataformas digitais nesta sexta (25/6) com regravações feitas por Kylie Minogue, Big Freedia, Orville Peck, Years & Years e o ator citado, entre outros. Ben Platt mostrará um pouco mais de seus talentos vocais em seu próximo filme, “Dear Evan Hansen”, baseado no musical de mesmo nome da Broadway, em que ele repete o papel que lhe rendeu o Tony (o Oscar do teatro) de Melhor Ator. A estreia está marcada para 23 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Ed Sheeran lidera apocalipse vampírico em clipe impressionante
O cantor Ed Sheeran lançou “Bad Habits”, a primeira música de seu próximo disco solo, após um hiato de quatro anos preenchido por colaborações. Dirigido por Emil Nava, tradicional parceiro do cantor britânico, o clipe da canção tem cenas impressionantes de apocalipse vampírico. O vídeo traz Sheeran como uma criatura da noite deprimida em meio às baladas noturnas de Londres, que se junta a um grupo com outros vampiros para levar o caos às ruas. As imagens lembram o filme de zumbis sul-coreano “Invasão Zumbi” (2016), com vampiros e humanos saltando em meio a um massacre alucinado e veloz – que no clipe ainda inclui ataque aéreo, situações surreais e batida dançante. O novo álbum do cantor ainda não tem título nem previsão de lançamento.
Show de Emicida ganha novo documentário da Netflix
A Netflix decidiu lançar na íntegra o show de Emicida no Theatro Municipal de São Paulo, que serviu de base para o documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, lançado no ano passado em streaming. O trailer da apresentação, repleta de discursos emocionados, pode ser visto abaixo. Intitulado “Emicida: AmarElo – Ao Vivo”, o vídeo do show chega à Netflix em 15 de julho. Multiplaforma, o disco “AmarElo” também ganhou um podcast chamado “Amarelo – O Filme Invisível” e uma série documental no GNT intitulada “AmarElo Prisma”, igualmente em formato de podcast. Para completar, na última terça-feira (22/6), uma parceria da plataforma Deezer com Emicida, em torno do conceito “Silêncio”, extraído do projeto, foi premiada com o Leão de Bronze no Festival de Cannes da publicidade.
Trailer de “Sing 2” traz Bono Vox como cantor recluso
A Universal Pictures divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Sing 2”, continuação de “Sing: Quem Canta Seus Males Espanta” (2016), animação-karaokê em que bichos falantes cantam grandes sucessos da música pop. Na sequência, os integrantes do concurso de calouros preparam um grande espetáculo e convencem o magnata com poder de tirar o projeto do papel de que um cantor lendário será a atração principal. Só que o tal ídolo do rock se encontra recluso desde a morte da esposa. Além da volta dos dubladores originais, incluindo Matthew McConaughey, Reese Witherspoon, Scarlett Johansson, Taron Egerton, Tori Kelly e Nick Kroll, “Sing 2” acrescenta ninguém menos que Bono Vox, do U2, como o cantor icônico. Ou seja, não é por acaso que Scarlett “porco-espinho” canta “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” no clímax do vídeo. A produção também vai contar com as vozes dos cantores Pharrell Williams e Halsey, além de novos personagens dublados por Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Eric Andre (“A Noite é Delas”) e Chelsea Peretti (“Brooklyn Nine-Nine”). Diretor e roteirista do primeiro longa, Garth Jennings volta a comandar a sequência para a Illumination, mesma produtora das animações de “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A estreia vai acontecer em 23 de dezembro no Brasil, um dia depois dos EUA. Veja abaixo duas versões do trailer. O primeiro vídeo é dublado em português e o segundo tem Bono, Pharrell e Halsey.
Clipe traz Miley Cyrus e superbanda em cover do Metallica
Miley Cyrus se juntou a uma superbanda formada por Elton John, WATT, Yo-Yo Ma e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) para gravar um cover de “Nothing Else Matters”, clássico do Metallica, que ainda contou com participação do atual baixista da banda, Robert Trujillo. A música teve um clipe divulgado nesta terça (22/6) sem a presença de nenhum dos músicos. O vídeo explora o clima country da versão ao mostrar um cowboy de preto num deserto ensolarado de outro mundo – ao estilo de “A Torre Negra”. A gravação de “Nothing Else Matters” é a primeira prévia de um álbum de covers do Metallica, intitulado “Blacklist” e com lançamento previsto para 10 de setembro. A produção reúne cerca de 50 artistas em gravações de suas músicas preferidas do “The Black Album”, disco mais bem-sucedido do Metallica, lançado em 1991. Todos os lucros das vendas do disco serão revertidos à instituições de caridade escolhidas pelos artistas participantes do projeto, o que também serviu de incentivo para a ampla variedade de convidados, que vão das bandas Weezer, Ghost e Cage the Elephant até o cantor Dave Gahan (Depeche Mode) e as estrelas pop St. Vincent e Rina Sawayama. Vale observar que muitos músicos gravaram a mesma faixa, resultando em, por exemplo, seis versões diferentes de “Enter Sandman” no projeto. Além do clipe, veja também um “trailer” do projeto logo abaixo.
Disney vai filmar Branca de Neve com atriz de “Amor, Sublime Amor”
A Disney anunciou que a atriz Rachel Zegler, estrela do vindouro remake do musical “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), vai estrelar a versão live-action de “Branca de Neve”. A produção será dirigida por Marc Webb (“O Espetacular Homem-Aranha”) e contará com músicas originais de Benj Pasek e Justin Paul, a dupla vencedora do Oscar por “La La Land” (2016) – e que também foi indicada ao prêmio da Academia por “O Rei do Show” (2017). “Branca de Neve e os Sete Anões” foi o primeiro longa-metragem animado da Disney, em 1937, mas ironicamente será o último filme de princesas do estúdio a ganhar versão com atores reais, após todo seu catálogo de desenhos clássicos ter sido transformado em produções do gênero nos últimos anos. Na verdade, a Disney contempla essa adaptação há anos, mas acabou desistindo devido à concorrência de projetos similares, como “Branca de Neve e o Caçador” e “Espelho, Espelho Meu”, lançados em 2012, quando o estúdio pretendia realizar seu filme. As filmagens vão começar em 2022, com uma década de distância para as versões das Branca de Neve vividas por Kristen Stewart e Lily Collins, para destacar pela primeira vez nos EUA uma Branca de Neve de ascendência latina. O novo filme da Disney ainda não tem previsão de estreia.
Anitta vai parar na capa da Billboard com a trilha de “Velozes e Furiosos 9”
Anitta foi parar na capa da revista americana de música Billboard, ao lado do ator Vin Diesel e do cantor Nicky Jam, de ascendência porto-riquenha. Sob o título “Acelerando o Reggaeton”, a reportagem de capa tem como pauta a trilha de “Velozes e Furiosos 9” e o fato de a franquia ajudar a divulgar artistas latinos. Em sua participação, Anitta apontou como difere da chamada “explosão latina”, que tem predominância de gravações em espanhol. “É muito difícil ver filmes filmados no Brasil. Além disso, todo mundo está sempre dizendo que a música latina está explodindo e que é tão fácil para mim, e eu fico tipo, ‘Eu sou brasileira! Eu nem falo espanhol.’ Tive que aprender espanhol. Nós nem ouvimos música latina. É uma coisa totalmente diferente! Pra mim mesmo estar aqui é tão difícil. Quantos brasileiros você vê aqui?” Sobre sua participação na trilha sonora, ela explicou que foi um convite da produção. “Eles me disseram que o conceito era de uma mensagem forte, poderosa e feminina que falasse sobre força e agressividade de uma forma positiva e muito relacionada ao filme. E adorei porque é muito eu”, ela explicou. O resultado foi a música “Furiosa”, que está tendo maior destaque na divulgação do longa. Vale apontar que, nos bastidores da entrevista, rolou um papo entre Anitta e Vin Diesel que pode virar uma nova parceria musical. Diesel tem investido numa carreira paralela na música, em parceria com o DJ Kygo, e está de olho em novas oportunidades para cantar. “Velozes e Furiosos 9” estreia nesta quinta (24/6) nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por billboard (@billboard)
Alok prepara série documental sobre música indígena brasileira
Brasileiro mais ouvido no Spotify, o DJ Alok prepara uma minissérie documental sobre as raízes sonoras dos povos originários do país. Feita em parceria com a produtora Maria Farinha Filmes, a série vai trazer Alok percorrendo musicalmente a jornada dos ativistas indígenas Célia Xakriabá, Kunumi MC, Mapu Huni Kuin e Tashka Yawanawa. Alok também vai trocar vivências com lideranças musicais dos povos Kariri-Xocó, Huni Kuin, Yawanawa e Guarani. E disso também resultará um disco que terá a renda totalmente revertida para apoiar os povos indígenas participantes. Além disso, Alok vai produzir um álbum para cada um deles, com canções tradicionais, visando manter vivas “as narrativas indígenas traduzidas em música”, segundo ele. A minissérie documental tem roteiro de Célia Xakriabá (professora ativista indígena do povo Xakriabá) e Moara Passoni, a partir de ideia original de Estela Renner, Marcos Nisti e Alok. A direção geral é de Tatiana Lohmann O interesse do DJ pelos povos originários brasileiros é antigo. Em 2016, ele lançou o minidocumentário “Yawanawá – A Força”, publicado em plataformas digitais, que registrou seu encontro com a etnia Yawanawá, da tribo Mutum. Veja abaixo.
Warner filmará vida de Marvin Gaye com produção de Dr. Dre
A Warner vai realizar uma cinebiografia do cantor Marvin Gaye, que conta com produção do rapper Dr. Dre e será dirigida por Allen Hughes (“O Livro de Eli”). Vale lembrar que inúmeros projetos anteriores, com os diretores F. Gary Gray, Cameron Crowe, os atores James Gandolfini e Jamie Foxx, o produtor Scott Rudin e até o cantor Lenny Kravitz já tentaram levar a história de Marvin Gaye para as telas, mas até então nenhum tinha conseguido a autorização da família ou o financiamento necessário para cobrir os custos. Ao contrário de tentativas anteriores, desta vez a família deu a benção e não faltou verba para bancar os direitos das músicas do cantor, da Motown às suas gravações finais, garantindo a utilização dos maiores sucessos de sua carreira na produção – entre eles clássicos como “What’s Going On”, “Get It On” e “Sexual Healing”. Para conseguir deixar todo mundo satisfeito, o estúdio estaria bancando um orçamento acima de US$ 80 milhões. Dr. Dre e seu sócio na Beats Electronics (fábrica de fones vendida para a Apple), Jimmy Iovine, iniciaram o projeto e contataram todas as partes, incluindo Andrew Lazar (produtor de “Sniper Americano”), proprietário da Mad Chance Productions, que é afiliada da Warner Bros. “Você já ouviu falar de todos esses diretores de renome que tentaram por 35 anos consolidar esses direitos”, comentou Allen Hughes para o site Deadline. “Mas esse filme começou com Dre dizendo, ‘Vamos fazer isso juntos’, e então Jimmy apareceu, e Andrew Lazar, e nós trabalhamos com a Motown e algumas outras coisas que precisavam ser amarradas, e conseguimos”. O roteiro foi escrito pelo poeta-dramaturgo Marcus Gardley, produtor da série “The Chi”, que também assina a versão musical de “A Cor Púpura” (prevista para 2023) para a Warner. Hughes e os produtores estão agora em busca do intérprete de Gaye para agendar o começo das filmagens, que ainda não têm previsão de lançamento.












