“Reservation Dogs” vai acabar na 3ª temporada
A FX e a plataforma Hulu cancelaram “Reservation Dogs”, que terá seu fim na vindoura 3ª temporada. Sterlin Harjo, um dos criadores da série, revelou a notícia em uma postagem no Instagram. “Aqui está: a próxima temporada de ‘Reservation Dogs’ será a temporada final”, escreveu. “Esta é uma frase difícil de escrever e uma decisão ainda mais difícil de tomar”, ele acrescentou. “No entanto, é a decisão correta do ponto de vista criativo para a série. Eu sempre soube como seria o fim desta história, só não sabia quando chegaria. Conforme continuamos a desenvolver histórias e escrever roteiros nesta temporada, ficou claro para os produtores, para Taika e para mim que o final da 3ª temporada era o final perfeito para a série”, explicou. Uma produção 100% indígena Aclamada pela crítica, “Reservation Dogs” é notável por ser a primeira série a apresentar uma equipe totalmente indígena de escritores, diretores e elenco. A série foi criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Amor e Trovão”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirige episódios e é coprodutor da atração com Waititi. Passada em território nativo-americano, a trama gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. O elenco destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. Importância da série Em seu anúncio, Harlo comentou: “Quando tivemos a ideia de ‘Reservation Dogs’, eu não achava que o programa seria feito, mas felizmente foi”. “O primeiro e mais básico objetivo para nós, como povos nativos, era mostrar ao mundo que o humor nativo e os nativos são engraçados. Quase todas as representações na televisão e no cinema sobre o povo nativo são totalmente imprecisas. E a maioria delas tem sido falsa. Foi um presente para nós mostrar ao mundo uma perspectiva diferente das pessoas indígenas e de nossa cultura. Acima de tudo, foi um sonho colaborar e fazer um show que é totalmente escrito por, dirigido por e estrelado por pessoas nativas. Estas são nossas histórias, e elas representam nosso povo. Sabemos que é uma responsabilidade enorme e não levamos isso de ânimo leve”, disse Harjo. Ele concluiu: “Foi uma experiência incrível ver a série tão carinhosamente acolhida pelo público e pela crítica de TV. Somos gratos pelo apoio que recebemos do produtor Garrett Basch, assim como de John Landgraf, Nick Grad, Kate Lambert e todos na FX e Hulu. Nossa experiência com eles foi excepcional e estamos ansiosos para desenvolver novos programas com eles uma vez que as coisas comecem a se movimentar novamente”. A última temporada da série, composto por 10 episódios, vai estrear no dia 2 de agosto nos EUA. “Reservation Dogs” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+. Confira abaixo o trailer nacional da 2ª temporada da atração.
Futurama: Trailer apresenta novos episódio após 10 anos de hiato
A plataforma americana de streaming Hulu divulgou o pôster e o trailer da tão esperada 11ª temporada de “Futurama”. Após uma década fora do ar, Fry, Leela, Bender e o restante da equipe retornam em novas aventuras animadas. Desde seu lançamento original em 1999, a série passou por vários intervalos e trocas de canais, tendo sua última exibição inédita em 2013. Inicialmente, a série foi exibida pela rede Fox por quatro temporadas. Em seguida, passou para o canal Comedy Central, que a transmitiu até sua 7ª temporada. Depois de uma década, a produção é agora retomada pela Hulu. A nova temporada abordará o desenrolar da épica história de amor entre Fry e Leela, os segredos ocultos na caixa de areia de Nibbler, a história misteriosa do malévolo Papai Noel robô e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Mas as tramas também refletirão o mundo atual, mostrando os personagens diante de uma nova pandemia, explorando o futuro das vacinas, bitcoin, cultura do cancelamento e TV por streaming – além de fazer referências à filmes e séries sci-fi recentes, como “Duna” e “Westworld”. “Futurama” foi criada por Matt Groening (“Os Simpsons”) e desenvolvida em parceria com David X. Cohen (“Futurama”). A equipe ainda retorna com os produtores originais Ken Keeler e Claudia Katz, além de todos os dubladores, incluindo Billy West, Katey Sagal, Tress MacNeille, Maurice LaMarche, Lauren Tom, Phil LaMarr, David Herman e John DiMaggio, que continuarão a dar voz aos personagens centrais. A estreia da nova temporada está marcada para o dia 24 de julho nos EUA. Os episódios inéditos devem chegar no Brasil pela plataforma Star+, que já disponibilizou as temporadas anteriores.
O Urso: Estreia da 2ª temporada bate recorde de audiência nos EUA
A plataforma americana Hulu revelou que a estreia da 2ª temporada de “O Urso” bateu recorde de audiência no streaming. A série é uma co-produção da Hulu com o canal americano FX, ambos da Disney, que surpreendeu ao conquistar o público e a crítica. Os novos episódios foram lançados nos Estados Unidos na última quinta-feira (22/6) e consagraram a maior estreia de uma série da FX na Hulu. Embora a empresa não divulgue os números de audiência, a Hulu afirmou que a 2ª temporada teve um aumento de 70% no total de horas transmitidas em comparação ao primeiro ano. A estimativa foi calculada ao longo dos quatro primeiros dias de lançamento dos 10 episódios inéditos. Vale mencionar que a 1ª temporada foi a mais assistida de uma série de comédia na história da FX, segundo a Hulu. Sucesso entre o público, a nova temporada registrou uma aprovação de 100% no Rotten Tomatoes, site agregador de críticas. Ainda no início deste ano, a série foi premiada como Melhor Série Estreante no Spirit Awards (o Oscar independente) e também competiu no Globo de Ouro. 2ª temporada chega em agosto no Brasil Criada por Christopher Storer (produtor-diretor de “Ramy”), a atração acompanha um premiado chef jovem de cozinha (Jeremy Allen White, de “Shameless”), que troca a cena gastronômica de Nova York pela lanchonete decadente da família em Chicago, após herdar o negócio com a morte repentina e chocante de seu irmão. A mudança é radical e completa. Superqualificado para o lugar, ele precisa superar o luto e vencer as resistências dos funcionários para fazer mudanças, já que quase todos seus esforços para melhorar o local geram protestos e transformam a cozinha num inferno, com panelas gigantes fervendo sem parar, canos explodindo e luzes queimando nos piores momentos. O elenco também inclui Ebon Moss-Bachrach (“O Justiceiro”), Ayo Edebiri (“Dickinson”), Lionel Boyce (“Hap and Leonard”), Liza Colón-Zayas (“Em Terapia”), Edwin Lee Gibson (“Fargo”), Corey Hendrix (“The Chi”) e Abby Elliott (“Doze É Demais”). No Brasil, a série é disponibilizada pela Star+ e os novos episódios serão lançados no dia 22 de agosto.
“Nove Desconhecidos” terá 2ª temporada com Nicole Kidman
A plataforma americana Hulu oficializou a renovação da até então minissérie “Nove Desconhecidos” (Nine Perfect Strangers) para uma 2ª temporada. Com sua estreia em 2021, a produção quebrou recordes de audiência, se tornando a série mais assistida do streaming. Os novos episódios terão o retorno de Nicole Kidman como protagonista e produtora executiva, além de diversos personagens inéditos, que viverão seus novos clientes. As novidades do elenco incluirão a veterana estrela sueca Liv Ullman (“Sonata de Outono”), o vencedor do Emmy Murray Bartlett (“The White Lotus”), Dolly de Leon (“Triângulo da Tristeza”), Maisie Richardson-Sellers (“Lendas do Amanhã”) e o turco Aras Aydin (“Two Types of People”). Até o momento, os detalhes de seus papéis não foram revelados. Produzida pelo mesmo criador de Big Little Lies Baseada na obra homônima de Liane Moriarty, a série explorou temas como retiros espirituais, gurus e saúde mental na 1ª temporada. A produção é de David E. Kelley, que já foi responsável pela adaptação de outro livro de Moriarty: “Big Little Lies”, na HBO, também estrelada por Nicole Kidman. A história acompanha nove pessoas que decidem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. Confrontados por situações incomuns, elas passam a questionar até que ponto devem se submeter ao que lhes é requisitado, alimentando um clima de tensão e suspense na locação distante. Nicole Kidman interpreta a dona do spa, que na 1ª temporada recebeu personagens vividos por Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Tiffany Boone (“Hunters”), Manny Jacinto (“The Good Place”), Melvin Gregg (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Asher Keddie (“Estado Zero”) e Grace Van Patten (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”). No Brasil, a 1ª temporada de “Nove Desconhecidos” foi lançada pela Amazon Prime Video.
Série dos criadores de “The OA” com Alice Braga ganha primeiras imagens
O canal pago americano FX revelou as duas primeiras imagens da nova minissérie de mistério dos criadores de “The OA”, que tem a brasileira Alice Braga no elenco. Anteriormente intitulada “Retrat”, a série também ganhou outro nome e agora se chama “A Murder at the End of the World” (“Um Assassinato no Fim do Mundo”, em tradução literal). A trama gira em torno de Darby Hart (Emma Corrin, de “The Crown”), uma detetive amadora da Geração Z. Ao lado de outros oito personagens, Darby é convocada por um enigmático bilionário (Clive Owen, de “Os Filhos do Amanhã”) para participar de um retiro em um local remoto e deslumbrante. Contudo, quando um dos convidados é encontrado morto, ela precisa utilizar todas as suas habilidades para provar que se trata de um assassinato. Enfrentando diversos conflitos, ela corre contra o tempo para impedir que o assassino tire mais vidas. O restante do elenco é formado por Harris Dickinson (“Um Lugar Bem Longe Daqui”), Brit Marling (“The OA”), Joan Chen (“Ovelhas sem Pastor”), Raúl Esparza (“Candy”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”), Ryan J. Haddad (“The Politician”), Pegah Ferydoni (“Almania”), Javed Khan (“Lapwing”), Louis Cancelmi (Billions”), Edoardo Ballerini (“7 Splinters in Time”), Britian Seibert (“The Knick”), Christopher Gurr (“A Idade Dourada”), Kellan Tetlow (“This Is Us”), Daniel Olson (“Nossa Bandeira É a Morte”) e Neal Huff (“Radium Girls”). “A Murder at the End of the World” terá sete episódios e produção teve cenas gravadas na Islândia, Nova Jersey e Utah, prometendo cenários envolventes e cheios de suspense. Dos mesmos criadores de “The OA” Além de fazer parte do elenco da minisserie, a atriz Brit Marling dirige e é uma das co-criadoras ao lado de Zal Batmanglij, marcando mais uma produção da dupla. Os dois criaram juntos a série “The OA”, sci-fi misteriosa da Netflix, lançada em 2016 e também estrelado por Marling. “A Murder at the End of the World” estreia nos Estados Unidos em agosto exclusivamente na plataforma de streaming Hulu. No Brasil, a expectativa é de lançamento pela Star+ – assim como outras séries da Hulu.
Disney removerá “Willow”, “Y” e 50 produções de seus streamings
A Walt Disney Company removerá diversos programas da Disney+ e da plataforma americana Hulu, cujo conteúdo é disponibilizado no Brasil pelo Star+. A chefe de finanças da empresa, Christine McCarthy, afirmou durante uma conferência de resultados financeiros que espera amortizar US$ 2 bilhões ao remover títulos com baixo desempenho dos serviços de streaming. Ela está seguindo os mesmos passos da Warner Bros. Discovery, revisando produções e removendo as que forem pouco rentáveis. No total, 50 programas serão deletados na primeira rodada de reduções. A imprensa afirma que a programação poderá estar disponível em outros lugares, como plataformas de venda digital. McCarthy observou que a Disney+ espera encontrar um prejuízo entre US$ 1,5 bilhão e US$ 1,8 bilhão em despesas referentes ao conteúdo que será removido. Entre os títulos roteirizados que sairão dos catálogos estão: “Y: O Último Homem”, “Pistol”, “Jovem Diaba”, “A Misteriosa Sociedade Benedict”, “Big Shot”, “Nós Somos os Campeões”, “Uma Dupla Quase Perfeita”, “Willow”, “Maggie: A Vidente” e “O Mundo Segundo Jeff Goldblum”. A medida é semelhante à tomada pela Warner Bros. Discovery, que retirou títulos da HBO Max, incluindo “Westworld”, “The Nevers”, “Generation”, “FBoy Island”, “Legendary”, “A Mulher do Viajante no Tempo”, “As Crônicas de Cucu”, “Raised by Wolves” e outros. O objetivo foi interromper o pagamento por títulos pouco rentáveis. Além disso, a empresa vendeu muitos desses mesmos programas às plataformas Roku e Tubi, por meio de uma série de acordos de licenciamento que ajudaram a monetizar a programação que não alcançou a audiência esperada. A estratégia da Disney não foi bem recebida pelos roteiristas e diretores. Entre os profissionais que reclamaram, está a showrunner de “Y: O Último Homem na Terra”, Eliza Clark (“Animal Kingdom”). “Bem, você se dedica a algo por anos, entrega sua alma e coração a isso, assim como centenas de outros artistas. Você o cria durante uma pandemia global, longe de casa. Então, é cancelado antes mesmo de ser concluído e ir ao ar”, tuitou Clark assim que soube da notícia. Phil Hay (“O Peso do Passado”), roteirista de “A Misteriosa Sociedade Benedict”, ironizou a decisão. “Se você gostaria de ver o belo trabalho de centenas de pessoas criativas no programa, tente fazê-lo antes de 26 de maio. Hollywood é isso hoje”, alfinetou. Um dos roteiristas de “Willow”, John Bickerstaff (“Grounded”), também se mostrou indignado. “Eles nos deram seis meses [no ar]. Nem mesmo isso. Este negócio tornou-se absolutamente cruel”, desabafou. Os títulos desaparecerão a partir de 26 de maio. Veja abaixo quais programas serão removidos. “America the Beautiful” “Rumo às Estrelas” “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” “Seja Nosso Chef” “A Batalha das Pizzas” “O Melhor da Neve” “O Grande Mentiroso” “Big Shot” “Beleza Negra: Uma Amizade Verdadeira” “Doze é Demais” “Clouds” “Diário de uma Futura Presidente” “Casamentos de Conto de Fadas Disney” “Dollface” “Da Terra para o Ned” “Tá Tudo uma M&rd@!” “Casamentos de Conto de Fadas Disney” “Comidas Inimagináveis” “Harmonious Ao Vivo” “É Uma Vida de Cão, com Bill Farmer” “Just Beyond” “Jovem Diaba” “Love In The Time Of Corona” “Maggie” “Magic Camp” “The Making Of Willow” “Nós Somos os Campeões” “Mais Que Robôs” “A Misteriosa Sociedade Benedict” “O Grande Ivan” “A Melhor Ideia” “Pentatonix: Volta ao Mundo” “Pick of the Litter” “Pistol” “The Premise” “A Princesa” “The Quest: A Missão” “Destinos Inesperados” “Rosalina” “Disney Jovens Construtores” “Stargirl” “Dublê de Risco” “Super/Natural” “Timmy Fiasco” “Uma Dupla Quase Perfeita” “Acredite, é Verdade!” “Willow” “Wolfgang” “O Mundo Segundo Jeff Goldblum” “Y: O Último Homem”
“Futurama” ganha trailer de novos episódio após 10 anos em hiato
O aguardado retorno de “Futurama” está próximo. A plataforma Hulu divulgou um teaser do resgate da aclamada animação de ficção científica, que marca o retorno da série após 10 anos em hiato. A renovação de “Futurama” foi anunciada pelo streaming há mais de um ano, quando foram encomendados 20 episódios. Desde seu lançamento original em 1999, a série passou por vários intervalos, tendo sua última exibição inédita em 2013. Inicialmente, a série foi exibida pela rede Fox por quatro temporadas. Em seguida, passou para o canal Comedy Central, que a transmitiu até sua 7ª temporada. Depois de uma década, a produção é agora retomada pela Hulu. A nova temporada abordará o desenrolar da épica história de amor entre Fry e Leela, os segredos ocultos na caixa de areia de Nibbler, a história misteriosa do malévolo Papai Noel robô e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Mas as tramas também refletirão o mundo atual, mostrando os personagens diante de uma nova pandemia, explorando o futuro das vacinas, bitcoin, cultura do cancelamento e TV por streaming. “Futurama” foi criada por Matt Groening (“Os Simpsons”) e desenvolvida em parceria com David X. Cohen (“Futurama”). A equipe ainda retorna com os produtores originais Ken Keeler e Claudia Katz, além de todos os dubladores, incluindo Billy West, Katey Sagal, Tress MacNeille, Maurice LaMarche, Lauren Tom, Phil LaMarr, David Herman e John DiMaggio, que continuarão a dar voz aos personagens – incluindo o robô rabugento Bender. A estreia da nova temporada está marcada para o dia 24 de julho nos EUA. No Brasil, todas as temporadas de “Futurama” estão disponíveis na Star+, versão brasileira da Hulu. Good news, everyone! The new season of #Futurama premieres July 24. pic.twitter.com/haBeoiMYRv — Hulu (@hulu) May 18, 2023
Série derivada do filme “Ou Tudo ou Nada” ganha trailer nacional
A plataforma Star+ divulgou o pôster e o trailer nacional da série “Ou Tudo ou Nada de Novo”, que dá sequência ao filme “Ou Tudo ou Nada”” (The Full Mounty) de 1997. 25 anos depois, a trama reencontra os ex-operários que se tornaram strippers masculinos ainda morando em Sheffield e com os mesmos problemas financeiros. Na prévia, Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”), enfrenta altos e baixos da criação de sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”), sem ter conseguido colocar sua vida em ordem. Além disso, em poucos instantes ele reúne os amigos em torno de um novo plano, sugerindo uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”) como Dave, Lesley Sharp (“Before We Die”) como Jean, Hugo Speer (“Sombra e Ossos”) como Guy, Paul Barer (Fórmula 51) como Horse, Steve Huison (“Coronation Street”) como Lomper, Wim Snape (“The Beaker Girls”) como Nathan e Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) como Gerald – sem esquecer dos coadjuvantes: Lesley Sharp (“Catarina, a Menina Chamada Passarinha”) como Jean e Wim Snape (“The Beeker Girls”) como Nathan. O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta para escrever a série com a co-roteirista Alice Nutter. A estreia está marcada para 14 de junho.
Elenco original do filme “Ou Tudo ou Nada” se reúne em trailer da série
A FX Networks divulgou o trailer da série “Ou Tudo ou Nada”, dando sequência ao filme homônimo de 1997. Ainda morando em Sheffield, os ex-operários de aço que se tornaram strippers masculinos Gaz, Dave, Lomper, Gerald, Horse e Guy seguiram em frente com suas vidas, mas sem conseguir colocá-las em ordem. De acordo com a sinopse oficial, a série pretende mostrar o que aconteceu com os personagens depois que colocaram suas roupas de volta, explorando seus momentos mais brilhantes, bobos e desesperados. Na prévia, Gaz, interpretado por Robert Carlyle (“T2: Trainspotting”), enfrenta altos e baixos ao criar sua filha adolescente Destiny (Talitha Wing, de “Alex Rider”). No entanto, fica claro que as trapalhadas não acabaram, já que ele reúne os amigos e promete que “isso será o maior retorno”, sugerindo uma nova façanha para conseguir dinheiro. Além de Carlyle, reprisam seus papéis na série Mark Addy (“Game of Thrones”) como Dave, Lesley Sharp (“Before We Die”) como Jean, Hugo Speer (“Sombra e Ossos”) como Guy, Paul Barer (Fórmula 51) como Horse, Steve Huison (“Coronation Street”) como Lomper, Wim Snape (“The Beaker Girls”) como Nathan e Tom Wilkinson (“O Grande Hotel Budapeste”) como Gerald – sem esquecer dos coadjuvantes: Lesley Sharp (“Catarina, a Menina Chamada Passarinha”) como Jean e Wim Snape (“The Beeker Girls”) como Nathan. O roteirista original do filme, Simon Beaufoy, também está de volta para escrever a série com a co-roteirista Alice Nutter. Ainda sem previsão de estreia, “The Full Monty” (título original) será exibida pela Star+ no Brasil e no restante da América Latina. Nos demais países, a atração irá ao ar pela Disney+, exceto nos EUA, onde fará parte da programação da Hulu.
Elle Fanning revela que já perdeu papel por não ter “seguidores suficientes”
A atriz Elle Fanning (“Malévola”) revelou que perdeu um papel em uma grande franquia do cinema por não ter “seguidores suficientes no Instagram”. Em entrevista ao podcast “Happy Sad Confused” nesta quinta-feira (11/5), a atriz confirmou que já fez teste para pelo menos um filme de grande franquia, como a Marvel, DC e Star Wars. Sem revelar o nome do estúdio, ela expôs que foi dispensada sob a justificativa de não ter popularidade suficiente na rede social. “Não vou dizer o que era, mas uma vez não consegui um papel para algo grande porque – pode não ter sido apenas esse motivo, mas esse foi o feedback que ouvi – eu não tinha seguidores suficientes no Instagram na época”, disse Fanning. “Eu firmemente não acredito que não consegui o papel [por isso]. Era para algo maior, uma coisa da franquia”. Atualmente, a intérprete da princesa Aurora de “Malévola” (2014) acumula mais de 6 milhões de seguidores no Instagram. Questionada sobre haver alguma pressão na sua carreira para conseguir um papel em alguma grande franquia a fim de se manter “relevante” como atriz, ela pareceu despreocupada. “Não sinto essa [pressão]. Eu não”, afirmou. Entretanto, a atriz reconhece que ingressar nesse tipo de filme pode abrir portas e impulsionar a carreira para vários atores, mas pontua que tudo também pode dar errado, se o filme fracassar. “Não sabe se eles vão funcionar às vezes, o que é assustador”, disse. No momento em que divulga a 3ª temporada da série “The Great”, na qual contracena com Nicholas Hoult (“O Menu”), ela também comentou sobre seu colega de elenco. Recentemente, Hoult perdeu papéis em grandes produções como “Top Gun: Maverick” (2022) e “Batman” (2022), este último conquistado por Robert Pattinson. “Eu nunca diria não para essas coisas, mas teria que ter uma reunião e realmente conversar para entender como é”, acrescentou sobre ingressar em uma franquia. “Eu não tive que passar pelo que Nick passou… eles o fizeram experimentar o traje [do Batman]. Você precisa de um equilíbrio. Se você quer fazer seu trabalho independente, especialmente em produção… [ter uma grande franquia] faz você respirar melhor”. O último filme estrelado por Fanning foi o romance “Por Lugares Incríveis”, lançado pela Netflix em 2020. Desde então, a atriz atua em “The Great” como a imperatriz russa Catarina, que trava uma guerra íntima pelo trono com o marido, o czar Pedro III, vivido por Hoult. A série é uma comédia marcada pelo humor ácido do criador Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo roteiro de “A Favorita” (2018). “The Great” é uma produção do streaming Hulu, que estreia sua 3ª temporada no dia 12 de maio nos Estados Unidos. No Brasil a série é disponibilizada pelas plataforma Lionsgate+.
Disney planeja unificar streamings até o final do ano
A Disney anunciou que lançará um aplicativo único para juntar as programações dos streamings Hulu, ESPN+ e Disney+ até o final deste ano nos EUA. Bob Iger, CEO da Disney, descreveu a mudança como uma “progressão lógica” de suas ofertas de serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução) e afirmou que as três plataformas também continuarão disponíveis de forma independente. No Brasil, a empresa opera as plataformas Disney+ e Star+ (a versão internacional da Hulu), que devem seguir a fusão da matriz. Isso já acontece na Europa, onde a Star é uma opção de conteúdo dentro da Disney+. A revelação de Iger acontece dias antes da Warner Bros. Discovery lançar sua nova plataforma Max, que unificará HBO Max e Discovery+. E fortalece uma tendência de consolidação no mercado dos streamings. A unificação num novo app resultará em um aumento do preço dos serviços individuais. Além disso, a Disney pretende produzir menor volume de conteúdo para seus serviços, além de anunciar que vai remover certos títulos à medida em que busca melhorar sua lucratividade. “Estamos confiantes de que estamos no caminho certo para a lucratividade do streaming”, disse Iger. Segundo ele, há oportunidades empolgantes para publicidade no novo aplicativo com os três serviços juntos. Como 40% das unidades domésticas de anúncios da empresa são endereçáveis, os anunciantes podem segmentar espectadores individuais por meio de uma variedade de características. Isso trará maiores oportunidades para os anunciantes, enquanto a unificação oferecerá aos assinantes um acesso a mais conteúdo de forma mais simplificada. A Disney assumiu o controle operacional da Hulu em 2019, após comprar a 21th Century Fox, dona de 30% da plataforma, e adquirir 10% que estavam com a Warner. No próximo ano, a empresa terá que tomar uma decisão de compra/venda contratual sobre os 30% que ainda não lhe pertencem. O negócio obrigatório dará à Disney a oportunidade de comprar o último terço da plataforma, que é da Comcast (dona da Universal Pictures, do canal NBC e da plataforma Peacock). Para fazer a aquisição, a Disney precisará pagar à Comcast pelo menos US$ 9 bilhões, com a avaliação exata a ser determinada por um árbitro. Mas a Comcast também poderá fazer uma oferta pelos 70% do serviço que pertencem ao conglomerado chefiado por Iger. Ainda não ficou claro se a Disney vai fechar um acordo para comprar a última parte da Hulu, mas a empresa teve conversas “construtivas” com a Comcast. “É muito, muito complicado tomarmos grandes decisões sobre nosso nível de investimento, nosso compromisso com esse negócio, queremos entender para onde isso pode ir”, declarou Iger. Com resultados do segundo trimestre deste ano, a Hulu registrou um crescimento de 200 mil assinaturas, totalizando 48,2 milhões de usuários da plataforma. Já o segmento esportivo da ESPN+ aumentou em 2%, alcançando 25,3 milhões de assinantes. Os números superaram as expectativas e apareceram entre os maiores triunfos da empresa no trimestre passado, após uma queda de 4 milhões de assinantes na Disney+ nesse mesmo período. A Disney+ chegou oficialmente no Brasil em novembro de 2020, enquanto a Star+, versão internacional da Hulu, foi disponibilizada em 2021.
Disney+ perde mais de 4 milhões de assinantes
A Disney+ perdeu mais de 4 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2023, marcando sua segunda queda trimestral consecutiva. No final do ano passado, o streaming enfrentou sua primeira queda desde seu lançamento em 2019. Agora, a Disney+ registra 157,8 milhões de assinantes, em comparação aos 161,8 milhões do trimestre passado. Segundo a empresa, a segunda queda foi impulsionada por um declínio sequencial de 4,6 milhões na Disney+ Hotstar, a versão do serviço oferecida na Índia e em partes do Sudeste Asiático. No ano passado, a Disney perdeu os direitos de transmissão dos jogos de críquete da Indian Premier League (IPL), que gera paixões equivalentes ao do Campeonato Brasileiro de Futebol, o que diminuiu a expectativa de crescimento na região. No entanto, a companhia conseguiu reduzir suas perdas de negócios de streaming em US$ 400 milhões, uma queda de 26% ano a ano, graças ao aumento no preço da assinatura do serviço. Apesar da queda no número de assinantes, a Disney superou as expectativas de Wall Street para ganhos e receitas trimestrais, graças ao desempenho impressionante dos parques temáticos da empresa no primeiro trimestre do ano. Inclusive, em Orlando, a Disney encara uma disputa territorial com o governador da Flórida, Rick DeSantis. A empresa de entretenimento abriu um processo em que alega que DeSantis violou seus direitos constitucionais e dificulta o desenvolvimento dos parques temáticos. A empresa também passa por um momento de demissões em massa, que devem afetar cerca de 7 mil funcionários. Em paralelo, ainda enfrenta a greve dos roteiristas nos Estados Unidos, que paralisou produções do estúdio, como o longa “Blade” e a série “Andor”. Os títulos fazem parte das franquias mais lucrativas do estúdio, Marvel e Star Wars, respectivamente. Embora os desafios mencionados e a perda de assinantes da Disney+ sejam marcos negativos, outros serviços da empresa conseguiram obter êxito. A plataforma Hulu, que opera apenas na América do Norte, ganhou 200 mil assinantes no trimestre, ficando em 48,2 milhões, enquanto ESPN+ aumentou em 2%, totalizando 25,3 milhões. Como sempre, a Disney não revelou o desempenho da Star+ (a Hulu da América do Sul). Segundo a empresa, a Disney passa por um momento de mudança, que conduzirá a um processo de revisão de conteúdo de seus serviços DTC (direto ao consumidor, em tradução). “No futuro, pretendemos produzir volumes menores de conteúdo em alinhamento com essa mudança estratégica”, justificou a CFO Christine McCarthy, num teaser. Vem aí a unificação das plataformas Hulu/Star+ com a Disney+!
“9-1-1” é cancelada e salva por outro canal nos EUA
A rede de TV americana Fox decidiu não renovar sua série de maior audiência, “9-1-1”, produzida pela 20th Television. O último episódio da 6ª temporada, que será lançado no dia 15 de maio, será o último exibido pela Fox. Mas esse não é o fim do drama criado por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear (todos de “American Horror Story”): a Disney resgatou a produção e exibirá a 7ª temporada do programa em sua rede, a ABC. Em contrapartida, a série “9-1-1: Lone Star”, estrelada por Rob Lowe (“The Outsiders”), foi oficialmente renovada e terá sua 5ª temporada na Fox. “Foi uma honra ser a rede fundadora de ‘9-1-1’ e agradecemos a Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman e o resto do elenco e equipe, e a 20th Television por entregar uma série tão impactante para a Fox”, disse a emissora em um comunicado. “Desejamos a eles boa sorte após o término da temporada final de ‘9-1-1’ na Fox.” “9-1-1” deve ter uma transição relativamente tranquila para a ABC. O canal já possui um programa de sucesso que anteriormente teve uma longa duração na Fox, antes de ser cancelado por motivos financeiros: o “American Idol”. Além disso, “9-1-1” também obteve êxito no streaming Hulu, controlado pela Disney. “Graças ao impulso criativo de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, bem como ao talentoso elenco, ‘9-1-1’ tem sido um dos dramas mais definidores e originais da televisão aberta nos últimos seis anos e estamos honrados em trazê-lo para o grupo respeitável de séries da ABC”, disse Craig Erwich, presidente do Disney Television Group. “É um privilégio manter ‘9-1-1’ na família, com a produção da 20th Television, e esperamos contar mais histórias emocionantes e inspiradoras sobre esses personagens amados na nossa programação.” O motivo do cancelamento pela Fox tem caráter financeiro. Embora seja uma das séries de maior sucesso do canal, “9-1-1” é também a mais cara, custando de US$ 9 milhões a US$ 10 milhões por episódio. Além disso, também conta com um elenco de renome, como Angela Basset (“Pantera Negra 1 e 2”), Jennifer Love Hewitt (“Ghost Whisper”) e Peter Krause (“Parenthood”), que não tem salário baixo. A Fox mantém a parceria com a 20th TV. Além de “Lone Star”, a rede também renovou recentemente por duas temporadas os desenhos animados “The Simpsons”, “Family Guy” e “Bob’s Burger”, além de ter assinado um novo acordo de exibição com o streaming Hulu. “9-1-1” é líder de audiência, tanto na TV quanto no streaming. No entanto, o fato de o elenco principal ter pelo menos mais um ano nos seus contratos provavelmente ajudou para que o programa fosse resgatado pela ABC. A 7ª temporada de “9-1-1” ainda não tem previsão de estreia. As duas séries da franquia “9-1-1” são exibidas no Brasil pela plataforma Star+.












