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    Estreia ilusória em 1º lugar não disfarça fracasso de Alita: Anjo de Combate nos EUA

    17 de fevereiro de 2019 /

    A despedida da 20th Century Fox como estúdio de cinema independente pode trazer um prejuízo financeiro inesperado para a Disney. Possível filme final da Fox antes de ser absorvida pelo conglomerado do CEO Bob Iger, “Alita: Anjo de Combate” rendeu apenas US$ 27,8M no fim de semana de sua estreia na América do Norte. Trata-se de um grande fiasco de bilheteria, que paradoxalmente valeu o 1º lugar no ranking de arrecadação. Esta liderança ilusória posiciona o filme acima de fracassos maiores, já que o faturamento geral do fim de semana foi muito ruim, motivado por um feriadão nos Estados Unidos. Por conta disso, o filme teve desempenho melhor no exterior, onde começou a ser distribuído na semana passada. Somando-se a renda norte-americana do lançamento antecipado na quinta-feira, o total mundial já está em US$ 130,8M. E, mesmo assim, são números que preocupam o departamento financeiro da Disney. Com um custo de produção estimado em US$ 200 milhões, o longa precisa atingir ao menos US$ 600 milhões para zerar os débitos de sua realização, passando, a partir deste valor, a tentar cobrir também as despesas feitas em seu marketing. Isto dificilmente acontecerá, diante da largada tão distante do esperado. As esperanças da Fox para minimizar as despesas residem na contabilização dos rendimentos do feriadão de segunda (Dia do Presidente) nos Estados Unidos e na viagem do produtor James Cameron para a China, num esforço para promover o lançamento no segundo maior mercado do mundo, marcado para a próxima sexta (22/2). Infelizmente para o estúdio, a China taxa fortemente filmes estrangeiros e apenas 25% do valor das bilheterias do país entram na contabilidade de Hollywood. Para piorar, “Alita: Anjo de Combate” não contou com o aval da crítica, atingindo 59% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. Este número só ficou acima da linha da mediocridade porque sites geeks aprovaram efusivamente o longa, entusiasmados com seus efeitos digitais. Os elogios geeks contrabalançaram a reprovação maciça da imprensa tradicional, decepcionada com o roteiro e especialmente o final – com gancho para uma continuação que (provavelmente) jamais será produzida. Entre os chamados “críticos top” (a grande imprensa), o filme tem apenas 35% de aprovação. Além de confirmar a má receptividade às adaptações de mangás (quadrinhos japoneses) feitas em Hollywood, o fracasso também joga luz sobre o projeto megalômano e multibilionário das sequências de “Avatar”, próximo lançamento de Cameron nos cinemas. A lux é amarela, de muita atenção. Abaixo da preocupação da Fox, o líder capenga da semana passada, “Uma Aventura Lego 2”, ficou com o 2º lugar. Como parâmetro, a animação da Warner abriu com um bilheteria maior (US$ 34,6 milhões) que a de “Alita” e desceu para US$ 21,2 milhões em seu segundo fim de semana. O desempenho internacional também tem sido fraco, levando o longa a atingir US$ 97,3 milhões mundiais em dez dias em cartaz. Nesta altura, o primeiro “Uma Aventura Lego” tinha US$ 130 milhões só nos Estados Unidos. Outras duas estreias do fim de semana entraram no Top 5: a comédia “Superromântico”, que fez US$ 14,2 milhões em 3º lugar, e o terror “A Morte Te Dá Parabéns 2”, com US$ 9,8 milhões em 5º lugar. O primeiro teve 69% de aprovação e vai sair direto em streaming no Brasil, com lançamento pela Netflix em 28 de fevereiro, enquanto a continuação do terror de 2017 atingiu 65% e estreia na quinta (21/2) nos cinemas brasileiros. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Alita: Anjo de Combate Fim de semana: US$ 27,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,5M Total Mundo: US$ 130,8M 2. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 21,2M Total EUA e Canadá: US$ 62,6M Total Mundo: US$ 97,3M 3. Superromântico Fim de semana: US$ 14,2M Total EUA e Canadá: US$ 20,4M Total Mundo: US$ 20,4M 4. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 10,9M Total EUA e Canadá: US$ 36,1M Total Mundo: US$ 38,6M 5. A Morte Te Dá Parabéns 2 Fim de semana: US$ 9,8M Total EUA e Canadá: US$ 13,5M Total Mundo: US$ 25,3M 6. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 21,1M Total Mundo: US$ 21,1M 7. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 94,1M Total Mundo: US$ 103,9M 8. Vidro Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 104,4M Total Mundo: US$ 234,7M 9. Maligno Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ US$ 11M 10. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 65,7M Total Mundo: US$ 126,3M

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  • Filme,  Música

    Brad Pitt vai produzir documentário sobre o roqueiro Chris Cornell

    15 de fevereiro de 2019 /

    O astro Brad Pitt vai se juntar ao diretor Peter Berg para produzir um documentário sobre Chris Cornell, o cantor das bandas Soundgarden e Audioslave que morreu em 2017, aos 52 anos. Pitt já tinha se assumido fã de Cornell ao aparecer num show tributo ao músico, realizado em janeiro. E Berg, conhecido por assinar filmes de ação estrelados por Mark Whalberg – como “O Grande Herói” e “22 Milhas” – , vai dirigir o documentário. Chris Cornell foi um dos fundadores da banda Soundgarden, em 1984, e se tornou um dos maiores ídolos do chamado “grunge”, o resgate do rock realizado pelas bandas de Seattle que se tornou um dos sons mais marcantes da década de 1990. Depois, formou o Audioslave com ex-membros do Rage Against the Machine e, ao assumir carreira solo, gravou até o tema de “007 – Cassino Royale” (2005), a música “You Know My Name”. Em 2011, o Soundgarden voltou a se reunir para fazer shows. A banda estava no meio de uma turnê quando o cantor foi encontrado morto. A investigação concluiu que ele cometeu suicídio por enforcamento. No domingo passado (10/2), Chris Cornell venceu um Grammy póstumo de Melhor Performance de Rock pela música “When Bad Does Good”, canção revela por sua viúva no ano passado. Cornell já tinha dois prêmios Grammy pelas canções “Black Hole Sun” e “Spoonman”, que ganhou com o Soundgarden em 1994.

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  • Música

    Katy Perry vira robô em clipe de técnico de efeitos de Star Wars

    14 de fevereiro de 2019 /

    A cantora Katy Perry lançou o clipe de “360”, sua nova música pop em parceria com o DJ Zedd. O vídeo tem clima sci-fi, mostrando a cantora como robô, numa experiência para simular o afeto humano. Idealizada como a companheira perfeita, ela entra em curto ao não conseguir satisfazer os desejos do homem (Zedd) que faz parte de seu teste, e acaba com o coração mecânico partido, desligada com uma lágrima nos olhos. As imagens de submissão futurista acompanham uma letra sobre obsessão – 365 são os dias por ano que ela quer passar ao lado de seu amor, na canção. A direção é de Warren Fu, que além de fazer clipes de Daft Punk, The Strokes e Weezer, também é técnico de efeitos visuais em Hollywood, com uma filmografia que inclui filmes de “Star Wars” e “Star Trek”. Katy Perry não lança um álbum desde “Witness”, em 2017. Já Zedd concorreu ao Grammy em três categorias neste ano, mas não levou nenhuma estatueta.

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  • Música

    Banda do Mike de Stranger Things estrela o novo clipe do Weezer

    12 de fevereiro de 2019 /

    A banda Weezer divulgou o clipe de um novo cover de seu disco-karaokê “The Teal Album”. O primeiro foi “Africa”, versão da música do Toto, e agora é a vez de “Take on Me”, do A-ha. Mas no lugar do Weezer, quem estrela o vídeo é Finn Wolfhard, o Mike de “Stranger Things”, acompanhado de sua própria banda, a Calpurnia. Assim como na série da Netflix, o clipe se passa nos anos 1980 e é cheio de referências da época. Nele, Wolfhard encarna uma versão adolescente de Rivers Cuomo, vocalista do Weezer, que se reúne com os amigos para tocar na sala de sua casa, enquanto brincam de gravar a performance numa câmera de VHS. É interessante observar que a conversa dos garotos inclui referências à “Curtindo à Vida Adoidado” (1986) e a uma manobra de skate inventada por Rodney Mullen em 1986 (o Ollie Airwalk). Além disso, o clipe remete explicitamente ao vídeo original do A-ha, ao transformar os garotos em versões animadas durante a performance musical. Em 1985, época de “Take on Me”, o efeito da “animação à lápis” foi considerado revolucionário, em sua referência à arte dos quadrinhos. A escolha da banda Calpurnia para participar da produção aconteceu após o grupo musical de Wolfhard tocar o clássico do Weezer “Say It Ain’t So” no programa “Under Cover” do Spotify. A direção do clipe é de Carrick Moore Gerety, que também é músico – ex-integrante da banda Everybody Else – e participou do filme “Lovelace” (2013).

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  • Música

    Clipe de Daniela Mercury e Caetano Veloso desperta a ira da direita brasileira

    10 de fevereiro de 2019 /

    O novo clipe de Daniela Mercury, “Proibido o Carnaval”, que conta com participação de Caetano Veloso, virou alvo da ira da direita brasileira. Uma campanha no Whatsapp e nas redes sociais está conclamando o público conservador a dar “dislikes” em massa na página do vídeo no YouTube. Lançado na terça-feira passada (12/2), o clipe já conta com 218 mil dislikes contra 86 mil likes. O motivo da irritação são as ironias de Daniela e Caetano disparadas contra o conservadorismo do novo governo brasileiro, com direito a referenciar a já icônica frase da ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que afirmou que meninos devem usar azul e meninas, rosa. A música também faz uma defesa apaixonada dos direitos LGBTQIA+ e a liberdade de se assumir o que se quiser, sem sofrer censura ou ameaça de “cura gay”. “Abra a porta desse armário/ Que não tem censura pra me segurar/ Abra a porta desse armário/ Que alegria cura, venha me beijar”, diz a letra. A produção também inclui uma dedicação ao deputado federal Jean Wyllys, defensor de bandeiras LGBTQIA+, que abandonou seu mandato para ir morar no exterior, após sofrer ameaças de morte nas redes sociais – numa reação similar à evocada pelo vídeo atual. Por sinal, o tom agressivo e o baixo nível das reações contra “Proibido o Carnaval” foi tão abissal que os comentários do vídeo precisaram ser desabilitados pelo YouTube. Milhares de mensagens ofensivas e ataques contra a cantora também foram postadas nas redes sociais da cantora e de Caetano Veloso. Muitos comemoram um possível “fracasso” da música e alguns se referem a cantora como decadente e que estaria de “mimimi” por não poder contar com patrocínio do governo para o carnaval. Mas a campanha negativa também ajudou na divulgação da obra, que atingiu quase 2 milhões de acessos. Com isso, virou o vídeo mais visto da página da cantora. Caetano e Daniela ainda não se manifestaram diretamente sobre os protestos, mas a cantora postou em seu Twitter uma citação significativa, atribuída ao poeta Fernando Pessoa: “A finalidade da arte não é agradar. O prazer é aqui um meio, não é neste caso um fim. A finalidade da arte é elevar.” Veja o vídeo “polêmico” abaixo.

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  • Filme,  Música

    The Lonely Island e Seth Rogen planejam comédia inspirada no desastre do Fyre Festival

    10 de fevereiro de 2019 /

    Uma das maiores roubadas do mundo da música, o Fyre Festival vai virar filme de ficção, após inspirar dois documentários lançados em janeiro nas plataformas rivais Netflix e Hulu. Será uma comédia produzida pela trupe The Lonely Island (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), formada pelos humoristas Jorma Taccone, Akiva Schaffer e Andy Samberg, em parceria com o ator, roteirista, produtor e diretor Seth Rogen (“Vizinhos”). “Eu não quero revelar nada ainda, porque estamos decidindo os detalhes. Mas é algo que partiu principalmente de Seth e Akiva”, disse Taccone ao site Daily Beast. Assim como todo mundo que assistiu ao filme da Netflix, Taccone é grande fã de um personagem especial desta história: Andy King, o executivo que quase fez sexo oral em um distribuidor de água para salvar o Fyre Festival do fracasso. “Eu assisti àquilo e pensei: ‘Alguém contrate esse cara!’. Ele é um campeão”, brincou o comediante. Para quem não viu o documentário: em 2017, celebridades promoviam o festival no Instagram como uma festa de alto padrão que seria realizada em uma ilha paradisíaca nas Bahamas. No entanto, a falta de organização fez com que desse tudo errado e o festival acabou interrompido, com o público perdido no lugar, em alojamentos precários, destruídos pela chuva tropical, e comida insuficiente. O escândalo foi tanto que um dos principais organizadores do evento, Billy McFarland, está cumprindo seis anos de cadeia por fraude. Mas o processo ainda não acabou e pode envolver até as top models que divulgaram o evento em suas redes sociais – entre elas, Kendall Jenner, Bella Hadid, Hailey Baldwin e a brasileira Alessandra Ambrósio.

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  • Filme

    Uma Aventura Lego 2 estreia em 1º lugar, mas com metade da bilheteria do filme original

    10 de fevereiro de 2019 /

    “Uma Aventura Lego 2” estreou em 1º lugar na América do Norte com a bilheteria de US$ 34,6M (milhões). Apesar de assumir o topo do ranking, o desempenho ficou baixo das expectativas, já que representa metade do obtido pelo lançamento do primeiro “Uma Aventura Lego” em 2014 – US$ 69M nos EUA e no Canadá. A crítica gostou, com 84% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. Mas os números que importam indicam que este provavelmente foi o último capítulo da saga do boneco lego Emmett. O filme também estreou no Brasil e em diversos outros países neste fim de semana, rendendo ainda menos que no mercado norte-americano, ao enfrentar uma disputa direta com “Como Treinar Seu Dragão 3” – inédito nos EUA. O 2º lugar do ranking norte-americano ficou com a comédia “Do Que os Homens Gostam”, remake feminino e negro de “Do que as Mulheres Gostam” (2000), no qual o papel de Mel Gibson foi reinventado para Taraji P. Henson (da série “Empire”). Fez US$ 19M, mas não agradou à crítica (49%) e deve ser lançado direto em streaming no Brasil. Mais uma estreia decepcionante completou o pódio em 3º lugar. Após uma entrevista polêmica, com confissão de racismo de Liam Neeson, “Vingança a Sangue Frio” fez apenas US$ 11 milhões, tornando-se uma das piores estreias da carreira do ator nos últimos anos. A ironia é que o longa, remake do suspense nórdico “O Cidadão do Ano” (2014), foi considerado um dos melhores thrillers da fase vingativa de Neeson – isto é, desde “Busca Implacável” (2008) – , com 74% de aprovação no Rotten Tomatoes. Estreia na quinta (14/2) nos cinemas brasileiros. Outro remake, “Amigos para Sempre”, ficou em 4º lugar, atingindo um total de US$ 85,8M nos Estados Unidos e Canadá em cinco semanas. Este desempenho é ofuscado pelo fato de o longa ser um dos maiores fracassos internacionais do ano. Rendeu só US$ 8,9M no resto do mundo, com apenas mais dois países para estrear, provavelmente porque é a terceira versão da mesma história, depois do original “Intocáveis” (2011) em francês e um remake em espanhol. Após liderar por três semanas, “Vidro” caiu para o 5º lugar, prestes a atingir US$ 100M no mercado doméstico. Orçado em torno de US$ 20M, o filme de M. Night Shyamalan faturou dez vezes mais que seu investimento e já soma US$ 221,4M mundiais. Abaixo do Top 5, ainda houve a abertura de uma quarta estreia fracassada. O terror “Maligno” (The Prodigy) implodiu com apenas US$ 6M em 6º lugar – e 45% de aprovação da crítica. Este lançamento pavoroso chega daqui a um mês ao Brasil, em 14 de março. Para completar, mais um lembrete para Hollywood parar de fazer remakes: “Miss Bala”, refilmagem do thriller mexicano homônimo de 2011, desabou para o 10º lugar em sua segunda semana. Sim, há 4 remakes entre os 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, mas todos tendem a dar prejuízo. Clique nos títulos abaixo para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Uma Aventura Lego 2 Fim de semana: US$ 34,4M Total EUA e Canadá: US$ 34,4M Total Mundo: US$ 52,5M 2. Do Que os Homens Gostam Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: US$ 19M Total Mundo: US$ 19M 3. Vingança a Sangue Frio Fim de semana: US$ 10,8M Total EUA e Canadá: US$ 10,8M Total Mundo: US$ 10,8M 4. Amigos para Sempre Fim de semana: US$ 7,2M Total EUA e Canadá: US$ 85,8M Total Mundo: US$ 94,7M 5. Vidro Fim de semana: US$ 6,4M Total EUA e Canadá: US$ 98,4M Total Mundo: US$ 221,4M 6. Maligno Fim de semana: US$ 6M Total EUA e Canadá: US$ 6M Total Mundo: US$ 6M 7. Green Book – O Guia Fim de semana: US$ 3,5M Total EUA e Canadá: US$ 61,5M Total Mundo: US$ 106,1M 8. Aquaman Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 328,5M Total Mundo: US$ 1,1B 9. Homem-Aranha no Aranhaverso Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 179,8M Total Mundo: US$ US$ 352,5M 10. Miss Bala Fim de semana: US$ 2,7M Total EUA e Canadá: US$ 11,8M Total Mundo: US$ 11,9M

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    Bohemian Rhapsody é novelão hollywoodiano sem compromisso com os fatos

    9 de fevereiro de 2019 /

    Vencedor do Globo de Ouro na categoria Melhor Filme Dramático e com cinco indicações ao Oscar (incluindo Melhor Filme e Melhor Ator, para Rami Malek), “Bohemian Rhapsody” cativou uma grande audiência ao mesmo tempo em que frustrou fãs do Queen por sua narrativa “descuidada”. Com custo de US$ 52 milhões e receita de mais de US$ 800 milhões, o filme pode ser visto por dois prismas: no primeiro, ele é um dramalhão hollywoodiano que não tem compromisso com a realidade e com a documentação dos fatos, embaralhando datas e causos para fins emocionais do roteiro. Neste caso, o filme alcança seu intento de novelão musicado, e tem seu lugar garantido numa futura “Tela Quente”. No segundo prisma, “Bohemian Rhapsody” é totalmente refém da incompetência de seus roteiristas, que não conseguiram criar momentos de clímax a contento com a narrativa temporal extensa de 15 anos (um recorte ajudaria tanto), precisando embolar os fatos, maquiar a realidade e criar tensões que não existiram para fisgar o espectador. A lista de incorreções é enorme e incomoda tanto colocar o Rock in Rio de janeiro de 1985 em 1978 quanto vaticinar que Fred Mercury revelou sua doença aos músicos antes do Live Aid em junho de 1985, sendo esse o decantado “show de retorno” da banda após uma não existente separação – só para lembrar: em 1984 a banda fez 36 shows e em 1985, antes do Live Aid, foram 16 datas, duas delas no Rio de Janeiro. Dito isso, “Bohemian Rhapsody” é uma produção pipoca de bom coração (e de grandes canções), que diverte, emociona e se fortalece com a grande atuação de Rami Malek (ao mesmo tempo em que se enfraquece com as polêmicas do diretor Bryan Singer). Só não deveria estar sendo cotado a prêmios como o Oscar. É para assistir sem analisar, porque, se for para analisar, a decepção vence.

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    Fevereiros celebra a música e a religiosidade de Maria Bethânia

    9 de fevereiro de 2019 /

    Maria Bethânia, uma das maiores intérpretes da música brasileira, com 50 anos de uma brilhante carreira, já recebeu inúmeras homenagens, foi cantada em prosa e em verso, por meio de todas as mídias possíveis. Um desafio para o documentarista Márcio Debellian. O que ainda faltaria dizer ou abordar sobre ela? Quem mostrou o caminho foi a escola de samba Estação Primeira de Mangueira. Em 2016, a Verde e Rosa homenageou Bethânia com o enredo “Menina dos Olhos de Oya”, dando destaque ao lado religioso da vida dela. O sincretismo religioso de Maria Bethânia combina o candomblé, a devoção católica, sobretudo, à Nossa Senhora e sabedorias herdadas dos índios. Esse amálgama traz a fé temperada pela diversidade e pela tolerância. E o convívio muito próximo e intenso com o mano Caetano acrescenta os elementos de ceticismo e ateísmo à mistura. Caetano Veloso, aberto a tudo, como ela, compartilhando experiências, mesmo sem crer verdadeiramente. Belos exemplos de respeito à ampla diversidade de cultos, crenças e não crenças. Que celebra a vida e a história, com festa. O filme “Fevereiros” explora bem esse caminho, ao mostrar e tratar do desfile campeão da Mangueira, que levou em conta a história do samba, a tolerância religiosa e o racismo, ao homenagear a carreira da cantora, que explodiu em 1964, no show Opinião, com a célebre interpretação de “Carcará”, de João do Vale. A ave, em grandes dimensões, foi um dos destaques do desfile. Márcio Debellian buscou explorar o universo familiar, festivo e religioso de Bethânia, acompanhando-a a Santo Amaro da Purificação, cidade natal dela, no Recôncavo Baiano, a região brasileira que recebeu mais negros escravizados da África. E a cidade que cultua Santo Amaro, Nossa Senhora da Purificação e outros santos em todos os fevereiros, com grandes rituais e festas populares. Maria Bethânia nunca deixa de estar lá, a partir de 31 de janeiro, em todos os fevereiros, luminares, marcantes de sua vida. “Fevereiros” traz a boa conversa de Bethânia, de Caetano Veloso, de outros familiares dela, participações de Chico Buarque e da turma da Mangueira. Tudo muito bom de se ver e ouvir. Pena que haja pouca música cantada por ela, mas isso se perdoa. Afinal, o que mais se conhece dela são suas canções gravadas, os poemas que ela recita lindamente, suas aparições mágicas nos palcos. O recorte de “Fevereiros” é outro, não exatamente original, mas bastante oportuno. Em tempos de fundamentalismos religiosos idiotas e opressores, é bom celebrar a vida, a festa, a tolerância e, sobretudo, a diversidade. Lançado no festival do Rio 2017 e já exibido em 29 festivais de cinema pelo mundo, “Fevereiros” foi escolhido como o Melhor Filme do 10º. In-Edit Brasil e recebeu menção honrosa do Júri Latino-americano do Festival Internacional do Uruguai.

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  • Música

    Ariana Grande brinca de seduzir ator de Riverdale em clipe de pura luxuria

    8 de fevereiro de 2019 /

    Ariana Grande revelou o clipe de “Break Up With Your Girlfriend, I’m Bored”, que chega junto do lançamento de seu novo disco, “Thank U, Next”, nesta sexta (8/2). Dirigido pela colaboradora habitual Hannah Lux Davis, o vídeo registra Ariana sexy e sedutora, como anfitriã de uma festa luxosa numa mansão em Hollywood Hills. E tem historinha. Uma narrativa de olhares 43, disparados na direção do ator Charles Melton (Reggie em “Riverdale”), que chega à festa acompanhado da namorada, a atriz e modelo Ariel Yasmine (“The Madness Within”), num visual de irmã gêmea de Ariana. A letra alimenta o subtexto sugerindo que o galã asiático termine com a namorada, porque Ariana está entediada. Pouco a pouco, o luxo vira luxuria, acentuada pelo final, numa piscina, em que Ariana finalmente avança, para empurrar Melton de lado e agarrar sua companhia feminina. Com um sample marcante de ‘N Sync (“It Makes Me II”), “Break Up With Your Girlfriend, I’m Bored” tem tudo para arrancar suspiros dos fãs da cantora. Mas o fato de Ariana beijar uma garota e gostar não é tão chamativo, nos dias de hoje, quanto a rapidez do lançamento do novo álbum da cantora, que chega apenas seis meses após o anterior, “Sweetener” – ainda tão recente que concorre ao Grammy no domingo (10/2). Evento que, por sinal, Ariana decidiu boicotar. Junto com outros artistas famosos. Há várias versões sobre os motivos. Em breve, ouviremos o remix.

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  • Filme

    Nome de Bryan Singer é retirado das indicações de Bohemian Rhapsody no “Oscar britânico”

    6 de fevereiro de 2019 /

    A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (conhecida pela sigla BAFTA) decidiu tirar o nome do diretor Bryan Singer das indicações de “Bohemian Rhapsody” em sua premiação anual, BAFTA Awards, considerada o “Oscar britânico”. Ele aparecia indicado na categoria de Melhor Filme, mas teve o nome removido, após sofrer novas denúncias de abuso sexual de menores. “Em vista das recentes e sérias alegações, o BAFTA informou a Bryan Singer que sua nomeação para o Bohemian Rhapsody foi suspensa, com efeito imediato”, disse o BAFTA em um comunicado, acrescentando que os nomes do produtor Graham King e do escritor Anthony McCarten permanecem. “O BAFTA considera o comportamento denunciado completamente inaceitável e incompatível com seus valores. A organização observa que o Sr. Singer nega as alegações. A suspensão de sua nomeação permanecerá em vigor até que as alegações tenham sido resolvidas”, acrescentou o texto. “Bohemian Rhapsody” ainda foi indicado nas categorias de Melhor Ator (Rami Malek), Direção de Fotografia, Edição, Maquiagem e Trilha Sonora. Singer foi demitido durante as filmagens de “Bohemian Rhapsody”, graças a atrasos e conflitos com a equipe. Embora tenha sido substituído por Dexter Fletcher (“Voando Alto”), permaneceu com o crédito final de direção e ainda pode ganhar US$ 40 milhões pelos lucros das bilheterias. O diretor se defendeu das acusações, publicadas pela revista The Atlantic, acusando um dos repórteres de homofobia e revelando que a mesma denúncia tinha sido vetada por supostos problemas de apuração pela revista Esquire. Os autores da reportagem confirmaram que a editora da Esquire barrou a publicação original, mas disseram “não saber porquê”. Anteriormente, Singer foi alvo de duas ações legais por abuso sexual de menor. A mais recente é de 2017, quando foi acusado de estupro por Cesar Sanchez-Guzman. O jovem conta que tinha 17 anos quando compareceu a uma festa em um iate na qual Singer era um dos convidados. A ação ainda tramita na justiça americana. Mas chama atenção o fato de o advogado de Cesar Sanchez-Guzman ser Jeffrey Herman, o mesmo que representou Michael Egan em 2014, quando este também fez acusações de abuso sexual de menor contra vários figurões de Hollywood, inclusive Singer. Mais tarde, Egan voltou atrás nas denúncias, após inúmeras contradições em seus depoimentos. No caso de Singer, por exemplo, ele acusou o diretor de estuprá-lo numa viagem ao Havaí. Entretanto, Singer estava no Canadá filmando um dos longas dos “X-Men” no período apontado, e diante das evidências o caso foi retirado. Apesar da demissão e das polêmicas, Singer sai fortalecido com o sucesso de “Bohemian Rhapsody” nas bilheterias e no Oscar 2019, onde o longa foi indicado a cinco prêmios, incluindo Melhor Filme. Ele também foi garantido pelo produtor Avi Lerner à frente da adaptação dos quadrinhos de “Red Sonja”, pelo qual assinou outro contrato milionário.

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  • Filme,  Música

    Veja Emily Blunt cantar a música de O Retorno de Mary Poppins que concorre ao Oscar 2019

    5 de fevereiro de 2019 /

    A Disney liberou no YouTube o trecho de “O Retorno de Mary Poppins” que traz Emily Blunt cantando “The Place Where Lost Things Go”. A interpretação foi indicada ao Oscar de Melhor Canção Original. Escrita por Marc Shaiman e Scott Wittman (de “Hairspray”), a música é uma cantiga de ninar, que Mary Poppins (Emily Blunt) entoa para Georgie (Joel Dawson), Anabelle (Pixie Davies) e John (Nathanael Saleh), ao mesmo tempo que tenta confortá-los sobre a morte da mãe. Na versão dublada em português do filme, ela ganhou o título de “Algum Lugar” e é cantada por Bruna Guerin. Apesar de a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas decidir que todas as músicas indicadas serão apresentadas no Oscar, Emily Blunt já confidenciou que prefere não cantar na cerimônia. Segundo informou a Diseny, a performance no Oscar 2019 terá uma “participação especial”. A premiação acontece no dia 24 de fevereiro em Los Angeles, com transmissão no Brasil pelos canais Globo e TNT.

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  • Música

    Daniela Mercury e Caetano Veloso celebram a diversidade em clipe sobre o carnaval dos conservadores

    5 de fevereiro de 2019 /

    A cantora Daniela Mercury lançou o clipe de “Proibido o Carnaval”, em que canta e dança com Caetano Veloso a favor da diversidade em tempos conservadores. Misturando ritmos e batidas, a marchinha de samba-frevo-axé-eletrônico celebra a liberdade sexual, que costuma ser exaltada no período do carnaval, ao mesmo tempo que impõe limites feministas às mãos bobas. A maioria das frases, porém, valoriza o orgulho gay. “Abra a porta deste armário/Que não tem censura pra me segurar”, diz a letra, embora o refrão afirme o contrário: “Tá proibido o Carnaval/Neste país tropical”. A narrativa é realmente errática, mas este é o país das idas e vindas. Quando se acha que o futuro finalmente vai chegar, o povo resolve eleger o atraso. Como demonstra a indagação da letra: “Vai de rosa ou vai de azul?”, em referência à ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, que manifestou seu desejo de acabar com a homossexualidade no pais – “Menino veste azul e menina veste rosa”… Nos créditos finais, Daniela ainda homenageia Jean Wyllys, deputado federal do PSOL engajado na luta pelos direitos LGBTQIA+, que deixou o cargo e o país após sofrer ameaças de morte. Trata-se de outro contraste com o tom de deboche do clipe dirigido por Jana Leite, que sugere rir sobre um tema que inspira o contrário: vontade de chorar.

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