MC Pipokinha acumula polêmicas e é proibida de cantar. Lembre as confusões
Aos 24 anos de idade, a funkeira MC Pipokinha coleciona polêmicas e causa controvérsias por onde passa. A última delas foi na cidade de Curitiba (PR), onde foi proibida de cantar pelo deputado estadual Tito Barrichello (União), que ameaçou prendê-la caso seu show na casa noturna Shed Bar não fosse cancelado. O parlamentar ainda enviou um pedido de cancelamento da apresentação ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), da Polícia Civil. No domingo (14/5), a casa noturna anunciou que a apresentação seria cancelada devido aos últimos acontecimentos envolvendo a cantora. No plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, o deputado disparou que “lugar de prostituta é na casa de prostituição”, ao parabenizar o dono da boate que suspendeu o show da cantora. Palavras ofensivas, que se somam a outras recebidas pela funkeira. Em poucos meses de sucesso, a jovem catarinense Doroth Helena de Souza Alves, de 24 anos, vem chamando atenção por letras explícitas e coreografias de simulação sexual violenta. Ela já teve problemas com performances, mas também fora dos palcos, por declarações impensadas que a envolveram em diversas confusões. Os problemas começaram em janeiro, quando uma mulher desmaiou após um acidente em um de seus shows. Ao ser chamada no palco para participar de uma coreografia sensual, ela levou um chute do dançarino Jonas Kaik, que continuou a performance sem perceber o que tinha acontecido. À imprensa, Kaik disse que a fã foi prontamente socorrida. “O pessoal da produção de imediato já foi e pegou ela. Ela levantou de boa, desceu, a gente deixou ela com o pessoal da casa, da emergência”, afirmou. Conhecida por letras explícitas e shows picantes, ela foi vítima de assédio num show em fevereiro, ao apresentar-se seminua, com adesivos nos seios. Na ocasião, diversos homens da plateia tentaram arrancar sua calcinha, além de apalpar seu corpo. No entanto, Pipokinha minimizou a situação, criando uma grande polêmica nas redes sociais. “Assédio todo mundo sofre. Isso é a coisa mais normal que existe. Agora vai saber de você se defender. […] Se você não sabe se defender, evita, não use roupa curta”, argumentou. “Se não sabe lidar com o assédio, se você não tem boca e não tem peito para bater de frente com o cara e falar ‘não é não’, se vai ficar com medo quando ele mexer com você, não use roupa curta”, acrescentou. Em março, ao menos sete de seus shows foram cancelados após debochar do salário de professores. Pipokinha fez o comentário em suas redes ao falar sobre uma fã que disse ter brigado com uma professora para defendê-la. “Coitada, deixa ela. Meu baile tá R$ 70 mil, 30 minutinhos em cima do palco eu ganho R$ 70 mil. Ela não ganha nem R$ 5 mil pra ser professora às vezes. Tem que estudar muito”, disse. Após a repercussão, a artista se desculpou. “Eu estava sofrendo muitos ataques que não chegaram à mídia e, no calor da emoção, acabei falando aquilo mesmo. Mas em nenhum momento quis ofender os professores”, desabafou. No mesmo mês, ela também foi criticada por atendado ao pudor, após um vídeo em que aparece recebendo sexo oral de uma espectadora viralizar nas redes sociais. O caso dividiu opiniões: enquanto uns a criticaram pela cena, outros defenderam que coisas assim são normais no tipo de funk proibidão que a MC simboliza. Nesta semana, teve nova controvérsia nas redes sociais, desta vez com um DJ menor de idade. Um vídeo do DJ Márcio, cantando “Bota na Pipokinha” ao lado da cantora, viralizou por conta do diálogo que se seguiu à apresentação. Pipokinha fez uma pergunta indiscreta para o DJ: “Quando é que você vai fazer 18 para botar em mim?”. Ele respondeu: “18? Ano que vem, Pipokinha”. E ela completou: “Tá bom, me chama”.
Ludmilla revela cena de sua participação em “Velozes e Furiosos 10”
A cantora Ludmilla divulgou um trecho de sua participação de “Velozes e Furiosos 10” em suas redes sociais. Na prévia, ela se encaminha para o centro de uma rua no Rio para dar a largada numa corrida de carros que inclui os personagens de Vin Diesel (protagonista da franquia), Jason Momoa (“Aquaman”) e a portuguesa Daniela Melchior (“O Esquadrão Suicida”), e anuncia sua presença com um sonoro “Cheguei”, ao estilo de seu hit homônimo. A participação da cantora – em sua única cena – não é muito maior que isso, e foi gravada separadamente e inserida de forma digital. Apesar disso, ela se encontrou com Diesel, que além de estrelar é produtor do longa. Ludmilla também contribuiu para a trilha sonora do longa, cantando “Vai Sentando”, de Skrillex, junto a King Doudou & DUKI. Convidada para trazer mais cara de Brasil à produção, Ludmilla escreveu, junto do vídeo cena no Twitter: “A mãe tá enjoada no ‘Velozes e Furiosos'”. Apesar da trama ter cenas no Rio, desta vez os astros da franquia não vieram ao Brasil, como aconteceu para as gravações de “Velozes e Furiosos 5”. Mas o personagem de Momoa, Dante, é filho de Hernan Reis (Joaquim de Almeida), traficante brasileiro morto por Dominic Toretto (Diesel) e sua equipe no longa de 2011. Já Melchior interpreta a primeira brasileira veloz e furiosa da franquia, a corredora de rua Isabel. Curiosamente, nenhum desses “brasileiros” é realmente brasileiro, mas a franquia tem sangue brazuca desde o primeiro filme graças à participação de Jordana Brewster, filha de brasileira, que interpreta Mia, a irmã de Dominic Toretto (Diesel). A estreia do novo filme está marcada para quinta-feira (18/5) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo a postagem oficial de Ludmilla, seguida pela versão completa da cena. CHEGUEEEEEI! 🔥 A mãe tá enjoada no Velozes & Furiosos! #FastX pic.twitter.com/Fk5BUr4s5V — LUDMILLA (@Ludmilla) May 12, 2023 Grid Girl! Nova cena de “Velozes & Furiosos 10” destaca Ludmilla dando a partida em uma alucinante corrida. Vai assistir? 🎥 O 10° filme da franquia estreia na próxima sexta-feira (19) nos cinemas. pic.twitter.com/wrlNZmeSrF — Canal PeeWee 🚂 (@canalpeewee) May 13, 2023
Bruna Griphao lança música nova inspirada em relacionamento tóxico
A ex-BBB Bruna Griphao abriu o coração e revelou detalhes íntimos de sua nova música “Queimar”, lançada nas plataformas digitais nesta sexta-feira (12/5). O novo single revela um relacionamento tóxico vivido pela atriz antes de encarar o confinamento do “BBB 23”, onde voltou a experimentar algo parecido com Gabriel Fop. Na letra, Bruna fala sobre perdas, sofrimentos pessoais e decepções amorosas em ritmo de balada romântica. “Queimar é uma música muito pessoal e íntima. Escrevi em um momento muito delicado, em que estava passando por um relacionamento abusivo, sofrendo de várias maneiras e eu decidi transformar em música”, revelou Bruna. Bruna acrescentou que a relação lhe trouxe muito sofrimento, inclusive durante a gravação da música. “No dia em que fizemos a gravação, eu estava chorando muito, por um problema decorrente dessa relação. Dá para perceber pela minha voz que eu estou bem emocionada”, contou ela. Por fim, a cantora reforçou ter escrito “Queimar” com base na sua realidade e em seus sentimentos. “A música é muito forte, intensa e verdadeira. Sempre tive costume de escrever muito meus sentimentos, em diversos formatos, como poemas, mas nunca viraram músicas de fato e dessa vez virou”, contou ela. A música anterior da atriz, “Bandida”, recentemente ultrapassou 1 milhão de streams no Spotify.
Rita Lee dará nome à parque e praças no Brasil
A cantora Rita Lee profetizou antes de morrer que sua despedida mundana se tornaria um marco. Dito e feito, o nome da artista vai ser eternizado em praças, parques públicos e até em festival que ela detestava. “Quando eu morrer, posso imaginar as palavras de carinho de quem me detesta. Algumas rádios tocarão minhas músicas sem cobrar jabá, colegas dirão que farei falta no mundo da música, quem sabe até deem meu nome para uma rua sem saída”, escreveu Rita Lee em sua autobiografia, publicada em 2016. Mas atualizou o desejo em entrevistas da época, dizendo que preferia batizar “uma pracinha”. Nesta quinta-feira (11/5), o prefeito carioca Eduardo Paes anunciou que vai cumprir a profecia ao batizar um bosque arborizado com o nome da cantora. O local terá mais de 970 novas árvores, quadras esportivas, praça infantil, áreas de piquenique, skate parque, entre outros. “O Parque que está sendo implantado no boulevard Olímpico vai se chamar Parque Rita Lee. Como ela queria e com direito a Rock in Rio a cada dois anos. Rita Lee Vive”, escreveu ele no Twitter, sem saber que a artista detestava o festival. Já na quarta (10/5), a vereadora Aava Santiago apresentou um projeto de lei que dar o nome da artista para a Praça do Setor Sul, localizada em frente ao Centro Cultural Martim Cererê, em Goiânia. Aava considerou a iniciativa simbólica por se tratar de um espaço de encontro feminino. “Sem sombra de dúvidas, é ideal porque representa o pioneirismo da mulher na música da brasileira, sendo a primeira a usar guitarra elétrica em um show e por ter músicas censuradas pela ditadura militar. Fora que o centro cultural ainda é um espaço onde diversas meninas iniciam no rock inspiradas por ela”, explicou ao jornal Opção. A decisão parece mais conturbada em São Paulo, justamente a cidade natal de Rita. Acontece que o prefeito Ricardo Nunes estuda as possibilidades de nomear uma praça, mas o governador Tarcísio de Freitas sequer decretou luto oficial, por conta de seu apoio declarado a Jair Bolsonaro, e tampouco parece interessado no projeto. Rita Lee nos deixou na noite de segunda (8/5), vítima de um câncer no pulmão, que ela apelidou de “Jair”.
Wanessa Camargo tem fazenda invadida por fã clube: “Me apavora”
Wanessa Camargo contou que um grupo de admiradores decidiu invadir e acampar dentro da fazenda de seu pai, o sertanejo Zezé Di Camargo. A revelação foi feita numa entrevista no podcast PodDelas, publicada na quarta-feira (10/5). Na conversa, Wanessa reconheceu o carinho do público fanático, mas destacou que sua família ficou apavorada por não ter ciência sobre quem eram os responsáveis pela invasão nas terras. A artista ainda disse ter se sentido preocupada com o bem-estar dos fãs. “Tinha uma galera acampada dentro da fazenda, no meio do pasto. E a gente [pensou] que podia ser invasão, podia ser bandido. [Mas] era o meu fã clube de Brasília, bonitinhos. Aí tive que tirar a queixa, porque não me pediram ‘oi, com licença’. Eles entraram. Olha que perigo! Já pensou se de repente acontece alguma coisa… Não sei”, relatou ela. Em seguida, Wanessa revelou que já teve uma conversa franca com seus fãs que passam dos limites. A cantora acrescentou se sentir incomodada com a falta de privacidade: “Eu falo para eles: eu não gosto de fanatismo, isso me apavora”, afirmou. “Então toda vez que começa a sair do ponto, isso já aconteceu umas quatro vezes na minha vida, eu vou lá no particular e falo: ‘Você está me assustando. E aí? Vai manter a linha pra gente poder ter uma relação ou vou ter que me afastar de você e vou impedir que esteja perto de mim?’.” Apesar do ultimato, a artista garantiu que seus seguidores respeitam os limites estabelecidos por ela. “Então, chamei para essa conversa do autoconhecimento e hoje é uma relação equilibrada e verdadeira”, concluiu a cantora.
Lula decreta luto oficial de três dias por morte de Rita Lee
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decretou, nesta terça-feira (9/5), luto oficial de três dias pela morte da cantora e compositora Rita Lee, aos 75 anos. O texto foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Em sua conta no Twitter, o presidente também prestou homenagem à falecida cantora. “Rita Lee Jones é um dos maiores e mais geniais nomes da música brasileira. Cantora, compositora, atriz e multiinstrumentista. Uma artista a frente do seu tempo. Julgava inapropriado o título de rainha do rock, mas o apelido faz jus a sua trajetória”, escreveu. Para Lula, a artista deixou um grande marco na música brasileira com sua ousadia e criatividade. “Não poupava nada nem ninguém com o seu humor e eloquência. Enfrentou o machismo na vida e na música e inspirou gerações de mulheres no rock e na arte. Jamais será esquecida e deixa na música e em livros seu legado para milhões de fãs no mundo inteiro. Meu abraço fraterno aos filhos Beto, João e Antônio, familiares e amigos. Rita, agora falta você”, concluiu. Rita Lee morreu na noite de segunda (8/5) em sua casa, em São Paulo, de acordo com a divulgação de seu perfil oficial. O velório, aberto ao público, será realizado na quarta (10/5), das 10h às 17h, na capital paulista, terra natal da artista. “De acordo com a vontade de Rita, seu corpo será cremado. A cerimônia será particular. Neste momento de profunda tristeza, a família agradece o carinho e o amor de todos”, diz nota da família. Rita Lee deixa o marido, Roberto de Carvalho, e três filhos – Beto, de 45 anos, João, de 44, e Antônio, de 42. Este foi o primeiro luto oficial do terceiro mandato de Lula. O último luto estabelecido pelo estado brasileiro foi em 31 de dezembro, ainda no governo de Jair Bolsonaro, pela morte do Papa Emérito Bento 16. Rita Lee Jones é um dos maiores e mais geniais nomes da música brasileira. Cantora, compositora, atriz e multiinstrumentista. Uma artista a frente do seu tempo. Julgava inapropriado o título de rainha do rock, mas o apelido faz jus a sua trajetória. Rita ajudou a transformar a… — Lula (@LulaOficial) May 9, 2023
Rita Lee teve 80 músicas em trilhas de novelas
Recordista em gravações em trilhas de novelas, Rita Lee deixou sua marca em 79 folhetins da Globo e um do SBT, embalando desde personagens até aberturas das produções. A cantora, que morreu na noite de segunda-feira (8/5) aos 75 anos, chegou a ganhar uma coletânea da gravadora Som Livre em 2001, chamada justamente “Rita Lee – Novelas”, destacando 16 sucessos da cantora que fizeram parte da história da TV brasileira. Mas muita coisa ficou de fora. Desde que lançou a primeira canção, “Sucesso Aqui Vou Eu”, em “A Próxima Atração” (1970), ela se tornou a favorita dos produtores das trilhas. Só a música “Erva Venenosa” apareceu em quatro novelas: “Um Anjo Caiu do Céu” (2001), “Cobras & Lagartos” (2006), “Escrito nas Estrelas” (2010) e “Malhação” (2013)”, na Globo, além de “Chiquititas” (2013), no SBT. De trilha de personagem, ela chegou às aberturas em 1978, com “O Pulo do Gato” – que tinha como tema “Eu e Meu Gato”. Dois anos depois, estourou com a música da abertura de “Chega Mais” (1980), seguida por “Flagra” em “Final Feliz” (1982). Também gravou os temas de “Sassaricando” (1987), “Lua Cheia de Amor” (1990), “A Próxima Vítima” (1995), mas se arrependeu de fazer o tema de “Zazá” (1997). Ela ficou traumatizada com “Zazá”, porque “fui convidada para acrescer o refrão chatinho que acabou por destruir a música de vez: ‘Cadê Zazá, Zazá, Zazá…’. Disse que nunca mais faria outra abertura de novela, mas quebrou a promessa 13 anos depois, quando gravou o tema de “Ti Ti Ti” para o remake de 2010 – a música da versão original já era de Rita, mas a gravação foi feita pela banda metrô em 1985. “Emplacar um tema de abertura de novela é faca de um gume só, ou seja, sua música queima mais depressa que baseado em palha de milho e não se recebe um tostão sequer. A tal da ‘Zazá’, por exemplo, foi péssimo para mim: era uma homenagem bacana a Fernanda Montenegro como Mulher Maravilha”, disse ela ao Jornal do Brasil em 1997. Além das novelas, Rita Lee fez trilhas de outros programas, como o “TV Mulher”, que abria ao som de “Cor de Rosa Choque”, a série “Pé na Cova”, que teve a música “Hino dos Malucos”, e a minissérie “Todas as Mulheres do Mundo” (2020), que reuniu cinco sucessos da cantora. Lembre abaixo 9 aberturas clássicas embaladas por músicas de Rita Lee em produções da rede Globo. | TV MULHER | | PULO DO GATO | | CHEGA MAIS | | FINAL FELIZ | | SASSARICANDO | | LUA CHEIA DE AMOR | | A PRÓXIMA VÍTIMA | | ZAZÁ | | TI TI TI |
Da cobra de Alice Cooper à cama do Yes, conheça os melhores “causos” de Rita Lee
A cantora Rita Lee, falecida na noite de segunda (8/5) aos 75 anos, não causou apenas no rock. Ela aprontou bastante nos bastidores. E contou algns detalhas nas páginas de “Rita Lee – Uma Autobiografia”. A obra, que chegou a vender 205 mil exemplares em seus quatro primeiros meses, é um best-seller graças ao tom informal, em que Rita conta histórias divertidas, como a vez que roubou a cobra de Alice Cooper, e também pesadas, como aborto e seu período na prisão. Ela falou, inclusive, sobre sua polêmica saída dos Mutantes e a própria morte. Publicado pela editora Globo em 2016, o livro voltou ao topo da lista dos mais vendidos da Amazon nesta terça (9/5), após o anúncio da morte da artista. Confira alguns trechos abaixo. Sobre Os Mutantes: “Minha saída do grupo aconteceu bem nos moldes de ‘o noivo é o último a saber’, no caso, a noiva. Depois de passar o dia fora, chego ao ensaio e me deparo com um clima tendo/denso. Era um tal de um desviar a cara pra lá, o outro olhar para o teto, firular instrumento e coisa e tal. Até que Arnaldo quebra o gelo, toma a palavra e me comunica, não nessas palavras, mas o sentido era o mesmo, que naquele velório o defunto era eu. ‘A gente resolveu que a partir de agora você está fora dos Mutantes porque nós resolvemos seguir na linha progressiva-virtuose e você não tem calibre como instrumentista.’ Uma escarrada na cara seria menos humilhante. Em vez de me atirar de joelhos chorando e pedindo perdão por ter nascido mulher, fiz a silenciosa elegante. Me retirei da sala em clima dramático, fiz a mala, peguei Danny (a cachorra) e adiós.” Sobre ir parar na cama da banda Yes: “Impressionante como em cada esquina de Londres a gente encontrava um brazuca órgão do tropicalismo. Na rua dou de cara com Toninho Peticov, sempre animado e sabendo tudo o que rolava na cidade. A pedida para o dia seguinte era Elton John no Crystal Palace abrindo para o Yes. Hãã? Seria aquele o prato frio da vingança por ter sido expulsa da banda? Enquanto ‘os the brazilian Sim’ copiavam o som deles no Brasil, eu os assistia ao vivo em Londres. Na metade da apresentação de Elton, tomei uma pedrinha que foi bater nos primeiros acordes do Yes. Com LSD impossível não existe, não me pergunte como fui parar no palco sentadinho no maior flerte. Também não me pergunte como fui parar no camarim deles e muito menos acordar descabelada, plissada, godê numa cama rodeada de um monte de outros achados e perdidos humanos. Rita, quem diria, você groupie do Yes!” Sobre o roubo da cobra de Alice Cooper: “Tudo porque uma hora lá ele entra no palco chacoalhando violentamente uma cobra e depois de fazer seu número de fodão, atira a bichinha no chão e pisoteia. Um contrarregra entrava na moita e a recolhia (…). Passei a lábia no segurança do backstage e entrei (…) De cara fui com a cara do roadie, um inglês chamado Andy Mills. Digamos que fomos com a cara um do outro e cinco minutos depois fugimos de lá levando a gaiola com a jiboia e de quebra outra jiboinha bebê que seria treinada também para atuar nas micagens grotescas do canalha. A cobra que foi maltratada no palco chamava-se Mouchie, aquela mesma que está na capa do disco ‘Killer’. A cobrinha bebê era Angel e adorava se enrolar de pulseira no braço dos humanos.” Sobre a gravidez na cadeia e a ajuda de Regina: “Só pode ter sido manobra do meu Anjo da Guarda ter acontecido justamente no dia em que eu estava tendo um sangramento com cólicas insuportáveis (…) O perigo de aborto era real. Nada foi feito. Naquele exato momento, chega uma carcereira dizendo: ‘Rita Lee, chegou uma artista famosa aqui na portaria e tá junto com o filhinho rodando a baiana querendo te levar de qualquer jeito’ (…) Céus quem seria essa santa porreta que me aparece exatamente na hora que eu mais preciso, Nossa Senhora das Roqueiras? Chego corcunda de dor na sala do delegado e quem vem me dar um abraço dos mais fofos que já recebi na vida? Elis, aquela que fazia cara feia para os roqueiros! Elis, a musa mor da MPB! (…) O delegadinho da vez, sem saber se pedia autógrafo ou enfiava a cara no apontador de lápis, fazia papel do falsinho atencioso, ora oferecendo cafezinho, ora perguntando sobre música. Elis ignorou o cara e disse em alto e bom som: ‘Se um médico não chegar em cinco minutos, você é que vai precisar de um cafezinho, porque eu vou convocar uma coletiva e denunciar o que está acontecendo aqui com minha amiga Rita Lee.'” Sobre o aborto que sofreu: “Já em casa, continuamos [Rita e Roberto de Carvalho] ‘fazendo amor no-chão-no-mar-na-lua-na-melodia-por-telepatia’ várias vezes ao dia e, claro, em pouquíssimo tempo embarriguei novamente. Gravidez extrauterina, disse o médico, a se pensar numa curetagem levando em conta a recente cesariana complicada ainda em fase de cicatrização. O que me fez decidir mesmo por interromper foi a hemorragia que aconteceu dias depois e pirei de vez. Mesmo já tendo abandonado a religião, entre no ‘mea-culpa’ catolicista e me autocondenei ao mármore do inferno. Até hoje me chicoteio pensando que talvez aquele baby poderia ter vingado, que foi um ato precipitado, que daquele momento em diante eu estaria condenada a lamentar a decisão para o resto da vida (…) Nenhuma mulher faz aborto sorrindo. Cabe a elas, e somente a elas, a decisão de interromper uma gravidez, assim como de segurar sozinhas as consequências moral, espiritual e oskimbau.” Sobre sua música favorita: “Minha música favorita, ‘Mania de Você’, composta em cinco minutos com o inspiradíssimo script de uma recém-trepada perfeita. Sem pudores, o casal se mostrava de corpo e alma, oferecendo a trilha sonora da sexualidade elegante para motel cinco estrelas nenhum botar defeito”. Sobre a inspiração sexual: “O casal de coelhos R & R continuava firme e forte. A graça era transar em locais inusitados, de banheiros de avião a praias desertas, de banheiras de espuma a escadas de incêndio, de elevadores de serviço a camarins de shows. Com essa bagagem erótico‑musical, partimos para um novo disco, o Lança perfume, a consagração total das nossas parcerias, cada vez mais autobiográficas. Éramos crème de la crème para voyeurs auditivos, com os sugestivos ‘me vira de ponta cabeça, me faz de gato e sapato, me deixa de quatro no ato, me enche de amor…’, ‘Misto-quente, sanduíche de gente, empapuçados de amor…’ e ‘Me deixar levar por um beijo eterno, mais quente que o inferno’. E assim caminhava a paixonite sem pudores de dois famintos diante de pratos cheios de sedução, mergulhados na gula da paixão.” Sobre a própria morte: “Quando eu morrer, posso imaginar as palavras de carinho de quem me detesta. Algumas rádios tocarão minhas músicas sem cobrar jabá, colegas dirão que farei falta no mundo da música, quem sabe até deem meu nome para uma rua sem saída. Os fãs, esses sinceros, empunharão capas dos meus discos e entoarão ‘Ovelha negra’, as TVs já devem ter na manga um resumo da minha trajetória para exibir no telejornal do dia e uma notinha do obituário de algumas revistas há de sair. Nas redes virtuais, alguns dirão: “‘Ué, pensei que a véia já tivesse morrido, kkk’. Nenhum político se atreverá a comparecer ao meu velório, uma vez que nunca compareci ao palanque de nenhum deles e me levantaria do caixão para vaiá-los. Enquanto isso, estarei eu de alma presente no céu tocando minha autoharp e cantando para Deus: ‘Thank you Lord, finally sedated’. Epitáfio: ela nunca foi um bom exemplo, mas era gente boa.”
Lembre 20 dos maiores sucessos de Rita Lee com vídeos clássicos
Morta na noite de segunda (8/2), Rita Lee deixa um legado de músicas clássicas do pop/rock brasileiro, que vão desde a psicodelia dos Mutantes até o rock grunge mais recente, passando pelo rock’n’roll dos anos 1970 e o pop das FMs da década de 1980. Pioneira do rock brasileiro, batizada de rainha do rock nacional, Rita Lee Jones injetou feminismo na música popular e festejou o prazer em todos os seus pormenores, desde o simples contato com a natureza até a paixão sexual. E também protestou muito contra as convenções, com uma coleção de músicas inesquecíveis. Uma mostra desse catálogo pode ser vista e ouvida abaixo, em 20 clipes, trechos de shows, participações em programas televisivos e outros registros audiovisuais selecionados no YouTube. A lista vai de “Arrombou à Festa” a “Caso Sério”, sem ordem cronológica, mas num desfile sonoro de afinidades musicais, que juntam “Ando Meio Desligado” com “Superestafa” e muitas faixas d”Esse Tal de Rock Enrow”, além de baladas de sucesso como “Mania de Você” e “Ovelha Negra”. Agora só falta você apertar o play.
Rita Lee, a rainha do rock nacional, morre aos 75 anos
Rita Lee, uma das maiores cantoras e compositoras brasileiras, morreu na noite de segunda-feira (8/5). Ela estava com 75 anos e lutava contra um câncer de pulmão, descoberto em 2021. Nas redes sociais, a família da artista divulgou a triste notícia. “Comunicamos o falecimento de Rita Lee em sua residência, em São Paulo, capital, no final da noite de ontem, cercada de todo o amor de sua família, como sempre desejou”, escreveram. O velório de Rita Lee será aberto ao público na quarta-feira (10/5), das 10h às 17h, no Planetário do Parque Ibirapuera, em São Paulo. A cantora deixa um legado revolucionário na história do rock nacional devido à explosão criativa de sua carreira, iniciada em pleno tropicalismo. Ao longo da carreira, ela apresentou uma variedade de tópicos políticos disfarçados de entretenimento, que ajudaram a apresentar ao público brasileiro ideias feministas como sexualidade feminina e prazer. Ela também foi uma ávida ativista dos direitos dos animais. Rita Lee Jones nasceu em São Paulo, em 31 de dezembro de 1947. Ela era uma das filhas do dentista Charles Jones, descendente de imigrantes americanos, e da pianista Romilda Padula, que incentivou a cantora a estudar o instrumento e a cantar com as irmãs. Com 16 anos, Rita integrou as Teenage Singers, um trio vocal feminino que se apresentava em festas escolares. Na época, o produtor Tony Campello descobriu o grupo e as convidou para participar de gravações como backing vocals. Em 1964, a cantora entrou no grupo de rock Six Sided Rockers, que teve mudanças de formações e de nomes. Dois anos depois, o grupo se tornou os famosos Mutantes, formado por Rita Lee, Arnaldo Baptista e Sérgio Dias. Os Mutantes foram fundamentais na era do tropicalismo por unir psicodelia e ritmos locais. Eles se tornaram o grupo nacional com maior reconhecimento entre as estrelas do rock mundial, como por Kurt Cobain, David Byrne, Jack White, e outros. Já em 1967, o trio acompanhou o cantor Gilberto Gil em “Domingo no Parque”, apresentado no 3º Festival de Música Popular Brasileira, da Record. No ano seguinte, eles seguiram Caetano Veloso em “É Proibido Proibir” no 3º Festival Internacional da Canção, promovido pela Globo. E foram vaiados por uma juventude de esquerda, que era contra guitarras elétricas. Rita Lee fez parte dos Mutantes entre 1966 e 1972, no período considerado como o mais marcante e criativo da banda. Nessa fase, o fim do relacionamento com Arnaldo Baptista coincidiu com a despedida da cantora no trio. Contudo, o primeiro álbum solo de Rita Lee, intitulado “Build up”, foi lançado ainda antes dela deixar o grupo, em 1970. A cantora também lançou “Hoje é o Primeiro Dia do Resto da Sua Vida”, ainda gravado com o trio, em 1972. Após deixar o grupo, a carreira de Rita Lee tomou forma com um novo grupo, nomeado de Tutti Frutti – com Luis Sérgio Carlini e Lee Marcucci, entre outros. Nesse período, a artista gravou cinco álbuns e ganhou destaque com o lançamento de “Fruto Proibido”, em 1975. O disco, que contém os sucessos “Agora Só Falta Você”, “Esse Tal de Roque Enrow” e “Ovelha Negra”, vendeu 200 mil cópias e deu à Rita Lee o apelido de “Rainha do Rock Brasileiro. No ano seguinte, ela conheceu e se apaixonou por seu futuro marido, o guitarrista Roberto de Carvalho. E durante sua primeira gravidez foi presa por porte e uso de maconha – para “servir de exemplo à juventude da época”. Condenada, ficou um ano em prisão domiciliar, precisando de permissões especiais do juiz para sair de casa e fazer shows. É desta época a música “Arrombou a Festa”, que criticava o cenário da MPB da época — e que vendeu mais de 250 mil cópias. Mas o sucesso estava apenas começando. Sua estreia musical em novelas aconteceu em 1978, com o folhetim “O Pulo do Gato”, no qual cantou o tema “Eu e Meu Gato”. A partir de 1979, a cantora firmou parceria com Roberto de Carvalho e se aventurou de vez na carreira solo com canções de pop-rock. O álbum “Rita Lee”, com os sucessos “Mania de Você”, “Chega Mais” e “Doce Vampiro”, marcou uma virada comercial em sua carreira, levando a cantora às trilhas de novela da Globo com as duas últimas faixas. Ela chegou a virar personagem da novela “Vamp” e cantar “Doce Vampiro” num dos capítulos da produção. O estouro foi ainda maior no disco seguinte, de 1980, com “Lança Perfume”, “Baila Comigo”, “Nem Luxo, Nem Lixo” e outras faixas. A parceria com o marido fez que o disco de 1982 fosse chamado de “Rita Lee e Roberto de Carvalho”, com hits como “Flagra” e “Cor de Rosa Choque” – duas trilhas da Globo, que marcaram as aberturas da novela “Final Feliz” e do programa “TV Mulher”. Ela se apresentou na primeira edição do Rock in Rio e seguiu gravando e tocando até 1991, quando o casal tirou um hiato de quatro anos para retornar com o álbum “A Marca da Zorra” e abrir os shows nacionais dos Rollings Stones. Numa vida digna de estrela do rock, Rita Lee caiu da varanda de seu sítio sob efeito de remédios em 1996. Na ocasião, ela quebrou o recôndito maxilar. Segundo o “Fantástico”, a cantora só conseguiu largar o álcool e as drogas em janeiro de 2006. Em 2001, Rita Lee ganhou um Grammy Latino de Melhor Álbum de Rock em Língua Portuguesa com o disco “3001”. Nos anos seguintes, ela recebeu mais cinco indicações e, em 2022, venceu o prêmio de Excelência Musical pelo conjunto da obra. A cantora anunciou que deixaria de fazer shows por causa da fragilidade física em 2012. Na mesma época, Rita se tornou usuária do Twitter e informou que não estava se aposentando da música. Para provar, lançou um álbum no mesmo ano, “Reza”, saiu em abril de 2012. A faixa-título foi descrita pela cantora como uma “reza de proteção de invejas, raivas e pragas”. Mas este acabou sendo seu último álbum de estúdio. Ao todo, Rita Lee gravou 40 álbuns, sendo apenas 6 com os Mutantes – dois deles, como artista “solo”. Em 2016, a artista lançou sua primeira autobiografia com revelações intensas, como caso de abuso sexual infantil, luta contra o alcoolismo e até expulsão dos Mutantes. O livro se tornou um sucesso de vendas. No mês passado, Rita Lee anunciou mais uma autobiografia, escrita pelo jornalista Guilherme Samora, com detalhes sobre o câncer de pulmão que ela enfrentava há dois anos. A cantora passou por tratamentos de imunoterapia e radioterapia, e chegou a ser considerada curada da doença em abril de 2022. “Achei que nada mais tão digno de nota pudesse acontecer em minha vidinha besta. Mas é aquela velha história: enquanto a gente faz planos e acha que sabe de alguma coisa, Deus dá uma risadinha sarcástica”, disse a artista. Rita Lee deixa três filhos, Roberto, João e Antônio.
Aos 73 anos, Angela Ro Ro cancela shows por motivos de saúde
A cantora Angela Ro Ro teve que cancelar seu retorno triunfal aos palcos após ser internada para a realização de exames. A notícia foi descoberta pela colunista Mariana Morais. A saúde da artista de 73 anos impossibilitou a realização do espetáculo “Cheia de Amor pra Dar”, que conta histórias de sua carreira e a origem da música “Malandragem”, composta por Cazuza e Frejat. Segundo as informações, o evento estava marcado para acontecer na próxima sexta-feira (12/5), no palco do Teatro Rival, no Rio de Janeiro. “O show de Angela Ro Ro remarcado para o dia 12 de maio está cancelado por motivos de saúde da artista. Esperamos que ela se restabeleça prontamente, e o público compreenda a situação”, comunicou o Teatro Rival. “Agradecemos a compreensão e temos certeza de que logo nossa querida Angela Ro Ro estará bem de saúde e poderá nos dar muitas alegrias com seus incríveis shows”, concluiu. Até o momento, a assessoria de Angela Ro Ro não se pronunciou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Teatro Rival (@teatro.rival)
Lulu Santos será homenageado no Multishow e Globoplay em seus 70 anos
Prestes a completar 70 anos na próxima quinta, dia 4 de maio, o cantor e compositor Lulu Santos será homenageado em seu aniversário no Multishow e Globoplay. O show “Barítono: Lulu 70 Anos” será transmitido pelo canal e pelo streaming às 21h, com sinal aberto para não assinantes. Além disso, o artista será celebrado na Globo durante o programa “Altas Horas” do dia 6, com a exibição dos melhores momentos da apresentação. O show que abre sua turnê será realizado para amigos e convidados, e disponibilizado ao vivo para o público pelos canais citados. Nas redes sociais, ele já compartilhou as datas e locais dos próximos shows, que vão ocorrer no Brasil e nos Estados Unidos até novembro. A transmissão do primeiro show pelo Multishow e Globoplay será comandada por Fátima Bernandes, colega de Lulu no “The Voice Brasil”. Ícone da música pop e rock do Brasil, Lulu nasceu em 1953 e começou a carreira nos anos 1970, na banda Vímana, junto com Ritchie e Lobão. E deslanchou na década seguinte em sua carreira solo, com hits atemporais como “Como uma Onda”, “Toda Forma de Amor”, “Um Certo Alguém” e “Tempos Modernos”. Em sua trajetória, trabalhou com outros ídolos da música, como Rita Lee, Cássia Eller e Titãs. Nos últimos anos, o artista tem se destacado também como técnico do reality musical “The Voice Brasil” e por ser uma voz do movimento LGBTQIA+, sendo casado desde 2019 com Clebson Teixeira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por £uX (@lulusantosoficial)
Marvvila vai lançar música com referência à sua sorte no BBB 23
A cantora Marvvila anunciou que vai lançar seu próximo trabalho musical na sexta-feira (28/4). A canção intitulada “Sextei” terá momentos de alusão à passagem da pagodeira no “BBB 23”. Na prévia do clipe, Marvvila interpreta uma mulher do subúrbio que acorda cedo para trabalhar. Como o próprio título já diz, ela aproveita os momentos de glória nas sextas-feiras. Repleto de cores, o vídeo de bastidores demonstra a mais pura energia brasileira e até esboça alguns momentos de sorte da personagem, numa clara alusão ao sucesso de Marvvila nas disputas da prova Bate-Volta do reality show. “Estava com muita saudade de cantar e de curtir uma roda de samba. Essa música traz esse clima de descontração que é a minha cara. Tenho certeza que o público vai gostar bastante”, revelou a cantora, que gravou a faixa e o clipe nesta semana. Além do single, Marvvila anunciou turnê em Portugal, estreia nas passarelas no São Paulo Fashion Week e até foi confirmada como atração do festival The Town. Veja abaixo um trechinho do novo sucesso da pagodeira e o vídeo em que ela revela as novidades da carreira durante participação na premiação da Rede BBB aos melhores do “BBB 23”. Gravação do clipe novo da Marvvila “sextei”, que estreia nessa sexta. Já vamos ter um pagodinho novo pra curtir no fim de semana #BBB23 pic.twitter.com/uD7Hq1jUW1 — Vai Desmaiar (@vaidesmaiar) April 26, 2023 Será que a pagodeira tá cheia de novidades? #PrêmiogshowRedeBBB #TeamMarvvila pic.twitter.com/q6SeGe8ywf — MARVVILA 🥁 (@marvvila) April 26, 2023











