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    Rota 66: Humberto Carrão e Lara Tremouroux vão estrelar série policial da Globoplay

    6 de novembro de 2021 /

    A nova série “Rota 66”, atualmente em desenvolvimento para a Globoplay, definiu seus protagonistas. Os atores Humberto Carrão (“Marighella”) e Lara Tremouroux (“Medusa”) viverão os jornalistas responsáveis pela investigação da trama. Apesar do título ser o mesmo de uma série clássica americana, “Rota 66” é uma produção policial baseada no livro homônimo do repórter Caco Barcellos. A trama é focada no período mais violento de atuação da Rota, a tropa de elite da PM paulista, entre 1970 e 1990. Lançado em 1992, o livro venceu o Prêmio Jabuti na categoria de Melhor Reportagem. Coprodução da Boutique Filmes, a série tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix. O elenco também destaca Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”) como integrante do núcleo policial da história. As gravações vão começar no fim do mês em São Paulo com previsão de lançamento para outubro de 2022.

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    Keira Knightley será repórter que caçou um dos serial killers mais famosos dos EUA

    4 de outubro de 2021 /

    A atriz Keira Knightley (“Colette”) vai estrelar um novo filme sobre o serial killer conhecido como “o estrangulador de Boston”, um dos mais famosos psicopatas assassinos dos EUA. Intitulado “Boston Strangler”, o longa tem roteiro e direção de Matt Ruskin (“Conexão Escobar”) e vai recriar os ataques de Albert DeSalvo, que levou terror a Boston no começo dos anos 1960. Knightley interpretará Loretta McLaughlin, a repórter que batizou o “estrangulador de Boston” e ajudou a identificá-lo ao conectar os assassinatos em série. Ela e a colega repórter Jean Cole desafiaram o sexismo da época para fazer uma reportagem sobre o assassino em série mais famoso da cidade, antes mesmo de seus crimes serem devidamente identificados, trabalhando incansavelmente para manter as mulheres informadas. A reportagem investigativa revelou que a maioria das 13 vítimas do serial killer foram abusadas sexualmente em seus apartamentos e depois estranguladas com artigos de vestuário. Sem qualquer sinal de entrada forçada em suas casas, as mulheres provavelmente conheciam seu assassino, ou seja, elas permitiram que ele entrasse em suas casas. McLaughlin seguiu a história com grande risco pessoal e descobriu uma cortina de corrupção que lançou dúvidas sobre a verdadeira identidade do estrangulador, que só foi confirmada em 2013 com testes de DNA. A história de DeSalvo já foi levada aos cinemas várias vezes. O primeiro filme foi lançado em 1964, quando o caso ainda era recente, e o mais famoso chegou quatro anos depois, com o astro Tony Curtis (pai da atriz Jamie Lee Curtis) no papel do serial killer. No Brasil, o filme estrelado por Curtis (que originalmente se chamava “The Boston Strangler”) foi lançado com o título de “O Homem que Odiava as Mulheres”. O novo filme terá produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e da atriz Margot Robbie, por meio de suas empresas Scott Free Productions e LuckyChap Entertainment. Ainda sem previsão de estreia, “Boston Strangler” começará a ser filmado em dezembro deste ano em Boston.

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    Johnny Depp aproveita homenagem para reclamar de seu cancelamento

    22 de setembro de 2021 /

    O Festival de San Sebastian serviu de palco para Johnny Depp voltar à tona e condenar a “cultura do cancelamento” nesta quarta-feira (22/9). O ator americano deu uma entrevista coletiva ao ser homenageado com o Prêmio Donostia, dedicado às realizações profissionais de sua carreira, e aproveitou a oportunidade para desempenhar o papel de vítima. Segundo Depp, “ninguém está a salvo” dos julgamentos “instantâneos”. “Esses movimentos que surgiram, imagino que com a melhor das intenções, saíram do controle e eu posso afirmar: ninguém está a salvo”, disse Depp em coletiva de imprensa. “Nenhum de vocês está salvo, desde que alguém esteja disposto a dizer qualquer coisa. Basta uma frase, não precisa fundamento, e o tapete é puxado. Não é só comigo que aconteceu. Já aconteceu com muita gente”. O detalhe é que a entrevista foi interrompida por alguém que ligou uma gravação com o depoimento da ex-esposa do ator, Amber Heard, descrevendo as agressões sofridas nas mãos de Depp. A gravação veio do julgamento midiático do ano passado, que colocou o relacionamento do casal sob profundo escrutínio judicial, resultando numa sentença que apontou Depp como responsável por agressões no plural contra a ex-esposa durante o casamento. “Que mensagem deseja passar a direção do Festival de San Sebastián? (…) Que as acusações de uma mulher não são confiáveis? (…) Que a arte está acima do bem e do mal?”, questionou a Associação de Mulheres Cineastas e de Meios Audiovisuais (CIMA), numa das muitas condenações à homenagem de San Sebastian. Em resposta, o festival confirmou que pensa igual ao ator, justificando a homenagem como um alerta contra o “linchamento nas redes sociais”. “Depp não foi detido, não foi acusado no tribunal nem condenado por maus-tratos, (então) quando alguém diz que ele é um agressor, esta pessoa está fazendo juízos de valor que vão além daqueles dos juízes”, declarou à AFP o diretor do festival, José Luis Rebordinos. Para dar contexto às palavras de Rebordinos, vale a pena recordar o que disse o juiz Andrew Nicol, responsável pelo processo em que Depp saiu derrotado. “Eu percebi que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados”, disse Nicol. O juiz aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos diante da irmã e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens de “Piratas do Caribe 5”. No julgamento, Heard ainda testemunhou que chegou a temer por sua vida, e Depp acabou confessando ter lhe dado uma cabeçada. Isto aconteceu depois que o áudio de uma discussão do casal veio à tona, em que o ator diz: “Eu te dei uma cabeçada na p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. Resultado de um processo aberto pelo próprio Depp, ao decidir processar um jornal britânico que o chamou de “espancador da esposa”, as duas semanas de julgamento em Londres também revelaram seus hábitos de excessos de drogas, bebidas e seu extravagante estilo de vida, o que prejudicou sua imagem e o levou a ser desligado da franquia “Animais Fantásticos”, derivada do universo de Harry Potter. Para completar, seu último filme finalizado, “Minamata”, foi lançado direto para locação digital, de modo a evitar lhe dar oportunidade de dar qualquer outra declaração polêmica. Após virar judicialmente um “espancador de esposa”, seu único projeto em andamento é a dublagem de uma série animada infantil italiana, intitulada “Puffins”. Outra revelação feita no julgamento foi que o mesmo astro que agora é contra cancelamentos já tentou ser cancelador. O ator se esforçou para fazer a Warner demitir Amber Heard de “Aquaman” como retaliação por seu divórcio e teria ligações com uma campanha de “fãs” para cancelar a atriz nas redes sociais com o mesmo objetivo: tirá-la de “Aquaman 2”. Diante do juiz Andrew Nicol, ele confessou: “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman’”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de San Sebastián (@sansebastianfes)

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    Fernanda Vasconcellos é jornalista sequestrada no trailer de “A Cisterna”

    2 de setembro de 2021 /

    A Studio 10 Filmes divulgou o pôster e o trailer de “A Cisterna”. A trama traz Fernanda Vasconcellos (“Coisa Mais Linda”) como uma jornalista que, ao revela um escândalo de corrupção, acaba sequestrada e presa na cisterna (poço) do título. O elenco também inclui o chileno Cristobal Tapia Montt (“El Presidente”), João Gott (“Pureza”), Marcelo Pelucio (“Eu Sinto Muito”), Juan Alba (“Toda Forma de Amor”), Gabriela Correa (“Ainda Temos a Imensidão da Noite”) e a estreante Luiza Guimarães. O suspense nacional foi escrito e dirigido por Cristiano Vieira (“Eu Sinto Muito”) antes da pandemia, mas com a dificuldade de encontrar espaço nos cinemas será lançado direto para locação digital, em VOD, na próxima quinta (9/9) nas plataformas Apple TV, Now, Google Play, Vivo e Oi.

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  • Série

    Trailer de “The Morning Show” destaca Jennifer Aniston e Reese Witherspoon

    23 de agosto de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “The Morning Show”, com muitos discursos dramáticos e clima de animosidade entre as personagens de Jennifer Aniston e Reese Witherspoon (que viveram irmãs em “Friends”). A prévia também destaca a participação de Julianna Margulies (a “The Good Wife”), que viverá uma nova telejornalista na trama, além de uma pauta polêmica. Depois de abordar a cultura tóxica de assédio e sexismo nos bastidores da televisão, os próximos episódios vão lidar com racismo estrutural, covid-19 e… referências a “Friends”. O elenco também conta com Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass, Gugu Mbatha-Raw, Karen Pittman, Bel Powley, Desean Terry, Jack Davenport e Nestor Carbonell, que coadjuvaram os episódios inaugurais, num sinal do prestígio da atração criada por Jay Carson (roteirista de “O Favorito”) e Kerry Ehrin (criadora de “Bates Motel”). A estreia da 2ª temporada vai acontecer em 17 de setembro.

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    Reportagens da Globo sobre a pandemia concorrem ao Emmy Internacional de Jornalismo

    20 de agosto de 2021 /

    A rede Globo foi indicada em duas categorias da edição de 2021 do prêmio Emmy Internacional de Jornalismo. O anúncio foi feito na noite de quinta-feira em Los Angeles, que equivale à madrugada desta sexta (20/8) no Brasil. A emissora brasileira chamou atenção do prêmio americano por sua cobertura da pandemia de covid-19 no país. O “Jornal Nacional” foi selecionado na categoria Notícias pelas reportagens sobre o caos criado pela pandemia, que mostraram hospitais lotados, pacientes em busca de tratamento, os brasileiros que tiveram suas vidas interrompidas pela doença e a luta de famílias para conseguir enterrar seus parentes. Os concorrentes vem do Reino Unido, do Catar e da Rússia. Além disso, a equipe do “Profissão Repórter” disputa a categoria Atualidades com uma matéria exibida no “Fantástico”, que mostrava a dura rotina de médicos no combate à pandemia, com imagens fortes gravadas pelos próprios profissionais do Hospital Geral de Vila Penteado, em São Paulo, entre o fim de maio e o início de junho. Os outros indicados representam o Quênia, a Holanda e o Reino Unido. Por sinal, foi a primeira vez que o Quênia foi indicado à premiação de jornalismo, com uma reportagem sobre tráfico de bebês. Os vencedores serão anunciados em uma cerimônia virtual marcada para 28 de setembro.

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    Jai Courtney vai enfrentar Chris Pratt em série da Amazon

    26 de julho de 2021 /

    O ator australiano Jai Courtney (o Bumerangue do Esquadrão Suicida) será o principal antagonista da série “The Terminal List”, produção da Amazon estrelada por Chris Pratt (o Senhor das Estrelas dos Guardiões da Galáxia). Desenvolvida por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), a série é baseada no romance best-seller homônimo de Jack Carr. Na adaptação, Courtney interpretará Steven Horn, bilionário por trás das Indústrias Capstone, que controla desde produtos farmacêuticos até grifes de moda. Já Pratt será um veterano Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Nesta busca pela verdade, ele acaba encontrando uma aliada numa correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. Constance Wu (“As Golpistas”) interpreta a jornalista e o elenco ainda inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taylor Kitsch (“John Carter”), Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”) e Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), que é cunhado de Pratt. A série tem produção do cineasta Antoine Fuqua, que já tinha dirigido Pratt no remake de “Sete Homens e um Destino” (2016) e também vai assinar a direção do episódio piloto. Ainda não há previsão para o lançamento.

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    Artur Xexéo (1951-2021)

    28 de junho de 2021 /

    O jornalista, escritor e dramaturgo Artur Xexéo morreu no Rio de Janeiro, aos 69 anos. Ele foi diagnosticado com um câncer tipo linfoma não-hodgkin de célula T duas semanas atrás e teve uma parada cardiorrespiratória na sexta-feira (25/6), vindo a falecer no domingo (27/6). Ícone do jornalismo cultural, Xexéo era o comentarista oficial do Oscar na rede Globo. Segundo sua companheira no evento anual, a jornalista Maria Beltrão, na cobertura deste ano, que aconteceu em abril, ele já “estava mal e não sabia o que era”. Xexéo assumiu a função de comentarista do Oscar em 2015, após a morte do ator José Wilker. Ele começou a carreira no Jornal do Brasil e passou também pelas redações das revistas Veja e IstoÉ. Foi ainda editor do Segundo Caderno, de O Globo, antes de tornar-se colunista do jornal. Ultimamente, ainda mantinha a coluna “Cine Xexéo”, com comentários sobre cinema no telejornal “Edição das 10h” do canal pago GloboNews. Como autor, publicou “Janete Clair: A Usineira de Sonhos”, biografia da famosa novelista, “O Torcedor Acidental”, uma série de crônicas sobre suas coberturas das Copas do Mundo de futebol, e “Hebe: A Biografia”, sobre a apresentadora Hebe Camargo, que inspirou a montagem teatral de “Hebe: O Musical”, de Miguel Falabella. Nos últimos anos, tinha se tornado também um dramaturgo bastante requisitado na área dos musicais brasileiros. São dele os textos dos espetáculos “A Garota do Biquíni Vermelho” (2010), “Nós Sempre Teremos Paris” (2012), “Cartola – O Mundo É um Moinho” (2016), “Minha Vida Daria um Bolero” (2018) e “Bibi – Uma Vida em Musical” (2018), além da produção nacional dos americanos “Xanadu” (em 2012), “Love Story” (2016) e “A Cor Púrpura” (2019). Nesta segunda, Miguel Falabella revelou nas redes sociais que trabalhava com Xexéo no primeiro roteiro cinematográfico do jornalista, uma adaptação do espetáculo “Bibi – Uma Vida em Musical” para o cinema.

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    Trailer de “The Morning Show” acrescenta Julianna Margulies ao elenco impressionante

    14 de junho de 2021 /

    A Apple TV+ divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de “The Morning Show”, com muito nervosismo, bate-bocas e dramaticidade. A prévia também revela a primeira cena com participação de Julianna Margulies (a “The Good Wife”), que viverá uma nova telejornalista na trama. Ela se junta às estrelas Jennifer Aniston, Reese Witherspoon, Steve Carell, Billy Crudup, Mark Duplass, Nestor Carbonell e Bel Powley, que estrelaram os episódios inaugurais, tornando o elenco da atração criada por Jay Carson (roteirista de “O Favorito”) e Kerry Ehrin (criadora de “Bates Motel”) ainda mais impressionante. Os novos episódios vão lidar com o momento de angústia do último episódio exibido, quando as âncoras Alex (Aniston) e Bradley (Witherspoon) foram tiradas do ar, enquanto contavam aos telespectadores sobre a cultura tóxica da rede e a tentativa de acobertamento de uma agressão sexual cometida pelo ex-âncora Mitch (Carell). O vídeo oferece um vislumbre dos “destroços” causados por essa situação e também revela que a estreia foi marcada para 17 de setembro.

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    Patrick Schwarzenegger vai atuar com cunhado Chris Pratt em série da Amazon

    25 de março de 2021 /

    O ator Patrick Schwarzenegger (“Sol da Meia-Noite”), filho de Arnold, está se juntando a seu cunhado famoso Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) na série de suspense e conspiração “The Terminal List”, da Amazon. Ele viverá o membro mais jovem da equipe militar comandada por Pratt na produção. Desenvolvida por David DiGilio (criador de “Traveler” e produtor-roteirista de “Strange Angel”), a série da Amazon Prime Video é baseada no romance best-seller homônimo de Jack Carr. Na trama, Pratt interpreta James Reece, um Navy SEAL que volta para casa após uma missão traumatizante, em que seu pelotão foi surpreendido por uma emboscada inimiga. Conforme tenta se readaptar a uma vida normal, ele percebe que suas memórias sobre o incidente são conflituosas e começa a buscar evidências de uma suposta conspiração do governo que possa estar tentando incriminá-lo. Nesta busca pela verdade, ele acaba encontrando uma aliada na jornalista Katie Buranek, uma correspondente de guerra que não tem medo de riscos ou de usar jornalismo contra os poderosos. Katie será vivida por Constance Wu (“As Golpistas”) e o elenco ainda inclui Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Taylor Kitsch (“John Carter”) e Jeanne Tripplehorn (“Criminal Minds”). A série tem produção do cineasta Antoine Fuqua, que já tinha dirigido Pratt no remake de “Sete Homens e um Destino” (2016) e também vai assinar a direção do episódio piloto. Vale lembrar que Chris Pratt se casou com Katherine Schwarzenegger em 2019 e Patrick já virou o tio coruja da primeira filha do casal, Lyla Maria.

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    Justiça confirma que Johnny Depp “espancou” Amber Heard

    25 de março de 2021 /

    Johnny Depp não foi bem-sucedido em sua tentativa de contestar a decisão do Tribunal Superior do Reino Unido de que foi violento com sua ex-esposa Amber Heard. Os juízes de apelação, James Dingemans e Richard Arnold, declararam nesta quinta (25/3) que o julgamento midiático original “foi completo e justo”, confirmando a conclusão de que Amber Heard foi vítima de violência doméstica. No ano passado, o ator comandou um processo de difamação de três semanas contra o jornal The Sun por causa de um artigo de 2018 que o chamava de “espancador de esposa”. Depp afirmou que as alegações de Heard sobre violência doméstica eram “uma farsa coreografada”. No entanto, o juiz Andrew Nicol verificou em sua sentença que Depp tinha sido violento com Heard em pelo menos 12 ocasiões e rejeitou a ação, condenando o ator a pagar as custas da defesa do jornal. Depp tentou apelar da decisão, alegando que o juiz não avaliou as evidências de maneira adequada e exigindo um novo julgamento completo. A equipe jurídica do ator procurou apresentar novas evidências, como o fato de que Heard não doou inteiramente o dinheiro do divórcio como tinha alegado, tentando minar a credibilidade dos depoimentos da atriz como testemunha principal do jornal. Segundo o advogado do ator, Andrew Caldecott, a atriz de “Aquaman” contou uma “mentira calculada e manipuladora” ao prometer doar os US$ 7 milhões de seu acordo de divórcio para a caridade, o que não foi feito. “Se a verdade sobre a alegação de caridade tivesse surgido no julgamento, isso teria afetado materialmente a consideração do juiz sobre os testemunhos da Sra. Heard”, disse o advogado. Já os advogados da News Group Newspapers, editora do The Sun, disseram que esta revelação não faria qualquer diferença, e que Heard nunca deu prazo para a doação, tendo feito depósitos a entidades beneficentes ao longo dos anos. “Dada a abundância de evidências, é totalmente errado sugerir que a informação de que a Sra. Heard ainda acabou de doar os US$ 7 milhões para a caridade teria feito a menor diferença no resultado deste caso”, disseram eles. Os representantes de Amber Heard também se manifestarm. Em nota à imprensa, disseram: “Estamos contentes — mas não surpresos — com a negativa da Corte no pedido de recurso do Sr. Depp. As provas apresentadas no caso do Reino Unido são abundantes e inegáveis”. “A alegação do Sr. Depp de que tem provas novas e importantes não era nada além de uma estratégia de mídia, e foi expressamente rejeitada pela Corte”, continua o texto, que ainda reforça: “Reforçando, o veredito original era que o Sr. Depp cometeu violência doméstica contra Amber em nada menos que 12 ocasiões, e que ela teve medo de perder a própria vida.” A nova derrota de Depp complica ainda mais a situação do ator, que se encontra desempregado e só tem projetos judiciários em seu horizonte. Ele também processou Amber Heard nos EUA e o caso será levado ao tribunal do Arizona no ano que vem. Além disso, responde a um processo da própria atriz, que considera estar sendo prejudicada profissionalmente pelos litígios do ex-marido.

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    Variety diz que Anya Taylor-Joy não é branca e cria polêmica racial

    7 de março de 2021 /

    Um artigo da revista Variety desta semana, sobre a premiação de Anya Taylor-Joy no Globo de Ouro, despertou polêmica e chamou atenção para as classificações raciais dos EUA. O texto apresentava a atriz, que muitos acreditam ser loira, como “não branca”. A redatora Danielle Turchiano descreveu Anya Taylor-Joy como “a primeira mulher de cor” a vencer o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme desde Queen Latifah, por “Juntos Pela Vida”, em 2008. Queen Latifah, claro, é uma atriz negra. Já a atriz da minissérie “O Gâmbito da Rainha” e de filmes como “A Bruxa”, “Fragmentado” e “Os Novos Mutantes” não pode ter um tom de pele mais claro. Entretanto, para o padrão racial americano, ela não é branca. Por ter parentes latinos, a estrela de 24 anos é classificada como POC, abreviatura de “pessoas de cor”. Nos EUA, não basta a cor de pele, é preciso ser anglo-saxão ou europeu para ser considerado branco. Por conta disso, até astros europeus como Antonio Banderas e Penélope Cruz costumam ser declarados “não brancos” pela imprensa americana, devido à confusão causada por essa classificação, mais étnica que racial. Ou, como alguns preferem, mais preconceituosa que clara (sinônimo de branca). O conceito de “pessoa de cor” é exclusivo dos Estados Unidos e não tem as mesmas conotações que a expressão possui em outras partes do mundo. Ele tem origem racista mesmo. Passou a ser usado na época da Guerra Civil americana, no século 18, para designar todos os que não fossem brancos americanos “legítimos”. Ser de cor era uma ofensa. Mas a denominação acabou assumida no final do século 20 por afro-americanos e membros de outras minorias como forma de afirmação e união. Um dos momentos mais marcantes da apropriação se deu no famoso discurso de Martin Luther King Jr. “Eu Tenho um Sonho” (I Have a Dream) em Washington em 1963, quando ele se referiu aos “cidadãos de cor”. O POC deu origem, inclusive, a outra denominação mais ampla: BIPOC (negros, nativos e pessoas de cor, em inglês). A estrela de “O Gâmbito da Rainha” foi considerada “de cor” por ser filha de pai argentino. Só que é um argentino de raí­zes escocesas. A mãe, por sua vez, é africana, nascida na Zâmbia, mas de família colonizadores europeus: ingleses e espanhóis. Anya Taylor-Joy, portanto, é de uma família de descendentes europeus. Mas, por causa da certidão de nascimento do pai, foi considerada “não branca” pela Variety. A atriz, na verdade, tem orgulho de seu sangue latino. Apesar de ter nascido em Miami, nos Estados Unidos, desde muito jovem mudou-se com os pais para a Argentina, onde viveu até os seis anos. Ela fala espanhol fluentemente – com sotaque argentino. “Venho de muitos lugares, mas minha qualidade e minha atitude perante a vida vêm da Argentina. Eu realmente aprecio essa parte da minha história. Sinto-me muito orgulhosa de vir da Argentina”, disse Taylor-Joy em uma entrevista em outubro passado. Esse orgulho confunde os americanos, porque a ideia generalizada nos EUA é que todos os latinos são pardos. A controvérsia acabou levando a Variety a corrigir seu texto, definindo a estrela como “a primeira latina” a vencer aquele prêmio, ao mesmo tempo em que suprimiu a comparação com Queen Latifah. Para completar, ainda acrescentou uma errata desinformativa no rodapé, que afirma: “Uma versão anterior identificou Anya Taylor-Joy como uma pessoa de cor. Ela disse que se identifica como uma latina branca”. De onde se conclui que latinos brancos são uma anomalia, uma falha na Matrix, possivelmente.

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    Meghan Markle vence tabloide britânico na Justiça

    2 de março de 2021 /

    Meghan Markle lembrou seus dias na série jurídica “Suits” ao processar e vencer o tabloide inglês Mail on Sunday (a versão dominical do The Mail). Em uma audiência realizada nesta terça-feira (2/3), um juiz recusou o pedido do jornal para apelar da decisão, que deu vitória à duquesa de Sussex, dizendo que não vê “nenhuma perspectiva real” de o Tribunal de Apelações chegar a uma conclusão diferente. Ao analisar o caso, o juiz Mark Warby determinou que o tabloide violou a privacidade de Meghan e infringiu seus direitos autorais ao publicar correspondência destinada a Thomas Markle, com quem a atriz se desentendeu na véspera de seu casamento com o príncipe Harry. Ele se decidiu favoravelmente à Markle sem realizar realizar audiência de conciliação, dizendo que os artigos foram uma violação clara de privacidade, apesar de o jornal argumentar que a duquesa pretendia tornar o conteúdo da carta público e que isso foi parte de uma estratégia midiática. Após a sentença, a equipe legal de Meghan pediu 5 milhão de libras de compensação e despesas legais, metade a ser paga dentro de 14 dias, soma que o jornal descreveu como “desproporcional”. Por conta disso, o juiz concordou em emitir uma ordem provisória de cobertura de custos de 450 mil libras, dizendo que o montante final “pode muito bem ser consideravelmente mais do que isso”, depois que outras questões pendentes forem resolvidas em audiências posteriores. O advogado da duquesa, Ian Mill, disse na audiência que aceitaria uma indenização nominal baseada no lucro que o Mail teve com seus artigos, dizendo que esta seria uma maneira “proporcional” de concluir o processo. Mas os advogados do jornal não querem pagar nada e vão tentar recorrer diretamente ao Tribunal de Apelações.

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