Vingadores: Ultimato faz História com estreia mundial de US$ 1,2 bilhão
“Vingadores: Ultimato” virou a maior estreia de cinema de todos os tempos. Como num estalar de dedos de Thanos, sua chegada nas telas reduziu todos os recordes possíveis a pó, arrecadando em seu primeiro fim de semana 1,2 bilhão em todo o mundo. Nenhuma projeção foi tão otimista quanto a realidade. Estimava-se como possibilidade a meta de US$ 1 bilhão, mas o quarto “Vingadores” foi além. Com o sucesso mundial, “Vingadores: Ultimato” se tornou o primeiro filme a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em apenas um fim de semana. O novo recorde foi atingido em cinco dias, considerando o lançamento na quarta-feira (24/4) nos primeiros mercados internacionais. Os recordes começaram a cair já no primeiro dia de exibição, como a maior bilheteria de 24 horas de vários países, incluindo China, Brasil, Estados Unidos e Canadá. A expectativa do mercado apontava que “Vingadores: Ultimato” poderia se tornar o primeiro filme a atingir US$ 300 milhões em sua estreia na América do Norte. E o lançamento acabou rendendo US$ 350M. O valor é quase US$ 100M maior que o recorde anterior, que pertencia justamente ao filme que o antecedeu na franquia – “Vingadores: Guerra Infinita” faturou “só” US$ 257,6M em sua abertura norte-americana. O mercado norte-americano foi responsável pelo principal faturamento, mas o chinês não ficou muito distante, com arrecadação de US$ 330,5M – que é outro recorde, como maior estreia na China. O valor total é tão elevado que já superara 17 das 21 produções da Marvel, incluindo “Capitã Marvel”. E ainda rendeu um efeito colateral inusitado. O interesse no filme fez com que o público voltasse ao cinema para rever “Capitã Marvel”, que reassumiu lugar de destaque no ranking, ocupando o 2º lugar neste fim de semana na América do Norte. O empurrão até ajudou o longa estrelado por Brie Larson a chegar a US$ 1,1 bilhão em sua bilheteria mundial e a superar “Mulher-Maravilha” no mercado doméstico – por US$ 1M de diferença. A estratégia da Disney para atingir esses resultados foi a mesma em todos os países, estabelecendo recordes de ocupação de salas. Isto aconteceu até na América do Norte, onde o longa chegou a 4,6 mil telas – a maior distribuição de todos os tempos. A diferença – em relação ao Brasil, por exemplo – é que o mercado norte-americano tem leis regulatórias que impedem multiplexes de exibirem apenas um filme. Com isso, a ocupação do filme no parque exibidor doméstico foi de “apenas” 10% (contra 80% neste país desgovernado). A saída para enfrentar a demanda foi exibir a produção de três horas de duração em horários alternativos, madrugada à dentro. A Disney comemorou o resultado com um comunicado elogiando o presidente da Marvel Studios. “Kevin Feige e a equipe da Marvel Studios continuam desafiando as noções sobre o que é possível no cinema, tanto em termos de narrativa quanto nas bilheterias”, diz o texto, assinado pelo presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn. “Embora o ‘Ultimato’ esteja longe de ser um fim para o Universo Cinematográfico da Marvel, esses primeiros 22 filmes constituem uma grande conquista, e o sucesso monumental deste final de semana é um testemunho da riqueza do mundo que eles imaginaram, do talento envolvido e de sua paixão coletiva, igualada apenas pelo entusiasmo irreprimível dos fãs de todo o mundo”. Dá para apostar que, diante desse fenômeno, a Disney vai querer mais filmes dos Vingadores. Especialmente se “Ultimato” seguir nesse ritmo e superar os US$ 2,7 bilhões de “Avatar”, consagrando-se como a maior bilheteria de todos os tempos. Projeções sugerem que é possível. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Vingadores: Ultimato Fim de semana: US$ 350M Total EUA e Canadá: US$ 350M Total Mundo: US$ 1,2B 2. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 413,5M Total Mundo: US$ US$ 1,1B 3. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 7,3M Total EUA e Canadá: US$ 41,2M Total Mundo: US$ 86,9M 4. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 6,3M Total EUA e Canadá: US$ 26,1M Total Mundo: US$ 33,7M 5. Shazam! Fim de semana: US$ 5,5M Total EUA e Canadá: US$ 131,1M Total Mundo: US$ 346,3M 6. A Chefinha Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 35,8M Total Mundo: US$ 42,4M 7. Dumbo Fim de semana: US$ 3,2M Total EUA e Canadá: US$ 107M Total Mundo: US$ 327,6M 8. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA e Canadá: US$ 52,6M Total Mundo: US$ 102,3M 9. Nós Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 172,8M Total Mundo: US$ 249,4M 10. Pinguins Fim de semana: US$ 1M Total EUA e Canadá: US$ 5,7M Total Mundo: US$ US$ 5,7M
Game of Thrones ganha clipe com cenas inéditas e música de SZA, The Weeknd e Travis Scott
“Game of Thrones” ganhou um novo clipe musical, desta vez em ritmo de hip-hop. Trata-se de uma parceria entre SZA, The Weeknd e Travis Scott, intitulada “Power is Power”. A música faz parte do disco “For the Throne”, lançado nesta sexta (26/4) em parceria pela HBO e a Columbia Records (curiosamente, não a Warner Music) com faixas inéditas de vários artistas. Não são faixas que tocam na série, mas inspiradas na produção. O clipe, por sinal, deixa claro a inspiração em três personagens centrais da trama épica: Jon Snow (Kit Harington), Daenerys Targaryen (Emilia Clarke) e o Rei da Noite (Vladimir “Furdo” Furdik). Um detalhe é que as cenas finais do vídeo já são da Batalha de Winterfell, que será exibida no episódio do próximo domingo (28/4). Confira abaixo.
Game of Thrones ganha disco com músicas pop inspiradas pela série
A HBO está lançando um disco com músicas inspiradas em “Game of Thrones”. Intitulado “For the Throne”, traz faixas inéditas de vários artistas e foi lançado nesta sexta (26/4) nas principais plataformas musicais. A lista de cantores é estelar, e vai do country ao hip-hop. A seleção inclui a cantora country Maren Morris (com “Kingdom of One”), a banda folk The Lumineers (com “Nightshade”), a popstar britânica Ellie Goulding (com “Hollow Crown”) e o vocalista do Muse, Matt Bellamy (com “Pray”). Entre as colaborações de maior destaque está uma parceria entre SZA, The Weeknd e Travis Scott, intitulada “Power is Power”. Há até uma música em espanhol, “Me Traicionaste”, que reúne a espanhola Rosalía e o peruano A.CHAL. Curiosamente, ficaram de fora as músicas que efetivamente foram tocadas na série, como “Rains of Castamere”, na 2ª temporada – que acabou gravada pelas bandas The National e Sigur Rós – e a recente “Jenny of Oldstones”, que chegou a ganhar clipe, com Florence + The Machine.
Banda Leela leva glam às noites vazias em novo clipe
A banda Leela lançou um novo clipe de visual caprichado. Rodado numa madrugada paulistana, “Cada Vez Mais” mostra Bianca Jhordão e Rodrigo O’Reilly Brandão de guitarras em punho, desfilando por ruas vazias do bairro da Liberdade. Em contraste com a escuridão noturna, Bianca usa uma roupa cintilante, que se alinha à maquiagem chamativa para dar um tom glam ao manifesto estético da banda. A música tem ainda participação da cantora Barbara Eugenia, que se junta a dupla numa fusão de imagens criativa, mesclando seu olhar ao de Bianca. A direção é da dupla Tata Pierry e Will Aleixo. “Cada Vez Mais” é o quarto clipe da nova fase da banda, que começou a vir à tona em novembro, com o lançamento do single/clipe “YouTube Mine”. Assim como as anteriores, a nova música é resultado de parceria com o cantor e poeta Fausto Fawcett. A gravação também contou com a participação do xamã norueguês Kjell Sandvik, que toca violão.
Clipe animado reúne Justin Bieber, Ariana Grande, Leonardo DiCaprio e uma constelação de astros
O comediante nerd e rapper Lil Dicky lançou o clipe de “Earth”, uma megacolaboração com uma constelação de astros, de Ariana Grande a Leonardo DiCaprio. Com temática ambiental, o vídeo traz a seleção de famosos cantarolando versos infantis na pele de animais animados – ou, no caso de DiCaprio, como ele mesmo. “Olá, eu sou um babuíno, eu sou como um homem, mas menos avançado e minha bunda é enorme”, canta Justin Bieber, para dar ideia do tom. Logo em seguida, surge Ariana Grande como uma zebra, Halsey como um leão, Katy Perry como um pequeno pônei, Ed Sheeran como um coala, Miley Cyrus como um elefante, Snoop Dogg como uma planta de maconha, etc. A lista de participações é enorme e ainda inclui os atores Hailee Steinfeld, Kevin Hart e Adam Levine, além de Wiz Khalifa, Shawn Mendes, Charlie Puth, SIA, Lil Jon, Rita Ora, Miguel, Lil Yachty, Meghan Trainor, Joel Embiid, Tory Lanez, John Legend, Bad Bunny, Psy, Kris Wu e até os Backstreet Boys. É uma grande piada, mas passa uma mensagem importante sobre preservação ambiental. A direção do clipe da música favorita de Leonardo DiCaprio é da dupla Nigel W. Tierney (diretor técnico das animações “Como Treinar Seu Dragão 2” e “Kung Fu Panda 3”) e Federico Heller (diretor de efeitos da série argentina “Aliados”).
Madonna revive fase Erótica em clipe com Maluma
O primeiro clipe da volta de Madonna é “Medellín”, parceria com Maluma. O vídeo começa em clima “Like a Prayer”, mas logo entra na fase “Erotica”, cheio de momentos quentes entre os dois. Além de ganhar destaque no dueto vocal, Maluma também beija e dança com a Rainha do Pop, que se alterna entre loira e morena para a produção. Por sinal, um momento “Na Cama com Madonna” chamou mais atenção da internet: em que a cantora aparece chupando o dedão do pé do colombiano. O clipe com toques de sadomasoquismo tem direção de Diana Knust, que em janeiro assinou o cinematográfico “De Aquí no Sales (Cap.4: Disputa)”, da revelação espanhola Rosalía. “Medellín” abre o álbum “Madame X”, que será lançado em junho e também inclui uma parceria com a brasileira Anitta.
Clipe traz Rita Ora em música da trilha de Pokémon: Detetive Pikachu
O produtor e DJ Kygo divulgou no YouTube o clipe de “Carry On”, sua parceria com a cantora Rita Ora para a trilha do filme “Pokémon: Detetive Pikachu”. O vídeo combina cenas da cantora com trechos da produção cinematográfica, em que o Pikachu não só fala como tem a voz de Ryan Reynolds (“Deadpool”). Com roteiro de Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) e direção a cargo de Rob Letterman (“Goosebumps – Monstros e Arrepios”), “Pokémon: Detetive Pikachu” estreia em 9 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Criadores de Game of Thrones comentam cenas e música do último episódio
A HBO divulgou um vídeo em que os criadores de “Game of Thrones”, David Benioff e D.B. Weiss, comentam as cenas mais importantes do segundo episódio da 8ª temporada. Os comentários acompanham momentos-chaves dos episódios, portanto tudo no vídeo é spoiler, como a perda da virgindade de Arya (Maisie Williams), a aceitação de Jaime Lannister (Nikolaj Coster-Waldau) em Winterfell e a sagração de Brienne de Tarth (Gwendoline Christie) como cavaleiro dos Sete Reinos – ato que batizou o episódio. Há também destaque para a música cantada por Podrick (Daniel Portman), cuja voz é elogiada pelos produtores. A canção “Jenny of Oldstones” também ganhou uma gravação de Florence + The Machine, que teve clipe divulgado aqui. Com a exibição de “A Knight of the Seven Kingdoms”, faltam só quatro episódios para o final da série. O terceiro capítulo vai ao ar no próximo domingo (28/4) no canal pago HBO. Veja o trailer aqui.
Música do último capítulo de Game of Thrones ganha clipe oficial
A HBO divulgou um clipe com a música “Jenny of Oldstones”, um folk de sonoridade medieval, cantando por Florence + The Machine. A versão foi ouvida durante os créditos de encerramento do segundo episódio da 8ª temporada de “Game of Thrones”, “A Knight of the Seven Kingdoms”, exibido no último domingo (22/4). Mas, um pouco antes no episódio, foi entoada por Podrick (Daniel Portman), o escudeiro da agora Sor Brienne de Tarth (Gwendoline Christie, que se converteu no cavaleiro dos Sete Reinos do título), durante a noite em que os personagens fizeram as pazes e enterraram rancores à espera da batalha mortal do próximo capítulo. “Quando ouvi a música pela primeira vez parecia uma canção de ninar celta”, contou Florence, que foi pessoalmente convidada pelos criadores da série David Benioff e D.B. Weiss para gravar a música, que os dois escreveram com Ramin Djawadi, compositor oficial de “Game of Thrones”, a partir dos primeiros versos publicados por George R.R. Martin, o autor dos livros em que a produção se baseia. A letra, por sinal, referencia a mitologia de “Game of Thrones”, já que a Lady Jenny cantada nos versos não é uma pessoa qualquer, mas uma camponesa que entrou para a casa Targaryen através do seu casamento com o príncipe Duncan, apesar das objeções do Rei Aegon V. Por causa do casamento, Duncan abriu mão de seu direito ao trono. E o clipe parece indicar que o mesmo ocorrerá com seu descendente Jon Snow (Kit Harington). Por curiosidade, Florence Welch, a cantora da banda, já tinha sido convidada antes e se recusado a gravar uma música para a série. Foi “Rains of Castamere”, na 2ª temporada – que acabou gravada pelas bandas The National e Sigur Rós. A cantora disse que a recusa anterior se deu por ela ser muito criteriosa com as canções que grava e que ela vivia “anos de caos” na época da 2ª temporada. “Fico feliz que eles tenham me convidado de novo”.
A Maldição da Chorona estreia em 1º lugar na América do Norte
Em plena Páscoa, uma praga fez sucesso nos cinemas norte-americanos. “A Maldição da Chorona” estreou em 1º lugar neste fim de semana nos Estados Unidos e Canadá. Com US$ 26,5M (milhões), liderou as bilheterias, mas não virou uma praga bíblica, já que teve um dos faturamentos mais fracos do chamado “universo Invocação do Mal”. A produção não contou com aval da crítica. Na verdade, só não teve a pior avaliação entre os filmes produzidos por James Wan porque “A Freira” o precedeu. Mesmo assim, foi considerado podre com 32% de aprovação no site Rotten Tomatoes – “A Freira” é podríssima, com 26%. O mercado internacional adicionou mais US$ 30M ao lançamento, gerando ao todo US$ 56,5M para os cofres da Warner. Isto significa que o filme, orçado em US$ 9 milhões, deu lucro na estreia. A Warner comemorou dobradinha no ranking, com “Shazam!” no 2º lugar em sua terceira semana em cartaz. Orçado em US$ 100M, o filme do super-herói da DC Comics atingiu US$ 121,3M no mercado doméstico e já tem US$ 322,8M em todo o mundo. O 3º lugar ficou com a segunda estreia da semana, o drama evangélico “Superação: O Milagre da Fé”, que no Brasil ficou conhecido como “o filme do Bolsonaro”. Fez US$ 11,1M em sua estreia, mais do que costumam render as produções que botam “fé” no título. O fato de ser o principal lançamento religioso da Páscoa na América do Norte, somado à presença da atriz Chrissy Metz, da série-fenômeno “This Is Us”, ajudou sua decolagem. A semana só teve dois lançamentos amplos, nenhum deles superprodução, diante da expectativa causada pelo calendário da semana que vem – a estreia de “Vingadores: Ultimato”, que deve bater todos os recordes. De resto, vale registrar uma façanha rara no ranking: dois títulos subiram posições em relação à semana passada. Na espera por “Vingadores”, “Capitã Marvel” escalou do 6º para o 4º lugar e atingiu número redondo nas bilheterias norte-americanas: US$ 400M – já são mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. E a animação “O Elo Perdido”, que estreou em 9º na semana passada, atingiu o 8º. Como consolo, ela superou o candidato frustrado a blockbuster “Hellboy”, que despencou para o 10º lugar em sua segunda semana, consagrando-se como um dos maiores fiascos de 2019. Confira abaixo os demais rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. A Maldição da Chorona Fim de semana: US$ 26,5M Total EUA e Canadá: US$ 26,5M Total Mundo: US$ 56,5M 2. Shazam! Fim de semana: US$ 17,3M Total EUA e Canadá: US$ 121,3M Total Mundo: US$ 322,8M 3. Superação: O Milagre da Fé Fim de semana: US$ 11,1M Total EUA e Canadá: US$ 11,1M Total Mundo: US$ 20,5M 4. Capitã Marvel Fim de semana: US$ 9,1M Total EUA e Canadá: US$ 400M Total Mundo: US$ 1B 5. A Chefinha Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA e Canadá: US$ 29,3M Total Mundo: US$ 34,1M 6. Dumbo Fim de semana: US$ 6,8M Total EUA e Canadá: US$ 101,2M Total Mundo: US$ 307,8M 7. Cemitério Maldito Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 49,5M Total Mundo: US$ 95,6M 8. O Elo Perdido Fim de semana: US$ 4,3M Total EUA e Canadá: US$ 12,9M Total Mundo: US$ 12,9M 9. Nós Fim de semana: US$ 4,2M Total EUA e Canadá: US$ 170,4M Total Mundo: US$ 245,7M 10. Hellboy Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 19,6M Total Mundo: US$ US$ 19,6M
Anitta pede clipe de graça a Selton Mello
Anitta usou seu Instagram Stories na manhã deste domingo (21/4) para fazer um pedido especial aos seus fãs: seguir o perfil do ator e diretor Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”). O pedido inusitado tem segunda intenções. A cantora brincou que gostaria de fazer uma troca de favores. No lugar dos novos seguidores, ela pediu um clipe de graça, afirmando que neste ano já tinha gastado todo o dinheiro disponível para investir em produções. “Segue ele aí, gente, por favor. Não tenho mais dinheiro para fazer clipe não. A não ser que ele queira me dar de presente. Já foi toda a verba”, brincou ela. Anitta lançou seu novo álbum, “Kisses”, no último dia 5, com dez músicas. Todas elas ganharam clipes, divulgados simultaneamente.
Documentário de Beyoncé é considerado “um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado um marco de seu gênero. O documentário registra a apresentação de Beyoncé no Festival de Coachella do ano passado, tanto no palco quanto nos ensaios e bastidores. O espetáculo grandioso se tornou icônico, todo concebido como uma mensagem social e cultural, ao traçar as contribuições de artistas negros do Sul dos Estados para a formação da cultura americana. Na época, a crítica da apresentação publicada no New York Times considerou o show um dos “mais significativos, absorventes, vigorosos e radicais de um músico americano neste ano, ou em qualquer ano próximo”. A versão filmada é ainda mais elogiada. “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”, tascou o prestigioso Washington Post. Para não deixar dúvidas, o Chicago-Sun Times repetiu: “‘Homecoming’ é um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Exatamente o mesmo elogio. O que disse o site do finado crítico Roger Ebert? “Um dos melhores filmes de shows de todos os tempos”. Não é mentira. A frase cansou de ser repetida. E também ganhou variações, como no texto da agência Associated Press: “Uma das mais icônicas apresentações musicais de todos os tempos”. Mas teve quem tentasse elogiar melhor. “Homecoming” pertence a uma classe só dele, como uma síntese completa das artes pop”, segundo a revista New Yorker. Obra-prima, em outras palavras. E com o seguinte detalhe: Beyoncé não aparece apenas diante das câmeras. Ela escreveu, dirigiu e produziu o filme. Os fãs que ficaram em êxtase podem se preparar para o bis. Segundo a revista Variety, o contrato assinado pela cantora prevê mais dois especiais na Netflix.
Após “obra-prima”, Beyoncé fará mais dois especiais na Netflix
“Homecoming”, o documentário de Beyoncé lançado na quarta (17/4) na Netflix, foi apenas o primeiro de três especiais previstos num contrato milionário fechado entre a cantora e a plataforma de streaming. De acordo com a revista Variety, Beyoncé receberá US$ 60 milhões pelos três projetos. O primeiro da encomenda, o documentário “Homecoming: A Film by Beyoncé”, escrito, dirigido, produzido e estrelado pela cantora, teria custado US$ 20 milhões. O filme recebeu 100% de aprovação da crítica, na tabulação do site Rotten Tomatoes, e está sendo considerado uma obra-prima.









