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  • Série

    Trailer de “The Morning Show” acrescenta Julianna Margulies ao elenco impressionante

    14 de junho de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Morning Show”, com muito nervosismo, bate-bocas e dramaticidade. A prévia também revela a primeira cena com participação de Julianna Margulies (a “The Good Wife”), que viverá uma nova telejornalista na trama. Ela se junta às estrelas Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass, Nestor Carbonell e Bel Powley, que estrelaram os episódios inaugurais, tornando o elenco da atração criada por Jay Carson (roteirista de “O Favorito”) e Kerry Ehrin (criadora de “Bates Motel”) ainda mais impressionante. Os novos episódios vão lidar com o momento de angústia do último episódio exibido, quando as âncoras Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) foram tiradas do ar, enquanto contavam aos telespectadores sobre a cultura tóxica da rede e a tentativa de acobertamento de uma agressão sexual cometida pelo ex-âncora Mitch (Carell). O vídeo oferece um vislumbre dos “destroços” causados por essa situação e também revela que a estreia foi marcada para 17 de setembro.

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  • Série

    Patrick Schwarzenegger vai atuar com cunhado Chris Pratt em série da Amazon

    25 de março de 2021 /

    O ator Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), filho de Arnold, está se juntando a seu cunhado famoso Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) na série de suspense e conspiração “The Terminal List”, da Amazon. Ele viverá o membro mais jovem da equipe militar comandada por Pratt na produção. Desenvolvida por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), a série da Amazon Prime Video é baseada no romance best-seller homônimo de Jack Carr. Na trama, Pratt interpreta James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Nesta busca pela verdade, ele acaba encontrando uma aliada na jornalista Katie Buranek, uma correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. Katie será vivida por Constance Wu (“As Golpistas”) e o elenco ainda inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taylor Kitsch (“John Carter”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). A série tem produção do cineasta Antoine Fuqua, que já tinha dirigido Pratt no remake de “Sete Homens e um Destino” (2016) e também vai assinar a direção do episódio piloto. Vale lembrar que Chris Pratt se casou com Katherine Schwarzenegger em 2019 e Patrick já virou o tio coruja da primeira filha do casal, Lyla Maria.

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    Justiça confirma que Johnny Depp “espancou” Amber Heard

    25 de março de 2021 /

    Johnny Depp não foi bem-sucedido em sua tentativa de contestar a decisão do Tribunal Superior do Reino Unido de que foi violento com sua ex-esposa Amber Heard. Os juízes de apelação, James Dingemans e Richard Arnold, declararam nesta quinta (25/3) que o julgamento midiático original “foi completo e justo”, confirmando a conclusão de que Amber Heard foi vítima de violência doméstica. No ano passado, o ator comandou um processo de difamação de três semanas contra o jornal The Sun por causa de um artigo de 2018 que o chamava de “espancador de esposa”. Depp afirmou que as alegações de Heard sobre violência doméstica eram “uma farsa coreografada”. No entanto, o juiz Andrew Nicol verificou em sua sentença que Depp tinha sido violento com Heard em pelo menos 12 ocasiões e rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal. Depp tentou apelar da decisão, alegando que o juiz não avaliou as evidências de maneira adequada e exigindo um novo julgamento completo. A equipe jurídica do ator procurou apresentar novas evidências, como o fato de que Heard não doou inteiramente o dinheiro do divórcio como tinha alegado, tentando minar a credibilidade dos depoimentos da atriz como testemunha principal do jornal. Segundo o advogado do ator, Andrew Caldecott, a atriz de “Aquaman” contou uma “mentira calculada e manipuladora” ao prometer doar os US$ 7 milhões de seu acordo de divórcio para a caridade, o que não foi feito. “Se a verdade sobre a alegação de caridade tivesse surgido no julgamento, isso teria afetado materialmente a consideração do juiz sobre os testemunhos da Sra. Heard”, disse o advogado. Já os advogados da News Group Newspapers, editora do The Sun, disseram que esta revelação não faria qualquer diferença, e que Heard nunca deu prazo para a doação, tendo feito depósitos a entidades beneficentes ao longo dos anos. “Dada a abundância de evidências, é totalmente errado sugerir que a informação de que a Sra. Heard ainda acabou de doar os US$ 7 milhões para a caridade teria feito a menor diferença no resultado deste caso”, disseram eles. Os representantes de Amber Heard também se manifestarm. Em nota à imprensa, disseram: “Estamos contentes — mas não surpresos — com a negativa da Corte no pedido de recurso do Sr. Depp. As provas apresentadas no caso do Reino Unido são abundantes e inegáveis”. “A alegação do Sr. Depp de que tem provas novas e importantes não era nada além de uma estratégia de mídia, e foi expressamente rejeitada pela Corte”, continua o texto, que ainda reforça: “Reforçando, o veredito original era que o Sr. Depp cometeu violência doméstica contra Amber em nada menos que 12 ocasiões, e que ela teve medo de perder a própria vida.” A nova derrota de Depp complica ainda mais a situação do ator, que se encontra desempregado e só tem projetos judiciários em seu horizonte. Ele também processou Amber Heard nos EUA e o caso será levado ao tribunal do Arizona no ano que vem. Além disso, responde a um processo da própria atriz, que considera estar sendo prejudicada profissionalmente pelos litígios do ex-marido.

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    Variety diz que Anya Taylor-Joy não é branca e cria polêmica racial

    7 de março de 2021 /

    Um artigo da revista Variety desta semana, sobre a premiação de Anya Taylor-Joy no Globo de Ouro, despertou polêmica e chamou atenção para as classificações raciais dos EUA. O texto apresentava a atriz, que muitos acreditam ser loira, como “não branca”. A redatora Danielle Turchiano descreveu Anya Taylor-Joy como “a primeira mulher de cor” a vencer o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme desde Queen Latifah, por “Juntos Pela Vida”, em 2008. Queen Latifah, claro, é uma atriz negra. Já a atriz da minissérie “O Gâmbito da Rainha” e de filmes como “A Bruxa”, “Fragmentado” e “Os Novos Mutantes” não pode ter um tom de pele mais claro. Entretanto, para o padrão racial americano, ela não é branca. Por ter parentes latinos, a estrela de 24 anos é classificada como POC, abreviatura de “pessoas de cor”. Nos EUA, não basta a cor de pele, é preciso ser anglo-saxão ou europeu para ser considerado branco. Por conta disso, até astros europeus como Antonio Banderas e Penélope Cruz costumam ser declarados “não brancos” pela imprensa americana, devido à confusão causada por essa classificação, mais étnica que racial. Ou, como alguns preferem, mais preconceituosa que clara (sinônimo de branca). O conceito de “pessoa de cor” é exclusivo dos Estados Unidos e não tem as mesmas conotações que a expressão possui em outras partes do mundo. Ele tem origem racista mesmo. Passou a ser usado na época da Guerra Civil americana, no século 18, para designar todos os que não fossem brancos americanos “legítimos”. Ser de cor era uma ofensa. Mas a denominação acabou assumida no final do século 20 por afro-americanos e membros de outras minorias como forma de afirmação e união. Um dos momentos mais marcantes da apropriação se deu no famoso discurso de Martin Luther King Jr. “Eu Tenho um Sonho” (I Have a Dream) em Washington em 1963, quando ele se referiu aos “cidadãos de cor”. O POC deu origem, inclusive, a outra denominação mais ampla: BIPOC (negros, nativos e pessoas de cor, em inglês). A estrela de “O Gâmbito da Rainha” foi considerada “de cor” por ser filha de pai argentino. Só que é um argentino de raí­zes escocesas. A mãe, por sua vez, é africana, nascida na Zâmbia, mas de família colonizadores europeus: ingleses e espanhóis. Anya Taylor-Joy, portanto, é de uma família de descendentes europeus. Mas, por causa da certidão de nascimento do pai, foi considerada “não branca” pela Variety. A atriz, na verdade, tem orgulho de seu sangue latino. Apesar de ter nascido em Miami, nos Estados Unidos, desde muito jovem mudou-se com os pais para a Argentina, onde viveu até os seis anos. Ela fala espanhol fluentemente – com sotaque argentino. “Venho de muitos lugares, mas minha qualidade e minha atitude perante a vida vêm da Argentina. Eu realmente aprecio essa parte da minha história. Sinto-me muito orgulhosa de vir da Argentina”, disse Taylor-Joy em uma entrevista em outubro passado. Esse orgulho confunde os americanos, porque a ideia generalizada nos EUA é que todos os latinos são pardos. A controvérsia acabou levando a Variety a corrigir seu texto, definindo a estrela como “a primeira latina” a vencer aquele prêmio, ao mesmo tempo em que suprimiu a comparação com Queen Latifah. Para completar, ainda acrescentou uma errata desinformativa no rodapé, que afirma: “Uma versão anterior identificou Anya Taylor-Joy como uma pessoa de cor. Ela disse que se identifica como uma latina branca”. De onde se conclui que latinos brancos são uma anomalia, uma falha na Matrix, possivelmente.

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    Meghan Markle vence tabloide britânico na Justiça

    2 de março de 2021 /

    Meghan Markle lembrou seus dias na série jurídica “Suits” ao processar e vencer o tabloide inglês Mail on Sunday (a versão dominical do The Mail). Em uma audiência realizada nesta terça-feira (2/3), um juiz recusou o pedido do jornal para apelar da decisão, que deu vitória à duquesa de Sussex, dizendo que não vê “nenhuma perspectiva real” de o Tribunal de Apelações chegar a uma conclusão diferente. Ao analisar o caso, o juiz Mark Warby determinou que o tabloide violou a privacidade de Meghan e infringiu seus direitos autorais ao publicar correspondência destinada a Thomas Markle, com quem a atriz se desentendeu na véspera de seu casamento com o príncipe Harry. Ele se decidiu favoravelmente à Markle sem realizar realizar audiência de conciliação, dizendo que os artigos foram uma violação clara de privacidade, apesar de o jornal argumentar que a duquesa pretendia tornar o conteúdo da carta público e que isso foi parte de uma estratégia midiática. Após a sentença, a equipe legal de Meghan pediu 5 milhão de libras de compensação e despesas legais, metade a ser paga dentro de 14 dias, soma que o jornal descreveu como “desproporcional”. Por conta disso, o juiz concordou em emitir uma ordem provisória de cobertura de custos de 450 mil libras, dizendo que o montante final “pode muito bem ser consideravelmente mais do que isso”, depois que outras questões pendentes forem resolvidas em audiências posteriores. O advogado da duquesa, Ian Mill, disse na audiência que aceitaria uma indenização nominal baseada no lucro que o Mail teve com seus artigos, dizendo que esta seria uma maneira “proporcional” de concluir o processo. Mas os advogados do jornal não querem pagar nada e vão tentar recorrer diretamente ao Tribunal de Apelações.

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  • Série

    Constance Wu se junta a Chris Pratt em série de ação da Amazon

    1 de março de 2021 /

    A atriz Constance Wu vai voltar às séries, um ano após o final de “Fresh Off the Boat”, como a protagonista feminina de “The Terminal List”, thriller de ação em que contracenará com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”). Criada por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), a série da Amazon Prime Video é baseada no romance best-seller homônimo de Jack Carr. Na trama, Pratt vai interpretar James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Wu interpretará Katie Buranek, uma correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. Ela deixou seu trabalho em uma agência de notícias de prestígio para perseguir histórias de alto impacto em seus próprios termos e, ao se encontrar em uma encruzilhada na carreira, encontra um aliado improvável no SEAL James Reece, juntando-se à sua busca pela verdade na conspiração contra a qual ele está lutando. O projeto marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e vai assinar a direção do episódio piloto.

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  • Série

    The Bold Type vai acabar na 5ª temporada

    27 de janeiro de 2021 /

    O canal pago americano Freeform anunciou que a 5ª temporada de “The Bold Type” será a última da série. Além disso, será a menor temporada de todas. Prevista para ir ao ar neste ano, a despedida será composta por seis episódios. Isso é menos da metade dos 16 capítulos da temporada anterior e menos até que os 10 episódios exibidos em cada uma das três primeiras temporadas. A série, que gira em torno de mulheres jovens que trabalham para uma revista feminina em Nova York enquanto equilibram suas ambições de carreira e vida pessoal, encerrou sua 4ª temporada em julho passado. Embora a audiência tenha caído ano após ano, a ponto de se torná-la uma das séries menos vista do canal, “The Bold Type” ajudou a definir a identidade do Freeform. O drama inspirado na revista Cosmopolitan (Nova, no Brasil) foi desenvolvido pela ex-chefe de originais do canal, Karey Burke, como parte do esforço de direcionar sua programação para o público formado por jovens adultos. Mas os bastidores foram agitados desde o começo. A criadora da série Sarah Watson (criadora também da cancelada “Pure Genius”) já tinha sido substituída após diferenças criativas com os executivos da produtora Universal TV no começo da série. Em seu lugar, entrou Amanda Lasher (produtora de “Gossip Girl”), que também foi trocada por Wendy Straker Hauser, roteirista da atração desde a 1ª temporada. Hauser comentou o fim da série em nota divulgada pelo canal. “‘The Bold Type’ foi um presente que realmente mudou minha vida. Passei meus 20 anos na cidade de Nova York trabalhando em revistas, então, em muitos aspectos, o programa parece muito próximo das minhas experiências. Eu realmente amei escrever esta série e viver neste mundo. Sentirei muita falta, mas estou muito grato pela oportunidade e feliz em saber que tem sido um conforto para tantas pessoas lá fora.” A nova presidente do Freeform, Tara Duncan, também se pronunciou, dizendo que “‘The Bold Type’ é um dos meus programas favoritos e estou orgulhosa de estar dando à série a despedida que Wendy, o incrível elenco e equipe, e os amados fãs merecem.” O elenco inclui Katie Stevens (série “Faking It”), Aisha Dee (série “Sweet/Vicious”) e Meghann Fahy (série “Necessary Roughness”) como as protagonistas, além de Sam Page (série “Switched at Birth”), Matt Ward (série “Remedy”) e Melora Hardin (série “The Office”), que vive a editora-chefe da revista Scarlet.

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    Johnny Depp tenta apelar novamente da sentença de “espancador de esposa”

    9 de dezembro de 2020 /

    O ator Johnny Depp está tentando recorrer novamente do veredito que julgou seu caso por difamação contra o jornal britânico The Sun. Em novembro, o juiz Andrew Nicol, do Supremo Tribunal de Londres, considerou que o tabloide tinha razão ao chamá-lo de “espancador de esposa”, após ouvir testemunhos e examinar evidências que o apresentaram como um marido violento de sua ex-esposa Amber Heard. Johnny Depp pediu permissão para recorrer, como exige o sistema judicial britânico, mas o juiz que havia decidido contra ele recusou, alegando que não havia “uma perspectiva razoável de sucesso” na apelação. Desta forma, o ator decidiu recorrer diretamente ao Tribunal de Apelação, segundo documentos judiciais do processo, de acesso público. Este tribunal agora anunciará se permite ou não um segundo julgamento. O julgamento original durou três semanas de julho no Supremo Tribunal de Londres, na presença do ator de 57 anos e sua ex-esposa Amber Heard, de 34, além da advogada de defesa do jornal e seu editor. Em seu veredito, o juiz considerou que as afirmações do jornal eram “substancialmente verdadeiras” porque “a grande maioria das supostas agressões foi comprovada”. Além de perder a causa, Johnny Depp foi ordenado a pagar cerca de 628 mil libras (aproximadamente R$ 4,3 milhões) ao The Sun para cobrir as despesas jurídicas do jornal com o processo. Sem nenhum outro projeto cinematográfico alinhado, o único trabalho previsto de Depp é a divulgação de seu último papel em “Minamata”, que ele completou no ano passado. Mas esse lançamento pode ser engavetado. Não satisfeito em chamar atenção com o julgamento negativo, numa ação que ele próprio iniciou, Depp decidiu se sabotar também quando poderia aproveitar aplausos. Ao receber um prêmio especial por suas realizações do Camerimage, ele concordou em aparecer remotamente dos EUA no festival polonês. A presença virtual foi divulgada na imprensa e o festival agendou a exibição de “Minamata” para encerrar o evento. Mas durante a transmissão do evento, Depp não se materializou nas telas. Em vez disso, enviou uma foto bizarra de si mesmo – com a camisa aberta e o cabelo loiro platinado sob bandanas coloridas – aparentando estar atrás das grades em uma prisão caribenha (veja acima), como se cumprisse pena por um crime que não levava muito a sério. Ao ver a imagem, a MGM cancelou a exibição de “Minamata” no festival. Sem mais trabalhos, seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o ator entrou com uma ação contra Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem ainda uma sequência, aberta pela atriz, que por sua vez decidiu processar Depp pela campanha difamatória que ele move contra ela, pedindo US$ 100 milhões de indenização.

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  • Série

    Estrela de The Good Wife entra na 2ª temporada de The Morning Show

    2 de dezembro de 2020 /

    A atriz Julianna Margulies (a “The Good Wife”) juntou-se ao elenco da 2ª temporada do drama “The Morning Show”, da Apple. Três vezes vencedora do Emmy, ela interpretará uma nova âncora da rede de notícias fictícia UBA. Margulies, que vem de um papel recorrente em “Billions”, vai se juntar a Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass, Nestor Carbonell e Bel Powley, que estrelaram os episódios inaugurais, tornando o elenco da atração ainda mais impressionante. A produção da 2ª temporada já está em andamento e deve lidar com o momento de angústia do último episódio exibido, quando as âncoras Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) foram tiradas do ar, enquanto contavam aos telespectadores sobre a cultura tóxica da rede e a tentativa de acobertamento de uma agressão sexual cometida pelo ex-âncora Mitch (Carell). Os novos episódios lidarão com os “destroços” dessa situação, disse a showrunner Kerry Ehrin ao site The Hollywood Reporter. Além de Margulies, os próximos capítulos também serão reforçados por Greta Lee (“Boneca Russa”), Ruairi O’Connor (“The Spanish Princess”) e Hasan Minhaj (“Patriot Act with Hasan Minhaj”). A Apple TV+ ainda não deu previsão de retorno para a série.

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  • Etc

    Petição para tirar Amber Heard de Aquaman já tem 1,5 milhão de assinaturas

    29 de novembro de 2020 /

    Os fãs de Johnny Depp odeiam tanto Amber Heard que estão lotando de assinaturas uma petição para forçar a Warner a demiti-la da continuação de “Aquaman”. Quando mais reveses sofre o ator, mais eles consideram a atriz culpada por arruinar sua carreira, fazendo o abaixo-assinado crescer. Nos últimos dias, o documento atingiu 1,5 milhão de assinaturas no site Change.org. Na verdade, a petição é antiga, tem mais de um ano, e só ganhou impulso recentemente, em paralelo à derrota de Depp em seu processo contra o jornal The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”, e seu consequente afastamento de “Animais Fantásticos 3” por essa descrição ter se tornada judicialmente apropriada. Entretanto, os argumentos da autora da petição afirmam o oposto. Para Jeanne Larson, que também se identifica como Jeanne Depp, Amber Heard é que “foi denunciada como abusadora doméstica por Johnny Depp”. Ela cita como prova um processo de US$ 50 milhões que Depp está movendo contra a ex-mulher, mas ignora o de US$ 100 milhões que ela lançou em resposta. Diz que “Amber Heard é um agressora doméstica conhecida e comprovada”, mas não fala o mesmo de Depp, que após perder seu processo tornou-se reconhecido na Justiça como tal. O texto peticionário também afirma que “desde o divórcio, ela tem sistematicamente lutado para arruinar Depp em Hollywood, repetindo vários relatos de incidentes falsos em que ela realmente abusou de Johnny Depp, mas mentiu que ele era o agressor”. O argumento derrotado de ator e seu advogado, derrotado na Justiça, foi todo baseado na definição de Amber como mentirosa. Não só isso. O próprio Depp tentou pressionar a Warner a demitir Heard de “Aquaman”. Durante o julgamento, a defesa do jornal The Sun revelou que o ator mandou uma mensagem para sua assistente em 4 de junho de 2016, depois que se separou, dizendo: “Quero que ela seja substituída no filme da WB [Warner Bros]”. Embora tenha dito que não foi responsável pela petição, que surgiu no final de 2019, o ator confirmou seus planos diante do tribunal. “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman'”. Pouco depois dele ter dito isso sob juramento, a petição simplesmente dobrou o número de assinaturas.

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    Mads Mikkelsen entra no lugar de Johnny Depp em Animais Fantásticos 3

    25 de novembro de 2020 /

    A Warner Bros. oficializou a participação de Mads Mikkelsen (o “Hannibal”) em “Animais Fantásticos 3”. O astro dinamarquês foi escalado como o bruxo Gellert Grindelwald no lugar de Johnny Depp, que o estúdio pressionou a se demitir da produção. Depp desempenhou o papel no final do primeiro filme e dominou o segundo, que foi batizado com o nome de seu personagem, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”. Na época, sua escalação gerou controvérsias e levou o tabloide britânico The Sun a questionar a decisão da Warner de trabalhar com um “espancador de esposa”, referindo-se a insinuações existentes na época do divórcio entre o ator e a atriz Amber Heard. Depp não gostou da frase e decidiu processar o jornal. O processo aconteceu neste ano e o ator perdeu. Ele ainda tentou apelar, mas nesta quarta (23/11) teve a tentativa barrada pela justiça britânica por não haver “uma perspectiva razoável de sucesso” em sua causa. O processo, porém, trouxe à tona vários detalhes pouco lisonjeiros da vida privada de Depp, com fotos, gravações e testemunhos de seu comportamento violento e sua relação desregrada com as drogas e o álcool, que levaram o juiz Andrew Nicol a concluir que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. Após a sentença, a Warner pediu a Depp para desistir do filme e anunciou que estava procurando um novo ator para substituí-lo. Muitos fãs imaginaram voltar a ver Colin Farrell na franquia. Ele apareceu como um disfarce de Grindelwald no primeiro filme, de 2016, mas está atualmente ocupado com as filmagens de “Batman”, onde vive o Pinguim. “Animais Fantásticos 3” tem roteiro de J.K. Rowling, criadora de “Harry Potter”, que também enfrenta seu próprio problema de relações públicas após assumir postura transfóbicas nas redes sociais. A direção está a cargo de David Yates, veterano da franquia “Harry Potter” que assinou os dois longas anteriores. E o elenco voltará a juntar os intérpretes dos filmes anteriores, incluindo Eddie Redmayne, Jude Law, Katherine Waterston, Dan Fogler, Alison Sudol e Ezra Miller – outro envolvido em polêmica, por suposta agressão a uma fã. Após os últimos desdobramentos, a estreia do longa, que estava programada para 12 de novembro de 2021, foi adiada para 15 de julho de 2022.

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    Johnny Depp tem apelo negado contra sentença de “espancador de esposa”

    25 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp teve negada sua tentativa de apelar de uma decisão judicial dos tribunais britânicos, no processo que deu razão ao jornal The Sun por chamá-lo de “espancador de esposa”. De acordo com o jornal The Times, o juiz responsável pela recusa alegou que não havia “uma perspectiva razoável de sucesso” na apelação. Agora, o ator deve pagar US$ 840,4 mil em custas judiciais ao The Sun por ter perdido sua ação por difamação contra o jornal. Depp processou o tabloide britânico por difamação devido a um texto de agosto de 2018 que, ao comentar sua participação no filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald” descreveu o ator como “espancador de esposa”, devido a seu divórcio tumultuado com a atriz Amber Heard. No início deste mês de novembro, o juiz Andrew Nicol disse que o editor executivo do News Group Newspapers e do jornal The Sun, Dan Wootton, provou que a afirmação do tabloide era “substancialmente verdadeira”. Sua decisão concluiu: “Eu descobri que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”. O que mais pesou em sua decisão foi o testemunho de Heard e as fotos que apresentou. Ela disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália. A equipe de Depp havia dito na época que apelaria da decisão. “A sentença é tão falha que seria ridículo para Depp não apelar desta decisão”, disse a defesa do ator em um comunicado. Durante o julgamento, que durou semanas, Depp admitiu ter problemas de vício em drogas e álcool, mas insistiu que as alegações do tabloide sobre seu comportamento violento em relação a Heard eram “completamente falsas”. Mesmo assim, ao ser confrontado com uma gravação em que admitia ter dado uma cabeçada na ex-esposa, confirmou que isso aconteceu, mas não da forma descrita. Os dois atores se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes. Mas a separação não encerrou o caso, porque Depp não aceita qualquer insinuação de que tenha sido violento, apesar da atriz ter aparecido com olho roxo e sofrer uma crise de choro, sem conseguir depor, durante o processo de divórcio. O problema é que processar o jornal só piorou sua imagem e agora o ator é oficialmente um “espancador de esposa”, assim declarado por um tribunal do Reino Unido. Por conta disso, Depp virou um pesadelo de relações públicas, levando a Warner a pressioná-lo para que se demitisse do filme que estava fazendo, o terceiro longa da franquia “Animais Fantásticos”. Sem nenhum outro projeto cinematográfico alinhado, seu único trabalho previsto é a divulgação de seu último papel em “Minamata”, que ele completou no ano passado. Fora isso, seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o ator entrou com uma ação contra Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem ainda uma sequência, aberta pela atriz, que por sua vez decidiu processar Depp pela campanha difamatória que ele move contra ela, pedindo US$ 100 milhões de indenização.

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  • Etc

    Johnny Depp debocha de sua situação com foto de troféu atrás das grades

    23 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp resolveu debochar da situação em que se encontra. Recentemente, ele perdeu um processo de difamação e passou ser considerado judicialmente um “espancador de esposa”, o que o fez ser demitido de “Animais Fantásticos 3” no começo das filmagens, numa tentativa da Warner para conter a publicidade negativa trazida por sua associação com o ator. Rotulado como autor de violência doméstica, Depp não tem contrato para nenhum trabalho novo, mas acaba de ser premiado por seu último papel filmado. No fim de semana, recebeu um troféu do festival Camerimage como “ator com sensibilidade visual única” por sua atuação no drama “Minamata”, em que vive o premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918 – 1978). A organização do evento polonês publicou uma foto do ator nas redes sociais, em que ele aparece com o troféu nas mãos, posando sorridente com a honraria… atrás das grades! A foto foi tirada nas Bahamas, onde Depp se encontra no momento, e teve péssima repercussão nas redes sociais, onde muitos a consideram um deboche, diante das acusações sérias que o envolvem. Seu próximo compromisso, no começo de 2021, será estrelar outro processo judicial, agora num tribunal no estado americano da Virgínia, onde o próprio ator entrou com uma ação contra a ex, Amber Heard, querendo uma indenização de US$ 50 milhões por uma coluna no jornal Washington Post em que ela escreveu sobre violência doméstica – sem citar o ex-marido. Depois desta ação, tem a sequência, aberta pela atriz, que também decidiu abrir processo contra Depp, pedindo US$ 100 milhões pela campanha de difamação judiciária que ele move contra ela. Com estes dois julgamentos pairando sobre o futuro do ator, ele brinca com a imagem de uma prisão. Vale lembrar que todos esses julgamentos são civis e não têm implicação penal, apenas financeira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por EnergaCAMERIMAGE (@camerimage.festival)

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