“Stranger Things” coloca Metallica nas paradas de sucesso
O final da 4ª temporada de “Stranger Things” colocou o clássico do Metallica “Master of Puppets” no topo das paradas de sucesso neste final de semana. A canção icônica (porém adormecida há cerca de 40 anos) está em 1º lugar entre as mais tocadas do gênero de rock na plataforma do iTunes e ocupa a 29ª posição no ranking geral do streaming. Além disso, atingiu o 26º lugar no Top Mundial do Spotify nesta segunda-feira (4/7). Essa é a primeira vez que a gravação do Metallica experimenta sucesso comercial desde seu lançamento em março de 1986, repetindo o fenômeno de “Running Up That Hill”, de Kate Bush, que estourou ao ser incluída na Parte 1 de “Stranger Things 4″. De acordo com a supervisora musical da série, Nora Felder, os co-criadores colocaram a música no roteiro desde a pré-produção. “Foi mais um daqueles momentos ‘tem que ser essa música’”, ela contou à revista Variety. “Eu acredito que os Irmãos Duffer sentiram que tocar ‘Master of Puppets’ durante toda a cena estendida foi a escolha certa. Nenhuma outra música foi discutida e nós resolvemos adquiri-la imediatamente.” A supervisora também acrescentou que a canção, originalmente sobre drogas, serve de analogia à situação enfrentada pelos personagens com Vecna. “Cada um tem poderes destruidores, que roubam das pessoas sua força pessoal e essencial”, ela comparou. “’Master of Puppets’ é uma música bastante significativa no repertório do Metallica, e acho que é considerada a favorita em seus shows ao vivo”, ela apontou. “Eu queria que o Metallica entendesse completamente em que contexto a música estava sendo usada, além de como ela era integral para a cena e para esse novo personagem empolgante, Eddie Munson, que ninguém havia conhecido ainda nas temporadas anteriores”, explicou a executiva. A banda comprou a ideia na apresentação, sem que fossem necessárias maiores discussões. Na série, a música é tocada pelo personagem Eddie Munson (Joseph Quinn) durante a batalha dos adolescentes de Hawkins contra as forças malignas do vilão Vecna. Felder acredita que a faixa foi uma combinação perfeita para Eddie, pois amplificou a cena mais emocionante da 4ª temporada e se alinhou com “a personalidade pública aparentemente arrogante e abrasiva” do personagem. E, sim, é o ator que toca guitarra na cena. “Joseph teve tempo para aprender o riff de guitarra e, acompanhando a gravação. Todos acharam que ele fez um ótimo trabalho.” No entanto, apesar da cena do ator britânico chamar a atenção pela suposta habilidade musical, Joseph Quinn assumiu que recebeu uma ajudinha extra para que Eddie mandasse bem no solo. Em entrevista ao site Collider, o ator explicou que tocou a maior parte de “Master of Puppets”, mas precisou de um “faixa preta dos guitarristas de metal” para o solo insano e veloz. “Tive sorte de tocar desde jovem. Mas, quando li os roteiros, comprei a guitarra e comecei a praticar loucamente”, afirmou. “Mas o solo não foi meu. Eu não sou um guitarrista de heavy mental”, admitiu. Desta forma, a série “Stranger Things” provou ser muito mais do que uma atração de sucesso, mas também uma grande fonte de resgates musicais.
In-Edit Brasil 2022 exibe de heavy metal a Belchior
O In-Edit Brasil – Festival Internacional do Documentário Musical começa sua 14ª edição nesta quarta (15/6), com uma programação presencial em São Paulo e online, estendendo-se até o dia 26. A programação inclui 67 filmes nacionais e internacionais, cobrindo artistas e estilos bem diferentes como o blues da veterana Tina Turner, o jazz de Thelonious Monk, o rock progressivo do King Crimson, o pop oitocentista do A-ha, grunges dos anos 1990 como Flaming Lips e Dinosaur Jr, e até representantes da nova geração indie como Courtney Barnett, sem esquecer uma seleção especial voltada ao heavy metal (com filmes sobre o metal brasileiro, o black metal norueguês, Ronnie James Dio, etc). A lista de filmes nacionais é igualmente diversificada, incluindo o punk dos Garotos Podres, o brega de Sidney Magal e a MPB alternativa de Belchior. O In-Edit terá ainda uma Feira de Vinil e pocket shows com Banda Mantiqueira, Mundo Livre SA, Black Pantera, Benjamim Taubkin, banda Test, Carline and Friends, Os Imitáveis, Garotos Podres e Alzira E, além de debates e encontros com artistas e cineastas. A abertura vai acontecer às 20h30, no CineSesc, com a exibição de “Nothing Compares”, filme sobre a cantora Sinead O’Connor, que teve première mundial no Festival de Sundance deste ano. Confira a programação completa no site oficial do festival: https://br.in-edit.org/.
Quadrinhos do ator Dan Fogler vão virar série animada
O ator Dan Fogler, que integra a franquia “Animais Fantásticos” e a série “The Walking Dead”, vai produzir a adaptação da revista em quadrinhos “Moon Lake”, que ele próprio criou e escreve. “Moon Lake” será transformada numa série animada pelo estúdio Bardel Entertainment, responsável por “Ricky and Morty”. Publicada pela editora Heavy Metal, a revista é uma antologia narrada pelo Homem na Lua, um personagem farsesco inspirado em apresentadores de antologias de TV clássicas, como Rod Serling e Alfred Hitchcock. Mantido em cativeiro por “homens da lua” desde a infância, o narrador impede que esses alienígenas ataquem a Terra, mantendo-os entretidos com contos chocantes de horror e humor sombrio. A adaptação vai contar, a cada episódio, uma história diferente com monstros, situações estranhas e épocas distintas, abrangendo desde terrores da pré-história até o futuro das guerras espaciais. “Eu estou na lua, trocadilho totalmente proposital, por adaptar minhas histórias em quadrinhos ‘Moon Lake’”, disse Fogler. “Prometemos fazê-los rir e se assustar até a vida após a morte, com o melhor elenco de vozes do mercado. ” Apesar do anúncio, o projeto ainda não tem canal ou plataforma oficial.
Maestro do Rock: Documentário sobre Andre Matos ganha trailer
Um documentário sobre o roqueiro Andre Matos (1971-2019), que será lançado em 2021, teve seu primeiro trailer divulgado. Intitulado “Andre Matos – Maestro do Rock”, o filme mostrará diversas imagens de arquivo pessoal e entrevistas com amigos, familiares e músicos, e mostrará a evolução musical do artista, que tem formação de regente, estudou canto lírico e participou de bandas clássicas do heavy metal brasileiro, como Viper, Angra e Shaman. Dirigido e editado por Anderson Bellini e com produção do jornalista Thiago Rahal Mauro, o projeto teve início em 2018, quando o próprio Andre autorizou o registro de entrevistas. A família cedeu o restante do material para a conclusão do documentário, concluído com participação de músicos como Kai Hansen (Helloween), Sascha Paeth (parceiro do projeto Virgo) e Kiko Loureiro (ex-Angra e Megadeth). O filme será lançado no dia 14 de setembro de 2021, como uma grande homenagem ao músico, que nesta data completaria 50 anos de idade. Ele morreu de infarto aos 47 anos, em 8 de junho de 2019, data que o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, decretou oficialmente como o Dia Municipal do Metal, em homenagem ao artista.
Juan Giménez (1943 – 2020)
O quadrinista argentino Juan Giménez morreu nesta sexta (3/4), aos 76 anos. Ele estava internado em Mendoza, na Argentina, após ter sido diagnosticado com covid-19. Gimenez tinha retornado recentemente da Espanha, onde morava, antes de ser diagnosticado. Ele era celebrado como um dos grandes mestres dos quadrinhos de ficção científica, especialmente na Europa, onde ganhou notoriedade com uma série de histórias curtas chamada “Time Padarox”. Em 1981, Giménez também fez parte da equipe responsável pela realização do cultuado longa animado “Heavy Metal”, desenhando o segmento “Harry Canyon”. E logo em seguida ainda desenvolveu designs para a sci-fi espanhola “O Cavaleiro Estelar” (1986), estrelada por Klaus Kinski (“Fitzcarraldo”), Harvey Keitel (“O Irlandês”) e Fernando Rey (“Esse Obscuro Objeto do Desejo”). Colaborador das principais revistas europeias de quadrinhos, como a francesa “Métal Hurlant” e a italiana “L’Eternauta”, também publicou várias graphic novels e seu maior sucesso foi a saga “A Casta dos Metabarões”, criada em parceria com o cineasta chileno Alejandro Jodorowsky (“A Dança da Realidade”). A publicação durou até 2003 e foi traduzida para vários idiomas.
Detonator lança clipe animado para ensinar crianças a lavar as mãos
O comediante Bruno Sutter divulgou em sua página no YouTube um novo clipe de seu personagem Detonator, cantor da banda de comédia metal Massacration. Voltado para crianças, o vídeo de “Metal Lava a Mão” traz uma versão animada de Detonator e de sua nova banda de garotas metaleiras ensinando a lavar as mãos, como forma de prevenção contra a pandemia de coronavírus. Conhecido após atuar no programa de comédia “Hermes e Renato”, exibido pela MTV no início dos anos 2000, Sutter criou Detonator, “filho do deus metal” e líder do Massacration, numa esquete da atração em 2002. Paródia de bandas de power metal dos anos 1980, como Manowar e Helloween, o Massacration acabou impulsionado pela emissora e chegou a abrir uma turnê nacional do Sepultura, antes de gravar seu primeiro disco em 2005. Em 2012, Detonator abandonou o grupo, alegando estar cansado de uma banda só de macho, com o objetivo de montar um grupo formado por mulheres, que viria a ser conhecido como Detonator e as Musas do Metal. Este projeto lançou o álbum “Metal Folclore: The Zoeira Never Ends…”, o disco ao vivo “Live InSANA” e o EP “DetonaThor”. Mais recente lançamento do grupo, “Metal Lava a Mão” tem letra e música de Sutter e a animação do clipe foi dirigida por Tiago Toshiaki.
Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro trailer
O aguardado filme “Lord of Chaos” ganhou seu primeiro trailer. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, o longa é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa narra a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Até o ponto em que a fronteira entre realidade e publicidade começou a se confundir, envolvendo a banda em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg e Jack Kilmer interpretará Dead. O personagem de Valter Skarsgård é chamado de Faust e provavelmente é Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Vale lembrar que, em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Um detalhe curioso sobre a trilha do filme, nos momentos em que não tocam músicas do Mayhem, é que ela também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial de “Lords of Chaos” aconteceu há um ano, no Festival de Sundance de janeiro passado, quando atingiu 92% de aprovação na média da crítica do site Rotten Tomatoes. O lançamento comercial está marcado para 8 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para sua chegada ao Brasil.
Lords of Chaos: Cinebiografia da polêmica banda Mayhem ganha primeiros teasers
O filme “Lord of Chaos” ganhou um pôster e teve seus primeiros teasers divulgados. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, o longa é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Até o ponto em que a fronteira entre realidade e publicidade começou a se confundir, envolvendo a banda em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg e Jack Kilmer interpretará Dead. O personagem de Valter Skarsgård é chamado de Faust e provavelmente é Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Vale lembrar que, em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Um detalhe curioso sobre a trilha do filme, nos momentos em que não tocam músicas do Mayhem, é que ela também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial de “Lords of Chaos” aconteceu há um ano, no Festival de Sundance de janeiro passado, quando atingiu 92% de aprovação na média da crítica do site Rotten Tomatoes. O lançamento comercial está marcado para 8 de fevereiro nos Estados Unidos e não há previsão para sua chegada ao Brasil.
Slipknot volta à ativa no Halloween com lançamento de primeiro clipe em quatro anos
Os loucos escaparam. A banda Slipknot revelou sua primeira faixa inédita em quatro anos, que também ganhou clipe. A data escolhida para a divulgação de “All Out Life” não poderia ser mais temática: o dia do Halloween. O clipe mostra uma fuga em massa de psicopatas mascarados de um ônibus lotado, possivelmente durante o transporte para uma prisão ou hospício, e conduz os alucinados até um galpão onde ocorre, literalmente, um banho de sangue – ou de xarope de framboesa. A direção é de Shawn Crahan, o percussionista do Slipknot, que estreou como cineasta durante o hiato da banda, com a comédia sci-fi “Officer Downe” (2016), destruída pela crítica – 36% de aprovação no Rotten Tomatoes. “All Out Life” deve fazer parte do próximo álbum da banda de metal pesado. Recentemente, o vocalista Corey Taylor afirmou que estava trabalhando num novo disco de músicas inéditas para 2019, e que o material deve ser seguido de uma turnê mundial. O álbum mais recente da banda é “The Gray Chapter”, lançado em 2014.
Michael Myers toca guitarra em clipe da versão heavy metal de Halloween
O tema clássico do terror “Halloween”, composto pelo diretor John Carpenter, ganhou um de seus melhores covers. O guitarrista Jason Richardson criou um arranjo heavy metal para a canção, mostrando toda sua virtuosidade técnica. Mas não ficou nisso. Ele extrapolou ao incorporar o tema no clipe de divulgação. No vídeo, Richardson aparece com o macacão e a famosa máscara do psicopata Michael Myers, andando à noite pelos subúrbios de guitarra em punho, pronto a arrancar gritos das cordas metálicas. Completa o visual clássico o registro em VHS, que evoca vídeos das antigas videolocadoras, onde se podia alugar o primeiro filme da franquia. O ex-guitarrista das banda All Shall Perish, Born of Osiris e Chelsea Grin segue atualmente em carreira solo. Por curiosidade, seu primeiro disco individual, lançado em 2016, tinha participação de outro guitarrista famoso, Jeff Loomis, atualmente na banda Arch Enemy. E este detalhe é curioso porque o psiquiatra de Michael Myers em 1978 se chamava… Dr. Loomis. Autor do tema original, Carpenter voltou à franquia para assinar a trilha da nova versão de “Halloween”, que estreou na quinta-feira (25/10) nos cinemas brasileiros.
Clipe da banda Angra chama atenção por participação da cantora Sandy
A banda Angra divulgou seu novo clipe de heavy metal, que traz uma participação curiosa: a estrela do filme de terror “Quando Eu Era Vivo” (2014), também conhecida como a cantora romântica Sandy. A música “Black Widow’s Web”, revelada no começo do ano no disco “Omni”, já dava o que falar pela parceria com a cantora e no clipe ela incorpora o visual que, nos bastidores da gravação, ganhou o apelido de “gótica suave” e de “Sandy Trevosa”. Além de Sandy, o clipe conta com a aparição de outra vocalista, fazendo os vocais guturais. É a canadense Alissa White-Gluz, da banda Arch Enemy, que tem a voz e o visual mais ousados da produção. O clipe, porém, ganhou um trecho a mais de Sandy. Durante uma pausa na música, a cantora declama frases sobre vaidade, em inglês soturno. Antes do lançamento, Sandy contou que o filho, Theo, de quatro anos, aprovou sua participação. “Ele amou, porque ele é muito metaleiro, ele é fã do Sepultura e agora tá virando fã do Angra também”. Angra e Sandy já haviam trocado elogios pela parceria inusitada. “Foi um prazer participar dessa música do Angra que tem um sentido muito importante nos dias de hoje. Não foi só a música que me atraiu, mas toda a ideia da letra, a questão da ‘viúva negra’ como uma analogia com as mídias sociais. Quando o Rafael (Bittencourt, guitarrista) me trouxe essa ideia, fiquei super empolgada em poder fazer parte. Adoro desafios e amo ter oportunidades de fazer coisas que, talvez, as pessoas não esperem de mim artisticamente. Espero que o público goste, eu fiquei bem feliz com o resultado”, postou Sandy em seu Facebook. “Ter a Sandy foi uma das coisas mais especiais, porque ela é uma das grandes cantoras do Brasil e uma pessoa que foi muito amável, receptível, que está disposta a se arriscar”, disse Rafael Bittencourt, ao UOL. Curiosamente, o diretor do clipe, Leo Liberti, convive com artistas desses dois extremos musicais, assinando vídeos para Megadeth e Sérgio Reis.
Sharon Osbourne revela estar preparando filme e livro sobre seu casamento com Ozzy
Sharon Osbourne está trabalhando em um filme e num livro sobre seu casamento com o roqueiro Ozzy Osbourne, cantor do Black Sabbath. O filme estaria em fase de roteiro e será centrado no começo do relacionamento do casal. “Começa no dia em que nos conhecemos, e mostra como nossas vidas tão diferentes foram se juntar”, ela revelou, em entrevista à revista Varity. “Será um filme que vai fazer todo mundo chorar”, garantiu. “Não vai ser o que as pessoas esperam: sexo, drogas e rock n’ roll. Ozzy é muito mais do que isso. Eu odiaria que o filme se tornasse esse clichê”. A empresária, responsável pelo sucesso da carreira solo do marido, afirmou que também prepara um livro focando nos casos extraconjugais de Ozzy. “É sobre a infidelidade, e o que ela faz com as pessoas e com os casais”. Em 2016, o casamento dos Osbournes quase foi por água abaixo quando Ozzy foi pego tendo um caso, e o roqueiro admitiu mais tarde ser um “viciado em sexo”, em suas próprias palavras. No ano passado, Sharon revelou que o marido já chegou a ter seis casos extraconjugais ao mesmo tempo, sem ela saber. Ainda não há data de lançamento ou títulos oficiais para os novos derivados da vida real de “Os Osbournes”.
Lord of Chaos: Filme sobre a banda de black metal Mayhem ganha primeiro pôster
O filme “Lord of Chaos”, uma das avant-premières mais esperadas do Festival de Sundance 2018, divulgou seu primeiro pôster. E é puro heavy metal. Dirigido pelo sueco Jonas Akerlund, mais conhecido por clipes de Madonna e Beyoncé, “Lord of Chaos” é a cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Escrito pelo próprio Akerlund em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa pretende narrar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e num até assassinato. A banda cinematográfica é formada por Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, Emory Cohen (“Brooklyn”) e Anthony De La Torre (o jovem Jack Sparrow de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander e Bill Skarsgård, também está no elenco, assim como a cantora pop Sky Ferreira (“Em Ritmo de Fuga”). Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Um fato pouco difundido é que, antes de virar diretor, Akerlund também participou desta cena, como membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Em nova formação, o Mayhem ainda existe. E passou recentemente pelo Brasil em turnê. Para completar, a trilha do filme, nas cenas não musicais, também foi composta por uma banda. Mas de estilo totalmente oposto. Akerlund quis uma trilha atmosférica e contratou a banda indie islandesa Sigur Ros. A pré-estreia mundial acontece na terça (23/1) em Sundance e ainda não há previsão de lançamento comercial.












