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  • Música

    Beyoncé é acusada de promover alta da inflação na Suécia

    15 de junho de 2023 /

    Beyoncé foi acusada de promover alta da inflação na Suécia devido a turnê “Renaissance World Tour”. A busca pelos ingressos da cantora disparou na Europa, segundo o jornal Financial Times. Desde fevereiro, banqueiros europeus consideram a turnê da popstar como um fator determinante para o aumento da inflação no país, ainda mais depois que Beyoncé decidiu iniciar seus shows em Estocolmo em maio deste ano. O economista-chefe do Danske Bank, Michael Grahn, destacou que a turnê aumentou o preço dos hotéis e restaurantes na região com a chegada de cerca de 46 mil fãs para cada show. “É bastante surpreendente para um único evento. Nunca vimos isso antes”, afirmou. Vale reforçar que a Suécia foi o país nórdico mais disputado pelos fãs, pois os ingressos do show de Beyoncé estão mais baratos devido à cotação da moeda sueca. Devido ao “efeito Beyoncé”, Grahn apontou que a inflação regional será de curta duração e deve baixar nos próximos meses.

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  • Música

    Alexandre Pires anuncia turnê de despedida do Só Pra Contrariar

    15 de junho de 2023 /

    Alexandre Pires revelou na quarta-feira (14/6) que fará parte da turnê de despedida do grupo Só Pra Contrariar. As apresentações de pagode acontecerão a partir de 2024. Durante o programa “Som Brasil”, o cantor celebrou a reunião da banda noventista. “Estava com muita saudade desses caras. Existe muito amor e respeito entre nós, e essa é a melhor parte de tudo”, afirmou Alexandre. “Esse carinho faz parte desta volta e poder conviver novamente, recordar histórias e dividir as viagens com eles, é um sonho realizado. Vamos nos emocionar muito e acredito que o Brasil também.” A turnê “SPC Acústico 2 – O Último Encontro” passará por São Paulo, Porto Alegre, Florianópolis, Curitiba e Rio de Janeiro, além de Lisboa e Porto, em Portugal. A abertura de ingressos começa nesta quinta-feira (15/6), a partir das 20h, na plataforma da Ticket360. Só Pra Contrariar O Só Pra Contrariar (SPC) foi um grupo de sucesso na década de 1990, com mais de 20 milhões de discos vendidos. A banda marcou carreira com diversos hits musicais como “Essa Tal Liberdade”, “Depois do Prazer”, “Sai da Minha Aba” e “A Barata da Vizinha”. Em 2002, Alexandre Pires marcou seu último encontro no grupo Só Pra Contrariar com o lançamento do álbum “SPC Acústico”. Foi a partir dessa época que o cantor seguiu carreira solo. Já em 2013, o pagodeiro retornou à banda para comemorar 25 anos de carreira do SPC. A união rendeu uma turnê de dois anos. Atualmente, a banda segue na ativa com o vocal de Fernando Pires, irmão de Alexandre Pires.

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  • Filme

    “The Flash” tem lançamento de blockbuster nos cinemas

    14 de junho de 2023 /

    O aguardado filme “The Flash” chega em 1,3 mil salas de cinema nesta quinta (15/6), marcando o sexto lançamento em estilo blockbuster no país desde o mês de maio. Antes do longa de super-herói da DC/Warner Bros, vieram “Transformers: O Despertar das Feras” com estreia em 1,1 mil telas, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” em 1,5 mil, “A Pequena Sereia” em 1,4 mil, “Velozes e Furiosos 10” em 1,7 mil e “Guardiões da Galáxia Vol. 3” em 1,6 mil. Detalhe: o Brasil tem aproximadamente 3,2 mil telas em seu circuito exibidor e todos esses blockbusters ainda estão em cartaz. Por conta disso, as demais estreias da semana visam exclusivamente o circuito alternativo. A maioria são documentários, inclusive duas produções sobre integrantes do grupo BTS, fenômeno do K-Pop. Confira todas as estreias abaixo.   | THE FLASH |   A nova incursão no multiverso dos super-heróis dividiu a crítica, após ser propagandeada como a melhor adaptação da DC Comics de todos os tempos. Não chegou nem perto do hype plantado pela Warner Bros, embora o filme dirigido por Andy Muschietti, conhecido pelo terror “It – A Coisa”, faça realmente a despedida do Snyderverso (os heróis da Liga de Justiça de Zack Snyder). O roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) adapta um dos arcos mais famosos dos quadrinhos da editora, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint). No filme, o velocista interpretado por Ezra Miller volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e, ao fazer isso, acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Entre os eventos inesperados, ele encontra uma versão mais jovem de si mesmo (também interpretada por Miller) e, ao mesmo tempo, se depara com um mundo em que a Liga da Justiça nunca existiu. Para piorar, como Superman nunca chegou a Terra, não há ninguém capaz de impedir a invasão do General Zod (Michael Shannon, repetindo seu papel de “O Homem de Aço”). Assim, cabe ao Flash do futuro reunir um grupo de heróis para fazer frente a essa ameaça. Com a ajuda de um Batman mais velho (Michael Keaton, que viveu o herói em filmes de 1989 e 1991), ele consegue encontrar e liberar um kryptoniano para auxiliá-los: Kara, uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”) – que é a primeira intérprete latina da heroína. A narrativa centrada em viagens no tempo e universos alternativos pode remeter a sucessos como “Vingadores: Ultimato” e “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, mas a trama sofreu horrores com suas inúmeras refilmagens, que acrescentaram e tiraram personagens, salvaram e mataram heróis, porém deixaram o fan service mais rejeitado de todos os tempos, em que o Flash tem visões de diferentes versões dos personagens da DC – inclusive de filmes que nunca saíram do papel, mas não de sua bem-sucedida versão da TV. O resultado é um filme caríssimo que arrecadou muito pouco, um fracasso retumbante de público e crítica. O que só aumenta a tristeza por seus pontos positivos, em especial a descoberta de Sasha Calle como Supergirl, que, infelizmente, após a fraca bilheteria, não deve ser reaproveitada no futuro da DC planejado pelos novos chefões do estúdio no cinema. Ela é o principal motivo para recomendar a ida ao cinema.   | MEDUSA DELUXE |   A exótica comédia britânica é ambientada em uma competição regional de cabeleireiros e se desenvolve após o assassinato macabro de um dos competidores, com o crime provocando uma cadeia de suspeitas, fofocas e intrigas entre os cabeleireiros, modelos e seguranças presentes. Com visual arrojado e audácia narrativa, a estreia do diretor Thomas Hardiman encantou a crítica, atingindo 92% de aprovação no site Rotten Tomatoes – houve até comparações com o cinema de Pedro Almodóvar. Os papéis principais são vividos por Clare Perkins (“A Roda do Tempo”) e Harriet Webb (“Succession”), rivais na disputa diretas na disputa pelo penteado mais ousado da competição.   | A HISTÓRIA DA MINHA MULHER |   O capitão de um navio faz uma aposta em um café com um amigo de que casará com a primeira mulher que entrar. E dá sorte: a esposa desconhecida é vivida por ninguém menos que Léa Seydoux (“007: Sem Tempo para Morrer”). A atração é visível e mútua. Mas a suspeita de infidelidade ameaça condenar o capitão à loucura. A direção é da húngara Ildikó Enyedi, indicada ao Oscar e vencedora do Urso de Ouro no Festival de Berlim por “De Corpo e Alma” (2017). E o elenco ainda destaca Gijs Naber (“A Espiã”) como o capitão e Louis Garrel (“Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”) como a fonte de seu ciúmes.   | BEM-VINDOS DE NOVO |   O primeiro documentário de Marcos Yoshi, diretor e personagem, retrata a trajetória imigratória de sua família. O filme registra o reencontro de pai e filhos, descendentes de japoneses afetados pelo fluxo imigratório entre Brasil e Japão, conhecido como fenômeno dekassegui, depois de 13 anos de separação.   | REMOÇÃO |   Dez anos antes de fazer a novela “Todas as Flores”, o diretor Luiz Antônio Pilar se juntou a Anderson Quack (“Vai Dançar”) para realizar esse documentário sobre o processo de remoção das favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro nas décadas de 1960 e 1970, que deram origem a primeira experiência de criação dos conjuntos habitacionais de Vila Kennedy, Vila Aliança, Cidade de Deus, Cidade Alta, em Cordovil; Dom Jayme Câmara, em Padre Miguel e a Cruzada São Sebastião, no Leblon. O filme de 2013 finalmente estreia nos cinemas.   | PLAUTO, UM SOPRO MUSICAL |   O documentário aborda a vida e a obra de um dos maiores músicos gaúchos: Plauto Cruz, considerado por muitos o melhor flautista do Brasil. A direção é de Rodrigo Portela (do curta “Reflexos”).   | SUGA – ROAD TO D-DAY |   | J-HOPE – IN THE BOX |   As duas produções da Disney+ sobre integrantes do BTS ganham exibição limitada nos cinemas. Os documentários focam os processos criativos de Suga e J-Hope, que encaram os desafios da carreira solo durante a pausa do grupo fenômeno do K-Pop. As produções têm várias cenas de viagens internacionais, com destaque para a apresentação de J-Hope no Lollapalooza norte-americano. Ambos estão disponíveis em streaming.

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  • Música

    Anitta encerra parceria de longa data com empresário americano

    14 de junho de 2023 /

    Anitta terminou sua parceria com o empresário americano Brandon Silvertein após 4 anos de trabalho conjunto. De acordo com a Variety, a separação faz parte de uma mudança significativa na carreira da cantora. Silvertein é fundador da agência S10 Entertainment e ajudou a promover a carreira de Anitta nos Estados Unidos. “Trabalhar com Brandon nos últimos anos foi uma grande jornada”, disse Anitta em comunicado a Variety. “Ele sempre será alguém especial para mim”. Embora tenha sido procurado pela revista, Silvertein não quis comentar sobre o rompimento. Os dois começaram a trabalhar juntos em 2019, para popularizar a música de Anitta internacionalmente. Na época, a cantora se mudou para Miami, onde reside até hoje. Com o passar dos anos, a parceria rendeu grandes conquistas, incluindo parcerias com artistas internacionais. Além de performar no Coachella, a cantora foi indicada ao seu primeiro Grammy na categoria de Melhor Artista Revelação. No ano passado, Anitta foi reconhecida pelo mundo todo ao alcançar o topo do ranking global do Spotify com a canção “Envolver”, que viralizou no TikTok. Apesar disso, o aguardado álbum “Versions of Me” (2022) não foi um grande sucesso nos Estados Unidos.   Empresário de Normani e outros artistas Após o fim da parceria com Anitta, Silverstein continua representando artistas como Normani. Apesar de nunca ter lançado seu primeiro álbum solo, a ex-integrante da Fifth Harmony, fez vários lançamentos individuais desde o encerramento do grupo. Além disso, o empresário também gerencia compositores-produtores de destaque, como HARV (responsável por “Peaches” de Justin Bieber) e o vencedor do Grammy Jasper Harris (autor de “First Class” de Jack Harlow), entre outros. Em fevereiro, Silverstein recebeu o prêmio Power Players’ Choice da Billboard. Antes de trabalhar com Silverstein, a cantora fez um acordo com John e Sam Shahidi, da Shots Studio, em 2017. Mas desde que despontou como cantora, Anitta co-gerencia sua carreira com seu irmão mais velho, Renan Machado, através da empresa Rodamoinho. Com o sucesso nacional da cantora, os dois trabalharam para expandir seu alcance internacional.   Troca de gravadora Recentemente, Anitta anunciou uma saída nada amistosa da Warner Music Group. O anúncio foi precedido de muitas declarações polêmicas. Ela confessou que se arrependeu de ter assinado com a gravadora e ficou desapontada com a falta de divulgação de seus projetos. Nas redes sociais, até brincou dizendo que “leiloaria seus órgãos” para se libertar do compromisso. Segundo a Variety, Anitta desembolsou “milhões” para quebrar o contrato da parceria que já durava 11 anos. “Quando você é jovem e ainda não sabe muito, tem que prestar muita atenção nas coisas que assina”, escreveu no Twitter. No Instagram, ela postou: “Pedi à gravadora para fazer apenas o trabalho simples que deveria: promover minha música”. Duas semanas após o rompimento, a brasileira assinou com a Republic Records, selo do Universal Music Group. A nova gravadora é responsável por alguns dos maiores astros da música norte-americana, como Taylor Swift, Drake, Ariana Grande, Post Malone e The Weeknd. Na nova gravadora, Anitta está trabalhando em estreita colaboração com Jesús López, presidente/CEO da Universal Music América Latina e Península Ibérica, e Paulo Lima, presidente do Universal Music Group Brasil. E a própria co-presidente da Republic, Wendy Goldstein, atua como A&R de Anitta na gravadora.

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    Paul McCartney vai lançar “última gravação” inédita dos Beatles com auxílio de Inteligência Artificial

    13 de junho de 2023 /

    Uma canção inédita dos Beatles será lançada este ano, graças ao auxílio de Inteligência Artificial (IA) para recriar a voz do falecido cantor John Lennon. O anúncio foi feito por Paul McCartney, que chamou a música de “última gravação” do grupo, em entrevista à BBC. McCartney, que vai completar 81 anos no dia 18 de junho, explicou que a música é uma parceria original sua com Lennon, e que chegou a ser registrada numa fita demo antes da banda anunciar sua separação. “Era uma demo que John (Lennon) tinha e na qual trabalhamos. Acabamos de finalizá-la”, contou o músico e cantor. “Quando viemos fazer o que será a última gravação dos Beatles, era uma demo que John tinha (e) nós conseguimos captar a voz de John e torná-la pura por meio da IA”, disse, explicando como usou a tecnologia para extrair a participação de Lennon na gravação. “Então nós conseguimos mixar a gravação [da voz], como você faria normalmente. Isso dá algum tipo de margem de manobra”, acrescentou. Os Beatles anunciaram sua separação em abril de 1970, seis meses depois do lançamento do álbum “Abbey Road” e um mês antes do lançamento de “Let It Be”. Com menos de 10 anos de carreira, a dupla Lennon e McCartney compôs algumas das músicas mais populares de todos os tempos.

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  • Música

    Playlist Moderna: 50 clipes novos de rock e eletrônica alternativos

    11 de junho de 2023 /

    A Playlist Moderna apresenta mais uma trilha sonora com novos sons da cena musical alternativa de 2023. A seleção reúne 50 lançamentos de clipes recentes do Lado B do YouTube, com ênfase em novidades das últimas semanas – e um “clássico” para fechar. O ponto de partida é o ska de novos artistas, que revivem o som e a estética do movimento 2 Tone dos anos 1980 e o ska punk dos anos 1990, com direito até a covers inusitados – Yazoo por Los Fastidios e Bad Religion por The Interrupters. A seleção segue por representantes do rock em suas diversas variações – hardcore, garage, funk rock e grunge – , suaviza com dreampop, faz uma releitura do pop dançante britânico dos 1990 e finalmente chega nos sintetizadores e beats dançantes do synthpop, EBM e darkwave, encerrando a trilha musical de forma eletrônica. Entre os destaques, sempre chamam atenção as performances alucinadas de Atarashii Gakko!, um grupo feminino japonês formado em 2015, que apesar de incluir muitas coreografias em seus clipes não tem nada a ver com o modismo do K-pop. É como ver um anime live-acton de colegiais de uniforme. Por sinal, a lista traz muitas cantora femininas, algumas já consagradas pelos fãs da música indie, casos de Sophie Ellis-Bextor, Caroline Polachek e Alison Goldfrapp, e também à frente de bandas como Bully, Body Type, Blondshell, Ciel e Leveda, que renovam o rock com alguns dos melhores lançamentos recentes. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge – , visando encaixar uma sequência que ressalte a impressão de videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios).     Loin Groin | Los Fastidios | Long Beach Dub Allstars | P.O.Box | The Interrupters | Riskee and the Ridicule TV | Don’t Sleep | The Hives | Royal Blood | Tidstyv | Ingrid and the Ministers | Atarashii Gakko! | Boyz House | Margaritas Podridas | Blondshell | Powersuit | Arlo Parks | Whitehall | Body Type | Ciel | Family Dinner | Girl Scout | Snake Eyes | Bully | Laveda | Beach Fossils | Taraneh | Far Caspian | Girlhouse | Alexandr | Daiistar | Siracuse | The Utopiates | Sophie Ellis-Bextor | Caroline Polachek | Le Pain | Pol | Ivur | Jonathan Bree | Plastic Autumn | Kill Shelter and Death Loves Veronica | Saigon Blue Rain | Nomenklatür | Prisma | Suz | Alison Goldfrapp | Vitesse X | The Subs | Boys Noize | Minuit Machine

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    Título do Manchester City na Liga dos Campeões da UEFA pode trazer Oasis de volta

    11 de junho de 2023 /

    A conquista da Liga dos Campeões da UEFA (Champions League) pelo Manchester City na noite de sábado (10/6) pode ter consequências musicais. Uma onda de animação tomou conta dos fãs do Oasis, a icônica banda britânica de rock que dominou as paradas nas décadas de 1990 e 2000. Isso porque os irmãos Liam e Noel Gallagher, fundadores da banda, são conhecidos entusiastas do clube, e Liam disse que voltaria ao Oasis caso o time inglês alcançasse o título. A ascensão do Manchester City à glória europeia, culminando na vitória sobre o Inter de Milão na final, com um show de Anitta para adicionar mais brilho ao evento, foi precedida por postagens dos irmãos brigados. Os boatos se intensificaram quando Liam, em uma postagem agora apagada nas redes sociais, afirmou que se o Manchester City ganhasse a Champions League, ele “ligaria para o seu irmão e traria a p*** da banda de volta”. Ele ainda respondeu a um fã que duvidou: “O Oasis vai voltar se o Manchester City ganhar a Champions League? É uma possibilidade?”. “Estou pronto para isso”, disse Liam. Os Gallagher têm uma conexão profunda e duradoura com o clube de sua cidade natal, sendo que sua devoção pelo Manchester City é tão antiga quanto a memória deles. Sua infância e juventude foram passadas em Manchester, onde o futebol e o City desempenharam um papel fundamental. Essa ligação com o clube se estendeu à sua carreira musical, com referências ao Manchester City aparecendo até mesmo na capa do álbum de estreia da banda, “Definitely Maybe”. Era comum o Oasis ser mais conhecido que o clube em seus primeiros anos de fama, mas Noel frequentemente mencionava o time durante entrevistas, ajudando a trazer reconhecimento ao clube. Além disso, as canções da banda foram adotadas como hinos pelos torcedores do clube, mais notavelmente “Wonderwall”, que foi cantada para celebrar a vitória do time na Premier League de 2019 – com direito a participação do próprio Noel catando no vestiário com os jogadores. Mesmo com toda a excitação, até o momento, os irmãos Gallagher não fizeram um anúncio oficial sobre um possível retorno do Oasis. Portanto, enquanto a possibilidade de uma reunião ainda permanece no ar, os fãs estão esperando com ansiedade por mais notícias.

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    Bill Wyman volta aos Rolling Stones em homenagem a Charlie Watts

    10 de junho de 2023 /

    O baixista Bill Wyman está de volta aos Rolling Stones, mais de 30 anos após sua saída da famosa banda de rock’n’roll. O músico de 86 anos aceitou participar da gravação de uma música no próximo álbum dos Stones, em uma homenagem ao falecido baterista da banda, Charlie Watts, que morreu em agosto de 2021. Watts também está na gravação, por meio de um registro antigo de estúdio. Wyman aceitou o convite de Mick Jagger para participar das sessões de gravação em Los Angeles, após recusar vários apelos para voltar à banda. O nome da faixa em que o baixista vai se juntar ao cantor e aos guitarristas Keith Richards e Ron Wood ainda não foi divulgado. “Bill não via a banda junta há anos, mas sempre amou Charlie. Este disco é realmente uma homenagem a Charlie, então ele não poderia dizer não”, disse uma fonte próxima da banda ao jornal britânico The Sun.   Bill Wyman não queria mais tocar com os Stones A separação de Wyman e os Stones não foi pacífica. O músico revelou que os colegas queriam que ele permanecesse na banda, e ficaram irritados quando ele se recusou. Os demais Stones chegaram a acreditar que era só um tempo e que ele voltaria. “Eles deixaram a porta aberta para mim por dois anos. Charlie e Mick telefonaram e perguntaram: ‘Você não está realmente saindo, está? Você repensou?’ Então, quando chegou a hora de eles fazerem a turnê ’94/’95 (Voodoo Lounge), eles tiveram que tomar uma decisão final. “Mick e Charlie vieram e passaram a noite comigo, tentando me convencer a ficar na banda. Eu me arrependi de não voltar? De jeito nenhum”, afirmou ele.   Baixista se achava excluído na banda O baixista original dos Rolling Stones deixou a banda em 1993. Wyman citou várias razões para sua saída, incluindo o desejo de passar mais tempo com sua família e a sensação de estar à margem do resto da banda. Em entrevistas posteriores, ele descreveu a dinâmica dentro da banda como sendo dominada principalmente por Mick Jagger e Keith Richards, o que pode ter contribuído para a sensação de se sentir excluído. Wyman também mencionou que a intensidade das turnês e a vida na estrada estavam afetando negativamente sua saúde e bem-estar. Após a saída da banda, Wyman se concentrou em outros projetos musicais e de arte, incluindo sua própria banda, Bill Wyman’s Rhythm Kings. Ele também passou um tempo considerável pesquisando e escrevendo sobre a história dos Rolling Stones. Deve-se notar que, embora tenha deixado a banda oficialmente, Wyman se juntou aos Stones para algumas performances desde a sua saída, a mais notável delas foi o concerto comemorativo do 50º aniversário da banda em Londres, em 2012.   Disco também terá Beatles Anteriormente, foi divulgado que Paul McCartney e Ringo Starr, os dois Beatles sobreviventes, também estavam participando das gravações do disco. O projeto está sendo produzido pelo vencedor do Grammy Andrew Watt. Depois de trabalhar com Ozzy Osbourne, o produtor tornou-se o favorito dos artistas de rock veteranos, apesar de ter uma discografia mais voltada para o pop. Ele já produziu sucessos de cantores como Justin Bieber, Dua Lipa, Miley Cyrus e Sam Smith. Mas também está envolvido na produção do novo disco do Pearl Jam – após produzir o álbum solo de Eddie Vedder. Espera-se que o disco, ainda seja título, seja lançado no outono britânico (nossa primavera). Será o primeiro álbum dos Stones desde o premiado disco de covers “Blue & Lonesome” em 2016, e o primeiro com material original desde “A Bigger Bang” em 2005.

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    Entidades israelitas querem impedir shows de Roger Waters no Brasil

    10 de junho de 2023 /

    Os novos shows brasileiros do cantor inglês Roger Waters, fundador da banda de rock Pink Floyd, viraram polêmica meses antes da estreia. O cantor, que anunciou recentemente sua turnê de despedida, “This is Not a Drill”, passará pelo Brasil entre outubro e novembro de 2023. Entretanto, há pedidos na Justiça para que os shows sejam cancelados. O Instituto Memorial do Holocausto e a Confederação Israelita do Brasil (CONIB), por meio do advogado Ary Bergher, solicitaram ao Ministério da Justiça, uma semana após o anúncio da turnê, que Waters fosse impedido de entrar no país e de se apresentar. Segundo Bergher, o músico pratica condutas e faz declarações nitidamente antissemitas, com uma série de episódios destacados pelo advogado como exemplos. Essas alegações surgem em meio a uma polêmica recente envolvendo Waters. Durante um show da atual turnê em Berlim, o cantor usou um uniforme de estilo nazista, o que levou à abertura de uma investigação pela polícia local. Apesar disso, Waters defende que o figurino simboliza sua oposição ao fascismo e à intolerância. A repercussão do caso no Brasil levou o ministro Flávio Dino a esclarecer em suas redes sociais que não haveria censura prévia aos shows de Roger Waters. Porém, ele frisou que é crime fazer apologia ao nazismo no país e que essas normas se aplicam a todos. Dino afirmou que, caso Waters desembarque no Brasil, as polícias Federal e Civil devem monitorar as apresentações do artista e agir se ele usar o mesmo figurino controverso. O uniforme polêmico O figurino que está sendo citado como apologia ao nazismo lembra, de fato, os trajes que eram usados pelos oficiais da SS, que tinham a função de proteger o ditador Adolf Hitler e seu partido. Só que todos os fãs de Waters e do Pink Floyd sabem que se trata de uma crítica. É o mesmo traje usado por Bob Geldof no final do filme “The Wall” (1982), quando o cantor Pink (inspirado por Waters) se deixa levar pela influência do fascismo. Baseado no álbum “The Wall”, do Pink Floyd, o visual no filme serve, na verdade, como uma condenação forte do fascismo. O cantor é notoriamente conhecido por suas críticas a governos que considera totalitários, tendo inclusive prestado homenagem à vereadora brasileira Marielle Franco em um de seus shows anteriores no Brasil. Entretanto, tem sido criticado por políticos e associações ligadas a Israel por suas posições favoráveis à causa Palestina, que geraram acusações de antissemitismo. Em diversos momentos de sua carreira, e até em aspectos visuais de seus shows, o músico fez críticas às ações de Israel em relação à Palestina, incluindo a comparação da ocupação de terras palestinas com técnicas nazistas de guerra. Recentemente, ele também causou polêmica por se posicionar a favor da Rússia na guerra contra a Ucrânia. Turnê de despedida A turnê “This is Not a Drill” marca a despedida do artista de suas apresentações ao vivo e, apesar das polêmicas e contestações, muitos fãs brasileiros aguardam com expectativa os shows. A turnê vai passar por seis cidades brasileiras entre os meses de outubro e novembro – Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo. Serão os últimos shows da carreira do cantor, que pretende se afastar dos palcos após as apresentações na América Latina. O repertório inclui cerca de 20 clássicos de Roger Waters e do Pink Floyd, como “Us & Them”, “Comfortably Numb”, “Wish You Were Here”, e “Is This The Life We Really Want?”. Waters também apresenta uma nova composição, “The Bar”. A expectativa é tão grande que alguns shows da turnê estão sendo transmitidos ao vivo em cinemas ao redor do mundo. Veja abaixo a cena do filme “The Wall”, dirigido por Alan Parker, em que o uniforme polêmico foi introduzido pela primeira vez. A música que acompanha a cena, “In The Flesh”, deixa claro que se trata de uma crítica às imagens de fanatismo exibidas. E é a mesma música cantada por Roger Waters no uniforme polêmico durante a turnê. Confira.

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    Anitta canta para 500 milhões na final da Liga dos Campeões da UEFA 2023

    10 de junho de 2023 /

    A cantora brasileira Anitta se apresentou na tarde deste sábado (10/5) na abertura da grande final da Liga dos Campeões da UEFA (Champions League) 2023, partida entre o time inglês Manchester City e o italiano Inter de Milão, realizada em Istambul, na Turquia. Foi uma apresentação curta, de pouco mais de dois minutos, mas que contagiou o evento com o hit “Envolver” e um trecho de “Funk Rave”, seu próximo lançamento. A performance da artista foi exibida ao vivo para mais de 500 milhões de pessoas ao redor do mundo, consolidando ainda mais a presença de Anitta no cenário musical internacional. Trata-se de um marco para um artista brasileiro, destacando a relevância cada vez maior de Anitta além das fronteiras do Brasil.   Homenagem a Vini Jr.> Anitta aproveitou o evento para fazer uma homenagem ao craque brasileiro Vini Jr., alvo recente de ataques racistas na Espanha. Durante o aquecimento, ela usou uma camiseta com o nome do jogador do Real Madrid e da Seleção Brasileira de Futubol, e fez questão de destacar isso em fotos no seu Instagram. No show, porém, a camiseta trazia o nome “Anitta” nas costas. Vini Jr. viu a homenagem nas redes sociais e imediatamente reagiu, escrevendo “Te amo” para Anitta no Twitter e “Você é fod*” nos Stories.   O futebol ama Anitta Esta não é a primeira vez que a cantora brasileira leva sua música para grandes eventos esportivos. Ela já havia se apresentado na final da Copa Libertadores em 2019, em Lima, no Peru, e repetiu sua participação no encerramento do torneio em 2021, em Montevideo, no Uruguai. Sua presença na final da Champions League reforça o investimento da artista em sua carreira internacional e foi um feito inédito, já que foi a primeira artista brasileira convidada a participar do evento europeu. Só falta agora o convite para cantar o tema da Copa do Mundo da FIFA. Nos últimos anos, Anitta tem lançado músicas em inglês e espanhol, firmado parcerias com cantores de destaque nos EUA e, recentemente, anunciou que usará seu perfil no Instagram para se comunicar com fãs globais, criando outro perfil para manter contato com seus fãs brasileiros.   Detalhes da apresentação Anitta deu início ao show com o hit “Envolver”, seguido pela primeira performance ao vivo de “Funk Rave”, música que incorpora elementos do funk carioca. Ela fez questão de reforçar a cultura brasileira em sua performance, com momentos marcantes de funk e muitos efeitos pirotécnicos Seu show foi precedido pela apresentação de Burna Boy, cantor nigeriano conhecido por sua versatilidade musical, misturando ritmos como dancehall, reggae, rap e R&B, e primeiro artista de Afro-Fusion/Afro Beat a se apresentar no evento. A parte musical se encerrou com duas músicas do sueco DJ Alesso, incluindo o hit “Heroes”. Após a performance, Anitta publicou imagens no show e escreveu no seu Instagram (em inglês): “Não consigo descrever a emoção de me apresentar na Liga dos Campeões nessa noite. Gratidão para sempre”. Anitta você quer o mundo eu te dou #CasaDaChampions pic.twitter.com/fsZtJGrJEO — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) June 10, 2023 Bringing the fire 🔥 🎤 @Anitta pic.twitter.com/9RKs0MfmDb — UEFA Champions League (@ChampionsLeague) June 10, 2023 😍🤍 te amo @Anitta 😍🤍 pic.twitter.com/8jeG4tmFXN — Vini Jr. (@vinijr) June 10, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta)

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    Rosalía lança clipe gravado em Tóquio

    9 de junho de 2023 /

    A cantora Rosalía divulgou o clipe da sua nova música “Tuya”, produzida pelo produtor porto-riquenho de reggaeton Chris Jedi. No vídeo dirigido por Stillz, a estrela do pop espanhol percorre as ruas de Tóquio e se diverte com diferentes looks, com direito a cabelos coloridos e um simpático cachorrinho. “A exploração é parte de quem eu sou como músico e, no caso de ‘Tuya’, inspirações como o reggaeton, os sons do Japão, o flamenco e a gabber techno coexistem no mesmo patamar”, comentou Rosalía sobre o lançamento, em um comunicado à imprensa.   Parcerias Rosalía já tinha trabalho com Chris Jedi em 2021, quando ele produziu sua parceria com Bad Bunny, “La Noche de Anoche”. Curiosamente, o clipe da faixa também foi dirigido por Stillz. Mais recentemente, cantora e produtor voltaram a se juntar em “Despechá”, lançada pela espanhola em agosto do ano passado, enquanto o diretor assinou os clipes de “Candy” (também de 2022) e “Vampiros” (dueto de Rosalía com o noivo Rauw Alejandro, lançado em abril passado). “Tuya” é a primeira música solo inédita da cantora desde o sucesso do álbum “Motomami” (2022) e o recente EP “RR”, com Rauw Alejandro. Mas não há notícias sobre um novo álbum da cantora, que roubou a cena na última edição do Lollapalooza em São Paulo.

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    Shawn Mendes lança música ambientalista inspirada pelos incêndios do Canadá

    9 de junho de 2023 /

    Shawn Mendes surpreendeu os fãs com o lançamento de uma nova música nesta sexta-feira (9/6). A faixa “What the Hell Are We Dying For?” chegou nas plataformas digitais após o cantor manter-se por meses sem canções inéditas. Junto ao retorno inesperado, algo que também chamou a atenção foi a mensagem da música. Segundo o artista, os incêndios florestais que atingiram o Canadá e espalharam fumaça densa pelo norte dos Estados Unidos inspiraram a nova canção. Em uma publicação no Instagram, Mendes explicou o tema e destacou que fará doações para organizações que prestam auxílio diante da calamidade. “Comecei a escrever essa canção na manhã de ontem com alguns amigos, no interior do estado de Nova York, e terminei apenas algumas horas atrás… Pareceu muito importante compartilhar isso com vocês em tempo real”, ele escreveu na legenda. Inclusive, a imagem de capa da música também foi fotograda nesta semana, mostrando o horizonte da cidade de Nova York envolto por uma névoa laranja proveniente da fumaça dos incêndios. A letra reflete o impacto devastador e a necessidade urgente de conscientização ambiental. “Smoke in the air, the city’s burning (Fumaça no ar, a cidade está queimando) / I wanna speak but I make no sound (Quero falar, mas não emito som)”, canta o artista indicado ao Grammy, fazendo referência à situação preocupante, que levado os moradores de Nova York a não saírem de casa. “Locked in my mind, you’re all I think about (Preso em minha mente, você é tudo em que penso) / I wanna save us but I don’t know how (Quero nos salvar, mas não sei como)”, completa o primeiro verso. Ao longo da carreira, o cantor de 24 anos se dedicou diversas vezes a causas ambientais. Em 2019, durante sua passagem pelo Brasil, Mendes protestou contra as queimadas na Amazônia. No show realizado em São Paulo, ele levantou sua guitarra com a frase “Climate action now” (“ação climática agora”) e pediu atenção do público para o problema.   Incêndios se espalhando pelo mundo Na última quarta-feira (7/6), diversos incêndios florestais atingiram o Canadá, queimando cerca de 3,8 milhões de hectares (38 mil km²). O desastre ecológico produz diversos gases que ficam dispersos pela atmosfera, com destaque para o Monóxido de Carbono (CO). Com isso, uma névoa com a fumaça dos incêndios atingiu os Estados Unidos e já começa a chegar na Europa. Diversas imagens da cidade de Nova York circularam nas redes sociais e chamaram a atenção pelo céu alaranjado. Devido à queda na qualidade do ar, os estados afetados estão distribuindo máscaras gratuitas aos cidadãos. Segundo as autoridades, o nível insalubre do ar deve durar vários dias.   Outra inspiração para a canção Nas redes sociais, os fãs também comentam que a canção pode ser parcialmente inspirada por um possível término com a cantora Camilla Cabello. O casal ficou junto por dois anos, até terminarem em 2021. Durante o festival Coachella deste ano, os dois foram vistos juntos novamente. De acordo com o jornal The Sun, eles terminaram novamente após o breve reato. “If we don’t love like we used to (Se não amamos como costumávamos) / If we don’t care like we used to (Se não nos importamos como costumávamos) / What the hell are we dying for? (Por que diabos estamos morrendo?) / If it doesn’t cut like it used to (Se não corta como costumava) / If you’re not mine and I’m not yours (Se você não é meu e eu não sou seu) / What the hell are we dying for? (Por que diabos estamos morrendo?)”, o artista canta no refrão da música.

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  • Música

    Maluma divulga nova música sem roupa e divide opiniões: “Vergonha alheia”

    9 de junho de 2023 /

    O cantor colombiano Maluma divulgou sua nova música “Coco Louco” de forma ousada nas redes sociais. O artista de 29 anos compartilhou um vídeo totalmente à vontade, sem roupas, em seu perfil no Instagram nesta sexta-feira (9). Enquanto a música toca, Maluma aparece cobrindo suas partes íntimas com um coco enfeitado, fazendo referência ao nome da canção. “Para que roupa se eu tenho um ‘Coco Loco’?”, escreveu na legenda. Nos comentários, o cantor dividiu opiniões. “É apenas 9 da manhã e já estou desejando água de coco”, brincou uma seguidora. “Aqui, casualmente, rezando pro coco cair”, escreveu outra. Mas os elogios foram acompanhados por reclamações de internautas. “Não se estrague, esse conteúdo é realmente horrível”, escreveu um usuário. “A vergonha alheia que esse vídeo me deu, meu Deus”, disse outro.   Sucesso nas redes sociais A polêmica rendeu. Em menos de cinco horas após ser publicado, o vídeo atraiu mais de 5 milhões de visualizações. Nas redes sociais, o cantor tem o costume de compartilhar fotos conceituais exibindo seu corpo definido. Em março passado, ele já tinha registrado imagens semelhantes, em que apareceu sem roupa, escondendo suas partes íntimas. Essa estratégia ajudou Maluma a conquistar 63,1 milhões de seguidores. Acumulando hits dançantes, o cantor também gravou uma das músicas que animaram a Copa do Mundo de futebol do ano passado. A canção “Tukoh Taka” foi uma parceria de Maluma com a rapper Nicki Minaj e a libanesa Myriam Fares, que marcou a competição disputada no Catar. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por MALUMA (@maluma)

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