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  • Série

    Hulu renova as séries de comédia PEN15 e Ramy

    1 de maio de 2019 /

    A plataforma Hulu renovou mais duas séries de comédia estreantes. “PEN15” e “Ramy” receberam encomenda de novas temporadas, duas semanas após a renovação de “Shrill”. “PEN15” foi criada pelas atrizes Maya Erskine (de “Insecure” e “Man Seeking Woman”) e Anna Konkle (“Rosewood”), que revisitam suas próprias adolescentes no ano de 2000. Na trama, elas vivem duas amigas de 13 anos que enfrentam ansiedades e constrangimentos da vida na Sétima Série. O detalhe é que, sob as roupas e truques de rejuvenescimento, estão duas mulheres adultas de cerca de 30 anos de idade, que contracenam o tempo inteiro com crianças de verdade. Isto gera cenas bizarras e momentos incômodos, porque, como o título (uma referência ao órgão sexual masculino) sugere, um dos temas principais é a curiosidade das duas em relação ao sexo. A produção é da trupe The Lonely Island (Andy Samberg, Akiva Schaffer e Jorma Taccone) e recebeu 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “Ramy”, por sua vez, está sendo considerada uma das melhores surpresas desse começo de ano. Assim como seu intérprete, o comediante Ramy Yousseff, o personagem-título é filho de imigrantes egípcios, que atravessa uma jornada espiritual num bairro politicamente dividido de Nova Jersey. A série explora como é ser muçulmano nos Estados Unidos atuais, mostrando o protagonista dividido entre uma comunidade religiosa que acredita que a vida é um teste moral e a descrença de sua geração, que acha que a vida não tem consequências. A série é criação do próprio Ramy Youssef, em parceria com Ari Katcher (criador de “The Carmichael Show”) e o estreante Ryan Welch. A produção também inclui Jerrod Carmichael (o Carmichael do “The Carmichael Show”) e está a cargo do estúdio indie A24. Com as renovações, a plataforma aponta um caminho diferenciado para suas séries de comédia, que focam o inusitado e tramas pouco exploradas em outros locais. Vale lembrar que “Shrill” é sobre uma gordinha feliz com o próprio corpo.

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  • Série

    Volta da série Veronica Mars ganha trailer explosivo

    1 de maio de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer completo do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia volta a trazer a atriz, já adulta, ao papel que a consagrou. O vídeo mostra que Veronica pode ter envelhecido, mas não perdeu seu mau-humor maravilhosamente ácido. Ela também continua apaixonada por Logan Echolls (Jason Dohring), riquinho mimado que se redimiu na série original. Mas o clima romântico não resiste a um novo mistério literalmente explosivo. Veronica volta à cidadezinha litorânea de Neptune no período de férias (conhecido como Spring Break nos EUA), a tempo de testemunhar o acirramento da divisão social entre seus moradores. Enquanto a classe trabalhadora lucra com o turismo, as famílias da elite querem acabar com a farra do spring break e moralizar a região. A prévia até sugere que alguém pode estar explorando atividades criminais para espantar os turistas do local. E capricha nos closes de um novo personagem, vivido por ninguém menos que J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash” e estrela da série “Counterpart”). Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars (Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell, Enrico Colantoni, Jason Dohring e o estreante J.K. Simmons, os novos episódios também contarão com as voltas de Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas) a seus personagens da série clássica. Esse elenco original – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho.

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  • Ghost Rider - Agents of SHIELD
    Série

    Marvel anuncia séries do Motoqueiro Fantasma e do Filho de Satã

    1 de maio de 2019 /

    O serviço de streaming Hulu prepara uma série do Motoqueiro Fantasma (Ghost Rider). E o papel principal ficará com Gabriel Luna, que interpretou o personagem em “Agents of SHIELD”. A revelação foi feita pela Marvel nas redes sociais e confirmada pelo ator. Mas o site da revista Variety acrescentou que, apesar da escalação de Luna, a série não será um spin-off, pois não se passará na mesma continuidade de “Agents of SHIELD”. A plataforma também vai lançar uma série do Filho de Satã (Helstrom), sugerindo que prepara um universo compartilhado para os personagens de terror da Marvel. Afinal, Damien Helstrom surgiu nas páginas da primeira edição em quadrinhos do Motoqueiro, em 1973. A Marvel planeja uma série do Motoqueiro Fantasma desde 2016, após o sucesso da aparição de Gabriel Luna em “Agents of SHIELD”. Na época, ainda se falava em Netflix. Mas a Disney foi em outra direção e pausou o projeto até comprar a Fox e se consolidar no comando da Hulu. O desenvolvimento da série está a cargo de Ingrid Escajeda, roteirista-produtora de “Justified”, “Empire” e “Sneaky Pete”. Um fato incontornável em relação à atração é que esse “Motoqueiro” não dirige moto, mas um Dodge Charger infernal de 1969. O nome original do personagem, “Ghost Rider”, quer dizer “Motorista Fantasma” em inglês – o “Motoqueiro” ficou por conta dos editores de quadrinhos brasileiros dos anos 1970, que viram Johnny Blaze numa moto e optaram pela solução visual imediata. O detalhe é que, enquanto Nicolas Cage deu vida a Johnny Blaze no cinema – o personagem original dos anos 1970, que era mesmo um motoqueiro – , Gabriel Luna interpreta outra encarnação do Espírito da Vingança dos quadrinhos, Robbie Reyes. E ele é um mecânico que prefere apavorar com seu carrão que cospe fogo. Por conta disso, a melhor sugestão para quem disponibilizar essa série no Brasil é não “traduzir” o título, mantendo o nome original de “Ghost Rider”. A segunda produção anunciada também tem grande potencial. O “Filho de Satã” da Marvel é Daimon Helstrom, que, como os tradutores nacionais deixaram claro, é filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série deve mudar tudo isso. De acordo com o site Deadline, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos tem um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O desenvolvimento está a cargo de Paul Zbyszewski, produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost”. Resta saber se a Hulu pretende mesmo criar uma versão em streaming do universo sombrio da Marvel. Caso vá em frente, Blade é outro forte candidato a ganhar série, caso a opção não seja pela adaptação direta de “A Tumba de Drácula” (The Tomb of Dracula). Vale lembrar que o “Motoqueiro”, Helstrom e Blade já compartilharam uma mesma publicação da Marvel, intitulada “Espíritos da Vingança” (Spirits of Vengeance). E os dois últimos se juntaram a vários outros personagens, incluindo o Lobisomem (Werewolf by Night), Morbius (que vai ganhar um filme da Sony) e até o Doutor Estranho em “Filhos da Meia-Noite” (Midnight Sons). A Hulu pode estar planejando uma espécie de “Os Defensores” de terror.

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  • Série

    Trailer da 3ª temporada de The Handmaid’s Tale anuncia revolução das mulheres

    1 de maio de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer da 3ª temporada de “The Handmaid’s Tale”, que revela a data de estreia dos novos episódios. A prévia também mostra a determinação de June/Offred (Elizabeth Moss) para liderar uma revolução e surpreende com uma aliança entre a aia e sua patroa, Serena (Yvonne Strahovski). Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama de “The Handmaid’s Tale” se passa num futuro distópico, após desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda levar a sociedade a explorar as mulheres férteis como propriedade do estado e dar origem a um governo fundamentalista de extrema direita. A trama foi adaptada por Bruce Miller (de “The 100”) e já deixou para trás a história do livro, adentrando território inédito na 2ª temporada para continuar acompanhando a trajetória de sua protagonista. A 3ª temporada vai explorar a revolta das mulheres contra o regime de Gilead, o país fictício da trama – cujo nome vem da Bíblia. A estreia vai acontecer em 5 de junho nos Estados Unidos. As duas primeiras temporadas foram exibidas no Brasil pelo canal pago Paramount e estão sendo disponibilizadas também pela Globoplay.

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  • Série

    Catch-22: Minissérie de George Clooney ganha novo trailer

    27 de abril de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o segundo trailer da minissérie “Catch-22”, produzida, dirigida e estrelada por George Clooney. A prévia destaca o clima maníaco da trama, uma sátira que se passa num acampamento militar durante a 2ª Guerra Mundial. O papel de Clooney é pequeno, ainda que permita ao ator chamar atenção com tiques exagerados. A produção marca seu retorno às séries, 20 anos após sua saída de “ER/Plantão Médico” em 1999, mas seu maior envolvimento se dá atrás das câmeras. A minissérie de seis episódios é baseada no romance pacifista “Ardil-22”, lançado em 1961 por Joseph Heller e já transformado num filme cultuadíssimo de 1970 por Mike Nichols. A adaptação foi criada pelo roteirista Luke Davies (“Lion”) e pelo cineasta David Michôd (“The Rover – A Caçada”). A trama gira em torno de um piloto americano, que não se conforma com o fato de a Força Aérea sempre aumentar o número de missões exigidas antes que ele possa voltar para casa. Ele descobre que a única forma de evitar essas missões é declarando insanidade, mas o único modo de provar insanidade é se propondo a aceitar as missões mais perigosas. Esse dilema impossível é batizado de Ardil-22. Além de Clooney, o elenco também destaca Hugh Laurie (série “House”), Kyle Chandler (série “Bloodline”) e Christopher Abbott (“Ao Cair da Noite”), que vive o protagonista. A estreia vai acontecer em 17 de maio.

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  • Filme

    Shrill é renovada para a 2ª temporada

    17 de abril de 2019 /

    A plataforma de streaming americana Hulu anunciou a renovação de “Shrill” para sua 2ª temporada. A série de comédia recebeu uma encomenda de 8 episódios – dois a mais do que em sua temporada inaugural. A renovação aconteceu depois de um mês do lançamento simultâneo dos seis episódios iniciais, que atingiram 91% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Baseada num livro de memórias da escritora Lindy West, a série traz Aidy Bryant (“Saturday Night Live”) como Annie, uma jovem jornalista com sobrepeso que quer mudar sua vida, mas não seu corpo. Annie tenta fazer isso enquanto lida com namorados ruins, pais doentes e um chefe perfeccionista, enquanto o mundo ao seu redor não a considera boa o suficiente devido a seu peso. Além de estrelar, Bryant é creditada como cocriadora da série, ao lado da autora do livro e da showrunner Alexandra Rushfield (roteirista-produtora das séries “Love” e “Parks and Recreation”). A 2ª temporada de “Shrill” tem previsão de estreia somente para 2020.

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  • Série

    Teaser revela data de estreia do revival de Veronica Mars

    12 de abril de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser oficial do revival de “Veronica Mars”, série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (hoje em “The Good Place”) vivia uma detetive mirim. A prévia volta a trazer a atriz, já adulta, ao papel que a consagrou, para revelar a data de estreia de seu retorno. De quebra, o vídeo mostra que Veronica pode ter envelhecido, mas não perdeu seu mau-humor maravilhosamente ácido. A série vai acompanhar a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama vai repercutir assassinatos de jovens que estão passando as férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que “coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo” – segundo a descrição oficial. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes do século. Concebida como uma versão irônica de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, está bem mais envolvida na produção. A série vai retornar numa temporada de 8 episódios na plataforma de streaming em 26 de julho.

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  • Etc

    Ações da Disney disparam com anúncio da Disney+ (Disney Plus) – e Netflix sofre queda

    12 de abril de 2019 /

    Wall Street reagiu com entusiasmo à apresentação da Disney+ (Disney Plus). Sem participação de astros famosos, ao contrário da apresentação da Apple+, os planos da Disney para o streaming convenceram o mercado de ações norte-americano pela clareza, com datas, preços, projeções, descrição de conteúdo e até uma demonstração da interface de seu aplicativo – tudo que faltou ao evento da Apple, realizado duas semanas antes. Como resultado, as ações da Disney amanheceram em alta nesta sexta (12/4), subindo impressionantes 10% em 24 horas. Enquanto isso, as ações da Netflix, que domina o mercado de streaming, sofreram uma queda de 3%. Além da clareza, um dos pontos mais celebrados pelos investidores foi o preço da assinatura mensal do Disney+ (Disney Plus), anunciado como US$ 6,99 ao mês, bem mais barata que o pacote básico da Netflix (US$ 8,99). Quando Bob Iger, o CEO da Disney, pronunciou o valor no evento realizado na noite de quinta (madrugada desta sexta, pelo fuso horário brasileiro), houve um burburinho coletivo no local, um estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia. “Estamos começando a partir de uma posição de força, confiança e otimismo desenfreado”, afirmou Iger durante a presentação. E os investidores concordaram. A Disney revelou que gastará mais de US$ 1 bilhão em conteúdo original para alimentar a plataforma de streaming com séries, programas e filmes exclusivos em 2020, quantia que pretende aumentar para até US$ 2,5 bilhões por ano de investimento. Pode não parecer muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. Iger e a CFO da Disney, Christine McCarthy, também assumiram que o lançamento causará prejuízo para a empresa durante cinco anos, mirando 2024 como o ano em que o negócio deverá começar a dar lucro. Caso as ações da Disney se mantenham em alta, o prazo pode se tornar bem menor.

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  • Etc,  Série

    Disney anuncia data, preço e detalhes de seu projeto de streaming

    12 de abril de 2019 /

    A Disney divulgou seus planos oficiais para o streaming, num evento para investidores e imprensa realizado na noite de quinta (sexta no Brasil, 12/4, pela diferença do fuso horário) num estúdio da empresa em Burbank, na Califórnia – o mesmo usado para a filmagem do “Mary Poppins” original. O projeto consiste no lançamento de um pacote com três serviços: ESPN+ com esportes, Hulu com programação adulta e Disney+ (Disney Plus) para toda a família. Destes três, apenas o Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível. Mas finalmente ganhou uma data de lançamento. O Disney+ (Disney Plus) será lançado em 12 de novembro nos Estados Unidos. A apresentação da plataforma, comandada pelo CEO Bob Iger, veio acompanhada da confirmação de que o serviço será internacional, com a expectativa de chegar a outros países em 2020. Outro detalhe importante foi divulgado: seu preço. Custará apenas US$ 6,99 ao mês – ou, com desconto, será oferecido por uma assinatura anual de US$ 66,90 nos Estados Unidos. O valor é bem mais em conta que o preço da assinatura mais barata da Netflix – US$ 8,99 ao mês. A maior parte da programação do Disney+ (Disney Plus) será preenchida pela vasta biblioteca de títulos da empresa. Já em seu lançamento, o serviço contará com 18 filmes da Pixar, 13 clássicos animados da Disney que estão fora de circulação há tempos, todos os filmes de “Star Wars” e dos super-heróis da Marvel, inclusive, em primeira mão, a estreia de “Capitão Marvel” e “Vingadores: Ultimato” em streaming, cerca de 250 horas de programação da National Geographic, 100 produções originais do Disney Channel, 660 episódios de “Os Simpsons” e produções exclusivas criadas especificamente para a plataforma, . Entre as produções exclusivas, incluem-se uma versão live-action de “A Dama e o Vagabundo”, além de séries derivadas de “Star Wars”, dos filmes da Marvel e da Fox, dos desenhos da Pixar e dos telefilmes da Disney – casos, por exemplo, de “The Mandalorian”, passada numa galáxia distante, produções com Loki, Feiticeira Escarlate e Visão, Gavião Arqueiro, Soldado Invernal e Falcão, séries animadas baseadas nos quadrinhos de “O Que Aconteceria Se” (What If) e no filme de “Monstros S.A.”, sem esquecer de uma continuação de “Com Amor, Simon” e um spin-off de “High School Musical”. Para começar, estão previstas oito séries originais live-action, cinco atrações animadas, 14 produções de variedades (documentários, reality shows, especiais) e seis filmes exclusivos, que estão sendo produzidos visando disponibilidade no lançamento do serviço. A Disney está investindo US$ 1 bilhão na produção desse conteúdo exclusivo para a plataforma. Não parece muito diante dos US$ 15 bilhões que a Netflix deve gastar em 2019, mas o conglomerado de Bob Iger não precisa pagar direitos de licenciamento para montar seu conteúdo, nem direitos autorais para adaptar franquias que já possui, o que faz com que seus dólares produzam mais que o dinheiro da Netflix. A expectativa, porém, é que a empresa perca milhões de dólares até a plataforma se tornar lucrativa, numa curva que só deve mudar após cinco anos de expansão. Neste período, a Disney+ (Disney Plus) continuará investindo cada vez mais em produções exclusivas. Antes mesmo de lançar o serviço, a Disney assumiu que espera perder cerca de US$ 150 milhões em taxas de licenciamento, que deixarão de entrar em seus cofres após encerrar seu relacionamento com a Netflix. E diz já ter perdido cerca de US$ 1 bilhão ao investir em tecnologia e na montagem de seu negócio de streaming, com custos que devem crescer muito mais quando a Disney+ (Disney Plus) começar a operar. O evento também contou com uma breve demonstração do aplicativo Disney+ (Disney Plus) (veja um vídeo abaixo), que oferece aos usuários a opção de navegar pelo serviço por marca – por exemplo, Marvel ou Star Stars. Os assinantes da Disney+ (Disney Plus) poderão criar perfis com experiências personalizadas com base em seus produtos favoritos. E o serviço também inclui controle dos pais com restrição por idade. Por enquanto, Disney+ (Disney Plus), ESPN+ e Hulu serão oferecidos separadamente aos assinantes, mas os planos incluem, num futuro próximo, o lançamento de um pacote com assinaturas para os três produtos com desconto. Para viabilizar esse projeto em todo o mundo, a Disney também planeja implementar, finalmente, a distribuição global da Hulu, que hoje é restrita ao mercado americano. Com isso, deverá encerrar o licenciamento das produções exclusivas do serviço para terceiros – no Brasil, por exemplo, “The Handmaid’s Tale” está sendo disponibilizada pela Globoplay.

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    Future Man é renovada para 3ª e última temporada

    9 de abril de 2019 /

    A plataforma Hulu renovou a série “Future Man” para sua 3ª e última temporada. Série de comédia estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980 e 100% de aprovação em sua 2ª temporada no Rotten Tomatoes, “Future Man” gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial, com o destino do mundo em suas mãos. Josh tem um péssimo emprego num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo – exatamente como em “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984). Na 1ª temporada, ele é enviado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. Já no segundo ano tem o futuro com seu novo destino, seguindo a ordem de acontecimentos da franquia “De Volta ao Futuro”. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells”, e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista”, criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg dirigiram alguns episódios. E o segundo ano ainda destacou participação de Rogen como ator. A 2ª temporada de “Future Man” estreou em 11 de janeiro nos Estados Unidos e a última deve ser lançada no começo de 2020. “Future Man” é a segunda série produzida por Rogen a ter seu final anunciado nesta semana. Na segunda-feira (8/4), o próprio produtor revelou que “Preacher” também chegará ao fim em sua próxima temporada.

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    Atriz de The Walking Dead entra em outra série de terror

    4 de abril de 2019 /

    A atriz Katelyn Nacon, que vivia Enid em “The Walking Dead”, já tem novo papel após a morte brutal de sua personagem na 9ª temporada da série dos zumbis. Curiosamente, ela vai continuar no gênero terror. Nacon entrou na 2ª temporada da série sobrenatural “Light as a Feather”, da plataforma de streaming Hulu. Além dela, o ator Froy Gutierrez (o Nolan de “Teen Wolf”) também será novidade no segundo ano da produção. A atração é baseada no best-seller homônimo de Zoe Aarsen e gira em torno de um jogo inocente de levitação, que envolve a rima “Leve como uma pluma, rígida como um tábua”. Cinco adolescentes que resolvem fazer a brincadeira sobrenatural se veem amaldiçoadas e começam a morrer, forçando as sobreviventes a descobrir por que viraram alvo – e se a força do mal que as está caçando é uma delas. A 2ª temporada vai continuar a história seguindo a principal sobrevivente. Criada por R. Lee Fleming Jr. (roteirista do filme “Ela é Demais” e da série “The Lying Game”), a série foi originalmente estrelada por Liana Liberato (“Se Eu Ficar”), Haley Ramm (“Chasing Life”), Ajiona Alexus (“13 Reasons Why”), Peyton List (“Jessie”) e Brianne Tju (“Scream”) como o quinteto central, além de Dylan Sprayberry (“Teen Wolf”), Jordan Rodrigues (“The Fosters”) e Dorian Brown Pham (“Casual”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.

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    Série dos super-heróis Fugitivos é renovada para a 3ª temporada

    24 de março de 2019 /

    A plataforma de streaming Hulu renovou a série de super-heróis “Runaways”, baseada nos quadrinhos da Marvel publicados no Brasil como “Fugitivos”. A produção chegará a sua 3ª temporada com mais 10 episódios. A informação foi vazada pelo ator James Masters, durante uma convenção no fim de semana, e confirmada oficialmente por meio de um comunicado. A adaptação dos quadrinhos de Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”) é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”, e toma muitas liberdades com o material original. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Mas enquanto isso acontece rapidamente nos quadrinhos, o período entre a descoberta, a ruptura e o confronto tomou a 1ª temporada inteira, dando mais espaço para o desenvolvimento dos personagens adultos que na trama original. “Estamos muito animados para contar mais histórias dos Fugitivos e somos muito gratos à Marvel, Hulu, nosso incrível elenco e equipe, e, claro, nosso público apaixonado”, disseram os co-produtores Schwartz e Savage no comunicado. “A 3ª temporada será um momento mágico no Runaways, à medida que aprofundamos nossa conexão com o universo Marvel. Estamos honrados por poder continuar a brincar na caixa de areia criada por Brian K Vaughn e Adrian Alphona”.

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  • Série

    The Act: Patricia Arquette e Joey King planejam matar uma a outra em trailer de série criminal

    4 de março de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “The Act”, uma nova série de antologia criminal baseada em casos reais. A prévia traz as atrizes Patricia Arquette (“Boyhood”) e Joey King (“A Barraca do Beijo”) como mãe e filha, numa história repleta de subterfúgios e reviravoltas, que leva uma a querer matar a outra. A prévia mostra a jovem Gypsy Blanchard (King), que luta para escapar do relacionamento tóxico com sua mãe superprotetora, Dee Dee (Arquette). Ela é uma menina doente, que vira fonte de renda ao ganhar apoio financeiro de causas beneficentes. Mas sua busca pela independência acaba trazendo à tona as mentiras da mãe exploradora, que a mantém propositalmente debilitada para perpetuar o ingresso de dinheiro. Ela logo percebe que o único jeito de evitar morrer envenenada seria matar a própria mãe. A série é uma criação de Nick Antosca, criador da antologia de terror “Channel Zero”, e a 1ª temporada será baseada em um artigo do Buzzfeed que viralizou com a manchete “Dee Dee queria que sua filha ficasse doente, Gypsy queria que sua mãe fosse assassinada”. A autora da reportagem, Michelle Dean, é creditada como co-criadora da série. A HBO também chegou a produzir um documentário sobre esta história, “Mamãe Morta e Querida” (2017), que mostra as verdadeiras personagens, fisicamente diferentes de suas intérpretes. “The Act” vai se juntar a “American Crime Story” e “Law & Order: True Crime” na onda de séries de antologia sobre crimes reais que entrou em voga nos Estados Unidos. Até o Brasil teve sua própria versão do gênero, “Assédio”, da Globoplay. A direção de “The Act” é assinada pela atriz francesa Laure de Clermont-Tonnerre (“As Múmias do Faraó”), que vai lançar “Mustang”, seu primeiro longa como diretora, na próxima semana nos EUA. “The Act” estreia em 20 de março na plataforma americana e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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