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    Steve Ditko (1927 – 2018)

    6 de julho de 2018 /

    O desenhista Steve Ditko, co-criador de “Homem-Aranha” e do “Doutor Estranho”, morreu aos 90 anos. A polícia de Nova York confirmou a morte do artista, que foi encontrado morto no seu apartamento em 29 de junho. A causa da morte ainda não foi confirmada, mas as autoridades acreditam que ele tenha felicido dois dias antes. Stephen J. Ditko nasceu em Johnstown, Pensilvânia, em 2 de novembro de 1927. Ele começou a se interessar por quadrinhos ainda criança por causa de seu pai, um operário de usina siderúrgica que era fã das histórias do “Príncipe Valente”. Depois de servir no exército na Alemanha do pós-guerra, ele se mudou para Nova York em 1950 e estudou com o famoso artista de Batman Jerry Robinson na Escola de Ilustradores e Cartunistas (que anos depois virou a Escola de Artes Visuais de Nova York). E começou a trabalhar como artista de quadrinhos profissional em 1953 no estúdio dos criadores do Capitão América, Joe Simon e Jack Kirby. Sua colaboração bem-sucedida com Stan Lee teve início dois anos depois, em várias histórias de ficção científica publicadas pela Atlas Comics, que posteriormente viraria a Marvel. A dupla criou o Homem-Aranha em 1961, e foi Ditko quem pensou no lançador de teias e no uniforme do herói, desde as cores até o design que popularizou o personagem. Apesar disso, Ditko não foi a primeira opção de Lee, então editor-chefe da recém-rebatizada Marvel Comics. Jack Kirby fez os primeiros esboços do herói, mas não conseguiu agradar ao chefe com um Homem-Aranha musculoso. Lee queria um visual de nerd e Ditko acertou em cheio ao apresentar um adolescente franzino e tímido como um super-herói com poderes de aranha. Ele inventou tudo, sem aproveitar os esboços de Kirby – que na época assinava a maioria dos desenhos da Marvel. A primeira aparição de Peter Parker foi na 15ª edição da revista de quadrinhos sci-fi “Amazing Fantasy”. O sucesso foi imediato e totalmente inesperado pela Marvel, o que levou o herói a ganhar uma revista própria, “The Amazing Spider Man”. E Ditko ajudou a povoar a publicação com personagens cativantes como a Tia May, J. Jonah Jameson, Mary Jane e Gwen Stacy, e vilões famosos, vistos até hoje no cinema – do Abutre ao Elektro, sem esquecer, claro, do Duende Verde. Em 1963, ele criou mais um super-herói com Stan Lee, o surreal e psicodélico Doutor Estranho. E desta vez surpreendeu por desenhos ousados, que sugeriam viagens lisérgicas. Ditko comandou a revista do personagem até julho de 1966, quando uma briga com Lee, cujas causas permanecem obscuras até hoje, levaram-no a abandonar a Marvel. Os dois ficaram sem falar por vários anos. Ditko nunca contou sua versão da briga e Lee alegou não saber realmente o que motivou a saída de Ditko da Marvel. Rumores sugeriam que Ditko estava frustrado com a supervisão de Lee e o fato dele levar crédito por todas as suas contribuições, já que também escrevia as histórias do Homem-Aranha e do Doutor Estranho sem ser reconhecido por isso. O carismático Lee sempre foi o rosto da Marvel Comics, mas Ditko (e Jack Kirby) achavam que o escritor estava se autopromovendo às custas de seu talento, embora trabalhasse cada vez menos na criação dos quadrinhos. O artista passou então a criar para a Charlton, DC Comics e outras pequenas editoras independentes, finalmente sendo reconhecido como autor de suas histórias. E as criações se radicalizaram de vez, como o Sr. A em 1967, que personificava a filosofia objetivista de Ayn Rand, na qual Ditko era um adepto fervoroso em meados dos anos 1960. Outros personagens inspirados nesta filosofia foram o Questão, o Rastejante e a dupla Rapina e Columba – todos da DC Comics. Ele também criou os heróis Capitão Átomo, Besouro Azul e voltou à mergulhar na psicodelia cósmica com o Mutante (Shade, the Changing Man), que continuam a ser publicados em diferentes encarnações na DC. Ele retornou à Marvel em 1979, após a saída de Stan Lee, onde trabalhou em quadrinhos do Homem-Máquina e dos Micronautas. Entre suas últimas criações destaca-se a Garota-Esquilo (Squirrel Girl) em 1992, que se tornou uma heroína cultuada. Ao contrário da popularidade de seus personagens, Ditko tinha uma vida reclusa, tanto que era conhecido como o “JD Salinger” dos quadrinhos. Ele raramente atendeu a imprensa ao longo da vida, recusando diversos pedidos de entrevistas, mesmo diante do interesse despertado pelos lançamentos dos filmes do Homem-Aranha e do Doutor Estranho. Tanto que até virou tema de um documentário da BBC, “In Search of Steve Ditko” (2007), em que o apresentador inglês Jonathan Ross tentou inutilmente encontrar o artista, sem conseguir. Mesmo assim, o diretor de “Doutor Estranho”, Scott Derrickson, disse na véspera do lançamento que esperava que Dikto pudesse ver o filme do herói por conta própria, porque considerava a produção “uma homenagem ao seu trabalho genial”.

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    Tom Holland é flagrado filmando a continuação de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    2 de julho de 2018 /

    As filmagens de “Spider-Man: Far From Home” começaram nesta semana na Inglaterra. E o ator Tom Holland já foi flagrado no set, em Hertfordshire, no sul do país. Além de fotos de paparazzi, alguns fãs também gravaram o ator acenando ao chegar para trabalhar nas cenas – que foram rodadas no interior de um prédio. Veja abaixo. A locação inglesa confirma informações que circulavam há meses na internet e também justifica o título da continuação de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. O filme ainda não foi oficialmente batizado em português, mas, em tradução literal, seu título quer dizer “Homem-Aranha: Longe do Lar”. A sinopse permanece em segredo, já que o Homem-Aranha supostamente morreu em “Vingadores: Guerra Infinita”. Mas será a primeira vez que o herói terá uma aventura solo fora de Nova York – isto é, “longe do lar”. A estreia está marcada para 5 de julho de 2019.

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  • Filme

    Jared Leto vai viver Morbius, vampiro dos quadrinhos do Homem-Aranha

    27 de junho de 2018 /

    O ator Jared Leto, que interpretou o Coringa em “Esquadrão Suicida”, vai viver outro vilão dos quadrinhos. E desta vez é da Marvel. Ele dará vida a Morbius, o vampiro vivo, no filme solo do personagem que integrará o universo cinematográfico do Homem-Aranha. Ele assinou com a Sony para estrelar a produção, que tem roteiro de Burk Sharpless e Matt Sazama (dupla do infame “Os Deuses do Egito”) e será dirigida pelo sueco Daniel Espinosa (“Vida”). Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, porque, ao contrário dos demais, ele não morreu para renascer como uma criatura da noite. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, passando a ser visto como um anti-herói. Por sinal, esta é a mesma característica de Venom, outro vilão do Aranha que ganhará filme solo já em outubro O filme da Sony não é a primeira tentativa de transformar Morbius em filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos. Felizmente, a negociação não foi concluída. Na Sony, “Morbius” se juntará a “Venom” e a “Silver & Black”, que teve sua produção adiada, numa espécie de franquia secundária do Homem-Aranha.

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    Presidente da Marvel confirma título do novo Homem-Aranha e começo das filmagens já em julho

    26 de junho de 2018 /

    O produtor Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, confirmou que o novo filme do Homem-Aranha vai se chamar “Spider-Man: Far From Home” (Homem-Aranha: Longe do Lar, em tradução literal), deixando claro que a “trapalhada” do ator Tom Holland ao revelar o nome foi o famoso “sem querer, querendo” – um anúncio da produção, que já vai começar a ser rodada. Durante a maratona de divulgação de “Homem-Formiga e a Vespa”, Feige revelou que as filmagens devem acontecer já a partir de julho (via Collider). E que a escolha do título tem “vários significados” (via ComicBook). “Bem, que comece a especulação. Isso é sempre divertido”, ele brincou, antes de explicar a escolha. “Nós aprovamos pois o título se conecta com ‘De Volta ao Lar’, não apenas mantendo a palavra ‘Lar’ – que gostamos muito e é melhor que ‘De volta ao Lar 2’ – mas essa noção de ‘lar’. É uma palavra com vários significados e queremos continuar isso com essa versão do Homem-Aranha. Então, ‘Longe do Lar’ tem vários significados”, afirmou. Apesar dessa declaração, o tempo que os fãs perderão com especulação deve ser relativamente curto. Afinal, já foi bastante divulgado que o filme será rodado na Inglaterra e mostrará o Homem-Aranha em sua primeira aventura solo fora de Nova York – isto é… Longe do lar! A estreia está marcada para 5 de julho de 2019.

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    Tom Holland revela “sem querer” o título do próximo filme do Homem-Aranha

    24 de junho de 2018 /

    Tom Holland pode ter superado Mark Ruffalo na disputa de trapalhadas entre os dois para ver quem solta mais spoilers dos filmes da Marvel. Brincando com os fãs num vídeo em seu Instagram, o ator acabou revelando, supostamente sem querer, o título da continuação de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. O longa será chamado “Spider-Man: Far From Home” – ou “Homem-Aranha: Longe do Lar”, em tradução literal. A revelação foi feita casualmente pelo ator, em meio a um vídeo em que se desculpava com os fãs por não ter nenhuma novidade sobre o filme, devido ao destino do seu personagem em “Vingadores: Guerra Infinita”. “Eu não sei muito sobre o filme. Estou meio confuso, porque eu morri, então não sei como as coisas vão rolar. Mas o que sei é que já recebi o novo roteiro, estou muito animado para lê-lo, e vai ser ótimo”, disse Holland, levantando um tablet onde se podia ler o título da produção. Ops? Não do jeito como o iPad que destaca o título da produção é erguido em direção à câmera do celular. A “trapalhada” foi proposital para divulgar mesmo o título, inclusive já adotado na ficha do filme no IMDb. Confira abaixo. O novo Homem-Aranha tem previsão de estreia para julho de 2019. Sorry for no announcements, but I love you guys ♥️ Uma publicação compartilhada por ✌️ (@tomholland2013) em 23 de Jun, 2018 às 5:39 PDT

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    Sony desenvolve filme derivado do Homem-Aranha com a heroína Seda

    22 de junho de 2018 /

    A Sony está desenvolvendo um novo filme derivado do universo do Homem-Aranha. E desta vez trata-se de uma super-heroína: Seda (Silk, no original), a identidade secreta da jovem sul-coreana Cindy Moon. O detalhe é que a personagem já apareceu no universo Marvel. Vivida por Tiffany Espensen, Cindy Moon foi vista como parte da equipe acadêmica do colégio de Peter Parker (Tom Holland) em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e na cena do ônibus escolar de “Vingadores: Guerra Infinita”. Nos quadrinhos, Cindy é uma colega de classe de Peter Parker que também é picada por uma aranha radioativa na mesma época que ele. Ela ganha habilidades semelhantes às dele. Ou melhor, habilidades superiores. Ela é capaz de disparar teias pelas pontas dos dedos, é mais rápida e tem um Sentido Aranha avançado (conhecido como Sentido Seda). Seda só perde para o Homem-Aranha no quesito da força física. Curiosamente, a intérprete da personagem coreana é, na verdade, uma atriz chinesa. Tiffany Espensen nasceu em 1999 em Lianjiang, China, mas veio muito jovem para os Estados Unidos. Sua carreira já conta com vários trabalhos, inclusive aparições em séries como “Hannah Montana”, “Criminal Minds”, “Tru Jackson”, “House” e “Boa Sorte, Charlie!”. Ela também foi protagonista da série “Kirby Buckets” no canal pago Disney XD e está no elenco de “Best Worst Weekend Ever”, que chega em breve na Netflix. A produção do filme de “Seda” está a cargo de Amy Pascal, a ex-presidente da Sony responsável por desenvolver o universo cinematográfico do Homem-Aranha, que este ano ganhará dois filmes: “Venom”, em outubro, e a animação “Homem-Aranha no Aranhaverso”, com estreia marcada para dezembro.

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    Sony tira filme das vilãs do Homem-Aranha do calendário de lançamentos

    1 de junho de 2018 /

    O filme “Silver & Black”, que juntaria duas “vilãs” dos quadrinhos do Homem-Aranha, Sabre de Prata e Gata Negra, não vai mais estrear no ano que vem. A Sony tirou o longa de seu cronograma de lançamentos e colocou um drama estrelado por Tom Hanks na data anteriormente reservada para a produção. Segundo fontes do site Deadline, o estúdio não estaria satisfeito com o roteiro e teria encomendado uma nova versão da história. O roteiro foi assinado por duas profissionais bastante requisitadas para projetos geeks, Lindsey Beer e Geneva Robertson-Dworet. Das duas, apenas Robertson-Dworet teve filme lançado, o novo “Tomb Raider”, cuja história foi considerada fraquíssima. Ela também é autora da trama do esperado longa da “Capitã Marvel”. Por sua vez, Beer escreveu os vindouros “Chaos Walking”, thriller pós-apocalíptico estrelado por Daisy Ridley e Tom Holland, e está envolvida com “King Kong vs Godzilla” e a franquia “Ology” da Paramount. Elas já tinham sido chamadas para melhorar um primeiro roteiro escrito por Lisa Joy (criadora da série “Westworld”) e Christopher Yost (roteirista de “Thor: Ragnarok”). Provavelmente, outra roteirista será convocada a trabalhar na trama, antes da produção voltar ao calendário. A direção continua a cargo de Gina Prince-Bythewood (“Nos Bastidores da Fama”), que recentemente fez sua estreia no universo Marvel ao dirigir o piloto de “Cloak and Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga para o canal pago Freeform. Criada em 1985, Sabre de Prata é uma mercenária que caça criminosos de guerra e ocasionalmente se alia ao Aranha. Ela nunca apareceu no cinema, assim como a Gata Negra, uma ladra que é considerada a “Mulher-Gato da Marvel”, lançada em 1979 – embora Felícia Hardy, sua identidade secreta igualmente gata, tenha dado as caras em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, vivida pela atriz Felicity Jones. Um dos motivos não admitidos para o adiamento da produção pode ter relação com o lançamento de “Venom”, primeiro filme solo de um vilão dos quadrinhos do Homem-Aranha. Os primeiros trailers do longa estrelado por Tom Hardy não tiveram a repercussão imaginada. “Venom” estreia em outubro e sua bilheteria poderá servir de “inspiração” para a Sony avançar ou cancelar outros projetos derivados do Homem-Aranha.

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    Woody Harrelson confirma “pequena” participação em Venom

    27 de maio de 2018 /

    O ator Woody Harrelson (“Planeta dos Macacos: A Guerra”) confirmou parte das especulações sobre seu envolvimento no filme do personagem dos quadrinhos Venom. Em entrevista ao site Collider, ele confirmou que estará realmente no longa. Não só isso. Disse que a participação era pequena, mas deveria aumentar na continuação. “Estou em uma pequena fração do filme, mas estarei no próximo, sabe? Então ainda não li o roteiro [do próximo], apenas confiei na sorte”, disse o ator, que apesar disso elogia o roteiro do “primeiro” (e único se a bilheteria for baixa) filme. “Ruben Fleischer dirigiu ‘Zumbilândia’, isso foi uma parte determinante para eu decidir. E tem também Tom Hardy, que eu respeito e acho um grande ator. Então, isso e um roteiro maravilhoso me fizeram achar que eu deveria participar”, completou. Ele não contou qual é seu papel, mas os rumores mais antigos sugeriam que ele interpretaria o vilão Carnificina. O antagonista seria introduzido apenas na cena pós-creditos do filme. Mas não há confirmação oficial. “Venom” tem direção de Ruben Fleischer (“Zumbilândia”), é estrelado por Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) no papel-principal e ainda traz em seu elenco Michelle Williams (“Todo o Dinheiro do Mundo”) e Riz Ahmed (“Rogue One: Uma História Star Wars”). A estreia está marcada para 4 de outubro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    O Abutre vai voltar na continuação de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    22 de maio de 2018 /

    A produção do próximo filme do Homem-Aranha ganhou novos e interessantes detalhes. Após a notícia de que Jake Gyllenhaal está em negociações para interpretar o vilão Mysterio, a revista Variety apurou que Michael Keaton irá reprisar seu papel como o Abutre. Vale lembrar que, quando foi visto encarcerado durante os créditos finais de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, Adrian Toomes (Keaton) era confrontado por outro membro em potencial do Sexteto Sinistro, Mac Gargan, também conhecido como o Escorpião. Com a chegada de Mysterio, isto pode significar que o Sexteto Sinistro está nos planos da Marvel. Se não para o segundo filme, no máximo para o terceiro. Além dos vilões, também estão confirmados os retornos de Tom Holland como Peter Parker/Homem-Aranha, Zendaya como “M.J.”, Marisa Tomei como Tia May e Jacob Batalon como Ned Leeds (na verdade, Ganke Lee com o nome errado). O produtor Kevin Feige já adiantou que o filme não será chamado de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar 2” e que mostrará, pela primeira vez, Peter Parker fora de Nova York, numa aventura internacional. Novamente escrito por Chris McKenna e Eric Sommers, e dirigido por Jon Watts (a equipe de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), a continuação estreia em julho de 2019, dois meses após “Vingadores 4” desfazer o que houve em “Vingadores: Guerra Infinita”.

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    Jake Gyllenhaal negocia viver o vilão Mysterio na próximo filme do Homem-Aranha

    21 de maio de 2018 /

    O ator Jake Gyllenhaal pode participar de seu primeiro filme de herói. Cotado para assumir o papel de Batman no universo DC, ele negocia interpretar um vilão da Marvel: Mysterio na continuação de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. A informação foi divulgada pelos sites das revistas Variety e The Hollywood Reporter. O vilão Mysterio é um especialista em efeitos especiais e usa sua técnica como criador de ilusões para cometer seus crimes. Curiosamente, o personagem já deveria ter aparecido no cinema. Ele seria o vilão do abortado “Homem-Aranha 4”, com interpretação do velho amigo do diretor Sam Raimi, o ator Bruce Campbell (“Ash vs the Evil Dead”), que figurou em todos os filmes da trilogia original – e nos videogames derivados. Mysterio pertence à galeria de vilões clássicos do Aranha, criado por Stan Lee e Steve Ditko em 1964, e foi um dos fundadores do Sexteto Sinistro original. Mais recentemente, ele mergulhou em níveis mais baixos de vilania, sendo responsável por iniciar eventos que culminaram na morte de Karen Page (a namorada original do Demolidor). Mas não se aflijam porque ninguém fica morto muito tempo nos quadrinhos, assim como vai acontecer com o Aranha a seguir no cinema. Tom Holland voltará a viver o Homem-Aranha na continuação, que será lançada em julho de 2019, dois meses após “Vingadores 4” confirmar a óbvia reversão do final de “Vingadores: Guerra Infinita”. Atualmente, Jake Gyllenhaal está trabalhando em “Velvet Buzzsaw”, um filme de terror de Dan Gilroy (“O Abutre”), que será disponibilizado pela Netflix.

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    Joseph Campanella (1924 – 2017)

    17 de maio de 2018 /

    Morreu o ator Joseph Campanella, que teve uma longa carreira com mais de 200 participações em filmes e séries. Ele faleceu aos 93 anos em sua casa em Sherman Oaks, Califórnia, na quarta-feira (16/5). A carreira de Campanella começou ainda nos anos 1950, numa profusão de antologias de dramatização teatral, mas foi na década seguinte que deslanchou, levando-o a acumular diversas participações nas mesmas séries como personagens diferentes – foram quatro aparições só em “O Fugitivo” em papéis variados. O primeiro destaque de sua vida profissional aconteceu na série de detetive “Mannix”, desenvolvida em 1967 por Bruce Geller, o criador de “Missão Impossível” – onde Campanella aparecera duas vezes. Ele interpretava o chefe do detetive Harry Mannix (Mike Connors), Lew Wickersham, em eterno conflito com o subordinado que insistia em desobedecer as análises computadorizadas da agência (eram os antigos cartões perfurados da IBM), preferindo resolver os casos à moda antiga, isto é, via pancadaria. Campanella foi indicado ao Emmy de Melhor Ator Coadjuvante pela série em 1968, mas acabou dispensado pela produção na 2ª temporada, quando Harry Mannix rompeu com a agência de detetives e passou a atender clientes por conta própria, com a ajuda de uma secretária (Gail Fisher). A decepção não o impediu de ser valorizado, levando-o a monopolizar as telas. Entre 1969 e 1979, ele apareceu numa média de oito séries diferentes por ano, ao mesmo tempo em que fez diversos filmes, inclusive alguns cultuados como “Ben, o Rato Assassino (1972), “Corrida Silenciosa” (1972) e “Meteoro” (1979). Ele teve outro papel importante, ainda que recorrente, na versão original do sitcom “One Day at a Time”, dando vida a Ed Cooper, o ex-marido de Ann Romano (Bonnie Franklin) e pai das crianças da atração, entre 1976 e 1982. Mas acabou trocando as séries pelas novelas no final dos anos 1980. Sua participação em “Days of Our Lives” acabou lhe rendendo sua segunda indicação ao Emmy, em 1989. Também integrou o elenco de “The Bold and the Beautiful”, atuando por nove anos, entre 1996 e 2005, na interminável novela, até hoje em exibição nos Estados Unidos. Na produção, Campanella deu vida a Harper Deveraux, um poderoso senador que era desmascarado como um assassino diabólico conhecido como o Esfaqueador de Riverfront. O ator ainda foi dirigido pelo brasileiro Bruno Barreto no filme “Assassinato Sob Duas Bandeiras” (1990), viveu um dos juízes recorrentes da série jurídica “The Practice” e dublou o Dr. Connors/Lagarto no desenho do “Homem-Aranha” durante os anos 1990. Ele só se aposentou ao atingir os 83 anos de idade, após mais de 50 anos de atividade como ator. Sua última aparição na TV foi num episódio da série “CSI” em 2008. Joseph Campanella era casado há 53 anos com Jill Campanella, sua primeira paixão, com quem teve sete filhos.

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    Vídeo compila vezes em que Benedict Cumberbatch impediu Tom Holland de revelar spoilers dos Vingadores

    1 de maio de 2018 /

    Responsável por manter a seriedade em meio à crise de “Vingadores: Guerra Infinita”, Doutor Estranho teve outra missão complicada fora do set. Seu intérprete, o ator Benedict Cumberbatch, precisou intervir várias vezes para impedir que seu colega, o ator Tom Holland, intérprete do irreverente Homem-Aranha, revelasse spoilers da trama durante entrevistas que os dois realizaram. Um usuário do Twitter reuniu trechos de várias dessas intervenções num vídeo hilário, que pode ser visto abaixo. O mais interessante é observar como a química de Cumberbatch e Holland evoca o humor físico das duplas clássicas de comediantes do cinema (na linha de Abbott e Costello/Dean Martin e Jerry Lewis) e funcionaria muito bem num filme. Confira abaixo. benedict preventing tom from leaking spoilers: a thrilling saga ?? pic.twitter.com/VyIdKTTeA4 — captain* (@iamgeekingout) April 30, 2018

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    Marvel atinge seu ápice com Vingadores Guerra Infinita

    28 de abril de 2018 /

    Dez anos depois da estreia dos estúdios Marvel com “Homem de Ferro” (2008) e passados quase duas dezenas de produções, muitas delas arriscadas, com heróis pouco conhecidos do grande público – como “Doutor Estranho”, “Pantera Negra”, “Guardiões da Galáxia” e “Homem-Formiga” – , eis que a Marvel chega ao ápice, um dos pontos mais aguardados desde sua criação, ao realizar um grande épico envolvendo quase todos os personagens apresentados ao longo desses anos. “Vingadores: Guerra Infinita”, de Joe e Anthony Russo, representa muito mais do que o pioneiro “Os Vingadores” (2012). Aqui está em jogo não apenas dar conta de uma aventura de ação com alguns super-heróis de Stan Lee e Jack Kirby, como foi o caso do trabalho de Joss Whedon, mas costurar um universo cinematográfico já gigantesco e com o pano de fundo dos quadrinhos de Jim Starlin. Foi ele quem criou Thanos, o mais fascinante vilão do estúdio até então. Thanos aparece interpretado por um Josh Brolin quase irreconhecível, mas sem perder as nuances da interpretação. E o filme não demora para apresentá-lo. A primeira cena já traz uma angustiante disputa do vilão contra Thor, Loki e outros deuses nórdicos. A intenção é capturar uma das joias do infinito. Uma vez que consiga todas as joias, espalhadas por vários pontos do universo, ele alcançará o seu intento, de proporções apocalípticas. Um dos grandes méritos do filme, aliás, é saber dar uma motivação satisfatória para o vilão. É curioso perceber que alguns dos trabalhos mais recentes da Marvel/Disney, como “Guardiões da Galáxia Vol. 2”, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “Thor: Ragnarok”, têm um pé bem fixo na comédia – ainda que nem todo mundo se envolva com o humor típico da Marvel, muitas vezes afetado, outras vezes excessivamente inofensivo, o que também pode ser um problema. Mas “Vingadores: Guerra Infinita” sabe aliar o humor, principalmente quando Thor tem seu encontro com os Guardiões da Galáxia, com uma narrativa mais sombria. Afinal, estamos falando de um vilão que é para ser levado muito a sério, e que logo na primeira cena já mostra a que veio, embora cenas posteriores possam aprofundar ainda mais sua dimensão complexa, inclusive em um flashback de Gamora (Zoe Saldana). O filme é bem articulado em blocos, com sequências que se passam em diferentes lugares do universo. O bom domínio narrativo dos irmãos Russo é essencial para que envolver o público com essa diversidade, acomodando a duração um tanto longa que deriva dessa opção. Já o elenco é um luxo que só uma superprodução dessas é capaz de bancar (ter um ator como William Hurt em praticamente uma ponta é um exemplo disso). Embora nem todos os personagens sejam bem aproveitados (o Homem-Aranha é um exemplo), seria impossível dar conta de dezenas deles de maneira mais aprofundada. Apenas certos heróis, que guardam maior relação com a trama principal e a evolução cinematográfica da Marvel, tem seu potencial dramático melhor explorado, como é o caso de Thor (Chris Hemsworth), Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Nômade/Capitão América (Chris Evans), Visão (Paul Bettany), Senhor das Estrelas (Chris Pratt), Gamorra e, claro, o grande vilão. Mesmo o Pantera Negra (Chadwick Boseman) funciona mais para trazer Wakanda como cenário – e um excelente campo de batalha. É lá que algumas das cenas mais envolventes e emocionantes acontecem. Vale ressaltar a campanha da Marvel e a pressão nas redes sociais para que as pessoas evitem spoilers do filme. Mas é questão de tempo até se tornar impossível frequentar a internet sem tropeçar no que acontece. Por isso é aconselhável que o filme seja visto o quanto antes, pois as surpresas são realmente inesperadas. Acontecimentos guardados para o final são fundamentais para que “Vingadores: Guerra Infinita” seja diferente de todas as demais produções da Marvel.

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