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    Gloria Maria se afasta da TV para tratar tumor: “Nova etapa”

    7 de dezembro de 2022 /

    A jornalista Gloria Maria iniciou uma nova fase em seu tratamento de um tumor no pulmão. Por meio de comunicado, a rede Globo explicou que Gloria está afastada do “Globo Repórter” temporariamente, mas que seu estado de saúde é estável. Vale ressaltar que a jornalista não aparece no programa há algumas semanas. “[A apresentadora está] dando prosseguimento a uma nova etapa de seu tratamento, prevista já há alguns meses. Ela está bem, em casa, com previsão de retorno apenas no ano que vem”, disse a emissora em nota. Há três anos, Gloria Maria enfrentou uma cirurgia no cérebro. Numa entrevista recente à revista GE, a jornalista comentou sobre a luta contra o tumor cerebral. “Eu não vivo mais de sonhos. Eu vivo de realidade. Tenho muita coisa para realizar. Ganhei mais um prazo de validade e estou aproveitando de todas as maneiras”, disse. Em janeiro deste ano, Gloria Maria ficou alguns dias internada após testar positivo para covid-19. Apesar do quadro clínico estável, ela precisou colocar um dreno no pulmão durante a internação.

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    Roberta Russo é demitida minutos antes de começar o “Expresso CNN”

    2 de dezembro de 2022 /

    As demissões de funcionários ainda não acabaram na CNN Brasil. Nesta sexta (2/12), a jornalista Roberta Russo foi chamada ao RH da emissora momentos antes de entrar ao vivo no “Expresso CNN”. A apresentadora, que estava substituindo Elisa Veeck no período de férias, estava pronta e com o roteiro pré-definido quando recebeu a notícia. Roberta também atuava como substituta de outros titulares. O canal também decidiu eliminar o noticiário “Expresso CNN”. Portanto, Elisa Veeck será recolocada internamente assim que retornar de seus dias de descanso. Roberta Russo trabalhava para a CNN Brasil desde janeiro de 2020. Anteriormente, a jornalista fazia parte da equipe da BandNews, onde atuou como apresentadora por 4 anos. A CNN Brasil realizou o desligamento de mais de 100 profissionais na quinta-feira (1/12) após fechar a sucursal do Rio de Janeiro e iniciar uma reestruturação. Até o momento não se sabe exatamente quantos funcionários deixaram a emissora. O sindicato dos jornalistas segue investigando o caso. Todo ciclo precisa ser concluído pra abrir novos caminhos. Acredito na força do universo. Termino essa jornada na @CNNBrasil de peito aberto e coração tranquilo. Obrigada a todos que acompanharam na telinha e por aqui 🌹e deram muita força. Vamos em frente! — Roberta Russo (@ro_russo) December 2, 2022

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    Sindicato questiona CNN Brasil por demissão em massa

    1 de dezembro de 2022 /

    O SJSP (Sindicato dos Jornalistas Profissionais de São Paulo) está questionando a CNN Brasil sobre possíveis irregularidades nas demissões que realizou nesta quinta (1/12). A entidade acusa o canal de não ter fornecido dados completos sobre os desligamentos e nem o número de profissionais afetados. O canal de notícias desativou sua sucursal no Rio de Janeiro e dispensou todos os funcionários, mas os cortes também atingiram a equipe de São Paulo, não poupando sequer medalhões como Monalisa Perrone e Boris Casoy. “De acordo com informações coletadas com diferentes fontes, mais de 100 postos de trabalhos foram extintos nas diferentes praças da emissora”, disse o sindicato, em postagens publicadas nas redes sociais. Sem conseguir marcar uma reunião para apurar o que estava acontecendo representes do sindicato foram à sede da emissora para cobrar explicações. “Como resposta, a CNN não forneceu a quantidade de jornalistas demitidos, mas afirmou genericamente que realizará os pagamentos das rescisões”. Segundo o sindicato, um novo encontro foi marcado para apurar se empresa realizou uma demissão em massa. “Neste caso, a empresa estava obrigada a dar ciência à entidade sindical sobre a intenção de demitir. O que não foi feito”, afirma o sindicato. A entidade ainda afirmou que fará uma reunião com os profissionais demitidos para discutir coletivamente a questão. Em comunicado, a CNN Brasil comentou as dispensas, afirmando que se trata de uma decisão de “fortalecimento do jornalismo”. “Em linha com a estratégia de fortalecimento do jornalismo, a coordenação da cobertura será concentrada em São Paulo e Brasília, duas praças que ganham relevância dado o contexto político e econômico nacional. Em decorrência dessa nova lógica, a newsroom do Rio de Janeiro será desativada, sem prejuízo à cobertura. As mudanças incluem a readequação de programas, assim como da grade. O selo CNN Soft será remodelado para 2023”, diz o texto oficial. Logo pela manhã, o Sindicato dos Jornalistas recebeu informações de demissões na CNN Brasil: em poucas horas, dezenas de jornalistas que trabalhavam na sede da emissora (localizada na Avenida Paulista, em São Paulo) perderam seus empregos. — Sindicato dos Jornalistas SP (@JornalistasSP) December 1, 2022 Solicitamos uma reunião de emergência, mas não obtivemos resposta. Assim, nos dirigimos à sede da emissora para cobrar explicações: como resposta, a CNN não forneceu a quantidade de jornalistas demitidos, mas afirmou genericamente que realizará os pagamentos das rescisões. — Sindicato dos Jornalistas SP (@JornalistasSP) December 1, 2022 Nesta sexta-feira, o Sindicato organizará uma reunião com os profissionais demitidos para discutir coletivamente a questão e como poderemos agir diante disso. — Sindicato dos Jornalistas SP (@JornalistasSP) December 1, 2022

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    Boris Casoy também é demitido da CNN Brasil

    1 de dezembro de 2022 /

    A lista de demissões da CNN Brasil definitivamente não está poupando medalhões. O veterano jornalista Boris Casoy, de 81 anos, é o último nome a se juntar aos demitidos. Ele se junta a Monalisa Perrone, que deixou a Globo em 2019 para integrar o canal, e os âncoras Sidney Rezende, Marcela Rahal e Isabella Faria, os comentaristas Fernando Molica e Alexandre Borges e a repórter Danúbia Braga. A crise chegou com força ao canal de notícias nesta quinta (01/12), com o fechamento da sucursal do Rio de Janeiro e demissão em massa de funcionários. Mas até o momento não se sabe exatamente quantas pessoas foram cortadas e deixaram a emissora. Casoy estava na CNN desde dezembro do ano passado. Ele foi chamado para substituir o bolsonarista Alexandre Garcia nos comentários do quadro Liberdade de Opinião e também participava do programa matinal CNN Novo Dia, junto de Fernando Molica e Alexandre Borges. Como todos foram dispensados, os quadros serão extintos. Em comunicado, a CNN Brasil comentou as dispensas. “Em linha com a estratégia de fortalecimento do jornalismo, a coordenação da cobertura será concentrada em São Paulo e Brasília, duas praças que ganham relevância dado o contexto político e econômico nacional. Em decorrência dessa nova lógica, a newsroom do Rio de Janeiro será desativada, sem prejuízo à cobertura. As mudanças incluem a readequação de programas, assim como da grade. O selo CNN Soft será remodelado para 2023”, diz o texto oficial. Quando a empresa televisiva chegou ao Brasil em 2020, a CNN não poupou esforços para arrancar os profissionais das grandes concorrentes. Para isso, os investimentos foram altíssimos, mas os gastos com funcionários renomados se tornaram um prejuízo no balanço financeiro da emissora. Após as demissões, a CNN passa a contar com apenas quatro repórteres – Leandro Resende, Pedro Duran, Rafaela Cascardo e Raquel Amorim – , perdendo sua capacidade de produzir grandes reportagens locais. Os cortes despertam a CNN para a necessidade de se readequar à realidade econômica brasileira, após dificuldades na disputa pela audiência num segmento em que a concorrência só tem crescido. Dentre suas rivais estão a líder GloboNews, além de BandNews, Record News e a recém-chegada Jovem Pan News, que dividem os telespectadores.

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    Fim da emissora? CNN Brasil fecha sucursal do Rio e não poupa medalhões em demissões

    1 de dezembro de 2022 /

    A CNN Brasil realizou demissões em massa nesta quinta-feira (1/12). Todos os funcionários da sucursal no Rio de Janeiro foram demitidos para seu fechamento. E os cortes também se estenderam à sede de São Paulo, sem poupar grandes nomes, como Monalisa Perrone, que deixou a Globo em 2019 para integrar o canal. Além da ex-global, foram dispensados os âncoras Sidney Rezende, Marcela Rahal e Isabella Faria, os comentaristas Fernando Molica e Alexandre Borges e a repórter Danúbia Braga. Mas até o momento não se sabe exatamente quantos funcionários deixaram a emissora. Em comunicado, a CNN Brasil comentou as dispensas. “Em linha com a estratégia de fortalecimento do jornalismo, a coordenação da cobertura será concentrada em São Paulo e Brasília, duas praças que ganham relevância dado o contexto político e econômico nacional. Em decorrência dessa nova lógica, a newsroom do Rio de Janeiro será desativada, sem prejuízo à cobertura. As mudanças incluem a readequação de programas, assim como da grade. O selo CNN Soft será remodelado para 2023”, diz o texto oficial. Quando a empresa televisiva chegou ao Brasil em 2020, a CNN não poupou esforços para arrancar os profissionais das grandes concorrentes. Para isso, os investimentos foram altíssimos, mas os gastos com funcionários renomados se tornaram um prejuízo no balanço financeiro da emissora. Após as demissões, a CNN passa a contar com apenas quatro repórteres – Leandro Resende, Pedro Duran, Rafaela Cascardo e Raquel Amorim – , perdendo sua capacidade de produzir grandes reportagens locais. Os cortes despertam a CNN para a necessidade de se readequar à realidade econômica brasileira, após dificuldades na disputa pela audiência num segmento em que a concorrência só tem crescido. Dentre suas rivais estão a líder GloboNews, além de BandNews, Record News e a recém-chegada Jovem Pan News, que dividem os telespectadores.

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    YouTube desmonetiza Jovem Pan por “atos perigosos e nocivos”

    23 de novembro de 2022 /

    A Jovem Pan perdeu uma de suas maiores fontes de renda. Por iniciativa própria, o YouTube decidiu desmonetizar todos os canais do grupo jornalístico mantidos em sua plataforma de vídeos. A decisão foi tomada após a empresa ter identificado vários conteúdos em desacordo com sua política de conteúdo, e após vários avisos e punições anteriores. Em comunicado, o YouTube destacou o canal do programa “Os Pingos nos Is” como principal responsável pela medida drástica. “O canal ‘Os Pingos nos Is’ incorreu em repetidas violações das nossas políticas contra desinformação em eleições e nossas diretrizes de conteúdo adequado para publicidade, incluindo as relacionadas a questões polêmicas e eventos sensíveis, atos perigosos ou nocivos, além de outras políticas de monetização. Desta forma, suspendemos a monetização do respectivo canal e dos outros que integram a rede Jovem Pan no YouTube, de acordo com nossas regras”, diz o texto da assessoria de imprensa da plaforma. Ainda de acordo com o YouTube, todo criador de conteúdo que tenha sofrido alguma punição tem o direito a contestação. “Pelas diretrizes, toda punição pode ser contestada e reavaliada, mas a decisão do YouTube é soberana”, completa o anúncio. Com isso, a “desobediência civil” dos extremistas da empresa vai sair do bolso de Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono do grupo Jovem Pan. Após a derrota de Bolsonaro nas eleições, Tutinha promoveu a demissão de alguns nomes mais identificados com o bolsonarismo, afirmando numa reunião interna, segundo o Painel da Folha de S. Paulo, que “a desobediência civil não sairá do meu bolso”. Na ocasião, ele se referia à multas da Justiça, que ameaçavam punir a empresa pela prática de desinformação. Apesar desses cortes, a informação vazada era que o grupo continuaria o tom direitista, mas deveria moderar a linha editorial, fazendo uma cobertura crítica do novo governo. Entretanto, em vez de moderação houve radicalização ainda maior. Na prática, os jornalistas que chamaram atenção dos extremistas mais radicalizados da Jovem Pan foram demitidos, casos de Leonardo Grandini e Cesar Calejon, que tiveram as cabeças pedidas publicamente pelo bolsonarista Rodrigo Constantino. “Espero que estejam entendendo quem dá audiência”, disse Constantino em sua ameaça, publicada num vídeo no YouTube, em que exigiu as demissões para continuar na Jovem Pan. Agora, a empresa pode entende quem é que dá prejuízo. Em 2021, a empresa faturou R$ 20 milhões somente com monetização na plataforma. A Jovem Pan era o canal brasileiro que mais ganhava dinheiro na plataforma. Vale apontar que os radicais demitidos da Jovem Pan já se abrigaram em outro canal do YouTube, da revista Oeste, que sonha em se tornar a maior referência da extrema direita no Brasil. Curiosamente, essa equipe é formada justamente por ex-integrantes do programa “Os Pingos nos Is”.

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    Equipe da Jovem Pan é hostilizada por militantes bolsonaristas

    15 de novembro de 2022 /

    Uma equipe de reportagem da Jovem Pan News foi hostilizada nesta terça-feira (15/11) por militantes bolsonaristas durante uma manifestação antidemocrática em Brasília. Os profissionais tiveram que ser escoltados por militares para longe dos manifestantes que se aglutinavam em frente ao Quartel-General do Exército. Os jornalistas estavam identificados com crachá da Jovem Pan e acompanhavam de perto a concentração, que pedia ajuda das Forças Armadas para reverter o resultado das eleições presidenciais, visando impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar da Jovem Pan ter virado porta-voz da extrema direita no Brasil, os manifestantes decidiram impedir o trabalho da emissora quando a reportagem entrou ao vivo e mencionou pedidos de “intervenção militar” no local. “Existe um chamamento para que haja então uma intervenção militar ou intervenção federal, é o que dizem os manifestantes a todo momento, para que possa ter exatamente isso”, afirmou o repórter, quando o grupo atrás dele começou a reagir negativamente. “Não, não”, gritaram. Reportagens de outros veículos revelaram que os acampados diante do GQ do Exército receberam um manual com recomendações destinadas a impedir que fossem chamados de golpistas. Seria proibido falar em “intervenção militar”. Num jogo de palavras, os cartazes dos militantes fala em “intervenção federal”, embora o sentido seja exatamente o mesmo: um golpe das Forças Armadas contra o resultado das eleições democráticas no Brasil. Na hora em que o repórter foi atacado, a Jovem Pan exibia na tela uma tarja sobre os atos, que afirmava: “Brasília recebe manifestações contra resultado do pleito. Manifestantes também criticam a censura e a suposta ‘ditadura do judiciário'”. O jornalista foi cercado por bolsonaristas, que criticaram o relato do repórter, diziam que ele deveria “falar a verdade”, enquanto o gravavam em seus celulares. “Mentiroso”, gritou um homem. “Vergonha o repórter da Jovem Pan”. Sob vaias, o jornalista não reagiu. Cinco militares da Polícia do Exército cercaram os profissionais de imprensa e pediram que os manifestantes se afastassem para que a equipe da Pan deixasse o local. Desde a demissão de bolsonaristas assumidos, após a vitória de Lula nas eleições, os manifestantes mais radicais têm se afastado da emissora e se aproximado da Oeste, revista digital que está reunindo os extremistas desempregados da Jovem Pan. O ataque dos bolsonaristas à imprensa repercutiu entre políticos. O deputado Ivan Valente, do PSOL de São Paulo, ironizou a reação. “A emissora que tanto planta ódio, colhe agora as consequências de alimentar o fascismo. Mas independente disso, ações como essas dos golpistas devem ser repudiadas e criminalizadas”, escreveu o parlamentar nas redes sociais. “Quem diria. Até a Jovem Pan foi hostilizada por bolsonaristas na porta do quartel em Brasília. O repórter saiu escoltado pelos soldados do Exército”, reagiu a deputada Joice Hasselmann, bolsonarista arrependida que atualmente está no PSDB de São Paulo. Quem diria… 📌Até a Jovem Pan foi HOSTILIZADA por bolsonaristas na porta do Quartel em Brasília. O reporter saiu ESCOLTADO pelos soldados do Exército. Na matéria, Jovem Pan afirmou que os ativistas estão pedindo INTERVENÇÃO MILITAR.#bolsonarismo pic.twitter.com/HmQwxBL6jd — Joice Hasselmann (@joicehasselmann) November 15, 2022

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    Demitidos da Jovem Pan farão programa extremista no YouTube

    8 de novembro de 2022 /

    Um grupo de demitidos da Jovem Pan por extremismo político planejam se juntar num novo programa no YouTube, que tem tudo para ser ainda mais radical. Os comentaristas Augusto Nunes e Guilherme Fiúza estão à frente do projeto, que deverá disputar justamente o público da Jovem Pan, com teorias de conspiração e comentários com viés extremista. Os dois vão se juntar a Ana Paula Henkel, retomando o núcleo radical do programa “Os Pingos nos Is” – que chegou a ter vídeos retirados do YouTube por conter desinformação sobre a covid-19 no auge da pandemia. Batizado de “Foco no Fato”, o programa estará hospedado no canal do YouTube da revista Oeste, fundada por Augusto Nunes e dirigida pela filha do jornalista, Branca Nunes. Tanto Nunes quanto Fiúza foram desligados da Jovem Pan News no dia seguinte à derrota de Jair Bolsonaro, enquanto Henkel se demitiu uma semana depois para seguir seu “mentor” Augusto Nunes. O anúncio do novo programa vazou em uma mensagem atribuída a Nunes que circula em grupos de WhatsApp. Questionado pela imprensa, o jornalista negou a autoria do texto, que contém críticas à Jovem Pan – em flagrante desrespeito ao contrato de confidencialidade assinado por ele. Mesmo assim, ele confirmou parte das informações, incluindo o lançamento do novo programa com Fiúza e Ana Paula, que ainda terá a apresentação de Paula Leal, editora da Oeste. Augusto Nunes informou ainda que o canal da revista vai ter outros produtos em vídeo, também com nomes que deixaram recentemente a Jovem Pan. Um já existe: uma atração semanal com Silvio Navarro, ex-apresentador do “Pingos”. Outro será comandado por Caio Coppolla, também demitido da Jovem Pan após a vitória de Lula. Os movimentos indicam a intenção de Nunes de transformar a Oeste numa rival da Jovem Pan, que tem grande parte de seu faturamento ligado à exibição de vídeos no YouTube.

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    Jornalistas da Globo abrem queixa formal contra Cassia Kis na emissora

    8 de novembro de 2022 /

    A atriz Cassia Kis foi denunciada por jornalistas da Globo após ataques no WhatsApp. Depois de 15 artistas, entre atores, atrizes e produtores, cerca de cinco jornalistas registraram reclamações formais contra a artista. Os jornalistas trabalham na redação do Jornal Nacional e na GloboNews. Um deles teria sido alvo de uma mensagem compartilhada por Cassia Kis, que pedia boicote a nomes da imprensa da Globo, como Natuza Nery, Andréia Sadi, Flavia Oliveira e até mesmo William Bonner. A maior indignação dos denunciantes nem é tanto pelo radicalismo, mas sim contra a omissão da Globo, que tomou nenhuma atitude diante dos ataques contra minorias e profissionais da própria empresa por parte de Cassia Kis. Além disso, ela tem usado sua visibilidade na novela “Travessia” para atrair atenção e frequentar atos golpistas. Com as denúncias dos jornalistas, já somam-se pelo menos 20 acusações formalizadas ao compliance contra a atriz de 64 anos, desde que ela manifestou homofobia numa live com Leda Nagle no YouTube. Depois disso, atores, atrizes, diretores, roteiristas e produtores que trabalham na Globo se juntaram para levar relatos ao departamento competente. Entre as denúncias, estão situações de homofobia dentro e fora do ambiente de trabalho, além de comportamento inadequado nos bastidores de “Travessia” e da série “Desalma”, do Globoplay. A Globo chegou a criar, recentemente, um setor de Diversidade, que a presença de Cassia Kis na emissora ridiculariza. Em comunicados sobre a atriz, a empresa diz que não tolera discriminação, mas na prática tem tolerado muito, a ponto de seus profissionais reclamarem formalmente.

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    Mais uma bolsonarista é desligada da Jovem Pan

    2 de novembro de 2022 /

    A Jovem Pan segue fazendo uma limpa em seus quadros mais radicais. A comentarista Cristina Graeml é a mais recente baixa da emissora. Ela entrou na lista de dispensas feitas após as eleições presidenciais do domingo (30/11), em que Jair Bolsonaro foi derrotado por Luiz Inácio Lula da Silva. “Minha bio mudou. Não integro mais o quadro de comentaristas da Jovem Pan News”, anunciou a própria jornalista no Twitter. Colunista do jornal de direita Gazeta do Povo, Cristina Graeml é bolsonarista ferrenha e chegou a usar seu perfil na segunda-feira (31/11) para dizer que era vítima de “censura” da empresa. “Sigo sob censura na Jovem Pan, porque é assim que tiranos agem, tentando calar quem não se curva às mentiras oficiais de um sistema aparelhado. Mas estarei logo mais ao vivo na Gazeta do Povo”, ela escreveu. Graeml se junta a outros radicais, como Caio Coppolla, Augusto Nunes, Guilherme Fiuza e Carla Cecato, nos cortes da empresa, que também dispensou Guga Noblat e o repórter Maicon Mendes. Essa combinação de nomes é estranha porque, se de um lado tira do ar expoentes da extrema direita hidrófoba – inclusive alguns que seguem insuflando a população contra o resultado das eleições nas redes sociais – , também atinge dois dos nomes mais ponderados e responsáveis da emissora. Uma explicação foi esboçada no Painel da Folha de S. Paulo. Segundo as fontes da coluna, a Jovem Pan não estaria mudando sua linha editorial, como chegou a ser alardeado, apenas se livrando de jornalistas que não estariam seguindo as orientações da empresa. No caso de Noblat, ele não quis aderir à narrativa de que a Jovem Pan estava sob censura. Já os extremistas mantiveram sua linha de xingamentos contra Lula e o parcialismo durante o período eleitoral, indo contra orientações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a ponto de precisarem ser afastados da programação. O Painel chega a citar uma frase que teria sido dita por Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, o Tutinha, dono do grupo Jovem Pan, em reuniões internas, afirmando que “a desobediência civil não sairá do meu bolso”. Isto porque a recusa em seguir as orientações da Justiça previa multas salgadas, que não foram consideradas pelos defensores da “liberdade de expressão” contra Lula. O grupo vai continuar com tom direitista, mas deve moderar a linha editorial, fazendo uma cobertura crítica do novo governo, que toma posse em 1° de janeiro. O objetivo é demonstrar que faz jornalismo e não militância política.

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    Mais jornalistas da Jovem Pan são demitidos em “limpa”

    31 de outubro de 2022 /

    A Jovem Pan demitiu diversos jornalistas nesta segunda-feira (31/10), um dia após a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Rumores vazados da redação sugerem uma mudança editorial no jornalismo do grupo. Após a Jovem Pan News tornar-se porta-voz da extrema direita no Brasil, o grupo responsável pela emissora estaria recalculando sua rota com a derrota de Jair Bolsonaro. Assim, os nomes do comentarista Guilherme Fiuza, da apresentadora Carla Cecato e do repórter Maicon Mendes, que participou da cobertura das eleições de 2022, juntaram-se aos ilustres dispensados do começo do dia, Augusto Nunes e Caio Coppola. Mas a lista também incluiu Guga Noblat, um dos mais ponderados – e “esquerdista” perdido no elenco da emissora. Noblat deu sua própria versão para sua demissão, sugerindo retaliação da emissora: “Acabo de ser comunicado que estou fora da Jovem Pan por não ter defendido a rádio na história da censura. Estava desde a semana passada afastado e agora é definitivo”, disse nas redes sociais. O jornalista não se juntou aos funcionários da Jovem Pan News que acusaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de realizar censura na programação da emissora por exigir que eles parassem de atacar o então candidato Lula com fake news e dessem o mesmo tratamento dispensado ao incumbente, sempre muito elogiado. A legislação eleitoral exige tratamento isonômico entre candidatos em veículos jornalísticos e Noblat deu razão à lei. Ele ainda retuitou um post de Bob Fernandes que disse: “Os que alardeavam terem sido ‘censurados’, censuram Guga, suspenso da Pan desde quarta-feira. E hoje, segunda-feira, ele foi demitido”. Carla Cecato estava afastada da Jovem Pan desde o início de outubro, quando decidiu se licenciar para participar da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro, e não vai voltar ao grupo. Durante esse período, ela teve sua credibilidade jornalística questionada por virar uma disseminadora de notícias falsas em seu Instagram. Por conta disso, teve posts bloqueados e recebeu um aviso de que seu perfil não era confiável para informações jornalísticas devido a quantidade de vídeos manipulados. Ela apostava em outra carreira, tentando uma vaga como deputada federal, mas não se elegeu. Já Guilherme Fiuza era o mais extremista do grupo dispensado. Seu último tuite antes da demissão insinuava que as eleições foram fraudadas. “Os caminhoneiros não estão parados contra o resultado da eleição. Estão parados porque, como a totalidade da população que vive do seu trabalho, pediram eleições limpas e não foram atendidos. Eleição limpa tem que poder ser auditada e não precisa de censura”, ele escreveu pouco antes de ser sacado. Este post era frontalmente contrário a um editorial publicado pelo grupo na noite de domingo (30/10), para reforçar a lisura das eleições e a defesa da democracia, e indicar que a Jovem Pan “não irá se omitir” caso ocorresse algum golpe. “Com a proclamação do presidente que conduzirá o país pelos próximos quatro anos, renovamos nosso compromisso com o Brasil, com a democracia, com a nossa Constituição cidadã e com os Poderes e Instituições que sustentam a nossa República”, disse o trecho principal do editorial. “Os candidatos que disputaram as eleições deste ano devem ter esse compromisso claro e serem os primeiros — tenham vencido ou não — a manifestar a defesa e a confiança na decisão soberana do povo”. Fiuza e Augusto Nunes também já estavam afastados da emissora, por se recusarem a deixar de chamar Lula de “ex-presidiário”, “condenado” ou “descondenado”, entre outras denominações pejorativas, em descumprimento à orientação do TSE. Junto com eles, também foram afastados pelo mesmo motivo Ana Paula Henkel e Zoe Martínez. Ao voltar ao “Morning Show” nesta segunda (31/10), Zoe chorou com o resultado das eleições. De todos os afastados, Augusto Nunes foi o único que foi saudado com um comunicado padrão, incluindo a desculpa da saída “em comum acordo”, mas com alerta de “cláusula de confidencialidade”. “Em comum acordo, O Grupo Jovem Pan e o jornalista Augusto Nunes entenderam por bem pôr fim à parceria de trabalho que estava vigente há mais de cinco anos, através da empresa do Augusto, Lauda Comunicação Ltda, sem qualquer animosidade ou juízo de valor”, diz o texto. “Os termos e detalhes do deslinde não serão objetos de comentários por conta de o contrato de origem estar acobertado e protegido por cláusula de sigilo e confidencialidade. O Grupo Jovem Pan agradece o jornalista Augusto Nunes e deseja sucesso nas novas fronteiras que ele haverá de desbravar.” Nunes, que chegou a agredir fisicamente outro jornalista, convidado do programa “Pânico” da Jovem Pan, é alvo de alguns processos por calúnia e difamação na Justiça. Não está claro se as demissões acabaram ou se outros nomes da Jovem Pan ainda vão se juntar à lista de futuros YouTubers independentes. Por via das dúvidas, Zoe Martínez lançou seu próprio site nesta segunda para divulgar seus vídeos.

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    Jovem Pan reconhece vitória de Lula e começa “limpa” de radicais

    31 de outubro de 2022 /

    A Jovem Pan está em processo de mudança editorial. Em seu site oficial, a empresa de rádio, TV e internet publicou um texto reconhecendo a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva e pedindo que Jair Bolsonaro faça o mesmo. Ao mesmo tempo, demitiu alguns de seus funcionários mais radicais, como Augusto Nunes e Caio Coppola, mas também Guga Noblat, um dos mais ponderados – e “esquerdista” perdido em seu elenco – , e há rumores de que outros nomes os seguirão, numa mudança de rumo, após seu canal jornalístico, Jovem Pan News, tornar-se porta-voz da extrema direita no Brasil. Publicado na noite de domingo (30/10), o texto editorial não cita nominalmente Lula e Bolsonaro, mas reforça uma defesa da democracia e indica que a emissora “não irá se omitir” caso ocorra algum golpe. “Com a proclamação do presidente que conduzirá o país pelos próximos quatro anos, renovamos nosso compromisso com o Brasil, com a democracia, com a nossa Constituição cidadã e com os Poderes e Instituições que sustentam a nossa República”, diz o trecho principal. “Os candidatos que disputaram as eleições deste ano devem ter esse compromisso claro e serem os primeiros — tenham vencido ou não — a manifestar a defesa e a confiança na decisão soberana do povo”, segue. O texto ainda lista uma série de “pedidos” a Lula sobre bandeiras liberais que, na visão da emissora, devem ser defendidas no futuro governo. Pede, por exemplo, por “desestatização”, que não foi feita por Bolsonaro, e que Lula combata as desigualdades sociais “sem assistencialismo barato”, embora Bolsonaro tivesse praticado eleitoralmente o chamado “assistencialismo barato” com o programa Auxílio Brasil. Nada disso faz sentido nem como bandeira bolsonarista nem está alinhado ao plano de governo de Lula. Por outro lado, a Jovem Pan sinalizou que não pretende ecoar eventuais ataques antidemocráticos de Bolsonaro. “Mais importante: a Jovem Pan não vai se omitir e jamais vai aceitar afrontas ao Estado Democrático de Direito e a destruição de nosso país”. Há boatos sobre motivos extras para a demissão de Coppola, que podem se tornar notícia mais adiante, mas ele não se manifestou. Já Guga Noblat deu sua própria versão para sua demissão, sugerindo retaliação da emissora: “Acabo de ser comunicado que estou fora da Jovem Pan por não ter defendido a rádio na história da censura. Estava desde a semana passada afastado e agora é definitivo”, disse nas redes sociais. Noblat não esteve entre os funcionários da Jovem Pan News que acusaram o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) de realizar censura na programação da emissora por exigir que eles parassem de atacar o então candidato Lula com fake news e dessem o mesmo tratamento dispensado ao incumbente, sempre muito elogiado. A legislação eleitoral exige tratamento isonômico entre candidatos em veículos jornalísticos. De todo modo, a despedida dos dois não gerou a mesma deferência concedida a Augusto Nunes, que foi afastado com direito a comunicado padrão, com a desculpa da saída “em comum acordo”, mas com alerta de “cláusula de confidencialidade”. “Em comum acordo, O Grupo Jovem Pan e o jornalista Augusto Nunes entenderam por bem pôr fim à parceria de trabalho que estava vigente há mais de cinco anos, através da empresa do Augusto, Lauda Comunicação Ltda, sem qualquer animosidade ou juízo de valor”, diz o texto. “Os termos e detalhes do deslinde não serão objetos de comentários por conta de o contrato de origem estar acobertado e protegido por cláusula de sigilo e confidencialidade. O Grupo Jovem Pan agradece o jornalista Augusto Nunes e deseja sucesso nas novas fronteiras que ele haverá de desbravar.” Circulam comentários de bastidores que outros nomes da Jovem Pan devem se somar à lista de futuros YouTubers independentes.

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    Globo anuncia volta de “Linha Direta” com Pedro Bial

    27 de outubro de 2022 /

    A Globo confirmou a volta de seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Originalmente apresentado pelos jornalistas Domingos Meirelles e Marcelo Rezende, o programa será assumido agora por Pedro Bial (que atualmente apresenta o “Conversa com Bial”), num retorno previsto para 2023. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/10) em um evento voltado ao mercado publicitário em São Paulo e compartilhado no Twitter da empresa. A volta do programa foi revelada em setembro pela coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, enquanto estava sendo desenvolvido pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado a empresa para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre a nova produção, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017) e com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato. O #LinhaDireta volta em 2023 e com Pedro Bial no comando! #Vemaí pic.twitter.com/JePkTuQevZ — TV Globo 📺 (@tvglobo) October 27, 2022

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