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  • Etc,  Filme

    Michel Subor (1935–2022)

    18 de janeiro de 2022 /

    O ator Michel Subor, que ganhou fama internacional por sua atuação no longa “O Pequeno Soldado” (1963), de Jean-Luc Godard, morreu na segunda-feira (17/1) em um hospital francês após sofrer um acidente de carro. Ele tinha 86 anos. A notícia da morte foi comunicada pela diretora Claire Denis em seu Instagram. Subor e Denis colaboraram quatro vezes nas últimas décadas. “Michel Subor, o grande soldado está morto”, ela escreveu. Nascido Mischa Subotzki em Paris, Subor era filho de imigrantes que fugiram da União Soviética alguns anos antes. Sua carreira começou com pequenos papéis nos anos 1950, até ser escalado como protagonista da comédia sexual “Torneio de Amor” (1961), de Roger Vadim, contracenando com Brigitte Bardot. Ele começou sua relação com Godard um pouco antes, com o papel-título de “O Pequeno Soldado”. Mas o filme enfrentou controvérsia por retratar o uso de tortura pelas forças francesas na Revolução Argelina e ficou proibido de entrar em cartaz por três anos. Embora filmado em 1960, logo após a estreia de Godard, acabou sendo o quarto lançamento do diretor, liberado em 1963. Na trama, Subor interpretava Bruno Forestier, um jovem que deserta do exército francês e se envolve na espionagem da Guerra da Argélia, apesar de não ter convicções políticas sérias. Enquanto o filme estava engavetado, o ator ainda assumiu o papel de narrador do clássico “Jules e Jim – Uma Mulher para Dois” (1962), de François Truffaut. Depois de sua aventura na nouvelle vague, Subor foi para Hollywood, aparecendo em “Que é que Há, Gatinha?” (1965), escrito e estrelado por Woody Allen, e ainda integrou o elenco de duas superproduções de espionagem dirigidas por grandes mestres: “Topázio” (1969), de Alfred Hitchcock, e “O Dia do Chacal” (1973), de Fred Zinnemann. Voltando-se a produções televisivas nos anos seguintes, ele acabou aceitando o convite de Claire Denis para retomar seu personagem de “O Pequeno Soldado” em “O Bom Trabalho” (1999), sequência não oficial do clássico de Godard, que iniciou uma revitalização em sua carreira. Ele atuou em três outros filmes da diretora: “O Intruso” (2004), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013), seu último trabalho de cinema.

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  • Etc,  Filme

    Yvette Mimieux (1942-2022)

    18 de janeiro de 2022 /

    A atriz Yvette Mimieux faleceu enquanto dormia em sua casa na manhã desta terça (18/1). Ela tinha acabado de completar 80 anos em 10 de janeiro. Apesar do nome afrancesado, a atriz era natural da Califórnia, filha de pai francês e mãe mexicana. Seu nome tampouco era pseudônimo. Ela foi batizada como Yvette Carmen Mimieux. Ela é mais lembrada por seu primeiro papel no cinema, no clássico sci-fi “A Máquina do Tempo” (1960): Weena, uma jovem do futuro, que vivia uma vida idílica sem saber que não passava de gado para mutantes canibais, chamados de morlocks. A versão dirigida por George Pal e estrelada por Rod Taylor como viajante do tempo é até hoje considerada a melhor adaptação da obra do escritor HG Wells. O sucesso do filme a transformou numa das loiras platinas mais conhecidas dos anos 1960. Em dez anos, ela estrelou nada menos que 17 filmes, entre eles um punhado de clássicos, como “Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse” (1962), de Vincent Minnelli, “O Mundo Maravilhoso dos Irmãos Grimm” (1962), em que voltou a trabalhar com George Pal, “Na Voragem das Paixões” (1963), de George Roy Hill, e “Os Mercenários” (1968), de Jack Cardiff, em que repetiu a parceria com Rod Taylor. Em 1970, ela chegou a estrelar a série “The Most Deadly Game”, mas não ficou muito tempo na TV. Dois anos depois, voltou aos cinemas com o thriller “Vôo 502: Em Perigo” (1972). Nesta fase, ainda participou de novas produções de ficção científica, como “O Fator Netuno” (1973) e “O Abismo Negro” (1979), a resposta da Disney a “Star Wars”. Seus últimos trabalhos foram telefilmes, alguns dos quais ela também escreveu, como “Hit Lady” (1972), em que deu vida a uma assassina profissional, e “Obsessão Fatal” (1984), em que tem uma relação obsessiva com seu ídolo de novela. Ao largar a atuação nos anos 1990, ela passou a viajar e atuar no mercado imobiliário. Mimieux foi casada três vezes, incluindo com o famoso diretor Stanley Donen (“Cantando na Chuva”), mas não teve filhos.

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  • Etc,  Filme

    Jamie Auld (1995-2022)

    17 de janeiro de 2022 /

    A atriz Jamie Auld, que interpretou a cantora Madonna no documentário “Madonna and the Breakfast Club”, morreu aos 26 anos. A morte foi anunciada pelo diretor da obra, Guy Guido, em publicação no Instagram, sem revelar a casa da morte. “Descanse em paz, minha linda amiga Jamie. Meu coração está quebrado. Você foi um anjo na terra e sou eternamente grato por tê-la conhecido. Nossos caminhos foram feitos para se cruzar nesta vida e eu nunca vou te esquecer”, ele escreveu. Nascida em Pasadena, na Califórnia (EUA), Jamie Auld foi “descoberta” por Guy Guido enquanto trabalhava em uma loja de Nova York. O diretor ficou impressionado com a semelhança dela com Madonna e a escalou no documentário que traça o começo da carreira da cantora numa banda de rock no final dos anos 1970. Muita gente não sabe, mas Madonna tocava guitarra e bateria antes de se tornar conhecida como cantora, e o filme aborda este período. Lançado em 2019, “Madonna and the Breakfast Club” não teve distribuição no Brasil. Veja o trailer abaixo.

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  • Etc,  Série,  TV

    Françoise Forton (1957–2022)

    17 de janeiro de 2022 /

    A atriz Françoise Forton morreu no domingo (16/12), no Rio de Janeiro, aos 64 anos. Estrela de novelas que marcaram época, ela estava em tratamento contra um câncer. Ela iniciou a carreira aos 13 anos, no filme “Marcelo Zona Sul” (1970), e entrou na Globo aos 16, aparecendo em um episódio da versão original de “A Grande Família”, em 1973, interpretando a namorada de Tuco (Luiz Armando Queiroz). Ela seguiu na televisão com a novela “Fogo sobre Terra” em 1974, interpretando a rebelde Estrada-de-Fogo, seu primeiro de muitos papéis importantes nas telenovelas da emissora. Em 1975, protagonizou “Cuca Legal” como Virgínia, uma das três mulheres de Mário Barroso (Francisco Cuoco), emendando o papel com a ativista Mariana, que lutava pelos direitos da mulheres na novela das dez “O Grito”. No mesmo ano, fez dois filmes da era da pornochanchada, “Relatório de Um Homem Casado” (1974) e “O Sósia da Morte” (1975). Tinha 18 quando o último foi lançado, estampando sua nudez no pôster. Seu papel mais famoso de mocinha veio no ano seguinte, 1976, quando protagonizou “Estúpido Cupido”, novela ambientada nos anos 1960. Sua personagem era Maria Tereza, uma moça sonhadora que desejava sair da pequena Albuquerque para ser eleita Miss Brasil. Porém, o namorado João (Ricardo Blat), aspirante a jornalista, morre de ciúmes e pretende se casar com ela, colocando-se como empecilho a seus planos. Foi um fenômeno de audiência. Mas após o fim da novela ela passou sete anos afastada da televisão, voltando só em 1983 na Rede Bandeirantes, onde fez a novela “Sabor de Mel” e a série “Casa de Irene”. Forton retornou à Globo em 1988 na novela “Bebê a Bordo”, em que interpretou a sensual Glória, e se destacou no ano seguinte em outro sucesso, “Tieta”, como a vilã Helena, esposa de Ascânio (Reginaldo Faria). Ainda atuou em “Meu Bem, Meu Mal” (1990), foi uma das “Perigosas Peruas” (1992), integrou “Sonho Meu” (1993), “Quatro por Quatro” (1994) e teve seu grande destaque como vilã em “Explode Coração”, a primeira telenovela a ser gravada no Projac, na pele de Eugênia Avelar, mulher requintada e fria, apaixonada pelo protagonista Júlio (Edson Celulari). A lista de novelas de sua segunda passagem pela Globo também inclui “Anjo de Mim” (1996), “Por Amor” (1997), “Uga Uga” (2000), “O Clone” (2001) e “Kubanacan” (2003). Depois de viver a fútil Concheta, a atriz passou a trabalhar no SBT, onde estrelou dois remakes de novelas mexicanas, “Seus Olhos” (2004) e “Os Ricos Também Choram” (2005). Em seguida, assinou contrato com a Rede Record, onde permaneceu até o ano de 2011, participando de “Luz do Sol” (2007), “Caminhos do Coração” (2008), “Os Mutantes” (2008) e “Ribeirão do Tempo” (2010). No mesmo ano, filmou “Leo e Bia”, filme do cantor Oswaldo Montenegro. E em seguida voltou à Globo, fazendo participações em “Amor à Vida” (2013), “I Love Paraisópolis” (2015) e “Tempo de Amar” (2017). Seus últimos trabalhos foram bastante diversificados: a série “Prata da Casa” (2017) na Fox, o filme sertanejo “Coração de Cowboy” (2018) e a novela “Amor sem Igual” (2019), da Record.

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  • Etc

    Alec Baldwin entrega celular em meio às investigações da morte de Halyna Hutchins

    14 de janeiro de 2022 /

    O ator Alec Baldwin entregou nesta sexta (14/1) seu celular às autoridades, em meio às investigações da morte trágica da diretora de fotografia Halyna Hutchins, atingida acidentalmente por uma bala disparada pelo ator no set do filme “Rust”. Ele entregou o aparelho para o Gabinete do Xerife do Condado de Santa Fe, que apresentou um mandado de busca e apreensão em 16 de dezembro. A demora chegou a incomodar as autoridades, que buscaram envolver a promotoria. Baldwin, por sua vez, publicou um vídeo no fim de semana para reafirmar que estava cooperando com a investigação. O advogado do ator, Aaron Dyer, disse em um comunicado nesta sexta: “Alec voluntariamente forneceu seu telefone às autoridades esta manhã para que elas possam terminar sua investigação e não há respostas em seu telefone”. “Alec não fez nada de errado. Está claro que ele foi informado de que era uma arma fria e estava seguindo as instruções quando esse trágico acidente ocorreu. A verdadeira questão que precisa ser respondida é como as balas reais chegaram ao set em primeiro lugar”, acrescentou.

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  • Etc

    Bob Saget morreu enquanto dormia

    12 de janeiro de 2022 /

    O ator Bob Saget morreu enquanto dormia e “sem sofrimento”, publicou o site TMZ nesta quarta (12/1), citando fontes da investigação sobre a causa da morte do astro da série “Três É Demais”. Saget foi encontrado morto no quarto de um hotel em Orlando, no estado americano da Flórida. Ele estava hospedado no Hotel Ritz-Carlton e foi encontrado sem vida na cama por um segurança. O TMZ apurou que o corpo estava encolhido e coberto, quando o segurança entrou no quarto com as luzes apagadas e o encontrou. Antes de ir dormir, Bob Saget falou com a mulher. Contudo, ela percebeu a demora de uma nova ligação ao longo do dia e ficou preocupada, ligando para o hotel e pedindo informações. Saget deveria estar voando de volta para Los Angeles naquela hora. A causa oficial da morte ainda está sendo investigada e a conclusão oficial só deve ser divulgada em março. Na segunda (10/1), a necropsia do ator foi concluída e o laudo preliminar descartou overdose ou crime. “Uma necropsia foi realizada nesta manhã em Robert Lane Saget. O sr. Saget é um homem de 65 anos, que foi encontrado inconsciente em seu quarto de hotel. Neste momento, não há evidências de uso de drogas ou de algum ato ilegal”, afirmou o legista do condado de Orange, Joshua Stephany, em comunicado oficial. Saget era mundialmente conhecido por interpretar Danny Tanner, na série “Três é Demais”, papel que ele repetiu na continuação “Fuller House”, na Netflix. Ele também teve papel importante na série “How I Met Your Mother”, sem nunca ter aparecido nos episódios. Saget era a voz de Ted Mosby, o protagonista da atração, que narrava a história de todos os episódios para seus dois filhos.

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  • Filme

    Elenco de “Três É Demais” homenageia Bob Saget

    10 de janeiro de 2022 /

    O falecimento de Bob Saget, encontrado morto durante a noite de domingo (10/1) em um quarto de hotel em Orlando, pegou amigos e colegas de surpresa. Protagonista da série clássica “Três É Demais” (Full House), ele foi lembrado com carinho pelo meio artístico nesta segunda-feira (10/1), especialmente pelos colegas de sua série mais famosa. “Eu escrevi o papel de Danny Tanner para meu amigo Bob Saget”, mencionou Jeff Franklin, criador de “Três É Demais” e “Fuller House”, em sua conta no Instagram. “O personagem era gentil, genuíno, neurótico, um pouco nerd, um homem que abraçava, tinha um coração de ouro e era carinhosamente engraçado. Mas esse era Bob. O charme e a capacidade de amor de Bob foi a razão pela qual as pessoas abraçaram Danny Tanner. Foi uma grande honra ser irmão de Bob por 42 anos. Ícone da comédia e ser humano excepcional. Seu espírito e seu trabalho viverão para sempre”. John Stamos, que interpretou um dos melhores amigos de Saget em “Três É Demais”, não encontrou tantas palavras, dizendo-se destruído com a morte daquele que também era um de seus melhores amigos fora das telas. “Estou arrasado. Eu estou destruído. Estou em choque total. Nunca terei outro amigo como ele. Eu te amo muito Bobby”, escreveu nas redes sociais. Dave Coulier, o outro melhor amigo do personagem de Saget em “Três É Demais”, falou ainda menos, postando uma foto de mãos dadas com o ator. “Nunca vou deixar você ir”, ele escreveu ao lado da imagem. As gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen, que ficaram mundialmente conhecidas em “Três É Demais”, dividindo o papel de uma das filhas de Saget entre 1987 e 1995, emitiram um comunicado para a imprensa, onde exaltaram seu antigo “pai” televisivo: “Bob era o homem mais amável, cheio de compaixão e generoso. Estamos profundamente tristes que ele não esteja mais conosco, mas sabemos que ele continuará ao nosso lado nos guiando graciosamente, como sempre fez. Nossos pensamentos estão com suas filhas, esposa e família, e estamos mandando nossas condolências.” A atriz Candace Cameron Bure, que viveu a filha mais velha de Saget em “Três É Demais” e repetiu o papel na sequência “Fuller House”, da Netflix, demonstrou seu choque em dois tuítes. No primeiro disse não saber o que dizer: “Não tenho palavras. Bob foi um dos melhores seres humanos que conheci em toda a minha vida. Eu o amava tanto”. Em seguida, voltou a expressar a dor da perda: “Eu não quero dizer adeus”. A filha do meio de “Três É Demais” e “Fuller House”, Jodie Sweetin manifestou-se no mesmo tom chocado: “Não há palavras suficientes para expressar o que estou sentindo hoje. Nem são grandes o suficiente para definir uma fatia de quem ele era. Uma coisa que eu sei é que nunca perdemos a chance de dizer um ao outro: “Eu te amo”. Toda vez que conversávamos… ele geralmente tinha que ter a última palavra, “Eu te amo mais…'” Andrea Barber, que também fazia parte do elenco mirim original de “Três É Demais” e virou coprotagonista de “Fuller House”, também se emocionou com um post no Instagram: “Esta perda doeu. Ele tinha o maior coração de qualquer pessoa em Hollywood. Ele deu os maiores abraços. Estou arrasada por nunca mais ser capaz de abraçá-lo novamente. Bob terminava cada texto, cada interação com “Eu te amo”. Não importava quanto tempo estivéssemos separados. Ele amava tão profundamente e ferozmente. E ele nunca hesitou em dizer o quanto você significava para ele. Esta é a maior lição que aprendi com Bob Saget – não hesite em dizer às pessoas que você as ama. Sinto-me em paz sabendo que Bob sabia exatamente o quanto eu o adoro”. Scott Weinger, intérprete de Steve Hale nas duas séries, o descreveu como mais que um amigo, um verdadeiro irmão. No fim do dia, o elenco inteiro de “Três É Demais” se juntou para compartilhar um post coletivo de despedida: “Trinta e cinco anos atrás, nos reunimos como uma família de TV, mas nos tornamos uma família de verdade. E agora sofremos como uma família. Bob nos fez rir até chorar. Agora nossas lágrimas fluem de tristeza, mas também de gratidão por todas as belas lembranças de nosso doce, gentil, hilário e querido Bob. Ele era um irmão para nós, os caras, um pai para nós, as meninas e um amigo para todos. Bob, nós te amamos muito. Pedimos em homenagem ao Bob, abrace as pessoas que você ama. Ninguém deu abraços melhores do que Bob”. Assinam John Stamos, Dave Coulier, Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin, Ashley e Mary-Kate Olsen, Andrea Barber, além de Lori Loughlin, que está sem redes sociais desde o escândalo da universidade das filhas, e o criador da série Jeff Franklin. Além dessas mensagens, vários outros artistas se manifestaram. Nem todos conheciam Saget pessoalmente. Outros trabalharam com ele em outras séries, como Kat Dennings, que recentemente esteve em “WandaVision” e foi uma das filhas televisivas do ator na sitcom “Raising Dad”. “Eu simplesmente não consigo acreditar. Que cara maravilhoso. Ele sempre se esforçava para me deixar confortável e falava sem parar sobre seus filhos. Que perda”, escreveu a atriz. I am broken. I am gutted. I am in complete and utter shock. I will never ever have another friend like him. I love you so much Bobby. — John Stamos (@JohnStamos) January 10, 2022 I don’t know what to say 💔. I have no words. Bob was one of the best humans beings I’ve ever known in my life. I loved him so much. — Candace Cameron Bure (@candacecbure) January 10, 2022 I love you sooooo much. I don’t want to say goodbye 💔. 35 years wasn’t long enough. https://t.co/QIN2pE41FL — Candace Cameron Bure (@candacecbure) January 10, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Franklin (@fullerhouseguy) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jodie Sweetin (@jodiesweetin) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Andrea Barber (@andreabarber) Bob Saget was more than a friend. He was a big brother to me. Nobody ever made me laugh harder, the kind of laughter where your ribs are sore the next day. He was also a wonderful human being who never missed a chance to say "I love you" to the people he cared about. 💔 — Scott Weinger (@ScottWeinger) January 10, 2022 Bob was a passionate supporter of the Scleroderma Research Foundation, and fought hard to find a cure for the disease that took his sister. In his memory, please consider making a donation today. @srfcure https://t.co/N8ySggGHUU — Scott Weinger (@ScottWeinger) January 10, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Candace Cameron Bure (@candacecbure) I just can’t believe it. What a wonderful guy. He always went out of his way to make me comfortable and talked nonstop about his kids. Such a loss 💔 pic.twitter.com/Yr6C3R4lEW — Kat Dennings (@OfficialKat) January 10, 2022

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  • Etc

    Betty White morreu após sofrer AVC

    10 de janeiro de 2022 /

    A morte de Betty White foi causada por um derrame que ela sofreu seis dias antes de morrer, de acordo com seu atestado de óbito. No atestado, obtido pelo site TMZ, a causa imediata da morte de White está listada como um acidente vascular cerebral, também conhecido como AVC. Também é observado no certificado que o derrame ocorreu seis dias antes de White morrer em 31 de dezembro. A estrela das séries clássicas “Supergatas” e “Mary Tyler Moore” morreu poucas semanas antes de seu aniversário de 100 anos, que seria em 17 de janeiro. O agente e amigo íntimo de White, Jeff Witjas, disse em comunicado que ela não estava doente e foi muito cautelosa durante a pandemia de covid-19. “Mesmo que Betty estivesse prestes a completar 100 anos, pensei que ela viveria para sempre”, ele afirmou. A morte de White provocou uma enxurrada de homenagens da comunidade de Hollywood, com muitos celebrando seu bom-humor, determinação e bondade, incluindo sua causa favorita: a defesa dos animais.

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  • Etc,  TV

    Batoré (1960-2022)

    10 de janeiro de 2022 /

    O ator e humorista Ivan Gomes, que adotou o nome artístico de Batoré, seu personagem mais conhecido, morreu nesta segunda-feira (10/1) em São Paulo, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Pirituba, Zona Norte da capital. Ele tinha 61 anos e estava com câncer. “As informações médicas foram repassadas à família e a Secretaria Municipal de Saúde lamenta o ocorrido”, diz nota da Prefeitura. Ivanildo Gomes Nogueira nasceu em Serra Talhada, em Pernambuco, e se mudou para São Paulo ainda criança. Antes de se tornar ator, jogou futebol nas categorias de base em times paulistas. Suas primeiras aparições na TV foram no programa “Show de Calouros”, do apresentador Silvio Santos, na década de 1980, mas ele só se tornou conhecido ao integrar o elenco do programa “A Praça É Nossa” na década de 1990 com o personagem Batoré. Com seu principal personagem, tornou-se um dos destaques do programa do SBT durante os anos 1990, lembrado até hoje por um de seus bordões mais conhecidos: “Ah, pára ô!”, “Você pensa que é bonito ser feio?” e “Você é forgaaado!”. Com humor escrachado, Batoré zombava da própria feiura e pobreza, além de citar sempre a cidade Mauá, no interior de São Paulo. Após 13 anos de SBT, foi dispensado como forma de contenção de gastos, durante uma crise financeira da emissora. Acabou contratado pela rede Globo em 2019 e até atuou numa novela, interpretou o delegado Queiroz em “Velho Chico”. Ele ainda foi governador na série “Cine Holliúdy” e mais recentemente o prefeito de “Exterminadores do Além”, no SBT. Batoré também foi vereador de verdade em Mauá, a cidade de Batoré e onde realmente vivia, por dois mandatos pelo PP.

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  • Etc,  Série

    Bob Saget (1956–2022)

    10 de janeiro de 2022 /

    O ator e comediante Bob Saget, conhecido por sua atuação na série “Três É Demais”, foi encontrado morto no domingo (9/1) em um quarto de hotel em Orlando, na Flórida. Ele tinha 65 anos. O departamento do Xerife afirmou que respondeu a um chamado em relação a um “homem que não reagia”, e que foi declarado morto no local. Detetives não encontraram sinais de crime ou drogas. Saget começou a carreira com uma pequena participação na comédia “O Jovem Lobisomem”, em 1981. Mas apesar de algumas aparições no cinema e na TV, só foi se destacar ao assumir o papel principal de “Três É Demais” (Full House), que ficou no ar por nada menos que oito temporadas, entre 1987 e 1995. Na trama, ele viveu Danny Tanner, pai de três garotas, que ao ficar viúvo passava a contar com a ajuda de seus dois melhores amigos solteirões para criá-las. Os amigos eram vividos por John Stamos e Dave Coulier, enquanto as meninas foram interpretadas por Candace Cameron Bure, Jodie Sweetin e as gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen em um papel compartilhado. A série acabou ganhando continuação na Netflix em 2016. Batizada de “Fuller House”, a sequência contava praticamente a mesma história, só que vivida por uma das crianças da série original. Viúva recente e mãe de três filhos, D.J. (Candace Cameron Bure) passava a ter ajuda da irmã roqueira Stephanie (Jodie Sweetin) e da melhor amiga Kimmy (Andrea Barber). Com cinco temporadas, “Fuller House” ficou no ar até 2020 e também contou com participações dos adultos originais de “Três É Demais”, especialmente Bob Saget, o pai de D.J., que depois de uma década continuava amigo dos personagens de Dave Coulier e John Stamos. Entre as duas produções, ele ainda participou da comédia “Debi & Lóide 2: Quando Debi Conheceu Lóide” (2003) e de algumas séries, com destaque para “Entourage” (2005-2010), onde teve papel recorrente como ele mesmo, situação que acabou se repetindo no filme derivado da atração da HBO em 2015 . Ele também teve um papel importante em “How I Met Your Mother” (2005-2014) como narrador dos episódios. Embora nunca tenha aparecido na série, Saget foi ouvido em cada um dos capítulos como a versão madura de Ted Mosby (Josh Radnor), que contava a longa história de como conheceu a esposa para os filhos. Além dos trabalhos como ator de TV e cinema, Saget teve longa carreira como comediante de stand-up, e ao final de “Fuller House” ainda passou a apresentar um podcast, “Bob Saget’s Here for You”.

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  • Etc,  Série

    Dwayne Hickman (1934–2022)

    9 de janeiro de 2022 /

    O ator Dwayne Hickman, que estrelou a sitcom juvenil “The Many Loves of Dobie Gillis” nos anos 1960, morreu na manhã deste domingo (9/1) em sua casa em Los Angeles devido a complicações da doença de Parkinson. Ele tinha 87 anos. Hickman começou a carreira como ator mirim nos anos 1940. Trabalhando em Hollywood desde os seis anos de idade, ele chegou a coadjuvar em quatro filmes do cachorro Rusty a partir de “Fidelidade” (1946), além de ter figurado em clássicos como “O Menino de Cabelos Verdes” (1948) e “Monstro de um Mundo Perdido” (1949). Mas só foi se destacar ao virar adolescente e migrar para a televisão. Uma de suas figurações aconteceu em “Somente o Céu Sabe” (1947), ao lado do comediante Bob Cummings. E mesmo sem receber créditos no filme, ele acabou causando uma boa impressão no protagonista, que lembrou dele e o convidou a viver seu sobrinho, o adolescente Chuck, em sua primeira série, “The Bob Cummings Show”. Foi o primeiro papel importante de Hickman, que durou cinco temporadas entre 1955 e 1959. Ele emendou este desempenho com seu papel mais lembrado, vivendo o personagem-título de “The Many Loves of Dobie Gillis” por quatro temporadas, de 1959 a 1963. A comédia romântica entrou para a história da TV por ter sido a primeira série focada no universo dos adolescentes. Até então, nenhuma produção televisiva tinha esse foco, apresentando adolescentes apenas como coadjuvantes de tramas centradas em suas famílias, como “Papai Sabe Tudo” e “Leave It to Beaver”. “Dobie Gillis” também inovou ao incorporar elementos da cultura juvenil de sua época, particularmente a Geração Beat, apresentando uma versão estereotipada de “beatnik”, vivido por Bob Denver (futuro astro de “A Ilha dos Birutas”) como melhor amigo do protagonista. O elenco também incluía a futura estrela da Disney Tuesday Weld e o futuro astro de Hollywood Warren Beatty. O sucesso da série projetou o jovem ator, que passou a estrelar vários filmes nos anos 1960, entre eles a comédia de western “Dívida de Sangue” (Cat Ballou, 1965) ao lado de Jane Fonda e alguns títulos da Turma da Praia, incluindo “Como Rechear um Biquini” (1965), “Festa no Gelo” (1965) e “A Máquina de Fazer Bikini” (1965). Mas a carreira cinematográfica não foi duradoura. Seu estilo de bom moço se tornou antiquado em meio à chegada dos hippies e a radicalização política da década, e depois de “Doutor, O Sr. Está Brincando!” (1967), com Sandra Dee, ele acabou perdendo espaço nas telas. Anos depois, Hickman disse que a busca de uma namorada por Dobie Gills, tema recorrente dos episódios de sua série, representou “o fim da inocência dos anos 1950 antes da revolução dos anos 1960 que se aproximava”. A partir do final da década, ele iniciou uma rotina de convidado em séries, aparecendo em episódios de atrações tão diferentes quanto “A Noviça Voadora” e “Kolchak e os Demônios da Noite”. Sem nunca mais recuperar a popularidade, Hickman ainda aproveitou-se da nostalgia gerada pelo fenômeno televisivo de “Happy Days” nos anos 1970 para resgatar “Dobie Gills” em duas oportunidades. Ele participou de um especial de reunião do elenco, “Whatever Happened to Dobie Gillis?”, em 1977, e estrelou um telefilme sobre o destino do personagem, “Bring Me the Head of Dobie Gillis”, em que apareceu como um pai de família, casado com a garota que o perseguia na escola, Zelda Gilroy (Sheila James Kuehl). No final de sua carreira, ele ainda coadjuvou a comédia “Os Estragos de Sábado à Noite” (1998), com Will Ferrell, e teve participação recorrente na série “As Patricinhas de Beverly Hills” (Clueless, 1996–1999). Hickman casou-se com a atriz Joan Roberts (da série “A Recruta Benjamin”) em 1983, teve um filho e nos últimos anos dedicava-se à pintura.

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  • Filme,  Música

    Marilyn Bergman (1929–2022)

    8 de janeiro de 2022 /

    A compositora Marilyn Bergman, vencedoras de três estatuetas do Oscar, morreu neste sábado (8/1) aos 93 anos, vítima de uma parada respiratória não relacionada à covid-19. Ao lado do marido Alan Bergman, com quem colaborou por décadas, ela conquistou o Oscar pela composição das canções “The Windmills of Your Mind”, do filme “Crown, o Magnífico” (1968), e “The Way We Were”, sucesso musical de “Nosso Amor de Ontem” (1973). O terceiro Oscar foi pela trilha sonora de “Yentl” (1983). Ao todo, o casal recebeu 16 indicações ao prêmio da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas do EUA, entre 1968 e 1990 – a última foi por “Moonlight”, do remake de “Sabrina”. Já o primeiro trabalho de Marilyn, por coincidência, foi a letra da música-tema do filme “No Calor da Noite” (1967), estrelado por Sidney Poitier, que morreu na sexta-feira (7/1). Marilyn e Alan Bergman também trabalharam, ao longo da carreira, com artistas como Neil Diamond (“You Don’t Bring Me Flowers”), Quincy Jones (“The World Goes On), o brasileiro Sergio Mendes (“Look Around”) e Barbra Streisand, para quem compuseram a oscarizada “The Way We Were” e as músicas de “Yentl” (três delas indicadas individualmente ao Oscar), além de terem roteirizado um especial televisivo de 1995, “Barbra: The Concert”. Em suas redes sociais, Streisand descreveu os Bergman como parte de sua família. “Nós nos conhecemos há mais de 60 anos nos bastidores de uma pequena boate, e nunca paramos de nos amar e de trabalhar juntos. Suas canções são atemporais, e nosso amor também”, ela escreveu. Lembre abaixo as músicas do casal que venceram o Oscar de Melhor Canção Original.

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  • Filme

    Sidney Poitier ganhará documentário na Apple TV+

    8 de janeiro de 2022 /

    A empresária Opha Winfrey está produzindo um novo documentário sobre Sidney Poitier, primeiro ator negro a vencer o Oscar, que faleceu na sexta-feira (7/1) aos 94 anos. Desenvolvido para a Apple TV+, o documentário terá direção do cineasta Reginald Hudlin (“Marshall: Igualdade e Justiça”). Segundo apurou o site da revista The Hollywood Reporter, o documentário já estava sendo realizado em segredo há mais de um ano, com participação do ator e de sua família. Celebrado como um dos maiores atores de todos os tempos e o mais importante ator negro da história de Hollywood, Poitier estrelou inúmeros clássicos, quase sempre denunciando o racismo, o que o tornou símbolo da luta pela igualdade racial nos EUA. Ele venceu o Oscar por seu trabalho menos “polêmico”, “Uma Voz nas Sombras” (1963), mas é mais lembrado por um trio de produções icônicas de 1967: “Adivinhe Quem vem para Jantar”, “Ao Mestre, com Carinho” e “No Calor da Noite”. Hudlin também está desenvolvendo outros dois filmes sobre a Hollywood negra para a AppleTV+: “Number One on the Call Sheet”, um sobre os protagonistas negros do cinema americano, que ele próprio dirigirá, e outro ainda sem título sobre as protagonistas negras, a ser dirigido por Shola Lynch (“Libertem Angela Davis”).

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