Emilia Clarke revela ter encerrado as gravações de Game of Thrones com post poético de despedida
A atriz Emilia Clarke usou seu Instagram para fazer sua despedida da produção de “Game of Thrones”. A intérprete de Daenerys Targaryen revelou ter finalizado sua participação nas gravações da 8ª e última temporada da atração com um post de inspiração poética. “Subi num barco rumo a uma ilha para dizer adeus à terra que foi meu segundo lar por quase uma década. Foi uma viagem. Obrigada, ‘Game of Thrones’, pela vida que nunca sonhei que poderia viver e a família que nunca vou parar de sentir saudades”, ela escreveu, referindo-se à Irlanda do Norte, onde a série teve a maioria de suas cenas gravadas, e também à Inglaterra, a “ilha” em que ela mora. Os últimos capítulos de “Game of Thrones” só serão exibidos em 2019 na HBO, ainda sem data prevista. Hopped on a boat to an island to say goodbye to the land that has been my home away from home for almost a decade. It’s been a trip @gameofthrones thank you for the life I never dreamed I’d be able to live and the family I’ll never stop missing #?#lastseasonitis Uma publicação compartilhada por @ emilia_clarke em 17 de Jun, 2018 às 12:23 PDT
George R.R. Martin acredita que Game of Thrones terá mais de um spin-off aprovado
O anúncio da encomenda de um piloto de spin-off de “Game of Thrones”, escrito por Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”), deixou os fãs da série em polvorosa. E também animou o escritor George R.R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo” (que inspiraram “Game of Thrones”), a compartilhar novidades sobre outros projetos similares em seu blogue oficial. “Se vocês vêm acompanhando, sabem que começamos com quatro projetos e, eventualmente, fomos para cinco. Um desses foi arquivado, pelo que pude entender e, é claro, o roteiro de Jane está agora se movendo para o estágio de piloto, mas isso não significa que os outros estejam mortos”. Ele preferiu não identificar qual projeto de spin-off foi arquivado. Além do piloto de Goldman, mais quatro derivados de “Game of Thrones” receberam encomenda de roteiro, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Westworld” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Por outro lado, o escritor revelou que os planos da HBO podem incluir mais de um derivado de “Game of Thrones” – como acontece com o canal pago AMC em relação a “The Walking Dead”. “Tudo o que me dizem indica que poderíamos gravar pelo menos mais um piloto, e talvez mais de um, nos próximos anos”, disse Martin. “Nós temos um mundo inteiro e dezenas de milhares de anos de história para brincar, afinal de contas. Mas como se trata de televisão, nada é garantido”. Ainda sem título, o projeto que vai ganhar piloto focará o passado distante de Westeros, mas envolverá ancestrais de heróis conhecidos dos fãs de “Game of Thrones”. A sinopse oficial afirma: “A série retrata o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”. Martin contou que sugeriu um título. “Meu voto seria ‘The Long Night’, que diz tudo, mas eu ficaria surpreso se for assim que acabará batizada. É mais provável que a HBO queira incluir a frase ‘Game of Thrones’ em algum lugar do título.” A sugestão parece confirmar o que muitos fãs já estão imaginando, com base na descrição oficial da HBO: um prólogo que lidaria com a primeira guerra lendária contra os Caminhantes Brancos. O escritor finalizou os comentários minimizando seu envolvimento no piloto, afirmando que “os elogios devem ir para Jane”, ao reiterar que seu atual foco criativo permanece sendo “Os Ventos de Inverno”, o sexto livro inacabável da saga original.
HBO renova Succession para a 2ª temporada após dois episódios
O canal pago HBO anunciou a renovação da série “Succession”, após a exibição de seu segundo episódio na televisão. Produzida e dirigida pelo cineasta Adam McKay, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Grande Aposta” (2015), a série acompanha uma família americana rica e influente, dona de um grande conglomerado de mídia, que também é poderosamente disfuncional. Escrita pelo inglês Jesse Armstrong (criador de “Fresh Meat” e escritor de comédias politizadas como “Conversa Truncada” e “Quatro Leões”), a atração destaca Brian Cox (“Churchill”) no papel de um magnata que resolve reconsiderar os planos de aposentadoria. Ao fazer isso, humilha o filho mais preparado (Jeremy Strong, de “Detroit em Rebelião”), que se via pronto para assumir seu lugar na empresa, alimentando uma rivalidade com seus irmãos ambiciosos – vividos por Sarah Snook (“O Predestinado”), Kieran Culkin (“Scott Pilgrim Contra o Mundo”) e Alan Ruck (série “The Exorcist”). Adam McKay dirigiu o primeiro episódio, assistido por 582 mil telespectadores ao vivo nos Estados Unidos, enquanto o segundo foi assinado por Mark Mylod, responsável por seis capítulos de “Game of Thrones”. A produção é da Gary Sanchez Productions, empresa criada por McKay em parceria com o comediante Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A 1ª temporada tem 10 episódios e previsão de encerramento em 5 de agosto.
HBO encomenda piloto de série derivada de Game of Thrones
A HBO aprovou a produção do piloto de um spin-off de “Game of Thrones”. De acordo com informações das revistas Entertainment Weekly e The Hollywood Reporter, o projeto é um prólogo passado “milhares de anos” antes dos eventos da série atual. Ainda sem título, a premissa foi desenvolvida pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman”, “Kick-Ass”, “X-Men: Primeira Classe”) e pelo escritor George R. R. Martin, autor dos livros da saga “As Crônicas de Gelo e Fogo”, que inspiraram “Game of Thrones”. Mas, apesar de se passar no passado distante, a trama promete remeter a muitos eventos citados na série atual. A sinopse oficial afirma: “A série retrata o momento em que o mundo passa da Era dos Heróis ao seu pior momento. E uma coisa é certa: dos segredos terríveis da história de Westeros à verdadeira origem dos Caminhantes Brancos, aos mistérios do Leste, aos Starks da lenda… não é a história que achamos que conhecemos”. Além de escrever o roteiro, Jane Goldman será showrunner da série, caso o piloto seja aprovado, e coproduzirá o programa com Martin, Vince Gerardis (produtor atual de “Game of Thrones”) e Daniel Zelman (criador das séries “Damages” e “Bloodline”). Não está claro se este foi o único spin-off considerado ou se é apenas o primeiro. Afinal, além deste projeto, mais quatro derivados de “Game of Thrones” receberam encomenda de roteiro, desenvolvidos por Max Borenstein (“Godzilla”, “Kong: A Ilha da Caveira”), Brian Helgeland (“Sobre Meninos e Lobos”, “Robin Hood”), Carly Wray (séries “Mad Man” e “The Leftovers”) e Bryan Cogman (roteirista e produtor de “Game of Thrones”). Martin também trabalhou no roteiro de Cogman. Todos os cinco roteiros focaram eventos anteriores ao nascimento de Daenerys e Jon Snow. E nenhum deles abordou os personagens Dunk e Egg, protagonistas do livro “O Cavaleiro dos Sete Reinos”, spin-off literário de Martin. Em setembro, o escritor comentou a produção das séries derivadas em seu blog pessoal, dividindo-se entre o comediamento e a animação. “Vocês não deveriam esperar ver cinco programas, pelo menos não agora. Mesmo eu amando essa ideia, a HBO não planeja virar uma emissora só de “Game of Thrones”. Mas é possível que vejamos dois ou até três projetos ganharem pilotos, com uma série de TV indo ao ar em 2019 ou 2020, e outras vindo depois, se tudo sair como esperamos. Mas, de novo, é apenas um talvez. Eu não deveria ficar especulando, vocês ficam MUITO animados. A verdade é que ninguém sabe ao certo”, explicou Martin.
Trailer de documentário reúne depoimentos e imagens raras de Robin Williams
A HBO divulgou o trailer do documentário “Robin Williams: Come Inside My Mind”, sobre o ator que marcou época em filmes tão diferentes como “Uma Babá Quase Perfeita”, “Sociedade dos Poetas Mortos”, “Alladin”, “Bom Dia Vietnã”, “Jumanji” e “Gênio Indomável”. Morto em 2014, aos 63 anos, Robin Williams deixou muitas imagens inesquecíveis, que são reunidas no filme, acompanhadas por cenas de apresentações de humor, depoimentos da família e de colegas, que compõem um retrato da vida pessoal e problemática do ator. “Meu pai nem sempre achou que estava tendo sucesso. Mas para mim ele é o cara que teve mais sucesso na vida”, diz seu filho Cody. Entre os astros que participam da produção estão Billy Crystal, Steve Martin, Whoopi Goldberg, David Letterman e outros. A direção é de Marina Zenovich, que anteriormente fez documentários sobre o diretor Roman Polanski e o humorista Richard Pryor. O lançamento está marcado para o dia 13 de julho nos Estados Unidos.
Zendaya será adolescente viciada em série descrita como “encontro de Kids com Trainspotting”
A atriz Zendaya vai voltar a estrelar um projeto televisivo, após se destacar no cinema em “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” e “O Rei do Show”. Mas desta vez o público será bem diferente das séries que a projetaram, “No Ritmo” (2010-2013) e “Agente K.C.” (2015-2018), ambas do Disney Channel. Ela será a protagonista do próximo grande projeto da HBO, chamado “Euphoria”. Trata-se da adaptação de uma polêmica série israelense de mesmo nome, descrita por Francesca Orsi, vice-presidente sênior da HBO, como um “encontro de ‘Kids’ com ‘Trainspotting'”. A série israelense foi adaptada por Sam Levinson, diretor e roteirista de “Assassination Nation”, sensação do último Festival de Sundance sobre a fúria da juventude da era digital. Zendaya viverá Rue, uma personagem de 17 anos, quatro anos mais nova do que a atriz na vida real, que é viciada em drogas. Ela contracenará na atração com Eric Dane, ex-“Grey’s Anatomy” e “The Last Ship”, e um punhado de adolescentes famosos, como Sydney Sweeney (série “Everything Sucks!”), Storm Reid (“Uma Dobra no Tempo”), Maude Apatow (de “Bem-Vindo aos 40” e filha de Judd Apatow), Jacob Elordi (“A Barraca do Beijo”), Lukas Gage (“Como Sobreviver a Um Ataque Zumbi”), Brian “Astro” Bradley (“Terra para Echo”) e McKenna Roberts (do vindouro “Arranha-Céu: Coragem sem Limites”), que será a versão criança de Rue. “Euphoria” é a segunda atração israelense que a HBO adapta para os Estados Unidos. A primeira foi “BeTipul”, que foi batizada de “In Treatment” (2008-2010). Esta série também teve uma versão brasileira, chamada de “Sessão de Terapia” (2012-2014) e exibida no canal pago GNT. Por enquanto, apenas o piloto de “Euphoria” foi encomendado. Ele será dirigido por Augustine Frizzell, cineasta de outro filme indie sensação de 2018, “Never Goin’ Back”, exibido no Festival SXSW. O piloto precisará ser aprovado pela HBO para virar série.
Sharp Objects: Minissérie de suspense estrelada por Amy Adams ganha novo trailer tenso
A HBO divulgou o pôster e um novo trailer da minissérie de suspense “Sharp Objects”, estrelada pela atriz Amy Adams (a Lois Lane de “Liga da Justiça”). E ela não é o único nome famoso na produção, que tem uma equipe de peso. O elenco inclui Patricia Clarkson (da franquia “Maze Runner”), Chris Messina (“The Mindy Project”) e a jovem Sophia Lillis (revelação de “It: A Coisa”) como a versão adolescente da personagem de Amy Adams. Além disso, trata-se de uma adaptação do primeiro livro escrito por Gillian Flynn (a autora de “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”), publicado no Brasil como “Objetos Cortantes”, foi desenvolvida pela produtora-roteirista Marti Noxon (criadora da série “Unreal”) e todos os capítulos são dirigidos pelo cineasta Jean-Marc Vallee (que fez o mesmo com “Big Little Lies”). A trama acompanha uma jornalista (papel de Adams) que, depois de passar um tempo numa instituição psiquiátrica, precisa voltar à sua cidade natal para cobrir um caso de assassinato envolvendo duas meninas pré-adolescentes. Lá, a protagonista é forçada a conviver novamente com a sua mãe, uma mulher neurótica e hipocondríaca que ela mal conhece. A estreia está marcada para 8 de julho.
3ª temporada de Insecure ganha teaser da HBO
A HBO divulgou um teaser da 3ª temporada da série “Insecure”, que traz a atriz e criadora da série, Issa Rae, improvisando um rap no espelho. “Insecure” adapta uma websérie (“The Misadventures of Awkward Black Girl”) criada e estrelada por Issa Rae e traz a atriz como uma jovem que enfrenta racismo e outros problemas da vida real, enquanto tenta lidar com uma série interminável de experiências cotidianas desagradáveis. Os novos episódios de “Insecure” estreiam no dia 12 de agosto.
Emilia Clarke revela já ter gravado a cena final de Daenerys em Game of Thrones
A 8ª e última temporada de “Game of Thrones” ainda está longe da encerrar sua produção, mas a atriz Emilia Clarke revelou, numa entrevista à revista Vanity Fair, que já gravou as cenas finais de Daenerys Targeryen na série. Sem adiantar spoilers, ela acabou transmitindo um certo ar de melancolia ao comentar o final de sua personagem. “(A cena) me ferrou”, disse ela. “Saber que esse será o sabor final que Daenerys deixará na boca das pessoas…” A declaração deixou muitos fãs aflitos, que ainda ligaram o fato de a atriz fazer sua cena final nesta altura da produção como sinal de morte da Mãe dos Dragões. Entretanto, as gravações não seguem a ordem dos episódios e as cenas que restam a ser produzidas ainda devem envolver a atriz. O que significa que Daenerys pode chegar viva ao final da série. Ainda sem data de estreia prevista, “Game of Thrones” só vai voltar em 2019 no canal pago HBO. Suspense.
Damon Lindelof anuncia atores de Watchmen e promete série diferente dos quadrinhos
O roteirista-produtor Damon Lindelof anunciou nas redes sociais os primeiros atores da série baseada em “Watchmen”, quadrinhos de Alan Moore e Dave Gibbons que marcaram a história da DC Comics por ocasião de sua publicação em 1986. O elenco inclui Regina King (série “American Crime”), Don Johnson (“Do Jeito que Elas Querem”), Tim Blake Nelson (“Colossal”), Louis Gossett Jr. (série “Extant”), Andrew Howard (série “Bates Motel”) e Adelaide Clemens (“O Grande Gatsby”). Seus personagens não foram divulgados, mas chama atenção a idade avançada dos escolhidos. À exceção da australiana Adelaide Clemens, de 29 anos, trata-se de uma relação de atores de meia ou terceira idade – que vai dos 47 de Regina King aos 82 de Louis Gossett Jr. Regina, inclusive, foi apontada como protagonista. Caso a série decidisse ser fiel aos quadrinhos, poderia-se imaginar que a lista inclui intérpretes dos Minutemen, o grupo de heróis veteranos dos anos 1940. Mas o criador da atração também usou as redes sociais para dizer que a série não será fiel. Num longo post, de cinco páginas de papel ofício, ele decidiu explicar o que pretende com a produção, mas a seu modo, sem explicar absolutamente nada. Num texto similar a seus roteiros, escreveu uma porção de generalizações que apontam um fio de ideia, embrulhada em intenções tão misteriosas quanto as tramas de “Lost” e “The Leftovers”, de sua autoria – e que não foram totalmente esclarecidas até hoje. “Não temos a intenção de ‘adaptar’ as doze edições que os senhores Moore e Gibbons criaram 30 anos atrás”, escreveu Lindelof, em suma. “Essas edições são terreno sagrado e não serão retrabalhadas, nem recriadas, nem reproduzidas e nem reiniciadas.” Os personagens serão, inclusive, inéditos. Mas, então, porque a série não se chama Chicomen ou Chicawomen? Ele introduz o tema, justificando o uso de “Watchmen”. Aprofunda, sem sair da superfície, a relação com o material original. “Os doze volumes originais são como o nosso Velho Testamento. Quando o Novo Testamento chegou, não anulou o que veio antes. Criação. O Jardim do Éden. Abraão e Isaac. O Dilúvio. Tudo isso aconteceu – e assim será com ‘Watchmen’. O Comediante morreu. Dan e Laurie se apaixonaram. Ozymandias salvou o mundo e o Dr. Manhattan o deixou após explodir Rorschach em pedaços no frio gélido da Antártica”, escreveu. Ou seja, a série será uma continuação dos quadrinhos e, portanto, também do filme feito por Zack Snyder em 2009. Certo? Só que não. “Também não estamos fazendo uma ‘continuação’. A história será ambientada no mundo que seus criadores construíram com tanto sofrimento… mas na tradição do trabalho que os inspirou, a nova história deve ser original. Tem que vibrar na imprevisibilidade de suas próprias placas tectônicas. Deve fazer novos questionamentos e explorar o mundo com novas perspectivas. Mais importante, deve ser contemporânea”. Ou seja, não é uma continuação, mas é uma história original contemporânea passada após os eventos dos quadrinhos. Em outras palavras, a definição básica do que é uma “continuação” – o que demonstra que seu texto faz tanto sentido quanto o final de “Lost”. A palavra “contemporânea”, entretanto, preocupa. Seria uma trama ambientada no século 21? Os quadrinhos publicados nos anos 1980 abordavam a história alternativa do mundo, após a vitória dos Estados Unidos na guerra do Vietnã. O filme manteve a cronologia. E a série? Será que a ideia é exibir uma nova geração de heróis, após o que houve nos anos 1980? Ou transportar a história dos Minutemen para os anos 1980 e mostrar a trama original dos Watchmen nos dias de hoje? “Alguns dos personagens serão desconhecidos”, escreveu Lindelof, sugerindo a primeira hipótese. “Novas caras. Novas máscaras para cobri-las”. Ao final, ele sugere que a trama pode realmente se passar nos dias atuais, mas conter flashbacks para o passado, provavelmente para os anos 1980, por meio de personagens familiares. “Nós também queremos revisitar o século passado de aventuras mascaradas por meio de um surpreendente, ainda que familiar, par de olhares… e é aqui que vamos assumir nossos maiores riscos.” Pelo texto, Lindelof parece surgir que sua abordagem de “Watchmen” é análoga ao que fez Alan Moore, posicionando a trama no presente e trazendo flashes da história passada. No caso de Moore, o passado era representado pelos Minutemen dos anos 1940. No caso de Lindelof, o passado pode ser os Watchmen dos anos 1980. Caso seja realmente isso, não deixa de ser uma forma criativa de lidar com a franquia, capaz de combinar reverência com evolução. Vale reparar, ainda, que o elenco contém dois atores negros. Nos quadrinhos e nos filmes, todos os personagens centrais são brancos. Uma mudança étnica seria uma forma de entender a frase que inclui a palavra “surpreendente” no contexto da familiaridade de um par de olhares supostamente conhecido, cuja escalação pode representar os riscos aludidos. No fim do texto, Lindelof se dirige diretamente aos fãs: “Eu me importo profundamente com o que você pensa. (…) Então, espero que essa não seja a nossa última conversa, queridos fãs. Afinal de contas, é apenas um piloto e é melhor não nos precipitarmos”. Veja a íntegra abaixo, além do post com os integrantes do elenco. Day 140. Uma publicação compartilhada por Damon (@damonlindelof) em 22 de Mai, 2018 às 11:00 PDT New faces. New masks to cover them. And more to come… Uma publicação compartilhada por Damon (@damonlindelof) em 23 de Mai, 2018 às 1:33 PDT
Final de Game of Thrones pode ser diferente dos roteiros lidos pelos atores
Os segredos envolvendo o esperado final de “Game of Thrones” estão sendo guardados com tanta determinação pelos produtores que, aparentemente, nem os atores, que leram os roteiros, tem certeza que sabem o que vai acontecer. Em entrevista ao site The Hollywood Reporter, a atriz Emilia Clarke afirmou que, mesmo tendo lido todos os roteiros da 8ª (e última) temporada, acha que será surpreendida pela exibição da série, pois a história pode ter sido mudada. “Eu acho que eles estão filmando um monte de coisas e não estão contando para nós. Eu estou falando sério!, contou Clarke. Segundo ela, é forte a suspeita de que David Benioff e D.B. Weiss possam estar adicionando ou mudando algumas coisas durante a produção, que está atualmente em plena gravação. “As pessoas estão dizendo coisas no set e você se questiona se elas estão gravando outras coisas”, diz ela, relatando diferenças entre o que leu e o que está acontecendo na produção. “Todo mundo está sendo muito cauteloso sobre isso… Há muitos finais diferentes que podem acontecer. Acho que estamos fazendo todos eles e não estamos sendo informados sobre o que realmente vai acontecer.” “Game of Thrones” só vai exibir seus últimos episódios em 2019. Até lá, muitas especulações devem surgir.
Peaky Blinders vence premiação da Academia Britânica como melhor série do Reino Unido
A Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas (BAFTA, na sigla em inglês) premiou os melhores produções da TV do Reino Unido durante o domingo (13/5) passado. E a grande surpresa foi o reconhecimento tardio a “Peaky Blinders”, que nunca tinha sido anteriormente indicada à premiação e acabou vencendo o principal prêmio, como Melhor Série Dramática, em sua 4ª temporada. A série da BBC, criada pelo cineasta Steven Knight (“Locke”) e estrelada pelo ator Cillian Murphy (“Dunkirk”), acompanha a violência das gangues britânicas do começo do século 20. O título se refere à gangue da família Shelby, conhecida por colocar lâminas nas abas de seus chapéus, que usavam como armas. A atração mais indicada do BAFTA TV era “The Crown”, que só venceu um troféu: Melhor Atriz Coadjuvante para Vanessa Kirby, intérprete da Princesa Margaret. Mesmo assim, saiu-se melhor que “Black Mirror”, outra produção badalada da Netflix, que ficou sem prêmios. Os demais destaques premiados foram a comédia “This Country” e a minissérie “Three Girls”. Já o prêmio para melhor série estrangeira foi para “The Handmaid’s Tale”, da plataforma Hulu. A premiação da BAFTA complementa uma premiação prévia, voltada às equipes técnicas das produções televisivas, que consagrou “Game of Thrones” – série gravada na Irlanda do Norte – com um prêmio especial e “Three Girls” com os troféus de Melhor Roteiro (Nicole Taylor) e Direção (Philippa Lowthrope). Confira aqui os prêmios do BAFTA TV Craft Awards e abaixo a lista dos vencedores dos prêmios principais. Melhor Série Dramática: “Peaky Blinders” Melhor Série Cômica: “This Country” Melhor Série Estrangeira: “The Handmaid’s Tale” Melhor Minissérie: “Three Girls” Melhor Novela: “Casualty” Melhor Reality Show: “Love Island” Melhor Programa de Variedades: “Britain’s Got Talent” Melhor Série Jornalística: “Ambulance” Melhor Ator em Drama: Sean Bean, por “Broken” Melhor Ator em Comédia: Toby Jones, por “The Detectorists” Melhor Atriz em Drama: Molly Windsor, por “Three Girls” Melhor Atriz em Comédia: Daisy May Cooper, por “This Country” Melhor Ator Coadjuvante: Brían F. O’Byrne, por “Little Boy Blue” Melhor Atriz Coadjuvante: Vanessa Kirby, por “The Crown” Melhor Apresentador: Graham Norton, por “The Graham Norton Show”
CBS oficializa o cancelamento de mais quatro séries
A rede CBS oficializou os cancelamentos das séries estreantes “9JKL”, “Me, Myself & I”, “Living Biblically” e “Wisdom of the Crowd”. Todas já se encontravam virtualmente canceladas, tendo sido retiradas da programação da estação. Metade teve sua exibição interrompida devido à baixa audiência. A outra metade simplesmente exibiu o que tinha em estoque, sem encomendas de capítulos adicionais – os chamados “back nine”, que completam uma temporada integral. Única atração dramática da lista, “Wisdom of the Crowd” tinha a maior audiência, com média de 6,9 milhões de telespectadores e 0,9 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Entretanto, teve contra si um escândalo sexual, após diversas denúncias contra seu astro, Jeremy Piven, por abusos cometidos na época da série “Entourage” (2004–2011), da HBO, trazidos à tona pelo movimento #MeToo. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmaram ter sido agredidas sexualmente quando figuraram em “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário brilhante do ramo de tecnologia (Piven), que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Ou seja, seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”. Dentre as comédias, “9JKL”, vista por cerca de 5,2 milhões de telespectadores por episódio, só perdeu para “Inhumans”, da Marvel, a disputa da pior avaliação da temporada, com apenas 13% de aprovação no site Rotten Tomatoes. “9JKL” era baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que criou a série com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama girava em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco também incluía Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”). “Living Biblically” teve o pior desempenho do quarteto, com média de 4,2 milhões de telespectadores, e foi arrancada da programação do canal após a exibição de apenas oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, de “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. Por fim, “Me, Myself & I” foi a que durou menos, saindo do ar após seis episódios e média de 4,9 milhões de telespectadores. Idealizada como um sitcom 3-em-1, sua trama era parte nostalgia, parte comédia familiar e parte história de recomeço. Para isso, acompanha a vida de um homem, Alex Riley, durante três fases diferentes de sua vida – a adolescência, a idade adulta e a terceira idade – , apresentadas de forma intercalada a cada episódio. A premissa era novidade na TV aberta americana. Geralmente, as produções do gênero se concentram nas memórias da infância de um narrador, como “Young Sheldon”, lançamento do mesmo canal, mas em “Me, Myself & I” o foco era bem mais abrangente. A prévia mostra uma relação de causa e efeito que perpassava as épocas abordadas, fazendo com que um evento de 1991 fosse relembrado em 2042 – sim, da nostalgia pulava para o futurismo sci-fi. Criada por Dan Kopelman (roteirista de “Malcolm” e “True Jackson”), a série era estrelada por Jack Dylan Grazer (do vindouro “It: A Coisa”), Bobby Moynihan (“Quando em Roma”) e John Larroquette (série “The Librarians”) como as versões jovem, adulta e idosa de Alex Riley.












