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    Lionsgate demite 15% de seus funcionários

    5 de novembro de 2020 /

    O estúdio de cinema e TV Lionsgate anunciou a demissão de 15% de seus empregados num e-mail assinado por Joe Drake, presidente do Lionsgate Motion Picture Group. “Como um líder cuja primeira prioridade é ter ‘O Melhor Lugar para Trabalhar’, é com o coração pesado que digo a vocês que, como parte das mudanças em nossa estrutura operacional, estaremos nos despedindo de vários de nossos amigos e colegas de trabalho hoje”, disse Drake, no comunicado enviado nesta quinta (5/11) aos funcionários do estúdio. “Em maio passado, começamos o processo de reimaginar o Motion Picture Group, não apenas para lidar com este momento de mudança extraordinária, mas para posicionar o grupo para operar e crescer em qualquer ambiente em que nos encontremos. À medida que desafiamos cada um de vocês a nos ajudar repensando nosso negócio, uma coisa ficou clara: embora o valor e o poder das histórias que contamos sejam mais fortes do que nunca, a mudança significativa que estamos vivenciando no cenário de consumo e distribuição não é temporária nem está diminuindo”, explicou Drake. Os cortes se seguem ao encolhimento dos departamentos de marketing e distribuição que ocorreram em março passado, logo após o fechamento dos cinemas em todo o mundo. Desde aquela data, o estúdio não lança nenhum filme nos cinemas, tendo adiado suas produções para 2021 (caso de “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”) ou explorado a disponibilização em locação digital de PVOD (“Antebellum”, “Enquanto Estivermos Juntos”). O estúdio também vendeu os direitos domésticos do thriller “Run”, estrelado por Sarah Paulson, para a plataforma Hulu. O cenário criado pela pandemia é bem diferente das expectativas criadas pelo desempenho do estúdio no ano passado, quando a Lionsgate emplacou três filmes no 1º lugar das bilheterias da América do Norte: “John Wick: Capítulo 3”, “Invasão ao Serviço Secreto” e “Midway – Batalha em Alto Mar”. Segundo Drake, a Lionsgate passará por uma grande reestruturação, combinando grupos e eliminando funções para obter maior sinergia e resultados. É um processo pelo qual também estão passando as maiores empresas do setor, como Disney e WarnerMedia, que reestruturaram seus negócios para priorizar o streaming. A Lionsgate também é dona do canal pago Starz, que chega ao mercado internacional por streaming, como Starzplay (disponível no Brasil). Além dos funcionários, Nicola Pearcey, presidente das operações de cinema e TV da Lionsgate no Reino Unido, deixará a empresa no final do ano.

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  • Filme

    Jennifer Lopez vai estrelar comédia com Armie Hammer

    27 de outubro de 2020 /

    A cantora Jennifer Lopez vai estrelar mais uma comédia romântica, desta vez ao lado de Armie Hammer, astro do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, atualmente em streaming na Netflix. Mistura de comédia e ação, “Shotgun Wedding” vai acompanhar os personagens de Lopez e Hammer no dia de seu casamento. Enquanto reúnem suas famílias adoráveis, mas cheias de opiniões, para viajar até o local da cerimônia, os dois começam a discutir e colocar em xeque o matrimônio. E no momento em que o casamento balança, todos acabam virando reféns. O projeto vem do estúdio Lionsgate, tem roteiro de Liz Meriwether (a criadora de “New Girl”) e Mark Hammer (“Apenas Duas Noites”), direção de Jason Moore (“A Escolha Perfeita) e ainda inclui o astro Ryan Reynolds (“Deadpool”) em sua equipe de produção. É que ele estava originalmente negociando estrelar o filme, mas acabou negociando participação apenas como produtor. “Shotgun Wedding” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Ator sai de Cara Gente Branca alegando discriminação racial

    12 de setembro de 2020 /

    O ator Jeremy Tardy saiu da série “Cara Gente Branca”, que foi renovada para sua 4ª e última temporada na Netflix. E saiu atirando, alegando racismo da produtora Lionsgate. Trata-se de uma grande ironia, considerando o tema da série. O intérprete de Rashid Bakr divulgou um comunicado em suas redes sociais em que afirma ter sofrido discriminação racial na hora de renegociar seu contrato. Segundo ele, a produtora se recusou a negociar seu salário após receber uma contra-proposta de sua equipe, mas não teve dificuldades para acomodar um colega de elenco branco que conseguiu negociar um valor maior. Leia abaixo a íntegra do comunicado do ator. “Infelizmente não voltarei para a 4ª e última temporada de ‘Cara Gente Branca’ da Netflix por conta da minha experiência com a Lionsgate e suas práticas de discriminação racial. Após receber a oferta para retornar para alguns episódios, minha equipe foi notificada que nossa contra-oferta não seria considerada e que a oferta inicial seria ‘a mais alta e final’. Essa notícia foi perturbadora porque um dos meus colegas brancos – sendo um verdadeiro aliado – revelou que eles fizeram a mesma oferta inicial e negociaram uma contra-oferta de forma satisfatória. Minha equipe revelou essa questão para a Lionsgate e os produtores mantiveram sua posição de que o ator branco estava disponível para negociações enquanto eu não estava – independente dos meus créditos e experiência. Com essa informação, seis membros do elenco recorrente, incluindo eu mesmo, nos organizamos para negar as ofertas iniciais da Lionsgate na segunda-feira 31 de agosto. Nossa intenção foi fazer um movimento poderoso como unidade no processo de negociação e, mais importante, nos posicionarmos no princípio básico de que essa não é simplesmente uma questão monetária. Estávamos todos cientes da notória disparidade salarial entre pessoas negras e nossos colegas brancos nas séries da Netflix e da Lionsgate; então isso deixou o buraco flagrantemente óbvio. Entretanto, nosso poder de barganha coletivo foi minado por ofertas paralelas e falta de transparência. Essas táticas levaram alguns indivíduos a assinar contratos antes de o grupo coletivo receber um processo de negociação justo e igualitário. Essas empresas recentemente lançaram comunicados e até fizeram doações em apoio ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Estou denunciando suas práticas vergonhosas de discriminação e desigualdade racial tendo em mente como eles sempre desvalorizaram e rebaixaram pessoas negras. Ser politicamente correto da boca pra fora com gestos simbólicos não te absolvem da responsabilidade diária de fazer negócios de uma maneira igualitária e justa. O fato de que isso ocorreu nos bastidores de um programa cujo propósito é abordar problemas sistêmicos do racismo e da discriminação só mostra a grande auge da hipocrisia. Lionsgate. Netflix. Eu estou te vendo. Nós estamos te vendo.” Em resposta, a Lionsgate negou as acusações de discriminação. Em seu próprio comunicado, a produtora afirma que a questão foi “uma negociação puramente financeira ligada a termos de contrato. A Lionsgate está comprometida a tratar de forma igualitária todos os seus talentos, independente de raça, gênero, idade ou orientação sexual. Estamos muito orgulhosos de ‘Cara Gente Branca’ e seu espaço na conversa nacional sobre igualdade racial e justiça social, e estamos ansiosos para iniciar a produção da 4ª temporada”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios. A data de estreia dos capítulos finais ainda não foi divulgada. Unfortunately I will not be joining NETFLIX’s Dear White People for its fourth and final season due to my experience… Publicado por Jeremy Tardy em Sexta-feira, 11 de setembro de 2020

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  • Etc

    Amazon Prime Video passa a oferecer mais cinco canais de streaming

    2 de setembro de 2020 /

    Além da Globoplay, a Amazon também está lançando um pacote com opções de canais por streaming nesta semana. O Amazon Prime Video Channels é um serviço que oferece aos usuários do Prime Video a possibilidade de assinar outros serviços dentro da própria plataforma. O lançamento, feito nesta quinta (2/9), oferece cinco novas opções: Starzplay, MGM, Looke, Paramount+ e Noggin, que podem ser contratadas individualmente, a preços que variam de R$ 19,90 a R$ 9,50 por mês. Com isso, a Amazon repete o que já faz em território norte-americano. Por lá, até produções da HBO podem ser vistas pelo Prime Video, o que por enquanto não é possível para o cliente brasileiro. Para quem não conhece, três dos novos “canais” oferecidos pela Amazon já são disponibilizados de forma individual há algum tempo. A Paramount+ (R$ 19,90/mês), serviço nacional da ViacomCBS, oferece séries como “Handmaid’s Tale”, “Yellowstone”, “Schitt’s Creek” e “Pen15, num catálogo com mais de 2 mil títulos, em que ainda constam filmes da Paramount Pictures e atrações da MTV (como “De Férias com o Ex”) e da Nickelodeon (“Bob Esponja”, “Tartarugas Ninja”, etc). O Starzplay (R$14,90/mês), versão digital do canal pago americano Starz (da Lionsgate), tem séries adultas como “The Great”, “P-Valley”, “Normal People”, “Power” e “The Girlfriend Experience”. O streaming brasileiro Looke (R$ 16,90/mês) oferece basicamente VOD (locação digital de filmes), mas também tem um serviço de assinatura para cinéfilos, com um vasto catálogo de cerca de 6 mil títulos. Já o inédito MGM (R$ 14,90) reúne clássicos do cinema do tradicional estúdio de Hollywood, num conteúdo que abrange desde “Legalmente Loira” (2001) até “Cantando na Chuva” (1952), enquanto a outra novidade, o Noggin (R$ 9,50/mês) tem atrações infantis do Nick Jr., como “Dora, a Aventureira” e “Os Anjinhos”. Por oferecer os canais individualmente, o Amazon Prime Video Channels difere do serviço lançado pelo Globoplay. Chamado de Globoplay + Canais Ao Vivo, o serviço reúne os canais da Globosat, a maior programadora da TV paga no Brasil, a um preço fixo. Por R$ 49,90/mês, os assinantes podem assistir ao conteúdo de canais como Multishow, SporTV, Universal, GloboNews e GNT. A ideia de juntar streamings diferentes em uma única plataforma lembra o pacote dos serviços de TV paga. Mas se a oferta de diferentes opções num único endereço/aplicativo facilita a vida do usuário, ainda falta à iniciativa digital outro atrativo da TV paga: oferecer descontos para quem incluir mais canais. Nos EUA, a Disney levou adiante essa ideia, ao oferecer um combo com Disney+ (Disney Plus), Hulu e ESPN a preço mais baixo que cada serviço individual. Este parece ser o futuro da “nova TV”.

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    A Escolhida: Terror com Janelle Monáe terá lançamento digital nos EUA

    6 de agosto de 2020 /

    A Lionsgate anunciou que não vai mais lançar “A Escolhida” (Antebellum) nos cinemas nos EUA. O terror estrelado pela cantora Janelle Monáe (“Estrelas Além do Tempo”) se tornou o mais recente filme de Hollywood que terá um lançamento direto em VOD premium, devido à nova pandemia de coronavírus. A estreia digital foi marcada para 18 de setembro. Apesar disso, o filme deverá conseguir distribuição cinematográfica em alguns mercados internacionais. No Brasil, o lançamento está a cargo da Paris Filmes, que pretendia fazer a estreia em 15 de outubro. A disponibilização em VOD, porém, aumenta a possibilidade de pirataria pela internet, como se pôde verificar com o sucesso nacional do filme “Black Is King”, de Beyoncé, supostamente inédito no Brasil. “Embora a experiência teatral sempre seja o coração de nossos negócios, estamos entusiasmados por poder aproveitar a oportunidade para combinar o filme urgente e imediato de Gerard e Chris com uma estratégia de lançamento adequada a esse momento de mudança extraordinária”, disse o chefe do departamento de cinema da Lionsgate, Joe Drake, em um comunicado. “Gerard e Chris são contadores de histórias cujo trabalho pulsa com autenticidade – este filme não só entreterá e emocionará o público em todo o mundo, mas também desencadeará uma discussão sobre o mundo atual.” Bush e Renz acrescentaram: “Enquanto projetamos ‘A Escolhida’ para ser consumido como uma experiência coletiva no cinema, estamos entusiasmados pela oportunidade única de ser de um tipo diferente de momento comunitário em nossa cultura. Ao enfrentarmos as realidades do racismo sistêmico em nosso país, que cresceram até o atual ponto limite de 2020, entendemos como é imperativo levar ‘A Escolhida’ ao maior público possível, além de priorizar a saúde e a segurança. É nossa ardente esperança que, ao compartilhar amplamente nosso filme, nacional e internacionalmente, transformaremos a experiência de ver cinema em casa em um verdadeiro evento.” A estreia original do filme estava marcada para 24 de abril nos Estados Unidos, mas a previsão foi atropelada pela pandemia do novo coronavírus. A Lionsgate chegou a remarcar a produção para 21 de agosto. Mas os cinemas permanecem fechados há duas semanas desta data. Em “A Escolhida”, Monáe interpreta uma autora rica e bem-sucedida de livros, que inexplicavelmente se vê transportada e presa no passado, durante a época da escravidão – ou numa aterrorizante recriação desse período brutal. Forçada a descobrir a verdade por trás de sua experiência, ela resolve liderar uma rebelião. O filme é o primeiro longa dirigido e escrito por Bush e Renz, que são mais conhecidos por seu trabalho em publicidade e pelo clipe “Kill Jay-Z”. Além de Monáe, o elenco ainda destaca Kiersey Clemons (“Além da Morte”), Jena Malone (“Jogos Vorazes: A Esperança – O Final”), Jack Huston (“Ben-Hur”), Eric Lange (“Inacreditável”), Gabourey Sidibe (“American Horror Story”) e Robert Aramayo (“Game of Thrones”). Veja abaixo o trailer nacional da produção.

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    Lionsgate confirma continuação de Dirty Dancing com Jennifer Grey

    6 de agosto de 2020 /

    A Lionsgate confirmou os planos de produção de uma continuação de “Dirty Dancing – Ritmo Quente” com a atriz Jennifer Grey. Em teleconferência sobre o balanço trimestral do estúdio, o CEO John Feltheimer encerrou as especulações que surgiram após a atriz assinar contrato para estrelar e produzir um novo musical, no mês passado. “Será exatamente o tipo de filme romântico e nostálgico que os fãs da franquia estavam esperando e que fizeram dele o título mais comercializado do catálogo da empresa”, disse Feltheimer nesta quinta (6/8). O roteiro está nas mãos de Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, casal que assinou o terror “A Maldição da Chorona” e o romance teen “A Cinco Passos de Você”, ambos lançados no ano passado. Além disso, a Lionsgate anunciou que a direção ficará a cargo de Jonathan Levine (de “Meu Namorado É um Zumbi” e “Casal Improvável”). Embora a trama ainda não tenha sido divulgada, a sequência do sucesso de 1987, que Grey estrelou com o já falecido Patrick Swayze, deve se passar nos anos 1990. Como os fãs lembram, o “Dirty Dancing” original retratava o verão de 1963. Isso foi há 33 anos. Caso a cronologia da história refletisse o tempo transcorrido para justificar o envelhecimento da personagem de Jennifer Grey, Baby Houseman, isso colocaria a história em meados da década de 1990. De todo modo, vale lembrar que “Dirty Dancing – Ritmo Quente” já teve uma “continuação” passada em 1958 e sem os personagens originais. Em 2004, a Lionsgate lançou “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, que trazia novos protagonistas (Diego Luna e Romola Garai) e um novo concurso de danças. Foi um fracasso retumbante. Não contente, o estúdio ainda tentou explorar a franquia num remake televisivo em 2017, “Dirty Dancing – o Musical”, com Abigail Breslin no papel de Baby. E o resultado foi pior que a continuação. Ao contrário dos dois fracassos posteriores, “Dirty Dancing” foi um fenômeno de bilheteria (US$ 218 milhões de arrecadação mundial, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões) e o primeiro filme a vender mais de 1 milhão de cópias em vídeo – ainda na época do VHS. O filme também é bastante conhecido por sua trilha sonora, que liderou as paradas de sucesso da época. A canção “(I’ve Had) The Time of My Life”, que embala a dança final entre Johnny e Baby, venceu o Oscar e o Globo de Ouro.

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    Jennifer Grey vai estrelar musical que pode ser continuação de Dirty Dancing

    14 de julho de 2020 /

    A atriz Jennifer Grey assinou contrato com o estúdio Lionsgate para estrelar e produzir um novo musical com muita dança. Há poucas informações oficiais sobre a produção. Mas os rumores são muitos. Nisto, entram alguns detalhes intrigantes. A Lionsgate detém os direitos de “Dirty Dancing”. E embora nada esteja confirmado, a negociação fez disparar o rumor de que o estúdio está planejando uma sequência do sucesso de 1987, que Grey estrelou com o já falecido Patrick Swayze. Um dos pontos que parece confirmar a continuação é que o novo musical será passado nos anos 1990. Como os fãs lembram, a trama de “Dirty Dancing” acontecia no verão de 1963. Isso foi há 33 anos. Caso a cronologia da história refletisse o tempo transcorrido, a personagem de Jennifer Grey, Baby Houseman, voltaria hoje em 1996. Coincidência? Enquanto a confirmação não vem, o projeto segue em desenvolvimento. O roteiro está nas mãos de Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, casal que assinou o terror “A Maldição da Chorona” e o romance teen “A Cinco Passos de Você”, ambos lançados no ano passado. Mas ainda não há diretor definido. Vale lembrar que “Dirty Dancing – Ritmo Quente” já teve uma continuação, mas sem os personagens originais. Em 2004, a Lionsgate lançou “Dirty Dancing 2: Noites de Havana”, que trazia novos protagonistas (Diego Luna e Romola Garai) e uma versão atualizada da história da jovem que se apaixona por seu instrutor de dança, para o desgosto dos pais. Foi um fracasso retumbante. Em 2017, o estúdio ainda tentou explorar a franquia num remake televisivo, “Dirty Dancing – o Musical”, com Abigail Breslin no papel de Baby. E o resultado foi pior que a continuação. Ao contrário dos dois fracassos posteriores, “Dirty Dancing” foi um fenômeno de bilheteria (US$ 218 milhões de arrecadação mundial, com um orçamento de apenas US$ 5 milhões) e o primeiro filme a vender mais de 1 milhão de cópias em vídeo – ainda na época do VHS. O filme também é bastante conhecido por sua trilha sonora, que liderou as paradas de sucesso da época. A canção “(I’ve Had) The Time of My Life”, que embala a dança final entre Johnny e Baby, venceu o Oscar e o Globo de Ouro.

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    Ben Stiller vai dirigir thriller estrelado por Oscar Isaac

    15 de junho de 2020 /

    A Lionsgate contratou o ator e cineasta Ben Stiller para dirigir “London”, adaptação de um conto inédito do escritor best-seller Jo Nesbo. O escritor norueguês é conhecido por tramas violentas de suspense, que já renderam um filme cult, o thriller norueguês “Headhunters” (2011), e uma estreia decepcionante em Hollywood, “Boneco de Neve” (2017). O novo conto não teve sua sinopse divulgada e há relatos conflituosos sobre o tema. Segundo o site The Hollywood Reporter, “London” seria uma sci-fi, mas o Deadline afirma que se trata de um thriller. O roteiro da adaptação está a cargo do vencedor do Oscar Eric Roth (por “Forest Gump”) e o papel principal será desempenhado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), que também vai produzir o longa. Stiller ganhou neste ano um DGA Award, prêmio do Sindicato dos Diretores, por comandar a minissérie “Escape at Dannemora”. A atração do canal pago Showtime foi seu primeiro trabalho fora do gênero das comédias. “London”, por sua vez, será seu primeiro longa dramático após seis comédias. O último filme que ele dirigiu foi “Zoolander 2”, em 2016.

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    Cate Blanchett é confirmada na adaptação do game Borderlands

    28 de maio de 2020 /

    O estúdio Lionsgate oficializou a escalação de Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) como estrela da adaptação do game “Borderlands”. A notícia de que a atriz negociava participar do filme vazou no começo de maio, mas ela estava sendo sondada para mais duas produções e ainda não tinha definido qual estrelaria. O anúncio da Lionsgate também confirmou que ela vai interpretar a protagonista Lilith, uma ladra com poderes extraordinários. A filmagem vai voltar a reunir a atriz com o diretor Eli Roth. Os dois já trabalharam juntos no filme “O Mistério do Relógio na Parede”, de 2018. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. No jogo original, Lilith pertence a uma espécie de “sereias” com poderes especiais, capaz de manipular o tempo-espaço. Ela era um dos quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para encontrar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que, para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. Devido à pandemia de coronavírus, não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia.

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    Force of Nature: Mel Gibson enfrenta assaltantes e um furacão no trailer de novo filme de ação

    25 de maio de 2020 /

    A Lionsgate divulgou o pôster e o trailer de “Force of Nature”, novo thriller de ação estrelado por Mel Gibson (“Máquina Mortífera”). Na trama, Gibson é um policial aposentado que se recusa a sair de seu apartamento durante a chegada de um furacão. Sua filha pede ajuda de dois policiais para convencê-lo a evacuar. Mas logo o clima piora, com a chega de um grupo de assaltantes armados, em busca de uma fortuna ilegal que Gibson escondeu no prédio. Com muita troca de tiros e perseguição entre andares, a prévia evoca o já clássico “Operação Invasão” (The Raid), de 2011, ainda que também demonstre a inexperiência do diretor no gênero. A direção é de Michael Polish (“Big Sur”) e, como em seus dramas indies anteriores, o elenco inclui sua mulher, a atriz Kate Bosworth (“The I-Land”). Os demais atores são Emile Hirsch (“Era Uma Vez em… Hollywood”) e a peruana Stephanie Cayo (da novela “Rebelde”) como os policiais, além de David Zayas (“Gotham”) como líder dos criminosos. O lançamento está marcado para 30 de junho em VOD nos Estados Unidos, mas por enquanto não há previsão para a distribuição do filme no Brasil.

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    Cate Blanchett negocia estrelar adaptação do game Borderlands

    10 de maio de 2020 /

    A atriz Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) está negociando estrelar a adaptação do game “Borderlands”. Embora a Lionsgate, responsável pela produção, não tenha confirmado, várias fontes da imprensa americana indicam que ela deve interpretar a protagonista Lilith. Lançado em 2009, “Borderlands” se passa em um planeta chamado Pandora, que foi explorado por uma mega-corporação e, após ser abandonado, se tornou uma terra sem lei à la “Mad Max”. No jogo original, Lilith pertence a uma espécie de “sereias” com poderes especiais, como a manipulação do tempo-espaço. Ela era um dos quatro “Caçadores de Relíquias” que viajam até Pandora para caçar um cofre alienígena, que, segundo boatos, contém tecnologia avançada. Só que para atingir seu objetivo, os caçadores precisam lutar contra a fauna local e a população de bandidos, além de tentar impedir que o chefe de um exército particular alcance o cofre primeiro. A franquia teve três jogos principais e dois derivados. O título mais recente é “Borderlands 3”, lançado em 2019 para PC, Xbox One e PlayStation 4. O detalhe é que a adaptação para os cinemas foi anunciada antes desse lançamento, em 2015, com o mesmo produtor envolvido no atual projeto: Avi Arad, dos filmes do “Homem-Aranha”. Na época, a direção estava a cargo de Eli Roth (“Bata Antes de Entrar”). Não há previsão para o começo das filmagens ou para a estreia, devido à pandemia do novo coronavírus.

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    Estreia de John Wick 4 é adiada em um ano

    1 de maio de 2020 /

    A estreia de “John Wick 4” foi adiada em um ano, devido à pandemia do novo coronavírus. Originalmente previsto para 21 de maio de 2021, o filme agora só vai estrear em 27 de maio de 2022. A mudança significa um alívio para os fãs de Keanu Reeves, que temiam ter que escolher entre este filme e “Matrix 4”, programados para estrear no mesmo dia. Os mais entusiasmados, que pretendiam ver os dois, chegaram a batizar 21 de maio de 2021 de “Keanu Day” nas redes sociais. Por curiosidade, Chad Stahelski, o diretor de “John Wick 4”, revelou nesta semana que vai coordenar cenas de ação em “Matrix 4”. Ele e seu colega David Leitch, que dirigiram juntos o primeiro filme da nova franquia, trabalharam na trilogia original de “Matrix” como dublês, coordenadores de dublês e diretores de segunda unidade. “John Wick 4” ainda não começou a ser filmado. A produção aguarda o final dos trabalhos em “Matrix 4” para poder contar com Keanu, mas este filme teve as filmagens suspensas em seu começo, pela pandemia. De todo modo, o longa de Stahelski foi apenas uma das produções da Lionsgate a ter sua data de lançamento afetada pela pandemia do coronavírus. O estúdio anunciou ainda novas datas para “Espiral – O Legado de Jogos Mortais” e “Dupla Explosiva 2”, entre outros. Chama atenção o fato de que o primeiro lançamento programado para o estúdio vai acontecer em outubro deste ano. Confira as novas datas abaixo, lembrando que elas se referem às estreias nos Estados Unidos. “Fatale”: 30 de outubro de 2020 “Voyagers”: 25 de novembro de 2020 “The Devil’s Light”: 8 de janeiro de 2021 “Chaos Walking”: 22 de janeiro de 2021 “The Unbearable Weight of Massive Talent”: 19 de março de 2021 “The Asset”: 23 de abril de 2021 “Espiral”: 21 de maio de 2021 “Barb and Star Go to the Vista Del Mar”: 16 de julho de 2021 “Antebellum”: agosto de 2021 “Dupla Explosiva 2”: agosto de 2021 “American Underdog”: 10 de dezembro de 2021 “John Wick 4”: 27 de maio de 2022

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    Truque de Mestre vai ganhar terceiro filme

    28 de abril de 2020 /

    A Lionsgate está desenvolvendo um terceiro filme da franquia de suspense “Truque de Mestre” (Now You See Me). O estúdio fechou contrato com Eric Warren Singer, indicado ao Oscar por seu trabalho em “Trapaça” (2013), para escrever a nova sequência. Singer também roteirizou o vindouro “Top Gun: Maverick” e o drama de bombeiros “Homens de Coragem” (2017). E foi ele quem procurou a Lionsgate com o projeto. “Eric sempre foi fascinado pela arte da enganação e ilusão, em todas as suas formas. Ele veio até nós com uma ótima história que usa a mitologia de ‘Truque de Mestre’ e leva os Quatro Cavaleiros a um nível completamente novo, com o elenco antigo e novos personagens”, disse o presidente da Lionsgate, Nathan Kahane, em comunicado. “A franquia ‘Truque de Mestre’ foi construída deixando o público surpreso e curioso. Como qualquer bom mágico sabe, você não pode repetir truques. Eric e sua equipe de ilusionistas têm um truque especial na manga para esse filme.” O roteirista terá liberdade para criar novos personagens e novas histórias, mas embora o elenco não tenha sido anunciado, a premissa sugere o retorno de alguns protagonistas. Um dos destaques da franquia é justamente seu elenco estelar, que traz Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Isla Fisher/Lizzy Caplan (revezando-se nos dois filmes) como os Quatro Caveleiros, ilusionistas famosos, que se envolvem em crimes mirabolantes e desafiam a polícia com sua impunidade, mas seus talentos não os impedem de ser vítimas de interessados em explorá-los. As tramas também incluem papéis importantes para Mark Ruffalo, Morgan Freeman e Michael Caine, sem esquecer de Daniel Radcliffe, que participou como vilão do segundo filme. Os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 687 milhões mundialmente e o novo voltará a ser produzido por Bobby Cohen e Alex Kurtzman, responsáveis pelos anteriores. Para completar, o mágico Jonathan Bayme foi anunciado como consultor dos truques cinematográficos.

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