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  • Filme

    Billy Dee Williams vai voltar a viver Lando Calrissian em Star Wars

    10 de julho de 2018 /

    O último dos rebeldes originais vai voltar à luta. Billy Dee Williams teve seu retorno confirmado a uma galáxia muito distante. O ator voltará a interpretar Lando Calrissian, papel que consagrou em “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), no desfecho da nova trilogia, “Star Wars: Episódio IX”. Nos últimos anos, Williams voltou ao viver Calrissian em várias séries de desenhos animados e videogames. O personagem é uma dos mais populares no universo de Star Wars e apareceu de uma forma importante no prólogo “Han Solo: Uma História Star Wars” neste ano, em versão jovem interpretada por Donald Glover. Ainda sem título oficial, o “Episódio IX” é o próximo da franquia espacial e será dirigido por J.J. Abrams, que comandou “Star Wars: O Despertar da Força”. O filme voltará a reunir Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac e Adam Driver, entre outros, e recentemente anunciou Keri Russell (da série “The Americans”) como uma das novas adições ao elenco. A estreia está marcada para 19 de dezembro de 2019 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Atriz de The Americans vai estrelar Star Wars: Episódio IX

    6 de julho de 2018 /

    A atriz Keri Russell, grande destaque atual da TV americana pelo papel de Elizabeth Jennings na série “The Americans”, juntou-se ao elenco de “Star Wars: Episódio IX”, próximo filme da saga intergalática, que ainda não tem título oficial. A produção vai marcar o reencontro da atriz com o diretor J.J. Abrams, que vai comandar as filmagens, retornando à franquia após “O Despertar da Força” (2015). Abrams foi quem lançou Russell para o estrelato ao escalá-la no papel-título da série “Felicity” (1998-2002). Depois disso, ele também a contratou para participar de “Missão Impossível III” (2006). Há poucos detalhes sobre o papel da atriz no “Episódio IX”, mas a revista Variety apurou que sua personagem exigirá “muita habilidade em cenas de ação e luta”, algo que ela demonstrou dominar na série “The Americans”, recém-concluída nos Estados Unidos. Por causa de “The Americans”, Russell vinha fazendo poucos trabalhos no cinema. Nos últimos anos, estrelou apenas “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014) e “Um Estado de Liberdade” (2016). Ela é a primeira novidade no elenco anunciada para o “Episódio 9”. Com roteiro de Abrams e Chris Terrio (“Batman vs Superman”), o filme tem estreia marcada para 19 de dezembro de 2019 nos cinemas brasileiros.

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  • Série

    Série de terror do diretor de Corra! define elenco com Elizabeth Debicki e Courtney B. Vance

    27 de junho de 2018 /

    A nova série de terror da HBO “Lovecraft Country”, com produção de Jordan Peele (diretor de “Corra!”), completou seu elenco. Os nomes são Jonathan Majors (“Hostis”), Jurnee Smollett-Bell (“True Blood”), Courtney B. Vance (“American Crime Story: The People vs. O.J. Simpson”), Aunjanue Ellis (“Quantico”), Wunmi Mosaku (“Macbeth”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português), a trama se passa nos anos 1950 e gira em torno de Atticus Black (Majors), um rapaz de 25 anos que lutou na 2ª Guerra Mundial. Quando seu pai desaparece, ele se junta a sua amiga Letitia (Smollett-Bell) e seu tio George (Vance) para embarcar numa jornada a sua procura. Nessa busca, eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos da década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso. Peele é o principal responsável pelo projeto. Foi ele quem descobriu o livro e imaginou sua adaptação, buscou uma parceria com o superprodutor J.J. Abrams (série “Westworld”) e convenceu Misha Green, criador da série “Underground”, a escrever os roteiros. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Lucasfilm teria suspendido todos os spin-offs de Star Wars

    20 de junho de 2018 /

    A Lucasfilm teria suspendido a produção de novos spin-offs da saga “Star Wars”, após o desempenho decepcionante de “Han Solo: Uma História Star Wars”. A desculpa oficial é que o estúdio pretende focar todos os seus esforços no “Episódio 9”, ainda sem título oficial, que chega aos cinemas apenas no final de 2019. Segundo o site Collider, os filmes solos de Obi-Wan Kenobi e de Boba Fett, que deveriam ser produzidos paralelamente ao final da terceira trilogia, serão deixados de lado. Oficialmente, porém, as duas produções jamais foram confirmadas pela Lucasfilm, embora discussões com elenco, diretores e roteiristas alimentassem especulações de bastidores. O site The Hollywood Reporter já tinha ligado o diretor Stephen Daldry (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”) ao filme de Obi-Wan Kenobi, que deveria ser novamente vivido por Ewan McGregor, e James Mangold (“Logan”) ao longa de Boba Fett. “Rogue One – Uma História Star Wars” (2016) foi o primeiro filme paralelo da saga e rendeu mais de US$ 1 bilhão nos cinemas mundiais. Mas o segundo, “Han Solo”, foi marcado por problemas de bastidores, com demissão e substituição de diretores em meio às filmagens, e após um mês em cartaz conseguiu apenas US$ 343 milhões de bilheteria. As novas produções oficialmente confirmadas são duas trilogias separadas, uma delas criada por Rian Johnson (diretor de “Star Wars: Os Últimos Jedi”) e a outra pela dupla David Benioff e DB Weiss, responsáveis pela série “Game of Thrones”. Mas estes projetos nem sequer tem previsão de estreia. “Star Wars: Episódio 9” é o único filme da saga com lançamento marcado. A conclusão da terceira trilogia espacial será dirigida por J.J. Abrams, que assinou o maior sucesso da franquia, “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). A estreia vai acontecer em dezembro de 2019.

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  • Série

    Castle Rock: Série de Stephen King com atores de Carrie e It: A Coisa ganha novo trailer

    5 de maio de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, misteriosa série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia é narrada por Terry O’Quinn (série “Lost”), que começa sua descrição com a frase “Eu temo por este lugar” e passeia por acontecimentos e personagens, sem dar muitas pistas sobre a história. O que se sabe é que a trama vai acompanhar a chegada do personagem de André Holland (“Moonlight”) na cidade fictícia que dá nome à produção, onde vai encontrar o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, desenvolvida por Dustin Thomason e Sam Shaw (criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de nenhum livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. E depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. O elenco da atração também inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original), Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”) e Chosen Jacobs (o Mike de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia marcada para 25 de julho.

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  • Filme

    Diretora de Jessica Jones negocia comandar próximo filme da franquia Star Trek

    26 de abril de 2018 /

    A diretora S.J. Clarkson, que assinou os primeiros episódios de “Jessica Jones” e “Os Defensores”, está em negociações com a Paramount para assumir o comando de um dos dois filmes de “Star Trek” anunciados pelo presidente do estúdio, Jim Gianopulos, na terça (25/4) durante a convenção CinemaCon. Caso tudo corra como previsto, ela se tornará a primeira cineasta a ir onde nenhuma mulher jamais esteve. Até então, todos os filmes da franquia foram dirigidos por homens. Clarkson filmará o quarto longa da franquia reiniciada, continuação de “Star Trek: Sem Fronteiras” (2016), que segue as aventuras da tripulação da Enterprise comandada pelo Capitão Kirk (Chris Pine). Segundo rumores antigos, a trama vai incluir viagem no tempo e trará de volta Chris Hemsworth (o Thor) na pele do pai de Kirk, papel que o ator interpretou no reboot de 2009. Além deste filme, o diretor Quentin Tarantino desenvolve outro “Star Trek”, que atualmente está sendo escrito por Mark L. Smith, roteirista de “O Regresso”. Os dois longas serão produzidos por J.J. Abrams, que assumiu o comando da franquia ao dirigir “Star Trek” (2009).

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  • Série

    Fãs descobrem vídeo secreto de Westworld com publicidade sangrenta da empresa Delos

    1 de abril de 2018 /

    O trailer de “Westworld”, divulgado na última quinta-feira (29/3), continha uma surpresa: um código secreto, que alguns fãs decifraram, obtendo acesso a um novo vídeo. Trata-se de uma propaganda defeituosa (um suposto arquivo corrompido) sobre a Delos, empresa responsável pela construção do parque temático da série. Os “defeitos” especiais revelam detalhes sangrentos, que não são exatamente boa publicidade. Veja abaixo. Inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”), a série foi criada pelo casal Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) e Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 22 de abril.

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  • Série

    Clima épico e surpresas do trailer da 2ª temporada de Westworld são de cair o queixo

    29 de março de 2018 /

    A HBO divulgou o trailer completo da 2ª temporada de “Westworld”. E é de cair o queixo. Épico, explosivo, tenso e surpreendente, altera momentos plácidos com surtos maníacos, como uma música do Nirvana. A comparação vem imediatamente à mente por conta da trilha escolhida, uma versão orquestral de “Heart Shaped Box”. A edição das cenas, entre idas e vindas, torna difícil precisar exatamente o que acontece – o que é uma qualidade dos melhores trailers. Mas algumas cenas são tão inesperadas que chamam mais atenção, como a caminhada de Maeve (Thandie Newton) entre samurais e a descoberta de Dolores (Evan Rachel Wood) de um mundo repleto de prédios modernos. Não faltam cowboys, índios, exército contemporâneo, tiroteios, massacres e cenas de guerra de dar vergonha à temporada de “guerra total” de “The Walking Dead”. Inspirada no longa “Westworld – Onde Ninguém Tem Alma” (1973), escrito e dirigido por Michael Crichton (o autor de “Parque dos Dinossauros”), a série foi criada pelo casal Jonathan Nolan (roteirista de “Interestelar” e criador da série “Person of Interest”) e Lisa Joy (roteirista da série “Pushing Dasies”), e tem produção do cineasta J.J. Abrams (“Star Wars: O Despertar da Força”). A estreia da 2ª temporada está marcada para 22 de abril.

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  • Filme

    Chichezão sci-fi, The Cloverfield Paradox faz a Terra e a lógica desaparecerem

    24 de fevereiro de 2018 /

    Lançado de surpresa (na noite do Super Bowl), numa estratégia até então inédita da Netflix, “The Cloverfield Paradox” é o terceiro capítulo da saga “Cloverfield”. Enquanto o primeiro era um típico filme de monstros, que se utilizou da estética “found footage” como forma de inovar a sua narrativa, o segundo, “Rua Cloverfield, 10”, foi um thriller claustrofóbico passado quase que inteiramente em um abrigo subterrâneo. Este terceiro se assemelha ao anterior na sua ambientação, trocando o abrigo por uma estação espacial, mas apresenta um tom não só diferente como bem mais convencional que os demais. Escrito por Oren Uziel (“Anjos da Lei 2”) e dirigido por Julius Onah (“The Girl Is in Trobule”), acompanha Hamilton (Gugu Mbatha-Raw) – única personagem que ganha algum tipo de desenvolvimento dramático e história prévia –, uma cientista que precisa lidar com o trauma da perda recente dos filhos, ao mesmo tempo em que a Terra sofre com o fim iminente das suas fontes de energia – o que inicia conflitos internacionais e a possibilidade de uma guerra. Convencida pelo marido Michael (Roger Davies), ela decide fazer parte da equipe de cientistas e astronautas que, a bordo de uma estação espacial, realizará um experimento com o intuito de gerar energia suficiente para alimentar todo o planeta. O experimento, porém, dá errado e a equipe passa a presenciar estranhos acontecimentos, ao passo que a população da Terra sofre as consequências dessa falha. As referências do texto de Uziel são claras e nem um pouco originais. De “Alien – O 8º Passageiro” (1979) ele tirou a cena em que o peito de John Hurt explode com o nascimento do alien. De “2010 – O Ano Em Que Faremos Contato” e “Projeto Filadélfia” (ambos de 1984) vieram, respectivamente, o conceito de tratar os astronautas como um microcosmo da nossa sociedade, refletindo lá em cima os conflitos que acontecem aqui embaixo, e a ideia da mulher fundida à fiação da estação. JJ Abrams, produtor do longa, construiu a sua carreira em cima da nostalgia, mas é inegável que o novo “Cloverfield” exagera e tropeça em alguns aspectos básicos da narrativa. Afinal, é bastante conveniente que alguém explique o problema do paradoxo do título poucos segundos antes de o tal paradoxo acontecer, o que se mostra uma estratégia preguiçosa para avançar a trama. Além disso, existem diversas incongruências grosseiras. Numa cena, é dito que são necessárias três pessoas para desacoplar uma parte da estação espacial – o velho truque do desacoplamento manual de toda sci-fi – , mas, quando chegam lá, duas ficam observando a terceira fazer todo o trabalho sozinha. Isso sem falar como é incrível a capacidade da estação em continuar funcionando após tantas explosões, perdas de energia e peças faltando. As incongruências são muitas e atrapalham, sim, mas, ao mesmo tempo em que chuta a lógica, o filme também diverte com suas situações absurdas, como a que envolve um braço com vida própria, personagens que surgem dentro das paredes, além do desaparecimento da própria Terra. É tudo tão bizarro que se torna impossível levar a trama a sério. O diretor Julius Onah parece ter ciência disso, ao imbuir as cenas de tensão com toques de humor (além de um pouco de humor involuntário). E ainda que avance em cima de clichês, consegue manter o ritmo da narrativa em meio às viradas na história, fazendo que só ao final o espectador perceba o quanto a subtrama do marido da protagonista foi perda de tempo, por exemplo. “The Cloverfield Paradox” não é tão bom quanto os anteriores, mas, ao menos, a ideia de construir uma franquia com personagens e tons completamente diferentes a cada lançamento mantém um aspecto criativo na obra. O fato de ser o clichezão de sci-fi espacial do trio, porém, não a torna nem mais nem menos memorável. Visto isoladamente, é mais do mesmo, descartável e esquecível como uma produção feita diretamente para DVD – que, neste século 21, sai direto em streaming.

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  • Filme

    Netflix teria pago US$ 50 milhões por The Cloverfield Paradox

    6 de fevereiro de 2018 /

    A Paramount pode ter feito o negócio do ano. Segundo fontes da revista The Hollywood Reporter, a Netflix teria pago US$ 50 milhões pelos direitos de exibição de “The Cloverfield Paradox”. E a Paramount ainda resguardou os direitos de lançar o filme na China e no mercado de home video. Ainda de acordo com o THR, a decisão de negociar os direitos de exibição foi tomada de comum acordo entre o produtor J.J. Abrams e o presidente do estúdio, Jim Gianopulos, após a percepção de que o filme poderia fracassar nas bilheterias. Eles procuraram a Netflix que prontamente se dispôs a pagar uma fortuna pelo título, por integrar uma “franquia” estabelecida. Nos bastidores da Paramount, porém, a avaliação negativa sobre a qualidade do material já tinha provocado diversos adiamentos no lançamento do longa-metragem. Gianopulos, que assumiu recentemente o estúdio, teria tentado refilmagens e outras medidas para salvar a produção, antes de decidir passar o problema adiante. Ele já tinha feito a mesma coisa com “Aniquilação”, sci-fi estrelada por Natalie Portman, que a Netflix adquiriu por uma quantia ainda não revelada. A diferença é que “Aniquilação” terá uma estreia limitada nos Estados Unidos em 23 de fevereiro, antes de chegar ao streaming em março. Nas mãos da Netflix, “The Cloverfield Paradox” acabou ganhando uma estreia de surpresa na noite de domingo (4/2). O anúncio de que ele já estava na plataforma foi feito no primeiro e único comercial da produção, exibido durante o intervalo do Super Bowl, e o resultado foi exatamente o que interessava ao serviço de streming: repercussão. A Netflix não divulga audiência, mas a curiosidade do público foi fisgada, a ponto de gerar muitos comentários nas redes sociais. Entretanto, assim que os críticos puderam ver o material, veio a confirmação de que a Paramount evitou um fiasco comercial. Com apenas 18% de aprovação no site Rotten Tomatoes, “The Cloverfield Paradox” gerou o consenso de que não era mesmo um filme para o cinema.

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  • Filme

    Nova série sci-fi de J.J. Abrams define canal, ganha título e descrição

    2 de fevereiro de 2018 /

    A primeira série criada por J.J. Abrams desde “Fringe” (2008–2013) será exibida pelo canal pago HBO, que venceu uma disputa com a Apple pelos direitos da atração. Ainda cercada de mistério, a atração ganhou título e uma descrição vaga. Será chamada de “Demimonde” (semi-mundo, em francês) e é descrita como “um drama de fantasia épico e íntimo de ficção científica”. Detalhes sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo, mas alguns sites já apuraram que a premissa incluirá a batalha de um mundo contra uma força invasora monstruosa. Abrams, que também criou “Felicity”, “Lost” e “Alias”, estava há uma década sem criar nenhuma série. Neste meio tempo, ele fortaleceu sua produtora Bad Robot, pela qual lançou a série “Westworld”, da HBO, e diversos filmes. Além disso, dirigiu os relançamentos das franquias “Star Trek” e “Star Wars” no cinema. Atualmente, ele trabalha nos próximos filmes de ambas as franquias. Está escrevendo e vai dirigir “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido, e trabalha na pré-produção do próximo “Star Trek”, que será dirigido por Quentin Tarantino.

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  • Série

    Novo trailer da série de terror Castle Rock traz referências aos livros de Stephen King

    1 de fevereiro de 2018 /

    A plataforma Hulu divulgou um novo trailer de “Castle Rock”, misteriosa série de terror produzida pelo cineasta J.J. Abrams (“Westworld”), que se passa no universo dos livros do escritor Stephen King. A prévia acompanha a chegada do personagem de André Holland (“Moonlight”) na cidade fictícia que dá nome à produção. Ele cita a prisão de “Um Sonho de Liberdade” (1994) e se encontra com o xerife aposentado Alan Pangborn, vivido por Scott Gleen (série “The Leftovers”). O xerife é um velho conhecido dos fãs de King e já apareceu em dois filmes – interpretado por Michael Rooker em “A Metade Negra” (1993) e Ed Harris em “Trocas Macabras” (1993). Entretanto, a história da série, criada por Dustin Thomason e Sam Shaw (respectivamente, criador e roteirista de “Manhattan”), é inédita. Isto é, não se trata de adaptação de um livro específico do escritor. Stephen King citou Castle Rock pela primeira vez no livro “Dead Zone” (1979), que virou o filme “A Hora da Zona Morta” em 1983. Mas depois disso voltou a visitar a comunidade, localizada no Maine, em diversas outras obras. O nome se tornou tão popular que até batizou uma companhia cinematográfica, a Castle Rock Entertainment, criada por Rob Reiner após o diretor filmar “Conta Comigo” (1986), outra adaptação das obras de King passada na cidadezinha fictícia. Além de André Holland e e Scott Glenn, o elenco da atração inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”),Terry O’Quinn (série “Lost”), Melanie Lynskey (série “Togetherness”), Sissy Spacek (a “Carrie, a Estranha” original) e Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). A 1ª temporada terá 10 episódios com estreia prevista para o verão norte-americano (entre junho e agosto).

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  • Série

    J.J. Abrams cria sua primeira série desde Fringe e leva Apple e HBO à guerra para exibi-la

    17 de janeiro de 2018 /

    O cineasta J.J. Abrams, criador de “Lost” e diretor das franquias “Star Trek” e “Star Wars”, desenvolveu uma nova série sci-fi, e a definição de quem irá exibi-la está gerando uma guerra entre a Apple e a HBO, segundo a revista Variety. Detalhes sobre o projeto estão sendo mantidos em segredo, mas a premissa incluirá a batalha de um mundo contra uma força invasora monstruosa. A atração será a primeira série criada por Abrams desde “Fringe”, em 2008. Neste meio tempo, ele assinou a produção executiva de diversas séries, como “Westworld”, da HBO, mas tem se dedicado mais ao cinema, sendo responsável por relançar “Star Trek” e “Star Wars”. Atualmente, ele trabalha nos próximos filmes de ambas as franquias. Está escrevendo e vai dirigir “Star Wars: Episódio IX”, ainda sem título definido, e trabalha na pré-produção do próximo “Star Trek”, que será dirigido por Quentin Tarantino.

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