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    Volta dos Animaniacs é renovada para 3ª temporada

    25 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu renovou a nova versão de “Animaniacs” para sua 3ª temporada. O anúncio de outra rodada de 10 episódios foi feito antes da estreia da 2ª temporada, que ainda não tem data, mas é esperada para este ano. O programa foi revivido em novembro passado, quando completou 22 anos fora do ar. A princípio, foram encomendadas duas novas temporadas simultâneas, num contrato firmado com as produtoras Warner Bros. Animation e Amblin Television (do cineasta Steven Spielberg). Por conta desse acordo, a renovação atual é, na verdade, a primeira encomenda de episódios inéditos desde que o projeto ganhou sinal verde. Inspirada nos célebres cartoons “Looney Tunes” da Warner, “Animaniacs” gira em torno de personagens que tinham sido esquecidos nos arquivos do estúdio: os verdadeiros irmãos Warner – o tagarela Yakko, o guloso e sagaz Wakko e a fofa Dot – , estrelas da era de ouro da animação, que após sua fase de sucesso e fama foram trancados no estúdio, por serem considerados perigosamente malucos, e passaram a morar em segredo na famosa torre d’água da sede da Warner Bros. A cultuada série animada dos anos 1990 também introduziu os populares ratinhos Pinky e Cérebro, que também voltaram em novos desenhos, em sua missão contínua para dominar o mundo. O revival conta com os dubladores originais e com o famoso produtor da animação, ninguém menos que Steven Spielberg (“Jurassic Park”).

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    Documentário faz Perez Hilton lamentar sua crueldade com Britney Spears

    15 de fevereiro de 2021 /

    O fofoqueiro profissional Perez Hilton, um dos blogueiros mais populares dos EUA que até já apareceu no “Celebrity Big Brother”, resolveu pedir desculpas a Britney Spears pela maioria das vezes (não todas as vezes) em que praticou bullying, fazendo comentários cruéis sobre a cantora. O mea culpa foi arrancado pela repercussão do documentário “Framing Britney Spears”, produzido pelo jornal The New York Times e exibido pelo canal pago FX e a plataforma Hulu. Hilton fez parte do cerco à Britney citado no filme, responsável por submeter a artista a piadas agressivas e tratamento desumano durante sua crise pessoal, ao perder a guarda dos filhos. “Lamento muito ou a maior parte do que disse sobre Britney. Felizmente, muitos de nós ficamos mais velhos e mais sábios”, ele disse, antes de defender Diane Sawyer, que aparece no filme fazendo uma entrevista completamente inapropriada com a cantora, pressionando-a sobre o fim de seu relacionamento com Justin Timberlake e sua imagem sexy. “Alguém que foi falado neste documentário muito brevemente foi Diane Sawyer, jornalista respeitada, uma boa mulher, mas muitas pessoas estão pintando-a como uma vilã”, disse, antes de destacar que “há outras questões” que envolvem Britney, como “questões de saúde mental”. A entrevista citada foi antes de qualquer colapso nervoso da cantora e demonstrou como o machismo da mídia cercou Britney desde o começo de sua carreira. Hilton, que tentou encerrar a carreira de Britney na época, agora é alvo de campanha de cancelamento dos fãs da cantora. Muitos ficaram comovidos pelo documentário e foram às redes sociais para detonar o blogueiro pela cobertura do incidente de Britney Spears com paparazzis em 2007, em que o colunista chamou a cantora de “mãe inadequada”. Além disso, após a morte do ator Heath Ledger, o blogueiro exibiu mensagens que questionavam o porquê de Britney não ter morrido no lugar do intérprete do Coringa em “Cavavaleiro das Trevas”. Comentários pesados que mereciam um pedido de desculpas menos genérico. “Perez Hilton comentar agora sobre a situação de Britney é totalmente inapropriado, porque foi um dos líderes de torcida [anti-Britney]”, tuitou um usuário. “Eu sinto muito por ela ter que lidar com tanto ódio. Perez Hilton foi um dos piores!”, declarou outro. “Assim que libertarmos Britney, devemos prender Perez Hilton”, conclamou um terceiro. O blogueiro também provocou os canceladores em seu canal no YouTube, ao se comparar com Justin Timberlake, que emitiu um pedido de desculpas oficial – perfeito demais para ter sido escrito por ele mesmo, segundo o ainda venenoso Hilton. “Eu assino embaixo tudo o que ele escreveu. Muitos acham que eu não deveria falar sobre o que aconteceu com Britney Spears, Evan Rachel Wood ou quem quer seja por causa do meu passado. Mas eu genuinamente lamento aquilo, aprendi com aquilo e tento melhorar. E para as pessoas que não querem dar pra mim ou Justin Timberlake uma chance de fazer melhor… o que preferem? Tem gente malvada por aí que preferia ver Justin Timberlake sofrer, que tudo caísse em pedaços na vida dele, mas essa é um energia que deveria ser liberada?”, disse, antes de lançar uma teoria de que Britney pode ter tentado matar os próprios filhos… Veja abaixo.

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  • Filme

    Boss Level: Frank Grillo enfrenta Mel Gibson em trailer de filme de ação

    13 de fevereiro de 2021 /

    A plataforma americana Hulu divulgou o pôster e o trailer de “Boss Level”, filme estrelado por Frank Grillo (“Capitão América: Guerra Civil”), que adapta o velho truque do looping temporal ao gênero do thriller de ação. Na trama, o personagem de Grillo está preso em um looping temporal que constantemente repete o dia de seu assassinato. E por mais que aprenda a evitar as ameaças, sempre há outra prestes a acontecer, que inevitavelmente leva à sua morte. Perseguido por um exército de assassinos, ele acredita que um projeto secreto do governo pode ajudá-lo a desvendar porque está repetindo sua morte sem parar. Mas para isso precisa enfrentar os ataques explosivos e letais comandados pelo militar vivido por Mel Gibson (“Herança de Sangue”), que quer mantê-lo longe da verdade. Com direção de um especialista em filmes de ação, Joe Carnahan (“A Perseguição”, “Esquadrão Classe A”), o filme também destaca em seu elenco Naomi Watts (“Diana”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Annabelle Wallis (“A Múmia”) e Ken Jeong (“Se Beber, Não Case”). A estreia está marcada para o dia 5 de março nos EUA.

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  • Etc

    Justin Timberlake pede desculpas a Britney Spears após documentário

    12 de fevereiro de 2021 /

    O cantor e ator Justin Timberlake usou seu Instagram para pedir desculpas à ex-namorada Britney Spears após a repercussão do documentário “Framing Britney Spears”, lançado no fim de semana passado nos EUA. O filme aborda a trajetória da cantora e a forma como as pessoas e a mídia a trataram durante sua luta com problemas nervosos, com destaque para o machismo e misoginia que prejudicaram sua carreira. Um trecho do documentário, produzido pelo The New York Times e exibido pelo canal pago FX e a plataforma Hulu, abordou o relacionamento de Britney e Justin, demonstrando como ele “controlou a narrativa” sobre o namoro e a eventual separação, enquanto ela foi julgada pela mídia. Fãs da cantora e muitos que nem lembravam mais do namoro do casal foram às redes sociais reclamar do cantor, que ouviu tudo com humildade e resolveu se posicionar. “Eu vi as mensagens, tags, comentários e questionamento e quero comentar. Peço desculpas pelas vezes em minha vida nas quais minhas ações contribuíram para o problema, nas quais falei quando não devia, e nas quais não me manifestei em defesa do que era certo. Eu entendo que falhei nestes momentos e em muitos outros, e que me beneficiei de um sistema que é conivente com o racismo e a misoginia”, Timberlake escreveu. “Peço desculpas, especificamente, para Britney Spears e Janet Jackson, porque eu me importo com essas mulheres e as respeito, e sei que falhei. Sinto que preciso falar isso, porque todo mundo envolvido nessas histórias merece algo melhor”, continuou. Além de abordar a polêmica envolvendo Britney, ele aproveitou o mea culpa para se desculpar também com Janet Jackson. Em 2004, os dois se apresentaram juntos no Super Bowl, e um problema no figurino de Janet fez com que um dos seios dela ficasse exposto por um breve momento, causando prejuízos para sua carreira — mas não para a de Justin. Timberlake observou que a indústria do entretenimento é um sistema que beneficia homens, e especialmente homens brancos. “Como um homem em uma posição privilegiada, eu não posso me calar diante disso. Por causa da minha ignorância, eu não reconheci quando esse sistema estava agindo na minha própria vida, mas não quero me beneficiar pela diminuição dos outros nunca mais”, continuou. “Não fui perfeito ao lidar com isso ao longo da minha carreira. Sei que esse pedido de desculpas é o primeiro passo e não absolve meu passado. Mas eu quero assumir a responsabilidade pelos meus erros e também fazer parte de um mundo capaz de melhorar e apoiar”. “Eu me importo profundamente com o bem-estar das pessoas que eu amo, e das pessoas que eu já amei. Eu posso ser melhor do que tenho sido, e vou ser”, concluiu. Ao lado do texto, nos comentários, a atriz Jessica Biel, esposa de Timberlake, postou um coraçãozinho e um “Eu te amo”. Veja a postagem original abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Justin Timberlake (@justintimberlake)

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  • Filme,  Música

    Documentário faz Britney Spears se manifestar: “Cada pessoa tem sua história”

    10 de fevereiro de 2021 /

    O documentário “Framing Britney Spears” (“Enquadrando Britney Spears”, em tradução literal) está dando o que falar nos EUA. E a própria Britney resolveu se manifestar. “Cada pessoa tem sua história e sua opinião sobre as histórias dos outros. Nós todos temos vidas lindas e brilhantes”, afirmou a cantora no Twitter. “Lembre-se, não importa o quanto a gente acha que sabe sobre a vida de uma pessoa. Nada se compara a própria pessoa vivendo sob a lente das câmeras”, continuou. O documentário produzido pelo The New York Times – e lançado na plataforma americana Hulu e no canal pago FX – analisa as polêmicas em torno da cantora, especialmente a ideia de que ela tem problemas mentais que a tornam incapaz e a tutela do pai sobre ela. Com um enfoque que destaca o machismo da mídia e bullying sistemático sofrido pela artista, o filme também destaca o movimento Free Britney, que defende o direito da cantora de decidir seu destino. “O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma”, refletiu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC. “Na tradição de tantas histórias de ‘mulheres loucas’ antes dela, “Framing Britney Spears” se pergunta o que acontece quando a porta é aberta para revelar não uma bruxa que espuma pela boca, mas nuances de um ser humano peculiar, totalmente competente”, acrescentou. Em nota ao final do documentário, o NYT observou que tentou entrar em contato com Britney para que ela participasse do projeto, mas “não está claro se ela recebeu nossos pedidos”. Isso porque a artista está desde 2008 proibida pela Justiça dos EUA de tomar decisões por conta própria. A tutela legal exercida pelo pai por preocupações com a sua saúde mental a obriga a pedir consentimento a ele para quase tudo, embora nestes anos ela tenha continuado a trabalhar como qualquer outro artista, inclusive com uma turnê permanente em Las Vegas. Seu tutor legal também administra todos os seus bens. Confira abaixo os comentários de Britney e o trailer do documentário. Each person has their story and their take on other people’s stories !!!! We all have so many different bright beautiful lives 🌹🌸🌷🌼!!! Remember, no matter what we think we know about a person's life it is nothing compared to the actual person living behind the lens 📷✨ !!!! — Britney Spears (@britneyspears) February 9, 2021

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  • Filme

    Filme sobre a cantora Billie Holiday ganha primeiro trailer

    11 de janeiro de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou o trailer da cinebiografia de Billie Holiday, com cenas de blues, drogas e prisão feminina. Intitulado “The United States Vs. Billie Holiday”, o longa do diretor Lee Daniels (criador da série “Empire”) se concentra no período em que a lendária artista de blues e jazz foi alvo de uma operação de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua famosa música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” é o segundo filme produzido sobre a vida de Billie Holiday. O primeiro, “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), de 1972, rendeu indicação ao Oscar de Melhor Atriz para a cantora Diana Ross. A estreia vai acontecer em streaming em 26 de fevereiro nos EUA, a tempo de integrar a qualificação para o Oscar 2021. Devido à pandemia de coronavírus, os períodos de elegibilidade para longas-metragens concorrerem ao Oscar deste ano foram excepcionalmente estendidos para lançamentos até 28 de fevereiro.

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  • Filme

    Filme sobre Billie Holiday sai do cinema para estrear em streaming

    7 de janeiro de 2021 /

    A cinebiografia de Billie Holiday, filmada por Lee Daniels, não vai mais marcar a volta do criador de “Empire” ao cinema, oito anos após seu último filme, “O Mordomo da Casa Branca” (2013). O longa “The United States Vs. Billie Holiday” foi negociado pela Paramount com a plataforma Hulu. O filme se concentra no período em que a lendária artista de blues e jazz foi alvo de uma operação secreta de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua polêmica música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” é, na verdade, o segundo filme sobre a vida de Billie Holiday, que já foi interpretada por Diana Ross em 1972, no drama “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), que recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. A expectativa é de uma estreia em streaming em fevereiro, a tempo de integrar a qualificação para o Oscar 2021. Devido à pandemia de coronavírus, os períodos de elegibilidade para longas-metragens concorrerem ao Oscar deste ano foram excepcionalmente estendidos para estreias até 28 de fevereiro.

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  • Série

    Solar Opposites: Teaser anuncia data de estreia da 2ª temporada

    7 de janeiro de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou o teaser da 2ª temporada de “Solar Opposites”, série de animação para adultos do criador de “Rick & Morty”, Justin Roiland. O vídeo destaca o excesso de palavrões da produção e anuncia a data de estreia dos novos episódios para 26 de março. “Solar Opposites” acompanha uma família alienígena que escapou da explosão de seu mundo e vive refugiada nos subúrbios dos EUA. Enquanto trabalham para consertar sua nave e ir embora da Terra, seus membros se encontram divididos entre achar que o planeta é horrível ou legal. Dois deles só veem a poluição, o consumismo grosseiro e a fragilidade humana, mas os outros dois amam os seres humanos e toda a sua TV, junk food e coisas divertidas. A prévia mostra claramente esta divisão, ao apresentar uma tentativa frustrada da família para sair da Terra. O elenco de vozes destaca o próprio Roiland, Thomas Middleditch (“Silicon Valley”), Mary Mack (dubladora de “Golan the Insatiable”) e Sean Giambrone (“The Goldberg”) como os alienígenas, e vários astros famosos como coadjuvantes, entre eles Alan Tudyk (“Patrulha do Destino”), Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), Amanda Leighton (“This Is Us”), Christina Hendricks (“Good Girls”), Echo Kellum (“Arrow”) e Jason Mantzoukas (“The Good Place”). Inédita no Brasil, a série pode chegar por aqui na vindoura plataforma Star+, que será a “Hulu brasileira” da Disney.

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  • Série

    Locke & Key tem renovação antecipada para 3ª temporada

    18 de dezembro de 2020 /

    A Netflix anunciou a renovação antecipada da série de terror “Locke & Key” para a 3ª temporada. Além de um post no Twitter (veja abaixo), lembrando que a série ainda precisa exibir a 2ª temporada em 2021, a notícia foi confirmada por um comunicado oficial. Para completar, a empresa firmou um contrato de desenvolvimento exclusivo com a co-showrunner da série, Meredith Averill, para que ela crie novas séries e outros projetos para a plataforma. Averill comanda “Locke & Key” em parceria com o prolífico produtor-roteirista Carlton Cuse (que tem seu próprio contrato com a Disney), que foi um dos mentores de “Lost” e criou “Bates Motel”, “Colony” e “Jack Ryan”. “Carlton e Meredith construíram um mundo incrível em ‘Locke & Key’, e estamos entusiasmados com o retorno dos Lockes para mais aventuras na 3ª temporada”, disse Brian Wright, vice-presidente geral de negócios da Netflix. Ele acrescentou que também estava “muito feliz por expandir nossa parceria criativa com Meredith Averill, uma talentosa criadora com um olho aguçado para o melhor horror e narrativa sobrenatural.” Os créditos de Averill também incluem “A Maldição da Casa da Colina”, “Jane the Virgin” e “The Good Wife”. Ela desenvolveu “Locke & Key” com Cuse e Aron Eli Coleite (que foi co-showrunner em uma encarnação anterior da série, que não se materializou na Hulu). “Estou extremamente grata por ter encontrado um lar na Netflix onde me sinto constantemente apoiada, desafiada e inspirada”, disse Averill. “Estou ansioso para continuar e expandir nosso relacionamento.” Cuse acrescentou: “Temos algumas aventuras incríveis reservadas para a família Locke na 3ª temporada, e não poderíamos estar mais animados para continuar contando nossa história com nossos grandes parceiros da Netflix.” O sucesso evidente de “Locke & Key” na Netflix coroa a perseverança dos interessados em transformar a história em série, após o projeto ser reprovado em outros canais. A produção sofreu quase uma década de rejeições. Vale lembrar que a Fox foi a primeira a se interessar pelos quadrinhos de Joe Hill (o filho de Stephen King) que inspiram a trama. O canal encomendou sua adaptação em 2011 – para Alex Kurtzman, Roberto Orci (roteiristas de “Star Trek” e criadores da série “Fringe”) e Josh Friedman (criador da série “Terminator: The Sarah Connor Chronicles”) – , mas não aprovou o piloto, dirigido pelo cineasta Mark Romanek (“Não Me Abandone Jamais”), por lembrar muito a 1ª temporada de “American Horror Story” – aprovada na ocasião. O produtor Carlton Cuse se envolveu com o material durante o desenvolvimento de um segundo piloto para a Hulu. Na época, a falta de entusiasmo daquela plataforma chegou a surpreender o mercado, já que o diretor do piloto era ninguém menos que Andy Muschietti, de “It: A Coisa”, e o projeto tinha em seu elenco três jovens atores daquele filme. Com a recusa do piloto de Muschietti, Cuse decidiu refazer tudo e apresentar sua ideia para a Netflix. Muschietti continuou creditado como produtor, mas sem dirigir nenhum episódio. E apenas o menino Jackson Robert Scott, intérprete do pequeno Georgie em “It: A Coisa”, foi aproveitado do elenco que tinha sido reunido para a Hulu. Além dele, a série acabou levando para as telas Connor Jessup (“Falling Sky”), Emilia Jones (“Utopia”) e Darby Stanchfield (a Abby de “Scandal”) como a família central da trama – a terceira encarnação do casting, desde o início do projeto. Aparentemente, faltava apenas Meredith Averill para o projeto dar certo. Com seus textos e produção, “Locke & Key” intrigou o público e garantiu grande audiência no serviço de streaming. Para quem não viu, a série acompanha uma mãe (Stachfield) e seus três filhos que se mudam para a antiga casa da família após o brutal assassinato do pai. No local, eles são assombrados por uma entidade do mal chamada Dodge, determinada a atormentá-los até conseguir o que quer: chaves para outras dimensões, que estão escondidas na residência. Como curiosidade, a intérprete de Dodge é uma atriz canadense de pais brasileiros, Laisla de Oliveira, que também apareceu em “The Gifted” e estrelou o terror “Campo do Medo” (2019) na Netflix. Apesar da renovação antecipada, a data de retorno da série ainda não está definida. Locke and Key fans, the cast has some news for you: The show has been picked up for Season 3! But first, Season 2 will arrive in 2021! pic.twitter.com/d4c0dheBkZ — Netflix (@netflix) December 18, 2020

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  • Série

    Suposta influência da CIA na banda Scorpions vai virar série

    16 de dezembro de 2020 /

    Uma lenda envolvendo a banda de rock Scorpions vai inspirar uma nova série encomendada pela plataforma Hulu. Intitulada “Wind of Change”, a série vai explorar a teoria de conspiração de um podcast sobre o hit da banda alemã que nomeia a atração. O podcast hospedado pelo jornalista Patrick Radden Keefe, que foi lançado em maio e se tornou uma das séries de áudio mais badaladas do ano, sugeriu que a agência secreta americana CIA foi quem realmente compôs “Wind of Change”. Os episódios seguiram Keefe enquanto ele explorava o boato que ouviu de uma fonte da CIA sobre a autoria do sucesso internacional de 1990. A trama selvagem revela espiões fazendo o impensável e uma história secreta de propaganda escondida na música pop e um labirinto de segredos do governo, que ainda envolve um dos grandes mistérios da Guerra Fria. A power ballad “Wind of Change” (vento de mudança) foi composta (supostamente) pelo vocalista Klaus Meine logo após a queda do Muro de Berlim e durante uma visita da banda à URSS no auge da perestroika, sendo lançada em 1990, na sequência do golpe fracassado que acabaria por levar ao colapso da União Soviética. A exploração da conspiração por trás da música está sendo desenvolvida como série pelo ator, roteirista e diretor Alex Karpovsky (visto em “Girls” e criador de “Oh Jerome, No”), e produzida pelo estúdio 20th Television em associação com a Small Dog Pictures (de Jason Winer, criador de “1600 Penn”), Crooked Media, Pineapple Street Studios e Spotify. A encomenda da série também marca o primeiro acordo de desenvolvimento de TV para a Crooked Media, que foi estabelecida em 2017 por três ex-funcionários da administração Barack Obama – Tommy Vietor, Jon Favreau (homônimo do diretor) e Jon Lovett. Lembre a música “Wind of Change” abaixo.

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    Jeff Bridges revela foto careca de seu tratamento contra o câncer

    15 de dezembro de 2020 /

    Após revelar que está com um linfoma (câncer no sistema linfático) em outubro, Jeff Bridges voltou às redes sociais. O vencedor do Oscar por “Coração Louco” (2009) e intérprete do Dude de “O Grande Lebowski” (1998), publicou um registro no Instagram em que aparece sem cabelos pela primeira vez desde que falou sobre o diagnóstico. “Aqui está o mais recente: sentindo-me bem, raspei minha cabeça, tenho um cachorro (Monty)”, ele escreveu na legenda da imagem, relembrando ainda seu aniversário de 71 anos, que aconteceu no dia 4 de dezembro. Após o post, seus fãs mandaram muitas mensagens positivas e amorosas nos comentários da publicação. Bridges vem recebendo mensagens de encorajamento desde o diagnóstico e já tinha dito que estava “profundamente grato” pelo amor e apoio, tanto de sua família e amigos quanto de pessoas que nunca viu, agradecendo as orações e votos de melhoras. Veja mais abaixo. Ele também recebeu incentivo do canal pago FX, da plataforma Hulu e produtora Touchstone Television, para quem estava gravando a série de ação “The Old Man”. As empresas responsáveis pela série emitiram um comunicado conjunto em que dizem: “Nossos pensamentos vão para Jeff e sua família durante este momento desafiador e eles têm nosso amor e apoio. Desejamos a ele uma recuperação segura e completa. E, como Jeff sempre diz: ‘Estamos todos juntos nisso’. Jeff, estamos todos nisso juntos com você. ” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Bridges (@thejeffbridges) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jeff Bridges (@thejeffbridges)

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  • Filme

    Hulu cancela Helstrom, série de terror da Marvel

    14 de dezembro de 2020 /

    A plataforma Hulu oficializou o cancelamento de “Helstrom”, última série live-action da Marvel Television. O fim da produção desce o pano na divisão televisiva do conglomerado Disney, que agora tem apenas produções animadas em desenvolvimento. Os fracassos consecutivos da divisão televisiva levaram à dissolução do núcleo comandado por Jeph Loeb. Foi o executivo quem fechou o negócio pioneiro com a Netflix, que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, encabeçado pelo “Demolidor”, mas também quem realizou o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma Disney+ (Disney Plus), as produções da Marvel Television, como “Manto e Adaga”, “Fugitivos” e “Agents of SHIELD”, acabaram tendo seu final acelerado para a Marvel Television ser devidamente desativada. A partir de “WandaVision”, todas as séries live-action da Marvel passam a ser produzidas pela Marvel Studios, até recentemente apenas uma divisão cinematográfica, que virou um núcleo de conteúdo geral da Marvel sob o comando de Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel, foi anunciada no ano passado. “Helstrom” acabou sendo dano colateral dessa mudança de comando. Apesar do cancelamento ter sido anunciado nesta segunda (14/12), a série chegou na Hulu já sabendo que não teria continuação. Seis meses antes da estreia, o showrunner da atração, Paul Zbyszewski (“Agents of SHIELD”), teve seu contrato encerrado, sinalizando a falta de interesse no projeto. Uma pena, porque a Marvel deixa passar a oportunidade de introduzir um universo de terror bastante interessante, ficando restrita apenas aos super-heróis. O pior disso é que a personagem da atriz Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero num episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) tinha enorme potencial. Nos quadrinhos, os Helstrom são Daimon e Satana, filhos de um demônio e uma mulher mortal chamada Victoria Wingate – tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Os dois herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, ele foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Mas a série mudou um pouco a premissa, a começar pelo nome da irmã, que virou Ana. Interpretados por Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon, os irmãos foram separados na infância, enquanto sua mãe, Victoria Helstrom, ficou enclausurada em um hospício, possuída por um demônio. Décadas se passaram e ela ainda está presa, enquanto o filho tenta curá-la e a filha espera nunca mais vê-la. Elizabeth Marvel (“Homeland”) tem o papel da mãe dos protagonistas, O elenco ainda inclui Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”), além de Ariana Guerra (“Raising Dion”), que vive a versão feminina de outro famoso personagem da Marvel. Ela interpreta Gabriella Rosetti, que na verdade é Gabriel Rosetti nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973) e conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios. A 1ª temporada termina com uma reviravolta, que serviria de gancho para a 2ª temporada. Infelizmente, os fãs jamais saberão o que aconteceria nos próximos capítulos. Tudo o que resta da Marvel Television agora são duas séries animadas em desenvolvimento para a Hulu, “MODOK” e “Hit-Monkey”, previstas para 2021 – e que foram completamente ignorados na apresentação do Dia do Investidor da Disney. Eles deveriam formar um universo animado com “Howard the Duck” e “Tigra & Dazzler”, mas as duas últimas foram abandonadas em janeiro, após diferenças criativas.

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    Ações da Disney disparam 14% e batem recorde após Dia do Investidor

    11 de dezembro de 2020 /

    As ações da Disney explodiram nesta sexta-feira (11/12), subindo quase 14% em 24 horas, até fechar ao preço de US$ 175,72, seu maior valor em todos os tempos. O volume de negócios foi cerca de nove vezes o nível normal. A euforia dos investidores reflete o impacto do evento batizado de Dia do Investidor da Disney, que envolveu quatro horas de apresentações na noite de quinta-feira (10/12). Comparado a uma Comic-Con expressa, o evento não foi uma sucessão de números exibidos em powerpoints, como costumam ser apresentações do gênero, mas um desfile de conteúdos que convenceram o mundo sobre a inevitabilidade dos planos da empresa para suplantar a Netflix até 2024. Foram apresentados cerca de 100 títulos novos em desenvolvimento para as plataformas de streaming do conglomerado, entre eles cerca de uma dezena de séries de super-heróis e outra dezena de séries derivadas de “Star Wars”, além do compromisso de investimento de até US$ 16 bilhões para viabilizar todos esses projetos. A empresa sustenta que esse empenho deverá lhe render entre 230 milhões e 260 milhões de assinantes na Disney+ (Disney Plus) até 2024. O pico atingido por suas ações revela que o mercado também acredita nisso. Vale lembrar que a Netflix registrou 195 milhões de assinantes globais em 30 de setembro. Os analistas do mercado de ações expressaram sua admiração pelo projeto da Disney. Mas não foi por puro entusiasmo. O mercado levou em conta as projeções feitas em evento similar do ano passado, quando Bob Iger anunciou o que se poderia esperar da Disney+ (Disney Plus). As metas traçadas para cinco anos de streaming já foram amplamente superadas em um ano apenas, o que torna bastante claro que a plataforma da Disney deve mesmo se tornar a maior empresa streaming do mundo em pouco tempo. Michael Nathanson, da empresa MoffettNathanson, assinou uma nota de recomendação, afirmando: “Embora esperássemos ouvir sobre aumento de investimento em conteúdo da Disney para seus negócios de DTC (direto ao consumidor, isto é: streaming), o tamanho e a qualidade do tsunami de conteúdo que atingiu a apresentação da Disney+ (Disney Plus) foi alucinante e assustador para qualquer empresa que esteja pensando em competir no espaço de entretenimento com eles.” Outro analista, Benjamin Swinburne, do Morgan Stanley, chegou a considerar as projeções da Disney tímidas. Para ele, a Disney+ (Disney Plus) não terá menos de 300 milhões de assinantes até 2024, tornando-a capaz de gerar uma receita anual de US$ 35 bilhões para o conglomerado – o que suplantará todas as outras atividades da Disney e levará a uma mudança ainda mais profunda na empresa.

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