Filha de Beyoncé rouba a cena em novo clipe de Black Is King
Beyoncé divulgou um novo clipe extraído de seu álbum visual “Black Is King”, aclamado pela crítica internacional. Trata-se do acompanhamento da música “Brown Skin Girl”, parceria de Beyoncé com o cantor nigeriano WizKid e o rapper Saint Jhn, que conta com participação de Blue Ivy Carter, a filha da artista. A menina, por sinal, é identificada como coautora da música e acaba roubando a cena na gravação. A música celebra os tons da pele negra e o clipe não esquece sequer de incluir uma modelo albina. Entre as participações especiais, aparecem também a mãe de Beyoncé, Tina Knowles, a atriz Lupita Nyong’o, a modelo Naomi Campbell e a cantora Kelly Rowland, ex-Destiny’s Child. A cantora assina a direção artística de todo o projeto “Black Is King”, apesar de listar diversos diretores com quem trabalhou para completar o filme/álbum visual. Entretanto, ela não identifica quem fez o quê e em qual segmento (clipe) musical. Lançado em julho nos EUA, “Black Is King” é inspirado na experiência de Beyoncé com a nova versão de “O Rei Leão” e permanece inédito no Brasil, porque se trata de um lançamento da plataforma Disney+ (Disney Plus), ainda não disponível no país. Este detalhe, porém, não impediu que a produção fosse muito comentada por aqui – rendendo até polêmica.
Novo clipe do BTS quebra recorde de visualizações do YouTube
O novo vídeo da boy band sul-coreana BTS estabeleceu um novo recorde de visualizações em 24 horas no YouTube. Lançado na sexta (21/8), o clipe de “Dynamite” foi visto 101,1 milhões de vezes em seu primeiro dia no YouTube, superando com folga o antigo campeão – por sinal, outro fenômeno do K-pop, o grupo feminino Blackpink e seu clipe de “How You Like That”. O clipe animado e dançante, em que os muitos cantores da banda se alternam com closes de caretas, óculos escuros, cabelos coloridos e brincos, também registra a primeira música cantada inteiramente em inglês do BTS. Os mais novinhos podem perceber influência de Justin Timberlake na canção. Ele também começou numa boy band nos anos 1990. Mas na verdade o funk contagiante é um legado da boy band original, os Jackson Five do menino Michael Jackson. O vídeo alcançou outros recordes, como a estreia mais assistida da história do YouTube, com mais de 3 milhões de espectadores sintonizados simultaneamente no momento em que entrou ao vivo, além de ter liderado o ranking do YouTube em todo o mundo apenas 12 horas após seu lançamento, segundo confirmou o próprio portal do Google à imprensa. Vale considerar também que o BTS já tinha determinado recordes anteriores de visualizações em 24 horas várias vezes – mais recentemente com o lançamento de “Boy With Luv” com Halsey em abril de 2019 (74,6 milhões de visualizações em 24 horas). Por sinal, o vídeo de “Dynamite” foi dirigido por Yong Seok Choi da produtora Lumpens, que também dirigiu “Boy With Luv”. O BTS vai interpretar “Dynamite” pela primeira vez ao vivo no MTV Video Music Awards de 2020, que vai acontecer no domingo que vem, 30 de agosto, nos EUA.
Manu Gavassi estrela e dirige clipe divertido com Gloria Groove e o ex, Chay Suede
Manu Gavassi lançou o clipe de sua nova música, “Deve Ser Horrível Dormir Sem Mim”, que ela também escreveu e dirigiu. Trata-se praticamente de um curta-metragem, com boa historinha, vários diálogos, muitos personagens, astros convidados e – o principal – bastante divertido. Até a propaganda descarada do TikTok e a prevenção ao coronavírus são bem inseridos no contexto, que, por sinal, poderia servir de premissa para uma série. #Ficaadica. No clipe, a multitalentosa Manu aparece loira como sua alter-ego cineasta, Malu Gabatti, responsável pela gravação do vídeo, sempre acompanhada por Gloria Groove, parceira musical da gravação. Enquanto lida com os bastidores da produção, Malu descobre que Manu desapareceu e será preciso improvisar, com ela mesma assumindo o papel principal. Não falta metalinguagem, com farpas disparadas de Malu para Manu e a participação do ex da cantora, o astro Chay Suede (o Erasmo de “Minha Fama de Mau”), como “boy gato” da produção. É especialmente curioso como “Malu” lembra o tempo inteiro para a assanhada Gloria Groove que ele é casado. E a isso se soma um detalhe: sua esposa, Gloria Neiva, aparece em cena como auxiliar de produção da gravação – tirando a camisa do maridão. O bom relacionamento entre os ex e a atual é muito moderno. Por essas e outras, a ex-BBB consegue entreter até quem não a considera uma grande cantora. Já a música em si combina pop com reggaeton, mas consegue se diferenciar dos muitos similares genéricos pela letra convencida e, sim, pela interpretação de Manu, que traz tons de Kid Abelha/Pato Fu ao sonzinho “da moda”. Tem cara de virar o maior sucesso da carreira de Manu. Em poucas horas, o clipe já foi visto por quase 1 milhão de pessoas. Ela comemorou o resultado no Instagram: “A sensação que eu tive em realizar esse curta/clipe foi a mesma de quando eu mandava convite pros meus pais assistirem a apresentação de teatro que eu fazia com a minha irmã na sala de casa quando tinha 7 anos. E por isso, 20 anos depois, se a sensação é a mesma, acho que acabei no caminho certo nessa vida”.
Weezer lança clipe da trilha de Bill & Ted: Encare a Música com Keanu Reeves
A banda Weezer lançou o clipe de “Beginning Of The End”, que faz parte da trilha de “Bill & Ted: Encare a Música”. O vídeo contém alguns cenas do filme, mas seu destaque principal é a interação dos personagens do título com a banda. O vídeo mostra o Weezer tocando a canção num pequeno palco, enquanto vai se transformando com perucas, bandanas e óculos escuros numa banda de hair metal dos anos 1980. Ao final, Keanu Reeves e Alex Winter aparecem como seus personagens para dizer que eles foram aprovados para abrir uma turnê da Wyld Stallyns – banda deles no filme. Mas para bater o martelo, só falta uma coisa: saber se eles tocam cover do Kiss. Trata-se de uma referência ao filme anterior da trilogia, “Bill & Ted: Dois Loucos no Tempo” (1991), que incluía “God Gave Rock ‘N’ Roll To You”, do Kiss, em sua trilha sonora. Para quem não lembra dos personagens, eles foram introduzidos em “Bill & Ted – Uma Aventura Fantástica” (1989). Reeves e Winter eram dois estudantes extremamente estúpidos de uma high school americana, que repetiriam de ano se não fizessem um bom trabalho de História. Sua sorte muda quando um homem de futuro resolve ajudá-los, convidando-os para uma viagem no tempo, pois, por mais incrível que pudesse parecer, o destino da humanidade um dia dependeria da inteligência dos dois retardados, que criarão a música capaz de inspirar uma utopia perfeita. A comédia virou cult, ganhou sequência, série animada, videogame e até revista em quadrinhos, antes de sumir da lembrança da humanidade – obviamente, por uma artimanha do cientista maligno De Nomolos. O novo filme promete o desfecho da história, em que Bill e Ted precisarão cumprir a profecia – e criar a música perfeita. Escrito pelos criadores originais dos personagens, Chris Matheson (“Pateta: O Filme”) e Ed Solomon (“Homens de Preto”), o filme tem direção de Dean Parisot (“Heróis Fora de Órbita”) e também traz de volta William Sadler como a Morte. O elenco ainda destaca Brigette Lundy-Paine (de “Atypical”) e Samara Weaving (“Ready or Not”) como as filhas dos personagens. Depois de algumas mudanças, a estreia acabou remarcada para a semana que vem, dia 28 de agosto, nos cinemas que estiverem abertos nos EUA e Canadá, e com lançamento simultâneo em VOD. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o lançamento no Brasil.
Christina Aguilera lança clipe da trilha de Mulan
A cantora Christina Aguilera lançou o clipe de “Loyal Brave True”, que faz parte da trilha sonora do filme de “Mulan”. Trata-se de uma balada chorosa, que funde arranjos orquestrais com instrumentos tradicionais chineses. O clipe conta com participação da atriz Liu Yifei, intérprete de Mulan, e foi dirigido por Niki Caro, justamente a diretora do longa-metragem. Bastante estilizado, explora a cor vermelha dos trajes da protagonista do filme e iconografia chinesa, inclusive no visual da cantora. Vale aguardar para ver se a abordagem vai render polêmica de apropriação cultural ou ser considerada fashionista. O fato é que a ligação de Aguilera com “Mulan” vem desde o lançamento do desenho animado original de 1998, época em que sua carreira estava apenas começando. Ela cantou a principal música da animação, “Reflection”, que concorreu ao Oscar em 1999. “O filme ‘Mulan’ e a música ‘Reflection’ coincidiram com o meu primeiro contrato com gravadora. É sensacional voltar a um filme tão incrível, cheio de poder e significado, e esse significado sustenta o teste do tempo: permanecer fiel a si mesmo, ser quem você é e ensinar como ser destemido. Minha nova música, ‘Loyal Brave True’, representa o bom equilíbrio entre vulnerabilidade e força”, disse a cantora em comunicado. Assim como aconteceu com a música anterior, Aguilera serve apenas como intérprete de “Loyal Brave True”, não tendo participado da composição. Aguilera também regravou “Reflection” e ambas as músicas estarão no disco trilha sonora, que será lançado em 4 de setembro, mesma data da estreia do filme na plataforma Disney+ (Disney Plus) nos EUA. Como o Brasil ainda não tem Disney+ (Disney Plus), a estreia de “Mulan” dependerá da reabertura dos cinemas, atualmente fechados em prevenção contra o coronavírus.
Novo clipe de Alicia Keys encena baile de formatura com atriz de Hellboy
Alicia Keys lançou o clipe de “So Done”, um soul suave com participação vocal de Khalid. A música fala sobre a coragem de ser você mesmo e viver sem se importar com o que os outros pensam, e o clipe ilustra a situação de forma inusitada. No vídeo dirigido pelo canadense Andy Hines (de clipes de Lizzo, Anderson.Paak e J Balvin), a letra vira uma historinha passada num típico baile de formatura americano, com Alicia e Khalid no papel de atrações musicais. Mas enquanto cantam de forma emotiva, os jovens em vestidos de debutantes e paletós cafonas alugados demonstram maior interesse em selfies do que na música, com a exceção de uma garota completamente deslocada, vivida pela atriz Sasha Lane (do novo “Hellboy”). De repente, um grupo de motoqueiros selvagens invade a festa, acabando com a falta de foco do público e maravilhando a protagonista, que acaba vestindo jaqueta de couro para subir na garupa de um moto e sumir estrada afora. Em entrevista à revista Billboard, Alicia disse que o tema reflete seu momento pessoal. “Eu cresci nessa indústria, assinei contrato aos 14 anos. Nos primeiros anos, aprendi a me proteger, eu precisava fazer isso. Foi assim que sobrevivi, você aprende a segurar a língua. Mas chegou um ponto em que eu vi que não precisava estar sempre com a guarda erguida. Sou uma linda mulher, tenho meu espaço. Eu tenho de viver minha verdade, com minha energia. Isso vem sendo uma descoberta e tenho amado descobrir esse novo lado.” “So Done” também expõe uma faceta musical diferente da cantora. Pianista notável, ela preferiu um arranjo com guitarras limpas e melódicas e acompanhamento de banda tradicional, que torna a canção mais delicada e menos característica do R&B sintetizado atual. A música faz parte do novo álbum da cantora, “Alicia”, que deve ser lançado até dezembro deste ano.
Dua Lipa lança clipe de remix com Missy Elliott e Madonna
Dua Lipa lançou o clipe do remix da faixa “Levitating”, que conta com participações da rapper Missy Elliott e da diva Madonna. Apesar de cantar, Madonna não aparece no clipe, em que a cantora inglesa surge de cabelo rosa, dançando em seu isolamento social e nos braços de seu namorado, Anwar Hadid (irmão das top models Gigi e Bella Hadid). O vídeo também inclui participações de modelos com vitiligo, piercings, carecas e outras características marcantes, isolados ou em pares, praticando voyeurismo, skatismo, beijos e rituais, enquanto esperam um apocalipse básico. A faixa original, do álbum “Future Nostalgia”, era claramente inspirada pela banda Chic. O remix acelerado e eletrônico não sai da discoteca, mas troca Nova York pela Europa, evocando a dance music vanguardista de Georgio Moroder, além, claro, de seus discípulos mais bem-sucedidos, Daft Punk. Inspiração à parte, a versão “nu disco” é assinada pela DJ The Blessed Madonna (Marea Stamper) e será lançada num disco de remixes da cantora, “Club Future Nostalgia”, na próxima sexta (21/8). Veja o clipe de “Levitating” e compare mais abaixo com a versão original da música.
Novo clipe de Drake é propaganda descarada da Nike
Drake lançou clipe novo, que na verdade é uma propaganda ostensiva da Nike. A marca é exibida de forma descarada ao longo do vídeo, enquanto o rapper canadense finge ter virado atleta. Gravado no Nike World Headquarters, o QG da marca em Oregon, nos EUA, “Laugh Now Cry Later” também tem participações de astros esportivos patrocinados pela Nike, como Kevin Durant, Odell Beckham Jr. e Marshawn Lynch. Já a música é uma parceria com Lil Durk e se arrasta com batida repetitiva e produção genérica marcada por “vocal delay throws”, o já batido efeito vocal replicado por centenas de rappers nos últimos tempos.
Miley Cyrus retoma sensualidade em clipe glamouroso
Miley Cyrus está de volta. No clipe de “Midnight Sky”, ela aparece com novo visual, ostentando cabelos curtos como em sua fase mais rebelde e sensual. O look acompanha a retomada das cenas de nudez, o fashionismo e as batidas eletrônicas. Ou seja, “Midnight Sky” marca o retorno da sensualidade estilosa e dançante, que tinha se tornado balada recatada durante o período que durou seu casamento com Liam Hemsworth. Solteira e bissexual, “The Bitch Is Back”. Ou, como ela canta: “Eu nasci para correr, eu não pertenço a ninguém”. O vídeo dirigido por ela mesma, em clima de isolamento sensual, também tem muito glitter, com maquiagens brilhantes, bolas de cristal de discoteca e roupas inspiradas na era glam(ourosa) do rock dos anos 1970. Neste sentido, as referências vão além da óbvia Madonna, absorvendo Debbie Harry, Phil Collins e principalmente a rouquidão de Stevie Nicks. “Edge of Seventeen” é claramente a grande inspiração de “Midnight Sky”, menos escondida que os seios que Miley tapa com as mãos. O lançamento é o primeiro single de Miley em quase um ano, desde “Slide Away” em setembro do ano passado.
Jill Scott vai viver a rainha do gospel Mahalia Jackson no cinema
A cantora e atriz Jill Scott (Lady Eve na série “Black Lightning”) vai viver a rainha da música gospel Mahalia Jackson em uma nova cinebiografia. Intitulado “Mahalia!”, o longa conta com produção de Jamie Foxx (“Ray”) e Queen Latifah (“Bessie”), dois atores que já estrelaram filmes biográficos aclamados pela crítica. “Esta é uma história incrivelmente importante para contar e estou entusiasmada em trabalhar neste projeto com Jamie”, disse Queen Latifah em comunicado sobre o filme, que deve contar como Mahalia Jackson se tornou uma das artistas de maior sucesso do mundo e fonte inspiradora do famoso discurso “I Have a Dream” de Martin Luther King Jr. “Mahalia!” ainda não tem diretor definido nem cronograma de filmagens, mas, apesar de estar em estágio inicial, a produção já garantiu os direitos de todo o catálogo de sucessos de Jackson, incluindo o grande clássico gospel “Amazing Grace”.
Sharon Osbourne diz que cinebiografia de Ozzy será “proibida para menores”
Sharon Osbourne, a esposa e empresária de Ozzy, prometeu que a cinebiografia de seu marido será completamente diferente de “Bohemian Rhapsody” (2018), sobre a vida e a obra de Freddie Mercury, cantor do Queen. Produtora do longa, Sharon disse que está trabalhando em um filme para adultos, proibido para menores. “Não é como nenhuma outra história”, afirmou sobre a trama do filme, em entrevista para a revista Rolling Stone. “Não é apenas ‘rock’n’roll, loucuras e agora sou vovô!’. É muito mais do que isso”. Questionada sobre possíveis paralelos com “Bohemian Rhapsody”, ela rechaçou as comparações. “Aquele foi um filme para gerações mais novas. É limpo demais… Apresentou toda uma geração para músicas que eles nunca tinham ouvido. Foi fenomenal nesse aspecto, mas não acho um bom filme. É um filme correto, feito para canais de TV cristãos”. “O nosso filme será muito mais realista”, continuou. “Não queremos nada limpo, coisas brilhando nem nada disso. Não estamos fazendo para as crianças. Será um filme adulto, proibido para menores. Espero que seja uma história com a qual todos possam se relacionar. Você não precisa ser fã da música, será uma história de um sobrevivente”. Sharon está falando desse filme há dois anos, mas a produção só recentemente contratou um roteirista, cujo nome não foi revelado. A contratação foi anunciada na mesma entrevista, mas pelo filho do cantor, Jack Osbourne. “Nós temos um roteirista”, ele afirmou, revelando que “falamos para abordar de 1979 a 1996”. O período significa que a era de ouro do Black Sabbath será ignorada ou abordada apenas superficialmente para privilegiar a carreira solo do cantor e, claro, seu relacionamento com Sharon, com quem ele se casou neste período – mais especificamente, em 1982.
Katy Perry faz primeiro grande lançamento exclusivo de clipe no Facebook
Duas semanas após o anúncio de que o Facebook vai disputar o mercado de clipes com o YouTube, a cantora Katy Perry fez o primeiro grande lançamento exclusivo do novo canal musical da rede social. Trata-se de uma novo vídeo de “Smile”. No clipe, a cantora joga um videogame com um avatar inspirado nela mesma, mas vestida de palhaço, vencendo com amor e sorrisos as diversas etapas de um jogo de temática circense. Do ponto de vista artístico, o vídeo segue a tendência das produções cheias de elementos coloridos que caracteriza a carreira da cantora, incluindo animação computadorizada digna de cinema nas cenas do game. Mas o vídeo não veio acompanhado de créditos para identificar a equipe responsável. Do ponto de vista comercial, o lançamento revela a limitação da ambição do Facebook. Quem quiser incluir o código do clipe em seu site, vai encontrar um recado na tela: “Este vídeo não pode ser incorporado porque pode apresentar conteúdo de outra pessoa”. Isto concentra as exibições num único local: o próprio Facebook. E mantém o YouTube na vantagem, porque a incorporação do código do portal do Google não só é “amigável” para o usuário como permite uma multiplicação de fontes que faz disparar as visualizações dos vídeos. A conclusão é que, no Facebook, além do público se sentir limitado, a proibição de incorporação vai render menor contagem de views. Para assistir ao vídeo na página do Facebook de Katy Perry, clique na imagem abaixo.
Trini López (1937 – 2020)
O cantor, guitarrista e ator Trini López, que integrou o elenco do clássico de guerra “Os Doze Condenados” (1967), morreu nesta terça (11/8) em Palm Springs, na Califórnia, de complicações da covid-19, aos 83 anos. Trinidad López III nasceu no Texas, representando a primeira geração americana de uma família mexicana. Aos 15 anos já era roqueiro e, em 1958, seu grupo The Big Beats assinou com a Columbia Records. A banda gravou com o produtor de Buddy Holly, Norman Petty, mas Trini logo se lançou em carreira solo. O sucesso veio durante uma apresentação na boate PJ’s de Los Angeles, onde Frank Sinatra viu seu show e o contratou para sua gravadora, Reprise Records, em 1963. No mesmo ano, ele estourou com uma versão ao vivo de “If I Had a Hammer”, clássico folk de Peter Seeger, que se destacou pela energia do acompanhamento do público, marcando o ritmo com palmas. A música virou febre e liderou as paradas de sucesso em vários países. E vieram muitos outros hits, como “La Bamba” (gravada anos antes por Ritchie Valens) e “Lemon Tree”. Foi tanto sucesso que ele teve até cover brasileiro, Prini Lorez (na verdade, o cantor baiano José Gagliardi Jr.) durante a Jovem Guarda. Trini também era um guitarrista virtuoso e sua popularidade levou a fábrica de instrumentos Gibson a pedir que projetasse uma linha de guitarras. A Trini Lopez Standard e a Lopez Deluxe foram produzidas de 1964 a 1971 e hoje valem fortunas entre os colecionadores. Ele estreou no cinema em 1965, ao aparecer como si mesmo na comédia “Vamos Casar Outra Vez” (1965), estrelada por seu chefe, Frank Sinatra. Bisou a experiência um ano depois, no drama criminal “O Ópio também é Uma Flor” (1966). Mas a estreia como ator de verdade só veio em “Os Doze Condenados” (1967), quando viveu Pedro Jiminez – também conhecido como prisioneiro Número 10. O grande filme de ação de Robert Aldrich foi o primeiro “Esquadrão Suicida” do cinema. A trama girava em torno de um grupo de 12 soldados condenados pelos mais diversos crimes, que ganhariam a chance de limpar a ficha e recuperar a liberdade se aceitassem participar de um missão possivelmente suicida: passarem-se por alemães para adentrar as linhas inimigas e invadir uma festa repleta de oficiais nazistas de alta patente para exterminá-los num único golpe. Lee Marvin vivia o oficial encarregado de selecionar a equipe, que incluía Charles Bronson, Jim Brown, John Cassavetes, Clint Walker, Telly Savalas e Donald Sutherland. Trini foi o primeiro a morrer desse grupo, logo no começo, durante a descida de paraquedas na França ocupada. Com participação ainda de Ernest Borgnine e George Kennedy, “Os Doze Condenados” foi um sucesso imenso, ganhou sequências e inspirou dezenas de cópias, impactando a cultura pop a ponto de sua premissa virar um certa publicação de quadrinhos da DC Comics. Depois disso, ele voltou a viver um soldado no telefilme de guerra “The Reluctant Heroes” (1971) e teve seu grande destaque como protagonista em “Antonio” (1973), que ele próprio produziu. Mas o drama latino não fez o sucesso que Trini estava acostumado e encerrou sua curta carreira cinematográfica. O cantor ainda apareceu em dois episódios da série “Adam-12” e num capítulo de “The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries”, que marcou sua despedida da atuação em 1977. Recentemente, ele virou tema de um documentário, intitulado “My Name Is Lopez”, que inclui entrevistas com celebridades como o ator Jim Brown, a cantora Dionne Warwick e o guitarrista do ZZ Top Billy Gibbons. Atualmente em pós-produção, o filme ainda não tem previsão de estreia. Relembre abaixo o grande sucesso musical de Trini Lopez.












