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  • Etc

    Vídeo anuncia transformação dos canais Fox em Star

    18 de janeiro de 2021 /

    A Disney divulgou o primeiro comercial da mudança do nome dos canais Fox para Star. O vídeo foi disponibilizado nesta segunda (18/1), um mês após a Walt Disney Company Latin America anunciar que a marca “Star” passará a ser usada para definir sua “oferta de entretenimento geral” na TV, até então apresentada sob a marca “Fox”. De acordo com um novo comunicado, “os canais Star continuarão o legado dos canais Fox”, mantendo a mesma programação de séries e filmes de diversos gêneros. “Séries como ‘Os Simpsons’, ‘The Walking Dead’ e produções de sucesso dos canais Fox continuarão na programação do Star”, diz o texto. A mudança do nome vai acontecer em fevereiro, em dia ainda não divulgado, e envolverá quatro canais da marca Fox. O Fox Channel passará a ser chamado de Star Channel, o Fox Life passará a ser chamado de Star Life, o Fox Premium 1 será Star Hits e o Fox Premium 2 será Star Hits 2. Já os canais FX e Fox Sports permanecerão com o mesmo nome – a Disney deve vender ou dissolver a marca Fox Sports. O conglomerado já tinha alterado as denominações de outras empresas da antiga 21st Century Fox, limando o nome Fox após concluir a compra dos ativos do magnata Rupert Murdoch e seus sócios acionistas – a 20th Century Fox virou 20th Century Studios, enquanto a Fox Searchligh se tornou Searchlight Studios, por exemplo. A alteração se tornou necessária porque Murdoch manteve a marca Fox nos canais de TV que não vendeu para a Disney, como a rede Fox e a Fox News, nos EUA. O novo nome dos canais Fox vem de outra propriedade adquirida pela Disney ao comprar a 21st Century Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana com atividades multimídias. O comunicado não aborda a plataforma de streaming Fox Play, mas ela vai virar Star Plus (Star+). O cronograma dessa mudança será diferenciado, pois a chegada da Star Plus está sendo anunciada para meados de 2021. A transformação também é mais complexa no streaming, já que deve incorporar as atrações da Hulu, a plataforma da Disney que, além de abrigar as séries dos antigos estúdios Fox e novidades do FX, também tem muito conteúdo exclusivo. Um anúncio específico sobre a plataforma digital deverá ser realizado em breve, junto com novos detalhes do serviço.

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  • Filme

    Na Mira do Perigo: Novo filme de ação de Liam Neeson lidera bilheterias nos EUA

    17 de janeiro de 2021 /

    “Na Mira do Perigo” (The Marksman), novo thriller de ação de Liam Neeson, liderou a bilheteria do fim de semana na América do Norte, onde 60% de todos os cinemas estão fechados. A produção da Open Road, que tem estreia marcada para 18 de fevereiro no Brasil, foi o segundo filme de Neeson lançado durante a pandemia. O anterior, “Legado Explosivo”, também abriu em 1º lugar em outubro passado. Curiosamente, ambos foram rejeitados pela crítica. “Na Mira do Perigo” conquistou apenas 33% de aprovação na média do Rotten Tomatoes. O chefe da Open Road, Tom Ortenberg, comemorou os US$ 3,2 milhões arrecadados pelo longa entre sexta e domingo (17/1), dizendo em comunicado que “é uma verdade universal que mesmo em um mercado deprimido existem oportunidades”. “Como ‘Legado Explosivo’, ‘Na Mira do Perigo’ preencheu uma lacuna no mercado. São distribuidores de médio porte como nós que conseguem preencher o vazio e atender às necessidades. Há uma grande sede de produto entre os consumidores e a oportunidade está aí. A competição é leve e podemos comercializar e distribuir filmes por menos dinheiro”. A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal/DreamWorks Animation, ficou com o 2º lugar, somando mais US$ 2 milhões para atingir US$ 40,1 milhões após oito fins de semana em cartaz. O desempenho é considerado um sucesso não apenas devido à pandemia, mas principalmente porque o filme já está disponível em PVOD (locação digital premium) nos EUA há quatro semanas. A boa arrecadação de “Os Croods 2” é, na verdade, mundial. Antes mesmo de estrear no Brasil, o desenho já somou US$ 134,8 milhões em todo o mundo. O lançamento nacional só vai acontecer em 25 de março. O Top 3 norte-americano provavelmente se completa com “Mulher-Maravilha 1984”, mas os valores dos ingressos vendidos ainda não foram divulgados pela Warner. O site Box Office Mojo especula que o filme tenha arrecadado US$ 1,9 milhão no fim de semana, elevando seu montante para US$ 36 milhões nos EUA e Canadá desde seu lançamento em 25 de dezembro. Em todo mundo, seriam US$ 135 milhões, bem menos que os cerca de US$ 200 milhões gastos na filmagem. Mas a Warner já anunciou uma continuação, dizendo-se feliz com o resultado do lançamento simultâneo em streaming. A heroína da DC Comics atraiu muitos assinantes novos para a HBO Max, mas esses números também estão sendo mantidos em segredo pela empresa.

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  • Filme

    Comercial da HBO Max torna filmes inéditos da Warner em atrações de streaming

    17 de janeiro de 2021 /

    A HBO Max divulgou um novo comercial, para atrair assinantes para a plataforma, que celebra a programação completa de filmes da Warner Bros. em 2021 como títulos que irá lançar em streaming, simultaneamente aos cinemas nos EUA – e em outros países em que começará a operar neste ano. A decisão polêmica da WarnerMedia azedou as relações do estúdio com os profissionais de cinema e vai cobrar um preço muito maior que os executivos da empresa imaginavam. Neste momento, a Warner realiza reuniões atrás de reuniões com os produtores dos filmes afetados, que não foram avisados antecipadamente sobre esta estratégia. E vai precisar compensar financeiramente todos os parceiros que possuem cláusulas de divisão de lucro de bilheterias pela iniciativa unilateral. Cineastas como Christopher Nolan e M. Night Shyamalan já falaram mal do estúdio publicamente. Nolan chegou a batizar a HBO Max de “pior serviço de streaming” do mundo e sugerir que a Warner traiu o cinema. Mas os cinemas estão inviabilizados pela pandemia de coronavírus. A Warner teria avaliado que 2021 será igual ou pior que 2020, com mais salas fechadas e bilheterias irrisórias. Diante da decisão de adiar tudo para 2022 ou lançar em streaming, optou pela segunda opção e manteve aberta a possibilidade de exibir os filmes nos cinemas que estiverem funcionando. Alguns filmes são caríssimos, como demonstram as primeiras cenas de “Godzilla vs. Kong” e as imagens inéditas de “O Esquadrão Suicida” exibidas no comercial. A lista também inclui “Duna”, “Mortal Kombat” e até “Matrix 4”, num total de 17 títulos previstos para 2021. “Estamos vivendo em uma época sem precedentes que exige soluções criativas, incluindo esta nova iniciativa para a Warner Bros. Pictures Group”, disse a presidente da WarnerMedia Studios, Ann Sarnoff, em comunicado. “Ninguém deseja mais que nós que os filmes voltem às telas grandes. Sabemos que conteúdo inédito é a força vital da exibição cinematográfica, mas temos que equilibrar isso com a realidade de que a maioria dos cinemas nos Estados Unidos provavelmente operará com capacidade reduzida ao longo de 2021. Com esse plano exclusivo de um ano, podemos apoiar nossos parceiros de exibição com um fluxo constante de filmes de nível mundial, ao mesmo tempo que damos aos espectadores, que podem não ter acesso aos cinemas ou não estão prontos para voltar ao cinema, a chance de ver nossos incríveis filmes de 2021.” A WarnerMedia tem planos de expandir o alcance da HBO Max para a América Latina (e o Brasil) já no começo de 2021, de modo que muitos dos 17 títulos de cinema previstos para 2021 também poderão ser vistos simultaneamente em streaming no país.

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  • Etc,  TV

    Netflix já é o segundo maior grupo de TV da Europa

    14 de janeiro de 2021 /

    A Netflix se tornou o segundo maior grupo de TV da Europa em receita financeira, de acordo com os dados apurados pela empresa de pesquisa Ampere Analysis. O mais impressionante dessa constatação é que a empresa de streaming chegou nesta posição sem recursos oriundos da publicidade. Em sua análise, a Ampere somou as receitas vindas da publicidade, de vídeos sob demanda, do financiamento público e de assinaturas. A Netflix somou sua fortuna apenas com assinaturas. A pesquisa observa que, desde seu lançamento em 2012, a plataforma americana cresceu rapidamente na Europa, tendo atingindo seu primeiro US$ 1 bilhão de arrecadação em 2016 e, um ano depois, passou a ter a maior contagem de clientes de qualquer negócio de TV por assinatura na Europa. Com uma participação de 6,1% na arrecadação total do mercado europeu, a Netflix ultrapassou a ARD, emissora pública alemã, que caiu para o 3º lugar, seguida pela rede britânica BBC (4,2%) e o Canal Plus francês (3,2%). Mas apesar do sucesso da plataforma, a Comcast, nova dona das operações europeias da rede de TV paga Sky, permanece líder, com uma participação de 12% em receita. Já a maior rival de streaming da Netflix no continente, a Amazon Prime Video, está na 13ª posição com 2% do mercado.

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  • Filme

    Warner passa a distribuir filmes da Universal no Brasil

    13 de janeiro de 2021 /

    O estúdio Universal Pictures vai transferir a distribuição de seus títulos para a Warner Bros., que recebeu autorização nesta semana do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) para incluir os filmes da antigo rival em suas atividades. Segundo o parecer do órgão, a Warner poderá distribuir filmes do estúdio parceiro em um contrato com duração superior a dois anos. “Dessa forma, caso a operação se materialize, todos os filmes que a Universal decidir, a seu critério, disponibilizar para exibição cinematográfica no Brasil serão licenciados pela Universal à Warner, que, por sua vez, será a responsável pelo sublicenciamento dos referidos filmes aos proprietários de cinemas.” O objetivo é minimizar os custos da operação da Universal no Brasil, que passará a contar com a estrutura da Warner, reduzindo sua presença física no mercado. Vale lembrar que, até junho de 2019, a Warner praticava o mesmo tipo de licenciamento com os conteúdos da 20th Century Fox, numa distribuição compartilhada de filmes. Este acordo não foi renovado por conta da aquisição da Fox pela Disney, que distribui seus próprios filmes no país. A pandemia de coronavírus, que mantém o público afastado dos cinemas, é apontada como responsável pela nova iniciativa. Nos EUA, a Universal tem ganho mais dinheiro com PVOD (locação digital premium) de seus filmes que com a exibição deles nas poucas salas abertas no circuito cinematográfico norte-americano. Neste ano, o cronograma da Universal Pictures prevê os lançamentos de “007 – Sem Tempo Para Morrer”, “Velozes & Furiosos 9” e “Minions 2: A Origem do Gru”, entre outros. Já a Warner tem as estreias de “O Esquadrão Suicida”, “Matrix 4”, “Duna” e “Godzilla Vs. Kong”, que também devem ser lançados simultaneamente na plataforma HBO Max nos EUA.

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  • Filme

    Bilheteria de Mulher-Maravilha 1984 desaba nos EUA

    10 de janeiro de 2021 /

    “Mulher-Maravilha 1984” permaneceu no topo das bilheterias dos EUA e Canadá em seu terceiro fim de semana consecutivo, mas sua arrecadação caiu drasticamente. O filme da Warner arrecadou cerca de US$ 3 milhões – uma queda de 47% em relação à semana anterior – e agora acumula US$ 32,6 milhões domésticos, de acordo com a Warner Bros. O desempenho no exterior – onde o filme não está disponível em streaming – não foi muito melhor, com mais US$ 4,7 milhões. Com isso, o longa atingiu US$ 131,4 milhões globalmente. “The Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, também permaneceu em 2ª lugar em seu sétimo fim de semana com US$ 1,8 milhões. O filme animado caiu apenas 19%, apesar de também estar disponível em casa em VOD premium. Com isso, atingiu um total doméstico de US$ 36,9 milhões e US$ 127,8 milhões globalmente. Completando o Top 3, o western “Relatos do Mundo”, estrelado por Tom Hanks, igualmente manteve seu 3º lugar, somando US$ 1,2 milhão em seu terceiro fim de semana. O total arrecadado na América do Norte – único lugar onde tem lançamento nos cinemas – é de US $ 7,1 milhões. No geral foi um fim de semana sombrio para os cinemas norte-americanos, já que a receita total caiu 93% em comparação ao mesmo fim de semana do ano passado, devido à pandemia e à falta completa de lançamentos amplos.

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  • Filme

    2021 começa com menos de 140 mil pessoas nos cinemas brasileiros

    5 de janeiro de 2021 /

    O primeiro fim de semana de 2021 levou apenas 137 mil pessoas nos cinemas brasileiros, segundo dados inéditos da consultoria Comscore. “Mulher Maravilha 1984” se manteve como o filme mais assistido, com quase todo o público do período. De quinta a domingo, foi visto por 110,7 mil espectadores. Os números deste fim de semana, que só teve um lançamento – o desenho sul-coreano “Sapatinho Vermelho e os Sete Anões” – , representam uma queda de cerca de 96% em relação à bilheteria do primeiro fim de semana de 2020, antes da pandemia. Entre 2 e 5 de janeiro passados, 3,9 milhões de pessoas foram aos cinemas, gerando uma arrecadação de R$ 71,2 milhões. Agora, a arrecadação total entre 31 de dezembro e 3 de janeiro de 2021 foi de R$ 2,5 milhões.

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  • Filme

    China bate recorde de bilheteria em Ano Novo frustrante dos EUA

    3 de janeiro de 2021 /

    As bilheterias do primeiro fim de semana de 2021 foram de recorde na China e frustração na América do Norte, confirmando a mudança de guarda no mercado internacional de cinema. Levantamento da vendagem mundial de ingressos de 2020 já tinha mostrado a China com maior faturamento anual que os EUA. E a diferença deve aumentar significativamente em 2021. Enquanto os cinemas chineses registraram seu maior recorde de Ano Novo, com US$ 92 milhões arrecadados em apenas um dia (a sexta, 1/1), graças ao lançamento de “A Little Red Flower”, de Yan Han, o primeiro blockbuster de 2021, as salas dos EUA e Canadá (com apenas 40% em funcionamento) somaram US$ 13 milhões nos três últimos dias, de sexta a domingo (3/1). “Mulher-Maravilha 1984”, que também foi lançada na HBO Max para assinantes americanos, liderou as bilheterias com US$ 5,5 milhões, uma queda de 67% em relação à sua semana de estreia. Ao todo, o filme rendeu US$ 28,5 milhões na América do Norte, atingindo US$ 118 milhões mundiais. Em sentido oposto ao desempenho da superprodução da Warner, alguns filmes conseguiram ter um Ano Novo melhor que o Natal, aumentando suas bilheterias em relação à semana passada. Exemplo disso aconteceu com “The Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, que arrecadou US$ 2,2 milhões em sua sexta semana de exibição. O valor leva a arrecadação doméstica da sequência animada para US$ 34,5 milhões e seu total global para pouco menos de US$ 115 milhões. O filme também já está disponível em PVOD (aluguel digital premium), devido a um pacto entre o estúdio e o circuito exibidor, pelo qual os filmes podem ser lançados em vídeo premium sob demanda após três fins de semana sua estreia no cinema. Em troca, as redes de cinemas em dificuldades recebem uma parte das receitas digitais. Por ser o único estúdio a propor este acorde, a Universal é a empresa cinematográfica com mais títulos em cartaz. O 3º lugar, por sinal, pertence a outro lançamento do estúdio, “Relatos do Mundo”, western com Tom Hanks que será lançado no Brasil (e no resto do mundo) pela Netflix. A produção arrecadou US$ 1,7 milhão, elevando seu total doméstico para US$ 5,4 milhões. Em contraste, “A Little Red Flower” fechou seu primeiro fim de semana com U$ 116,2 milhões na China, seguido, em 2º lugar, pela comédia “Warm Hug”, também chinesa, com US$ 80 milhões no ranking do agora maior mercado de cinema do mundo.

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  • Música

    KondZilla lidera YouTube brasileiro com folga de 20 milhões sobre a concorrência

    3 de janeiro de 2021 /

    O Canal KondZilla, voltado para o funk brasileiro e comandando pelo diretor paulista Konrad Dantas, de 32 anos, encerrou 2020 como o maior canal brasileiro do YouTube. E com muita folga. São 62,5 milhões de inscritos, 20 milhões a mais que os youtubers Whindersson Nunes, o segundo da lista, com 41,6 milhões, e Felipe Neto, terceiro colocado com 41 milhões. A lista dos cinco maiores ainda conta com o canais “Você Sabia?” (38,7 milhões) e Luccas Neto (33,2 milhões).

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  • Etc

    Hollywood registra recorde de diretoras femininas em 2020

    2 de janeiro de 2021 /

    Mulheres dirigiram mais filmes que nunca em 2020 nos EUA. Ao todo, 16 das 100 produções de maior bilheteria do ano passado tiveram diretoras femininas, indicou um estudo da Universidade de San Diego repercutido pela revista Variety neste sábado (2/1). Embora pequena, a porcentagem de 16% é a maior já registrada pelo estudo, que é realizado anualmente há mais de duas décadas. Em 2019, mulheres dirigiram 12% dos filmes mais lucrativos do ano, e em 2018 foram só 4%. Os coordenadores do estudo na Universidade de San Diego apontaram que o resultado foi atingido mesmo com o adiamento de vários títulos importantes com direção feminina, como “Eternos” (de Chloé Zhao) e “Viúva Negra” (de Cate Shortland”), para 2021. Mas apesar do crescimento da participação de diretoras em Hollywood, outras áreas da produção cinematográfica continuam sem muita representação feminina. As mulheres ainda respondem por apenas 28% dos produtores, 21% das produtores executivos, 18% das editores, 12% dos roteiristas e 3% dos diretores de fotografia no cinema americano em 2020. A maioria desses índices se manteve inalterado desde o ano passado, mas alguns números até piorou consideravelmente, como o das roteiristas, que caiu 8% entre 2019 e 2020, e o das editoras, que diminuiu 5%.

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  • Etc,  Filme

    China vira maior mercado mundial de cinema ao superar bilheterias dos EUA em 2020

    2 de janeiro de 2021 /

    É oficial. A bilheteria da China superou a arrecadação dos cinemas da América do Norte em 2020, transformando o país asiático no maior mercado de cinema do mundo. Graças à pandemia de coronavírus e fechamentos sem precedentes de salas de exibição, os ingressos de cinema vendidos nos EUA e Canadá entre 1º de janeiro e 31 de dezembro geraram cerca de US$ 2,3 bilhões, bem abaixo dos US$ 11,4 bilhões arrecadados em 2019, de acordo com estimativas da consultoria Comscore. O valor representa a menor arrecadação em pelo menos 40 anos. A queda dramática era esperada, considerando que muitos cinemas, incluindo as salas situadas nos dois maiores mercados nacionais, Los Angeles e Nova York, estão fechados há mais de nove meses nos Estados Unidos. A China também sofreu uma diminuição drástica em seus rendimentos, mas mesmo assim ficou à frente da América do Norte, faturando cerca de US$ 2,7 bilhões em vendas de ingressos, também de acordo com a Comscore. O principal blockbuster chinês, o épico de guerra “The Eight Hundred”, foi o filme mais visto do mundo, liderando as bilheterias mundiais com quase US$ 440 milhões. Vários outros filmes chineses, incluindo “My People, My Homeland”, integram o Top 10 mundial, assim como o hit japonês “Demon Slayer”, suplantando os sucessos de Hollywood, que sofreram grandes perdas com a pandemia. Os maiores hits hollywoodianos foram “Bad Boys Para Sempre”, da Sony, lançado antes do lockdown, que faturou US$ 413 milhões, de acordo com a Comscore, seguido por “1917”, distribuído em janeiro, que arrecadou cerca de US$ 385 milhões, e “Tenet”, que chegou aos cinemas após a reabertura do circuito em agosto, em meio à pandemia, e faturou US$ 362 milhões em todo o mundo. Globalmente, as vendas de ingressos de cinema devem ficar entre US$ 11,5 bilhões e US$ 12 bilhões em 2020, quase 400% menores que os US$ 42,5 bilhões de 2019.

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  • Série

    Mais de 30 séries são paralisadas após aumento de covid-19 em Los Angeles

    1 de janeiro de 2021 /

    A segunda onda de covid-19 que atingiu Los Angeles com força nos últimos dias levou à paralisação forçada de cerca de 35 séries da TV americana, que são gravadas na cidade. Muitas produções retomariam os trabalhos nas próximas semanas, mas estenderam o hiato após um grande aumento de infecções com o coronavírus. A lista de séries pausadas inclui sucessos como “Grey’s Anatomy” e “This Is Us”. De acordo com o Deadline, só a Disney Television adiou o retorno aos trabalhos de 16 séries, entre elas atrações como “9-1-1”, “Last Man Standing” e “The Orville”. A previsão inicial é para um retorno no dia 18 de janeiro. A CBS Television Studios também anunciou uma extensão na pausa de fim de ano de muitos de seus sucessos, como a franquia “NCIS” e “SEAL Team”, enquanto a Warner Bros TV. paralisou produções como “Mom”, “Shameless” e “Você” (You), e a Universal Television estacionou as produções de “Brooklyn Nine-Nine” e “Good Girls”, entre outras. A decisão dos estúdios atendeu um apelo do Departamento de Saúde de Los Angeles, que pediu publicamente uma pausa temporária nas produções de séries e filmes na região. Nenhuma das grandes redes que exibem as séries se pronunciaram sobre as consequências da paralisação para suas programações. Já o cronograma das séries produzidas em estados menos afetados e, principalmente, no exterior – quase todo a grade da rede The CW é gravada no Canadá – não foi afetado.

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  • Filme

    Bilheteria de Mulher-Maravilha 1984 atinge US$ 100 milhões mundiais

    1 de janeiro de 2021 /

    A Warner Bros. informou que a bilheteria de “Mulher-Maravilha 1984” ultrapassou os US$ 100 milhões mundiais na quinta-feira (31/12). “Parabéns a Patty Jenkins, Gal Gadot, Chuck Roven e todo o elenco e equipe que fizeram ‘Mulher Maravilha 1984’, permitindo que fãs e amantes de filmes voltem à emocionante experiência de ir ao cinema. Audiências em todo o mundo onde os mercados estão abertos têm aparecido para assistir ao novo capítulo da história cheia de ação de Diana Prince”, disseram o presidente de distribuição doméstica da Warner Bros, Jeff Goldstein, e o presidente de distribuição internacional, Andrew Cripps, em um comunicado conjunto na véspera do Ano Novo. Lançado antecipadamente no exterior, o filme já somava US$ 85 milhões mundiais no domingo passado (27/12), quando completou seu primeiro fim de semana de exibição na América do Norte (com apenas US$ 16,7 milhões de arrecadação doméstica). A nova produção de super-heróis da Warner abriu em 1º lugar nos EUA e Canadá, além do Brasil, Austrália, Coreia do Sul e vários países. Mas, de forma frustrante, não teve o mesmo sucesso na China, onde o estúdio esperava compensar o fechamento dos cinemas da Europa. Apesar do mercado chinês estar funcionando normalmente, “Mulher-Maravilha 1984” faturou por lá praticamente o mesmo que obteve na América do Norte – onde apenas 40% dos cinemas estão abertos – , o que deixou o lançamento em 3º lugar no país. Vale lembrar que a primeira “Mulher-Maravilha” arrecadou US$ 822,3 milhões em 2017 – e teve um lucro líquido estimado de US$ 252,9 milhões após todos os abatimentos. Com US$ 100 milhões de faturamento mundial, o novo filme está muito longe de compensar o investimento de US$ 200 milhões em sua produção – valor que não inclui P&A (cópias e publicidade). Mas a Warner Bros. optou por lançar a continuação na pandemia com uma estratégia diferente. O estúdio assumiu que teria prejuízo e, por isso, fez um lançamento simultâneo em streaming, na HBO Max, que por enquanto só está disponível no mercado norte-americano. Embora não tenha revelado números da estreia online, a Warner comemorou aumento de assinaturas da plataforma e rapidamente encomendou “Mulher-Maravilha 3” para a diretora Patty Jenkins e a estrela Gal Gadot.

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