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  • Etc,  TV

    China proíbe “homens maricas e outras estéticas anormais” na TV, música e cinema

    3 de setembro de 2021 /

    A agência reguladora de rádio e TV na China anunciou que vai banir a estética “afeminada” em programas de entretenimento, alegando que “influências vulgares” devem ser evitadas no país. Em vez do “conteúdo insalubre”, conforme a entidade define, a programação chinesa deve dar lugar a “conteúdo revolucionário”. Além de estimular programas que promovam uma atmosfera patriótica e o socialismo, a agência quer promover o que chama de homens másculos, criticando celebridades masculinas que usam muita maquiagem. A entidade, que tem status de ministério, declarou que critérios de conduta moral e política devem ser incluídos na seleção de pessoas que participarem de programas. Com isso, algumas competições de talentos, boy bands de Mandopop e K-Pop e “celebridades vulgares da internet” estão vetados. O tom da iniciativa foi apresentado num artigo de opinião publicado no final de agosto no jornal estatal Guangming Daily, que alegava que algumas celebridades “afeminadas” eram imorais e poderiam prejudicar os valores dos adolescentes chineses. No anúncio oficial, os reguladores usaram termos depreciativos e altamente homofóbicos – ao menos na tradução em inglês divulgada pela mídia ocidental – , afirmando que o objetivo é “pôr fim de forma definitiva nos homens maricas e outras estéticas anormais”. O anúncio, porém, não foi bem visto na rede social Weibo, bastante popular na China. Desafiando as autoridades, vários usuários criticaram a iniciativa, afirmando se tratar de discriminação e pedindo respeito à diversidade. A homossexualidade não é ilegal na China, mas autoridades fazem, em geral, censura rígida do tema. Todas as referências gays foram tiradas do filme “Bohemian Rhapsody”, sobre o cantor Freddie Mercury, por exemplo. E a situação já rendeu censuras bizarras. Em 2019, a agência reguladora mandou que as emissoras borrassem as orelhas de jovens pop stars em suas aparições na TV e na internet, para esconder seus brincos ou piercings. Tatuagens e rabos de cavalo em homens também costumam ser borrados na televisão. O recrudescimento faz parte de uma queda de braços do Partido Comunista chinês em relação à indústria do entretenimento chinesa. Para as autoridades, a maioria dos artistas famosos são antirrevolucionários, pois alimentam a ilusão de um estilo de vida burguês. Além de censurar a aparência, o governo também tem denunciado os salários elevados dos artistas, não compatíveis com os ideias socialistas, e a suposta evasão fiscal dessa indústria. Algumas atrizes famosas chegaram a “desaparecer” e ressurgir com pedidos de desculpas pela ostentação e multas milionárias para evitar a prisão. Apesar do cerco, o entretenimento chinês deve faturar em torno de US$ 358 bilhões neste ano, segundo um relatório recente da consultoria PwC.

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  • Filme

    Lilly Wachowski revela porque não voltou com a irmã em “Matrix 4”

    25 de agosto de 2021 /

    A cineasta Lilly Wachowski, co-criadora de “Matrix”, revelou porque não quis voltar à franquia junto com a irmã Lana. Durante participação do painel do canal pago Showtime no evento semestral da TCA (Associação dos Críticos de TV), Lily contou que recusou o convite para participar da criação e dirigir o quarto “Matrix” porque queria “retroceder” a um período tão distante de sua vida. Segundo a cineasta, a ideia de retomar a história de Neo passava uma “sensação desagradável” para quem tinha lutado lutado tanto para provar que era outra pessoa. Wachowski disse que “não queria ter passado pela minha transição, toda essa perturbação na minha vida, o sentimento de luto pelos meus pais para voltar a algo que já fiz e meio que, andar por um caminho que já andei, parecia emocionalmente insatisfatório”. “Meu mundo estava desmoronando, de certa forma, até quando eu estava ‘saindo da minha casca’”, afirmou a cineasta sobre o exaustivo período em que engatou filmagens seguidas de “A Viagem” e “A Ascensão de Júpiter”, quando revelou que era transexual como a irmã. “Eu precisava de um tempo longe da indústria e tomei essa decisão [de negar o projeto]”. Em vez de “Matrix: Resurrections”, Lilly Wachowski comanda atualmente a série “Work in Progress”, da Showtime, que chegou à sua 2ª temporada no domingo passado (22/8). Enquanto isso, sua irmã assina sozinha o novo filme, que será lançado nos cinemas em dezembro deste ano.

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  • Série

    Atriz de “Bridgerton” vai estrelar série LGBTQIAP+ na Amazon

    17 de agosto de 2021 /

    A atriz Phoebe Dynevor, estrela de “Bridgerton”, série mais vista da Netflix, vai estrelar e produzir uma série romântica LGBTQIAP+ na plataforma rival, a Amazon Prime Video. O novo projeto de Dyvenor é “Exciting Times”, adaptação do livro homônimo da autora irlandesa Naoise Dolan. A história gira em torno de Ava, uma irlandesa bissexual que vive no exterior e ensina gramática inglesa para crianças de famílias ricas, e acaba se envolvendo em um triângulo amoroso com o banqueiro Julian e a advogada Edith. A produção é desenvolvido pela Black Bear Pictures (“O Jogo da Imitação”), que adquiriu os direitos do livro antes de seu lançamento em junho de 2020. A própria escritora Naoise Dolan está fazendo a adaptação do texto para a série, além de produzir ao lado de Dynevor, do diretor Cooper Raiff (“Shithouse”) e Teddy Schwarzman, fundador, presidente e CEO da Black Bear Pictures. Aproveitando a exposição trazida por “Bridgerton”, Dynevor também aproveitou para lançar sua carreira cinematográfica. Ela terminou recentemente de filmar seu primeiro longa-metragem, o drama de época “The Colour Room”, da diretora Claire McCarthy (“The Luminaries”), e fechou contrato para protagonizar “I Heart Murder”, um novo filme de suspense da Sony Pictures, escrito e dirigido por Matt Spicer (“Ingrid Vai para o Oeste”). Nenhum desses projetos tem previsão de estreia.

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  • Etc

    DC Comics explica decisão histórica de tirar Robin do armário

    12 de agosto de 2021 /

    A DC Comics publicou um texto editorial em seu site oficial que explica a decisão de tirar Robin do armário. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake, o terceiro personagem a usar a roupa do herói, assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já namorou uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, o primeiro Robin, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. No texto publicado no site da DC, o colunista Alex Jaffe destaca a importância de ter um personagem como Robin, que sempre foi associado a um subtexto LGBTQIAP+, assumir-se abertamente queer. “É um momento sobre o qual continuaremos falando e celebrando por anos. O momento em que os fãs LGBTQIAP+ foram, não através de subtextos ou de um ‘ponto de vista’ mais permissivo, mas aberta e textualmente apoiados pela primeira vez desde que Kate Kane foi expulsa do exército. O momento em que um Robin, particularmente um Robin com história, legado e décadas de leituras com codificação queer em seu cinto de utilidades, recebeu a permissão de ser o ícone queer que sempre foi”. Apesar da declaração, vale lembrar que foi Dick Grayson, o Robin original, que virou alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960. E na época a resposta da DC foi ressaltar sua virilidade com parceiro sexual de muitas heroínas dos quadrinhos. De fato, o ex-Robin que virou Asa Noturna se tornou o maior “garanhão” da editora. “Expressar-se plenamente com uma traje colorido enquanto você escondia sua identidade do mundo já foi considerado escandaloso em uma nação amplamente homofóbica”, lembrou Jaffe no texto divulgado pela DC, considerando que foi por isso que a própria editora passou a censurar temas relacionados à comunidade queer durante décadas. A boa notícia é que a história romântica de Tim Drake continuará, na edição 10 da revista “Batman: Urban Legends”, tanto quanto herói e como um homem apaixonado por outro homem. “Tim Drake pode ser quem quer que ele queira ser. Por isso, assumir-se em ‘Batman: Urban Legends’ 6 é tão histórico”, oficializou a editora, num tuite próprio. Tim Drake can be whoever he wants to be 💯 Here's why his coming out in BATMAN: URBAN LEGENDS #6 is so historic: https://t.co/HwLUefJVzX pic.twitter.com/S7VrdCFPKl — Batman (@DCBatman) August 11, 2021 This likely isn’t the first piece about the big Tim Drake news you’ve read this week, but it is the first you can read on the DC Comics website. Honored to be the one to cover it.https://t.co/Kw7JSiVq3d — Alex Jaffe (@AlexJaffe) August 11, 2021

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  • Etc

    DC revela que Robin é bissexual

    10 de agosto de 2021 /

    A DC Comics finalmente tirou Robin do armário. Não Dick Grayson, o Robin original, que depois de virar alvo de piadas homofóbicas pela forma como foi retratado na série do Batman dos anos 1960 passou a exibir sua virilidade com muitas heroínas da editora, mas o terceiro personagem a vestir o uniforme colorido. A sexta edição da revista “Batman: Urban Legends” mostrou Tim Drake assumindo-se bissexual. Na história “Sum of Our Parts”, escrita por Meghan Fitzmartin e com artes de Belén Ortega, Robin resgata seu belo amigo adolescente Bernard e, posteriormente, Tim Drake aceita sair em um encontro com o rapaz. O personagem seria bissexual porque já tinha namorado uma garota, Stephanie Brown, a heroína conhecida como Spoiler e que também já foi Robin (!) e Batgirl. Nisto, Tim Drake copiou Dick Grayson, que namorou Barbara Gordon, a Batgirl original. A novidade em relação ao Robin repercutiu nas redes sociais, e inspirou pedidos para outros heróis saírem do armário – inclusive a citada Stephanie Brown. Tim Drake vai estrear em live action na 3ª temporada de “Titãs”, que tem lançamento marcado para esta quinta-feira (12/8) nos EUA. A DC tirou o Tim Drake do armário 🏳️‍🌈 pic.twitter.com/wGfbh1F47B — Chris – Diversidade Nerd (@chrisgonzatti) August 10, 2021 Essa thread aqui mostra quando o Tim conheceu o Bernard (há muito tempo atrás), e como a química deles já era clara. https://t.co/A5wKsEPOtB — Nação DC (@Nacao_DC) August 10, 2021 Now can we confirm Steph’s bisexuality!! pic.twitter.com/cPAnCnkh42 — Kat Calamia (@ComicUno) August 10, 2021

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    Elliot Page será homenageado num dos principais festivais LGBTQIAP+ dos EUA

    10 de agosto de 2021 /

    O ator Elliot Page será homenageado no Outfest, um dos principais festivais de cinema LGBTQIAP+ dos EUA, que acontece anualmente em Los Angeles. Ele receberá um prêmio por sua dedicação à causa da inclusão e representatividade da comunidade LGBTQIAP+ em Hollywood durante a festa de encerramento da edição deste ano do Outfest, que começa nesta sexta (13/8) e vai até 22 de agosto. “Ao determinar o destinatário de nossa maior homenagem, procuramos aqueles que têm sido poderosos representantes de nossa comunidade, que alcançaram os mais altos níveis de reconhecimento por seu talento e que se colocaram na pele de cineastas e criadores independentes”, disse o diretor executivo do Outfest, Damien S. Navarro, em um comunicado. “Não há ninguém mais preparado para receber o Outfest Annual Achievement Award deste ano do que Elliot. Sua coragem, dedicação e jornada pessoal o tornaram uma das figuras públicas mais admiradas e respeitadas de sua geração e seu talento e voz estão liderando uma nova geração dentro da comunidade LGBTQIAP+ e do entretenimento.” A jornada pessoal de Elliot foi realmente diferenciada. Estrela de “Juno” e “A Origem” com o nome de Ellen Page, o artista primeiro assumiu ser lésbica, até revelar no ano passado que era transgênero e se identificava como homem. Ao longo dessa revolução pessoal, Page também se tornou produtor, assinando filmes dramáticos e séries documentais sobre causas sociais, principalmente de temática LGBTQIAP+, e recentemente estreou como diretor à frente do documentário “There’s Something in the Water” sobre direitos indígenas. “É para mim uma grande honra ser o destinatário do Outfest Annual Achievement Award e representar a comunidade LGBTQIA+”, disse Page. “Agora, mais do que nunca, é muito importante que nossas vozes sejam amplificadas e representadas no cinema e na mídia, e que as pessoas ouçam nossas histórias.” Seu próximo trabalho como ator poderá ser visto na 3ª temporada de “The Umbrella Academy”, da Netflix, a primeira realizada após sua transição de gênero. Ele também está no elenco de três animações atualmente em desenvolvimento, como dublador de personagens femininas – “Naya – Legend of the Golden Dolphin”, “ARK” e “Robodog”.

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  • Série

    Personagens LGBTQIAP+ de novelas serão tema de série documental da Globoplay

    31 de julho de 2021 /

    A Globoplay prepara uma série documental com depoimentos de atores e atrizes da rede Globo que interpretaram personagens LGBTQIAP+ em novelas. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, as entrevistas estão sendo feitas nos estúdios da emissora, mas sem figurinos ou encenações. A lista de intérpretes deve incluir muitos astros heterossexuais, que antigamente costumavam assumir papéis LGBTQIAP+, mas também artistas transexuais de obras mais recentes. Será curioso ver como a plataforma de streaming da Globo irá abordar a inclusão e a representatividade com esta perspectiva. O material está adiantado e deve começar a ser editado em breve.

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  • Etc

    Jamie Lee Curtis revela que sua filha mais nova é transexual

    29 de julho de 2021 /

    A atriz Jamie Lee Curtis (“Halloween”) revelou que sua filha mais nova fez transição sexual. Ela e o marido, Christopher Guest, compartilharam orgulhosamente a notícia com a permissão de sua filha Ruby em uma entrevista para a revista AARP. Curtis disse que ela e o marido “viram com admiração e orgulho quando nosso filho Thomas se tornou nossa filha Ruby”. E aproveitou para anunciar que Ruby tem planos de se casar com seu noivo. “Ela e o noivo vão se casar no ano que vem, em um casamento que oficializarei”, acrescentou. A estrela acrescentou ainda que a filha a ajudou a abandonar velhas ideias, incluindo a noção de que o gênero é “fixo”. Além de Ruby, o casal tem uma filha de 34 anos, Anne, já casada. Durante a entrevista, Curtis ainda falou sobre seu casamento com Guest, a quem ela chamou de “o primeiro e único” amor de sua vida. A atriz contou que, no 35º aniversário de casamento, ela havia escrito uma música para ele. A letra, que incluía o refrão de “Me sinto seguro quando chego e vejo que você está em casa”, celebra como Guest continua a fazê-la se sentir depois de tantos anos. “Esse é o longo casamento”, disse Curtis, elaborando a letra. “É a segurança de saber que o carro dele está na garagem, que não estou sozinho e que ele está aqui”.

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  • Etc

    Artista de “13 Reasons Why” se reapresenta como mulher trans

    22 de julho de 2021 /

    Tommy Dorfman, que interpretou Ryan Shaver na série “13 Reasons Why” e outros papéis masculinos em “Jane the Virgin”, “American Princess” e na recente minissérie “Love in the Time of Corona”, anunciou em suas redes sociais que passou a se identificar como uma mulher trans. “Emocionada por me reintroduzir como a mulher que sou hoje. Meus pronomes são ela/dela”, escreveu no Instagram, ao lado de fotos que refletem a mudança. “Sou especialmente grato a cada pessoa trans que trilhou esse caminho, quebrou barreiras e arriscou suas vidas para viver de forma autêntica e radical como si mesma antes de mim. Obrigada a todas as mulheres trans que me mostraram quem eu sou, como viver, me comemorar e ocupar espaço neste mundo”, continuou. Os fãs já vinham especulando sobre a transição devido à postagens anteriores no Instagram. Mas Dorfman só assumiu a mudança ao dar uma entrevista à revista Time, publicada nesta quinta (22/7), pouco antes de abordar o assunto com seus seguidores. Na entrevista, ele explicou ter feito a transição ao longo do último ano e afirmou que, apesar da mudança de gênero, não pretende alterar seu nome. “Eu tenho o nome do irmão da minha mãe, que morreu um mês depois de eu nascer, e me sinto muito conectada com esse nome, um tio que me segurou no colo enquanto estava morrendo. Isso é uma evolução de Tommy. Estou me tornando ainda mais Tommy”, explicou. Ele contou que a ansiedade e demora para vir a público estava lhe prejudicando. “Eu estava vivendo essa versão de ‘sair do armário’ em que eu não me sentia segura o suficiente para falar a respeito, então eu só fiz [a transição]. Mas eu reconheço que fazer a transição é lindo. Por que não deixar o mundo ver como é?”, contou. “Eu aprendi, como pessoa pública, que quando eu me recuso a esclarecer isso, eu posso perder a liberdade de controlar minha própria narrativa. Desde a transição médica, vejo conversas sobre o meu corpo, e isso começou a me incomodar”, continuou. “Eu estou alinhando meu corpo e minha alma. Tudo o que eu posso fazer agora é procurar um futuro em que eu espero que seja radicalmente honesta. É essa a pessoa que eu estou me tornando”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por tommy dorfman (@tommy.dorfman)

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  • Música

    Disney lança sua primeira música romântica LGBTQIAP+

    16 de julho de 2021 /

    O episódio de “High School Musical: A Série: O Musical” disponibilizado nesta sexta (16/7) na Disney+ entrou para a História por apresentar a primeira música romântica LGBTQIAP+ já produzida pela Disney. Intitulada “In a Heartbeat”, a música é cantada por Frankie Rodrigues, intérprete de Carlos na atração, para seu namorado vivido por Joe Serafini, que escuta a declaração de amor em êxtase. Em entrevista para a revista americana Entertainment Weekly, os atores comentaram o que a canção representa para eles e para os fãs. “É incrível e obviamente é tão necessário. O fato de sermos aquela representação que não conseguimos ver crescendo, em uma plataforma como a Disney com uma franquia popular, significa muito. Definitivamente vemos a resposta, especialmente nas redes sociais, de crianças que chegaram e disseram: ‘Seus personagens me deram confiança para ser eu mesmo’ ou ‘Seus personagens me deram confiança para assumir’. Essas são decisões importantes que mudam a vida das pessoas e, por isso, é muito especial fazer parte da jornada de alguém dessa forma”, afirmou Frankie. Serafini completou: “É muito importante ter pessoas para quem olhar, especialmente se você estiver em uma situação ou ambiente que talvez seja menos receptivo, para ver que, se estou sentindo esses sentimentos, outras pessoas também estão e há esperança. Há alguém para quem olhar. Vai ficar tudo bem e, com sorte, vai melhorar.” Confira abaixo um trecho da canção, divulgado pela Disney.

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  • Série

    Emmy 2021 bate recorde de diversidade e inclusão

    13 de julho de 2021 /

    As indicações do Emmy 2021, reveladas pela Academia de Televisão dos EUA nesta terça-feira (13/7), bateram recorde de diversidade e inclusão. Nas categorias de interpretação, 43 nomeados romperam o padrão das nomeações de brancos americanos, representando a geração de atores mais diversificada de todos os tempos. A classe de 2021 superou com folga os melhores desempenhos anteriores, registrados em 2018 e 2020, quando houve empate com 36 indicações de não brancos. Além disso, seis dos apresentadores de reality shows relacionados pela Academia são negros – repetindo o número do ano passado. A série de terror “Lovecraft Country” liderou a inclusão, com 18 indicações de artistas negros. Desse número, cinco são intérpretes, incluindo Jurnee Smollett e Jonathan Majors (que receberam suas primeiras indicações ao Emmy como Melhor Atriz e Ator), mas até a criadora da série, Misha Green, acrescenta representatividade à premiação, disputando como Melhor Roteirista de Série de Drama. Entre os prêmios individuais, a inglesa Michaela Coel foi quem mais se destacou, recebendo indicações em três categorias de Minissérie: Melhor Atriz, Diretora e Roteirista por “I May Destroy You”. A relação também destaca Lin-Manuel Miranda, latino mais proeminente deste Emmy, pelas realizações à frente do musical “Hamilton”, além de celebrar Mj Rodriguez, a primeira artista trans na categoria de Melhor Atriz por “Pose”. “Pose” ainda emplacou indicações a Billy Porter como Melhor Ator (ele venceu em 2019), a Steven Canals como Diretor e a nada menos que cinco roteiristas LGBTQIAP+, além de disputar como Melhor Série de Drama por seu retrato histórico da comunidade. “O mundo está ao seu lado e aplaudindo seus talentos”, exaltou a GLAAD, organização de mídia LGBTQIAP+, em relação ao reconhecimento da série, num comunicado assinado por sua presidente e CEO Sarah Kate Ellis. O único aspecto em que o Emmy retrocedeu foi na representação feminina nas categorias de direção. Este ano, 11 diretoras disputam troféus, menos que as 16 de 2020. Em compensação, houve um grande aumento de roteiristas reconhecidas: 59 indicações, crescimento substancial em relação às 33 do ano passado.

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  • Série

    Mj Rodriguez faz História com indicação ao Emmy: “Me sinto vista”

    13 de julho de 2021 /

    A estrela da série “Pose” Mj Rodriguez fez história nesta terça-feira (13/7) ao se tornar a primeira artista trans indicada ao Emmy de Melhor Atriz. Ela concorre na categoria de Série de Drama pelo papel da mãe de baile e enfermeira Blanca Rodriguez-Evangelista, destaque da produção do canal pago FX. Rodriguez celebrou no Instagram, dizendo que se sentia “nas nuvens”. Um vídeo registra o momento do anúncio e a comemoração, mas não um depoimento, porque na hora estava “toda bagunçada”. “Eu realmente não posso acreditar nisso”, resumiu, em comentário ao lado do post. Procurada pela imprensa americana, ela acrescentou mais detalhes ao que a indicação representava para sua carreira e para a representatividade trans. “Estou sentindo tantas emoções. Estou me sentindo feliz e realizada. Finalmente me sinto vista”, disse a estrela para o site Deadline. “Sou uma garota do norte de Nova Jersey que tinha sonhos e aspirações, como Whitney Houston, mas nunca pensei que isso pudesse acontecer comigo. Disse a mim mesmo que não importa o que aconteça, vou continuar e nunca parar”. Ela continuou: “Sou grata que as pessoas podem realmente ver minha existência humana e podem ver o que tenho a oferecer ao mundo através da arte. Amo o que faço e que possa representar cada interseccionalidade de ser uma artista trans que se identifica como mulher e que também é negra e latina. Isso mostra o que a condição humana pode fazer e como é lutar. Uma parte dessa luta foi finalmente vencida por toda uma nova geração, que é de muitas cores e de diferentes estilos de vida. Espero que, através da minha conquista, eles vejam que também podem fazer isso”, completou. A indicação de Mj Rodriguez é uma das 9 nomeações de “Pose”, que chegou a sua 3ª e última temporada como uma das produções mais reconhecidos pelo Emmy Awards 2021. “Pose” disputa ainda, entre outras, as categorias de Melhor Série de Drama, Ator (Billy Porter), Direção (Canals) e Roteiro (Ryan Murphy, Brad Falchuk, Steven Canals, Janet Mock e Our Lady J). A cerimônia da entrega dos troféus acontecerá em 19 de setembro, em Los Angeles, com apresentação do comediante Cedric the Entertainer (da série “The Neighborhood”). Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michaela Jaé (@mjrodriguez7)

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  • Etc,  TV

    Carmo Dalla Vecchia assume casamento com autor de novelas

    12 de julho de 2021 /

    O ator Carmo Dalla Vecchia, galã de novelas da Globo, saiu do armário no horário nobre da TV brasileira. Durante a repescagem da “Super Dança dos Famosos”, exibida no domingo (11/7), ele surpreendeu o público ao mandar um beijo para seu filho, Pedro, e seu marido, João – que, segundo confirma o próprio perfil da Globo no Twitter, é João Emanuel Carneiro, autor de novelas como “Avenida Brasil” e “Segundo Sol”. Embora, os dois estejam casados há cerca de 13 anos, muitos fãs manifestaram surpresa nas redes sociais, pois o ator costuma interpretar o protagonista hetero romântico. Apesar disso, a maioria dos comentários foi positivo, demonstrando que, apesar da “banda podre”, os relacionamentos LBGTQIA+ estão cada vez mais corriqueiros. Durante o programa de domingo, ele explicou o que o motivou a se assumir publicamente. “Acho muito importante esse posicionamento para que outras pessoas também possam ver isso e se sentir iguais. Sou um cara extremamente feliz, extremamente realizado, com uma profissão que eu amo, com amigos, com uma família que me aceita exatamente do jeito que eu sou”, afirmou. “Só que a gente vive em um país em que não necessariamente é assim. Então, se meu exemplo pode servir para ajudar outras pessoas, para ter essa representatividade, eu fico muito feliz de ser essa pessoa”, continuou, sem esquecer que o Brasil é a país que mais mata sua população LGBTQIAP+. “E gostaria de falar também que temos um recorde no Brasil muito triste. Nós somos o país que mais mata trans do mundo, mulheres travestis e transexuais. É uma coisa muito triste e muito feia. Isso fala da nossa educação, ou da falta dela. Isso é algo em que as pessoas deveriam pensar de uma maneira muito séria”, finalizou. Ainda suspirando com essa declaração linda que o Carmo Dalla Vecchia fez pro filho e pro marido João Emanuel Carneiro ❤️❤️❤️ #SuperDançaDosFamosos pic.twitter.com/mqbP3WLjBY — TV Globo em 🏠 (@tvglobo) July 12, 2021

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