Clipe apresenta nova parceria de Calvin Harris e Dua Lipa
O DJ e produtor Calvin Harris repetiu a parceria bem-sucedida com Dua Lipa no lançamento do primeiro clipe de seu novo álbum. Ao estilo nu disco dos hits de Dua Lipa, a música se chama “Potion” e também inclui participação do rapper Young Thug. É para dançar, mas sem o mesmo apelo pulsante da colaboração de cinco anos atrás, “One Kiss”, gravação bombástica de house music que ajudou o álbum “Funk Wav Bounces Vol. 1” a estourar nas paradas de dance music em 2017. “Potion” é o cartão de visitas do sexto álbum do DJ, que vai se chamar “Funk Wav Bounces Vol. 2”.
Harry Styles lança clipe feito por US$ 300 em 3 horas
A produção do programa “The Late Late Show” divulgou no YouTube um novo clipe de Harry Styles, que foi produzido pelo apresentador James Corden em 3 horas com um orçamento de US$ 300. O vídeo de “Daylight”, uma das faixas do recém-lançado álbum “Harry’s House”, usa artifícios de produções indie, entre eles a locação pré-existente e multi-utilitária: o apartamento de fãs aleatórias no Brooklyn, Nova York, que tem os cômodos explorados, ganha nova decoração e figurantes entusiasmados para uma festa. O terraço do prédio também serve de “palco” para cenas externas. Já o figurino é a roupa com a qual cantor chegou para a gravação, que recebe chapéu coco, colete vermelho e gravata borboleta de palhaço durante as tomadas do terraço. O clipe tem até efeitos visuais, que permitem a Styles explorar “palhaçadas”, com a ajuda de chroma key e um James Corden “invisível”, disfarçado de “fundo verde”. Os bastidores da produção foram revelados num divertido vídeo extra, exibido durante o “The Late Late Show” da noite de quinta (26/5). Confira abaixo.
Exibição de “Elvis” gera 10 minutos de aplausos
A première mundial de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrman, registrou o recorde de tempo de aplausos do Festival de Cannes desta ano. A consagração iniciada durante a projeção dos créditos finais durou 10 minutos com o público aplaudindo em pé. Em termos de comparação, o diretor David Cronenberg e o elenco de “Crimes of the Future” ficaram emocionados com a recepção de 6 minutos de aplausos dedicados a seu filme. Em meio aos gritos de “Bravo!” da multidão, Baz Luhrmann se dirigiu emocionado ao público, dentro do Lumière Theatre, dizendo que a reação extrema de aprovação representava para ela “pequena epifania” porque “trinta anos atrás, minha esposa e eu fizemos um pequeno filme chamado ‘Vem Dançar Comigo’” e o único distribuidor que lhe ofereceu espaço disse: “Esse é o pior filme que já vi e você arruinou a carreira de Pat” (Thomson, que ganhou postumamente como Melhor Atriz da Academia Australiana de Cinema). Luhrmann continuou sua história, lembrando que na época “tinha cabelos muito compridos” e resolveu raspar a cabeça dizendo que “Essa coisa de cinema nunca vai dar certo”. “Então, recebi um telefonema e era um francês… ‘Olá, meu nome é Pierre Rissient, sou do Festival de Cannes e vimos seu filme, e gostaríamos de lhe oferecer uma exibição às 12 horas no Palais.’” “Exibi meu filme neste Palais… e no final da apresentação eu lembro que um segurança se aproximou e me disse, ‘Monsieur, a partir de hoje sua vida nunca mais será a mesma’ e não foi.” “Vem Dançar Comigo” venceu um prêmio especial da juventude em Cannes, a primeira de muitas conquistas da produção, que lançou a carreira do cineasta australiano há exatamente 30 anos. Ao fazer ‘Elvis’, Luhrmann imaginava que poderia voltar a Cannes, “mas então veio a covid e a filmagem foi suspensa, e achei isso nunca aconteceria, mas tivemos a bravura de Tom (Hanks) ao voltar [às filmagens após a doença], e a bravura deste elenco e desta equipe para enfrentar a covid e terminar este filme. E estamos de volta a Cannes. E ver esse lugar tão cheio de pessoas que amam filmes de todas as formas, diz muito mais sobre o que significa estar de volta, não só à Cannes, mas ao cinema. Por isso somos eternamente gratos, Cannes… Tudo o que posso dizer é merci beaucoup, merci beaucoup”, ele encerrou. O filme foi exibido em sessão de gala fora da competição. Mas nenhum título selecionado para a disputa da Palma de Ouro gerou igual comoção até o momento. “Elvis” destaca Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) no papel do cantor, interpretando desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 até o homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. O elenco também conta com o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. A estreia nos cinemas brasileiros vai acontecer em 14 de julho – quatro semanas após o lançamento nos EUA. Veja o trailer mais recente da produção abaixo.
Rafa Kalimann participará de série da Globoplay
Não é só Jade Picon. Rafa Kalimann também vai virar atriz numa produção do Grupo Globo. A ex-BBB vem estudando atuação e fará sua estreia como atriz na série “Rensga Hits”, produção que será lançada na Globoplay. Será um papel pequeno, como apresentadora de um dos eventos da série, passada no universo sertanejo. Sua personagem entenderá tudo do mundo do sertanejo e terá uma forte presença nas redes sociais, sendo uma espécie de “influencer sertaneja”. “Rensga Hits” também contará com outra ex-BBB que não é atriz: Naiara Azevedo. A cantora fará uma apresentação como ela mesma. A cargo da Glaz Entretenimento, a produção foi gravada em Goiânia e traz Alice Wegmann (“Onde Nascem os Fortes”) e Lorena Comparato (“Impuros”) nos papéis de cantoras rivais, agenciadas por empresárias vividas por Fabiana Karla (“De Perto Ela Não é Normal”) e Deborah Secco (“Salve-se Quem Puder”). Criada por Renata Corrêa (“Silêncio da Chuva”), a série terá músicas originais da dupla Bibi e Dudu, que já trabalhou com nomes como Michel Teló e Gusttavo Lima. A direção está a cargo de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”) e Carolina Durão (“A Vila”). A atração ainda não tem previsão para a estreia e provavelmente só terá uma temporada, já que, no mês passado, a Globo encerrou os contratos com Fabiana Karla e Alice Wegmann.
Trilha do filme “Elvis” tem Doja Cat, Eminem, Maneskin e Diplo
Se você pensa que o filme “Elvis” vai destacar várias gravações clássicas de Elvis Presley em sua trilha sonora, pode se surpreender com a revelação dos artistas que participam do álbum oficial da produção. Elvis Aaron Presley é apenas um deles. Além dos esperados covers do ator Austin Butler, intérprete de Elvis no filme, a relação de artistas tem até DJs e rappers. A relação extremamente eclética foi divulgada nas redes sociais nesta segunda (23/5) e inclui Eminem (em parceria com CeeLo Green), Doja Cat, o DJ Diplo (com Swae Lee), Kacey Musgraves, Stevie Nicks, Jack White, Jazmine Sullivan, Chris Isaak, o trio eletrônico australiano Pnau e as bandas Tame Impala e Maneskin, entre outros. Até o ator Kodi Smit-McPhee (“Ataque dos Cães”), que no filme vive o cantor Jimmie Rodgers, aparece listado. Outros intérpretes que cantam na tela – e na trilha – incluem Yola (no papel de Rosetta Tharpe), Gary Clark Jr. (Arthur “Bigboy” Crudup), Shonka Dukereh (Big Mama Thornton) e Alton Mason (Little Richard). Nem todas as gravações são inéditas. Além de Elvis, o pioneiro do soul Rufus Thomas, que morreu em 2001, também está listado no anúncio, que pode ser visto abaixo. A postagem não foi acompanhada pela revelação da data de lançamento do disco. Já o filme dirigido por Baz Luhrmann chega aos cinemas americanos em 24 de junho, quatro semanas antes da estreia no Brasil, prevista para 14 de julho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)
Documentário revela imagens inéditas da carreira de David Bowie
O estúdio indie Neon divulgou o pôster e o trailer de “Moonage Daydream”, novo documentário sobre David Bowie, com imagens inéditas de sua carreira e proposta imersiva. Descrito como uma “odisseia cinematográfica”, o filme tem direção de Brett Morgen, que passou cinco anos selecionando cenas do acervo pessoal de Bowie. Com o título de uma música do disco “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars” (1972), o documentário é o terceiro trabalho musical de Morgan, que antes fez “Crossfire Hurricane” (2012), sobre a turnê de 50 anos dos Rolling Stones, e “Cobain: Montage of Heck” (2015), sobre o líder do Nirvana – além de ter sido indicado ao Oscar pelo documentário de boxe “On the Ropes” (1999). O filme tem première mundial nesta segunda (23/5) em sessão de gala no Festival de Cannes, mas só deve chegar aos cinemas e em IMAX em setembro nos EUA, antes de ganhar um lançamento mundial em streaming pela HBO Max.
Novo trailer de “Elvis” explora histeria causado pelo cantor
A Warner divulgou novos pôsteres e o segundo trailer legendado de “Elvis”, a cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”). E a prévia tem tudo o que os fãs poderiam desejar, cobrindo todas as fases da carreira do cantor, com uma recriação caprichada, atenta aos detalhes. Muitas das cenas refletem a histeria despertada por suas apresentações, acompanhada de perto pela reação conservadora, que tentou censurá-lo. Luhrmann conecta a performance sensual ao fervor religioso do menino Elvis Presley, fazendo uma relação que conduz ao final da carreira do cantor, dedicada a gospels e baladas. Em vez de artistas de blues, a inspiração do roqueiro é conectada à performance de pastores negros, de forma a mostrar como os transes de fé transmitidos pelos spirituals lhe permitiam transcender ao cantar. Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) incorpora a fisicalidade do cantor, enquanto se transforma rapidamente na tela, desde um jovem roqueiro da metade dos anos 1950 a um homem maduro em sua volta triunfal de 1968 e na fase final da carreira, nos megashows dos anos 1970. E a cereja em cima do bolo: em vez de dublar, ele canta mesmo as músicas que apresenta no filme. “Elvis” também destaca o ator Tom Hanks (“Finch”) bastante transformado como o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, além de Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser finalizada e chegar aos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA.
Vangelis (1943–2022)
O compositor grego Vangelis, vencedor do Oscar pelo clássico “Carruagens de Fogo” (1981), morreu na terça-feira (17/5) num hospital da França, aos 79 anos, de causa não divulgada. Vangelis era nome artístico de Evángelos Odysséas Papathanassíu, que ele assumiu ao iniciar a carreira como tecladista de bandas de rock progressivo, como Forminx e Aphrodite’s Child (cujo vocalista era Demis Roussos). Ele começou a compor trilhas nos anos 1960, quando ainda era roqueiro, mas logo se viu cheio de trabalho neste segmento, tanto no cinema quanto na TV grega. Em 1976, fez sua primeira trilha internacional, para a produção britânica “O Jogo da Trapaça”, o que o levou a trocar de vez os palcos pelos estúdios de cinema. Apesar da longa carreira, ele só foi estourar em Hollywood após o drama esportivo “Carruagens de Fogo” (1981), de Hugh Hudson, impressionar o público mundial. A história da equipe de atletismo britânica nas Olimpíadas de Paris, de 1924, venceu o Oscar de Melhor Filme, mas foi o Oscar de Trilha Sonora que ficou marcado até hoje, tamanha a popularidade atingida pelo trabalho do compositor grego. A música-tema de “Carruagens de Fogo” acabou se tornando hino esportivo, sendo usada em transmissões de eventos de atletismo em todo o mundo, inclusive na cobertura televisiva das Olimpíadas de Los Angeles e Londres, e a corrida de São Silvestre no Brasil. O sucesso fez Vangelis ser contratado para seu primeiro projeto americano. E foi outro fenômeno: a trilha de “Blade Runner” (1982). As músicas do filme de Ridley Scott passaram a embalar todo o tipo de comercial televisivo e serviram de base para outros trabalhos baseados na franquia, lançados nos últimos anos. O músico voltou a trabalhar com Ridley Scott dez anos depois, em “1492: A Conquista do Paraíso” (1992), e se juntou a vários outros mestres do cinema mundial. Os destaques de sua filmografia incluem “Desaparecido” (1982), que rendeu um Oscar para seu conterrâneo Costra Gavras, “Antártica” (1983), do japonês Koreyoshi Kurahara, “Rebelião em Alto Mar” (1984), do australiano Roger Donaldson, “Francesco: A História de São Francisco de Assis” (1989), da italiana Liliana Cavani, “Lua de Fel” (1994), do franco-polonês Roman Polanski, e “Alexandre” (2004), do americano Oliver Stone. Nos últimos tempos, Vangelis vinha se especializando em músicas para documentários. Chegou a fazer até a trilha do registro da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, conhecida como Rio 92, acompanhando o lendário oceanógrafo-cineasta Jacques-Yves Cousteau. Ele também compôs músicas para missões espaciais da NASA em 2001 e em 2013, trabalho que lhe rendeu uma Medalha de Serviço Público Excepcional. Lembra abaixo os hits mais famosos do compositor.
Jennifer Lopez ganha documentário da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “Halftime”, documentário que apresenta os altos e baixo da carreira de Jennifer Lopez. O filme é centrado nos bastidores da apresentação de J-Lo no intervalo do Super Bowl 2020 (daí o título, equivalente no Brasil ao final do primeiro tempo), mas a prévia também revela um balanço na carreira da cantora e atriz, mostrando toda a pressão e machismo que ela enfrentou desde sempre, além de sua frustração por não obter a indicação ao Oscar por sua atuação elogiada em “As Golpistas”. A produção teve grande acesso à intimidade da artista, revelando inclusive cenas de sua filha, além de depoimentos das pessoas de sua vida, como o noivo Ben Affleck. A estreia está marcada para 14 de junho.
Novo clipe de Juliette é melhor resposta pra Samantha Schmütz
“O mundo acabando e você me julgando/ Me bota na caixa, quer me rotular”, diz “Cansar de Dançar”, nova música de Juliette, que ganhou clipe nesta semana. E a letra parece feita sob medida para servir de resposta à recente polêmica envolvendo a vencedora do “BBB 21”. Samantha Schmütz causou na segunda (16/5) ao questionar a profissão de Juliette em suas redes sociais: “Ela é artista?”. A provocação saiu do controle e virou discussão acalorada no Twitter e até na imprensa. Enquanto isso, “o mundo acabando”… O timing do lançamento do clipe dirigido por Phill Mendonça não poderia ter sido melhor planejado. Parece até que as duas combinaram. Ao lançar o clipe, Juliette disse que ele era “uma analogia com a minha história”. Ela se referia ao figurino, as roupas que usava quando trabalhava em escritórios e os looks que marcaram sua trajetória. Acabou que a combinação de música e vídeo se tornou maior que isso. “Você vai falando e eu vou rebolando/ Eu vou te mostrar onde é meu lugar”, segue a letra da canção. “Entender quem sou/ Qual é meu valor/ Aonde eu quero ir/ Vou me libertar…” A comediante do “Vai que Cola” viu que não colou e nesta quarta (18/5) pediu desculpas pelo comentário “superinfeliz”, “totalmente desnecessário, descabido”, etc. “Eu aprendi, pode ter certeza, com isso”, disse em seu Instagram. A letra é fácil de decorar. Aprenda também com o vídeo abaixo.
Filha de Elvis Presley rasga elogios para o filme “Elvis”
Lisa Marie Presley, a filha de Elvis Presley, usou as redes sociais para rasgar elogios ao filme “Elvis”, de Bas Luhrmann, e à performance do ator Austin Butler, que interpreta seu pai na produção. “Deixe-me dizer que é nada menos que espetacular. Absolutamente requintado”, ela escreveu sobre o filme, acrescentando que Austin Butler “canalizou e incorporou o coração e a alma de meu pai lindamente.” A filha de Elvis afirmou que a performance do ator foi “feita com precisão e respeito” e é tão perfeita que merecia um Oscar. “Se não ganhar o Oscar, eu como meu pé”. Mas os maiores elogios foram reservados para o diretor. “Você pode sentir e testemunhar o puro amor, cuidado e respeito de Baz por meu pai ao longo deste lindo filme, que finalmente é algo que eu e meus filhos e os filhos deles podemos nos orgulhar para sempre… Ela também mencionou que seus filhos se emocionaram com a sessão privada do filme e só lamentou que o filho recém-falecido, Benjamin Keough, não pudesse ter visto. “Isso parte meu coração, que meu filho não está aqui para ver. Ele teria adorado também.” “Eu não posso dizer o suficiente o quanto amo este filme e espero que vocês o amem também. Baz, seu gênio total combinado com seu amor e respeito por meu pai fez este projeto tão bonito e tão inspirador. Eu sei que estou sendo repetitiva, mas não me importo. Obrigado por esclarecer as coisas de uma maneira tão profunda e artística”, ela completou. Além de Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”), o elenco inclui Tom Hanks (“Finch”) como o coronel Tom Parker, o empresário do Rei do Rock, Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Filmado na Austrália, a produção superou paralisação durante a pandemia, com direito a contágio de Tom Hanks, para ser completada e marcar sua estreia nos cinemas em 14 de julho no Brasil – quatro semanas após os EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ELVIS (@elvismovie)
10 clipes: Conheça o grunge da nova geração
A seleção abaixo reúne 10 novos clipes de bandas independentes influenciadas pelo rock alternativo e a geração grunge, que marcou os anos 1990. O mais interessante dessa turma é que, em vez de partir para a cópia, acrescenta suas próprias marcas, com influências de outras vertentes distorcidas. Tem até cover do Nirvana soando como shoegazer. Confira. A lista é disponibilizado em dois formatos: convencional, com breves informações sobre os artistas abaixo de cada vídeo, e via playlist (localizada no final do post), para quem preferir uma sessão contínua – método mais indicado para assistir numa Smart TV (opção Transmitir, na aba de configurações do Chrome, ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge). | THE MYSTERINES | INGLATERRA O power trio de Liverpool liderado por Lia Metcalfe começou a chamar atenção em 2019 com rocks pesados influenciados pelo grunge e PJ Harvey. Mas o primeiro álbum, “Reeling”, só foi lançado em março passado. “Hung Up” é a segunda faixa do álbum. | SOFTCULT | CANADÁ Formada em Ontário por duas irmãs gêmeas, Mercedes e Phoenix Arn-Horn (ambas da banda Courage My Love), Softcult faz uma mistura ácida de grunge e shoegazer, como mostra seu cover de “Been a Son”, clássico do Nirvana. A música também exprime o feminismo da banda, ao tratar de uma garota maltratada pelo pai que preferia ter tido um filho. | CROWS | INGLATERRA A garage band londrina formou-se em 2015 e já tem dois álbuns. “Closer Still” faz parte do mais recente, “Beware Believers”, lançado no mês passado. | MOMMA | EUA Liderado pelas colegas de high school Etta Friedman e Allegra Weingarten, Momma faz um grunge melódico inspirada por artistas dos anos 1990 como Pavement e Breeders. A banda californiana vai lançar seu terceiro álbum, batizado de “Household Name”, em 1 de julho. “Speeding 72” é um dos singles que antecipam o disco. | JOYCE MANOR | EUA “Gotta Let It Go” é o single que anuncia o sexto álbum do grupo californiano, formado em 2008 durante a era do punk pop. O disco “40 oz. to Fresno” sai em 10 de junho pela célebre gravadora Epitaph, criada pelo guitarrista do Bad Religion Brett Gurewitz. | MILLY | EUA Mais um trio californiano, Milly também combina shoegazer e grunge – ou melhor, a versão lenta conhecida como slowcore – como seus lendários colegas da gravadora Dangerbird, Swervedriver, com quem costumam excursionar. “Illuminate” é o primeiro single do vindouro álbum de estreia, ainda sem título e previsto para o final do ano. | SOCCER MOMMY | EUA Sophie Regina Allison, a Soccer Mommy, nasceu na Suíça, mas foi criada em Nashville, onde começou a tocar guitarra aos seis anos de idade. Atualmente com 25 anos, ela se diz influenciada tanto por Avril Lavigne quanto Slowdive. E lança seu terceiro álbum, “Sometimes, Forever”, em 24 de junho. | TINY STILLS | EUA Descrevendo seu som como “bugglegrunge”, o quarteto de Los Angeles nasceu como projeto solo da cantora Kailynn West, mas evoluiu em meio à geração emo com guitarras grunge, sem perder de vista o forte apelo pop. O clipe de “Bleeding Out” evoca um trauma da cantora que foi presa sob a mira de uma arma em 2014. A música é o single inicial do terceiro álbum, ainda sem título nem previsão de estreia. | THE SUBWAYS | INGLATERRA O trio britânico foi formado numa garagem do sul da Inglaterra, em meio a sessões de covers de Nirvana e punk rock no começo dos anos 2000. O primeiro álbum é de 2005 e a formação original durou até 2020. Com nova baterista (Camille Phillips de The Ramonas) ao lado do guitarrista Billy Lunn e da baixista Charlotte Cooper, o trio reformulado lançou “You Kill My Cool” no mês passado, prometendo seu quinto álbum para o fim do ano. | CAT SFX | INGLATERRA A banda londrina liderada pela anglo-italiana Caterina Speranza busca influências entre punk rock, grunge e riot grrls, e foi “descoberta” pelo lendário produtor Alan McGee, que lança seus singles por sua novíssima gravadora, It’s Creation Baby – cujo nome remete à antiga e bem famosa gravadora de McGee, Creation Records. | PLAYLIST |
Banda ucraniana vence Eurovision e lança clipe impactante das ruínas do país
A banda ucraniana Kalush Orchestra lançou neste domingo (15/5) o clipe de “Stefania”, música que venceu o bastante disputado Festival Eurovision da Canção durante a madrugada, na final realizada na cidade de Turim, na Itália. O vídeo impactante amplia o significado da letra do rapper Oleh Psiuk, originalmente uma homenagem a uma mãe chamada Stefania que faz tudo pelo filho, ao encenar suas imagens como uma prece nas ruínas da Ucrânia. Gravado em locações de Bucha, Irpin, Borodyanka e Hostomel, todas destruídas pelas tropas russas de Vladimir Putin, o vídeo mostra mulheres em trajes do exército ucraniano resgatando crianças pequenas em meio a escombros, chamas e prédios prestes a ruir. O trecho da letra que sugere uma canção de ninar ganha significado simbólico, diante das cenas dramáticas. A emoção presente no rosto das militares transborda quando elas conseguem encontrar as famílias das crianças perdidas, mas principalmente quando não há mais família nenhuma para acolher essas crianças. Mesmo assim, o vídeo dirigido pelo cineasta Max Ksjonda (“The Bobot”) termina com uma imagem sem apelo à paz, mas à resistência, com um tanque russo em chamas, contraposto à imagem de uma criança segurando um coquetel molotov. Nas redes sociais, a banda afirmou que “Stefania” virou o “hino da nossa guerra”, e espera que também vire o “hino da nossa vitória”. A vitória da Kalush Orchestra no Eurovision também foi saudada pelo presidente da Ucrânia Volodymyr Zelensky, que parabenizou os integrantes da banda no Instagram. “Nossa coragem impressiona o mundo, nossa música conquista a Europa!”, ele escreveu. E ainda sugeriu que fará de tudo para, no próximo ano, sediar o concurso Eurovision 2023 na Ucrânia “livre, pacífica e reconstruída”. Pela tradição, o país vencedor costuma sediar a próxima edição do evento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Володимир Зеленський (@zelenskiy_official)











