The Weeknd lança clipe com estrela de “Round 6” e Jim Carrey
The Weeknd lançou o clipe de “Out of Time”, em que contracena com Hoyeon, intérprete da jogadora 67 no fenômeno “Round 6”. O cantor e a atriz sul-coreana vivem uma espécie de “Encontros e Desencontros” (2003) no novo vídeo dirigido por Cliqua, ao se cruzarem num elevador, encontrarem-se no mesmo bar de hotel e decidirem compartilhar uma noitada de karaokê, cantando animadamente a música do vídeo. Só que a conexão instantânea é dramaticamente interrompida pela participação especial de Jim Carrey (“Sonic: O Filme”), que aparece no final para revelar que tudo pode ser um sonho de The Weeknd, visto no desfecho surreal deitado numa mesa de cirurgia. Imagens do cantor lutando pela vida, em cenas delirantes, tem marcado toda a videografia do disco “Dawn FM”, um álbum conceitual cujo título alude a uma “estação de rádio do purgatório”. Jim Carrey, por sinal, também é o responsável pela locução da “Alvorada FM” fictícia do disco.
Série sobre os Sex Pistols será lançada no Brasil pela Star+
A plataforma Star+ confirmou oficialmente nesta segunda (4/4) que vai lançar no Brasil a série “Pistol”, sobre a banda de punk rock Sex Pistols, que tem direção do cineasta Danny Boyle (“Trainspotting”). A série vai contar a história do grupo responsável pela explosão punk no Reino Unido a partir da obra “Lonely Boy: Tales From a Sex Pistol”, livro do guitarrista da banda, Steve Jones. A adaptação foi feita pelo roteirista Craig Pearce (“Moulin Rouge!”), que escreveu os episódios com Frank Cottrell Boyce, que já abordou este mesmo período no roteiro do filme “A Festa Nunca Termina” (24 Hour Party People, de 2002). A atração mostrará como Jones fundou a banda com o vocalista Johnny Rotten (John Lydon), o baterista Paul Cook e o baixista Glen Matlock – posteriormente substituído por Sid Vicious por saber tocar bem demais – , além de retratar a vida em Londres nos anos 1970, a partir da trupe que fazia ponto na butique Sex, de Vivienne Westwood e Malcolm McLaren. Os Sex Pistols da ficção são interpretados por Toby Wallace (“The Society”) como Jones, Anson Boon (“Predadores Assassinos”) como Rotten, o estreante Jacob Slater como Cook, Fabien Frankel (“The Serpent”) como Matlock e Louis Partridge (“Enola Holmes”) como Vicious. O elenco ainda inclui Dylan Llewellyn (“Derry Girls”) como Wally Nightingale, que tocou com Jones, Sydney Chandler (“Don’t Worry Darling”) como a cantora Chrissie Hynde (dos Pretenders), Emma Appleton (“The Witcher”) como Nancy Spungen (namorada de Vicious), Beth Dillon (“Quatro Casamentos e um Funeral”) como Siouxie Sioux (da banda Siouxie and the Banshees) e Maisie Williams (“Game of Thrones”) no papel da ícone punk Jordan, uma atriz e modelo ligada a Westwood, que acompanhou o surgimento da banda em Londres e se tornou um símbolo da cultura punk pelo seu estilo. A produção chegou a ser ameaçada por um processo de John Lydon, o ex-Johnny Rotten, mas os demais integrantes da banda o derrotaram na Justiça para permitir que as gravações dos Sex Pistols fossem ouvidas na série. Originalmente produzida pelo canal pago FX, a série estreia em 31 de maio nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento por aqui.
Olivia Rodrigo quebra um Grammy logo após vencer o prêmio
A sessão de fotos da cantora Olivia Rodrigo na saída do Grammy 2022, o “Oscar da música”, não acabou bem. Vencedora dos troféus de Revelação do Ano, Álbum Pop e Performance Pop na noite de domingo (3/4), ela tentou equilibrar os três gramofones dourados em seus braços durante as fotos da imprensa e acabou derrubando um deles, que quebrou. A cantora de 19 anos deixou o prêmio cair enquanto sua equipe arrumava seus cabelos para as fotos, e o troféu se desmontou em duas partes. Uma assistente rapidamente pegou as peças do chão e conseguiu juntá-las novamente para que Olivia pudesse continuar a sessão de fotos. Quando viram a cena, os fãs se lembraram de quando Taylor Swift também derrubou um de seus prêmios no chão no Grammy de 2010. Na ocasião, ela venceu quatro estatuetas.
Confira os vencedores do Grammy, em noite de Olivia Rodrigo, Jon Batiste e Foo Fighters
A Academia da Gravação premiou na noite de domingo os melhores da indústria musical com o Grammy 2022. E a premiação contou com uma brasileira vencedora: a pianista Eliane Elias, que venceu prêmio na categoria Melhor Álbum Latino de Jazz pelo disco “Mirror Mirror”. Foi o segundo Grammy da paulistana de 62 anos, que também foi premiada na mesma categoria em 2016 com o álbum “Made in Brazil”. O novo trabalho foi realizado em parceria com Chick Corea e Chucho Valdés. O primeiro, que faleceu em fevereiro deste ano, também foi premiado na categoria Melhor Solo Improvisado de Jazz por “Humpty Dumpty”. A jovem Olivia Rodrigo, de apenas 19 anos, foi uma das artistas mais premiadas da noite, com três Grammys: Artista Revelação, Melhor Álbum Pop e Melhor Performance Pop Solo. O mesmo número de vitórias foi conquistada por duas bandas. Uma delas foi o projeto Silk Sonic, formada por Anderson .Paak e Bruno Mars, nas categorias Canção do Ano, Gravação do Ano e Melhor Performance de R&B. A outra foi Foo Fighters, que na semana passada perdeu o baterista Taylor Hawkins, premiada por Álbum de Rock, Música de Rock e Performance de Rock. Hawkings foi homenageado por Billie Eilish e, no segmento In Memoriam, a surpresa foi uma menção à cantora sertaneja Marília Mendonça, vítima de uma acidente aéreo em novembro de 2021. A homenagem, entretanto, não incluiu uma das maiores artistas da música brasileira, Elza Soares, morta em janeiro deste ano. Mas o destaque da premiação foi Jon Batiste. Além de Álbum, Gravação e Clipe do Ano, ele se destacou com o maior número de troféus – 11 ao todo – graças à diversidade de projetos realizados, incluindo em sua lista de vitórias a trilha de “Soul”, animação da Pixar. Confira abaixo uma relação com 40 das principais categorias do Grammy – de um total de 70 troféus distribuídos para os mais diferentes gêneros e setores da produção musical. Artista Revelação Olivia Rodrigo Música do Ano “Leave The Door Open” – Silk Sonic Álbum do Ano “We Are” – Jon Batiste Melhor Album Pop “Sour” – Olivia Rodrigo Melhor Performance Pop Solo “Drivers License” – Olivia Rodrigo Melhor Performance de Grupo ou Duo Pop “Kiss Me More” – Doja Cat Featuring SZA Melhor Videoclipe “Freedom” – Jon Batiste Gravação do Ano “Leave The Door Open” – Silk Sonic Melhor Álbum de Rap “Call Me If You Get Lost” – Tyler, The Creator Melhor Performance de Rap “Family Ties” – Baby Keem feat. Kendrick Lamar Melhor Álbum Pop Tradicional “Love For Sale” – Tony Bennett e Lady Gaga Melhor Álbum de R&B “Heaux Tales” – Jazmine Sullivan Melhor Performance de R&B “Leave The Door Open” – Silk Sonic (empate) “Pick Up Your Feelings” – Jazmine Sullivan Melhor Performance de Rock “Making A Fire” – Foo Fighters Melhor Música de Rock “Waiting On A War” – Foo Fighters Melhor Álbum de Rock “Medicine At Midnight” – Foo Fighters Melhor Álbum de Rock Alternativo “Daddy’s Home” – St. Vincent Melhor Performance de Metal “The Alien” – Dream Theater Melhor Performance de Rock Latino “Origen” – Juanes Melhor Álbum de Pop Latino “Mendó” – Alex Cuba Melhor Álbum de Música Urbana “El Último Tour Del Mundo” – Bad Bunny Melhor Álbum de Blues Tradicional “I Be Trying” – Cedric Burnside Melhor Álbum de Blues Contemporâneo “662” – Christone “Kingfish” Ingram Melhor Álbum de Folk “They’re Calling Me Home” – Rhiannon Giddens with Francesco Turrisi Melhor Solo Improvisado de Jazz “Humpty Dumpty (Set 2)” – Chick Corea Melhor Álbum Latino de Jazz “Mirror Mirror” – Eliane Elias, Chick Corea e Chucho Valdés Melhor Álbum Instrumental de Jazz “Skyline” – Ron Carter, Jack DeJohnette & Gonzalo Rubalcaba Melhor Composição Instrumental “Eberhard” – Lyle Mays Melhor Álbum de Música Global “Mother Nature” – Anjelique Kidjo Melhor Música para Mídia Visual “All Eyes on Me” – Bo Burnham Melhor Álbum para Mídia Visual “The United States vs. Billy Holiday” – Andra Day Melhor Trilha para Mídia Visual “The Queen’s Gambit” – Carlos Rafael Rivera (empate) “Soul” – Jon Batiste, Trent Reznor e Atticus Ross Melhor Filme Musical “Summer of Sul (… ou Quando a Revolução Não Pôde ser Televisionada)” Melhor Álbum de Teatro Musical “The Unofficial Bridgerton Musical” – Abigail Barlow e Emily Bear Melhor Álbum de Comédia “Sincerely Louis CK” – Louis C.K Melhor Performance Country Solo “You Should Probably Leave” – Chris Stapleton Melhor Álbum de Gospel “My Savior” – Carrie Underwood Melhor Álbum Dance/Música Eletrônica “Subconsciously” – Black Coffee Melhor Remix “Passenger” – Mike Shinoda remix Melhor Álbum Falado “Carry On: Reflections for a New Generation from John Lewis” – Don Cheadle
Conheça 10 novos clipes do rock indie atual
Os novos clipes de rock independente da seleção abaixo reúnem a nova geração do “pós-pós-punk” britânico, o “punk de arte” americano e até surpresas do outro lado do mundo. O Top 10 semanal (sem rankeamento) é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). THE RILLS | INGLATERRA O novo clipe da banda novata de Lincoln mostra a faceta política do pós-pós-punk britânico. Ao estilo saudoso do Killing Joke, a crítica dançante às figuras da política internacional e à maneira como eleitores expressam suas opiniões online faz parte do primeiro EP do grupo, “Do It Differently”, que está previsto para 6 de maio. SPORTS TEAM | INGLATERRA O sexteto londrino começou a revelar o conteúdo de seu segundo álbum, “GULP!”, previsto para julho. Com influências tão disparatadas quanto The Fall e The Who, o primeiro single explora a transformação das vidas pessoais em entretenimento para as massas das redes sociais. LIFE | INGLATERRA A banda de Hull prepara seu terceiro álbum, intitulado “North East Coastal Town” em homenagem à sua cidade natal, que será lançado em junho. O primeiro single do disco, “Big Moon Lake”, é o mais parecido que Life já soou de outra banda bem conhecida do Norte inglês, The Fall. MEAT WAVE | EUA O trio punk de garagem de Chicago já tem quatro álbuns. Lançado no final de março, “Honest Living” é seu primeiro single de 2022 e primeiro clipe em três anos. RIP ROOM | EUA Com a pegada de Hüsker Dü e Fugazi, a banda de San Francisco é descrita por sua gravadora como “punk de arte”. A descrição se aplica a arranjos cerebrais, com mudanças de andamento inesperadas, sem abrir mão das guitarras distorcidas, vocais agressivos e letras com crítica política e social. “Worth Repeating”, sobre a falta de imaginação que condena a humanidade a repetir os mesmos erros repetidamente, é o segundo single de “Alight and Resound”, álbum de estreia previsto para 27 de maio. FLOWVERS | INGLATERRA Mesmo quando só era conhecido por suas demos, o quarteto de Portsmouth já era chamado por parte da imprensa britânica como “o futuro do indie rock”. Com um punch não ouvido no rock inglês desde Arctics Monkeys, “When It Comes To It” é a faixa mais potente da banda, após um punhado de singles e um EP em 2020. FOLLY GROUP | INGLATERRA A primeira banda a assinar com o Technicolor, novo selo da gravadora Ninja Tune, lançou seu segundo EP em 25 de março. “I Raise You (The Price of Your Head)” é uma das cinco faixas de “Human and Kind”. Com clipe surreal, a música do quarteto londrino foi inspirada pela pandemia e propõe uma inversão de papéis para aqueles que não se importaram em jogar com as vidas alheias. E se jogassem com a vida deles? SUNGLACIERS | CANADÁ O pós-punk eletrônico, produzido pelo roqueiro canadense Chad VanGaalen, faz parte do segundo álbum do quarteto de Calgary, “Subterranea”, lançado em 25 de março. BEDCHAMBER | INDONÉSIA O primeiro single desde o álbum de estreia “Geography” em 2018 comprova porque a banda de Jacarta é uma das melhores do sudeste asiático. A combinação perfeita de noise, math rock e new wave foi gravada em dezembro de 2020 e deve fazer parte do segundo disco, que ainda não recebeu um título ou data de lançamento. LOOSE FIT | AUSTRÁLIA Marcado pelos vocais de punk rock da cantora/saxofonista Anna Langdon e um nervosismo evocado pelas cadência sincopada, “Social Graces” é inspirado pela reação à pandemia na Austrália. Alinhando-se ao pós-punk pioneiro de bandas lideradas por cantoras, como Au Pairs e The Slits, o quarteto de Sydney vai lançar seu primeiro álbum em 26 de abril.
Alanis Morissette canta em clipe de “Bridgerton”
A Netflix divulgou o clipe da nova versão de Alanis Morissette para seu hit de 1995 “You Oughta Know”, que ganhou arranjo de cordas e foi incluído na 2ª temporada da série “Bridgerton”. O vídeo combina cenas da série com registros da cantora, sentada num cenário que evoca um jardim, acompanhada pelo grupo orquestral Duomo and Kroma Strings. Baseada na série de livros da escritora Julia Quinn, a 2ª temporada da série romântica de época estreou há uma semana, em 25 de março, quebrando recorde de audiência na plataforma de streaming.
Eddie Murphy negocia estrelar filme do funkeiro George Clinton
O astro Eddie Murphy (“Um Príncipe em Nova York 2”) está negociando estrelar uma cinebiografia do músico George Clinton, conhecido como o “Padrinho do Funk” e líder das bandas Funkadelic e Parliament, duas das maiores influências musicais do funk americano. Segundo a revista Variety, a produção irá seguir a vida e o legado do artista desde sua infância, na Carolina do Norte dos anos 1940, destacando a formação de Parliamente e Funkadelic no final da década de 1960 até a explosão comercial das duas bandas e sua fusão nos anos 1970. A ideia é acompanhar o impacto e a influência de Clinton até a virada do século, de Prince e Red Hot Chili Peppers ao rap americano, onde foi sampleado por artistas como Tupac Shakur, Dr. Dre, Snoop Dogg, Ice Cube, Outkast e o Wu-Tang Clan. Além de estrelar a produção, Murphy deverá atuar como produtor ao lado de John Davis, proprietário da Davis Entertainment, que trabalhou com o ator na franquia “Dr. Dolittle” e no recente sucesso “Meu Nome é Dolemite”. Mas o projeto ainda em estágio inicial de desenvolvimento e ainda nem definiu roteiristas. Recentemente, Murphy fechou um acordo de exclusividade para três filmes com o Amazon Studios, o que pode indicar uma possível casa para a cinebiografia de Clinton. Veja abaixo um show completo do combinado Parliament-Funkadelic de 1976.
Mick Jagger revela música criada para a série “Slow Horses”
Mick Jagger divulgou nas redes sociais e em seu canal no YouTube a música “Strange Game”, que foi composta para a trilha da série “Slow Horses”, lançada nesta sexta na Apple TV+. “Strange Game” resultou de uma parceria entre Jagger e Daniel Pemberton, compositor da trilha instrumental da série, que já foi indicado ao Oscar por “Os 7 de Chicago”. Pemberton também assinou as músicas de “Depois da Festa”, outra série da Apple TV+, além das trilhas de “Enola Holmes”, “Aves de Rapina” e “Homem-Aranha no Aranhaverso” Estrelada por Gary Oldman, vencedor do Oscar por “O Destino de uma Nação” (2017), “Slow Horses” acompanha uma equipe de agentes da inteligência britânica que atua no departamento menos importante do MI5, onde funcionários vão para encerrar a carreira após cometerem erros no trabalho. Até que se veem envolvidos num complô inesperado e precisam mostrar a competência que nunca tiveram, para não virarem danos colaterais de seus superiores. Desenvolvida por Will Smith (não o ator, mas o roteirista da série “Veep”), a adaptação do livro homônimo de Mick Herron tem um elenco impressionante, que ainda inclui Kristin Scott Thomas (também de “O Destino de uma Nação”), Jonathan Pryce (“Dois Papas”), Jack Lowden (“Dunkirk”) e Olivia Cooke (“Jogador Nº 1”).
Anthony Kiedis foge da polícia em novo clipe do Red Hot Chili Peppers
Red Hot Chili Peppers divulgou o clipe de “These Are the Ways”, música do novo álbum, que lembra mais The Who antigo (com um final puxado para Metallica) que a velha banda de Los Angeles. No clipe dirigido por Malia James (que já trabalhou com Niall Horan, Rita Ora e Green Day), o vocalista Anthony Kiedis interpreta um assaltante em fuga da polícia, após roubar alimentos num mercadinho. Com um total de 17 faixas, o disco “Unlimited Love” foi lançado nesta sexta (1/4) nas principais plataformas digitais de música.
Shawn Mendes sofre de amor em clipe de show lotado
Shawn Mendes lançou “When You’re Gone”, música que remete diretamente à sua separação de Camila Cabello. A letra fala da dificuldade de superar um grande amor. Dirigido pelo colaborador de longa data Jay Martin (“It’ll Be Okay”, “Mercy”, “Stitches”), o clipe da música curiosamente muda o foco para outro cenário. Em contraste com o tema intimista, recorre a imagens épicas, registradas em preto e branco no show lotado do cantor durante o festival SXSW, em Austin, no Texas – onde ele debutou a canção em março passado. “When You’re Gone” é a segunda música consecutiva lançada pelo artista com o mesmo tema. Em dezembro, “It’ll Be Okay” perguntava se ele conseguiria superar o coração partido. Ele agora afirma que não consegue.
Harry Styles canta sobre separação em clipe com equipe ucraniana
Harry Styles troca de roupas e dança por cenários coloridos no clipe de “As It Was”. “Feito com amor por uma equipe da Ucrânia”, como descrevem os créditos no YouTube, o vídeo de cores vistosas, que usa de simbolismo para abordar o afastamento de um casal, tem direção da ucraniana Tanu Muino, responsável pelo premiado “Montero (Call Me by Your Name)”, de Lil Nas X. A música sobre separação, inspirada pelo synthpop dos anos 1980 – especialmente A-ha – , é a primeira mostra de “Harry’s House”, novo disco solo do ex-One Direction. O terceiro da álbum do cantor britânico tem lançamento previsto para 20 de maio. Os fãs poderão conferir o novo repertório ao vivo, já que o ator planeja se apresentar em Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro em dezembro.
Pabllo Vittar lança clipe dançante de nova parceria com Rina Sawayama
Pabllo Vittar deixou o breganejo de seus últimos lançamentos para retomar as gravações de dance music com “Follow Me”, um mix interessante de breakbeats de funk brasileiro, house bem pop e techno pesado, que conta com participação de Rina Sawayama. Apropriadamente, o clipe dirigido pela coreana-americana Amber Park (de quatro clipes de Sabrina Carpenter) destaca coreografias dançantes, além das caras e bocas de Vittar, com uma maquiagem orientalizada que flerta com polêmica boba. Esta é a segunda colaboração de Vittar com a cantora japonesa de Londres. A brasileira participou do “Brabo Remix” de “Comme Des Garçons”, um dos maiores sucessos de Sawayama.
Vencedor do Oscar 2022 é destaque nas estreias em streaming
A programação de filmes da semana destaca um vencedor do Oscar 2022 com uma das maiores aprovações da crítica internacional dos últimos meses. Por outro lado, também tem dois filmes chamativos com algumas das piores críticas do ano. Entraram na lista porque são as únicas atrações da semana com elenco de estrelas hollywoodianas e porque, apesar do que diz a imprensa (inclusive a gente), despertam inegável interesse de boa parcela do público. É só conferir a lista abaixo, com mais detalhes e trailers, pra entender quais são os filmes bacanas e quais vocês vão preferir contra todos os alertas. DRIVE MY CAR | MUBI Vencedor do Oscar 2022 de Melhor Filme Internacional e mais 68 prêmios – 3 deles no Festival de Cannes – , o novo filme de Ryûsuke Hamaguchi (“Roda do Destino”) segue um diretor de teatro viúvo e ainda enlutado, que viaja a Hiroshima para dirigir uma peça. Para se locomover na cidade, ele passa a contar com uma motorista reticente. Mas ao longo do tempo em que passam juntos, essa estranha o ajuda a confrontar um segredo deixado por sua falecida esposa, que o assombra silenciosamente. Se por um lado é uma obra contemplativa de três horas de duração, por outro cada segundo conta, e essa duração é fundamental para a jornada dos personagens. Quem embarcar na proposta vai entender porque o filme japonês é quase uma unanimidade, com 98% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes. A FELICIDADE DAS PEQUENAS COISAS | NOW Primeiro filme do Butão a concorrer ao Oscar de Melhor Filme Internacional – perdeu para “Drive My Car” – segue um jovem butanês, que sonha em se mudar para a Austrália e virar um cantor famoso, mas acaba enviado pelo governo para ser professor em Lunana, uma das regiões mais isoladas do mundo, onde deverá assumir uma escola infantil. Viajando a contragosto, ele logo descobre que aquele lugar não tem nada, nem quadro negro nem giz, mas se deixa contagiar pelas crianças, descobrindo a felicidade das pequenas coisas, conforme a moral da história explicitada pelo título. É uma história simples, que encantou a Academia pela simpatia e pela beleza da fotografia de cartão postal da região, localizada no Himalaia a quase cinco mil metros de altitude. Mas sua mensagem pode ser mais complicada do que aparenta, já que embute uma crítica ao desejo ocidental da busca pela fama e realização pessoal, evocando até o comunismo chinês, que na revolução cultural mandou 17 milhões de jovens intelectuais urbanos ao campo, para aprenderem “a felicidade das pequenas coisas”. APOLLO 10 E MEIO: AVENTURA NA ERA ESPACIAL | NETFLIX A melhor opção “hollywoodiana” da semana é a nova animação do diretor Richard Linklater (“Boyhood”). Com clima nostálgico e “lunático”, acompanha um adolescente típico do final dos anos 1960, que aprende o que são hippies ao mesmo tempo em que é recrutado para uma missão espacial secreta da NASA. Graças a um “acidente”, os cientistas construíram um módulo lunar muito pequeno, capaz de levar apenas uma criança em seu interior. E é assim que o jovem da cidade de Houston, no Texas, vira o primeiro astronauta a pisar na Lua, a bordo da Apollo 10 e Meio, lançada no meio tempo entre a criação do módulo e o primeiro voo tripulado “oficial” até a superfície lunar em 1969. “Apollo 10 e Meio” é a segunda animação de Linklater, e usa a mesma técnica de rotoscopia empregada para capturar expressões realistas do elenco de “O Homem Duplo” (2006). O elenco da nova produção reúne Zachary Levi (“Shazam!”), Jack Black (“Jumanji: Próxima Fase”), Glen Powell (“Estrelas Além do Tempo”) e outros. APRESENTANDO, NATE | DISNEY+ A divertida comédia infantil da Disney conta a história de Nate Foster, um menino hiperativo obcecado por musicais, que luta para conseguir papéis nas produções dramáticas de sua escola, enquanto fantasia em se tornar uma estrela da Broadway. De frustração em frustração, ele resolve arriscar tudo numa viagem para Nova York em busca de um papel e acaba viralizando de forma não intencional. Roteiro e direção são de Tim Federle, o criador de “High School Musical: A Série: O Musical”, mas o destaque é todo do estreante nas telas Rueby Wood, que viveu o protagonista Charlie na recente montagem da Broadway de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”. No elenco, quem também chama atenção é Lisa Kudrow (de “Friends”), como a tia nova-iorquina derrotada, que Nate acha a pessoa mais legal de sua vida. A PROFESSORA DE VIOLINO | FILMICCA Nina Hoss (“Fênix”) venceu o troféu de Melhor Atriz do Festival de San Sebastián como a personagem do título, que enfrenta outros professores de sua escola de música para impôr a admissão de um aluno em quem vê um grande talento. Comprometida, ela se dedica tanto para prepará-lo para o exame final que se afasta de seu próprio filho, também violinista, e de seu marido. Mas no dia do exame, os eventos têm uma virada trágica. FILHO-MÃE | NOW Premiado em festivais internacionais, o primeiro drama do documentarista Mahnaz Mohammadi é sobre uma viúva que trabalha incansavelmente em uma fábrica falida para sustentar seu bebê e seu filho Amir de 12 anos, sem dar conta das despesas. Uma solução para suas dificuldades financeiras vem na forma de uma proposta de casamento do motorista de ônibus da fábrica. O problema é que ele tem uma filha da idade de Amir e a tradição iraniana dita que, se houver casamento, o menino não poderá compartilhar a casa da família. Sob os olhos críticos de sua comunidade e de seus colegas de trabalho hostis, a viúva se vê pressionada a tomar uma decisão, que pode salvá-la da miséria ou destruir sua família. A MULHER QUE FUGIU | NOW O novo drama minimalista do sul-coreano Hong Sang-soo (“Certo Agora, Errado Antes”) traz novas conversas em torno de mesas com comida e bebida, e passeios na praia. Sang-soo construiu toda sua filmografia premiada com cenas parecidas, repetindo sempre o mesmo esquema, que realmente impressiona críticos e curadores de festivais, capazes de ver novidades em cada variação estrelada pela musa do diretor, Kim Min-hee. “A Mulher que Fugiu” lhe rendeu o Urso de Prata de Melhor Direção no Festival de Berlim de 2020. A trama, se é que se pode chamar assim, gira em torno da nova personagem de Kim Min-hee, que encontra três de suas amigas fora de Seul, enquanto seu marido está numa viagem de negócios. Elas têm uma conversa amigável, que dura 1h17. MOONFALL – AMEAÇA LUNAR | VOD* Em sua nova sci-fi apocalíptica, Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”) volta a mostrar o mundo ameaçado de destruição por efeitos visuais grandiosos. Desta vez, é a lua que sai de órbita e inicia uma queda avassaladora sobre a Terra, abrindo buracos enormes no roteiro, assinado pelo diretor com a ajuda de dois especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Esmagado pela gravidade das críticas (só 38% de aprovação), o filme revelou-se um verdadeiro desastre, que desperdiça um elenco formado por Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Aquaman”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”). A BOLHA | NETFLIX A nova comédia de Judd Apatow (“A Arte de Ser Adulto”) satiriza os bastidores de uma superprodução de Hollywood. A trama relata como a equipe e o elenco de um blockbuster com dinossauros tenta realizar seu filme no auge da pandemia. Para conseguir esse objetivo, todos são isolados e presos em seu hotel, ficando sem contato com o mundo externo. Curiosamente, isso realmente aconteceu. A premissa é uma sátira da forma como “Jurassic World – Domínio” foi realizado, mantendo astros numa “bolha de proteção” durante toda a filmagem em Londres para evitar a contaminação. “A Bolha” exagera a situação em prol do humor. Só que a crítica americana não achou a menor graça, resultando em apenas 24% de aprovação no Rotten Tomatoes (é o filme mais fraco da semana), apesar do elenco repleto de famosos – Pedro Pascal (“Mulher-Maravilha 1984”), Karen Gillan (“Jumanji: Próxima Fase”), David Duchovny (“Arquivo X”), Keegan-Michael Key (“O Predador”), Maria Bakalova (“Borat: Fita de Cinema Seguinte”), Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”), a esposa e a filha do diretor, Leslie Mann (“Mulheres ao Ataque”) e Iris Apatow (“Love”), entre outros. BRIAN WILSON: LONG PROMISED ROAD | NOW, VIVO PLAY, VOD* O documentário musical leva Brian Wilson de volta à casa em que compôs os maiores hits dos Beach Boys para falar sobre sua inspiração e os problemas mentais que o afligiram em sua busca por realizar uma obra-prima da música pop. E apesar das imagens históricas das gravações de 1966 e depoimentos de músicos famosos, o ponto alto da produção são as reminiscências e toda a emoção transmitida pelo próprio cantor e compositor ao falar sobre “Pet Sounds”. O disco foi considerado tão bom que, ao tentar superá-lo, os Beatles criaram “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, o que fez Wilson pirar ao ir além no inacabado “Smile”, mítico disco perdido de 1967, que só veio a ganhar edição oficial em 2011, completada pelo artista após sua “alta” psiquiátrica. Com direção de Brent Wilson (sem parentesco), que fez o documentário sobre doo-woop “Streetlight Harmonies” (2020), o filme foi premiado no Festival de Nashville. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.












