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  • Filme

    Diretor de Mogli vai filmar remake “com atores” de O Rei Leão

    28 de setembro de 2016 /

    Depois do sucesso de “Mogli, O Menino Lobo”, Jon Favreau vai comandar outro remake de um clássico animado da Disney: “O Rei Leão”. Assim como no filme anterior, a nova adaptação será um longa de “live-action”, ou seja, com “atores reais” — ainda que, neste caso, o conceito seja atípico, já que a trama original de “O Rei Leão” não conta com nenhum ser humano. Em comunicado, a Disney afirmou que o novo projeto é mais uma adição à lista de longas que “reimaginam os seus clássicos para um público contemporâneo”, como “Alice no País das Maravilhas” (2010), “Malévola” (2014) e “Cinderela” (2015), além do próprio “Mogli”, cuja continuação já está sendo produzida. Favreau também dirigiu o primeiro “O Homem de Ferro” (2008), que lançou o estúdio Marvel como um dos mais bem-sucedidos da atualidade, despertando, por coincidência, o interessa da própria Disney – que comprou a Marvel em 2009. Sua versão de “Mogli” é um dos maiores sucesso do ano, com US$ 965 milhões de bilheteria mundial. É provável que seu “O Rei Leão” se utilize da mesma tecnologia de captura de performance e animação computadorizada de “Mogli”, responsável pela criação de animais bastante realistas na produção, ainda que falantes, como é o caso da história do leão Simba. Outra alternativa seria a via teatral, de colocar atores fantasiados como no musical da Broadway baseado na animação. Por sinal, o musical “O Rei Leão” foi um dos maiores sucessos da Broadway dos últimos anos. O filme “live action” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Mulan
    Filme

    Sony e Disney querem filmar Mulan com atores, e fãs entram na briga exigindo intérpretes chineses

    14 de setembro de 2016 /

    A Sony se adiantou à Disney e anunciou planos para criar um versões com atores da fábula chinesa de “Mulan”, que já ganhou uma animação do estúdio do Mickey Mouse em 1998. A própria Disney pretendia lançar sua versão, mas, desde que incluiu o título entre seus projetos futuros, no ano passado, não deu nenhum passo efetivo para produzi-lo. A nova iniciativa acompanha planos da Sony para investir no mercado chinês. Apesar da empolgação, os fãs da animação se mobilizaram para criar uma petição online, que já atingiu 100 mil assinaturas, exigindo que o papel principal vá para uma atriz chinesa. Trata-se de uma reação às recentes produções de Hollywood, como “No Limite do Amanhã” (2014), “Perdido em Marte” (2015) e o vindouro “Ghost in the Shell”, que escalaram atores ocidentes para papeis originalmente escritos para orientais. Para a Sony, o objetivo de filmar “Mulan” é justamente fortalecer sua presença na China, o que significa escalar apenas atores chineses, de olho no segundo maior mercado cinematográfico do mundo. Mas até a Disney recentemente revelou sensibilidade étnica ao escalar um ator indiano mirim para o papel-título de sua nova versão de “Mogli, o Menino Lobo”. A fábula de “Mulan” conta a história de uma guerreira chinesa que resolve se fingir de homem para ir à guerra no lugar do pai, um senhor de idade doente que provavelmente morreria em batalha, mas que precisa ir por ser o único homem da família. Sua versão animada dos anos 1990 chamou muita atenção por mostrar a primeira Princesa da Disney realmente independente, que dispensava ajuda do Príncipe Encantado para vencer seus desafios.

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  • Filme

    Diretor de 007 Contra Spectre vai filmar a fábula James e o Pêssego Gigante

    27 de agosto de 2016 /

    O prejuízo financeiro das péssimas bilheterias de “O Bom Gigante Amigo” (2016) animou a Disney a fazer nova adaptação de um livro infantil de Roald Dahl. Como isto é Hollywood, a fórmula será a mesma, juntando atores reais e animação computadorizada, comandados por um diretor famoso. Em “O Bom Gigante Amigo”, era Steven Spielberg. No novo projeto, “James e o Pêssego Gigante”, será Sam Mendes, vindo de dois longas da franquia “007”. Segundo o site Deadline, o roteiro está sendo escrito por Nick Hornby, de “O Grande Garoto” (2002) e “Brooklyn” (2015). Publicado em 1961, o livro de Dahl conta a história de James e seus pais, que sempre sonharam em ir para Nova York, a cidade “onde os sonhos se realizam”. Mas depois que um incidente deixa o menino orfão, James vai morar com suas tias cruéis, que o maltratam. Até o dia em que um homem misterioso lhe entrega um pacote com uma estranha receita e ele descobre que, nas redondezas, nasceu um pêssego do tamanho de uma casa. Logo, ele se torna amigo dos insetos que moram na fruta e vive uma mágica aventura. “James e o Pêssego Gigante” já teve uma versão para os cinemas em 1996, como uma animação da própria Disney, além de ter se transformado numa peça infantil. A ideia do estúdio é que a nova versão possa repetir o êxito de outras fábulas de seu catálogo, que fizeram grandes bilheterias com atores reais, como “Malévola” (2014), “Cinderela” (2015) e “Mogli – O Menino Lobo” (2016) – ignorando os fracassos, como “Alice no País dos Espelhos” e “Meu Amigo, o Dragão” (ambos em 2016). O detalhe é que a animação original não foi um sucesso com as versões clássicas de “Bela Adormecida” (1959), “Cinderela” (1950) e “Mogli” (1967), rendendo apenas US$ 28,9 milhões. Mas, novamente, isto é Hollywood.

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  • Filme

    Roteirista de Guardiões da Galáxia escreverá o primeiro filme com atores de Pokémon

    17 de agosto de 2016 /

    O filme com atores da franquia “Pokémon”, que está sendo produzido pela Legendary Entertainment, encontrou seus roteiristas. Segundo a revista Variety, Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”) e Alex Hirsch (criador da série animada “Gravity Falls”) fecharam negociações com o estúdio. Apesar da febre do “Pokémon Go”, informações anteriores sugeriram que a trama seria baseada no game anterior, “Great Detective Pikachu”. No jogo, um garoto americano, chamado Tim Goodman, descobre que consegue entender o que Pikachu fala através das infinitas repetições de seu próprio nome. Assim, os dois começam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Anteriormente, rumores apontavam para o envolvimento do roteirista Max Landis, que escreveu “American Ultra” e “Victor Frankenstein”, mas os fracassos desses filmes devem ter feito o estúdio mudar de ideia. A Legendary disputou os direitos da franquia com a Warner e Sony e acabou conseguindo fechar o acordo com Pokémon Company, empresa que detém os direitos da marca mundialmente. A franquia completou 20 anos de lançamento em fevereiro deste ano, e só o desenho animado de “Pokémon” já tem 19 temporadas e mais de mil episódios produzidos. Ainda não há previsão para o lançamento do primeiro longa live action de “Pokémon”, mas a produção deve começar em 2017

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  • Filme

    Diretor de Annie vai filmar o clássico infantil Peter Rabbit com atores

    9 de agosto de 2016 /

    Outro personagem clássico da literatura infantil, “Peter Rabbit” vai ganhar uma versão para os cinemas. Assim como o projeto de “George, o Curioso”, a produção pretende mesclar atores reais e animação computadorizada. Segundo o site da revista Variety, a adaptação será dirigido por Will Gluck (“Annie”) e estrelada por James Corden (“Caminhos da Floresta”) e Rose Byrne (“Vizinhos”). Corden não aparecerá no longa, trabalhando como dublador do personagem principal, enquanto Rose Byrne não teve o papel divulgado. Personagem de vários livros da escritora inglesa Beatrix Potter, o coelho que usa roupas surgiu em “O Conto de Peter Rabbit”, publicado em 1902, no qual desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser visto e perseguido, acabando doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. A trama do filme será justamente focada na rivalidade entre Peter Rabbit e o Sr. McGregor. O roteiro foi escrito por Rob Lieber e está sendo atualmente revisado por Gluck. Será a primeira vez que “Peter Rabbit” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações para o palco e a televisão. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa série criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme, por sua vez, tem lançamento marcado para março de 2018.

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  • Série

    Star Wars pode ganhar sua primeira série com atores

    5 de agosto de 2016 /

    A franquia “Star Wars” pode ganhar sua primeira série com atores, após as diversas séries animadas da Disney. Quem revelou as negociações para materializar o projeto foi a presidente da rede ABC, Channing Dungey, durante evento da TCA (Associação de Críticos de TV dos EUA). “Iremos continuar nossas conversas com eles [Lucasfilm]. Seria ótimo se conseguíssemos encontrar uma forma de estender aquela franquia para nossa grade”, ele afirmou. Não há previsão para o projeto sair do papel, mas o assunto não é exatamente uma novidade. Nos tempos em que George Lucas ainda comandava a LucasFilm, dezenas de roteiros foram encomendados para a produção de uma série. Não há notícias sobre o destino desse material, que pode servir de base para a produção da ABC. Enquanto isso, a franquia retorna aos cinemas no fim do ano, com a estreia do seu primeiro spin-off, “Rogue One: Uma História Star Wars”, com estreia marcada para 15 de dezembro no Brasil

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  • Série

    Jonny Quest: Filme baseado na animação clássica pode iniciar universo cinematográfico Hanna Barbera

    29 de julho de 2016 /

    O filme de “Jonny Quest” pode ser o começo do universo cinematográfico Hanna Barbera, segundo uma reportagem da revista Forbes. O repórter Mark Hughes teve acesso ao roteiro escrito por Robert Rodriguez (“Sin City”) e Terry Rossio (“Piratas do Caribe”), e, entre muitos elogios, escreveu que ele deixa aberta a possibilidade de sequências e spin-offs diversos, com potencial para incluir outros personagens das animações clássicas da Hanna Barbera. Além disso, o autor do texto disse ter acesso a uma lista de diretores interessados no filme. A lista não inclui o próprio Rodriguez, que prefere não dirigir o projeto, mas traz Joe Cornish (“Ataque ao Prédio”), Justin Lin (“Star Trek: Sem Fronteiras”) e Scott Derrickson (do vindouro “Doutor Estranho”). “Jonny Quest” foi criado em 1964 pelos estúdios Hanna-Barbera e revolucionou o gênero das séries animadas, até então dominado por comédias de animais falantes, ao focar seus episódios em situações de perigo, com clima de aventura e ficção científica, além de se diferenciar pelos traços elegantes do desenhista Doug Wildey, um dos maiores mestres dos quadrinhos americanos de western. O personagem-título era um menino que acompanhava seu pai cientista em aventuras ao redor do mundo, enfrentando dinossauros, múmias e robôs de cientistas loucos. Além de Jonny e do Dr. Benton Quest, os personagens incluíam o piloto e agente federal Roger Bannon, o órfão indiano adotado Hadji, o cachorrinho Bandit e eventualmente a misteriosa “Jezebel” Jade, interesse romântico de Bannon. O programa durou apenas uma temporada, mas se tornou cultuado e ganhou inúmeras reprises, até ser resgatado nas décadas de 1980 e 1990 em novas aventuras animadas e histórias em quadrinhos. A Warner tenta materializar o filme, que será estrelada por atores reais, desde 2007, quando teve um roteiro escrito por Dan Mazeau (“Fúria de Titãs 2”). E mesmo com um novo roteiro pronto, a produção ainda não tem cronograma de filmagem e nem previsão de estreia definida.

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  • Filme

    É oficial: Pokémon vai ganhar filme com atores reais

    21 de julho de 2016 /

    Conforme o mercado especulava, o estúdio Legendary assegurou os direitos para produzir o primeiro filme live-action da franquia Pokémon. Mas enquanto se imaginava que o longa aproveitaria o frenesi mundial em cima do jogo “Pokémon Go”, o filme vai adaptar um game mais antigo da Nintendo. O filme vai misturar animação e atores reais para materializar uma história do Detetive Pikachu, que foi introduzido num game para Nintendo 3DS em fevereiro, chamado “Great Detective Pikachu”. No jogo, um garoto americano, chamado Tim Goodman, descobre que consegue entender o que Pikachu fala através das infinitas repetições de seu próprio nome. Assim, os dois começam a trabalhar juntos para resolver mistérios. Outros detalhes da produção seguem em segredo e não há previsão para seu lançamento, mas a produção deve começar em 2017. Anteriormente, rumores apontavam para o envolvimento do roteirista Max Landis, que escreveu “American Ultra” e “Victor Frankenstein” (que fracassaram em 2015) e é responsável pelo reboot da franquia “Power Rangers” nos cinemas. Sucesso também na televisão, com uma longeva série animada de quase mil episódios, a franquia já rendeu um longa animado, “Pokémon: O filme” (1998), que arrecadou US$ 163 milhões no mundo todo. Porém, sua sequência, “Heróis Pokémon” (2002), foi muito mal nas bilheterias, com apenas US$ 28 milhões. A distribuição internacional do primeiro longa de “Pokémon” com atores reais será feita pela Universal Pictures.

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  • Filme

    Pokémon pode ganhar filmes com atores reais

    13 de julho de 2016 /

    O fenômeno do “Pokémon Go” pode gerar o primeiro filme live action da franquia “Pokémon”. Diante do sucesso instantâneo e mundial do recém-lançado jogo de realidade aumentada, a Nintendo planeja transformar a ideia num filme, usando atores de verdade para contracenar com criaturinhas de CGI (computação gráfica). Segundo o site Deadline, a produtora Legendary teria aberto negociações com a fabricante do game para realizar a adaptação, e há rumores sobre o envolvimento do roteirista Max Landis, que escreveu “American Ultra” e “Victor Frankenstein” (que fracassaram em 2015) e é responsável pelo reboot da franquia “Power Rangers” nos cinemas. Há anos, a Nintendo discute com Hollywood a produção de filmes de “Pokémon”, mas as conversas nunca foram adiante. O sucesso de “Pokémon Go” pode materializar esse antigo desejo. Desde o lançamento do game, no começo desse mês, a Nintendo viu seu valor de mercado aumentar em US$ 7,5 bilhões. Sucesso também na televisão, com uma longeva série animada de quase mil episódios, a franquia já rendeu um longa animado, “Pokémon: O filme” (1998), que arrecadou US$ 163 milhões no mundo todo. Porém, sua sequência, “Heróis Pokémon” (2002), foi muito mal nas bilheterias, com apenas US$ 28 milhões.

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    Filme do Pica-Pau com atriz brasileira ganha sinopse e data de estreia

    30 de junho de 2016 /

    A Universal Pictures divulgou a data de lançamento e a sinopse oficial do filme do Pica-Pau, que será estrelado pela brasileira Thaila Ayala. Mesclando live-action e CGI, o projeto já iniciou suas filmagens em Vancouver, no Canadá, e estreará nos cinemas nacionais em outubro de 2017. A trama irá girar em torno de uma briga de território entre o Pica-Pau e o vigarista Lance Walters (Timothy Omundson, da série “Galavant”) e sua namorada Brittany (Thaila Ayala). Para conseguir construir a casa dos sonhos, os dois precisam derrubar o lar-doce-lar do Pica-Pau, que promete não deixar barato. Apenas o Pica-Pau será animado. Vale ressaltar que a produção está sendo desenvolvida por uma equipe especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD). O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). O roteiro ainda foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que escreveram para diversas séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”.

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    Brasileira Thaila Ayala vai estrelar filme do Pica-Pau

    27 de junho de 2016 /

    A modelo e atriz brasileira Thaila Ayala (novela “Malhação”) vai participar do filme “Woody Woodpecker”, baseado na famosa animação “Pica-Pau”. Ela anunciou a novidade ao compartilhar a capa do roteiro com seus seguidores no Instagram. Thaila tem publicado registros em que aparece no Lynn Canyon Park, no Canadá, provavelmente para as filmagens. Após protagonizar “Malhação” em 2007, ela voltou a ter algum destaque na novela “Caminho das Índias” (2009) e na 3ª temporada da série “As Canalhas”, exibida no ano passado no GNT. Desde então, ela se mudou para Nova York e vem investindo na carreira internacional, onde já filmou dois longas ainda inéditos: “Zeroville” ao lado de James Franco e Seth Rogen (ambos de “A Entrevista”), e “The Long Home”, com Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”). Produzido pela Universal, “Woody Woodpecker” vai misturar atores e animação. Apenas o Pica-Pau será animado. Sem maiores informações, a produção está sendo desenvolvido por uma equipe especializada em continuações de baixo orçamento para o mercado de home video (lançamentos direto em DVD), o que pode indicar o rumo do projeto. O diretor Alex Zamm e o roteirista William Robertson trabalharam juntos em três vídeos do gênero: “Inspetor Bugiganga 2” (2003), “Um Herói de Brinquedo 2” (2014) e “Os Batutinhas: Uma Nova Aventura” (2014). A capa do roteiro também indica que o texto foi reescrito por Paul A. Kaplan e Mark Torgove, que trabalharam juntos em séries de comédia dos anos 2000, como “Spin City”, “Just Shoot Me” e “George Lopez”. Ainda não há data de lançamento confirmada. Day 2 WOODY WOODPECKER ?? #movie #newJob #picaPau #univeral #cinema Uma foto publicada por Thaila Ayala (@thailaayala) em Jun 21, 2016 às 7:19 PDT

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    Sega promete filme do ouriço Sonic para 2018

    11 de fevereiro de 2016 /

    O famoso personagem dos videogames Sonic deve aparecer em breve nos cinemas. Segundo Hajime Satomi, CEO da SEGA, a empresa de games e a Sony Pictures firmaram uma parceria para lançar um filme de Sonic em 2018. A ideia é criar um híbrido de animação e live-action, em que Sonic contracenaria com atores reais. “Com o filme, esperamos expandir nossos negócios para outras áreas do entretenimento”, declarou Satomi. O projeto, na verdade, já é antigo. Em 2014, a produtora Hannah Minghella, uma das supervisoras da adaptação, já tinha informado que o longa uniria atores e computação gráfica, como a comédia infantil “Os Smurfs” (2011), da Sony. Na época, o roteiro estava sendo escrito pela dupla Van Robichaux e Evan Susser (responsáveis pela vindoura comédia “Fist Fight”, estrelada por Ice Cube), mas não há informações sobre a permanência deles no projeto. Vale lembrar que Sonic já apareceu no cinema, numa participação na animação “Detona Ralph” (2012), sobre o universo dos videogames. Com mais de 140 milhões de jogos vendidos em todo o mundo, a franquia já rendeu mais de US$ 1 bilhão. Os jogos contam a história do ouriço mais rápido do mundo, cuja vida pacífica é muitas vezes interrompida pelo antagonista principal da série, o Doutor Eggman.

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    Disney quer Emma Stone como Cruella De Vil no novo filme dos 101 Dálmatas

    7 de janeiro de 2016 /

    A Disney abriu negociações para a atriz Emma Stone estrelar a nova versão do clássico infantil “101 Dálmatas”, que terá o nome da vilã, “Cruella”. O estúdio quer a estrela de “O Espetacular Homem-Aranha” no papel ingrato da inimiga dos pets. Segundo o site da revista Variety, a nova produção deve se focar nas origens de Cruella De Vil, aderindo à fórmula de “Malévola” (2014). Mesmo assim, não será tarefa fácil gerar simpatia para a malvada, que tem como objetivo matar filhotinhos de cachorros para fazer um casaco de peles. A personagem se tornou famosa graças ao desenho animado “A Guerra dos Dálmatas” (1961), primeira adaptação do livro infantil de Dodie Smith realizada pela própria Disney, que a introduziu no Brasil com o ótimo nome de Malvina Cruela. Os novos tradutores, porém, abandonaram a denominação na segunda adaptação do estúdio, que mostrou a vilã de carne e osso, vivida por Glenn Close (“Guardiões da Galáxia”). A produção de 1996 também preservou o título original do livro, “101 Dálmatas”, e ainda ganhou continuação em 2000, batizada de “102 Dálmatas”. Incansável em suas reciclagens, a nova versão faz parte da estratégia da Disney de explorar suas propriedades mais famosas em filmes com atores reais, que começou com “Alice no País das Maravilhas” (2010) e manteve seu sucesso nas versões recentes de “Malévola” e “Cinderela”. Entre as adaptações em desenvolvimento, incluem-se ainda filmes de Dumbo, Pinóquio, Príncipe Encantado, Gênio da Lâmpada, o jovem Rei Arthur de “A Espada Era a Lei” e Mogli, o Menino Lobo. O roteiro de “Cruella” está sendo escrito por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney, após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013). Ainda não há diretor envolvido na produção, nem previsão de estreia.

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