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    “Viúva Negra” é liberado para todos os assinantes da Disney+

    25 de agosto de 2021 /

    “Viúva Negra” saiu do Premier Access e foi liberado para todos os assinantes da Disney+ nesta quarta (25/8). Um dos maiores sucessos mundiais do período da pandemia, o filme ficou disponível “de graça” para quem tem a assinatura do serviço após motivar um processo judicial de Scarlett Johansson contra a Disney por quebra contratual. A atriz alega que, ao lançar o filme simultaneamente nos cinemas e no seu streaming, o estúdio prejudicou a arrecadação do filme e, por consequência, a percentagem a que ela tinha direito nas bilheterias. Graças à troca de acusações dos dois lados, a situação praticamente garantiu que o longa é a última aparição da atriz no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) como Natasha Romanoff, o que torna o aspecto emocional de sua história ainda mais tocante para os fãs. Dirigido pela australiana Cate Shortland (“A Síndrome de Berlim”), “Viúva Negra” é um flashback passado entre os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” e “Vingadores: Guerra Infinita”, e acompanha Natasha após fugir dos EUA por ter ajudado o Capitão América. Na trama, a heroína busca refúgio no Leste Europeu com sua “família” russa, formada pelos personagens vividos por Florence Pugh (“Midsommar”), David Harbour (“Stranger Things”) e Rachel Weisz (“A Favorita”). O lançamento em Premier Access, o PVOD da Disney+ (basicamente, uma locação digital mais cara – ou “premium”), tinha garantido uma receita de US$ 125 milhões até a véspera do fim de semana passado. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios somou US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números da Disney+ foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões.

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    Netflix revela detalhes da 3ª edição do Tudum, que virou evento internacional

    25 de agosto de 2021 /

    A Netflix divulgou detalhes da terceira edição do evento Tudum, que divulga e celebra sua programação e acontecerá como parte da celebração dos 10 anos do serviço de streaming no Brasil. O Tudum, que já foi chamado de festival, vai acontecer de forma virtual no dia 25 de setembro, com muitas novidades sobre os títulos da plataforma. Segundo adiantou a Netflix, a programação irá abordar mais de 70 séries e filmes, incluindo as novas temporadas de “Stranger Things”, “Bridgerton”, “La Casa de Papel” e muitos outras produções. Como se trata de um evento online, seu alcance não será limitado ao público brasileiro. E aproveitando-se dessa vantagem, a produção realmente internacionalizou a nova edição com a inclusão maciça de vários artistas estrangeiros de seu casting, e não apenas de um punhado de convidados como nas versões passadas do Tudum. A transmissão está prevista para começar às 13h (horário de Brasília) no canal oficial da Netflix no Youtube para o mundo todo, e também poderá ser acompanhada pelo Twitter e Twitch. Apesar do volume de informações prometidas, o Tudum será curto, com tempo de duração de três horas. Mas os fãs de anime poderão aproveitar um pouco mais, com um “pré-show” com conteúdos inéditos no canal Netflix Anime, a partir das 10h (horário de Brasília). Vale lembrar que a primeira edição do evento foi presencial. Ela ocorreu em janeiro de 2020 no Pavilhão da Bienal do Ibirapuera, com participação de Lana Condor e Noah Centineo, e atraiu 50 mil visitantes. Já o segundo ano aconteceu de forma virtual devido à pandemia, contando com apresentação de Maisa Silva. A atriz vai voltar para comandar pelo menos um bloco do novo evento – que está mais para programa que festival – chamado “Mais Brasil na Tela”, apresentando os primeiros minutos das séries “Maldivas” e “De Volta aos 15”, esta última estrelada pela própria Maisa. Veja abaixo o vídeo com o anúncio oficial do evento, que dá a medida do redimensionamento de sua produção.

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    “Free Guy” lidera bilheterias em meio à queda de público nos cinemas do Brasil

    23 de agosto de 2021 /

    “Free Guy – Assumindo o Controle” foi o filme mais visto do fim de semana no país, mas público dos cinemas brasileiros caiu 26% em relação à semana passada. O novo filme de Ryan Reynolds levou 141 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 2,7 milhões, tirando a liderança de “O Esquadrão Suicida”. Mas a diferença foi pequena. A adaptação de quadrinhos teve 137,9 mil espectadores e rendeu R$ 2,5 milhões em ingresso vendidos. Ao todo, o circuito cinematográfico recebeu 517,7 mil pessoas e faturou R$ 9,7 milhões em bilheteria entre quinta e domingo, segundo dados da consultoria Comscore. No mesmo período da semana passada, 702 mil pessoas foram aos cinemas. Com isso, o mercado reverte aos números de junho. Entre os dias 10 e 13 daquele mês, foram registrados 558,7 mil espectadores nos cinemas e R$ 10,2 milhões em bilheteria. Veja abaixo a lista da Comscore com as 10 maiores bilheterias do país no último fim de semana. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 19 -22/81. Free Guy – Assumindo o Controle2. Esquadrão Suicida3. Poderoso Chefinho 24. Homem das Trevas 25. Velozes e Furiosos 96. Caminhos da Memória7. Space Jam8. Um Lugar Silencioso 29. Jungle Cruise10. Tempo — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 23, 2021

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    Netflix vai realizar evento para celebrar 10 anos no Brasil

    23 de agosto de 2021 /

    A Netflix vai realizar a terceira edição do Festival Tudum, evento em que celebra sua própria programação. Novamente virtual como no ano passado, o festival também vai comemorar os 10 anos da plataforma no Brasil. Ainda não há muitas informações sobre a programação do evento, mas o site do Almanaque Tudum está com contagem regressiva para liberar à 00h01 de terça-feira (24/8) uma nova versão de sua publicação (impressa e digital), trazendo material inédito dos filmes e séries da Netflix, com diversos conteúdos interativos. Estarão presentes na nova edição “La Casa de Papel”, “O Gambito da Rainha”, “Sex Education”, “Sintonia”, e muito mais. Para ter acesso à edição impressa, o público deve pedir o seu exemplar, de maneira gratuita, pelo site do evento (https://www.almanaquetudum.com.br/), mas apenas ao fim da contagem. Serão 200 mil exemplares ao todo. Quem não conseguir garantir seu Almanaque, poderá acessar a versão digital a partir do dia 30 de agosto no mesmo endereço.

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    Disney revela que “Viúva Negra” arrecadou US$ 125 milhões em streaming

    22 de agosto de 2021 /

    A nova petição da Disney no processo de Scarlett Johansson por quebra contratual, devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, revelou quanto o filme faturou com sua disponibilização em Premier Access na Disney+. Os advogados do estúdio argumentaram na última sexta-feira (20/8) que a produção arrecadou US$ 125 milhões em receitas online até o momento. A revelação faz parte dos argumentos de que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o filme a ser exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. Anteriormente, a Disney tinha anunciado que “Viúva Negra” tinha faturado US$ 60 milhões em seu fim de semana de estreia na Disney+, mas não havia outros registros da bilheteria virtual. Nos cinemas, o filme do Marvel Studios soma US$ 369 milhões mundiais. Com o acréscimo do streaming, os valores chegam a US$ 494 milhões. Mas como os números foram apresentados antes do fim de semana, a totalização já deve ter ultrapassado os US$ 500 milhões. Em sua ação, Johansson afirmou que a estratégia de lançamento simultâneo de “Viúva Negra” nos cinemas e na Disney+ havia reduzido sua remuneração. A Disney rebateu dizendo que “não havia mérito” no processo, acrescentando que o lançamento online “aumentou significativamente sua capacidade (de Johansson) de ganhar uma remuneração adicional”. E de quebra revelou que o cachê da atriz para o filme foi de US$ 20 milhões. Ao abrir a contabilidade, a Disney tenta buscar uma resolução fora dos tribunais. O estúdio quer que a disputa com Scarlett Johansson seja decidida por arbitragem – isto é, por uma terceira pessoa ou entidade privada. Muitos acreditam que o resultado do processo possa ter desdobramentos na indústria do entretenimento. Mas não é bem assim, como resumiu a colega de Johansson, Elizabeth Olsen, em entrevista para a Vanity Fair: “Quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato.

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    “Free Guy” mantém controle das bilheterias dos EUA

    22 de agosto de 2021 /

    “Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, manteve a liderança das bilheterias pelo segundo fim de semana consecutivo nos EUA e Canadá, com uma arrecadação de US$ 18,8 milhões. O filme sofreu uma queda de apenas 38% de arrecadação desde a estreia na semana passada no mercado norte-americano. Foi o menor declínio da era da pandemia, causado em parte por ser um lançamento exclusivo dos cinemas, mas também pelas críticas positivas (82% de aprovação no Rotten Tomatoes) e recomendações boca a boca do público (nota A no CinemaScore). O fenômeno, por sinal, é global. A bilheteria de “Free Guy” caiu ainda menos no resto do planeta, apenas 26%, para permanecer como o filme mais visto em vários países. Ao todo, a produção que a Disney herdou da antiga 20th Century Fox faturou US$ 58,8 milhões em 10 dias na América do Norte e quase o mesmo valor no exterior, chegando a US$ 112 milhões ao redor do mundo. A Disney se entusiasmou com o resultado e já encomendou uma sequência da produção. O 2º lugar das bilheterias dos EUA ficou com uma estreia, a animação “Patrulha Canina: O Filme”, baseada na série da Nickelodeon, que teve um desempenho melhor que o esperado com US$ 13 milhões, apesar do lançamento simultâneo na plataforma Paramount+. Boa parte da arrecadação vem do Canadá, país original da produção. O Top 5 teve ainda “Jungle Cruise” (US$ 6,2M), “O Homem nas Trevas 2” (US$ 5M) e “Respect: A História de Aretha Franklin (US$ 3,8M). Graças ao fraquíssimo desempenho em sua segunda semana nos EUA, a cinebiografia de Aretha Franklin, que deveria estrear em 9 de setembro por aqui, desapareceu do calendário de lançamentos nacionais e deve chegar diretamente em streaming no Brasil. O detalhe é que houve mais cinco estreias neste fim de semana nos cinemas norte-americanos. E todas tiveram desempenho pior que “Respect”. Na verdade, abaixo de “O Esquadrão Suicida”, que ficou em 6º lugar com US$ 3,4 milhões. Com lançamento amplo, o thriller de ação “The Protégé”, estrelado por Michael Keaton, Samuel L. Jackson e Maggie Q, fez US$ 2,93 milhões em 7º lugar, o terror “A Casa Sombria”, protagonizado por Rebecca Hall, ficou perto disso com US$ 2,8 milhões em 8º lugar, e a sci-fi “Caminhos da Memória”, com Hugh Jackman, naufragou com US$ 2 milhões em 9º lugar. Dos três, apenas “Caminhos da Memória” teve lançamento simultâneo em streaming – na HBO Max. O filme também chegou ao Brasil neste fim de semana. Destruída pela crítica (37% no Rotten Tomatoes), a estreia da roteirista Lisa Joy (cocriadora de “Westworld”) na direção teve pouquíssima divulgação da Warner, que preferiu economizar no marketing após gastar US$ 100 milhões em produção, já prevendo o prejuízo. “The Protégé” foi considerável passável pela crítica (62%), mas só tem previsão de estreia no Brasil em novembro. Já “A Casa Sombria” agradou a crítica (85%) e chega em 30 de setembro nos cinemas brasileiros. A produção que fecha o Top 10 é “Viúva Negra”, que ao somar mais US$ 1,1 milhão nos últimos três dias atingiu o total de US$ 180 milhões nas bilheterias dos EUA e Canadá, superando “Velozes e Furiosos 9” (US$ 172M) como o maior sucesso cinematográfico da pandemia na América do Norte. Em todo o mundo, porém, o filme de Vin Diesel ainda está muito na frente, devendo chegar a US$ 700 milhões nos próximos dias, contra US$ 369 milhões da produção da Disney/Marvel. Para completar, também chegaram às telas norte-americanas o drama “Flag Day”, dirigido e estrelado por Sean Penn, e o terror “Demonic”, Neill Blomkamp. Ambos tiveram lançamentos limitados e fizeram apenas US$ 40 mil e US$ 38 mil, em 22º e 24º lugares, respectivamente.

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    Elizabeth Olsen apoia Scarlett Johansson contra a Disney

    21 de agosto de 2021 /

    A Disney aparentemente mexeu num vespeiro ao brigar com Scarlett Johansson. Depois de rumores de que o próprio chefão da Marvel, Kevin Feige, estaria decepcionado com o estúdio, agora a primeira estrela da Marvel na Disney+ se pronunciou abertamente a favor da colega. Em entrevista à revista Vanity Fair, Elizabeth Olsen, protagonista de “WandaVision” e parceira de Johansson nos filmes dos Vingadores, foi clara em seu apoio. Comentando o processo aberto por quebra contratual, devido ao lançamento simultâneo de “Viúva Negra” no streaming, a intérprete de Wanda, a Feiticeira Escarlate, afirmou: “Eu acho que ela é muito valente e, literalmente, quando eu li [sobre o processo] fiquei tipo: ‘Bom para você, Scarlett.'” Olsen comentou que a briga da colega com a Disney não a preocupa, mas a situação do cinema em geral após a covid-19 tem tirado seu sono. “Estou preocupada com um monte de coisas. Não estou preocupada com Scarlett”, disse ela. “Mas estou preocupada com os filmes independentes, que tenham a oportunidade de serem vistos nos cinemas. Isso já era um problema antes da covid. Gosto de ir ao cinema e não quero necessariamente ver apenas candidatos do Oscar ou blockbusters. Eu gosto de ver filmes artísticos no circuito de arte. E eu me preocupo com isso e com as pessoas que tentam manter esses cinemas vivos”. “Mas quando se trata de atores e seus ganhos financeiros, quero dizer, isso é apenas questão contratual. Ou está no contrato ou não está”, concluiu. Scarlett Johansson decidiu processar a Disney porque o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” em streaming não estava no contrato. Em vez de entrar num acordo antes da situação ir tão longe, a Disney resolveu dobrar a aposta judicial e, desde a primeira reação do estúdio, o caso se tornou um pesadelo de relações públicas, que pode custar muito mais para a empresa, em termos de reputação, que a compensação pedida por Johansson pelo lançamento híbrido.

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    Disney quer brigar com Scarlett Johansson fora dos tribunais

    21 de agosto de 2021 /

    A Disney voltou à carga contra a ação de Scarlett Johansson na Justiça, peticionando uma moção para decidir seu conflito com a atriz numa arbitragem privada. O estúdio quer que uma terceira pessoa ou entidade privada decida sobre o processo aberto pela atriz por quebra contratual devido ao lançamento híbrido de “Viúva Negra”, sem passar pelo poder judiciário convencional. Na moção, o advogado da Disney também argumenta que a empresa cumpriu sua obrigação de dar ao filme um lançamento “amplo”, alegando que não há cláusula contratual obrigando o lançamento a ser exclusivo dos cinemas. Johansson entrou com uma ação em 29 de julho apontando ter sofrido prejuízo pela decisão unilateral da Disney de lançar “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e na Disney+. Esta iniciativa teria prejudicado a receita de bilheteria do filme e lhe custado dezenas de milhões de dólares, já que seu pagamento estava atrelado à venda de ingressos. A Disney respondeu que “Viúva Negra” teve um bom desempenho mesmo com a pandemia em curso. O filme estreou em 9 de julho e arrecadou US$ 80 milhões em seu fim de semana de estreia. Apesar do valor ser inferior aos padrões pré-pandêmicos da Marvel, ficou US$ 10 milhões acima de “Velozes e Furiosos 9” da Universal – que foi um lançamento exclusivo dos cinemas. Além disso, o estúdio afirmou que adicionou os números de streaming à bilheteria total para fins de cálculo da participação da atriz. O detalhe é que o contrato de Johansson é de 2017, quando a Disney nem sonhava em lançar sua plataforma de streaming, portanto também não contempla um lançamento em streaming. Em sua ação, os advogados da estrela ainda reforçam que a Marvel afirmou em 2019 que o estúdio lançaria o filme “como todos os demais”. A causa de Johansson recebeu apoio de várias associações, entre elas o Sindicato dos Atores dos EUA (SAG-Aftra) e, indiretamente, até da Associação Nacional de Donos de Cinemas dos EUA (NATO), que divulgou uma nota condenando o lançamento de “Viúva Negra” em streaming. Segundo o circuito exibidor, a produção teve uma performance abaixo do esperado nos cinemas justamente por causa da estreia simultânea na Disney+. Segundo projeções feitas pelo Wall Street Jornal, o lançamento híbrido pode ter custado US$ 50 milhões à atriz.

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    Daniel Craig é o astro mais bem-pago de Hollywood graças à Netflix

    18 de agosto de 2021 /

    A revista Variety revelou que Daniel Craig é o ator mais bem pago de Hollywood na atualidade. E curiosamente o motivo não é seu papel no novo filme de James Bond, “007 Sem Tempo para Morrer”, que estreia em 30 de setembro. A reportagem visava demonstrar como os astros de cinema estão ganhando muito mais com as plataformas de streaming que propriamente com lançamentos cinematográficos. Graças a um acordo fechado com a Netflix para estrelar e produzir duas continuações de “Entre Facas e Segredos”, Craig vai receber US$ 100 milhões. A Variety seguiu o fio e descobriu que os maiores salários vêm todos de negociações para o streaming. Dwayne “The Rock” Johnson, por exemplo, tem garantidos US$ 30 milhões pelo filme natalino “Red One” na Amazon Prime Video, mesma quantia que Leonardo DiCaprio vai receber em uma produção ainda sem título da Netflix, em que contracenará com Jennifer Lawrence, por sua vez contratada por US$ 25 milhões. Julia Roberts também vai receber US$ 25 milhões por “Leave the World Behind” na Netflix, que ainda desembolsará US$ 20 milhões para Ryan Gosling estrelar “The Gray Man”. Por fim, o filme de ação “Sem Remorso”, já lançado pela plataforma da Amazon, rendeu US$ 15 milhões a Michael B. Jordan. A comparação com os rendimentos dos principais atores de Hollywood no cinema revela uma diferença abissal. Embora Scarlett Johansson tenha recebido US$ 20 milhões por “Viúva Negra”, Keanu Reeves deve ficar com algo entre US$ 12 milhões e US$ 14 milhões par voltar a estrelar um filme da saga “Matrix”, enquanto Tom Cruise aprendeu a pilotar um avião caça para receber US$ 13 milhões por “Top Gun: Maverick” e Robert Pattinson será o novo Batman por US$ 3 milhões. Mas há um detalhe que ajuda a explicar essa distância entre cachês de streaming e cinema. Enquanto o valor pago pelas plataformas é total (upfront, na linguagem dos estúdios americanos), os lançamentos cinematográficos incluem bônus de desempenho (back-end), que aumentam conforme a arrecadação dos filmes nas bilheterias. Este diferencial transformou Robert Downey Jr. em bilionário pelos filmes da Marvel e fez Scarlett Johansson entrar com um processo contra a Disney por diminuir suas chances de receber uma fortuna com o lançamento simultâneo de “Viúva Negra” na Disney+ – e sem pagar upfront pelo streaming.

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    “O Esquadrão Suicida” lidera bilheterias do Brasil pela segunda semana

    16 de agosto de 2021 /

    “O Esquadrão Suicida” foi o filme mais assistido no Brasil pelo segundo fim de semana seguido. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics levou 269,5 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 5,1 milhões em bilheteria, segundo dados da consultoria Comscore. Com a soma dos rendimentos, o filme da Warner já faturou R$ 14,98 milhões nas bilheterias nacionais. O desempenho é impressionante, com uma queda de apenas 28% no faturamento em relação ao lançamento na semana passada. O mais curioso é que se trata de um fenômeno exatamente oposto ao registrado nos EUA, onde o filme desabou 72% em relação à sua estreia. A principal diferença entre os dois mercados é que “O Esquadrão Suicida” não foi disponibilizado simultaneamente na HBO Max no Brasil. Por outro lado, o país pôde conferir o impacto do streaming nas bilheterias com “Velozes e Furiosos 9”, que foi o filme mais visto por semanas a fio, até ser superado por “O Esquadrão Suicida”. O filme de ação desabou para o 4º lugar no fim de semana em que ficou disponível em locação digital. Na totalização de seus rendimentos, entretanto, o filme segue imbatível, com R$ 68,5 milhões faturados por aqui. Ao todo, os cinemas brasileiros venderam 702 mil ingressos e arrecadaram R$ 13 milhões em bilheteria. “Poderoso Chefinho 2” foi o segundo filme com maior público: 179,5 mil espectadores e R$ 3,1 milhões em ingressos vendidos. O lançamento do terror “O Homem nas Trevas 2” completou o pódio com R$ 1,51 milhão. Veja abaixo a lista dos 10 filmes mais visto do fim de semana no Brasil. #Top10 #filmes #bilheteria #cinema 12-15/81. Esquadrão Suicida2. Poderoso Chefinho 23. Homem das Trevas 24. Velozes e Furiosos 95. Um Lugar Silencioso 26. Space Jam7. Jungle Cruise8. Tempo9. Viúva Negra10. Dois + Dois — Comscore Movies BRA (@cSMoviesBrazil) August 16, 2021

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    “Free Guy” assume o controle das bilheterias nos EUA

    15 de agosto de 2021 /

    “Free Guy: Assumindo o Controle”, comédia fantasiosa em que Ryan Reynolds vive um personagem de videogame, liderou as bilheterias em sua estreia nos EUA e Canadá, com uma arrecadação de US$ 26 milhões em 4.165 cinemas entre sexta e este domingo (15/8). Como o orçamento da produção está na casa dos US$ 100 milhões, o valor passa longe de ser ideal, mas se alinha às bilheterias recentes da pandemia. É basicamente o mesmo que fez “O Esquadrão Suicida” e um pouco mais do que faturou “Cruella” em seus três primeiros dias. O detalhe é que, ao contrário destes dois, a comédia de Reynolds foi um lançamento exclusivo dos cinemas, sem concorrência do streaming. No mercado internacional, “Free Guy” trouxe mais US$ 22,5 milhões de 41 países. O Brasil não foi um deles, já que o lançamento nacional ficou para a próxima quinta (19/8). Somando tudo, a produção que a Disney herdou da antiga 20th Century Fox faturou US$ 51 milhões mundiais em seus primeiros dias de exibição. O resultado agradou ao estúdio, que já decidiu encomendar uma sequência da produção. Público e crítica também aplaudiram. O filme teve 82% de aprovação no Rotten Tomatoes e tirou nota “A” no CinemaScore, pesquisa feita com plateias na saída dos cinemas. Outra estreia da semana, o suspense “O Homem das Trevas 2”, ficou num distante 2º lugar nas bilheterias norte-americanas, com US$ 10,6 milhões arrecadados de 3.005 salas. Não é um desastre, porque seu orçamento foi de US$ 15 milhões, mas representa uma grande queda em relação ao filme antecessor, que abriu com US$ 26,4 milhões em 2016. A expectativa não é das melhores para a próximo fim de semana, porque a Sony escondeu o filme da crítica e muitas pessoas foram aos cinemas antes que as avaliações negativas se tornassem conhecidas. Considerado medíocre, ficou com 52% de aprovação no Rotten Tomatoes. Em seu terceiro fim de semana, “Jungle Cruise” assegurou o 3º lugar com US$ 8,9 milhões, elevando seu total a US$ 88 milhões no mercado doméstico. O 4º lugar ficou com a estreia de “Respect – A História de Aretha Franklin”, com US$ 8,8 milhões. A cinebiografia estrelada por Jennifer Hudson como a Rainha do Soul não galvanizou a crítica, atingindo 64% de aprovação no Rotten Tomatoes, e pode ter dificuldades para se pagar devido ao custo de US$ 55 milhões. O lançamento no Brasil está marcado para 9 de setembro. “O Esquadrão Suicida” fechou o Top 5 com US$ 7,7 milhões, representando uma queda brutal de 72% em relação à sua estreia no fim de semana passado. Com isso, a adaptação dos quadrinhos da DC Comics soma US$ 42,3 milhões no mercado doméstico. Em compensação, manteve-se entre os mais vistos ao redor do mundo – no Brasil, a queda teria sido de apenas 28% – fazendo US$ 17 milhões no exterior para trazer seus rendimentos ao total de US$ 117 milhões mundiais.

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    Disney divulga preços de lançamento da plataforma Star+ no Brasil

    13 de agosto de 2021 /

    Com a resolução da pendência jurídica que impedia seu lançamento no Brasil, a Disney retomou a campanha de divulgação da plataforma Star+, que vai chegar em 31 de agosto no país. O novo streaming da Disney vai abrigar produções da antiga Fox, conteúdo de esportes da ESPN e atrações exclusivas destinadas a um público mais adulto que o visado pela plataforma já existente no Brasil, a Disney+. Na prática, a Star+ funcionará como um complemento de programação da Disney+, representando uma opção equivalente aos serviços da Hulu e ESPN+ nos EUA. Nesta sexta (13/8), a Disney informou pela primeira vez os valores da assinatura do novo serviço. A assinatura será oferecida de três formas: num pacote mensal, num pacote anual e num combo junto ao Disney+. Os planos poderão ser adquiridos a partir de 31 de agosto. Para assinar somente o Star+, o plano mensal sai por R$ 32,90. É mais caro que a assinatura da Disney+, atualmente em R$ 27,90. Mas pode sair bem mais em conta. Quem fizer o plano anual por R$ 329,90, por exemplo, pode economizar bastante, pagando o equivalente a R$ 27,50 por mês. Mas o valor cai forte mesmo é na assinatura dupla com a Disney+. Quem optar pelo Combo+, com os dois serviços, vai desembolsar R$ 45,90 por mês. Na ponta do lápis, isto representa um desconto de R$ 14,90, que faz o Star+ sair por R$ 18,00. Detalhe: quem já tiver uma assinatura anual da Disney+ pode incluir a Star+ no pacote pelo preço promocional, apesar da Disney não ter anunciado um plano de combo+ anual. Veja os preços, mais uma vez, no gráfico abaixo.

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    Disney+ já tem 116 milhões de assinantes

    13 de agosto de 2021 /

    A Disney+ continua crescendo mais que a concorrência. Durante a teleconferência para acionistas sobre os resultados financeiros positivos da Walt Disney Co. no terceiro trimestre, o CEO da companhia, Bob Chapek, revelou que o serviço de streaming adicionou mais 13 milhões de assinantes nos últimos três meses. Com isso, a plataforma atingiu um total de 116 milhões, superando as previsões de Wall Street. Para completar, Chapek revelou planos da expansão do serviço na Ásia, com o lançamento da Disney+ na Coréia do Sul, Hong Kong e Taiwan já em novembro, e anunciou a chegada no Leste Europeu, no Oriente Médio e na África do Sul para o começo de 2022. Além da Disney+, as plataformas americanas Hulu e ESPN+ também registraram crescimento nos EUA, transformando o negócio direto ao consumidor no principal impulsionador de receitas da empresa. Só o streaming rendeu US$ 4,25 bilhões no trimestre, um aumento de 57% em relação ao mesmo período do ano passado. Mas a grande surpresa no relatório para o mercado foram os rendimentos dos parques temáticos, que ao reabrirem após cerca de um ano fechados durante a pandemia, faturaram US$ 4,3 bilhões, graças principalmente ao público da Disneylândia e do Walt Disney World. Até as unidade de televisão da Disney, que incluem o canal esportivo ESPN e a rede ABC, cresceram 33% em relação ao ano anterior, para US$ 2,19 bilhões. Com tantas notícias positivas, a empresa relatou uma receita invejável de US$ 17 bilhões no trimestre, fazendo seu lucro por ação atingir US$ 0,80, muito acima da estimativa de US$ 0,55 do mercado. O anúncio fez as ações da Disney subirem mais de 10% nas negociações pós-mercado.

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