Música romântica de Aladdin ganha versão brasileira com clipe dos irmãos Melim
A Disney divulgou um clipe da versão brasileira da música “A Whole New World”, da trilha de “Aladdin”. Chamada de “Um Mundo Ideal”, a canção em português é cantada pelo trio Melim, formado pelos irmãos Rodrigo, Gabriela e Diogo. É pop brega de influência sertaneja, estilo que vem formando gerações de ouvintes desde Sandy & Júnior. E curiosamente não soa tão diferente do pop brega de influência R&B da interpretação original de Zayn e Zhavia Ward. Duro de escolher, mas a versão brasileira é menos Celine Dion. E Gabriela é mais Jasmine que Zhavia. Compare abaixo o clipe em que Melim canta em estúdio e o vídeo em que Zayn e Zhavia passeiam por Nova York à noite enquanto cantam a balada de amor de Aladdin e Jasmine. O filme “Aladdin” está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros.
Katy Perry vai para “retiro espiritual” sci-fi em novo clipe colorido
Katy Perry lançou o clipe de “Never Really Over”, primeiro single de seu novo álbum, que ainda não tem data de estreia. O material segue a tradição da cantora de lançar clipes coloridos com diversos efeitos visuais. Desta vez, também há bastante destaque para fotografia ao ar livre, evocando um “retiro espiritual” sci-fi da artista, que se junta a outras pessoas em busca da cura para corações partidos. A música fala de um relacionamento que acabou, mas ainda não foi superado e por isso parece que pode ser retomado a qualquer momento. O único jeito de lidar com a situação é com muito esforço. Mas qualquer distração a lembra do amor perdido. Ainda que muito colorida, a metáfora do “retiro espiritual” e da recaída de amor lembra a situação de uma paciente numa clínica de reabilitação para viciados. A direção do vídeo é de Philippa Price, artista visual de Los Angeles que assinou campanha da grife de Stella McCartney e clipes de Pharrell Williams e St. Vincent. “Never Really Over” é o primeiro lançamento individual de Katy Perry desde o álbum “Witness”. O disco de 2017, o quinto da carreira da cantora, vendeu menos do que o esperado, com singles como “Swish Swish” e “Bon Apetit” que não emplacaram nas paradas. A cantora também participa do reality show “American Idol” como uma das juradas da competição, e apareceu recentemente num episódio da série “American Housewife” interpretando a si mesma.
Arnold Schwarzenegger vira “rapper” em clipe musical
O astro Arnold Schwarzenegger gravou algo que lembra vagamente um rap numa música em colaboração com o artista austríaco Andreas Gabalier. Intitulada “Pump It Up (The Motivational Song)”, a música fala em superação e traz Schwarzenegger recitando algumas rimas – bem lentamente – , além de frases famosas de seus filmes. “Eu sou Arnold Schwazenegger/ Ouça com atenção /Cave fundo e pergunte a si mesmo o que você deseja ser”, canta o astro em um trecho da música, que é realmente simplória como a frase destacada. “Pump It Up”, claro, ganhou um clipe que mostra o ator passeando de bicicleta e passando um treino para o cantor, enquanto cenas antigas de sua carreira como fisiculturista são exibidas. Veja abaixo.
Rocketman é a melhor estreia de cinema da semana
Das oito estreias desta quinta (30/5), três chegam um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. E vêm ocupar um circuito já saturado de blockbusters. Cinebiografia do cantor Elton John, “Rocketman” é disparada a melhor opção da programação. Muito diferente de “Bohemian Rhapsody”, ainda que compartilhe o diretor (Dexter Fletcher foi quem salvou o filme do Queen após a demissão de Bryan Singer), é mais musical e, mesmo com seus arroubos de fantasia poética, fiel à realidade. Taron Egerton, praticamente um menino em “Kingsman: Serviço Secreto” (2014), surpreende no papel principal. E, claro, não faltam hits. O detalhe é que o próprio ator canta os sucessos, sem fazer dublagem – ao contrário, novamente, de “Bohemian Rhapsody”. Já “Godzilla II: Rei dos Monstros” é um desastre literalmente monstruoso. Filme escuro e confuso, prova que não basta aumentar os efeitos visuais para justificar uma continuação. Sem história coerente (o diretor e roteirista Michael Dougherty assinou os roteiros fracos de “Superman, o Retorno” e “X-Men: Apocalipse”), acabou pisoteado pela crítica nos EUA, com 45% de aprovação na média do Rotten Tomatoes após a avaliação de 83 resenhas. Em menos salas, o suspense “Ma” traz Octavia Spencer, vencedora do Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011), como uma tiazinha aterrorizadora. O diretor Tate Taylor é o mesmo de “Histórias Cruzadas”. Mas não leva sua premissa ao extremo – o que rendeu 65% no Rotten Tomatoes, em 43 resenhas apuradas. No circuito limitado, os dois destaques têm temáticas similares. Uma das boas surpresas americanas do ano passado (80% no RT), “Anos 90” é um drama indie com skatistas, que marca a estreia do ator Jonah Hill (“Anjos da Lei”) como roteirista e diretor. O brasileiro “Dias Vazios” também acompanha jovens oprimidos com desejo de liberdade, e da mesma forma representa a estreia do roteirista e diretor Robney Bruno Almeida. Confira abaixo mais detalhes, como os trailers e as sinopses, de todas as estreias da semana. Rocketman | EUA | Cinebiografia Musical A trajetória de como o tímido Reginald Dwight (Taron Egerton) se transformou em Elton John, ícone da música pop. Desde a infância complicada, fruto do descaso do pai pela família, sua história de vida é contada através da releitura das músicas do superstar, incluindo a relação do cantor com o compositor e parceiro profissional Bernie Taupin (Jamie Bell) e o empresário e o ex-amante John Reid (Richard Madden). Godzilla II: Rei dos Monstros | EUA | Fantasia Nesta continuação que se passa cinco anos após “Godzilla” (2014), os integrantes da agência Monarch precisam lidar com a súbita aparição de vários monstros, incluindo Mothra, Rodan e Ghidorah. Enquanto buscam uma aliança com o próprio Godzilla a fim de garantir o equilíbrio da Terra, os humanos acabam fazendo parte de uma grande disputa por poder protagonizada por titãs. Ma | EUA | Suspense Maggie (Diana Silvers) e seus amigos, todos menores de idade, estão tentando descolar bebidas alcóolicas em um mercado quando conhecem Sue Ann (Octavia Spencer), uma mulher adulta que usa sua identidade para ajudá-los. Além de comprar as bebidas, ela decide oferecer sua casa para que eles organizem uma festa com o pessoal do colégio. Os eventos acabam se tornando uma rotina do grupo, até que os jovens começam a identificar um comportamento estranho da dona da casa, que se torna cada vez mais controladora e obsessiva. Anos 90 | EUA | Drama Aos 13 anos, Stevie (Sunny Suljic) é um garoto de Los Angeles tentando curtir o início da adolescência enquanto tenta relevar o relacionamento abusivo com o irmão mais velho. Em plena década de 1990, ele descobre o skate e aprende lições de vida com o seu novo grupo de amigos. Dias Vazios | Brasil | Drama Silvânia, interior de Goiás. Jean (Vinícius Queiroz) é um jovem revoltado, que não suporta a cidade onde vive. Ele namora Fabiana (Nayara Tavares) e vive contestando a freira (Carla Ribas) que coordena a escola em que estuda. Dois anos após o desaparecimento do casal, outro aluno da mesma escola decide escrever um livro sobre o assunto. Trata-se de Daniel (Arthur Ávila), também pessimista, que conversa apenas com a namorada, Alanis (Natália Dantas). Obcecado pela história de Jean e Fabiana, Daniel busca por pistas sobre o que aconteceu com eles, de forma que possa concluir seu livro. Compra-me um Revólver | México | Drama Em um mundo cheio de violência, onde as mulheres se prostituem e são mortas, uma garota usa uma máscara do Hulk e uma corrente no tornozelo para esconder seu gênero, e ajuda o pai, um viciado atormentado, a cuidar de um campo de beisebol abandonado, onde os traficantes jogam. Um dia, o pai da menina é chamado para tocar em uma festa organizada por um traficante e ele não tem escolha senão levar sua filha junto. No dia seguinte, Hulk acorda cercada pelo caos e pela morte e precisa lutar por sua liberdade. Zaatari – Memórias do Labirinto | Brasil, Argentina | Documentário No deserto de Mafrak, localizado na fronteira entre a Síria e a Jordânia, se desenvolve um dos maiores campos de refugiados do mundo, onde uma nova cartografia é estabelecida. Milhares de Famílias se arriscam diariamente para chegar no local, buscando abrigo no meio do caos de uma guerra civil que já matou mais de 400 mil pessoas. Rindo à Toa – Humor sem Limites | Brasil | Documentário Desde que a política brasileira foi considerada oficialmente reaberta em 1988, uma nova vertente do humor nacional começou a surgir. Utilizando-se de artifícios que por muitos anos foram proibidos, os humoristas da década de 1980 foram inspirados por ídolos que precisaram enfrentar a censura e cumpriram o difícil desafio de realizar humor em um país cuja criatividade era cerceada.
Boy George vai ganhar cinebiografia do diretor de Hitchcock
Depois de Freddie Mercury e Elton John, mais um ídolo do pop/rock britânico – e gay – vai ganhar filme: Boy George, o vocalista da banda Culture Club, que fez grande sucesso nos anos 1980. A cinebiografia está a cargo do roteirista e diretor Sacha Gervasi (“Hitchcock”, “Meu Jantar com Hervé”) e vai cobrir da juventude de George, que vem de uma família de trabalhadores irlandeses, até o seu sucesso com os hits “Karma Chameleon”, “Miss Me Blind” e “Do You Really Want to Hurt Me”, à frente do Culture Club. Conhecido pelo visual andrógino com o qual se apresentava, George se tornou um ícone do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido e em todo o mundo. O cantor, que se identificava como bissexual no auge do sucesso do Culture Club, passou a se declarar abertamente gay nos anos 2000. Juntando o sucesso do Culture Club com seus álbuns solo, George já vendeu mais de 100 milhões de singles e 50 milhões de álbuns ao redor do mundo. O músico também escreveu duas autobiografias que se tornaram best-sellers, “Take It Like a Man” (1995) e “Straight” (2004). E teve uma carreira como DJ. Dos anos 1980 até recentemente, o músico também lutou contra o vício em drogas, especificamente a heroína. O filme sobre Boy George é reflexo do sucesso de “Bohemian Rhapsody”, sobre Freddie Mercury e o Queen, e da grande expectativa pelo lançamento de “Rocketman”, sobre Elton John, que estreia nesta quinta-feira (30/5) no Brasil.
Elton John diz que jamais permitiria um filme sobre sua vida sem sexo e drogas
No último domingo (26/5), o cantor Elton John escreveu um artigo para o jornal britânico The Guardian em que revelou detalhes sobre a produção de “Rocketman”, cinebiografia sobre sua vida e carreira que chega aos cinemas na quinta-feira (30/5). Ele confirmou que houve realmente uma tentativa de alguns produtores para fazer um filme mais leve e de classificação etária mais baixa, com o objetivo de levar um público mais amplo aos cinemas. Mas deixou claro que não permitiu. E isto não aconteceu. “Eu não queria um filme cheio de drogas e sexo, mas ao mesmo tempo, todo mundo sabe que eu aproveitei bastante essas duas coisas durante os anos 1970 e 1980, então não faria sentido um filme que me mostrasse indo quietinho para o quarto do hotel depois de um show, apenas com um copo de leite quente e uma bíblia”, ele explicou. Sóbrio há quase 30 anos, Elton John disse que não teve problemas com as cenas que retratam sua queda ao fundo do poço. “É estranho, mas não achei doloroso ver essas partes do filme”, contou. “Elas são verídicas e, diferentemente da minha infância, foram minha culpa. Ninguém me obrigou a usar drogas e beber”. Antes de chegar à Paramout, “Rocketman” passou pela Focus Features e até pela Walt Disney Studios, que não aceitaram as condições do cantor para realizar o filme. Além de querer cortar as cenas mais fortes, os estúdios queriam produzir uma cinebiografia comum, sem os elementos fantásticos que permeiam a história. Mas, para Elton, fazer isso seria deixar para trás o que mais lhe interessava na produção. Os motivos para querer um filme com fantasia são explicados ao longo do texto. “Eu vivia na minha cabeça quando era criança. E quando minha carreira decolou, decolou de tal maneira que quase não parecia real para mim”, ele explicou. “Há um momento em ‘Rocketman’, quando estou tocando no palco do clube Troubadour em Los Angeles e tudo na sala começa a levitar, inclusive eu, e, honestamente, era assim que eu me sentia”. O detalhe é que, ao listar os papéis que viveu no cinema, o cantor revelou que só gostou de um: o Pimball Wizard (mago do fliperama) de “Tommy”. E o filme de Ken Russell para a ópera rock da banda The Who era um delírio completo! “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos o filme “Bohemian Rhapsody”, e traz o ator Taron Egerton (“Kingsman: Serviço Secreto”) no papel de Elton John. O filme teve uma première aplaudidíssima no Festival de Cannes e atingiu 88% de aprovação no Rotten Tomatoes – bem mais que os 61% de “Bohemian Rhapsody”, vencedor de quatro Oscars.
Playlist: Descubra 400 clipes novos do “lado B” indie do YouTube
Quem nunca ouviu/leu que o rock morreu, a música eletrônica estagnou, que não surgem artistas novos? Na verdade, o que acabou, morreu, falta são boas curadorias. A maior plataforma de música do mundo, o YouTube, recebe milhares de clipes por dia, a maioria de artistas novos e de todo o mundo. É informação demais. Vitalidade demais. Grande parte desses vídeos são produzidos por gravadoras e artistas independentes e é preciso peneirar bastante para encontrar as preciosidades. Mas quem tem tempo? Aparentemente, eu. Em janeiro, comecei uma listagem mensal reunindo os melhores lançamentos musicais do “lado B” do YouTube. Mas vários problemas pessoais, aliados a um aumento na ambição do projeto, fizeram com que a relação de março ficasse pronta apenas agora (21/5). Ela é mais exaustiva que as anteriores, chegando a 400 vídeos – o dobro da seleção de fevereiro. Tratam-se de clipes disponibilizados em março – mais uns 10% de fevereiro – de diversos estilos e nacionalidades, incluindo países de pouca tradição pop, como Estônia, Peru, Malásia e Quênia. Mas claro que americanos e britânicos continuam a ser a grande maioria. E embora a ênfase seja o rock/pop indie, há intersecções com a música eletrônica e o rap. A seleção começa com o pós-punk inglês da banda Drahla (são eles na foto) e se encerra com o rap piauiense da Tupi Machine. E tudo que existe entre um e outro foi programado para se alternar de forma harmônica, combinando batidas e acordes, com a intenção de sugerir uma simulação de discotecagem contínua. Ou seja, a playlist não é uma baciada aleatória de vídeos. A ordem dos clipes foi planejada para servir como uma trilha sequencial – que pode tocar por mais de 20 horas seguidas! Houve alguns percalços nesse trabalho. As 400 faixas esbarraram numa limitação de incorporação do YouTube, que só permite 200 vídeos por playlist exportada. Por isso, a lista precisou ser dividida em duas, mas elas são sequenciais e indistintas. Abaixo dos vídeos, estão os nomes dos artistas, faixas e nacionalidades. Quem tem wifi funcionando, consegue pesquisar e saber mais sobre cada um deles. Afinal, não basta assinar um Spotify para achar que está por dentro de todas as novidades. Ao contrário, provavelmente o assinante ouvirá mais do mesmo que sempre ouviu e dificilmente descobrirá algo novo sem incentivo. Periga até começar a dizer que o rock morreu, a música eletrônica estagnou, que não surgem artistas novos… Se gostou da curadoria, compartilhe o link com os amigos, porque não é nada fácil realizar essa apuração e muito menos organizar a playlist como “discotecagem”, do jeito como foi feito. Comentários podem ser direcionados ao Facebook oficial da Pipoca Moderna. 1 Drahla – Stimulus For Living (Inglaterra) | 2 Tropical Fuck Storm – The Planet Of Straw Men (Austrália) | 3 Raave Tapes – Stabs (Inglaterra) | 4 Spectres – Choucoune Asphyxiate Repeat (Canadá) | 5 Deliluh – Freeloader Feast (Canadá) | 6 Trupa Trupa – Dream About (Polônia) | 7 Petrol Girls – The Sound (Inglaterra) | 8 It It Anita – 11 (Bélgica) | 9 Voltaia – Erortzen (País Basco) | 10 Plague Vendor – New Comedown (EUA) | 11 Slaves – Bugs (EUA) | 12 False Heads – Slease (Inglaterra) | 13 Fury – Vacation (Holanda) | 14 Grim Streaker – Today New York (EUA) | 15 Arre! Arre! – I Feel It All (Suécia) | 16 The Coathangers – Step Back (EUA) | 17 Not on Tour – Therapy (Israel) | 18 Trashout – I Just Loving You (Japão) | 19 Direct Hit – Altered States (EUA) | 20 Lindenfield – Punk Mom (EUA) | 21 Amyl and the Sniffers – Monsoon Rock (Austrália) | 22 Vital Idels – Careful Extracts (Escócia) | 23 The Technicolors – Hurt So Bad (EUA) | 24 Tough Age – Me in Glue (Canadá) | 25 Ali Barter – Ur a Piece of Sh… (Austrália) | 26 Thick – Green Eyes (EUA) | 27 Body Type – Stingray (Austrália) | 28 Witching Waves – Eye 2 Eye (Inglaterra) | 29 Church Girls – Balance (EUA) | 30 Yawners – La Escalera (Espanha) | 31 The Glitter Shop – Throwing Apples (Inglaterra) | 32 The Sickly Hecks – Primitive (EUA) | 33 The Happys – Cut the Rope (EUA) | 34 The Frights – Over It (Live) (EUA) | 35 Goon – Datura (EUA) | 36 Dazor – All Night (Canadá) | 37 Snooze – Alicias House (EUA) | 38 The Lebowski – Come Around (Polônia) | 39 An Horse – This Is a Song (Austrália) | 40 The Jins – She Said (Canadá) | 41 Bad Sports – Don’t Deserve Love (EUA) | 42 Lauran Hibberd – Sugardaddy (Inglaterra) | 43 Carolina Durante – Joder, No Sé (Espanha) | 44 The Graylings – Entertain Us (EUA) | 45 Vespas – Amor Em Tempos de Cólera (Brasil) | 46 Slothrust – Peach (EUA) | 47 Hands off Gretel – It’s My Fault (Inglaterra) | 48 Middle Kids – Real Thing (Austrália) | 49 The Greeting Committee – Is This It? (EUA) | 50 Captains – Mysterious Pretty Cowboy Sunrise (Espanha) | 51 Wives – Waving Past Nirvana (EUA) | 52 Sego – Heart Attack (EUA) | 53 Beachtape – Fix It Up (Inglaterra) | 54 Kap Kap – I Don’t Like Dreaming (Finlândia) | 55 Pi Ja Ma – I Hate U (França) | 56 The Tenth – Hymns and Hieroglyphs (EUA) | 57 Fauness – Sixteen (Inglaterra) | 58 Angie McMahon – Pasta (Austrália) | 59 Dana Gavanski – One By One (Canadá) | 60 She Keeps Bees – Coyote (EUA) | 61 John J Presley – Riders (Inglaterra) | 62 Orville Peck – Turn To Hate (EUA) | 63 Didirri + Ro – Tea Stains (Austrália) | 64 Andrew Bird – Manifest (EUA) | 65 Delafaye – Godspeed (EUA) | 66 Andreas Dorau – Nein! (Alemanha) | 67 Olden Yolk – Cotton & Cane (EUA) | 68 Send Medicine – Harvest Man (EUA) | 69 Adir L.C. – Reacting (EUA) | 70 Tokyo Police Club – Ready To Win (Canadá) | 71 Calpurnia – Cell (EUA) | 72 The Spring Peaks – Coming of Age (Austrália) | 73 The Creature Comfort – Life’s a Crime (Inglaterra) | 74 Black Bones – Creepy Rain (França) | 75 Runah – Ground (Irlanda) | 76 Mariee Sioux – Snow Knows White (EUA) | 77 Saint Lo. – Blueberry Fields (Canadá) | 78 Emma Elisabeth – Pilot (Suécia) | 79 Jenny Lewis – Red Bull & Hennessy (EUA) | 80 Lexyton – Brand New (Inglaterra) | 81 Pageants – Will-o-the-Wisp (EUA) | 82 Voodoo Bandits – Sink Below (Ilha de Man) | 83 Peach Baby – Play (Suécia) | 84 Flying Fish Cove – Sleight of Hand (EUA) | 85 Pip Blom – Daddy Issues (Holanda) | 86 The Spook School – I Want To Kiss You (Escócia) | 87 Human People – Jenny (EUA) | 88 Sacred Paws – The Conversation (Escócia) | 89 Kill The Moose – She Gets High (França) | 90 Dentist – Alone in the Garden (EUA) | 91 Bænet – Trampoline (Suécia) | 92 Purest – Waste My Days (Inglaterra) | 93 Slow Crush – Glow (Bélgica) | 94 Ragmans Daughter – Sheeple (Inglaterra) | 95 Greys – Arc Light (Canadá) | 96 Protomartyr – Jumbos (EUA) | 97 Gurr – Zu Spät (Alemanha) | 98 $au$age$ – Statue (Inglaterra) | 99 Revolvers – True Love (Inglaterra) | 100 Marble Arch – Gold (França) | 101 No Vacation – Yam Yam (EUA) | 102 Ditch Days ft. Terry vs. Tori – Even If You Know (Portugal) | 103 Jai Wolf ft. Day Wave – Your Way (EUA) | 104 Huan Huan – Indiepop (Taiwan) | 105 Frankenchrist – Two Skies (Brasil) | 106 Fragile Animals – Come Down (Austrália) | 107 Raised on TV – Caroline (EUA) | 108 Egoism – Enemies (Austrália) | 109 Diet – What To Do (Austrália) | 110 Meyot – Grades (Brasil) | 111 Launder – Chew (EUA) | 112 Pastel Lite – Masa Kita (Malásia) | 113 Battery Point – Desire (EUA) | 114 The KVB – Violet Noon (Inglaterra) | 115 Listen to Girl – Big Things (Noruega) | 116 Heavy Heart – Bed Bug (Inglaterra) | 117 Hippo Campus – Why Even Try (EUA) | 118 Dead Sea – Colorate (EUA) | 119 The Chain Gang of 1974 – Burn Out (EUA) | 120 In The Valley Below – Rise (EUA) | 121 Drugface – In The Clouds (Canadá) | 122 MorMor – Outside (Canadá) | 123 O-Olivier Marguerit – Les Pédales (França) | 124 Froyo – Heart (Austrália) | 125 Feyer – Stuck in a Video Game (EUA) | 126 The Comet Is Coming – Summon The Fire (Inglaterra) | 127 Your 33 Black Angels – Hott Funn (EUA) | 128 Freak Genes – Waxing Moon (Inglaterra) | 129 Patience – The Girls Are Chewing Gum (EUA) | 130 Sarah P. – Maenads (Grécia) | 131 Jenn Vix – Ride (EUA) | 132 Theremyn_4 – Burning Streets of Sound (Peru) | 133 Ahns – Boys (Malásia) | 134 Sparkling – Fractions (Alemanha) | 135 Uma Sey – Till the Mourning (Brasil) | 136 Fär – Runaway (Bélgica) | 137 Undertheskin – Borderline (Polônia) | 138 Jakuzi – Toz (Turquia) | 139 Sonic Rade – Lets Dream Tonight (Suiça) | 140 The Noise & The Naive – Seek Solace (Inglaterra) | 141 Peter Perrett – I Want Your Dreams (Inglaterra) | 142 The Underrunners – Joyrider (Inglaterra) | 143 Feels – Find A Way (EUA) | 144 Guide Dog – Generation Y (País de Gales) | 145 Lenny Bull – Dont Talk About It (Canadá) | 146 Wooze – I’ll Have What She’s Having (Inglaterra) | 147 Rey Pila – Flames (México) | 148 BB Brunes – Visage (França) | 149 Meg Myers – Running Up That Hill (EUA) | 150 Soak – Déjà Vu (Irlanda do Norte) | 151 These New Puritans – Where The Trees Are on Fire (Inglaterra) | 152 Unkle ft. Keaton Henson – The First Time Ever I Saw Your Face (Inglaterra) | 153 Local Natives – When Am I Gonna Lose You (EUA) | 154 Editors – Barricades (Inglaterra) | 155 Starframes – Close (Itália) | 156 The Ninth Wave – Used to Be Yours (Escócia) | 157 HVOB – A List (Áustria) | 158 Ryan Playground – Luminaire (Canadá) | 159 Rich Aucoin – The Mind (Canadá) | 160 Rumi – Moi (Irlanda) | 161 Die Goldenen Zitronen – Das War Unsere BRD (Alemanha) | 162 L’Impératrice – Some Paradise (França) | 163 Beauty Sleep – The Dark (Irlanda do Norte) | 164 Blu DeTiger – Mad Love (EUA) | 165 Sinclair – Pop! Champagne Live (França) | 166 X Ambassadors – Boom (EUA) | 167 K.Flay – Bad Vibes (EUA) | 168 Gabe Gurnsey – New Kind (Inglaterra) | 169 Francisco, el Hombre – Encaldeirando (Aqui Dentro Tá Quente) (Brasil) | 170 Ibibio Sound Machine – Wanna Come Down (Inglaterra) | 171 Martes – Sex.0 (Colômbia) | 172 Two Door Cinema Club – Talk (Irlanda do Norte) | 173 Doomsquad – Dorians Closet (Canadá) | 174 Big Wild – City of Sound (EUA) | 175 World Champion – Callisto (Austrália) | 176 Polycool – Polywood (França) | 177 Ma Nien-Hsien & 9m88 – Walking Towards Me (Taiwan) | 178 Rose Gray – Blue the Visual (EUA) | 179 JGrrey – Notice (Inglaterra) | 180 Fieh – 25 (Noruega) | 181 Bad Sounds – How Are You Gonna Lose? (Inglaterra) | 182 Jack Savoretti – What More Can I Do? (Inglaterra) | 183 Yip Deceiver – Devotee (EUA) | 184 Phum Viphurit – Hello, Anxiety (Tailândia) | 185 Minsu – Minsu Is Confused (Coreia do Sul) | 186 Bilderbuch – Frisbeee (Áustria) | 187 The Chemical Brothers – Weve Got to Try (Inglaterra) | 188 Scalping – Chamber (Inglaterra) | 189 Teen – Popular Taste (EUA) | 190 Kap Bambino...
Elton John conhece namorado – e empresário – em cena legendada de Rocketman
A Paramount divulgou uma cena legendada de “Rocketman”, a cinebiografia de Elton John, que ganhou o subtítulo de “Uma Incrível Jornada” no Brasil. O vídeo mostra o primeiro encontro entre Elton (vivido por Taron Egerton, o mais recente “Robin Hood”) e John Reid (Richard Madden, o Robb Stark de “Game of Thrones”), seu primeiro amor e empresário. O elenco da produção também inclui Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) como Bernie Taupin, fiel parceiro de composição do astro pop, e Bryce Dallas Howard (“Jurassic World”) como a mãe de Elton John. O roteiro é de Lee Hall (“Billy Elliot”) e um detalhe curioso é que “Rocketman” tem direção de Dexter Fletcher, que completou sem créditos “Bohemian Rhapsody”, a cinebiografia blockbuster do Queen. A estreia está marcada para 30 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Ed Sheeran e Justin Bieber lançam clipe que é versão milionária de filtros do Instagram
Ed Sheeran e Justin Bieber lançaram nesta sexta (17/5) o aguardado videoclipe de sua colaboração musical, “I Don’t Care”. A música parece mais forró que pop, e o clipe não passa de uma versão milionária dos filtros gratuitos de bichos e sorvetão usados em fotos nas redes sociais. É para parecer descontraído, colorido e engraçado, enquanto se ouve que os cantores bem-sucedidos tem problemas de depressão e ansiedade, mas ficam bem quando estão com seus amores – Bieber está casado com Hailey Baldwin e Sheeran, com Cherry Seaborn. A direção do vídeo é do inglês Emil Nava, favorito dos clipes de Calvin Harris, que também assinou “Happier”, de Sheeran. Vale lembrar que os dois cantores já tinham colaborado antes, no hit “Love Yourself”, lançado por Bieber em 2015. E apareceram recentemente num clipe de Lil Dicky, “Earth”, em que Sheeran virou um babuíno e Bieber um coala. Em retrospectiva, foi uma prévia de suas transformações em bichinhos fofinhos no novo vídeo.
Fiasco do Fyre Festival vai virar drama do diretor de Três Estranhos Idênticos
O fiasco do Fyre Festival vai virar drama de ficção, após render dois documentários lançados em streaming (pela Netflix e a Hulu) e inspirar a produção de uma comédia ainda inédita. O filme será basado numa reportagem sobre o evento musical, publicada pela revista Vanity Fair, e marcará a estreia como diretor de ficção de Tim Wardle, premiado neste ano pelo Sindicato dos Diretores dos EUA por seu documentário “Três Estranhos Idênticos”. A reportagem será adaptada por Emily Jerome, em seu primeiro trabalho na indústria cinematográfica como roteirista. O texto original, escrito por Bryan Burrough, detalha tudo o que deu errado e as diversas bizarrices de um dos projetos mais ambiciosos — e desastrosos — dos últimos anos. A fama do festival teve início antes de sua realização. Em 2017, celebridades promoviam o evento no Instagram como uma festa de alto padrão que seria realizada em uma ilha paradisíaca nas Bahamas. No entanto, o que se viu foi o oposto do paraíso na terra. A falta de organização fez com que o festival tivesse que ser interrompido, com o público perdido no lugar, em alojamentos precários – destruídos pela chuva tropical – e comida insuficiente. O escândalo foi tanto que um dos principais organizadores do evento, Billy McFarland, está cumprindo seis anos de cadeia por fraude. Mas o processo ainda não acabou e pode envolver até as top models que divulgaram o evento em suas redes sociais – entre elas, Kendall Jenner, Bella Hadid, Hailey Baldwin e a brasileira Alessandra Ambrósio.
Brian May revela que Queen ainda não recebeu “nem um centavo” por Bohemian Rhapsody
O guitarrista Brian May revelou que os integrantes da banda Queen ainda não receberam “nem um centavo” por “Bohemian Rhapsody”, cinebiografia da banda que venceu quatro Oscars e fez mais de US$ 900 milhões de bilheteria mundial. “Estava rindo outro dia, porque li em um jornal que estávamos ganhando muito dinheiro por causa do filme. Ah, se eles soubessem. Estávamos reunidos com um contador há uns dias e ainda não recebemos nem um centavo pelo filme. Não é curioso? Quanto sucesso um filme tem que fazer para começar a dar lucro?”, questionou o guitarrista em entrevista à BBC Radio 2. Apesar de ainda não ter visto a cor do dinheiro, o músico garantiu que ficou muito satisfeito com o longa-metragem, sucesso de público e crítica. “Foi um trabalho carregado de amor, foram 12 anos em desenvolvimento. Imaginávamos que ia ter uma boa bilheteria, mas não tão boa assim”, avaliou.
Doris Day (1922 – 2019)
A lendária atriz Doris Day, que estrelou dezenas de comédias clássicas, morreu nesta segunda (13/5) em sua casa, em Carmel Valley, na Califórnia, cercada por amigos. No último dia 3 de abril, ela havia completado 97 anos. “Ela estava com saúde física excelente para sua idade, até recentemente contrair um caso sério de pneumonia”, informou um comunicado da fundação Doris Days, que a atriz criou para defender animais. Uma das estrelas de cinema mais adoradas de todos os tempos, Doris Day ficou marcada por papéis sempre otimistas e pelo charme inocente. Daí, veio seu apelido de “A Rainha Virgem”, pela pureza de seus papéis. Mas ela também era referida como “A Garota da Vizinhança”, por representar mulheres trabalhadoras nas telas, e não beldades glamourosas. Nascida Mary Ann Von Kappelhoff, Doris era filha de um músico talentoso e professor de canto, mas sonhava em seguir carreira como dançarina. O destino lhe reservou outro caminho. Aos 12 anos, ela se envolveu em um acidente de carro quase fatal e passou muitos meses entrando e saindo de hospitais, interrompendo sua vontade de dançar. Durante sua convalescença, ela começou a cantar, logo se apresentando no rádio e em clubes com um nome artístico emprestado de sua música favorita, “Day by Day”. Doris não demorou a se destacar como cantora, atraindo a atenção dos músicos Bob Crosby (irmão de Bing) e Les Brown. Ela excursionou o país por cerca de oito anos com cantora de big bang e, aos 23 anos, gravou seu primeiro grande hit com Brown, “Sentimental Journey”. A canção se tornou uma das favoritas dos soldados americanos durante a 2ª Guerra Mundial e atingiu o 1º lugar nas paradas de sucesso em 1945. Sua carreira musical acabaria ofuscada pela cinematográfica, mas ela recebeu reconhecimento com um Grammy especial por sua discografia em 2008. A transição para o cinema aconteceu em 1948, quando foi convidada a fazer um teste para a Warner Bros. O diretor Michael Curtiz ficou tão impressionado que a escolheu como substituta de última hora de Betty Hutton no musical “Romance em Alto-Mar” (1948). O sucesso da produção a transformou em estrela de Hollywood, levando-o a filmar em média três títulos por ano. Já em seu quinto filme, “No, No, Nanette” (1950), seu nome passou a ter o maior destaque nos cartazes. Além disso, seu par romântico naquele longa, Gordon McRae, se tornou seu primeiro grande parceiro nas telas. Os dois contracenaram em mais quatro produções. Ela era uma artista completa, capaz de interpretar e cantar. E sua interpretação de “Secret Love” no musical “Ardida como Pimenta” (1953), em que viveuu a pistoleira Jane Calamidade, rendeu seu primeiro Oscar de Melhor Canção – um prêmio destinado apenas aos compositores, embora o maior atrativo fosse sua voz na gravação. Após contracenar com Frank Sinatra em “Corações Enamorados” (1954), Doris partiu para a MGM, onde estrelou “Ama-me ou Esquece-me” (1955), uma versão romanceada da vida da cantora de jazz Ruth Etting. Cheio de canções memoráveis, o filme se tornou o favorito da atriz. Mas ela não se acomodou como estrela de musicais. Também viveu personagens dramáticas, com destaque para sua participação em “Dilema de uma Consciência” (1951), que denunciava a violência racial da Ku Klux Klan. Isso chamou a atenção de ninguém menos que Alfred Hitchcock, que cinco anos depois a escalou como esposa de James Stewart no famoso suspense “O Homem que Sabia Demais” (1956). Ironicamente, o filme de Hitchcock rendeu à Doris sua música mais conhecida, “Que Sera, Sera”, que venceu o Oscar. Em 1957, ela retomou seu antigo prazer de dançar, ao trabalhar com o renomado coreógrafo Bob Fosse em “Um Pijama para Dois” (1957), adaptação de um sucesso da Broadway, em que interpretava a líder sindical de uma fábrica de pijamas. A obra virou um de seus maiores sucessos, repletos de hits musicais e coreografias inesquecíveis. E também serviu de padrão para os filmes seguintes, em que Doris sempre vencia, com doçura, as artimanhas masculinas. A partir daí, a atriz se especializou em comédias românticas, contracenando com Clark Gable em “Um Amor de Professora” (1958), Richard Widmark em “O Túnel do Amor” (1958), Jack Lemmon em “A Viuvinha Indomável” (1959) e David Niven em “Já Fomos tão Felizes” (1960). Mas foi em “Confidências à Meia-Noite” (1959) que ela encontrou seu principal par. A comédia em que se apaixona por um mulherengo, vivido por Rock Hudson, forjou um dos mais célebres casais românticos de Hollywood. Doris Day acabou recebendo sua única indicação ao Oscar como atriz por esse filme. Os dois voltaram a contracenar em “Volta Meu Amor” (1961). Mas os produtores de Hollywood sabiam de um segredo que o público desconhecia. Hudson era gay. E, assim, Cary Grant apareceu como o mulherengo da vez em “Carícias de Luxo” (1962), sucedido por James Garner em “Tempero do Amor” (1963) e “Eu, Ela e a Outra” (1963). O público, porém, queria mais Doris e Rock Hudson. Tanto que a volta da parceria em “Não me Mandem Flores” (1964) estourou as bilheterias da época. Doris Day já tinha mais de 40 anos e ainda mantinha sua distinção como protagonista de comédias românticas, num período em que Hollywood supervalorizava juventude e beleza. Por isso, ela se esforçava em acompanhar os modismos da época, das sátiras de 007 em “A Espiã de Calcinhas de Renda” (1966) às paródias de Hitchcock em “Capricho” (1967). Ela até voltou a seus dias de pistoleira no western “A Indomável” (1967). Contudo, depois de aparecer como mãe de filhos bem crescidos em “Tem um Homem na Cama da Mamãe” (1968), sua carreira cinematográfica acabou. Em 1968, ela fez sua transição para a TV, estrelando “The Doris Day Show”, sitcom que a trazia como uma viúva de cidade grande decidida a viver no campo com os filhos. A série foi muito importante para a atriz, pois, após anos interpretando uma viuvinha alegre, seu marido Marty Melchen morrera de verdade. Ela também descobriu que estava falida, abrindo – e vencendo – um processo contra seu ex-advogado e empresário por negligência. A produção televisiva lhe deu um objetivo e ajudou-a a recuperar suas finanças. “The Doris Day Show” durou cinco temporadas, até 1973. Depois disso, ela ainda apresentou “Doris Day’s Best Friends” num canal evangélico, em 1985. Mas queria fazer mais. Em seu discurso de agradecimento ao prêmio Cecil B. DeMille por sua carreira, no Globo de Ouro de 1989, ela disse: “Eu estive longe por muito tempo” e “o melhor ainda está por vir, eu quero fazer mais”. Ela só fez mais um disco, em 2011. Longe da mídia, Doris passou seus últimos anos como ativista dos direitos dos animais, à frente de sua fundação.
Primeiro trailer da série Perfect Harmony revela Glee da meia-idade
A rede americana NBC divulgou o primeiro trailer de “Perfect Harmony”, série prevista para a próxima temporada. Combinando comédia, drama e musical, a produção pode ser descrita como um “Glee” da meia-idade. Ou, ainda, como um “Glee” evangélico. “Perfect Harmony” acompanha o ex-professor de música de Princeton Arthur Cochran (interpretado por Bradley Whitford, de “The Handmaid’s Tale”), que, desiludido com a vida, enche a cara, sai dirigindo e resolve se matar com pílulas. Mas, na última hora, pede um sinal a Deus. Como ele estacionou seu carro justamente diante de uma igreja, a deixa faz ressoar um coral sacro. Para resumir, ela acorda de ressaca dentro da igreja, cercado por um grupo de cantores desafinados que mal podem esperar para começar a ter aulas com seu novo professor. Diante dos personagens conflitantes a seu redor, Arthur logo percebe que aquela dissonância é o que ele precisa para se reinventar e redescobrir um pouco de felicidade. A prévia promete muitas versões de músicas conhecidas em arranjos de coral. Daí, a referência a “Glee”. A série foi criada por Lesley Wake (roteirista de “Life in Pieces”) e a produção inclui Jason Winer (também de “Life in Pieces”), que dirigiu o episódio piloto. Já o elenco desafinado destaca Anna Camp, que tem experiência no gênero como uma das estrelas da trilogia musical “A Escolha Perfeita”, além de Tymberlee Hill (“Search Party”), Rizwan Manji (“The Magicians”), Will Greenberg (“Wrecked”), Geno Segers (“Banshee”) e Spencer Allport (“Zero”).







