Diretora de “Adoráveis Mulheres” fará filme da boneca Barbie
A atriz Greta Gerwig, conhecida por sua ligação com o cinema indie e por sua transformação em cineasta indicada ao Oscar – pelos filmes “Lady Bird” (2017) e “Adoráveis Mulheres” (2018) – , foi confirmada como diretora do filme da boneca Barbie. O longa da Warner Bros. terá Margot Robbie (a Arlequina do “Esquadrão Suicida”) no papel da famosa boneca e será escrito por Gerwig em parceria com seu marido, o cineasta indie Noah Baumbach – que também foi indicado ao Oscar por dois filmes: “A Lula e a Baleia” (2005) e “História de um Casamento” (2019). Não há informações sobre a trama do longa, mas Margot Robbie, que revelou a diretora, sugeriu que o filme não será o que as pessoas imaginam ao ouvir o nome da Barbie. “As pessoas geralmente ouvem Barbie e pensam ‘eu sei o que esse filme vai ser’. E então eles descobrem que Greta Gerwig vai escrevê-lo e dirigi-lo, e entendem que talvez não saibam”, disse a estrela para a revista Vogue britânica, lembrando ainda que Barbie carrega “muita bagagem e conexões nostálgicas”. As filmagens vão começar apenas no próximo ano para um lançamento em 2023.
Novo trailer de “Cruella” revela música inédita de Florence + the Machine
A Disney divulgou um novo trailer de “Cruella”, o filme sobre a origem da vilã de “101 Dálmatas”, que se diferencia por incluir pela primeira vez a faixa “Call me Cruella”, criada especialmente para a produção pela banda Florence + the Machine. Em seu Instagram oficial, o estúdio também revelou a lista das músicas que serão ouvidas no filme – uma relação eclética, que inclui hits de The Doors, Nina Simone, Queen, Supertramp, Ohio Players, Ike & Tina Turner, Blondie e The Clash A trilha sonora será lançada uma semana antes do longa, em 21 de maio. Concebido como um prólogo de “101 Dálmatas”, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”), Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer simultaneamente nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio. This soundtrack is going to be quite fabulous, darling. 💋🖤 The soundtrack to #Cruella is coming Friday, May 21. See Disney’s #Cruella in theaters or order it on Disney+ with Premier Access May 28, 2021. Additional fee required. pic.twitter.com/3k68CTlGbw — Walt Disney Studios (@DisneyStudios) May 10, 2021
Emma Stone fala de Cruella em novo vídeo legendado
A Disney continua a divulgação de “Cruella” com o lançamento de um novo vídeo legendado com cenas do filme, que traz depoimentos da atriz Emma Stone (“La La Land”) sobre a personagem-título, além de uma coleção de pôsteres com os principais personagens da produção. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. O elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Joel Fry (“Yesterday”) e Kirby Howell-Baptiste (“The Good Place”), estampados nos pôsteres, sem esquecer de Emily Beecham (“Into the Badlands”) e Mark Strong (“Shazam!”). A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.
Vídeo apresenta versão mirim de Cruella
A Disney divulgou um novo comercial de “Cruella”, filme de origem da vilã de “101 Dálmatas” estrelado por Emma Stone (“A Favorita”). A prévia apresenta pela primeira vez a versão mirim da personagem, vivida pela menina Tipper Seifert-Cleveland (“Krypton”) com visual estiloso, mas sofrendo bullying na escola. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma) em 28 de maio.
Cruella rouba seus primeiros dálmatas em novo trailer da Disney
A Disney divulgou novos pôster e trailer de “Cruella”, filme de origem da vilã de “101 Dálmatas” estrelado por Emma Stone (“A Favorita”). A prévia apresenta a personagem como uma jovem estilista de moda que, como vingança de sua antiga chefe, interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), realiza seu primeiro roubo de dálmatas. Concebido como um prólogo, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia vai acontecer nos cinemas e na Disney+ (com uma taxa adicional à mensalidade da plataforma) em 28 de maio. Veja abaixo o trailer nas versões legendada e dublada em português.
Emma Stone vira Cruella punk em novo trailer legendado da Disney
A Disney divulgou um novo trailer legendado de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, conhecida por querer transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. Ao som de “These Boots Are Made for Walkin’”, de Nancy Sinatra, a prévia apresenta a personagem como uma infant terrible da moda punk. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também faz parte da equipe, como produtora executiva do projeto. A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo o novo vídeo.
Filme de Tom & Jerry ganha trailer ao som de Michel Teló
A Warner Bros. divulgou um novo trailer de “Tom & Jerry: O Filme”, com uma edição especial para o mercado brasileiro. No vídeo, o gato e o rato fazem o que sempre fazem acompanhados da música “Ai, Se Eu Te Pego”, de Michel Teló. A montagem funciona perfeitamente, destacando as cenas em que o felino está prestes a pegar o roedor, que acompanham a frase “Ai, se eu te pego”, e quando o gato fica em apuros, ao som da frase “Assim você me mata”. Lançado nos cinemas nesta quinta (18/2), o filme tem formato híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs lembram, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. O resultado é bem diferente do live-action do “Scooby Doo”, para citar outro desenho clássico que ganhou adaptação da Warner. Enquanto o cachorro da Hanna-Barbera se materializou no cinema com visual realista criado por computação gráfica, desta vez os personagens da MGM quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos cartoons originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos. Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A direção é de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”.
Emma Stone é Cruella no trailer do novo filme da Disney
A Disney divulgou o primeiro trailer de “Cruella”, filme em que Emma Stone encarna a vilã Cruella De Vil, que queria transformar os cãezinhos de “101 Dálmatas” em casaco de peles. A prévia demonstra que a trama não é uma história alternativa sobre como a vilã foi mal-julgada, ao estilo de “Malévola”. Emma Stone diz com todas as letras que sua personagem é uma psicopata e aparece se deliciando como piromaníaca. Resta saber como o clima sombrio será apresentado para as crianças, pois o trailer não é engraçado. É assustador. Mas Tim Burton fez carreira com esse tipo de tom híbrido em seus filmes. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970, em Londres, e mostrará Cruella como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que aos poucos vai desenvolvendo uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, dálmatas. Por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, é produtora executiva do projeto. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vem a referência fashion. E ganhou roteiro final de Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e o elenco também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”), Emily Beecham (“Into the Badlands”), Joel Fry (“Yesterday”) e Mark Strong (“Shazam!”). A estreia está marcada para 28 de maio nos cinemas. Veja abaixo os trailers em versões legendada e dublada em português.
Emma Stone vira vilã da Disney no pôster de Cruella
A Disney divulgou o primeiro cartaz oficial de “Cruella”, novo filme baseado na história dos “101 Dálmatas”. A imagem em preto e branco retrata a protagonista Emma Stone no papel da vilã do título e anuncia a estreia para o mês de maio – data jamais alterada pela pandemia. A tipografia escolhida para grafar o nome da atriz e a maquiagem utilizada pela personagem reforça o tom punk rock da produção, introduzido pela primeira foto oficial de Emma Stone no papel, revelada em agosto de 2019 na D23 Expo, a “Comic Con da Disney”. Intitulado “Cruella”, o filme vai contar a história da vilã que ficou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela Disney. Na época, a tradução caprichou para apresentá-la no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Mas a Disney renegou a denominação nacional quando a personagem ganhou carne-e-osso pela primeira vez. Ela virou Cruella De Vil, seu nome em inglês, na interpretação de Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”) em 1996. Além disso, o filme também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas” – que virou “102 Dálmatas” na continuação do ano 2000. Concebido como um prólogo, o novo longa vai se passar nos anos 1970 – o que explica as alusões à estética punk. Escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e com direção de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”), o filme também conta com Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), Paul Walter Hauser (“Eu, Tonya”) e Joel Fry (“Yesterday”) em seu elenco. O primeiro trailer será revelado nesta quarta (17/2).
Filme “live action” de Tom e Jerry ganha seu primeiro trailer divertido
A Warner divulgou o pôster e o trailer dublado do primeiro filme live-action de “Tom e Jerry”. A versão, na verdade, é um híbrido, em que os protagonistas continuam animados e do jeito que os fãs gostam, apesar de contracenarem com atores de carne e osso. Além disso, o gato e o rato não são os únicos desenhos. Todos os animais que aparecem na prévia seguem este padrão. O resultado é bem diferente dos filmes live-action do “Scooby Doo”, para citar outra animação clássica que ganhou adaptação da Warner, em que cachorro da Hanna-Barbera ganhava visual realista criado por computação gráfica. Desta vez, os personagens quase não mudaram, preservando a aparência de seus antigos desenhos bidimensionais. Embora a combinação de cartum e atores pareça retrô, a opção não aliena os fãs dos personagens originais. Além disso, essa combinação evoca o excelente “Uma Cilada para Roger Rabbit” (1988) e, claro, “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003), inclusive na forma como o filme incorpora a física surreal dos desenhos, como portas que mudam de lugar e quedas quilométricas que não matam. Tudo isso se torna ainda mais divertido diante da reação humana ao caos – e ainda há uma referência a Batman para os fãs de filmes de super-heróis! Na trama, Tom e Jerry decidem se separar amigavelmente após décadas de brigas. Mas quando o rato apronta na despedida e resolve se mudar para um hotel de luxo de Nova York, o gato tem prazer em renovar sua rixa ao ser contratado para exterminá-lo. O elenco humano destaca Chloë Grace Moretz (“Suspiria”) como a funcionária do hotel encarregada de se livrar do rato, e que acredita que Tom é a solução para seus problemas – aparentemente, ela nunca viu o desenho! Os demais coadjuvantes são interpretados por Michael Peña (“Homem-Formiga”), Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”), Colin Jost (“Saturday Night Live”) e Rob Delaney (“Catastrophe”). A produção da Warner será o segundo longa dos personagens, criados pelos animadores William Hanna e Joseph Barbera para o estúdio MGM em 1940. Mas o anterior, uma animação tradicional lançada em 1992, não esteve à altura dos melhores curtas da dupla, que venceram sete Oscars entre 1943 a 1953. O novo filme tem roteiro de Kevin Costello (da comédia “As Aventuras de Brigsby Bear”) e direção de Tim Story, responsável por dois “Quarteto Fantástico” e por lançar a franquia “Uma Turma do Barulho”. A estreia está marcada para 4 março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer brasileiro, com dublagem em português, e o americano, com as vozes originais.
Mulan ganha data de estreia em streaming no Brasil
A Disney anunciou que “Mulan” vai finalmente estrear na América Latina em 4 de dezembro, em sua plataforma de streaming. A data é a mesma em que a produção será disponibilizada aos assinantes americanos da Disney+ (Disney Plus) sem custos adicionais. “Mulan” foi originalmente lançada em 4 de setembro em streaming na Disney+ (Disney Plus) nos EUA, mas com um custo adicional para os assinantes. Para ver o filme, além da assinatura da Disney+ (Disney Plus), os interessados precisavam pagar US$ 29,99 (cerca de R$ 165). A cobrança extra foi batizada de Premier Access (um PVOD com outro nome), mas aparentemente não foi um grande sucesso, pois a Disney desistiu de programar outros títulos da mesma forma. A animação “Soul”, por exemplo, vai chegar direto na Disney+ (Disney Plus) em dezembro, incluída na assinatura simples do serviço. A plataforma de streaming, que já possui 60,5 milhões de assinantes mundiais, será lançada no Brasil em 17 de novembro, junto dos demais países da América Latina e do Caribe.
Versão live-action do anime Seu Nome terá diretor vencedor de Sundance
A Paramount contratou o cineasta indie Lee Isaac Chung para desenvolver a versão live-action e americana do anime blockbuster “Seu Nome” (Your Name). Lançado em 2016, o longa animado original é uma das maiores bilheterias da história do cinema japonês, faturando US$ 303 milhões apenas no mercado doméstico. A trama acompanha a história de Mitsuha, uma jovem cansada de viver em um vilarejo rural japonês, e Taki, um adolescente em Tóquio. Um dia, sem maiores avisos, os dois acabam acordando aleatoriamente no corpo um do outro. A partir desse fenômeno, Taki e Mitsuha passam a se alternar por horas no corpo alheio, deixando notas em seus celulares das experiências, enquanto vivem as vidas um do outro. Mas quando Taki tenta encontrar Mitsuha, a viagem à cidadezinha da garota revela uma reviravolta ainda mais fantástica, à medida que os dois descobrem viver em épocas diferentes e sob a sombra de uma tragédia que aconteceu há algum tempo. Com quatro longas de ficção, além de curtas e documentários no currículo, Lee Isaac Chung é um cineasta reconhecido internacionalmente. Nascido em Denver e criado numa fazenda de Arkhansas, numa família de imigrantes coreanos, ele coleciona prêmios e elogios da crítica desde seu primeiro longa em 2007, “Munyurangabo”. Mais recentemente, ele foi o grande vencedor do Festival de Sundance deste ano com “Minari”, considerado duplamente o Melhor Filme da competição – tanto na premiação oficial do júri quanto no voto do público. Chung, porém, não foi a primeira opção dos produtores, que em fevereiro do ano passado anunciaram Marc Webb, de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), à frente do projeto. Na época, o filme seria escrito por Eric Heisserer (“Bird Box”) e transportaria a história para os Estados Unidos, acompanhando uma adolescente indígena que mora em uma área rural e um jovem de Chicago, que descobrem que estão magicamente trocando de corpos. Com a mudança de direção, a história será refeita. Apenas os produtores permanecem os mesmos, com destaque para J.J. Abrams (diretor de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”), envolvido via sua empresa Bad Robot, e Genki Kawamura, responsável pela animação original.
Mulan divide crítica internacional: lindo, mas superficial
Prestes a chegar ao público em vários países, “Mulan” dividiu a crítica internacional. As primeiras resenhas publicadas nos EUA e no Reino Unido elogiam o visual, as cenas de ação e o trabalho da diretora Niki Caro, mas lamentam a falta de profundidade do roteiro. Entre os comentários que chamaram mais atenção, é possível reparar que os críticos acharam a vilã Xianniang, vivida pela excepcional Gong Li (“Memórias de uma Gueixa”), muito mais interessante que a heroína interpretada por Liu Yifei (“O Reino Perdido”). Também houve um coro contra a transformação de Mulan numa guerreira jedi, cuja Força é chamada de chi. E até questionamento sobre sua causa. Supostamente uma guerreira feminista, ela lutaria em defesa do velho patriarcado. Na largada, a produção da Disney atingiu 77% de aprovação no Rotten Tomatoes – e um pouco menos, 71%, entre os críticos Top, dos grandes veículos de comunicação. Primeiro filme de fábulas live-action da Disney dirigido por uma mulher, “Mulan” também é a produção de maior orçamento (supostamente, mais de US$ 200 milhões) comandada por uma cineasta feminina, a neozelandesa Niki Caro (de “O Zoológico de Varsóvia”). Após vários adiamentos devido a pandemia de covid-19, a superprodução terá uma estreia diferenciada nesta sexta (4/9), chegando como VOD premium na Disney+ (Disney Plus). Ou melhor, a Disney prefere outra nomenclatura para definir o lançamento: Premier Access – o VOD mais caro de todos os tempos. Já nos territórios sem Disney+ (Disney Plus), o filme será exibido nos cinemas. O mais curioso, porém, é o caso do Brasil, onde ainda não há nem Disney+ (Disney Plus) nem cinemas abertos. A estreia por aqui vai acontecer não se sabe como nem quando. Veja abaixo alguns comentários da grandes veículos da imprensa falada em inglês sobre o filme. The Times “Pobre Mulan… Ela é uma heroína para nossos tempos, entregue à Disney em uma bandeja de 22 anos que não exigia nada além de uma pincelada de tinta e alguns figurantes a cavalo para produzir um blockbuster icônico para os tempos atuais e um que poderia apagar os flashes indutores de arrepios das atrocidades recentes dos remake live-action do estúdio, de ‘Dumbo’ a ‘Aladdin’. Em vez disso, essa Mulan, interpretada de maneira inexpressiva por Liu Yifei, é um reboot extremamente caro (há rumores de que o orçamento superou US$ 200 milhões) e estruturalmente calamitoso, que luta para apelar simultaneamente aos censores em Pequim (a China é o alvo demográfico primário), os banqueiros de Hollywood e os guardiões da moral online, que cada vez mais agem como um corretivo para os instintos politicamente indelicados de contar histórias dos cineastas.” The New York Post “Embora não seja totalmente original, ‘Mulan’ faz a transição da animação para o live-action com coragem e reinvenção. Sim, senti falta da música cativante do filme de animação de 1998 e os animais falantes – Eddie Murphy como um dragão brincalhão chamado Mushu poderia ser difícil de equilibrar com o filme de 2020 – , mas fui varrido pelos cenários chineses de tirar o fôlego e pelas batalhas de alto risco. E há muitos delas. Com uma classificação PG-13 [para maiores de 13 anos nos EUA], este ‘Mulan’ faz uma abordagem muito mais violenta da história antiga.” The New York Times “Ambientado numa mistura no Velho Mundo e aquele novo reino mítico do empoderamento feminino do felizes para sempre, esta versão live-action de ‘Mulan’, dirigida por Niki Caro, é praticamente o que acontece quando uma lenda atende aos objetivos globais da Disney. É um pouco divertido e um pouco triste, cheio de paisagens arrebatadoras e enriquecido com lutas cinéticas (embora não o suficiente). Tem violência anti-séptica, elevação emocional e o tipo de protagonista que as pessoas do cinema gostam de chamar de identificável: uma jovem bonita e corajosa (a apropriadamente atraente Liu Yifei), que ama sua família, mas não se encaixa (ainda). Ela também não canta, uma pequena misericórdia dado o gorjeio desafinado da animação de 1998 da Disney.” The Washington Post “Inspirando-se no balé de violência do diretor John Woo e do ator Jet Li (que aparece em uma participação especial como o imperador chinês) e nos épicos históricos de Zhang Yimou e Bernardo Bertolucci, que se apropriam das telas grandes, ‘Mulan’ é indiscutivelmente impressionante, levando sua jovem heroína da aldeia em que nasceu até campos de batalha e redutos imperiais, que a diretora Niki Caro filma com intensidade arrebatadora (até surgir o ocasional momento estranho de CGI e edição superficial). Mas, mesmo em seu aspecto mais espetacular, não significa que ‘Mulan’ é sempre divertido de assistir… Embora apenas algumas gotas de sangue visível sejam derramadas, ‘Mulan’ é basicamente um filme de guerra, com batalhas quase constantes, emboscadas e confrontos, que apesar de meticulosamente coreografados, começam a parecer longos e repetitivos conforme a contagem de corpos se acumula.” Variety “Ao contrário de ‘O Rei Leão’ ou ‘A Bela e a Fera’, que aderiu servilmente à franquia subjacente, ‘Mulan’ parece ter sido feito por alguém que não necessariamente amou o tratamento anterior da Disney. Isso pode decepcionar os fãs que cresceram com essa versão, mas não deve representar nenhum obstáculo para uma nova geração que certamente será inspirada por este tributo em escala épica ao empoderamento feminino. Mas… ‘Mulan’ apresenta mais do que sua cota de referências a ‘Star Wars’, nada mais óbvio do que a ideia de que sua Força deriva de seu chi interior, se ao menos ela pudesse aprender a controlá-lo… Com vários autores, porém sem voz clara, o roteiro desajeitado de ‘Mulan’ freqüentemente coloca a trama acima do personagem, privando Mulan de uma personalidade robusta”. BBC “‘Mulan’ da Disney é uma obra-prima: divertido, brilhantemente engraçado, impressionante no uso de ângulos artísticos e imagens, e ousado em seu feminismo e sua representação positiva de personagens asiáticos. Agora chega de falar sobre o desenho animado que saiu em 1998…. No lado positivo, Niki Caro e sua equipe adicionaram algumas sequências de ação enérgica de wire-fu em que os combatentes correm pelas paredes e pelos telhados, e a câmera se vira para acompanhá-los. Não há nada que se compare às deslumbrantes lutas que desafiam a gravidade em ‘O Tigre e o Dragão’ ou ‘Herói’ (estrelado por Jet Li), mas Mulan servirá aos espectadores mais jovens como uma introdução emocionante ao cinema de artes marciais. É certamente mais violento do que a maioria dos filmes da Disney, embora os pais não precisem se preocupar. Dezenas de soldados não identificados são esfaqueados, mas todos eles têm honra e lealdade demais para sangrar… A mensagem é que as mulheres não deveriam ter que suprimir suas habilidades e ser subservientes, mas o filme não é tão progressivo quanto parece sugerir. Os feitiços de Xian Lang são tão poderosos que é difícil saber por que ela não dispensa o enfadonho Bori e governa a China por conta própria. E a proposta inspiradora de que Mulan deveria se orgulhar de suas habilidades fantásticas é prejudicada pela ideia de que ela deveria usar essas habilidades apenas para servir a seu país e/ou sua família. Quaisquer aspirações além disso não são uma opção.” The Observer “Oh, o que 22 anos – e a abertura do mercado global – podem fazer com nossas fábulas! Quando Mulan foi lançado em 1998 – parte da alardeada renascença da animação da Disney – os críticos notaram principalmente seu humor, resultado de um dragão vermelho tagarela chamado Mushu, dublado por Eddie Murphy, e canções atrevidas, embora esquecíveis, que se referiam a ‘travesti’ em letras que muitas vezes soavam como piadas. O racismo casual do filme – especialmente os saqueadores hunos bigodudos – mal foi notado. Para uma geração de pessoas trans que assistiu ao DVD em suas salas de estar de infância, o que era implicado assumia um significado mais significativo. Ao contar a história de um jovem desajeitado e conflituoso que se sentia preso dentro de um corpo de mulher e por expectativas sociais que não correspondiam ao que ele sentia sobre si mesmo, Mulan tornou-se uma pedra de toque para jovens transgêneros e inconformados. Mas no ‘Mulan’ de 2020, a estranheza foi exorcizada. (Adeus, soldados vestidos como concubinas; mal os conhecíamos.) Embora essa Mulan (habilmente trazida à vida por Liu Yifei) ainda se irrite com a expectativa da sociedade, ela perdeu seu peso; a sensação de estar preso no corpo errado e na hora errada não faz mais parte dela. Em vez disso, esta figura do folclore chinês foi Skywalkerizada e Neozizada. Ela é um super-herói. Ela é a Escolhida – basicamente um Harry Potter do Leste Asiático, mas em vez do Garoto que Viveu, ela é a Garota que Viveu como Garoto por Algumas Semanas”.











