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  • TV

    Globo anuncia volta de “Linha Direta” com Pedro Bial

    27 de outubro de 2022 /

    A Globo confirmou a volta de seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Originalmente apresentado pelos jornalistas Domingos Meirelles e Marcelo Rezende, o programa será assumido agora por Pedro Bial (que atualmente apresenta o “Conversa com Bial”), num retorno previsto para 2023. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/10) em um evento voltado ao mercado publicitário em São Paulo e compartilhado no Twitter da empresa. A volta do programa foi revelada em setembro pela coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, enquanto estava sendo desenvolvido pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado a empresa para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre a nova produção, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017) e com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato. O #LinhaDireta volta em 2023 e com Pedro Bial no comando! #Vemaí pic.twitter.com/JePkTuQevZ — TV Globo 📺 (@tvglobo) October 27, 2022

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  • Série

    Estreia de “Rota 66” retrata um Brasil “muito triste, muito violento”

    22 de setembro de 2022 /

    A série “Rota 66 – A Polícia que Mata”, que estreou nessa quinta (22/9) na plataforma de streaming Globoplay, é baseada no livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, que em 1992, muito antes do movimento “Vidas Negras Importam”, causou furor por apontar ações de extermínio da tropa de elite da PM paulista, a Rota, na periferia de São Paulo, que vitimaram basicamente pessoas negras e pobres. “A expectativa para o lançamento é muito grande”, contou Barcellos, durante a coletiva de imprensa da série. “Trabalhei sete anos na investigação dessa história. Durante o processo de apuração, imaginava isso virando um roteiro para o cinema.” “Andava pelas comunidades e, quando cruzava com a história de alguém que havia sido vítima das ações da Rota, tentava captar os diálogos das pessoas, fazendo com que elas relembrassem todos os detalhes dos episódios que levaram à morte de um filho, de um irmão, por exemplo, pensando justamente em construir esses diálogos, imaginando um futuro roteiro. Nunca deixei esse assunto de lado”, completou ele. Na série, Barcellos é vivido por Humberto Carrão (“Marighella”), que na trama arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. “Foi uma grande responsabilidade para mim, como ator, e para todo o elenco, roteiristas e diretores dar conta de adaptar um livro como o ‘Rota 66’ para o audiovisual”, contou o ator. “A série, ao mesmo tempo, é uma aventura muito bonita, não só pelo Caco ser um grande jornalista, mas também por retratar o ‘jornalismo de acompanhamento’, que ele tanto faz em suas reportagens. Diria que é quase uma forma de homenagear a forma dele de pensar e fazer o jornalismo”. Carrão também falou sobre o processo de preparação para interpretar o jornalista na série. “Tentei aprender as coisas do corpo, a forma de ouvir. Vi mil reportagens, de diferentes épocas, já que a série abrange dez anos. Isso cria um caldo de referências, e ainda tem a afetiva. Mas não senti um peso de que teria que ser o Caco”, explicou ele. A série não vai mostrar apenas a vida profissional do repórter, mas também o seu lado pessoal. “Estive muito tenso antes de ver as primeiras cenas, mas acho que fiquei melhor na ficção do que na vida real”, brincou Barcellos, que também contou que não participou do desenvolvimento do roteiro da série, mas colaborou da maneira que pôde. “Minha postura foi colaborar ao máximo”, explicou ele. “Sugeri a eles: ‘Vão atrás das pessoas que não gostam do meu trabalho, não gostam de mim, para construir um personagem mais complexo, talvez’. E eles se dedicaram muito a me investigar. Quando você é investigado, é claro que fica numa certa tensão. O que será que falam de mim por aí?” A trama da série mergulha no período mais violento de atuação da Rota, entre 1970 e 1990. E o que o jornalista descobriu durante as suas investigações foi que não eram só os bandidos que eram mortos pela polícia. “Embora eu considere grave matar criminoso, evidentemente é mais grave ainda matar pessoas inocentes que nem sequer tiveram um ato ilícito ou um confronto com a polícia. Isso me assustou muito”, disse Barcellos. Falando sobre o processo de escrita do livro, o jornalista explicou que “a maior dificuldade do processo era conviver com as pessoas vítimas dessa violência, enquanto a maior motivação era fazer essa denúncia. Só não desisti por conta disso – sofro muito com a injustiça, mas esse sofrimento não me paralisa, pelo contrário, me movimenta, é um combustível, minha energia para continuar.” “Eu não saberia contar quantas vezes eu acordei com pesadelos horrorosos, com gritos horrorosos. Evidentemente, fiz um processo terapêutico para entender que eram essas vidas eliminadas que (me) acompanham”, completou ele. Barcellos diz que se emocionou ao ver seu esforço traduzido para a tela. “Ver tudo o que eu apurei realizado visualmente é especial e emocionante. Fiquei sensibilizado com a interpretação dos atores”, contou ele. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e Naruna Costa (“Colônia”). Naruna disse que, para se preparar para o seu papel, ela acompanhou as Mães de Maio de São Paulo, uma organização das famílias das quase 500 vítimas dos chamados Crimes de Maio de 2006, praticados pela polícia. “Foi impactante ouvir o quanto uma morte numa família gera outras mortes simbólicas, de afeto, mas, ao mesmo tempo, geram também outras vidas”, contou ela. “Afinal, muitas mulheres se descobriram líderes dentro de suas comunidades.” A atriz contou que trouxe muito da sua própria experiência para sua personagem. “Sou nascida e criada na periferia da Zona Sul de São Paulo, então vivenciei muito desse cenário que a série traz na minha infância e juventude. É muito doído para quem tem uma relação direta com essas histórias atravessar essa dor e poder contá-las”, disse ela. “Minha personagem, Anabela, é a tradução dessa força. Ela teve a vida devastada por essa violência policial.” “Nosso país foi fundado a partir da morte de muitas pessoas, especialmente pretas, e ainda carrega essa realidade. Então a série fala muito do hoje também”, continua ela. “É uma história que presta um serviço forte sobre [a denúncia d]o genocídio negro no Brasil. É importante que esse tema atinja todos os tipos de público, com variadas visões. Ela percorre anos de um Brasil infelizmente muito próximo do que estamos vivendo hoje. Mais do que representar uma personagem, penso na representatividade que tenho nesse projeto”, concluiu. Falando sobre essa história violenta contemporânea, Caco Barcellos conta que, na época da escrita do livro, a “mentalidade miliciana” estava embrenhada na Rota. “O miliciano é essencialmente um preguiçoso. O violento não gosta de trabalhar, inclusive os fardados. Porque é complicado trabalhar, investigar. É mais simples, entre aspas, usar a perversidade da tortura.” Humberto Carrão, que acompanhou o jornalista numa reportagem no Morro do Salgueiro como parte de sua pesquisa, contou que experimentou o impacto da violência nessa incursão. “É muito complexo, muito triste, muito violento. Enquanto o Caco estava entrevistando uma mãe, eu ouvi comentários de que tinha acabado de acontecer uma Troia, um método inconstitucional no qual o policial se esconde na mata ou em uma casa e espera um jovem considerado suspeito passar para executá-lo”, contou. Apesar disso, Caco Barcellos é esperançoso em relação ao futuro. “Tenho esperança nas novas gerações, as bandeiras identitárias significam gestos de esperança. Os jovens são mais conscientes e não estão admitindo, como aceitavam no passado, essa brutalidade contra eles. Tenho uma grande esperança que as coisas melhorem, a mesma que tinha quando fiz aquela investigação no passado”, disse ele. “Eu divido com o Caco a esperança de que as coisas possam se transformar, mas também a frustração e a tristeza de que trabalhos tão contundentes tenham sido feitos durante esses anos e, mesmo assim, os números de violência continuam grandes ou até maiores do que eram 30 anos atrás”, denunciou o ator. “A realidade continua e está até pior, pois vivemos um momento de estímulo e intenção de volta a esse passado” “‘Rota 66’ é uma série dura, sobre as pessoas que sobrevivem a esse cenário de violência, e que traz uma ferramenta política muito importante”, completou Carrão. Coprodução da Boutique Filmes, “Rota 66 – A Polícia que Mata” tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). A série teve seus primeiros quatro episódios disponibilizados na madrugada desta quinta (22/9) e novos capítulos serão adicionados semanalmente no serviço de streaming Globoplay. Assista abaixo ao trailer.

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  • Série

    Rota 66: Humberto Carrão denuncia violência policial em trailer tenso da Globoplay

    20 de setembro de 2022 /

    A Globoplay divulgou o trailer de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série policial que estreia na quinta-feira (22/9). A prévia impactante mostra ações de extermínio da polícia paulista em bairros pobres e a falta de ação da Justiça para impedir que pessoas inocentes continuassem a ser assassinadas por conta da cor de suas peles. A trama adapta o livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, lançado em 1992, que mergulha no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Humberto Carrão (“Marighella”) descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo, percebendo que a violência excessiva é cometida exclusivamente contra negros e pobres. Ele arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Naruna Costa (“Colônia”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e outros. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”).

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  • Série

    Humberto Carrão encontra Caco Barcellos nos bastidores da nova série “Rota 66″

    14 de setembro de 2022 /

    O ator Humberto Carrão (“Marighella”) compartilhou em seu Instagram uma foto com o jornalista Caco Barcellos (“Profissão Repórter”), tirada nos bastidores de “Rota 66 – A Polícia que Mata”, série que estreia no próximo dia 22 no Globoplay. “Que alegria estar perto do Caco!”, escreveu o ator, que interpreta o jornalista na produção. A trama adapta o livro homônimo de Barcellos e é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Na série, o repórter vivido por Carrão descobre cada vez mais vítimas inocentes da polícia na periferia de São Paulo. Longe dos holofotes, a violência excessiva é cometida contra jovens negros e pobres. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”) como integrante do núcleo policial da história. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). Barcellos ganhou o Prêmio Jabuti na categoria Reportagem pelo livro “Rota 66”, lançado em 1992. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por humbertocarrao (@humbertocarrao)

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  • TV

    Globo planeja volta do “Linha Direta” na onda da temática “true crime”

    2 de setembro de 2022 /

    Em meio à disparada de interesses por podcasts e documentários de true crime, a Globo decidiu resgatar seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Segundo a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, o projeto de resgate ainda está em fase inicial e sendo desenvolvido em sigilo pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre quem seria o novo apresentador, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017), com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato.

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  • Série

    Julianna Margulies vai retornar na 3ª temporada de “The Morning Show”

    22 de agosto de 2022 /

    A Apple TV+ anunciou que a atriz Julianna Margulies (“The Good Wife”) retornará para a 3ª temporada de “The Morning Show”. Ela vai reprisar sua atuação como Laura Peterson, âncora da UBA News, juntando-se ao estrelado elenco da série, que nos novos episódios também vai incluir o recém-anunciado Jon Hamm (“Mad Men”) A 3ª temporada de “The Morning Show” já está sendo rodada e vai marcar a estreia de Charlotte Stroud (“Fosse/Verdon”) no cargo de showrunner, substituindo Kerry Ehrin à frente da produção. A criadora da série, que está desenvolvendo novas atrações para a Apple TV+, continuará como consultora do programa. O drama estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon teve vários eventos polarizadores em seu segundo ano de produção, incluindo a saída de Steve Carell, que ajudou a tornar a série uma das mais comentadas da Apple. O elenco também conta com Billy Crudup, Mark Duplass, Karen Pittman, Bel Powley, Desean Terry, Janina Gavankar, Victoria Tate, Greta Lee, Valeria Golino, Ruairi O’Connor, Holland Taylor e Nestor Carbonell. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

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  • Série

    Reese Witherspoon anuncia início das gravações de “The Morning Show 3”

    19 de agosto de 2022 /

    A atriz e produtora Reese Witherspoon usou sua conta do Instagram para avisar aos fãs que as gravações da 3ª temporada de “The Morning Show” já começaram. Ela postou um vídeo no set do telejornal da série, ao som de “Guess Who’s Back”, de Eminem. “Nós estamos de volta”, celebrou a estrela na publicação. A 3ª temporada vem com uma mudança nos bastidores: Charlotte Stroud (“Fosse/Verdon”) assumiu o cargo de showrunner, substituindo Kerry Ehrin na produção. A criadora da série, que está desenvolvendo novas atrações para a Apple TV+, continuará como consultora do programa. O drama estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon teve vários eventos polarizadores em seu segundo ano de produção, incluindo a saída de Steve Carell do elenco, que ajudou a tornar a série uma das mais comentadas da Apple. O elenco também conta com Billy Crudup, Mark Duplass, Karen Pittman, Bel Powley, Desean Terry, Janina Gavankar, Victoria Tate, Greta Lee, Valeria Golino, Ruairi O’Connor, Holland Taylor e Nestor Carbonell. Ainda não há previsão de estreia para os novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Reese Witherspoon (@reesewitherspoon)

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  • Série

    Jon Hamm entra na 3ª temporada de “The Morning Show”

    10 de agosto de 2022 /

    O ator Jon Hamm está se juntando à 3ª temporada de “The Morning Show”, da Apple TV+. O astro de “Mad Man” e do blockbuster “Top Gun: Maverick” interpretará Paul Marks, um titã corporativo que está de olho no canal UBA, atraindo os personagens para sua poderosa órbita. A 3ª temporada da série dramática terá Charlotte Stoudt (criadora de “Ninguém Pode Saber”) como showrunner e entra em produção no final deste mês. Stroud substitui Kerry Ehrin na produção porque a criadora da série está desenvolvendo novas atrações para a plataforma de streaming – ela continuará como consultora do programa. O drama estrelado por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon teve vários eventos polarizadores em seu segundo ano de produção, incluindo a saída de Steve Carell do elenco, que ajudou a tornar a série uma das mais comentadas da Apple. O elenco também conta com Billy Crudup, Mark Duplass, Karen Pittman, Bel Powley, Desean Terry, Janina Gavankar, Victoria Tate, Greta Lee, Valeria Golino, Ruairi O’Connor, Holland Taylor e Nestor Carbonell.

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  • Filme

    O Debate: Primeiro filme dirigido por Caio Blat ganha trailer

    29 de julho de 2022 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “O Debate”, drama político que marca a estreia do ator Caio Blat (“Califórnia”) como diretor de cinema. O ator conta com padrinhos fortes para iniciar a nova função: o filme foi escrito pelos cineastas Guel Arraes (“O Auto da Compadecida”) e Jorge Furtado (“Real Beleza”), adaptando um livro/peça de mesmo nome que os dois escreveram. A trama se passa durante o último debate presidencial antes do segundo turno das eleições no Brasil e acompanha o ponto de vista conflitante de dois jornalistas casados, que trabalham juntos numa emissora de televisão e estão se separando após quase 20 anos. Os protagonistas são vividos por Débora Bloch (“Segunda Chamada”) e Paulo Betti (“Órfãos da Terra”), e, além de dirigir, Blat também faz uma participação diante das câmeras. A separação serve de pano de fundo para debates intensos sobre amor, liberdade, política e a vida do país nos últimos anos. Ele é editor-chefe e ela apresentadora do mesmo telejornal, e suas visões distintas sobre como devem conduzir a edição dos melhores momentos do debate que a TV vai exibir pode interferir na escolha de centenas de milhares de eleitores indecisos. Vale observar um clima de encenação teatral na prévia, totalmente centrada em diálogos dos dois personagens centrais, e um viés “militante”, que lembra que o co-roteirista Jorge Furtado já usou uma peça como ponto de partida de um documentário para questionar a cobertura política da imprensa, “O Mercado de Notícias” (2014). “O Debate” será lançado nos cinemas de todo o país no dia 25 de agosto. A produção é da Giros Filmes, que já prepara o segundo filme de Caio Blat como diretor: “Cacilda Becker em Cena Aberta”, que trará Marjorie Estiano (“Sob Pressão”) como a lendária Cacilda Becker, uma das maiores atrizes da história do teatro no Brasil.

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  • Filme

    Caio Blat vai estrear como diretor em filme sobre eleições presidenciais

    20 de julho de 2022 /

    Caio Blat já atuou em muitos filmes premiados, de “Lavoura Arcaica” (2001) a “BR 716” (2016), e agora se encaminha para uma nova fase de sua carreira. Ele vai estrear na direção com o lançamento em agosto de “O Debate”. O ator conta com padrinhos fortes para iniciar a nova função: o filme foi escrito pelos cineastas Guel Arraes (“O Auto da Compadecida”) e Jorge Furtado (“Real Beleza”). A trama se passa durante o último debate presidencial antes do segundo turno das eleições no Brasil e acompanha o ponto de vista conflitante de dois jornalistas casados, que trabalham juntos numa emissora de televisão e estão se separando após quase 20 anos. Os protagonistas são vividos por Débora Bloch (“Segunda Chamada”) e Paulo Betti (“Órfãos da Terra”), e Blat também fará uma participação diante das câmeras. A separação serve de pano de fundo para debates intensos sobre amor, liberdade, política e a vida do país nos últimos anos. Ele é editor-chefe e ela apresentadora do mesmo telejornal, e suas visões distintas sobre como devem conduzir a edição dos melhores momentos do debate que a TV vai exibir pode interferir na escolha de centenas de milhares de eleitores indecisos. “O Debate” será lançado nos cinemas de todo o país no dia 25 de agosto, com distribuição da Paris Filmes. A produção é da Giros Filmes, que já prepara o segundo filme de Caio Blat como diretor: “Cacilda Becker em Cena Aberta”, que trará Marjorie Estiano (“Sob Pressão”) como a lendária Cacilda Becker, uma das maiores atrizes da história do teatro no Brasil.

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  • Série

    A Lista Terminal: Chris Pratt enfrenta conspiração em novo trailer

    8 de junho de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou um novo pôster e o segundo trailer de “A Lista Terminal” (The Terminal List), produção que marca a volta de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) ao universo das séries, sete anos após o fim de “Parks and Recreation” e o começo de sua bem-sucedida carreira cinematográfica. A prévia parece mais um filme que uma série, com muitos tiroteios e clima crescente de paranoia. Na trama, Pratt interpreta James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumática, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga e todos, menos ele, foram assassinados. Conforme tenta se readaptar à vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas, e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo pelo massacre. Logo, seu objetivo se transforma em vingança. Nesta jornada, ele acaba encontrando uma aliada numa correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. A personagem é vivida por Constance Wu (“As Golpistas”). O elenco “de cinema” também destaca Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”) como a esposa de Reece, Taylor Kitsch (“John Carter”) como um ex-SEAL, melhor amigo e aliado do protagonista, o australiano Jai Courtney (o Bumerangue do Esquadrão Suicida) como principal antagonista, além de Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”), JD Pardo (“Mayans MC”), LaMonica Garrett (“1883”), Stephen Bishop (“Run the World”), Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), que é cunhado de Pratt. Além de estrelar, Pratt produz o thriller, baseado no livro de mesmo nome de Jack Carr e desenvolvido como série por David DiGilio (criador de “Traveler” e roteirista de “Resgate Abaixo de Zero”). O projeto ainda marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e assina a direção do episódio piloto. A estreia está marcada para 1º de julho. Veja abaixo o trailer em duas versões: dublada em português e no idioma original.

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  • Série

    A Lista Terminal: Trailer da série de Chris Pratt é marcado por tiroteios

    19 de maio de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou o pôster oficial e o primeiro trailer de “A Lista Terminal” (The Terminal List), produção que marca a volta de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) ao universo das séries, sete anos após o fim de “Parks and Recreation” e o começo de sua bem-sucedida carreira cinematográfica. A prévia é repleta de tiroteios, com um clima crescente de paranoia dando o tom da produção. Na trama, Pratt interpreta James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga e todos, menos ele, foram assassinados. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas, e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Nesta busca pela verdade, ele acaba encontrando uma aliada numa correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. A personagem é vivida por Constance Wu (“As Golpistas”). O elenco de cinema também destaca o australiano Jai Courtney (o Bumerangue do Esquadrão Suicida) como principal antagonista, além de Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taylor Kitsch (“John Carter”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”), JD Pardo (“Mayans MC”), LaMonica Garrett (“1883”), Stephen Bishop (“Run the World”), Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), que é cunhado de Pratt. Além de estrelar, Pratt produz o thriller, baseado no livro de mesmo nome de Jack Carr e desenvolvido como série por David DiGilio (criador de “Traveler” e roteirista de “Resgate Abaixo de Zero”). O projeto ainda marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e assina a direção do episódio piloto. A série estreia no dia 1º de julho. Veja abaixo o trailer em duas versões: dublada em português e no idioma original.

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    A Lista Terminal: Série estrelada por Chris Pratt ganha primeiras fotos

    17 de maio de 2022 /

    A Amazon Prime Video divulgou as primeiras fotos de “A Lista Terminal” (The Terminal List), produção que marca a volta de Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) ao universo das séries, sete anos após o fim de “Parks and Recreation” e o começo de sua bem-sucedida carreira cinematográfica. E há um bom motivo para esta volta. Segundo apurou a revista Variety, ele está recebendo US$ 1,4 milhão por episódio, o cachê mais alto dentre todos os atores contratados para estrelar séries nos Estados Unidos. Além de estrelar, Pratt produz o thriller, baseado no livro de mesmo nome de Jack Carr e desenvolvido como série por David DiGilio (criador de “Traveler” e roteirista de “Resgate Abaixo de Zero”). O projeto ainda marca um reencontro entre Pratt e o diretor Antoine Fuqua, após trabalharem juntos em “Sete Homens e um Destino” (2016). Fuqua é coprodutor da série e assina a direção do episódio piloto. Na trama, Pratt interpreta James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas, e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Nesta busca pela verdade, ele acaba encontrando uma aliada numa correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. A personagem é vivida por Constance Wu (“As Golpistas”). O elenco de cinema também destaca o australiano Jai Courtney (o Bumerangue do Esquadrão Suicida) como principal antagonista, além de Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taylor Kitsch (“John Carter”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”), JD Pardo (“Mayans MC”), LaMonica Garrett (“1883”), Stephen Bishop (“Run the World”), Sean Gunn (“Guardiões da Galáxia”) e Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), que é cunhado de Pratt. A série estreia no dia 1º de julho.

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