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  • Série

    Y: The Last Man e spin-off de American Horror Story viram conteúdo de streaming

    22 de junho de 2020 /

    Mais duas séries que estavam sendo desenvolvidas para a TV, visando lançamento no canal pago FX, vão estrear diretamente em streaming, na seção FX on Hulu, criada para as atrações da emissora na plataforma de conteúdo adulto da Disney. As séries que serão exclusivas do serviço de streaming são a aguardada adaptação de quadrinhos “Y: The Last Man” (“Y: O Último Homem” nas bancas brasileiras) e o spin-off de “American Horror Story”, a antologia “American Horror Stories”, que contará uma história de terror completa por episódio. Lançada no ano passado com as séries “Mrs. America” e “Devs”, a FX on Hulu faz parte de uma estratégia da Disney para valorizar sua plataforma digital e também vai receber em breve “A Teacher”, com Nick Robinson e Kate Mara, e “The Old Man”, estrelada por Jeff Bridges. A mudança foi comunicada nesta segunda-feira (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu. A apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada revelou que a seção FX on Hulu ampliou em 130% o alcance da programação do FX. A alteração de endereço também correspondeu a mais uma reviravolta na longa jornada para trazer “Y: The Last Man” às telas. A produção está em desenvolvimento há cerca de cinco anos e chegou a ter uma foto oficial divulgada em fevereiro de 2019. Mas desde então tudo mudou. O piloto não agradou e a série voltou à estaca zero com a saída dos responsáveis pela adaptação, Michael Green (“Logan”) e Aïda Mashaka Croal (“Luke Cage”), que se demitiram após uma crise criativa com o FX. No lugar deles, entrou Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”), que encomendou mudanças no piloto dirigido por Melina Matsoukas (das séries “Insecure”, “Master of None” e de clipes premiados de Beyoncé e Rihanna), visando retirar da série elementos que causaram a crise com os showrunners anteriores. Entretanto, as mudanças também levaram à desistência do protagonista previamente escalado, fazendo com que todo o primeiro episódio precise ser inteiramente regravado. O material original, concebido por Brian K. Vaughan e Pia Guerra, é repleto de situações de potencial polêmico, que podem ser consideradas até inapropriadas para a TV. Mas não há declarações oficiais sobre o que teria sido excessivo a ponto de levar roteiristas conceituados como Green e Kroal a abandonar a produção. Por outro lado, em streaming o material poderá ser mais ousado. A verdade é que a ideia inicial de adaptar “Y” tem bem mais de uma década e até agora não conseguiu sair do papel. O projeto chegou a ser considerado um possível filme pela Warner em 2007 e foi levado até a HBO, por se tratar de uma propriedade da DC Comics, mas, ao contrário de “Watchmen”, jamais superou a fase inicial de desenvolvimento de roteiro, originando sua fama de ser arriscada demais. Para quem não conhece, “Y: O Último Homem” é um dos quadrinhos mais cultuados do antigo selo adulto da DC, Vertigo, que venceu nada menos que cinco prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos) e se tornou a primeira graphic novel (num de seus relançamentos como volume encadernado) a vencer o prêmio Hugo (o Oscar/Nobel da literatura sci-fi). Ao longo de 60 edições, publicadas entre 2002 e 2008, Vaughan e a desenhista Pia Guerra contaram a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand foram as únicas exceções. Quando grupos de mulheres descobrem que ele é o último homem do planeta, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), que renderam três temporadas justamente na plataforma Hulu. Já “American Horror Stories” é um projeto recentíssimo, que veio à tona no mês passado. Com produção de Ryan Murphy (criador de “American Horror Story”), a série trará “episódios contidos” de uma hora de duração. Isto é, em vez de contar uma história por temporada como a série original, terá histórias de horror completas e diferentes em cada um de seus episódios. Daí, o “Stories”, no plural. As duas atrações ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    4ª temporada de The Handmaid’s Tale só vai estrear em 2021

    22 de junho de 2020 /

    O lançamento da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” foi adiado para 2021. O anúncio foi feito nesta segunda (22/6) durante o “upfront” digital da Hulu, plataforma de streaming responsável pela exibição original da série nos EUA. Em sua apresentação da programação em desenvolvimento para a próxima temporada, a Hulu revelou que a 4ª temporada da série premiada só terá uma data de estreia definida após as gravações serem retomadas. A produção dos novos episódios tinha sido iniciada em março, mas em seguida foi paralisada, devido ao avanço da pandemia de coronavírus. Não há previsão para a volta aos trabalhos.

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  • Série

    Hulu renova Solar Opposites e Crossing Swords em tempo recorde

    18 de junho de 2020 /

    A Hulu anunciou em tempo recorde a renovação de suas mais recentes séries animadas, “Solar Opposites” e “Crossing Swords”. O anúncio foi acompanhado por novos vídeos das duas séries, que passam a reforçar, com “Rick & Morty” e as produções tradicionais da Fox (“Uma Família da Pesada”, “Bob’s Burgers”), a intenção da plataforma de se estabelecer como um endereço para desenhos alternativos e adultos do conglomerado Disney. “Solar Opposites”, produzido com uma encomenda inicial de duas temporadas, foi renovada para seu terceiro ano, enquanto “Crossing Swords” garantiu sua 2ª temporada. As duas estrearam há pouquíssimo tempo – respectivamente, no mês passado (8/5) e na semana passada (12/6). Desenvolvida por Justin Roiland (co-criador de “Rick & Morty”), “Solar Opposites” acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA, divididos entre achar que a Terra é horrível e impressionante. Enquanto dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas, e vários astros famosos como coadjuvantes, entre eles Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). Produção da equipe de “Frango Robô” (Robot Chicken), “Crossing Swords” acompanha Patrick, um escudeiro da Idade Média que tenta ser valoroso num reino governado por um rei tirano, e por isso é considerado a ovelha negra de sua família de vândalos. Com piadas que incluem violência, palavrões e crítica social, a animação em stop-motion é criada e escrita por John Harvatine IV e Tom Root, produtores-roteiristas de “Frango Robô”. Nicholas Hoult (o Fera de “X-Men: Fênix Negra”) é o responsável pela voz original do protagonista e o elenco de dubladores ainda inclui Adam Ray (“American Vandal”), Tara Strong (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”), Tony Hale (“Veep”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”), Alanna Ubach (“Euphoria”), Adam Pally (“Sonic: O Filme”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Maya Erskine (“PEN15”), Wendi McClendon-Covey (“The Goldbergs”), Breckin Meyer (“Franklin & Bash”), Jameela Jamil (“The Good Place”) e o criador de “Frango Robô”, Seth Green. Veja abaixo os vídeos que anunciam as renovações.

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  • Série

    Michael Keaton vai estrelar minissérie sobre a crise de opioides

    17 de junho de 2020 /

    Michael Keaton vai estrelar sua primeira produção de streaming. O astro de “Birdman” e “Spotlight” será o protagonista da minissérie “Dopesick”, adaptação do best-seller de Beth Macy para a plataforma Hulu. A série é criação de Danny Strong (co-criador de “Empire”) e terá seus episódios dirigidos pelo veterano cineasta Barry Levinson (“Rain Man”). Publicado em agosto de 2018, “Dopesick” é descrito como um olhar ambicioso e angustiante sobre o epicentro da luta contra a crise de opioides, denominação dada ao vício disseminado em medicamentos legais nos EUA. Segundo a sinopse oficial, a série, produzida pela Fox 21 TV Studios, levará os telespectadores a uma comunidade mineira angustiada da Virgínia, aos corredores da DEA (Departamento de Narcóticos da polícia dos EUA) e à opulência da indústria farmacêutica bilionária. Keaton viverá Samuel Finnix, um médico à moda antiga, que aborda sua prática com bondade e compaixão, mas se vê envolvido no segredo mortal da indústria farmacêutica. A participação marca o primeiro papel de Keaton numa minissérie desde “The Company”, em 2007. “No minuto em que nos encontramos com Danny Strong sobre o best-seller de Beth Macy, soubemos imediatamente que era o tipo de série inovadora que tínhamos que trazer para a Hulu”, disse Craig Erwich, vice-presidente sênior de originais da Hulu. “A abordagem inflexível e profundamente convincente de Danny sobre a crise de opioides trará à vida uma das histórias mais importantes que afetam nossa cultura. Acrescente a isso a visão cinematográfica de Barry Levinson e o extraordinário talento de Michael Keaton, e temos uma série inegável, que personifica perfeitamente nossa marca Hulu Originals”. “Estou tão emocionado em contar essa história em uma empresa tão ousada quanto a Hulu”, disse Strong. “A crise dos opioides é uma das histórias mais importantes do nosso tempo e me sinto honrado em não apenas prestar homenagem a suas vítimas, mas para iluminar os heróis que revidaram. As leis foram violadas e muitas mentiras foram contadas. O sistema falhou conosco e ‘Dopesick’ vai mostrar a todos como tudo aconteceu”, concluiu o produtor e roteirista. “Dopesick” é a mais recente adaptação literária a desembarcar na plataforma Hulu, que tem se especializado nesse tipo de produção, veja-se “The Handmaid’s Tale”, “Normal People”, “Little Fires Everywhere”, “High Fidelity” e a vindoura “The Other Typist”.

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  • Filme

    Palm Springs: Trailer traz Andy Samberg preso em loop temporal

    16 de junho de 2020 /

    O conceito do “loop temporal”, “que você já deve ter ouvido falar”, virou fenômeno pop com a comédia “Feitiço do Tempo” (1993). E depois de passar pela sci-fi, o terror e até por séries, finalmente volta ao gênero onde tudo começou. A plataforma Hulu revelou os primeiros pôster e trailer de “Palm Springs”, em que Cristin Milioti (“How I Met Your Mother”) acorda sempre no mesmo dia. Na prévia, ela se envolve com o personagem de Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”), preso num reboot infinito, o que transforma a temática fantasiosa em clima romântico. Os dois resolvem viver como se não houvesse amanhã. E literalmente não há. Apesar de bastante rodada, a execução da ideia recebeu 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes – fato que o trailer faz questão de destacar. Com roteiro de Andy Siara (“Lodge 45”) e direção do curtametragista Max Barbakow, o filme ainda inclui em seu elenco J.K. Simmons (“Counterpart”), Peter Gallagher (“Covert Affairs”), Meredith Hagner (“Search Party”), Camila Mendes (“Riverdale”), Tyler Hoechlin (“Supergirl”), Chris Pang (“Podres de Ricos”), Jacqueline Obradors (“Bosch”), June Squibb (“Nebrasca”), Dale Dickey (“A Qualquer Custo”) e Tongayi Chirisa (“iZombie”). “Palm Springs” teve première mundial no Festival de Sundance, no começo do ano, e estreia em 10 de julho na Hulu, plataforma disponível apenas nos EUA (por enquanto).

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  • Série

    Keira Knightley vai estrelar série criminal de época

    11 de junho de 2020 /

    A atriz inglesa Keira Knightley (“Colette”) vai estrelar e produzir uma série criminal de época na plataforma Hulu. Trata-se da adaptação de “The Other Typist”, romance de Suzanne Rindell, que Keira pretendia originalmente levar ao cinema. Publicado em 2013, a trama de suspense acompanha Rose, uma datilógrafa comum do Departamento de Polícia de Nova York na era da Lei Seca, que se vê atraída para o mundo sombrio de sua fascinante nova colega de trabalho, Odalie (Knightley). Mas as aparências enganam. A sinopse oficial da obra diz que “quando o crime definitivo é cometido, não se sabe qual das duas mulheres é mais traiçoeira”. O projeto marca o maior compromisso já assumido por Keira Knightley com uma série. Anteriormente, ela tinha aparecido apenas nas minisséries de duas partes “Neverland”, em 2011, e “Doctor Zhivago”, em 2002, concentrando sua carreira no cinema – o que já lhe rendeu duas indicações para o Oscar. A adaptação está a cargo de Ilene Chaiken, criadora de “The L Word”, que assinará os roteiros e atuará como showrunner para a Searchlight Television e a 20th Century Fox TV. A produção vai encontrar na Hulu uma plataforma que vem se especializando em adaptações literárias, incluindo “The Handmaid’s Tale”, “Normal People” e “Little Fires Everywhere”.

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  • Série

    Crossing Swords: Nova animação adulta da turma de Frango Robô ganha trailers

    10 de junho de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e dois trailers de “Crossing Swords”, nova série de animação adulta da equipe de “Frango Robô” (Robot Chicken), que estreia nesta sexta (12/6) nos EUA. A série acompanha Patrick, um escudeiro da idade média que tenta ser valoroso num reino governado por um rei tirano. Pior ainda, a coragem de Patrick fez dele a ovelha negra da família, e seus irmãos criminosos farão tudo para tornar sua vida um inferno. Nicholas Hoult (o Fera de “X-Men: Fênix Negra”) é o responsável pela voz original do protagonista e o elenco de dubladores ainda inclui Adam Ray (“American Vandal”), Tara Strong (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”), Tony Hale (“Veep”), Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”), Alanna Ubach (“Euphoria”), Adam Pally (“Sonic: O Filme”), Yvette Nicole Brown (“Community”), Maya Erskine (“PEN15”), Wendi McClendon-Covey (“The Goldbergs”), Breckin Meyer (“Franklin & Bash”), Jameela Jamil (“The Good Place”) e o criador de “Frango Robô”, Seth Green. Com piadas que incluem violência, palavrões e crítica social, a animação em stop-motion é criada e escrita por John Harvatine IV e Tom Root, produtores-roteiristas de “Frango Robô”. Todos os 10 episódios da 1ª temporada serão disponibilizados na sexta (12/6) nos EUA.

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  • Série

    Reprisal: Série com Rodrigo Santoro não terá 2ª temporada

    10 de junho de 2020 /

    A plataforma de streaming Hulu cancelou sua nova série “Reprisal”, estrelada por Abigail Spencer (de “Timeless”) e o brasileiro Rodrigo Santoro (“Westworld”), que não terá 2ª temporada. “Reprisal” era centrada na personagem de Spencer, uma femme fatale que, após ser atacada e deixada para morrer, busca vingança contra a gangue responsável pela violência. Santoro interpretava Joel Kelly, um membro antigo da gangue, que é praticamente o líder de fato do grupo, mas também passou por uma mudança recente em suas prioridades e passou a lutar para manter a paz. Além da dupla principal, o elenco também incluía Mena Massoud (o Aladdin da nova versão live-action), Madison Davenport (“Objetos Cortantes”), Rhys Wakefield (“Uma Noite de Crime”), David Dastmalchian (“Homem-Formiga”), W. Earl Brown (“Deadwood”) e Ron Pearlman (“Sons of Anarchy”). A série foi criada por Josh Corbin (roteirista de “StartUp”) e tinha produção do A+E Studios e da Littlefield Company. Todos os episódios da 1ª temporada foram disponibilizados em 6 de dezembro nos Estados Unidos.

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  • Série

    Harlots: Série sobre bordel do século 18 é cancelada

    10 de junho de 2020 /

    A plataforma Hulu cancelou a série “Harlots”, sobre prostitutas de um bordel inglês de luxo do século 18, que não terá 4ª temporada. O anúncio foi feito quase um ano após a estreia da 3ª temporada, lançada em julho de 2019. Criada pela roteirista Moira Buffini (“Bizantium”) e a produtora Alison Newman (“The Tree Widow”), a atração se passava na Londres do século 18 e acompanhava Margaret Wells (Samantha Morton, a Alfa de “The Walking Dead”) em sua luta para conciliar seus papéis de mãe e dona de um bordel, onde também trabalhavam suas filhas. O elenco de “Harlots” ainda destacava Jessica Brown Findlay (Lady Sybil na série “Downton Abbey”), Lesley Manville (indicada ao Oscar 2018 por “Trama Fantasma”) e Liv Tyler (“The Leftovers”), que entrou na trama na 2ª temporada. No Brasil, a série era exibida pelo Fox Premium.

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  • Série

    Revival de Veronica Mars chega à HBO brasileira

    5 de junho de 2020 /

    A 4ª temporada de “Veronica Mars” chega na HBO Brasil nesta sexta (5/6), às 21h. A exibição vai acontecer quase um ano após o lançamento nos EUA, onde foi exibida pela plataforma Hulu. A série cultuada da década passada, em que Kristen Bell (“The Good Place”) vivia uma detetive-mirim, ganhou revival de apenas uma temporada, mostrando a personagem adulta, como detetive profissional, sem perder seu mau-humor irônico. Originalmente exibida entre 2004 e 2007, “Veronica Mars” se tornou uma das séries mais influentes deste século. Concebida como uma versão pós-moderna de “Nancy Drew”, seu humor cortante e cheio de referências pop revolucionou as séries de adolescentes, inspirando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor, Rob Thomas. No Brasil, a atração ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai, o detetive particular Keith Mars, para ajudá-lo a limpar seu nome, após ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Vale lembrar que a intérprete da vítima original, que também era a melhor amiga de Veronica, era interpretada por ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. Além de Kristen Bell no papel-título, os novos episódios também contarão com as voltas de Enrico Colantoni (Keith Mars), Jason Dohring (Logan Echolls), Percy Daggs (Wallace Fennel), Francis Capra (Eli “Weevil” Navarro) e Ryan Hansen (Dick Casablancas). Todo esse elenco – e outros mais – já tinha se juntado num telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via financiamento coletivo – numa campanha que bateu recorde de arrecadação no Kickstarter. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse num resgate da série e só percebeu o entusiasmo dos fãs quando os números surpreenderam o mercado. Desta vez, a Warner, que é sócia minoritária da Hulu, esteve bem mais envolvida na produção. A trama da temporada temporã acompanha a volta de Veronica à cidadezinha litorânea de Neptune durante o período de férias conhecido como Spring Break nos EUA, quando se envolve numa investigação da agência de detetive de seu pai (Enrico Colantoni). A trama repercute assassinatos de jovens de férias em Neptune, além de refletir a divisão social da cidade, que coloca as famílias da elite, que querem acabar com a farra do spring break, contra a classe trabalhadora, que lucra com o turismo. Além dos atores originais, o revival ainda contou com participações de J.K. Simmons (vencedor do Oscar por “Whiplash”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”) e Patton Oswalt (“Agents of SHIELD”). O final dividiu opiniões, devido à morte de um dos protagonistas originais. Segundo o criador, Rob Thomas, a decisão visava chamar atenção dos fãs e motivar a encomenda de uma nova temporada, que, entretanto, acabou não se materializando – pelo menos, até o momento. De todo modo, a trama foi concluída. Confira abaixo o trailer original da 4ª temporada.

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  • Série

    Future Man: Série de comédia sci-fi com Josh Hutcherson estreia na Globoplay

    4 de junho de 2020 /

    A Globoplay disponibilizou nesta quinta (4/6) a série “Future Man”, que ganhou o subtítulo “O Viajante do Tempo” no Brasil. Originalmente exibida na plataforma americana Hulu, a atração chegou com duas temporadas completas ao streaming nacional. Série de comédia estrelada por Josh Hutcherson (“Jogos Vorazes”), com referências de sci-fi dos anos 1980 e 100% de aprovação em sua 2ª temporada no Rotten Tomatoes, “Future Man” gira em torno de Josh Futturman (Hutcherson), que é apenas um faxineiro durante o dia, mas de noite se transforma num gamer de nível mundial, com o destino do mundo em suas mãos. Josh tem um péssimo emprego como faxineiro num centro de pesquisas de disfunções sexuais, e a única coisa em que se destaca é o Cybergeddon, game ambientado em um futuro distópico em que seu personagem, Future Man, é o campeão do mundo. Até que ele ultrapassa o último nível e descobre que o jogo era na verdade um vídeo de treinamento, e que ele foi selecionado para viajar no tempo e salvar o mundo – basicamente como no filme “O Último Guerreiro das Estrelas” (1984). Na 1ª temporada, ele é enviado ao passado para impedir que o responsável pelo fim do mundo possa dar início à catástrofe. Já no segundo ano tem o futuro com seu novo destino, referenciando a ordem de acontecimentos da franquia “De Volta ao Futuro”. A atração foi concebida pela dupla Kyle Hunter e Ariel Schaffir, roteiristas da comédia “Sexo, Drogas e Jingle Bells” (2015), e a produção é de outra dupla, Seth Rogen e Evan Goldberg, diretores-roteiristas de “A Entrevista” (2015), criadores da série “Preacher” e, claro, também produtores de “Sexo, Drogas e Jingle Bells”. Além de produzir, Rogen e Goldberg dirigiram alguns episódios. E o segundo ano ainda destacou participação de Rogen como ator. A série concluiu sua trama na 3ª temporada, lançada em abril deste ano nos Estados Unidos. Veja abaixo o trailer original da atração, em inglês.

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  • Etc

    Netflix, YouTube, Amazon, HBO, Warner, Disney e Marvel se juntam aos protestos contra racismo nos EUA

    1 de junho de 2020 /

    Os grandes estúdios e plataformas de filmes e séries de Hollywood se juntaram em apoio aos atos de protesto contra o racismo nos EUA, que explodiram na semana passada, após o assassinato gravado de George Floyd por asfixia, nas mãos de um policial branco. Netflix, Amazon, HBO, Warner, YouTube e até a Disney e suas inúmeras subdivisões fizeram questão de deixar claras suas posições. Se já tinha se tornado comum encontrar artistas-ativistas, como Jane Fonda e Joaquin Phoenix, o movimento dos estúdios é inédito. O primeiro a se posicionar foi o YouTube, na última sexta (29/5). A plataforma de vídeos do Google publicou no Twitter uma mensagem manifestando seu repúdio “contra o racismo e a violência” e anunciando uma doação de US$ 1 milhão para “enfrentar injustiças sociais”. No sábado, foi a vez da Netflix, que afirmou nas redes sociais que “ficar em silêncio é ser cúmplice”, apoiando abertamente o movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam), que protesta contra o assassinato de negros pela polícia branca americana. O posicionamento foi replicado pelas sucursais da plataforma em todo o mundo. A Netflix Brasil lembrou vítimas nacionais, como João Pedro e João Vitor, ambos mortos em ações policiais. Não ficou nisso. Em um ato conjunto de solidariedade, os principais concorrentes da Netflix no Brasil, o Amazon Prime Video e o Globoplay, replicaram a mensagem da plataforma. “Somos aliados nessa”, escreveu a plataforma da Globo. O perfil da HBO foi além, trocando o nome do canal pela hashtag #BlackLivesMatter: “Estamos com nossos colegas, empregados, fãs, atores e criadores negros — todos afetados pela violência sem sentido”. Mensagem semelhante foi publicada pela Warner Bros. Pictures, que pertence ao mesmo grupo da HBO, a WarnerMedia. A Disney, por sua vez, compartilhou uma carta endereçada aos funcionários e assinada pelo CEO Bob Chapek, pelo presidente executivo Bob Iger e pela diretora de diversidade, Latondra Newton, em que se posicionam ao lado dos protestos. “O recente assassinato de George Floyd, bem como outros exemplos de ataques letais e assédio a cidadãos negros desarmados em nossa nação continua a motivar revolta e indignação em pessoas de todas as origens, incluindo muitos de nossos funcionários. Sentimentos de luto e raiva nos fazem confrontar a ideia de que algumas vidas são consideradas menos valiosas — e menos merecedoras de dignidade, cuidado e proteção — do que outras. Nós também percebemos que agora, mais do que nunca, é a hora de todos nós fortalecermos nosso compromisso com a diversidade e a inclusão em todos os lugares”, diz o texto. A Marvel Entertainment, que pertence à Disney, também fez questão de se pronunciar. “Nós nos posicionamos contra o racismo. Nós nos posicionamos a favor da inclusão. Nós estamos com nossos funcionários e criadores negros, e com toda a comunidade negra. Nós devemos nos unir e nos manifestar”. Foi seguida pela Hulu, plataforma de conteúdo adulto da Disney. “Nós apoiamos as vidas negras. Hoje e todos os dias. Vocês estão sendo vistos. Estão sendo ouvidos. E estamos com vocês”, escreveu o serviço de streaming no Twitter. O presidente da Paramount, Jim Gianopulos, também se pronunciou, mas por meio de um e-mail direcionado aos funcionários, que foi revelado ao público pela imprensa americana. “Em meio a esta época incrivelmente difícil, saibam que estamos aqui para vocês e que permanecemos uma comunidade e uma empresa que está comprometida com a justiça racial e social”, escreveu o executivo.

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  • Série

    Little Fires Everywhere: Amazon estreia minissérie com Reese Witherspoon e Kerry Washington

    22 de maio de 2020 /

    A plataforma da Amazon estreia nesta sexta (22/5) a minissérie “Little Fires Everywhere”, estrelada por Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) e Kerry Washington (“Scandal”). Lançada em março nos EUA, a trama adapta o livro homônimo de Celeste Ng, lançado no Brasil sob o título “Pequenos Incêndios por Toda Parte”. A história acompanha duas famílias distintas que se aproximam numa comunidade rica de Shaker Heights, Ohio, durante os anos 1990. Uma delas é liderada por Elena (Witherspoon) e Bill Richardson (Joshua Jackson, de “The Affair”), casal da classe alta, com “problemas de classe alta”, que aluga uma casa para uma artista misteriosa, Mia Warren (Washington), que vive de forma itinerante com sua filha, Pearl (Lexi Underwood, de “Reunião de Família”), e cuja a história é revelada ao longo dos oito episódios. O detalhe é que este relacionamento gera um futuro incêndio, que destrói completamente a mansão da personagem de Witherspoon, em uma cena mostrada nos primeiros segundos da atração. Segundo a sinopse, as duas “viram suas vidas do avesso”. “A história explora o peso dos segredos, a natureza da arte e da identidade, a atração feroz da maternidade – e o perigo de acreditar que seguir as regras pode evitar um desastre”. Quem assina os roteiros é a showrunner Liz Tigelaar (criadora da série “Life Unexpected”) e o elenco também inclui Lexi Underwood (“Reunião de Família”), Rosemarie DeWitt (“Poltergeist: O Fenômeno”), Jordan Elsass (“Macabre”), Gavin Lewis (“O Príncipe de Peoria”), Jade Pettyjohn (“School of Rock”), Jaime Ray Newman (“Midnight, Texas”), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Lu Huang (“Pássaro do Subúrbio”). “Little Fires Everywhere” é uma realização da Hello Sunshine, produtora de Witherspoon, que também fez “Big Little Lies” no canal pago HBO e emplacou “The Morning Show” e mais duas séries, ainda inéditas, na Apple TV+. Veja abaixo o trailer legendado para o lançamento no streaming da Amazon Prime Video.

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