10 Filmes: “Velozes e Furiosos 10” e as estreias em streaming
Um dos maiores blockbusters do ano chega nas locadoras digitais, junto com filmes inéditos de terror e uma variedade de títulos em streaming. Confira os 10 principais lançamentos para ver em casa neste fim de semana. VELOZES E FURIOSOS 10 | VOD* Maior, mais cheia de famosos e cada vez mais cara, a franquia de ação festeja o exagero e apresenta seu melhor antagonista no 10º filme. Psicopata divertido, comparado até ao Coringa, o vilão vivido por Jason Momoa (o Aquaman) é filho do chefão do 5º longa e foi um dos criminosos (então anônimos) que enfrentaram o time de Dominic Toretto (Vin Diesel) na ponte Rio-Niterói. Em sua vingança, não faltam as inevitáveis cenas de corrida e destruição de veículos de todos os tipos, com os mais diferentes artefatos e de formas sempre criativas. Mas sua performance é o principal efeito visual do filme, que tem um roteiro fraquinho e chama mais atenção pela quantidade de astros em cena. “Velozes e Furiosos 10” reúne uma constelação. Até John Cena e Jason Statham retomam seus papéis – com direito à parceria entre Statham e seu ex-falecido inimigo Sung Kang, insinuada na cena pós-créditos do filme anterior. O elenco destaca, claro, os protagonistas da trilogia inicial: Vin Diesel, Jordana Brewster, Michelle Rodriguez, Tyrese Gibson, Ludacris e Sung Kang. Além de aquisições mais recentes, como Nathalie Emmanuel, Scott Eastwood, Helen Mirren, a vilã favorita Charlize Theron e os citados Cena e Statham. A estes ainda se somam os “novatos” Momoa, Brie Larson (“Capitã Marvel”), Alan Ritchson (“Reacher”), Rita Moreno (das duas versões de “Amor, Sublime Amor”) e Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), sem esquecer da participação “secreta” da cena pós-créditos e da figurante de luxo Ludmilla. Quem dirige esses vingadores do cinema de ação é o francês Louis Leterrier (“Truque de Mestre”), que assumiu o comando do longa após o começo da produção – inicialmente prevista para ser dirigida por Justin Lin (“Velozes e Furiosos 9”). Impressionando os executivos da Universal, ele já se garantiu antecipadamente à frente do 11º longa – que pode ou não encerrar a saga da família Toretto em 2025/26. FRIO NOS OSSOS | HBO MAX Thriller intenso de invasão domiciliar, o filme de Matthias Hoene (“Cockneys vs. Zombies”) se passa durante uma tempestade em uma fazenda remota, onde uma mãe (Joely Richardson, de “O Amante de Lady Chatterley”), luta de maneira extremamente intensa para proteger sua família. Junto a ela estão sua filha adolescente (Sadie Soverall, de “Fate: A Saga Winx”) e o marido doente, que celebra seu aniversário quando são interrompidos pela chegada inesperada de dois irmãos, Matty (Harry Cadby, de “Red Rose”) e Jack (Neil Linpow, de “Pesadelos Mortais”, que também é o roteirista do filme). A história é inicialmente simples: Matty e Jack, buscando abrigo após um acidente de carro, encontrando ajuda na fazenda isolada. No entanto, a suposta inocência dos irmãos logo dá lugar à tensão quando fica claro que eles estão fugindo da lei. No entanto, a força de Mama não deve ser subestimada, e é aqui que o filme subverte as expectativas típicas do gênero. Richardson oferece uma performance convincente, equilibrando os momentos de ação com sua maternidade calorosa, enquanto a família lida com os invasores cada vez mais ameaçadores. À medida que a tempestade se intensifica, os segredos de cada personagem se desenrolam, criando uma narrativa carregada de emoções complexas e disputas pela sobrevivência. NOCEBO | VOD* O terror acompanha Christine (Eva Green, de “Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan”), uma bem-sucedida designer de moda, que vive uma vida aparentemente perfeita com seu marido (Mark Strong, de “Shazam!”) e sua filha. Após um incidente perturbador durante um de seus desfiles, ela passa a sofrer de uma doença misteriosa, não diagnosticada, que a deixa constantemente esgotada e aflita. Sem conseguir ajuda médica, a situação só muda quando uma jovem filipina (Chai Fonacier, de “Born Beautiful”) bate em sua porta, alegando ser a nova babá. Sem lembrar de tê-la contratado, devido à perda de memória que a acomete, Christine se surpreende quando a jovem lhe introduz remédios caseiros que ajudam em sua recuperação. Por outro lado, seu marido mostra-se cético e preocupado com o controle que a desconhecida passa a exercer sobre a esposa. O filme tem a marca de Lorcan Finnegan, cineasta irlandês que vem se destacando no cinema fantástico, principalmente após o sucesso de crítica de “Viveiro” (Vivarium, 2019). O diretor costuma explorar temas complexos e atuais, como o impacto da urbanização desenfreada, os efeitos psicológicos do isolamento e as questões sociais envolvidas na economia globalizada. Seus filmes geralmente são repletos de suspense e mistério, com narrativas que desafiam o público a questionar a realidade apresentada. Em “Nocivo”, seu olhar particular transforma em terror questões de exploração de mão de obra em países pobres, culpa e injustiças sociais, além de abordar conceitos psicológicos, como o efeito nocebo – o oposto do efeito placebo, onde a crença de que algo irá prejudicar a saúde acaba por manifestar sintomas reais de doenças. | URUBUS | VOD* O drama impactante leva o espectador a conhecer o universo dos pichadores da periferia, suas motivações e desafios, e reencena a célebre pichação das paredes brancas da Bienal de São Paulo em 2008. A trama gira em torno do líder de um grupo de pichadores que escala os edifícios mais altos para deixar sua marca. Quando o protagonista (vivido pelo estreante Gustavo Garcez) conhece uma estudante de arte (Bella Camero, de “Marighella”), seus mundos colidem resultando na invasão da 28ª Bienal. O feito transforma os jovens invisíveis da periferia em protagonistas de um polêmico debate cultural. Com estética semi-documental vibrante, o primeiro longa de Claudio Borrelli (que apareceu como personagem no documentário “Pichadores”) tem produção do cineasta Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”) e venceu vários prêmios internacionais, em festivais nos EUA e Europa, além dos troféus da Crítica e do Público como Melhor Filme da 45ª Mostra de São Paulo. MEUS SOGROS TÃO PRO CRIME | NETFLIX A nova comédia traz Adam Devine (“Megarrromântico”) como um gerente de banco que finalmente conhece os pais de sua noiva, mas logo passa a suspeitar que eles são os ladrões que roubaram seu banco durante a semana do casamento. A história mistura humor com ação, remetendo a longas como “Entrando Numa Fria” (2000) e “Vizinhos Espiões” (2016). E conta com uma reviravolta: quando a noiva é raptada por criminosos que exigem o pagamento de US$ 5 milhões para libertá-la, o gerente decide se juntar aos sogros num novo roubo de banco para salvar a amada. O elenco destaca ainda Nina Dobrev (“The Vampire Diaries”) como a noiva, além de Pierce Brosnan (“Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”) como os sogros. A direção é de Tyler Spindel (“A Missy Errada”) e a produção é de ninguém menos que Adam Sandler (“Mistério em Paris”). ALERTA MÁXIMO | AMAZON PRIME VIDEO O thriller de ação traz Gerard Butler (“Invasão ao Serviço Secreto”) como um piloto de voo comercial, que se vê forçado a aterrissar seu avião lotado numa zona de guerra por causa de uma terrível tempestade. Mas escapar do desastre é só o começo da história. Em pouco tempo, ele precisa se juntar a um criminoso algemado (Mike Colter, o “Luke Cage”) para salvar seus passageiros, que são aprisionados por guerrilheiros. De forma curiosa, essa história lembra um pouco a premissa de “Eclipse Mortal” (2000), só que sem os elementos de ficção científica. Mas a crítica americana entrou a bordo, considerando o longa melhor que as produções genéricas de ação estreladas pelo ator escocês nos últimos anos – 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os méritos pertencem ao diretor francês Jean-François Richet, que vem causando boas impressões desde seu clássico “Inimigo Público nº 1” (2008). O sucesso de bilheteria garantiu a produção de uma continuação. SEMPRE EM FRENTE | HBO MAX Primeiro filme de Joaquin Phoenix após vencer o Oscar por “Coringa”, o drama em preto e branco traz o ator como um documentarista que pretende entrevistar crianças sobre a situação do mundo. Nesse processo, estabelece um relacionamento tênue, mas transformador, com seu sobrinho sem filtros de 8 anos, que ele leva em suas viagens. “Sempre em Frente” tem roteiro e direção de Mike Mills, que não lançava uma nova obra desde “Mulheres do Século 20” em 2016. E embora tenha passado ao largo do Oscar, o menino Woody Norman (“Troia: A Queda de Uma Cidade”), que vive o sobrinho, foi indicado ao BAFTA (o Oscar britânico) como Melhor Ator Coadjuvante. Elogiadíssimo pela crítica, atingiu uma avaliação até mais positiva que muitos indicados ao prêmios da Academia – 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. SAM & KATE | VOD* A comédia romântica traz os veteranos Dustin Hoffman (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”) e Sissy Spacek (“O Velho e a Arma”) atuando ao lado dos seus respectivos filhos da vida real, Jake Hoffman (“Wu-Tang: An American Saga”) e Schuyler Fisk (“A Babá”). Na trama, Sam (Jake) é um jovem artista que vive com seu pai, Bill (Dustin). A relação dos dois, que já não era das melhores, é abalada quando Sam se apaixona por Kate (Fisk), uma mulher que ele conheceu recentemente, ao mesmo tempo que seu pai se apaixona pela mãe dela, Tina (Spacek). Com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme foi produzido pela atriz Amy Adams (“A Mulher na Janela”) e dirigido pelo seu marido, o ator Darren Le Gallo (“Then We Got Help!”), em sua estreia na função. UMA FAMÍLIA PERFEITAMENTE NORMAL | FILMICCA A diretora estreante Malou Reymann baseou-se em suas próprias experiências de infância para contar a história desse drama premiado no Festival de Roterdã. Passada nos anos 1990, a narrativa é centrada na perspectiva de Emma, uma garota dinamarquesa de 11 anos, que tem um choque ao ser comunicada do divórcio dos pais, devido à decisão do pai Thomas (Mikkel Boe Følsgaard, de “The Rain”) de mudar de gênero e se assumir como Agnete. O filme atingiu 71% de aprovação no Rotten Tomatoes por sua abordagem direta e honesta, sem sensacionalismos, e é considerado uma contribuição valiosa para a representação da experiência transgênero no cinema. Ao mesmo tempo em que retrata a alegria de Agnete por finalmente poder viver como sua verdadeira identidade, não ignora o sofrimento de sua filha para entender e aceitar a mudança radical no pai, a quem sempre viu como um companheiro de futebol e modelo masculino, que agora acredita ter perdido. WHAM! | NETFLIX O documentário musical lembra a carreira do Wham!, dupla pop formada por George Michael e Andrew Ridgeley, que foi um fenômeno nos anos 1980 com hits como “Wake Me Up Before You Go-Go” e “Last Christmas”. Composto por imagens de arquivo e várias entrevistas, o filme conta a história de amizade da dupla, que se conheceu na infância e se apresentou junta de 1981 até 1986, quando se separaram. Após cinco anos e três álbuns de estúdio, George Michael decidiu seguir carreira solo, tornando-se ainda mais famoso – até morrer aos 53 anos, no Natal de 2016. A direção é de Chris Smith, do documentário “Fyre Festival: Fiasco no Caribe” (2019). * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
Bob Dylan está auxiliando filme sobre início de sua carreira
O cantor e compositor Bob Dylan, famoso por sua reclusão e discrição, tem colaborado ativamente na produção do filme que retrata o início de sua carreira musical. O projeto, intitulado “A Complete Unknown” (“Um completo desconhecido”, em tradução livre), tem Timothée Chalamet (“Duna”) no papel principal. O diretor James Mangold (“Indiana Jones e o Artefato do Destino”) contou que Dylan se reuniu diversas vezes com ele, fez anotações no roteiro e “tem colaborado muito” com o projeto. Em sua participação no podcast “Happy Sad Confused”, ele disse que o cantor é um grande cinéfilo e confessou ser fã de “Cop Land” (1997), seu segundo longa. “Passei vários dias maravilhosamente encantadores em sua companhia [Dylan], apenas nós dois, conversando. Tenho um roteiro que foi anotado pessoalmente por ele e apreciado por mim. Ele adora filmes. A primeira vez que me sentei com Bob, uma das primeiras coisas que ele me disse foi: ‘Adoro Cop Land'”, contou o cineasta. Segundo o diretor do filme, a obra não é exatamente uma cinebiografia tradicional de Dylan. “Não é bem uma cinebiografia de Bob Dylan. Se passa em uma época muito específica no início dos anos 1960, quando um garoto de 17 anos pega uma carona para Nova York com US$ 16,00 no bolso, para conhecer Woody Guthrie, que está no hospital morrendo de uma doença nervosa”, afirmou Mangold. “Ele canta para Woody uma canção que escreveu para ele e faz amizade com Pete Seeger, que é como um filho para Woody, e Pete o ajuda a conseguir shows em clubes locais e ali você encontra Joan Baez e todas estas outras pessoas que fazem parte deste mundo.” O jovem Dylan causa “um tumulto na comunidade folk e o que eles pensavam que era folk adequado e folk ilícito”, o que, diz diretor, “tem uma relevância imensa até hoje, porque todos nós somos muito tribalizados com regras sobre como nossa música deve ser, sobre quais são nossas regras, como falamos, como nos expressamos. E Bob, desde o início, sempre foi alguém que está sempre pressionando contra esses limites.” Para quem não sabe, “A Complete Unknown” é uma das frases do refrão de “Like a Rolling Stone”, música que melhor representa a transformação de Dylan, até então um cantor folk, em roqueiro. A transição não foi tranquila para o cantor, que chegou a enfrentar vaias de seus antigos fãs por trocar o vilão por guitarras e uma banda de rock. Com roteiro de Jay Cocks (“Gangues de Nova York”) e filmagens marcadas para agosto em Nova York, o filme produzido pela Searchlight Pictures vai destacar esse período em que o jovem Dylan abala o mundo da música em 1965, quando começa a se apresentar com uma guitarra elétrica pela primeira vez. O próprio Bob Dylan e seu empresário de longa data, Jeff Rosen, figuram entre os produtores. Além de Timothée Chalamet no papel de Dylan, o elenco de “A Complete Unknown” traz Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”) como o cantor Pete Seeger e Elle Fanning (“The Great”) interpretando Sylvie Russo, namorada de Dylan na época da faculdade. A data de estreia ainda não foi anunciada.
Justiça libera músicas do Secos & Molhados em série sobre o grupo musical
A Santa Rita Filmes venceu na Justiça o direito de usar músicas do grupo Secos & Molhados na série documental “Primavera nos Dentes”. O Tribunal de Justiça de São Paulo deu ganho de causa à empresa contra o integrante do grupo, João Ricardo, que vetou o uso. João Ricardo tem um histórico de tentar barrar obras sobre a história da banda. Há dez anos, ele proibiu que sua imagem aparecesse no livro de memórias de Gerson Conrad, integrante do trio, e recentemente também teria proibido a Globo de usar sua história numa minissérie sobre o Secos & Molhados – o que fez o projeto ser descartado. Ele é um dos autores de dois dos maiores hits do grupo, “Sangue Latino” e de “O Vira”, e se recusava a autorizar o uso de suas composições, embora Ney Matogrosso e Conrad estivessem de acordo. A decisão da Justiça cria uma importante jurisprudência no direito autoral brasileiro. Além dos dois sucessos, outras três canções foram liberadas para serem ouvidas na série: “Fala”, “El Rey” e “Mulher Barriguda”. Baseada no livro de Miguel de Almeida (que está sendo relançado pela Record neste mês), com direção dele próprio, a série em quatro capítulos pretende contar a história e a época do Secos & Molhados, grupo que vendeu mais de 1 milhão de discos na década de 1970 e revelou Ney Matogrosso, além de incomodar conservadores com sua imagem andrógina e letras de duplo sentido sobre sexualidade. A série tem estreia prevista para o segundo semestre, comemorando os 25 anos do Canal Brasil.
Viúva de Gal Costa teria dado golpes e prejudicado carreira da cantora
A empresária Wilma Petrillo virou tema de uma reportagem polêmica da revista Piauí. O texto da edição de julho, escrito por Thallys Braga, revelou que a viúva de Gal Costa teria praticado golpes financeiros em nome da cantora. Segundo a reportagem, Wilma é acusada de assédio moral contra ex-funcionários, ameaças e golpes financeiros. A empresária ainda teria sido a responsável pela falência de Gal, uma das maiores artistas da Música Popular Brasileira (MPB). Chantagens Um dos depoimentos que chamam a atenção foi feito por Bruno Prado, médico próximo do casal. Ele afirmou ter emprestado entre R$ 10 mil e R$ 15 mil para uma cirurgia nos olhos, que demorou a ser paga. Prado acrescentou que, como forma da retaliação, deixou de ser convidado em eventos sociais de Gal. A matéria também destaca que Wilma teria ameaçado contar a sexualidade de Prado para seus familiares. “Se você continuar me cobrando, eu vou fazer uma coisa muito bonitinha: conto pro teu pai que você é viado”, ela teria dito. Com medo das consequências, Prado teria escrito um e-mail sobre a história para Gal, que prometeu o pagamento da dívida. O médico ainda decidiu contar sua orientação sexual e recebeu acolhimento familiar. As ameaças de Wilma teriam continuado, o que resultou em um boletim de ocorrência feito por Prado. “Você vai tomar uma surra tão bonita que vai aprender a respeitar os outros”, relatou o médico. Shows perdidos O produtor Ricardo Frugoli também se diz uma das vítimas de Wilma Petrillo. Na reportagem, ele conta que Gal teria perdido oportunidades de show no Brasil e na Europa devido ao comportamento da esposa. A cantora soube por Frugoli que a esposa era acusada de intriga, furtos e humilhação nos bastidores. Porém, ela se recusou a acreditar nas alegações intensas e nunca mais tocaram no assunto. “Durante muito tempo, fui o cara que não deixou a bomba explodir. Continuar ali era importante para protegê-la do que vinha acontecendo na carreira e dentro de casa”, contou o produtor, que também abriu um boletim de ocorrência e acabou demitido quatro dias depois. Relato semelhante foi dado por Rodrigo Bruggermann, produtor responsável pelos shows de “Recanto” nas cidades do sul do Brasil. “Além de ser grosseira, ela fazia mudanças de última hora e aplicava taxas surpresa”, disse ele que define Wilma como “a pior pessoa com quem lidei nesse meio”. O empresário Maurício Pessoa teria sido outro prejudicado por Wilma. Em 2013, ele sofreu um rombo financeiro após conseguir um patrocínio de R$ 700 mil da Natura Musical. A cantora deveria realizar seis shows e a gravação de um álbum ao vivo, mas a empresária pediu retorno imediato de 80% do valor. Os primeiros shows só aconteceram anos depois. Dentre outras coisas, Wilma Petrillo também é acusada de ter barrado um show de Gal no prestigiado Carnegie Hall, em Nova York. A empresária dizia que a cantora “não gostava de se apresentar nos Estados Unidos”. Fontes próximas negaram a informação e disseram que a cantora não retornava aos EUA por medo de ser presa, já que Wilma teria vendido um de seus imóveis e se recusou a pagar os impostos da venda. Tóxica e abusiva Um dos dois funcionários revelou que chegou a testemunhar uma discussão de Gal e Wilma, em meados de 2015. A cantora estaria indignada com os serviços prestados pela esposa e acabou envolvida em um embate físico. “O dinheiro entra e some, as dívidas não param de chegar. Que tipo de empresária é você?”, teria dito Gal. “Você é uma velha, as pessoas não querem mais te contratar”, rebateu Wilma. Buraco negro financeiro A reportagem da Piauí questiona sobre a fortuna deixada por Gal Costa após sua morte. No entanto, amigos próximos revelaram que as finanças da cantora eram um “buraco negro” e foram minadas por conta de Wilma. Segundo apuração, Gal deixou apenas um imóvel valioso que será herdado por seu filho único, Gabriel Costa. A residência foi comprada por R$ 5 milhões em 2020 e está localizada no bairro dos Jardins.
“Sobrenatural 5” e Zé do Caixão assombram a programação de cinema
O circuito aproveita uma pausa na sucessão de blockbusters de ação para trazer o terror de volta aos cinemas, após mais de um mês sem lançamentos do gênero. O quinto filme da franquia “Sobrenatural” é o maior lançamento desta quinta-feira (6/7). E vem acompanhado de outro título sombrio, com a exibição em circuito limitado de um antigo filme perdido de Zé do Caixão, o mestre do horror brasileiro. Entre os destaques da programação, também há uma nova comédia criminal de François Ozon (“Frantz”). Ao todo, sete títulos entram em cartaz nas maiores cidades, cinco deles brasileiros. Confira abaixo a relação completa. | SOBRENATURAL: A PORTA VERMELHA | O quinto filme da franquia de terror se passa 13 anos após os acontecimentos do longa original e marca a estreia do ator Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como diretor. Com sua presença também no elenco, a trama traz o foco de volta à família original, os Lamberts, com Josh (Wilson), Renai (Rose Byrne, de “Vizinhos”) e seu filho já crescido Dalton (Ty Simpkins, visto recentemente em “A Baleia”) enfrentando problemas novos e mais assustadores. Vale lembrar que, enquanto os dois primeiros filmes traziam os Lamberts como personagens principais, o terceiro e quarto foram centrados na parapsicóloga Elise Rainier (Lin Shaye). Na trama, Josh está entrando na faculdade, quando começa a lembrar vagamente de ter sido assombrado na infância. Conforme as visões ficam mais nítidas, o terror também se torna mais próximo e faz com que a família decida acabar com todos os segredos para enfrentar tudo o que os assombra. O roteiro é assinado por Scott Teems (“Halloween Kills”), que se baseou numa história desenvolvida por um dos criadores da franquia, o roteirista Leigh Whannell. Whannell também produz o filme, junto com James Wan (diretor do original), Oren Peli (produtor da franquia) e Jason Blum (dono do estúdio Blumhouse). | A PRAGA | O terror de estética trash é nada menos que um filme perdido de José Mojica Marins, o mais famoso cineasta brasileiro do gênero, que faleceu em fevereiro de 2020. Com narração feita pelo próprio Zé do Caixão, personagem icônico de Marins, “A Praga” conta a história de Juvenal (Felipe Von Rhein), um jovem que, ignorando os perigos, provoca uma velha senhora e acaba sendo amaldiçoado com uma fome insaciável por carne crua. A trama se desenrola com uma corrida desesperada para se livrar da praga e sobreviver aos horrores proferidos pela bruxa. O roteiro foi escrito pelo próprio Mojica ao lado do parceiro de longa data, o roteirista Rubens Francisco Luchetti, conhecido por escrever os filmes mais populares do Ivan Cardoso, “O Segredo da Múmia” (1982) e “As Sete Vampiras” (1986), além de quadrinhos clássicos de terror dos anos 1960. O projeto, por sinal, é dessa época. Começou como parte da antologia “Além, Muito Além do Além”, escrita por Luchetti e exibida pela TV Bandeirantes em 1966. Mas o material foi perdido em um incêndio na emissora. Apesar de Mojica ter tentado refilmar a obra na década de 1980, ele não conseguiu concluí-la. Nos últimos 15 anos, o diretor Eugenio Puppo se dedicou a encontrar os rolos originais do filme perdido. Com negativos restaurados em 4K, a trilha sonora foi remasterizada e as cores foram ajustadas. Em uma parceria da Heco Produções com a Elo Studios, o filme foi finalmente finalizado para chegar aos cinemas. | O CRIME É MEU | O premiado cineasta francês François Ozon (“Frantz”) dirige essa divertida farsa, em que um crime transforma a vida de uma atriz fracassada. A trama se passa na Paris dos anos 1930, quando Madeleine, uma atriz pobre e endividada, e sua melhor amiga Pauline, uma advogada desempregada, estão prestes a ser despejadas. Tudo muda quando elas se tornam suspeitas de um crime e Madeline decide confessar ter assassinado um famoso produtor. Com a ajuda de Pauline, ela consegue ser absolvida por legítima defesa. O julgamento a torna famosa, rendendo-lhe convites para peças e mudando sua trajetória. Mas assim que sua nova vida começa, outra mulher aparece, dizendo-se a verdadeira assassina. O elenco destaca Nadia Tereszkiewicz (“A Última Rainha”), Rebecca Marder (“A Garota Radiante”), Isabelle Huppert (“A Sindicalista”), Fabrice Luchini (“O Melhor Está por Vir”) e Dany Boon (“Mistério em Paris”). | UM DIA CINCO ESTRELAS | Estevam Nabote (“Tô de Graça”) estrela a nova comédia de Hsu Chien (“Desapega!”) como um homem apaixonado por Mozão, um Opala dos anos 1970. Quando a situação econômica aparte, ele decide trabalhar como motorista de aplicativo. O filme acompanha as situações inusitadas e divertidas que mudam sua vida a partir do novo trabalho. O título, entretanto, não reflete nada disso, referindo-se a um dia de spa de sua sogra, vivida por Nanny People (“Quem Vai Ficar com Mario?”). Com clima de sitcom do Multishow, o elenco também destaca Aline Campos (“Vai que Cola”) e Danielle Winits (“Esposa de Aluguel”). | OS AVENTUREIROS – A ORIGEM | Depois de vários filmes digitais, Luccas Neto lança suas aventuras juvenis pela primeira vez no cinema, sem mudar as características genéricas e os efeitos baratos. Na trama, Luccas e seus amigos decidem invadir o laboratório do recém-desaparecido cientista Honório Flacksman e acabam sugados para um portal que os levam para outra dimensão – a Cidade da Alegria. Lá, eles são abordados pela chefe dos Guardiões, que os interroga, suspeitando que estejam envolvidos no recente sumiço do mapa das Pedras do Poder. Para completar, também viram super-heróis, com direito a uniformes e codinome. A direção é de André Pellenz (“Detetives do Prédio Azul”). | CANÇÃO AO LONGE | O novo drama da mineira Clarissa Campolina (“Girimunho”) explora a busca de identidade e de um lugar no mundo. A protagonista vivida pela estreante Mônica Maria deseja mudar-se da casa, que compartilha com a mãe e a avó, e onde se sente deslocada. Ela é a única mulher de pele escura na família. Nesse movimento, Jimena também lida com sua origem, seu corpo, suas escolhas e se depara com o preconceito e o silêncio de suas relações familiares. | ODESZA – THE LAST GOODBYE CINEMATIC EXPERIENCE | O documentário registra a nova turnê da dupla americana de música eletrônica Odesza. Por meio de entrevistas com os artistas, seus fãs e membros de sua equipe criativa, o filme oferece uma visão divertida e sincera sobre a conexão entre a banda e seus fãs, sobre como as experiências de vida moldaram a criação de seu último álbum e como Odesza foi de aspirante a músicos de uma cidade interiorana a três vezes indicado ao prêmio Grammy.
Playlist Moderna: 50 clipes com o melhor da música alternativa do mês
A Playlist Moderna acompanha os principais lançamentos da música independente internacional. A seleção reúne 50 clipes recentes do Lado B do YouTube, com ênfase em novidades das últimas semanas. A relação atual, finalizada em 30 de junho, traz o punk rock da nova geração, a volta do grunge e novidades shoegazers, antes de trocar guitarras por sintetizadores em gravações de synthpop, darkwave, drum’n’bass, EBM, techno e house music. A seleção privilegia artistas novos, mas alguns veteranos também marcam presença, como Teenage Fanclub e as cantoras Robyn (num remix) e Romy (da banda The XX), agora em carreira solo. Integrantes das bandas Happy Mondays, Ride e Oasis também se reúnem no novo grupo Mantra of the Cosmos. Mas os destaques são nomes que só agora começam a se tornar mais conhecidos, saindo do underground para a lista dos críticos mainstream, casos de Bully, Girl Scout e Goa Express. O repertório ainda inclui três covers: “Good Good Things” (dos Descendents), “Pictures of Matchstick Men” (Status Quo) e “Shout” (Tears for Fears) em gravações de Drain, The KLV e Ray Noir. Como sempre, os vídeos são organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist – para ver na Smart TV, busque Transmitir na aba de configurações do Chrome ou Mais Ferramentas/Transmitir etc no Edge – , visando encaixar uma sequência que ressalte a impressão de videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). The Tubs | The Rumjacks | Death Pill | Drain | Lurk | Restraining Order | King Nun | Skating Polly | Girl Scout | Another Sky | Peach | My Ugly Clementine | Bully | Still Talk | Eaves Wilder | Palehound | Ratboys | Daneshevskaya | Faye Webster | HotWax | Bee Bee Sea | Teenage Fanclub | Bipolar Feminin | Firestations | The Goa Express | Danmarck | Mantra of the Cosmos | The KVB | Me & Melancholy | Bled | Ray Noir | Suburban Spell | Rites of Sin | Rue Oberkampf | Train To Spain | In a Darkened Room | She Pleasures Herself | The Sweet Kill | Ductape | Agent Side Grinder | Nia Archives | Vitesse X | Harriet Jaxxon | Sextile | SDH Semiotics Department of Heteronyms | French 79 | Fragrance | Romy | deepState | Robyn
Janelle Monáe surpreende público ao exibir seu seio durante show
A cantora Janelle Monáe, também conhecida por sua carreira como atriz em Hollywood, fez uma apresentação ousada no Essence Festival 2023, realizado em Nova Orleans, nos Estados Unidos. Durante sua performance na noite de sexta-feira (30/6), a artista levantou seu top e mostrou o seio para a multidão de fãs presentes. Vestindo um conjunto preto e branco com estampa geométrica, a cantora de 37 anos fez uma parada estratégica em sua performance, segurando o microfone com a mão esquerda e usando a direita para revelar seu seio, coberto por um adesivo em forma de flor. Este momento foi compartilhado nas redes sociais do Essence Festival. Mudança de estilo e novo álbum O ato contrasta com a Janelle Monáe do começo da carreira, que costumava se apresentar usando smokings de grife. Mas em sua nova fase, ela também pousou recentemente sem roupa para a capa da revista Rolling Stone. A iniciativa foi para promover seu novo álbum, “The Age Of Pleasure”. Em entrevista à revista, a cantora admitiu se sentir “muito mais feliz quando meus seios estão livres”. Durante a apresentação no Essence Festival, Monáe performou vários de seus hits, incluindo a colaboração de 2015 com Jidenna, “Yoga”. A música contém a frase “You cannot police me, so get off my areola”, que se tornou um dos principais versos da cantora. Foi durante essa parte específica da música que levantou o lado direito de seu top de biquíni, provocando uma onda de excitação entre os fãs. A frase também foi usada para legendar o vídeo do momento nas redes do festival. Aceitação e empoderamento Monáe tem falado abertamente sobre o aumento de sua confiança corporal ao longo dos anos. Em entrevista recente para a série “What’s Underneath” do StyleLikeU, a cantora abordou o assunto a ser questionada sobre a maior insegurança que superou. Ela respondeu falando sobre seus seios: “Meus seios. Eu me lembro que quando comecei a usar meu terno, meus seios não eram tão grandes. Eles eram menores.” O álbum “The Age Of Pleasure” marca uma nova fase em sua carreira, onde a artista busca liberação e aceitação de seu corpo. Ainda em entrevista para o StyleLikeU, Monáe confessou: “Amo minhas estrias. Quando era adolescente e comecei a ter estrias, me sentia muito insegura com elas. Agora, eu meio que gosto delas e quando vejo em outros corpos, especificamente nos quadris, acho muito sexy.” O novo álbum de Janelle Monáe, “The Age Of Pleasure”, foi lançado no dia 9 de junho, após um hiato de cinco anos. A artista contou que a inspiração para novas músicas veio durante sua estadia na Grécia, enquanto trabalhava no filme da Netflix, “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”. YOU CANNOT POLICE @JanelleMonae 🗣️#EssenceFest pic.twitter.com/h8iodAnIOp — ESSENCE Festival (@essencefest) July 1, 2023
Neil Young vai lançar “Chrome Dreams”, um dos “discos perdidos” mais famosos do rock
Neil Young, que teve seu auge criativo na década de 1970, criou tantos clássicos no período que se deu ao luxo de engavetar um álbum inteiro, pronto para ser lançado em 1977. Intitulado “Chrome Dreams”, o disco ganhou notoriedade ao longo dos anos, sendo considerado um dos grandes álbuns perdidos da história do rock. Atualmente em fase de revisão de seu legado, o cantor e músico canadense decidiu finalmente tirar o pó dos arquivos e lançar “Chrome Dreams” na íntegra. Versões piratas do disco circulam há décadas, mas sem a mixagem e a qualidade das gravações originais. Os fãs finalmente vão descobrir como ele soa de verdade em agosto, quando chegar oficialmente nas lojas físicas e plataformas digitais. Para aguçar a curiosidade, uma prévia já foi liderada: a versão original de “Sedan Delivery”, que possui letra diferente da versão lançada no disco ao vivo “Rust Never Sleeps” (1979). A música também tem uma pegada mais dissonante e urgente, chegando a lembrar Velvet Underground e a entonação de Lou Reed. Repertório clássico Young gravou todas as 12 faixas de “Chrome Dreams” entre 1974 e 1976, e, além de “Sedan Delivery”, a lista inclui os clássicos “Pocahontas” e “Powderfinger”, que também apareceram no registro ao vivo de “Rust Never Sleeps”. Há ainda “Hold Back the Tears” com letra diferente e a primeira versão do sucesso “Like a Hurricane”, ambas lançadas em “American Stars ‘n Bars” (1977), sem esquecer de “Look Out for My Love”, que foi parar num dos melhores álbuns do cantor, “Comes a Time” (1978). Apesar dessa familiaridade, parte do repertório nunca foi resgatado em nenhum álbum oficial. Para completar, a arte da capa é de ninguém menos que Ronnie Wood, guitarrista dos Rolling Stones. Após 46 anos de espera, “Chrome Dreams” chega finalmente em 11 de agosto de 2023.
Blur lança primeiro clipe de seu retorno ao rock
A banda britânica Blur divulgou o clipe de “St. Charles Square”, segunda música do retorno dos ícones do Britpop, sucedendo a faixa “The Narcissist”, que foi apresentada no início deste ano. O primeiro single, entretanto, não ganhou clipe. A nova música traz a banda recapturando a “arrogância art-pop discordante” vista na discografia clássica da banda, com clipe gravado ao vivo durante shows nas últimas semanas. Em uma entrevista para a Apple Music, o cantor Damon Albarn comparou a música com a fase mais criativa da banda nos anos 1990. “Sinto como se estivéssemos em algum lugar em 1992, algo assim, ’92, ’93”, disse Albarn. A faixa faz parte de “The Ballad of Darren”, o primeiro álbum da banda desde “The Magic Whip”, de 2015, que tem lançamento marcado para 21 de julho. Blur virá ao Primavera Sound Buenos Aires no final de novembro, mas ainda não teve sua presença confirmada no Primavera Sound São Paulo, que até o momento só confirmou a banda The Cure.
Shakira vira sereia em clipe de nova música
A cantora Shakira lançou o clipe de sua nova música, “Copa Vacía”, em que incorpora a Pequena Sereia. Mas essa história de amor entre um homem e uma sereia termina mal para ela, presa num aquário semi-vazio, amarrada como um animal e largada no lixo. A faixa é uma parceria da estrela colombiana com o cantor Manuel Turizo, que no clipe vive o homem que ela salva do mar, apenas para ser capturada. Nova era após término com Piqué O lançamento alimenta os rumores do novo álbum de Shakira, que marca a retomada de sua carreira musical após o término com o jogador espanhol Gerard Piqué. Nos últimos meses, a cantora viralizou com os sucessos “Monotonía” e “TQG”, canções inspiradas pelo fim do relacionamento de 12 anos. De acordo com a revista espanhola ¡HOLA!, o novo álbum ainda sem título será completamente bilíngue e deve ser lançado em setembro deste ano. É esperado que as músicas já lançadas, junto a “Te Felicito”, uma colaboração com Rauw Alejandro, e “Shakira: Bzrp Music Session 53”, com Bizarrap, estejam entre as faixas.
Anitta revela que gravou clipe com Sam Smith
A cantora brasileira Anitta continua a divulgar sua nova fase na imprensa internacional, anunciando recentemente que Sam Smith e Chloe Bailey participarão de seu próximo disco. A artista deu mais detalhes sobre a colaboração com o cantor britânico em uma entrevista a uma rádio dos Estados Unidos, revelando que os dois até já gravaram um clipe. “Temos essa música pronta há muito tempo”, revelou Anitta. A cantora também compartilhou que há uma história e um enredo por trás do clipe, que teve imagens captadas no Rio durante o último carnaval. “Tem imagens do carnaval brasileiro e nós queremos combinar esse sentimento [carnavalesco]”, explicou. Em fevereiro, Anitta foi vista gravando em várias locações no Brasil, incluindo a Sapucaí durante o desfile das escolas de samba, usando uma fantasia carnavalesca emprestada por Sabrina Satto. Na entrevista, ela também falou sobre a relação com Sam Smith, dizendo: “Eu amo ele, é um cara muito legal e tem uma ótima energia. O jeito como ele fortalece a comunidade LGBTQIA+, para mim, é muito importante. É muito importante que tenham pessoas representando e que não estejam envergonhadas ou tímidas porque outras pessoas vão olhar e ficar ‘ok, eu sou orgulhoso de quem eu sou’”. Em outra conversa, registrada para a edição de junho da revista Harper’s Bazaar, Anitta também falou da colaboração, dizendo que “a energia dela é incrível, nos conectamos imediatamente e isso fez o dueto soar tão especial como uma amizade genuína”. A música, chamada “Boss/Funk Rave”, foi registrada em nome de Anitta e Sam Smith no site ISWC (International Standard Musical Work Code), uma plataforma exclusiva para obras musicais. Anitta ainda mencionou que a música terá influência do funk carioca.
Sophie Charlotte é Gal Costa no primeiro trailer da cinebiografia
A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Meu Nome É Gal”, cinebiografia de Gal Costa que traz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel principal. A prévia foca o começo da carreira da cantora, que faleceu em novembro passado aos 77 anos, mostrando a escolha de seu nome artístico, a convivência com os colegas baianos durante Tropicália, a época do desbunde e o enfrentamento da repressão durante a ditadura militar. Tudo isso com vários visuais marcantes incorporados por Sophie. As imagens do filme de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”) também mostram o baiano Rodrigo Lelis (“A Matriarca”) como Caetano Veloso, Dan Ferreira (“Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”) como Gilberto Gil e a própria Dandara Ferreira como Maria Bethânia. A estreia está marcada para 19 de outubro nos cinemas brasileiros.
Olivia Rodrigo divulga teaser melancólico de “Vampire”
A cantora Olivia Rodrigo divulgou um teaser da música “Vampire”, primeira faixa inédita do seu aguardado segundo álbum “Guts”. Dona dos hits “Drivers License” e “Good 4 You”, a cantora surpreendeu os fãs nesta quarta-feira (28/6) com um breve trecho da canção publicado nas redes sociais. Na prévia, ela aparece deitada em um gramado ao som de uma música tranquila e sutilmente melancólica marcada por um piano. A cena intercala com imagens de um lago e de um céu escurecido iluminado pela lua cheia. Na última terça-feira (27/6), a cantora já havia postado um curto vídeo com um vislumbre da mesma cena, mas com sons de guitarra distocida. A música foi anunciada no dia 13 de junho, com uma imagem da cantora em preto e branco. O que chamou a atenção na publicação foram os dois band-aid cruzados no pescoço de Olivia, fazendo alegoria a uma mordida de vampiro. Nas redes sociais, os fãs até compararam a nova era como uma referência “Crepúsculo”, fenômeno teen de 2008. Videoclipe Apesar das pequenas pistas misteriosas, a cantora revelou que o clipe da faixa será dirigido por Petra Collins. O projeto é mais um trabalho de Olivia com a diretora, que também foi responsável pelos clipes de “Good 4 You” e “Brutal”, ambos lançados em 2021. Na época, os clipes viralizaram na internet pelas cenas surrealistas – incluindo um quarto incendiado em “Good 4 You”. Conhecida pelo seu estilo calculadamente exagerado, a diretora mistura elementos de moda, arte contemporânea e cultura jovem. Seus projetos exploram a feminilidade e a intimidade. Anteriormente, ela também comandou os clipes “Bartier Cardi”, da rapper Cardi B, e da canção “Fetish”, da cantora Selena Gomez. O single e o clipe de “Vampire” serão lançados nesta sexta-feira (30/6). Novo álbum A faixa faz parte de “Guts”, o segundo álbum de estúdio de Olivia Rodrigo. O disco é o sucessor do aclamado “Sour”, fenômeno nas plataformas digitais e um verdadeiro sucesso entre o público jovem. O disco de estreia da cantora rendeu sete indicações ao Grammy, incluindo indicações em todas as quatro principais categorias. Ela levou para casa três prêmios: Melhor Artista Nova, Melhor Álbum Pop e Melhor Performance Pop Solo para a música “Drivers License”. “Guts” sugere que Rodrigo compartilhará seus pensamentos e emoções mais íntimos de maneiras mais vulneráveis. O novo álbum será lançado no dia 8 de setembro pela Geffen Records. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Olivia Rodrigo (@oliviarodrigo) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Olivia Rodrigo (@oliviarodrigo)












