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  • Filme,  Música

    Billie Eilish vai cantar a música-tema de 007: Sem Tempo para Morrer

    14 de janeiro de 2020 /

    A música tema de “007: Sem Tempo para Morrer está sendo gravada por Billie Eilish. A própria cantora anunciou a novidade nas redes sociais, informando que a música também foi composta por ela. Eilish compôs a canção, que ainda não teve seu título revelado, com seu habitual parceiro criativo, o irmão Finneas, tornando-se a mais jovem intérprete de temas dos filmes do agente secreto britânico, aos 18 anos de idade. “É muito louco fazer parte disso, em todos os sentidos. Fazer a música-tema de um filme que é parte de uma franquia tão lendária é uma enorme honra. A franquia James Bond é a mais incrível que existe. Estou em choque até agora”, comentou a jovem artista, em comunicado oficial. O cineasta Cary Joji Fukunaga, que dirigiu “Sem Tempo Para Morrer”, adicionou: “O clube de intérpretes de temas de ‘007’ é bem exclusivo. Eu sou um grande fã de Billie e Finneas. A integridade criativa e o talento deles é incomparável, e mal posso esperar para o público ouvir o que eles trouxeram — uma nova perspectiva cujos vocais vão ecoar por gerações”, prometeu. O “clube” citado pelo diretor inclui artistas como Paul McCartney, Duran Duran, Chris Cornell, Madonna, Tina Turner, Adele, A-ha, Sam Smith, Alicia Keys & Jack White, Shirley Bassey e Carly Simon, entre muitos outros. “007: Sem Tempo para Morrer”, que será o último filme de James Bond estrelado por Daniel Craig, tem estreia marcada para 9 de abril no Brasil, um dia depois do lançamento nos Estados Unidos. Billie has written and will perform the theme song for the 25th James Bond film, #NoTimeToDie @007 pic.twitter.com/BrxqLM6ED6 — billie eilish (@billieeilish) January 14, 2020 The #NoTimeToDie title song will be performed by @billieeilish. Billie has written the song with her brother @finneas and is the youngest artist in history to write and record a James Bond theme song. pic.twitter.com/Qd5cYIRlmg — James Bond (@007) January 14, 2020

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  • Música

    Selena Gomez lança clipe etéreo para faixa-título de seu primeiro disco em quatro anos

    12 de janeiro de 2020 /

    Selena Gomez lançou o clipe de “Rare”, faixa-título de seu novo disco, o primeiro em quatro anos, que a apresenta em clima de conto de fadas cintilante. Repleto de cores, filtros e glitter, o vídeo coloca Selena numa floresta etérea de sonhos, entre borboletas, purpurina e bolhas de sabão. Como uma versão onírica e resplandecente de Branca de Neve, a cantora entoa um refrão capaz de reunir romantismo e empoderamento, sem abrir mão do Príncipe Encantado. “Eu sei que sou especial”, Selena canta. “E eu aposto que há alguém por aí para me dizer que eu sou rara”. A obra cor de arco-iris é assinada por BRTHR, dupla nova-iorquina formada por Kyle Wightman e Alex Lee, que já trabalhou com o ex de Selena, The Weeknd.

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  • Série

    O Mundo Sombrio de Sabrina: Fotos revelam viagem infernal e novo vilão da Parte 3

    11 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou 10 fotos da Parte 3 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina), que vai mostrar a bruxinha Sabrina (Kiernan Shipka) no inferno. A história vai continuar exatamente do ponto em que terminou na Parte 2, após Sabrina prometer que iria ao inferno salvar seu namorado Nick (Gavin Leatherwood), que se sacrificou para derrotar Lúcifer. Entre as imagens, há um registro do reencontro do casal. E também uma novidade. Em sua jornada, Sabrina vai enfrentar um novo pretendente ao trono do inferno, o príncipe Caliban, que ganhou sua primeira foto. O ator estreante Sam Corlett foi escalado no papel. Os novos episódios estreiam em 24 de janeiro em streaming, e a série já está renovada para sua Parte 4.

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  • Filme,  Música

    Normani e Megan Thee Stallion lançam clipe da trilha de Aves de Rapina

    10 de janeiro de 2020 /

    A cantora Normani e a rapper Megan Thee Stallion lançaram o clipe de seu dueto “Diamonds”, que faz parte da trilha sonora de “Aves de Rapina”. O vídeo traz algumas cenas inéditas do longa, com Arlequina (Margot Robbie) perseguindo um carro de patins e enfrentando vilões genéricos com sua marreta, em um cenário de circo ou parque de diversões. Mas o ponto alto é simulação do famoso número musical de Marilyn Monroe em “Os Homens Preferem as Loiras” (1953), onde ela canta “Diamond’s Are a Girl’s Best Friend”, música que inspira o título e o refrão da nova faixa. Para quem não lembra do filme, vale citar que a cena é tão famosa que foi recriada em outro vídeo bastante conhecido: “Material Girl”, de Madonna, em 1985. No clipe de “Diamonds”, Normani e Megan Thee Stallion também recriam a coreografia clássica de outrora e a pancadaria do filme atual. Com direção da chinesa Cathy Yan (“Dead Pigs”), “Aves de Rapina” chega aos cinemas brasileiros em 6 de fevereiro, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Sabrina vai parar no inferno em clipe musical e pôster da Parte 3

    9 de janeiro de 2020 /

    A Netflix divulgou um clipe musical e o pôster da Parte 3 de “O Mundo Sombrio de Sabrina” (Chilling Adventures of Sabrina), que mostram a bruxinha Sabrina no inferno. O vídeo parece extraído de uma cena dos novos episódios. Nele, a atriz Kiernan Shipka (“Mad Men”), intérprete de Sabrina, canta e dança uma música pop chamada “Straight to Hell”, composta pelo coletivo identificado como Lovecraft e que junta melodias conhecidas (uma delas é a famosa cantiga de ninar “Hush Little Baby, Don’t Say a Word”). A coreografia também inclui os coadjuvantes da série e diversas trocas de figurinos, com visuais de Chapeuzinho Vermelho, Rainha e Cheerleader do Inferno. Além de Kiernan Shipkano papel da bruxinha, o elenco inclui Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Michelle Gomez (série “Doctor Who”), Tati Gabrielle (série “The 100”) e Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”). Para completar, o terceiro ano ainda contará com a promoção dos atores Lachlan Watson (Susie) e Gavin Leatherwood (Nicholas) para o elenco fixo. Os novos episódios estreiam em 24 de janeiro em streaming, e a série já está renovada para sua Parte 4.

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  • Filme,  Música

    Timothée Chalamet negocia estrelar cinebiografia de Bob Dylan

    6 de janeiro de 2020 /

    O ator Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) está negociando com a Fox Searchlight o papel do cantor Bob Dylan no filme “Going Electric”, que será dirigido por James Mangold, cineasta responsável por “Logan” e “Ford Vs Ferrari”. O filme tem a benção do cantor de 78 anos, que participa como produtor, e vai adaptar o livro “Dylan Goes Electric”, de Elijah Wald, que traça a conturbada transformação de Dylan em roqueiro, após um começo de carreira dedicado à música folk. Esta transição foi registrada no famoso documentário “Don’t Look Back”, de 1967. O roteiro da adaptação está a cargo de Jay Cocks, parceiro de Martin Scorsese em “A Época da Inocência” (1993), “Gangues de Nova York” (2002) e “Silêncio” (2016). “Going Electric” será a primeira cinebiografia convencional de Dylan, que já teve sua história de vida adaptada de forma alegórica em “Não Estou Lá” (2007), de Todd Haynes, em que Cate Blanchet, Ben Whishaw, Christian Bale, Richard Gere e Heath Ledger se revesaram como personas do cantor. Dylan também foi personagem importante de “Uma Garota Irresistível” (2006), interpretado por Hayden Christensen – e identificado no filme como “O Músico”. A produção segue a nova tendência de cinebiografias roqueiras, na esteira do sucesso e das premiações conquistadas por “Bohemian Rhapsody”, sobre a banda Queen, e “Rocketman”, sobre Elton John. Timothée Chalamet será visto a seguir em “Adoráveis Mulheres”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta (9/11), além de já ter terminado as filmagens do remake de “Duna”, no qual tem o papel principal. A estreia da sci-fi vai acontecer em dezembro.

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  • Música

    Ozzy Osbourne adota estética black block em novo clipe

    6 de janeiro de 2020 /

    Se Ozzy Osbourne estava à beira da morte, conforme boatos recentes alegaram, ele fez um pacto demoníaco para voltar ao rock com um novo clipe. No vídeo de “Straight to Hell”, o segundo single de seu próximo álbum solo, “Ordinary Man”, Ozzy tem seu dia de Metallica, aparecendo em meio à protestos anarquistas, que celebram a estética black block em conflitos contra tropas de choque. Entre bombas incendiárias de coquetel molotov e golpes de botinas e cassetetes, Ozzy aponta dedos, faz caretas e afirma que vai “te fazer gritar e te fazer defecar”. “Você vai se matar e eu vou assistir você sangrar”, acrescenta, confortável numa limousine, enquanto a violência corre solta e o guitarrista Slash exagera nos solos. Os cartazes de protestos engraçadinhos, como “Agora você irritou a vovó!” e “Parem a decoração de Natal prematura!”, lembram que se trata de uma paródia, mas é tudo tão over que acaba com a explosão de uma bomba atômica. Para quem não entendeu a referência ao Metallica, o clipe remete à cenas do filme “Metallica Through the Never” (2013), feito com um orçamento claramente maior – e solos melhores.

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  • Música

    Justin Bieber lança clipe de seu primeiro single em quatro anos

    4 de janeiro de 2020 /

    Justin Bieber lançou o clipe de “Yummy”, seu primeiro single como cantor solo em quatro anos, que faz parte de um pacote com disco, turnê e até série documental. A música também oficializa sua conversão ao estilo musical de Claudinho e Buchecha. No clipe, ele aparece com o cabelo da cor que dá nome à cantora Pink – e que também é dica de beleza de Katy Perry – num restaurante cenográfico, para abordar literalmente o que significa “Yummy”. “Sim, você é gostosa/ É gostosa, gostosa, gostosa/ Sim, você é gostosa/ É gostosa, gostosa, gostosa”, diz a letra profunda, em que Bieber ainda se chama de “garanhão da raça”. Em um evento de perguntas de fãs, Bieber afirmou que a composição da faixa foi inspirada na sua mulher, Hailey Bieber. A direção do vídeo é de Bardia Zeinali, que está completando um álbum de figurinhas do pop adolescente, já tendo dirigido Ariana Grande, Shawn Mendes, Troye Sivan e Carly Rae Jepsen.

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  • Filme,  Música

    Neil Innes (1944 – 2019)

    30 de dezembro de 2019 /

    O ator e músico inglês Neil Innes, que fez vários trabalhos com a trupe de comédia Monty Python, morreu no domingo (29/12) aos 75 anos, enquanto viajava com a família na França. Segundo seu agente a morte foi inesperada, porque ele não estava doente. A carreira de Innes começou no início dos anos 1960 com a formação da Bonzo Dog Doo-Dah Band, uma combinação de rock e comédia de vanguarda, que em 1968 lançou o single “I’m the Urban Spaceman”, co-produzido por Paul McCartney. Uma das músicas da banda, “Death Cab for Cutie”, de 1967, mais tarde inspirou o nome de uma banda de rock indie americana. A estreia na TV se deu pelas mãos dos Beatles, numa participação no telefilme clássico “Magical Mystery Tour” (1967), que também incluiu uma música de sua banda. A partir daí, a Bonzo Dog Doo-Dah Band passou a fazer participações musicais no programa humorístico “Do Not Adjust Your Set”, que foi o embrião do Monty Python. As duas temporadas da comédia, exibidas entre 1967 e 1969, contava com os futuros pythons Eric Idle, Terry Jones e Michael Palin. A banda se dispersou na época do lançamento do humorístico “Monty Python’s Flying Circus” em 1969, levando Innes a explorar novas parcerias. Ele se tornou um “associado” dos pythons ao contribuir com músicas originais para esquetes e para dois álbuns de comédia da trupe, além de participar de shows, acompanhando os comediantes em várias turnês. Quando o Monty Python decidiu fazer filmes, Innes estreou como compositor cinematográfico. Ele criou várias músicas e teve pequenos papéis em “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado” (1975) e “A Vida de Brian” (1979) – este último, por sinal, foi produzido pelo ex-beatle George Harrison. Ao final do programa televisivo dos pythons, Innes continuou trabalhando com os integrantes do grupo em diferentes projetos. Ele participou do programa de esquetes “Rutland Weekend Television”, concebido por Eric Iddle em 1975, que exibia a “programação” de um canal de TV de baixo orçamento. A produção não teve o mesmo sucesso do “Flying Circus”, mas originou o personagem mais conhecido de Innes, o músico fictício Ron Nasty, um pastiche de John Lennon que liderava a banda televisiva The Rutles. The Rutles chegou a tocar ao vivo no programa humorístico americano “Saturday Night Live” e ganhou um telefilme especial em 1978, escrito, dirigido e coestrelado por Eric Iddle, que se tornou cultuadíssimo. Intitulado “The Rutles: All You Need Is Cash”, o longa narrava o apogeu e a queda do grupo musical, com depoimentos de artistas famosos (George Harrison e Mick Jagger, por exemplo), satirizando de forma explícita a carreira dos Beatles – e o mais interessante: com aval dos próprios Beatles. Para completar, a banda ainda lançou um disco de verdade. Curiosamente, outra banda “pastiche” dos Beatles, Oasis, foi processada por plágio de uma das músicas de Innes. Os irmãos Gallagher foram obrigados a dar créditos de compositor para ele na canção “Whatever”, de 1994. Essa história real acabou incorporada ao folclore da banda fictícia, inspirou uma música inédita (“Shangri-La”) e promoveu um breve revival dos Rutles, que lançaram um disco de “faixas raras” em 1996 – “The Rutles Archaeology”, paródia de “The Beatles Archaeology”. Innes também participou do filme “Jabberwocky: Um Herói por Acaso” (1977), fantasia estrelada por Michael Palin, Terry Jones e dirigida por Terry Gilliam (responsável pelas animações dos pythons e pela direção do “Cálice Sagrado”), e de outros projetos individuais dos humoristas, como “O Padre Apaixonado” (1982), igualmente estrelado por Palin, e “As Aventuras de Erik, o Viking” (1989), de Terry Jones. Além disso, continuou a acompanhar as turnês dos pythons, como foi registrado no célebre documentário “Monty Python – Ao Vivo no Hollywood Bowl” (1982). Paralelamente, ele ainda teve o seu próprio programa de TV, “The Innes Book of Records”, que durou três temporadas, de 1979 a 1981, antes de migrar para a programação infantil da BBC – compondo músicas e atuando em produções como a fantasia “Puddle Lane” (1985-1988) e similares por vários anos. Um de seus últimos trabalhos foi o documentário “The Rutles 2: Can’t Buy Me Lunch” (2004), uma retrospectiva da carreira dos Rutles. Relembre (ou conheça) abaixo cinco músicas dos Rutles, em clipes extraídos do telefilme clássico de 1978.

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  • Música,  Série

    Justin Bieber vai lançar série documental sobre novo disco

    25 de dezembro de 2019 /

    O cantor Justin Bieber revelou que vai lançar uma série documental na semana que vem, antecipando o lançamento de seu novo disco em 2020 – o primeiro em cinco anos. A produção deve abordar bastidores de gravações e de uma extensa turnê, recém-anunciada, que percorrerá a América do Norte entre maio e julho. O próprio Bieber fez o anúncio, apropriadamente, num vídeo publicado no YouTube. “Eu sinto que este disco será diferente do anterior, por conta de onde minha vida se encontra agora”, disse Bieber no vídeo, repleto de pensamentos banais tidos como profundos. “Como seres humanos, somos imperfeitos, meu passado, meus erros, todas as coisas pelas quais eu passei… Acredito que estou exatamente onde deveria estar e Deus me colocou exatamente onde ele me quer”. O vídeo ainda apresenta o novo perfil “maduro” que o cantor vai tentar emplacar. Nas cenas, um contemplativo Justin Bieber caminha por sucatas no deserto californiano, acompanhado por trechos de “Yummy”, o primeiro single do novo álbum. Que não é realmente muito diferente das gravações anteriores do cantor. A música chegará às plataformas digitais no próximo dia 3 de janeiro. A série, por sua vez, estreia antes disso, na próxima terça, dia 31 de dezembro. Não houve anúncio sobre a plataforma em que os capítulos será exibidos, subentendo que poderão ser acompanhados no YouTube. Também não foi destacado o título do álbum que será promovido. Mas tudo indica que pode ter sido batizado de Bieber 2020, uma hashtag escancarada no vídeo em tamanho gigante. Veja abaixo.

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  • Música

    Hit de Natal de Mariah Carey ganha novos clipes com Anitta e várias celebridades

    23 de dezembro de 2019 /

    O clássico de Natal de Mariah Carey, “All I Want For Christmas Is You”, ganhou novos clipes. Um deles é um remake grandioso, com coreografia superproduzida e participação dos filhos da cantora. O outro é uma simples montagem com vídeos amadores de várias celebridades cantando a música. Até Anitta entrou na brincadeira. Há muitos outros músicos famosos no segundo clipe, como Ariana Grande, Katy Perry, Missy Elliott, Olivia Newton-John, Bebe Rexha, Snoop Dogg, Chance The Rapper, Jennifer Hudson, Ciara, Cyndi Lauper, Diplo e até Kenny G, mas também atores como John Travolta, Ryan Reynolds, Ruby Rose, Jamie Foxx, Jenna Dewan, Millie Bobby Brown, Kerry Washington, Laverne Cox, Billy Eichner, além de Kardashians, apresentadores de TV e, claro, os filhos da cantora, Monroe e Moroccan. A música está comemorando 25 anos e recebeu até um documentário da Amazon de aniversário. “All I Want for Christmas Is You” ocupou o 1º lugar nas paradas de sucesso da Billboard durante 36 semanas desde 1994 e está no Livro de Recordes da Guinness como o maior sucesso de Natal de um artista solo em todos os tempos. Com vendas globais de mais de 16 milhões de cópias, o hit continua sendo o maior sucesso internacional de Carey, é o 12º single mais vendido da História e o mais vendido de Natal por um artista em geral. Até 2017, a música já havia rendido US$ 60 milhões em royalties, que vão aumentar muito com o revival gerado por seus 25 anos. Confira abaixo, também, o clipe bem mais modesto de 25 anos atrás.

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    High Fidelity: Série baseada em Alta Fidelidade ganha primeiro trailer e data de estreia

    21 de dezembro de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer, fotos e a data de estreia de “High Fidelity”, série baseada no livro de Nick Hornby e no filme de Stephen Frears, lançados no Brasil como “Alta Fidelidade”. Estrelada por Zoe Kravitz (a Mulher-Gato do vindouro filme de Batman), a série troca o sexo e a raça do protagonista, sem esquecer a cidade da locação, mas mantém a premissa. Na trama, a atriz vive a fã de música definitiva, que tem uma loja de discos de vinil no Brooklyn, em Nova York, faz bicos de DJ e costuma criar rankings de Top 5 para tudo, desde seus hits favoritos até seus relacionamentos. No filme de 2000, o papel foi desempenhado por John Cusack, que usava músicas como ponto de partida para compartilhar com a câmera seus relacionamentos passados. A prévia da série sugere que esse artifício foi preservado. Mesmo com várias mudanças, não dá para questionar a escalação de Zoe Kravitz no papel de enciclopédia ambulante do rock, já que ela tem uma banda (LolaWolf) e é filha do músico Lenny Kravitz. “Música é uma parte muito importante da minha vida”, ela disse, numa entrevista de 2014 ao site Refinery29. “Obviamente, meu pai é músico, mas minha mãe também ama música. É apenas uma coisa importante em nossa família. Há música sendo tocada na casa o tempo todo. Sempre esteve muito presente na minha vida e eu não conseguia me imaginar vivendo minha vida sem música. É uma enorme parte da minha conexão com outras pessoas”. Outro detalhe curioso na escalação é que a mãe de Zoë Kravitz, a atriz Lisa Bonnet, viveu a ex-namorada de Cusack no filme de 2000! A adaptação foi feita pelas roteiristas Veronica West e Sarah Kucserka, que trabalharam juntas em “Ugly Betty”, “Brothers and Sisters”, “Hart of Dixie” e “Bull”, que encararam a missão de transformar uma trama geek essencialmente masculina numa série de abordagem feminina. “High Fidelity” será a terceira série de Zoë Kravitz, que sempre se dedicou mais ao cinema. Ela participou de “Californication” em 2011 e estrelou recentemente as duas temporadas de “Big Little Lies”. O elenco também inclui David H. Holmes (“Josie & Jack”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Jake Lacy (“Girls”), Kingsley Ben-Adir (“Peaky Blinders”), Rainbow Francks (“Stargate: Atlantis”) e Thomas Doherty (“Legacies”). Originalmente produzida para a Disney+ (Disney Plus), a série passou para a Hulu devido ao contexto adulto, que traz diversas situações sexuais e uma protagonista que, numa das montagens do vídeo, revela-se bissexual. A estreia está marcada para 14 de fevereiro.

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  • Filme,  Música

    Respect: Jennifer Hudson é Aretha Franklin no primeiro teaser da cinebiografia

    20 de dezembro de 2019 /

    A MGM divulgou os primeiros teaser e pôster de “Respect”, cinebiografia da cantora Aretha Franklin (1942 – 2018). A prévia traz apenas o título do filme e a intérprete da Rainha do Soul, Jennifer Hudson, cantando a música que dá título à produção. Hudson já ganhou um Oscar ao viver uma cantora no cinema, no filme “Dreamgirls” (2006). Não há muita informação sobre a produção de “Respect”, mas a trama deverá ser ambientada nos anos 1960 e 1970, quando Aretha se consagra como uma das maiores artistas dos EUA, cantando clássicos imortais como “I Say a Little Prayer”, “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título, além de viver um conturbado relacionamento com seu então marido Ted White. A equipe criativa é estreante no cinema. O roteiro foi escrito por Tracey Scott Wilson, da série “The Americans” e da recente telebiografia “Fosse/Verdon”, enquanto a direção está a cargo de Liesl Tommy, que anteriormente comandou episódios de “The Walking Dead”, “Jessica Jones” e “Mrs. Fletcher”. Por outro lado, a produção é comandada por Scott Bernstein, que recentemente fez outra cinebiografia musical de sucesso, “Straight Outta Compton” (2015), e pelo produtor musical Harvey Mason Jr., que trabalhou com Franklin e também no filme “Dreamgirls”, que consagrou Hudson. O elenco ainda destaca Forest Whitaker (“Pantera Negra”), Tate Donovan (“Rocketman”), Leroy McClain (“A Maravilhosa Sra. Meisel”), Marlon Wayans (“Seis Vezes Confusão”), Marc Maron (“GLOW”), Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”), Audra McDonald (“The Good Fight”) e a cantora Mary J. Blige (“Mudbound”). A estreia está marcada para 17 de setembro no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.

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