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  • Etc

    Sony desiste de vender produtos no Brasil

    1 de março de 2021 /

    A empresa de eletrodomésticos Sony Brasil comunicou nesta segunda (1/3) que irá encerrar suas atividades no país no final de março. Com isso TVs, câmeras digitais e equipamentos de áudio da marca deixarão de ser comercializados no Brasil. A decisão é decorrência do fechamento da fábrica da empresa na Zona Franca de Manaus (AM), em setembro passado. Na ocasião, a Sony disse em nota que a decisão foi tomada “considerando o ambiente recente de mercado e a tendência esperada para os negócios”. A fábrica foi comprada pela marca brasileira Mondial em dezembro. Uma das empresas mais inovadoras da década de 1980, quando lançou o walkman, os floppy disks e o videocassete, a empresa japonesa acabou ficando para trás em relação às últimas tendências de mercado, perdendo a liderança das vendas de smart TVs para as sul-coreanas Samsung e LG. A companhia também foi na contramão ao vender seu pioneiro serviço de streaming, Crackle, em março de 2019 para uma editora de livros de autoajuda, meses antes da Disney lançar com estrondoso sucesso sua própria plataforma, Disney+, iniciando uma corrida dos estúdios de cinema por seus próprios streamings. Apesar de abandonar o mercado de eletrodomésticos no Brasil, as demais operações do grupo, que envolvem games, soluções profissionais, música e cinema, vão continuar normalmente. Hoje em dia, a Sony é basicamente o PlayStation. A saída da Sony acontece após cerca de meio século de relação com os consumidores brasileiros. O fato de acontecer pouco após as marcas Ford, Mercedes e Audi também desistirem do Brasil levou a uma politização do anúncio nas redes sociais, acompanhada por várias críticas ao governo de Jair Bolsonaro. COMUNICADO IMPORTANTE pic.twitter.com/PnUUkB7ueq — Sony Brasil (@sonybrasil) March 1, 2021

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  • Etc,  Série

    Paramount+ estreia na próxima semana com várias séries inéditas no Brasil

    25 de fevereiro de 2021 /

    O serviço de streaming Paramount+ foi confirmado oficialmente no Brasil. Apesar do nome ser o mesmo, ele é diferente da versão “light” que já existia por aqui – e que costumava ser chamada de Paramount Mais. Agora, até a pronúncia mudou. A nova Paramount+ é Paramount Plus. A versão “plus” da plataforma será inaugurada na próxima quinta-feira, dia 4 de março, com teste gratuito de 7 dias e assinatura mensal de R$ 19,90. A plataforma chega no Brasil com uma configuração diferente da oferecida nos EUA, incluindo em seu acervo todas as séries do canal pago Showtime – que manteve seu streaming individual separado da Paramount+ americana. Em compensação, o serviço nacional não terá canais ao vivo de notícias e esportes como a versão em inglês. Entre os títulos que o público poderá encontrar no lançamento estão séries do Showtime inéditas no Brasil, como “Black Monday”, “City on a Hill”, “Your Honor”, “The Good Lord Bird”, “The Comey Rule” e “Escape at Dannemora”, além de séries “clássicas” do canal, como “Dexter”, “Ray Donovan” e “The Affair”. Além disso, o serviço oferecerá todas as vindouras atrações do Showtime, entre elas “American Rust” e a antologia “The First Lady”, atualmente em produção. O conteúdo da (prestes a ser extinta) CBS All Access, que serve de base para a nova plataforma nos EUA, é outro atrativo da Paramount+ no Brasil, mas algumas séries anteriormente negociadas com Amazon e Netflix não devem entrar automaticamente no pacote. A plataforma ainda oferece a programação infantil da Nickelodeon, com sucessos como “Bob Esponja”, “As Tartarugas Ninja” e “Dora, A Aventureira”, programas e reality shows da MTV como “De Férias Com o Ex”, “Catfish” e “Are You The One?”, filmes da Paramount, como as franquias de sucesso “Missão Impossível”, “Star Trek” e “O Poderoso Chefão”, sem esquecer novas temporadas das séries atualmente produzidas pelo conglomerado ViacomCBS, incluindo “Yellowstone” e “The Handmaid’s Tale”. E, claro, muito conteúdo inédito e exclusivo. Na noite de quarta-feira (25/2), os executivos da ViacomCBS realizaram um evento de apresentação da plataforma para o mercado em que anunciaram a produção de mais de três dezenas de séries novas para a Paramount+. Os títulos abrangem versões serializadas de clássicos cinematográficos da Paramount, como “Grease: Nos Tempos da Brilhantina” (1978), “Flashdance” (1983), “Love Story” (1970), “Um Golpe à Italiana” (1969), “O Homem Que Caiu na Terra” (1976), “Atração Fatal” (1987) e “A Trama” (1974), e revivals de séries variadas dos canais CBS, Nickelodeon, Comedy Central e MTV, com destaque para “Criminal Minds”, “Frasier”, “iCarly”, “Inside Amy Schumer”, “Beavis and Butt-head” e “Rugrats – Os Anjinhos”. A ideia é explorar marcas conhecidas, o que se reflete ainda numa minissérie focada nos bastidores do filme “O Poderoso Chefão” (1972), chamada “The Offer”, versões live-action dos desenhos “Dora, a Aventureira” e “Os Padrinhos Mágicos”, uma atração sci-fi derivada do game “Halo”, um telefilme para encerrar a trama de “Ray Donovan”, que tinha ficado sem final após seu súbito cancelamento no Showtime, e até o retorno dos programas “Acústico MTV” (MTV Unplugged) e “Yo MTV Raps!”. A plataforma também vai transformar o conceito da minissérie “Waco”, lançado no canal pago Paramount Network em 2018, em tema de série antológica, que a cada ano contará uma tragédia diferente. O projeto ganhou o título de “American Tragedy”. Além disso, a Paramount+ será lar de vários spin-offs de programas de sucesso da ViacomCBS, de “Yellowstone” e “Star Trek” a “Bob Esponja: Calças Quadradas” e “Avatar – A Lenda de Aang”. A lista interminável segue com as séries “Mayor of Kingstown”, criada por Taylor Sheridan (“Yellowstone”), dirigida por Antoine Fuqua (“O Protetor”) e estrelada por Jeremy Renner (“Vingadores: Ultimato”), “Two Weeks to Live”, estrelada por Maise Williams (“Game of Thrones”), uma nova animação do universo trekker, “Star Trek: Prodigy”, projetos inéditos de Kenya Barris (criador de “Black-ish”), planos para lançar um novo reality por mês, etc. Já na programação de filmes, a plataforma terá, além do catálogo e últimas estreias da Paramount, todos os títulos da Miramax (antigo estúdio dos irmãos Weinstein) e as produções da MGM e da Lionsgate, graças a acordos fechados para dar à Paramount+ prioridade como segunda janela após as estreias de cinema desses estúdios. Isto significa que a Paramount+ será o primeiro streaming a oferecer “Missão: Impossível 7”, “007 – Sem Tempo para Morrer” e “Mundo em Caos”, por exemplo. Além disso, devido a pandemia de coronavírus, alguns filmes ganharão distribuição direta em streaming. Um deles é “Meu Pai” (The Father), drama estrelado por Anthony Hopkins, que tem se destacado na atual temporada de premiações que antecede o Oscar nos EUA – detalhe: o filme ainda consta com estreia marcada para abril nos cinemas brasileiros. Para completar, o acervo também vai incluir produções latino-americanas, entre elas os reality shows “Acapulco Shore” e “Are You The One?: Brazil” e as séries “The Envoys”, produção sobrenatural do cineasta argentino Juan José Campanella (diretor do filme vencedor do Oscar “O Segredo dos Seus Olhos”), e “Cecilia”, comédia dramática do também argentino Daniel Burman (“Supermax”), estrelada pela atriz mexicana Mariana Treviño (“A Casa das Flores”). O novo Paramount+ estará disponível no site ParamountPlus.com e em smartphones e smart TVs, através do aplicativo Paramount+ para iOS e Android. O serviço também terá ampla distribuição nos principais parceiros latino-americanos, incluindo Mercado Livre, Claro Brasil, Vivo e Oi.

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  • Etc

    Canal Fox vira Star no Brasil

    23 de fevereiro de 2021 /

    A Disney finalizou a mudança do nome dos canais Fox para Star. A transformação foi oficializada nesta segunda (23/2), dois meses após a Walt Disney Company Latin America anunciar que a marca “Star” passaria a ser usada para definir sua “oferta de entretenimento geral” na TV, até então apresentada sob a marca “Fox”. De acordo com o comunicado oficial, “os canais Star continuarão o legado dos canais Fox”, mantendo a mesma programação de séries e filmes de diversos gêneros. “Séries como ‘Os Simpsons’, ‘The Walking Dead’ e produções de sucesso dos canais Fox continuarão na programação do Star”, diz o texto. Em outras palavras, mudou apenas o nome, mas não a programação do canal. A mudança envolve, ao todo, quatro canais da marca Fox. O Fox Channel passará a ser chamado de Star Channel, o Fox Life passará a ser chamado de Star Life, o Fox Premium 1 será Star Hits e o Fox Premium 2 será Star Hits 2. Já os canais FX e Fox Sports permanecerão com o mesmo nome – a Disney deve vender ou dissolver a marca Fox Sports. O conglomerado já tinha alterado as denominações de outras empresas da antiga 21st Century Fox, limando o nome Fox após concluir a compra dos ativos do magnata Rupert Murdoch e seus sócios acionistas – nas divisões de cinema da Disney, a 20th Century Fox virou 20th Century Studios, enquanto a Fox Searchligh se tornou Searchlight Studios, por exemplo. A alteração se tornou necessária porque a marca Fox foi mantida na rede de TV americana, que não foi vendida para a Disney – incluindo, também, a Fox News nos EUA, que defende uma linha política oposta à adotada nos últimos anos pela Disney. O novo nome dos canais Fox vem de outra propriedade adquirida pela Disney ao comprar a 21st Century Fox, a rede Star India, uma espécie de Globo indiana com atividades multimídias. A plataforma de streaming Fox Play, entretanto, continua com seu nome atual nesta segunda-feira. Mas ela vai virar Star+ (Star Plus) em breve. O cronograma dessa mudança no streaming ainda não foi anunciado. Ao contrário da simples renomeação dos canais Fox, ela deve ser acompanhada por uma reformulação completa da plataforma, que passará a representar uma espécie de Hulu internacional. Nos EUA, a Hulu recebe as séries da FX e muito material exclusivo, especialmente da 20th Century Television e ABC Signature. O serviço é especializado em programas adultos e serve como complemento da plataforma “de família” Disney+. A chegada da Star+ está sendo anunciada para meados de 2021 na América Latina, onde a plataforma será oferecida como um serviço individual. Na Europa, onde já estreou nesta segunda, a Star+ foi incluída como um canal de conteúdo dentro da Disney+, ao lado das atrações da Marvel, Star Wars, etc. Um anúncio específico sobre o lançamento da plataforma digital no Brasil deverá ser realizado em breve, junto com mais detalhes do serviço.

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  • Filme

    Os Croods 2 passa de US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais

    21 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve o 1º lugar das bilheterias dos EUA e Canadá, após recuperar o topo na semana passada – e isto foi dois meses após seu lançamento. A posição de destaque marca a quinta semana de liderança do filme, que está há 13 semanas em cartaz e já se encontra disponível na casa dos espectadores norte-americanos, via VOD. Graças à sua longevidade no ranking, a produção da DreamWorks Animation/Universal Pìctures ultrapassou os US$ 50 milhões de arrecadação doméstica e se encontra próximo de virar o filme de maior bilheteria da pandemia na América do Norte, recorde atualmente detido por “Tenet”, que fez US$ 57,9 milhões logo que os cinemas reabriram em agosto passado – período em que havia mais salas funcionando que agora. Entre sexta e domingo, “Os Croods 2” faturou US$ 1,7 milhão de ingressos vendidos em 1,9 mil salas dos EUA e Canadá. Mas ainda não começou a contar as bilheterias de muitos países, em que ainda não estreou. No Brasil, o lançamento está marcado apenas para 25 de março. No mundo inteiro, a Universal já contabilizou o dobro dos valores norte-americanos. O filme fez mais que US$ 100 milhões no mercado internacional, levando seu total a superar os US$ 150 milhões mundiais. Se este desempenho é festejado pelo estúdio, Hollywood inteira olha incrédula para as notícias que vem da China, onde filmes estão rendendo mais por dia que “Os Croods 2” faturaram até agora. Encabeça por blockbusters locais, como “Detective Chinatown 3”, “Hi, Mom” e “A Writer’s Odyssey”, a bilheteria chinesa somou nada menos que US$ 1,2 bilhão de arrecadação no atual feriado do Ano Novo Lunar.

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  • Filme

    Filme chinês bate recorde de estreia de Vingadores: Ultimato

    14 de fevereiro de 2021 /

    Lançado neste fim de semana na China, o filme “Detetive Chinatown 3” quebrou um recorde que pertencia a “Vingadores: Ultimato”. Após três dias de exibição com uma bilheteria doméstica de US$ 393 milhões, ele superou com folga a arrecadação de estreia do filme da Marvel/Disney, que fez US$ 356 milhões em seus primeiros três dias na América do Norte (EUA e Canadá). “Detetive Chinatown 3” detém agora o recorde de maior estreia doméstica (no país de origem) de todos os tempos. O montante é especialmente assombroso tendo em vista os números atuais do mercado americano – “Os Croods 2” liderou as bilheterias deste fim de semana nos EUA com cerca de meio por cento (0,5%) do arrecadado pelo blockbuster chinês. O resultado também chama atenção porque, supostamente, os cinemas chineses ainda estariam sujeitos à restrições, com limites para vendas de ingressos e assentos desativados para manter distanciamento social. De todo modo, dois fatores contribuíram para o sucesso da comédia da Wanda Pictures. Para começar, sexta-feira (12/2) foi o primeiro dia do feriadão do Ano Novo Lunar, que dura 15 dias na China. Este período costuma render tradicionalmente as maiores bilheterias do país – e, tudo indica, o costume do público de aproveitar a data para ir ao cinema não foi afetado pela pandemia. Além disso, havia muita expectativa em torno do lançamento. “Detetive Chinatown 3” faz parte de uma franquia muito popular e deveria ter estreado no Ano Novo passado. Sua estreia foi adiada por 12 meses pela pandemia de coronavírus, deixando o público ainda mais ansioso por sua exibição. Filmado em sua totalidade com câmeras Imax, o longo ainda quebrou o recorde chinês de estreia no formato, faturando US$ 23,5 milhões em salas equipadas para a projeção Imax. “Suspeitamos que nossos fãs compareceriam ao Ano Novo chinês em grande estilo, mas esses retornos iniciais destruíram até mesmo nossas projeções mais otimistas”, disse o CEO da Imax, Rich Gelfond, em um comunicado. Assim como os dois primeiros filmes da franquia, “Detetive Chinatown 3” foi escrito e dirigido por Chen Sicheng, e estrelado por Wang Baoqiang e Liu Haoran como dois detetives trapalhões, agora em luta contra o crime no Japão. O “Detetive Chinatown” original, ambientado em Bangcoc, na Tailândia, arrecadou US$ 126 milhões em 2016. A sequência mudou a ação para Nova York e cresceu consideravelmente sua arrecadação, com US$ 563 milhões durante o Ano Novo chinês de 2018. O terceiro longo se passa em Tóquio e inclui em seu elenco o ator japonês Tadanobu Asano (“O Guerreiro Genghis Khan”) e o astro de ação tailandês Tony Jaa (“Monster Hunter”). Veja o trailer de “Detetive Chinatown 3” abaixo.

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  • Filme

    Os Croods 2 volta a liderar bilheterias dos EUA após dois meses

    14 de fevereiro de 2021 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” realizou um feito que não se via nas bilheterias da América do Norte desde os anos 1980. O filme da DreamWorks Animation/Universal Pictures voltou a vender mais ingressos que qualquer outro em sua 12ª semana em cartaz, reassumindo o 1º lugar. Lançado em novembro do ano passado, “Os Croods” tinha liderado originalmente as bilheterias por cinco fins de semanas, até 13 de dezembro. A reviravolta deste domingo (14/2) marca a primeira vez que o título aparece no topo do ranking em 2021. E isto acontece dois meses após perder a liderança e ficar disponível em VOD (aluguel digital) nos EUA. Para assumir o topo, a animação enfrentou três estreias. Mas eram títulos de circuito limitado, como “Judas e o Messias Negro”, de Shaka King, “Land”, a estreia da atriz Robin Wright na direção, e “The Mauritanian”, do veterano Kevin Macdonald, que chegaram aos cinemas como estratégia de campanhas por indicações ao Oscar. Além disso, “Judas e o Messias Negro” ainda foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max. Isto explica porque, do ponto de vista tradicional, “Os Croods” conseguiu liderar com uma arrecadação baixa. Na verdade, seu faturamento foi típico de um filme que está a 12 semanas em cartaz: US$ 2 milhões (chegando a US$ 2,7 milhões com o fim de semana ampliado pelo feriado do Dia do Presidente nos EUA). O fato desse montante lhe render o 1º lugar se deve, além da falta de entusiasmo com as estreias, à queda generalizada das bilheterias devido ao coronavírus e também a um elemento de força maior: os EUA foram atingidos por uma forte tempestade de neve, que trancou as pessoas em suas casas durante o fim de semana. As vendas de “Os Croods 2” se concentraram nas regiões mais quentes do sul dos EUA, como opção de passatempo para famílias no feriadão. Ainda inédito no Brasil, “Os Croods 2” já arrecadou US$ 48,9 milhões na América do Norte e ultrapassou os US$ 150 milhões mundiais. O lançamento por aqui só vai acontecer em 25 de março.

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  • Etc

    Disney+ já tem 95 milhões de assinantes em todo o mundo

    11 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma Disney+ (Disney Plus) atingiu 94,9 milhões de assinantes em todo o mundo em 2 de janeiro de 2021, anunciou a empresa em comunicado ao mercado nesta quinta (11/2). Os números demonstram que o serviço conquistou mais de 8 milhões de inscritos em apenas um mês, levando em consideração que no começo de dezembro a plataforma tinha 86,8 milhões de assinantes pagos. Alguns lançamentos exclusivos ajudam a explicar esse crescimento contínuo de assinantes. Em dezembro, a plataforma disponibilizaou a animação “Soul”, da Pixar, que ganhou projeção internacional. Além disso, o serviço de streaming exibiu os últimos episódios de “The Mandalorian” (The Mandalorian), seu maior sucesso. Além disso, o serviço de streaming chegou ao Brasil e outros países da América Latina em novembro de 2020. Os números devem subir ainda mais no próximo levantamento, quando comemorará oficialmente a superação dos 100 milhões de clientes, atraídos por “WandaVision”, que só estreou após o fechamento do atual relatório. Vale lembrar que, em seu lançamento em novembro de 2019, a empresa calculava conquistar no máximo 90 milhões de assinantes em quatro anos. O montante foi ultrapassado após apenas um ano e dois meses. Por conta disso, a projeção agora é para 250 milhões até setembro de 2024. O que deve acontecer com uma injeção vitaminada de novos conteúdos, especialmente séries derivadas de “Star Wars” e do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), além de uma prioridade total ao streaming entre as produção da Disney.

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  • Filme

    Os Pequenos Vestígios mantém liderança nas bilheterias dos EUA

    7 de fevereiro de 2021 /

    O suspense criminal “Os Pequenos Vestígios” se manteve no topo das bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. Com os US$ 2,1 milhões arrecadados entre sexta e domingo (7/2), o longa soma US$ 7,8 milhões em 10 dias nos EUA e Canadá e US$ 13 milhões globalmente. “Os Pequenos Vestígios” é o primeiro filme de 2021 da Warner Bros. a estrear simultaneamente na HBO Max e nos cinemas em meio à pandemia de coronavírus, uma decisão polêmica que agitou Hollywood. Apesar da bilheteria ser transparente, a HBO Max, assim como outras plataformas, não abre seus números de audiência, deixando no ar o sucesso do filme em streaming, como já tinha feito em relação a “Mulher-Maravilha 1984”. O início da temporada de premiações, com indicações a Jared Leto (“Esquadrão Suicida”) pelo filme, pode ter ajudado a atrair o público nesta semana. Leto concorre ao Globo de Ouro e ao SAG Awards (prêmio do Sindicato dos Atores) como Melhor Ator Coadjuvante, num elenco que também destaca Denzel Washington (“O Protetor”) e Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) como policiais que tentam prendê-lo. Vale apontar que o suspense teve suas maiores arrecadações em cines drive-ins da Califórnia, estado americano em que a maioria dos cinemas tradicionais permanece fechada há 11 meses. Mas a crítica não se entusiasmou com seu lançamento, considerado medíocre com 46% de aprovação no Rotten Tomatoes. Enquanto isso, a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” continua a surpreender em seu 11º fim de semana, faturando US$ 1,8 milhão – basicamente o mesmo da semana anterior – como o segundo filme mais visto do período. Com uma presença duradoura nas telas, a produção da DreamWorks/Universal já soma US$ 46 milhões nos EUA e Canadá e US$ 147,7 milhões globalmente (está sendo exibido em 17 países e ainda não estreou no Brasil), apesar de estar disponível em VOD premium no mercado norte-americano há mais de um mês. O Top 3 se completa com o novo thriller de ação de Liam Neeson, “Na Mira do Perigo”, com US$ 1 milhão e um total doméstico de US$ 9,1 milhões desde seu lançamento há três semanas. Os três filmes são inéditos no Brasil e dois deles, “Os Pequenos Vestígios” e “Na Mira do Perigo”, só vão estrear por aqui em abril. Não que “Os Croods 2: Uma Nova Era” chegue muito antes disso. A previsão de estreia para o desenho animado é 25 de março, se não houver novo fechamento de cinemas em São Paulo.

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  • Filme

    Suspense Os Pequenos Vestígios surpreende nas bilheterias dos EUA

    31 de janeiro de 2021 /

    O suspense “Os Pequenos Vestígios” (The Little Things) surpreendeu as expectativas do mercado ao estrear nos cinemas dos EUA e Canadá com um faturamento superior à média que outros filmes vinham registrando nas últimas semanas de pandemia. O lançamento da Warner Bros. fez quase US$ 5 milhões, num período em que bilheterias de US$ 4 milhões viraram teto. O mais surpreendente, porém, é que o filme fez este montante mesmo tendo sido lançado simultaneamente na HBO Max – como “Mulher-Maravilha 1984” antes dele. Apesar da estar disponível para quem quisesse assisti-lo em casa, o longa “encheu” os cerca de 45% do circuito cinematográfico que permanece aberto na América do Norte com restrições de lotação. E tem mais um detalhe: “Os Pequenos Vestígios” tem classificação “R”. Ou seja, é proibido para menores. Não é um filme para adolescentes, até então considerados o público-alvo principal dos cinemas. Ao todo, o filme fez estimados US$ 4,8 milhões entre sexta e este domingo (31/1), o melhor desempenho de estreia de um filme para adultos desde o começo da pandemia nos EUA. Bateu “Fúria Incontrolável”, com Russell Crowe (abertura de US$ 4 milhões), “Um de Nós”, com Kevin Costner (também com US$ 4 milhões), “Legado Explosivo” e “Na Mira do Perigo”, ambos com Liam Neeson (respectivamente com US$ 4,1 milhões e US$ 3,1 milhões), e “Relatos do Mundo, com Tom Hanks (US$ 2,25 milhões). Lançado em outros 20 países, “Os Pequenos Vestígios” faturou mais US$ 7,8 milhões no mercado internacional para chegar a US$ 12,6 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição mundial. O interesse pelo filme se deve, principalmente, a seu elenco estrelado, que inclui três vencedores do Oscar, Denzel Washington (“Dia de Treinamento”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”) e Jared Leto (“Clube de Compra Dallas”). Os dois primeiros vivem homens da lei, enquanto o último é suspeito de ser um serial killer. Mas será que o sucesso se reflete também na HBO Max? A plataforma não abre números. Entretanto, Andy Forssell, vice-presidente e diretor geral da HBO Max se gabou em comunicado: “Estamos absolutamente emocionados com a forma como ‘Os Pequenos Vestígios’ da Warner Bros. está se apresentando na HBO Max – imediatamente subiu para o 1º lugar [como título mais visto do serviço], onde atualmente permanece. Após o grande sucesso de ‘Mulher Maravilha 1984’, ‘Os Pequenos Vestígios’ mostra o apetite insaciável que nosso público tem por longas-metragens de alta qualidade.” Segundo a crítica, Forssell está errado. Apesar do desempenho nas bilheterias e a reunião de um elenco de peso, o filme escrito e dirigido por John Lee Hancock (“Estrada Sem Lei”) não é de “alta qualidade”. Ele foi considerado medíocre, com apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes. O público achou que era 63% bom – ou um filme B-, na pesquisa do CinemaScore, a cotação mais baixa já conseguida por um filme criminal de Denzel Washington (considerando “O Protetor” como a nota mais alta). A estreia no Brasil também estava marcada para este fim de semana, mas após as restrições estabelecidas em São Paulo foi adiada para 11 de março. Confira abaixo um novo vídeo legendado dos bastidores da produção.

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  • Filme

    Na Mira do Perigo, com Liam Neeson, lidera bilheterias dos EUA pela segunda semana

    24 de janeiro de 2021 /

    Liam Neeson é o campeão da ação da pandemia. Ele já tinha liderado as bilheterias por duas semanas em outubro com “Legado Explosivo” e agora domina janeiro com “Na Mira do Perigo”, que chega à sua segunda semana no topo da arrecadação da América do Norte. O faturamento, porém, é baixo. A produção da Open Road rendeu US$ 2,03 milhões no fim de semana, o que totaliza US$ 6,09 milhões em dez dias. Este desempenho fraquíssimo reflete as bilheterias minguadas dos últimos dias, quando nem filmes de grandes orçamentos como “Mulher-Maravilha 2020” (lançada simultaneamente em streaming) e “Monster Hunter” (lançado exclusivamente nos cinemas) tiveram boas arrecadações. Com cerca de um mês em cartaz, “Mulher-Maravilha 2020” fez US$ 35 milhões e “Monster Hunter” US$ 10 milhões nos EUA e Canadá. Apenas a Universal está festejando a temporada. Não apenas por “Croods 2: Uma Nova Era” continuar em 2º lugar nas bilheterias e já somar US$ 41 milhões no mercado doméstico, mas porque este filme e outros relativos sucessos da temporada foram disponibilizados em PVOD (locação digital premium), onde lideram o ranking como os mais alugados, rendendo mais dinheiro para o estúdio que nos cinemas. A conta é simples e todos os grandes estúdios já a fizeram, o que explica os recentes adiamentos anunciados por Sony, Disney, Paramount e MGM. Até a Universal, que venceu a disputa histórica com os exibidores para diminuir a janela de exclusividade para lançamentos nos cinemas (faturando com o PVOD), também teve títulos adiados. Apesar do começo da vacinação, ainda vai demorar para a situação se normalizar e o impacto contínuo da pandemia de coronavírus tende a piorar cada vez mais as finanças dos donos de cinema. A expectativa de quebra-quebra só aumentou com o novo recuo dos estúdios, que desistiram de fazer lançamentos de impacto no primeiro semestre de 2021. O pior é que um novo ciclo de adiamentos não está descartado.

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    Netflix elogia desempenho da Disney+ e celebra nova rivalidade

    20 de janeiro de 2021 /

    Além de celebrar uma marca histórica de assinantes mundiais, o ponto alto da apresentação de terça (20/1) da Netflix para investidores do mercado americano foi o reconhecimento da competição da Disney+ (Disney Plus). Apesar do avanço internacional da plataforma da Disney, a Netflix adicionou 8,5 milhões de assinantes no último trimestre e 37 milhões em 2020, bem acima das previsões, e com isso chegou a 203,7 milhões de assinantes mundiais. Ao mesmo tempo, a Disney+ atingiu 86,8 milhões, um crescimento recorde em apenas 14 meses, considerando seu lançamento em novembro de 2019. “É superimpressionante o que a Disney fez”, disse o fundador e co-CEO da Netflix, Reed Hastings, durante a apresentação. “E isso é ótimo. Mostra que os assinantes estão interessados ​​e dispostos a pagar mais por mais conteúdo porque estão famintos por ótimas histórias. E a Disney tem ótimas histórias”, continuou. “Isso nos deixa entusiasmados para aumentar nossas assinaturas, aumentar nosso orçamento de conteúdo e será ótimo para o mundo ver a Disney e a Netflix competirem série a série e filme a filme. Estamos muito entusiasmados em alcançá-los na área de animação infantil – talvez eventualmente até ultrapassá-los, veremos, temos um longo caminho a percorrer só para chegar onde eles estão – e manter nossa liderança no entretenimento geral, o que é muito estimulante”. Hastings citou um exemplo de sua liderança, ao destacar o desempenho da série estreante “Bridgerton”, “que eu não acho que você vai ver na Disney tão cedo”. A referência de Hastings a “Bridgerton” tem vários sentidos. A série tem cenas de sexo, que a Disney+ não permitiria, e foi criada pela empresa da produtora Shonda Rhimes, que deixou a ABC, rede televisiva de propriedade da Disney, onde lançou “Grey’s Anatomy” e outras séries, em troca de um contrato milionário com a Netflix. Primeiro programa desse acordo, “Bridgerton” teria sido assistido por 63 milhões de famílias nos primeiros 28 dias, classificando-se como o 5º maior lançamento de série original da Netflix em todos os tempos. Vale apenas reparar que os números do público de “Bridgerton” são projeções – a série ainda não completou 28 dias no ar – e a Netflix considera que uma família inteira viu uma temporada completa de série se algum morador da casa assinante der play por dois minutos num episódio.

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    Nova versão da plataforma Paramount+ será lançada em março nos EUA e América Latina

    19 de janeiro de 2021 /

    A ViacomCBS marcou a data de lançamento do serviço de streaming Paramount+. A plataforma assumirá o lugar da CBS All Access nos EUA, numa troca de identidade que também inclui aumento de conteúdo. Além disso, o serviço será vitaminado nos lugares em que já existe com este nome. No Brasil, por exemplo, será um relançamento. A plataforma já existe como Paramount Mais no país, mas tem recebido poucas atualizações. A nova Paramount+ entrará no ar simultaneamente nos EUA, Canadá e na América Latina em 4 de março, nos países nórdicos em 25 de março e na Austrália em meados do ano. Além de anunciar a data, a ViacomCBS marcou uma apresentação geral da nova versão da plataforma para 24 de fevereiro, onde apresentará seus planos gerais de streaming, tanto para a Paramount+, quanto para a Pluto TV e o serviço da TV paga Showtime (que pode ser absorvido pela Paramount+). A Paramount+ terá a árdua missão de ingressar por último em um campo lotado, na disputa do público mundial de streaming, mas o atraso reflete a demora na conclusão das negociações de fusão entre as empresas sócios Viacom e CBS, concluída apenas em dezembro de 2019. Para completar, a ViacomCBS não priorizou sua plataforma ao agendar suas produções de conteúdo, diferenciando-se da Disney, da WarnerMedia e da NBCUniversal por ser generosa com terceiros. Esta generosidade inclui negociações de filmes da Paramount com rivais, como Netflix, Amazon, Hulu e Apple TV+, além de títulos de seu catálogo, como “South Park”, que foi para a HBO Max (da Warner), a série campeã de audiência “Yellowstone” e os filmes de “O Poderoso Chefão”, adquiridos pela Peacock (da NBCU). Séries novas, como “Star Trek: Discovery” e “Star Trek: Picard”, também foram despachadas para rivais no mercado internacional, respectivamente Netflix e Amazon. Ainda assim, o portfólio da ViacomCBS combina uma variedade de ativos premium que tornam a Paramount+ bastante atrativa, contando com o acervo grandioso de cinema da Paramount e de séries dos estúdios CBS, MTV, Nickelodeon, Comedy Central e outros. Resta conferir o que realmente formará o catálogo de seu lançamento.

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    Netflix supera 200 milhões de assinantes em meio à pandemia

    19 de janeiro de 2021 /

    A Netflix superou as expectativas do mercado ao atingir mais de 200 milhões de assinantes em meio à pandemia. O número foi alcançado com a conquista de 8,5 milhões de assinaturas durante o quarto trimestre de 2020. O crescimento aconteceu num período de acirramento da competição, durante a expansão internacional da Disney+ (Disney Plus) e da chegada da HBO Max e da Peacock ao público consumidor dos EUA, o que demonstra que a plataforma pioneira não se enfraqueceu com a chegada dos rivais, terminando o ano com quase 204 milhões de assinantes globais. A conclusão dos analistas é que a pandemia se provou uma força mais poderosa do que a ameaça dos novos serviços. As quarentenas em todo o mundo ajudaram a aumentar significativamente as inscrições de streaming e a Netflix se beneficiou do boom geral da indústria, adicionando mais de 36 milhões de assinantes durante todo o ano passado. Embora a maioria dos novos assinantes tenha vindo durante o primeiro semestre de 2020, os investidores de Wall Street esperavam que a Netflix conquistasse mais 6 milhões no trimestre final, mas foram surpreendidos com a adição de 8,5 milhões. A plataforma geralmente tem um bom desempenho durante os últimos três meses do ano, quando lança sua programação mais esperada. O trimestre mais recente não foi exceção, graças à 4ª temporada de “The Crown” e ao sucesso de novas produções, como “O Gambito da Rainha” e “Bridgerton”. A Netflix disse que as duas últimas séries entraram na lista dos títulos mais assistidos de sua história. Apesar do desempenho impressionante, a empresa está se aproximando do ponto de saturação. A oferta de assinaturas praticamente esgotou seu mercado potencial nos Estados Unidos, onde a plataforma recentemente aumentou seus preços. Por conta disso, sua estratégia passou a privilegiar mercados onde seu serviço não está tão consolidado. Ao apresentar seus resultados trimestrais, a empresa revelou que 83% de seus novos assinantes de 2020 vieram de fora dos EUA e Canadá. Durante o quarto trimestre, a maior quantidade de assinantes novos veio da Europa, Oriente Médio e África. Já o público da América do Norte cresceu em apenas 860 mil durante esse período. O sucesso internacional permitirá à Netflix passar 2021 sem pedir financiamento bancário pela primeira vez para suas operações do dia-a-dia. Além disso, a empresa afirmou esperar ter fluxo de caixa positivo em 2021, após anos operando no vermelho – isto é, gastando mais para produzir conteúdo do que a receita vinda de suas assinaturas. A notícia ajudou a impulsionar as ações da Netflix, que fecharam nesta terça-feira (19/1) com alta de mais de 10% após o expediente na Nasdaq. A Netflix obteve receita de US$ 6,6 bilhões durante o trimestre, em linha com as previsões dos analistas, e relatou lucros de US$ 1,19 por ação.

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