Ícone do funk, MC Kátia clama por ajuda para voltar a andar: “Totalmente debilitada”
MC Kátia, a cantora conhecia como a “Fiel”, publicou um forte desabafo nesta segunda-feira (19/6). Nas redes sociais, a funkeira relatou que está “totalmente debilitada”, sem poder andar e disse que aguarda sua vez na fila do Sistema Único de Saúde (SUS). Aos 47 anos, MC Kátia descobriu um tumor benigno no útero, que afetou seus órgãos reprodutivos e prejudicou suas atividades renais. A cantora afirmou que seu estado de saúde é considerado grave. “Há um ano, estou passando por problemas sérios de saúde. Hoje me encontro totalmente debilitada de tudo. Tenho um tumor benigno no meu útero. Vou operar e perder o útero e o ovário. Por causa desse mioma, meus rins estão parando de funcionar”, relatou no Instagram. A cantora esclareceu que a condição afetou suas pernas e reforçou que precisa realizar a cirurgia com urgência. “E isso está me prejudicando, pois eu não estou conseguindo mais andar. Preciso tirar esse mioma para os meus rins voltarem a funcionar e eu poder voltar a andar”, ela disse. “Disseram que o cirurgião que vai me operar está com a agenda cheia. Os meus rins estão no limite. Estou com muita dor meu pé. Ele queima, doí. Estou urinando e evacuando pouco. Estou há semanas sem dormir por causa da dor. Não posso tomar nenhum remédio anti-inflamatório e antibiótico, porque faz os rins pararem. Além disso, estou com trombose. Tenho que tomar o anticoagulante, que não é barato.” Funkeira implora por ajuda Pioneira dos bailes funks, MC Kátia aproveitou seu desabafo para pedir ajuda financeira de seus seguidores. A cantora quer retomar seus trabalhos, mas os problemas de saúde a impedem de seguir carreira artística. “Isso tudo que está acontecendo comigo, fez com que eu parasse dentro de casa. Não ando dentro de casa, estou de repouso, o meu trabalho é o funk, eu não tenho outro recurso”, lamentou a precursora do funk nacional. “O meu marido trabalha comigo, a minha família acaba me dando um pouquinho aqui e ali. Eu vim dar uma satisfação para vocês do por que eu estou sumida dos palcos. Estou cuidando da minha saúde. Quem puder me ajudar em alguma coisa”, pediu a cantora. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MC KATIA A FIEL (@mckatiaafiel)
Ludmilla reclama do desempenho de nova música no Brasil
A cantora Ludmilla expressou sua frustração com o desempenho nacional da música “No Se Ve”, sua parceria com a cantora argentina Emilia Mernes. Em um desabafo feito no Twitter na tarde de domingo (18/6), Ludmilla destacou que a canção está fazendo sucesso em vários países, mas é ignorada no Brasil. “Hoje me peguei vendo números e mensagens a respeito do sucesso do meu feat com a Emília, ‘No se Ve’, pelo mundo, e por mais que a gente trabalhe isso no dia a dia, parece que está faltando algo. E está! Ver o meu país nessas estatísticas”, declarou a artista. A lista compartilhada por ela inclui países como Uruguai, Argentina, Espanha, Paraguai, Bolívia e Chile, mas não o Brasil. Apesar da tristeza com o desempenho da música em seu país de origem, Ludmilla celebrou o sucesso em outros países e destacou a importância de cantar em sua língua nativa na música. “Fico feliz e orgulhosa. A galera aqui de fora fazendo questão do nosso som, cantado na minha língua, isso é enorme! Mas o sentimento é de comemorar um gol e não achar o meu time”, disse a cantora, que está em Amsterdam para assistir aos shows de Beyoncé. Oportunidades e apelo aos fãs brasileiros A cantora ainda ressaltou que a música tem aberto muitas portas para ela, gerando um sentimento de animação. Ludmilla também aproveitou a oportunidade para apelar aos seus seguidores no Brasil. “‘No se ve’ tem voado tão alto e me levado pra tantas oportunidades, tô animada… espero que vocês aproveitem esse movimento com a gente e deem muito stream aí no Brasil também pra comemorarmos juntos”, completou ela. Lançada por Emilia no início de maio, “No Se Ve” já ultrapassou 1 milhão de reproduções e chegou a figurar entre as dez músicas mais tocadas do Spotify em países como Uruguai e Argentina. No entanto, no Brasil, mesmo após 40 dias do lançamento, a canção não conseguiu entrar sequer nas 200 mais tocadas no Spotify. Veja abaixo o clipe oficial da canção.
Trailer de “The Archies” revela versão indiana de “Riverdale”
A Netflix divulgou o teaser de “The Archies”, adaptação indiana de “Riverdale”. A prévia foi exibida durante o Festival Tudum neste sábado (17/6) e se passa nos anos 1960, embalada pela música da época e cheia de coreografias sincronizadas – deixando claro que se trata de um versão de Bollywood. De forma surpreendente, os quadrinhos da Archie Comics são bastante populares na Índia. E, pelo visto, os desenhos animados também, já que a década escolhida para a ambientação do filme é a mesma da época em que a versão animada dos personagens estourou nas paradas de sucesso, com a gravação de “Sugar Sugar”. O teaser traz algumas referências dos quadrinhos clássicos, que também podem ser vistas em “Riverdale”, como o icônico restaurante Pop Tate’s. Outra curiosidade é que os personagens mantém os mesmos nomes americanos com que se tornaram conhecidos. O longa tem direção de Zoya Akhtar (“Gully Boy”) e foi escrito por Kagti, Akhtar e Ayesha DeVitre (“Kapoor & Sons”). E, com a exceção de Mihir Ahuja (“Candy”), intérprete de Jughead Jones, o elenco central é composto por atores iniciantes. “The Archies” chega em breve no catálogo da Netflix, ainda sem data confirmada.
Netflix revela música da 4ª temporada de “Sintonia”
A Netflix divulgou o pôster e um vídeo da 4ª e última temporada de “Sintonia”. A prévia, que mostra uma nova música de Doni (Jottapê), foi apresentada durante o evento Tudum, realizado em São Paulo neste sábado (17/6), que contou com a presença dos protagonistas Christian Malheiros, Jottapê e Bruna Mascarenhas. Além de apresentar a nova música de Doni, o teaser adiantou que o cantor sobrevive ao tiroteio que vai abrir a temporada. A estreia começa no ponto tenso em que o terceiro ano foi interrompido, quando o traficante Nando (Christian Malheiros) e os amigos estão rendidos polícia, ao mesmo tempo em que seus capangas entram armados. Uma prévia revelada anteriormente mostrou o tiroteio que se segue, com Dani caindo ensanguentado e desacordado nos braços da desesperada Rita (Bruna Mascarenhas), enquanto Nando, ferido, avança em direção a um revólver para matar um policial. Produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, e escrita por Guilherme Quintella (também roteirista de “Insânia”), “Sintonia” é a série brasileira de maior audiência da Netflix. Com cenas fortes de violência e tráfico de drogas, retrata a dura realidade da vida em uma comunidade marginalizada. Ao mesmo tempo, aborda temas como amizade, lealdade, família e religião, explorando as contradições e conflitos que surgem quando esses valores entram em choque. A trama acompanha três amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transformou suas experiências em caminhos muito divergentes, mas nunca distantes demais. Doni é um MC que sonha em fazer sucesso no mundo do funk, Nando é um traficante ambicioso e Rita é uma jovem religiosa que busca se afastar das tentações do crime e da violência. O desfecho da série vai mostrar os protagonistas arcando com todas as escolhas que fizeram até o momento. Segundo a sinopse, depois de sofrer o atentado bem quando tentava sair do mundo do crime, Nando vai ter que lidar com as graves consequências impostas sobre seus amigos e família. Doni, ferido pelo tiroteio, lutará para dar um novo rumo à sua carreira e encontra caminhos ao retornar às suas origens. Por fim, Rita, agora estudante de Direito, viverá o dilema de acreditar ou não na justiça brasileira. A adolescência definitivamente ficou para trás e a história caminha para o final, quando os três personagens terão seus destinos traçados de uma vez por todas. A temporada final estreia em 25 de julho.
Alanis Morissette fará show em São Paulo, único na América do Sul
A cantora americana Alanis Morissette, sete vezes vencedora do Grammy e com mais de 60 milhões de discos vendidos no mundo, anunciou um show exclusivo em São Paulo para o dia 14 de novembro. A apresentação celebrará os 25 anos do lançamento de seu álbum “Jagged Little Pill” e será a única da América do Sul. O show ocorrerá no Allianz Parque e faz parte de uma parceria recém-anunciada entre a Live Nation e o banco Santander, que agora é o principal patrocinador da produtora no Brasil. O acordo permitirá que os clientes do Santander tenham acesso a uma pré-venda exclusiva (que começa no dia 20 de junho) e possam parcelar suas compras em até 5x sem juros. Para o público em geral, a venda de ingressos tem início no dia 22. Todos os ingressos estarão disponíveis no site da Eventim. Retrospectiva do “Jagged Little Pill” “Jagged Little Pill”, o terceiro álbum de estúdio de Alanis, foi lançado em 1995 e se tornou um dos álbuns mais bem-sucedidos da história da música, vendendo mais de 30 milhões de cópias em todo o mundo. O disco rendeu à artista indicações em 9 categorias do Grammy, vencendo em 5 delas, incluindo Álbum do Ano, Melhor Performance de Rock com Vocal Feminino, Melhor Música de Rock e Melhor Álbum de Rock. Alanis Morissette iniciou a turnê de comemoração dos 25 anos do álbum em 2020, mas ela só chega agora, três anos depois, ao Brasil.
Beyoncé é acusada de promover alta da inflação na Suécia
Beyoncé foi acusada de promover alta da inflação na Suécia devido a turnê “Renaissance World Tour”. A busca pelos ingressos da cantora disparou na Europa, segundo o jornal Financial Times. Desde fevereiro, banqueiros europeus consideram a turnê da popstar como um fator determinante para o aumento da inflação no país, ainda mais depois que Beyoncé decidiu iniciar seus shows em Estocolmo em maio deste ano. O economista-chefe do Danske Bank, Michael Grahn, destacou que a turnê aumentou o preço dos hotéis e restaurantes na região com a chegada de cerca de 46 mil fãs para cada show. “É bastante surpreendente para um único evento. Nunca vimos isso antes”, afirmou. Vale reforçar que a Suécia foi o país nórdico mais disputado pelos fãs, pois os ingressos do show de Beyoncé estão mais baratos devido à cotação da moeda sueca. Devido ao “efeito Beyoncé”, Grahn apontou que a inflação regional será de curta duração e deve baixar nos próximos meses.
Alexandre Pires anuncia turnê de despedida do Só Pra Contrariar
Alexandre Pires revelou na quarta-feira (14/6) que fará parte da turnê de despedida do grupo Só Pra Contrariar. As apresentações de pagode acontecerão a partir de 2024. Durante o programa “Som Brasil”, o cantor celebrou a reunião da banda noventista. “Estava com muita saudade desses caras. Existe muito amor e respeito entre nós, e essa é a melhor parte de tudo”, afirmou Alexandre. “Esse carinho faz parte desta volta e poder conviver novamente, recordar histórias e dividir as viagens com eles, é um sonho realizado. Vamos nos emocionar muito e acredito que o Brasil também.” A turnê “SPC Acústico 2 – O Último Encontro” passará por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Rio de Janeiro, além de Lisboa e Porto, em Portugal. A abertura de ingressos começa nesta quinta-feira (15/6), a partir das 20h, na plataforma da Ticket360. Só Pra Contrariar O Só Pra Contrariar (SPC) foi um grupo de sucesso na década de 1990, com mais de 20 milhões de discos vendidos. A banda marcou carreira com diversos hits musicais como “Essa Tal Liberdade”, “Depois do Prazer”, “Sai da Minha Aba” e “A Barata da Vizinha”. Em 2002, Alexandre Pires marcou seu último encontro no grupo Só Pra Contrariar com o lançamento do álbum “SPC Acústico”. Foi a partir dessa época que o cantor seguiu carreira solo. Já em 2013, o pagodeiro retornou à banda para comemorar 25 anos de carreira do SPC. A união rendeu uma turnê de dois anos. Atualmente, a banda segue na ativa com o vocal de Fernando Pires, irmão de Alexandre Pires.
“The Flash” tem lançamento de blockbuster nos cinemas
O aguardado filme “The Flash” chega em 1,3 mil salas de cinema nesta quinta (15/6), marcando o sexto lançamento em estilo blockbuster no país desde o mês de maio. Antes do longa de super-herói da DC/Warner Bros, vieram “Transformers: O Despertar das Feras” com estreia em 1,1 mil telas, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” em 1,5 mil, “A Pequena Sereia” em 1,4 mil, “Velozes e Furiosos 10” em 1,7 mil e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 1,6 mil. Detalhe: o Brasil tem aproximadamente 3,2 mil telas em seu circuito exibidor e todos esses blockbusters ainda estão em cartaz. Por conta disso, as demais estreias da semana visam exclusivamente o circuito alternativo. A maioria são documentários, inclusive duas produções sobre integrantes do grupo BTS, fenômeno do K-Pop. Confira todas as estreias abaixo. | THE FLASH | A nova incursão no multiverso dos super-heróis dividiu a crítica, após ser propagandeada como a melhor adaptação da DC Comics de todos os tempos. Não chegou nem perto do hype plantado pela Warner Bros, embora o filme dirigido por Andy Muschietti, conhecido pelo terror “It – A Coisa”, faça realmente a despedida do Snyderverso (os heróis da Liga de Justiça de Zack Snyder). O roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) adapta um dos arcos mais famosos dos quadrinhos da editora, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). No filme, o velocista interpretado por Ezra Miller volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Entre os eventos inesperados, ele encontra uma versão mais jovem de si mesmo (também interpretada por Miller) e, ao mesmo tempo, se depara com um mundo em que a Liga da Justiça nunca existiu. Para piorar, como Superman nunca chegou a Terra, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon, repetindo seu papel de “O Homem de Aço”). Assim, cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991), ele consegue encontrar e liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. A narrativa centrada em viagens no tempo e universos alternativos pode remeter a sucessos como “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, mas a trama sofreu horrores com suas inúmeras refilmagens, que acrescentaram e tiraram personagens, salvaram e mataram heróis, porém deixaram o fan service mais rejeitado de todos os tempos, em que o Flash tem visões de diferentes versões dos personagens da DC – inclusive de filmes que nunca saíram do papel, mas não de sua bem-sucedida versão da TV. O resultado é um filme caríssimo que arrecadou muito pouco, um fracasso retumbante de público e crítica. O que só aumenta a tristeza por seus pontos positivos, em especial a descoberta de Sasha Calle como Supergirl, que, infelizmente, após a fraca bilheteria, não deve ser reaproveitada no futuro da DC planejado pelos novos chefões do estúdio no cinema. Ela é o principal motivo para recomendar a ida ao cinema. | MEDUSA DELUXE | A exótica comédia britânica é ambientada em uma competição regional de cabeleireiros e se desenvolve após o assassinato macabro de um dos competidores, com o crime provocando uma cadeia de suspeitas, fofocas e intrigas entre os cabeleireiros, modelos e seguranças presentes. Com visual arrojado e audácia narrativa, a estreia do diretor Thomas Hardiman encantou a crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes – houve até comparações com o cinema de Pedro Almodóvar. Os papéis principais são vividos por Clare Perkins (“A Roda do Tempo”) e Harriet Webb (“Succession”), rivais na disputa diretas na disputa pelo penteado mais ousado da competição. | A HISTÓRIA DA MINHA MULHER | O capitão de um navio faz uma aposta em um café com um amigo de que casará com a primeira mulher que entrar. E dá sorte: a esposa desconhecida é vivida por ninguém menos que Léa Seydoux (“007: Sem Tempo para Morrer”). A atração é visível e mútua. Mas a suspeita de infidelidade ameaça condenar o capitão à loucura. A direção é da húngara Ildikó Enyedi, indicada ao Oscar e vencedora do Urso de Ouro no Festival de Berlim por “De Corpo e Alma” (2017). E o elenco ainda destaca Gijs Naber (“A Espiã”) como o capitão e Louis Garrel (“Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”) como a fonte de seu ciúmes. | BEM-VINDOS DE NOVO | O primeiro documentário de Marcos Yoshi, diretor e personagem, retrata a trajetória imigratória de sua família. O filme registra o reencontro de pai e filhos, descendentes de japoneses afetados pelo fluxo imigratório entre Brasil e Japão, conhecido como fenômeno dekassegui, depois de 13 anos de separação. | REMOÇÃO | Dez anos antes de fazer a novela “Todas as Flores”, o diretor Luiz Antônio Pilar se juntou a Anderson Quack (“Vai Dançar”) para realizar esse documentário sobre o processo de remoção das favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro nas décadas de 1960 e 1970, que deram origem a primeira experiência de criação dos conjuntos habitacionais de Vila Kennedy, Vila Aliança, Cidade de Deus, Cidade Alta, em Cordovil; Dom Jayme Câmara, em Padre Miguel e a Cruzada São Sebastião, no Leblon. O filme de 2013 finalmente estreia nos cinemas. | PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL | O documentário aborda a vida e a obra de um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil. A direção é de Rodrigo Portela (do curta “Reflexos”). | SUGA – ROAD TO D-DAY | | J-HOPE – IN THE BOX | As duas produções da Disney+ sobre integrantes do BTS ganham exibição limitada nos cinemas. Os documentários focam os processos criativos de Suga e J-Hope, que encaram os desafios da carreira solo durante a pausa do grupo fenômeno do K-Pop. As produções têm várias cenas de viagens internacionais, com destaque para a apresentação de J-Hope no Lollapalooza norte-americano. Ambos estão disponíveis em streaming.
Anitta encerra parceria de longa data com empresário americano
Anitta terminou sua parceria com o empresário americano Brandon Silvertein após 4 anos de trabalho conjunto. De acordo com a Variety, a separação faz parte de uma mudança significativa na carreira da cantora. Silvertein é fundador da agência S10 Entertainment e ajudou a promover a carreira de Anitta nos Estados Unidos. “Trabalhar com Brandon nos últimos anos foi uma grande jornada”, disse Anitta em comunicado a Variety. “Ele sempre será alguém especial para mim”. Embora tenha sido procurado pela revista, Silvertein não quis comentar sobre o rompimento. Os dois começaram a trabalhar juntos em 2019, para popularizar a música de Anitta internacionalmente. Na época, a cantora se mudou para Miami, onde reside até hoje. Com o passar dos anos, a parceria rendeu grandes conquistas, incluindo parcerias com artistas internacionais. Além de performar no Coachella, a cantora foi indicada ao seu primeiro Grammy na categoria de Melhor Artista Revelação. No ano passado, Anitta foi reconhecida pelo mundo todo ao alcançar o topo do ranking global do Spotify com a canção “Envolver”, que viralizou no TikTok. Apesar disso, o aguardado álbum “Versions of Me” (2022) não foi um grande sucesso nos Estados Unidos. Empresário de Normani e outros artistas Após o fim da parceria com Anitta, Silverstein continua representando artistas como Normani. Apesar de nunca ter lançado seu primeiro álbum solo, a ex-integrante da Fifth Harmony, fez vários lançamentos individuais desde o encerramento do grupo. Além disso, o empresário também gerencia compositores-produtores de destaque, como HARV (responsável por “Peaches” de Justin Bieber) e o vencedor do Grammy Jasper Harris (autor de “First Class” de Jack Harlow), entre outros. Em fevereiro, Silverstein recebeu o prêmio Power Players’ Choice da Billboard. Antes de trabalhar com Silverstein, a cantora fez um acordo com John e Sam Shahidi, da Shots Studio, em 2017. Mas desde que despontou como cantora, Anitta co-gerencia sua carreira com seu irmão mais velho, Renan Machado, através da empresa Rodamoinho. Com o sucesso nacional da cantora, os dois trabalharam para expandir seu alcance internacional. Troca de gravadora Recentemente, Anitta anunciou uma saída nada amistosa da Warner Music Group. O anúncio foi precedido de muitas declarações polêmicas. Ela confessou que se arrependeu de ter assinado com a gravadora e ficou desapontada com a falta de divulgação de seus projetos. Nas redes sociais, até brincou dizendo que “leiloaria seus órgãos” para se libertar do compromisso. Segundo a Variety, Anitta desembolsou “milhões” para quebrar o contrato da parceria que já durava 11 anos. “Quando você é jovem e ainda não sabe muito, tem que prestar muita atenção nas coisas que assina”, escreveu no Twitter. No Instagram, ela postou: “Pedi à gravadora para fazer apenas o trabalho simples que deveria: promover minha música”. Duas semanas após o rompimento, a brasileira assinou com a Republic Records, selo do Universal Music Group. A nova gravadora é responsável por alguns dos maiores astros da música norte-americana, como Taylor Swift, Drake, Ariana Grande, Post Malone e The Weeknd. Na nova gravadora, Anitta está trabalhando em estreita colaboração com Jesús López, presidente/CEO da Universal Music América Latina e Península Ibérica, e Paulo Lima, presidente do Universal Music Group Brasil. E a própria co-presidente da Republic, Wendy Goldstein, atua como A&R de Anitta na gravadora.
Paul McCartney vai lançar “última gravação” inédita dos Beatles com auxílio de Inteligência Artificial
Uma canção inédita dos Beatles será lançada este ano, graças ao auxílio de Inteligência Artificial (IA) para recriar a voz do falecido cantor John Lennon. O anúncio foi feito por Paul McCartney, que chamou a música de “última gravação” do grupo, em entrevista à BBC. McCartney, que vai completar 81 anos no dia 18 de junho, explicou que a música é uma parceria original sua com Lennon, e que chegou a ser registrada numa fita demo antes da banda anunciar sua separação. “Era uma demo que John (Lennon) tinha e na qual trabalhamos. Acabamos de finalizá-la”, contou o músico e cantor. “Quando viemos fazer o que será a última gravação dos Beatles, era uma demo que John tinha (e) nós conseguimos captar a voz de John e torná-la pura por meio da IA”, disse, explicando como usou a tecnologia para extrair a participação de Lennon na gravação. “Então nós conseguimos mixar a gravação [da voz], como você faria normalmente. Isso dá algum tipo de margem de manobra”, acrescentou. Os Beatles anunciaram sua separação em abril de 1970, seis meses depois do lançamento do álbum “Abbey Road” e um mês antes do lançamento de “Let It Be”. Com menos de 10 anos de carreira, a dupla Lennon e McCartney compôs algumas das músicas mais populares de todos os tempos.
Playlist Moderna: 50 clipes novos de rock e eletrônica alternativos
A Playlist Moderna apresenta mais uma trilha sonora com novos sons da cena musical alternativa de 2023. A seleção reúne 50 lançamentos de clipes recentes do Lado B do YouTube, com ênfase em novidades das últimas semanas – e um “clássico” para fechar. O ponto de partida é o ska de novos artistas, que revivem o som e a estética do movimento 2 Tone dos anos 1980 e o ska punk dos anos 1990, com direito até a covers inusitados – Yazoo por Los Fastidios e Bad Religion por The Interrupters. A seleção segue por representantes do rock em suas diversas variações – hardcore, garage, funk rock e grunge – , suaviza com dreampop, faz uma releitura do pop dançante britânico dos 1990 e finalmente chega nos sintetizadores e beats dançantes do synthpop, EBM e darkwave, encerrando a trilha musical de forma eletrônica. Entre os destaques, sempre chamam atenção as performances alucinadas de Atarashii Gakko!, um grupo feminino japonês formado em 2015, que apesar de incluir muitas coreografias em seus clipes não tem nada a ver com o modismo do K-pop. É como ver um anime live-acton de colegiais de uniforme. Por sinal, a lista traz muitas cantora femininas, algumas já consagradas pelos fãs da música indie, casos de Sophie Ellis-Bextor, Caroline Polachek e Alison Goldfrapp, e também à frente de bandas como Bully, Body Type, Blondshell, Ciel e Leveda, que renovam o rock com alguns dos melhores lançamentos recentes. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge – , visando encaixar uma sequência que ressalte a impressão de videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). Loin Groin | Los Fastidios | Long Beach Dub Allstars | P.O.Box | The Interrupters | Riskee and the Ridicule TV | Don’t Sleep | The Hives | Royal Blood | Tidstyv | Ingrid and the Ministers | Atarashii Gakko! | Boyz House | Margaritas Podridas | Blondshell | Powersuit | Arlo Parks | Whitehall | Body Type | Ciel | Family Dinner | Girl Scout | Snake Eyes | Bully | Laveda | Beach Fossils | Taraneh | Far Caspian | Girlhouse | Alexandr | Daiistar | Siracuse | The Utopiates | Sophie Ellis-Bextor | Caroline Polachek | Le Pain | Pol | Ivur | Jonathan Bree | Plastic Autumn | Kill Shelter and Death Loves Veronica | Saigon Blue Rain | Nomenklatür | Prisma | Suz | Alison Goldfrapp | Vitesse X | The Subs | Boys Noize | Minuit Machine
Título do Manchester City na Liga dos Campeões da UEFA pode trazer Oasis de volta
A conquista da Liga dos Campeões da UEFA (Champions League) pelo Manchester City na noite de sábado (10/6) pode ter consequências musicais. Uma onda de animação tomou conta dos fãs do Oasis, a icônica banda britânica de rock que dominou as paradas nas décadas de 1990 e 2000. Isso porque os irmãos Liam e Noel Gallagher, fundadores da banda, são conhecidos entusiastas do clube, e Liam disse que voltaria ao Oasis caso o time inglês alcançasse o título. A ascensão do Manchester City à glória europeia, culminando na vitória sobre o Inter de Milão na final, com um show de Anitta para adicionar mais brilho ao evento, foi precedida por postagens dos irmãos brigados. Os boatos se intensificaram quando Liam, em uma postagem agora apagada nas redes sociais, afirmou que se o Manchester City ganhasse a Champions League, ele “ligaria para o seu irmão e traria a p*** da banda de volta”. Ele ainda respondeu a um fã que duvidou: “O Oasis vai voltar se o Manchester City ganhar a Champions League? É uma possibilidade?”. “Estou pronto para isso”, disse Liam. Os Gallagher têm uma conexão profunda e duradoura com o clube de sua cidade natal, sendo que sua devoção pelo Manchester City é tão antiga quanto a memória deles. Sua infância e juventude foram passadas em Manchester, onde o futebol e o City desempenharam um papel fundamental. Essa ligação com o clube se estendeu à sua carreira musical, com referências ao Manchester City aparecendo até mesmo na capa do álbum de estreia da banda, “Definitely Maybe”. Era comum o Oasis ser mais conhecido que o clube em seus primeiros anos de fama, mas Noel frequentemente mencionava o time durante entrevistas, ajudando a trazer reconhecimento ao clube. Além disso, as canções da banda foram adotadas como hinos pelos torcedores do clube, mais notavelmente “Wonderwall”, que foi cantada para celebrar a vitória do time na Premier League de 2019 – com direito a participação do próprio Noel catando no vestiário com os jogadores. Mesmo com toda a excitação, até o momento, os irmãos Gallagher não fizeram um anúncio oficial sobre um possível retorno do Oasis. Portanto, enquanto a possibilidade de uma reunião ainda permanece no ar, os fãs estão esperando com ansiedade por mais notícias.
Bill Wyman volta aos Rolling Stones em homenagem a Charlie Watts
O baixista Bill Wyman está de volta aos Rolling Stones, mais de 30 anos após sua saída da famosa banda de rock’n’roll. O músico de 86 anos aceitou participar da gravação de uma música no próximo álbum dos Stones, em uma homenagem ao falecido baterista da banda, Charlie Watts, que morreu em agosto de 2021. Watts também está na gravação, por meio de um registro antigo de estúdio. Wyman aceitou o convite de Mick Jagger para participar das sessões de gravação em Los Angeles, após recusar vários apelos para voltar à banda. O nome da faixa em que o baixista vai se juntar ao cantor e aos guitarristas Keith Richards e Ron Wood ainda não foi divulgado. “Bill não via a banda junta há anos, mas sempre amou Charlie. Este disco é realmente uma homenagem a Charlie, então ele não poderia dizer não”, disse uma fonte próxima da banda ao jornal britânico The Sun. Bill Wyman não queria mais tocar com os Stones A separação de Wyman e os Stones não foi pacífica. O músico revelou que os colegas queriam que ele permanecesse na banda, e ficaram irritados quando ele se recusou. Os demais Stones chegaram a acreditar que era só um tempo e que ele voltaria. “Eles deixaram a porta aberta para mim por dois anos. Charlie e Mick telefonaram e perguntaram: ‘Você não está realmente saindo, está? Você repensou?’ Então, quando chegou a hora de eles fazerem a turnê ’94/’95 (Voodoo Lounge), eles tiveram que tomar uma decisão final. “Mick e Charlie vieram e passaram a noite comigo, tentando me convencer a ficar na banda. Eu me arrependi de não voltar? De jeito nenhum”, afirmou ele. Baixista se achava excluído na banda O baixista original dos Rolling Stones deixou a banda em 1993. Wyman citou várias razões para sua saída, incluindo o desejo de passar mais tempo com sua família e a sensação de estar à margem do resto da banda. Em entrevistas posteriores, ele descreveu a dinâmica dentro da banda como sendo dominada principalmente por Mick Jagger e Keith Richards, o que pode ter contribuído para a sensação de se sentir excluído. Wyman também mencionou que a intensidade das turnês e a vida na estrada estavam afetando negativamente sua saúde e bem-estar. Após a saída da banda, Wyman se concentrou em outros projetos musicais e de arte, incluindo sua própria banda, Bill Wyman’s Rhythm Kings. Ele também passou um tempo considerável pesquisando e escrevendo sobre a história dos Rolling Stones. Deve-se notar que, embora tenha deixado a banda oficialmente, Wyman se juntou aos Stones para algumas performances desde a sua saída, a mais notável delas foi o concerto comemorativo do 50º aniversário da banda em Londres, em 2012. Disco também terá Beatles Anteriormente, foi divulgado que Paul McCartney e Ringo Starr, os dois Beatles sobreviventes, também estavam participando das gravações do disco. O projeto está sendo produzido pelo vencedor do Grammy Andrew Watt. Depois de trabalhar com Ozzy Osbourne, o produtor tornou-se o favorito dos artistas de rock veteranos, apesar de ter uma discografia mais voltada para o pop. Ele já produziu sucessos de cantores como Justin Bieber, Dua Lipa, Miley Cyrus e Sam Smith. Mas também está envolvido na produção do novo disco do Pearl Jam – após produzir o álbum solo de Eddie Vedder. Espera-se que o disco, ainda seja título, seja lançado no outono britânico (nossa primavera). Será o primeiro álbum dos Stones desde o premiado disco de covers “Blue & Lonesome” em 2016, e o primeiro com material original desde “A Bigger Bang” em 2005.












