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  • Filme

    Jason Momoa apoia Ray Fisher em polêmica com a Warner

    8 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga entre seu colega de “Liga da Justiça” e a Warner Bros. Após uma troca de acusações entre o ator e o estúdio, Momoa postou no Stories de seu Instagram uma foto de Fisher com a hashtag “#IStandWithRayFisher”. A briga entre Fisher e a Warner se ampliou no fim de semana depois que o intérprete do Ciborgue acusou o presidente da DC Films de tentar abafar supostos problemas que aconteceram nas filmagens de “Liga de Justiça” para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção e o ator contra-atacou com ameaças fortes. Apesar do tom elevado, Fisher não revelou e se recusa a revelar em público o que o diretor Joss Whedon fez nas filmagens para ele se revoltar. Na verdade, em sua última manifestação, na segunda-feira (7/9), ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA.

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  • Etc

    Ray Fisher sobe o tom em novo ataque contra a Warner nas redes sociais

    7 de setembro de 2020 /

    Ray Fisher, intérprete do Ciborgue no filme da “Liga da Justiça”, lançou mais um ataque contra a Warner em suas redes sociais. Ele gravou um vídeo de 15 minutos no domingo (6/9) em que reforça suas acusações contra o diretor Joss Whedon e os produtores de “Liga da Justiça”, Geoff Johns e Jon Berg, além de incluir o presidente da DC Filmes, Walter Hamada, como alvo de sua fúria indignada. A nova manifestação é reação a um comunicado da Warner sobre a falta de cooperação do ator nas investigações dos bastidores de “Liga da Justiça”. No vídeo, ele lista fatos sem relação com sua reclamação original e se dedica a ampliar o problema e transformá-lo numa luta contra “o sistema”, lembrando até seu passado como sindicalista. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Agora, o intérprete do Ciborgue subiu ainda mais o tom, ao chamar a Warner de mentirosa e afirmar que Hamada se negou a acreditar em suas palavras quando conversaram. Quais? Ninguém sabe. O que se sabe são suas teorias de conspiração. “Walter estava tentando proteger Geoff Johns por causa de sua parceria [com a Warner] como ‘Mulher-Maravilha 1984’ e sei lá quais outros projetos eles estão preparando”. Fisher reclamou até que Johns teria mandado mensagens “se vangloriando pela escalação de outro ator para fazer o Ciborgue em algo [‘Patrulha do Destino’] que ele estava produzindo”. Mas também entrou em contradição, ao afirmar que, além das reclamações contra o produtor, “entrou em detalhes” com Hamada sobre sua experiência com Whedon e Berg. Que detalhes? Ele disse que não contou detalhe algum. “Quando ele [Hamada] quis mais detalhes específicos sobre o que foi dito e quem disse, eu me recusei a lhe dar esses detalhes. Eu disse: ‘Walter, isso é informação sensível. As pessoas que têm histórias para contar precisam de proteção'”. E de repente outras pessoas é que teriam denúncias… “O único jeito de escapar dos jogos de relações públicas é com fatos concretos e mostrar pras pessoas que você não está brincando”, Fisher declarou. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”, completou. Ver essa foto no Instagram *correction: I mentioned quotation marks when referring to a previous tweet—I meant parentheses. Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 6 de Set, 2020 às 11:04 PDT

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  • Etc,  Filme

    Ray Fisher envolve Warner em polêmica de bastidores de Liga da Justiça

    5 de setembro de 2020 /

    Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, ampliou seus ataques contra a produção daquele filme, envolvendo a DC Films e, como consequência, a Warner acabou se posicionando oficialmente. Com o novo desenvolvimento a situação mudou de patamar. Não se trata mais de um ator reclamando de abuso de um diretor. Após o comunicado da Warner, Fisher passou a mirar o próprio estúdio de cinema. O ator começou a atacar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon, o que o diretor fez exatamente. Único a se manifestar sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Mas o ator não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso. Em seguida, denunciou que Geoff Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Em meio ao clima belicoso, a Warner iniciou uma investigação sobre o ambiente na produção. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento do estúdio. Na sexta, ele postou: “Para vocês entenderem o quão fundo isso vai: após expor o que aconteceu em ‘Liga da Justiça’, o presidente da DC Films [Walter Hamada] me ligou tentando que eu jogasse Joss Whedon e Jon Berg na fogueira e que eu pegasse leve com Geoff Johns. Eu não vou.” Horas depois, a Warner Bros. Pictures emitiu um comunicado oficial, acusando Ray Fisher de mentir e não colaborar com a investigação sobre suas próprias denúncias. “Em nenhum momento o Sr. Hamada ‘jogou alguém na fogueira’, como o Sr. Fisher falsamente alegou, ou fez qualquer pré-julgamento sobre a produção da ‘Liga da Justiça’, com a qual o Sr. Hamada não teve nenhum envolvimento, desde que as filmagens ocorreram antes do Sr. Hamada ser elevado à sua posição atual”, diz o texto. O estúdio também afirmou que Fisher não apresentou nenhum caso concreto de abuso e tem se recusado a cooperar com a investigação. “Embora o Sr. Fisher não tenha citado nenhum episódio de conduta realmente passível de punição, a WarnerMedia começou uma investigação sobre as suas denúncias. Ainda insatisfeito, o Sr. Fisher insistiu que a WarnerMedia contratasse um investigador de fora do estúdio para garantir imparcialidade. Este investigador já tentou múltiplas vezes se encontrar com o Sr. Fisher para discutir as suas acusações, mas ele recusou os convites”, afirma o estúdio. Neste sábado, Fisher confirmou que, de fato, foi procurado por um investigador, via Zoom, em 26 de agosto. Mas diz que o investigador era contratado da Warner Bros. Pictures e não da WarnerMedia, fazendo com que as conclusões ficassem restritas ao departamento legal do estúdio e não chegassem aos proprietários do conglomerado. Ele também indicou ter se recusado a falar com ele sem um representante (advogado) presente “por segurança”. Entretanto, Fisher também alegou que a revelação de sua recusa em conversar com o investigador era “uma tentativa desesperada e dispersa de me desacreditar para continuar protegendo aqueles que estão no poder”. Num segundo post, Fisher acusou o estúdio de ser responsável por alimentar e ampliar o problema. Segundo o ator, o comunicado da Warner “elevou isso a um nível totalmente diferente, mas estou pronto para enfrentar o desafio”. O “desafio”, na verdade, será promover o lançamento do Snyder Cut, a versão do diretor Zack Snyder de “Liga da Justiça”, que será lançada em 2021 na HBO Max. Snyder tem dito que pretende dar mais destaque ao papel do Ciborgue, que seria “o coração” de sua versão. Mas, com a insistência de Fisher de puxar briga com a Warner, é possível imaginar que esse projeto esteja sendo bastante (re)discutido neste momento. Veja os posts do ator abaixo. So you can better understand how deep this goes: After speaking out about Justice League, I received a phone call from the President of DC Films wherein he attempted to throw Joss Whedon and Jon Berg under the bus in hopes that I would relent on Geoff Johns. I will not. A>E — Ray Fisher (@ray8fisher) September 4, 2020 It’s also worth noting that I made it clear to the world on Aug 21st that I would be vetting the investigator to ensure a fair and protected process for all witnesses. @wbpictures has escalated this to an entirely different level, but I’m ready to meet the challenge. A>E 2/2 pic.twitter.com/OcOmcVZtub — Ray Fisher (@ray8fisher) September 5, 2020

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  • Série

    Nickelodeon cancela estreia de série acusada de plagiar curta vencedor do Oscar

    4 de setembro de 2020 /

    A Nickelodeon resolveu cancelar a estreia da série animada “Made by Maddie”, após um trailer da atração criar polêmica nas redes sociais. O motivo foi a semelhança entre seus personagens e os do curta-metragem “Hair Love”, de Matthew A. Cherry, vencedor do Oscar de Melhor Curta Animado deste ano. A série tinha previsão de estreia em 13 de setembro no Nick Jr., o canal pré-escolar da rede ViacomCBS, mas agora terá seu histórico examinado com cuidado, segundo os executivos do Nickelodeon. “‘Made by Maddie’ é um programa que adquirimos há vários anos da Silvergate Media, uma renomada produtora com a qual já trabalhamos em outras séries. Desde o anúncio da data de estreia do programa esta semana, temos ouvido atentamente os comentários, críticas e preocupação vindo de espectadores e membros da comunidade criativa”, disse a Nickelodeon em um comunicado. “Em resposta, e por respeito a todas as vozes na conversa, estamos removendo a série de nossa programação, enquanto obtemos mais informações sobre a jornada criativa do programa. Somos gratos à Silvergate Media por todo o seu trabalho. E nós temos Matthew A. Cherry e o maravilhoso e inspirador ‘Hair Love’ na mais alta consideração”, completa o texto. A série “Made by Maddie” deveria mostrar uma menina negra de 8 anos que usa seu senso de moda e habilidades de design para resolver problemas, juntamente com a ajuda de alguns amigos e seus pais, Dee e Rashad. Maddie freqüentemente usa uma faixa rosa no cabelo, enquanto Dee é retratada com cabelo natural e Rashad com dreadlocks. As semelhanças vão desde os cabelos dos personagens até o uso da bandana rosa. Além disso, as famílias em ambos os projetos também têm gatos de estimação. Por esses detalhes, muitos usuários acusaram a Silvergate Media e a Nickelodeon de plagiarem “Hair Love”. Matthew A. Cherry não comentou a polêmica, mas retuitou várias postagens chamando a atenção para a semelhança. Recentemente, ele fechou um contrato com a HBO Max para transformar “Hair Love” numa série animada. A Silvergate Media, por sua vez, afirma que começou a desenvolver a série (anteriormente chamada de “Fashion Ally”) em 2015. Ou seja, antes de Cherry lançar sua campanha no Kickstarter para financiar “Hair Love” em 2017. A Nickelodeon encomendou a então chamada “Fashion Ally” em abril de 2018, enquanto “Hair Love” fez sua estreia no cinema em agosto de 2019. “A Silvergate Media tem trabalhado na série nos últimos cinco anos e ao longo da produção tomou medidas para garantir uma equipe de produção diversificada e um elenco de voz apropriado, que emprestassem suas experiências e talentos”, disse o CEO da companhia, Waheed Alli, em comunicado. “Como criadores, temos o maior respeito e admiração por Matthew A. Cherry e ‘Hair Love’, e nossa esperança é que, quando as pessoas assistirem ao nosso programa, verão que é sua própria história com suas próprias aventuras.” Veja abaixo o trailer de “Made by Maddie”, o curta “Hair Love” e um dos muitos tuítes sobre a polêmica logo em seguida. This series idea is so cute and I know it will make a lot of little girls happy… but this is still plagiarism…? Like, why not just hire black creatives like @MatthewACherry…? — ❥ (@softblackgirls) September 2, 2020

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  • Série

    Elenco de Um Maluco no Pedaço vai se reencontrar em especial da HBO Max

    31 de agosto de 2020 /

    A HBO Max está programando mais um especial de reunião de série clássica. Depois de “Friends”, projeto que ainda não conseguiu sair do papel, a plataforma marcou um reencontro dos atores de “Um Maluco No Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air). O especial contará com a presença de Will Smith, Tatyana Ali, Karyn Parsons, Joseph Marcell, Daphne Maxwell Reid, Alfonso Ribeiro e do DJ Jazzy Jeff, e servirá para celebrar os 30 anos da série, que em 1990 lançou a carreira de Will Smith, até então conhecido como o rapper Fresh Prince. A gravação deve acontecer no dia 10 de setembro, data importante, que marca os exatos 30 anos de estreia do programa na rede NBC, nos Estados Unidos. Já o lançamento está previsto apenas para o final de novembro na HBO Max, que disponibiliza todos as seis temporadas da produção. A premissa do encontro é realizar uma reminiscência nostálgica num programa descrito como “uma noite de música, dança e convidados surpresa”. A direção do especial estará a cargo de Marcus Raboy (“Whitney Cummings: Can I Touch It?”). A produção da HBO Max é o segundo projeto recente derivado da série clássica. Will Smith está atualmente produzindo uma nova série que mostrará a mesma premissa em versão dramática, inspirada num curta que viralizou no ano passado (saiba mais).

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  • Série

    Elenco de The West Wing vai se reunir em especial da HBO Max

    25 de agosto de 2020 /

    O elenco da série “The West Wing” voltará a se reunir para um episódio especial, 14 anos após seu final, na plataforma HBO Max. A produção, que tem temática política e se passa na Casa Branca, vai gravar uma nova versão de um episódio antigo em apoio à campanha de participação eleitoral, promovida pela ex-primeira-dama Michelle Obama. Como nos EUA o voto não é obrigatório, a campanha tenta convencer as pessoas a votar. Os atores Martin Sheen, Rob Lowe, Bradley Whitford e Allison Janney voltarão a interpretar os personagens da série, que eram membros de um governo democrata fictício. Sheen era o presidente Josiah Bartlet na atração. O episódio reencenado será “Hartsfield Landing”, da 3ª temporada, que mostra a tentativa do personagem de Bradley Whitford de ganhar eleitores em uma cidade remota e fictícia de New Hampshire onde as cédulas são apuradas imediatamente e que sempre antecipa o vencedor das primárias naquele estado. A gravação será realizada no palco de um teatro de Los Angeles, como uma peça. Essa será a primeira vez que o elenco original e o criador Aaron Sorkin (que depois venceu o Oscar com o roteiro de “A Rede Social”) irão se reunir desde o fim da série, vencedora de múltiplos prêmios Emmy. “The West Wing”, cujo nome é baseado na Ala Oeste da Casa Branca, onde os presidentes despacham, foi encerrada em sua 7ª temporada, após a morte de um de seus protagonistas, o ator John Spencer.

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  • Série

    Série derivada do filme Batman vai acompanhar policiais de Gotham City

    23 de agosto de 2020 /

    Durante o painel de “Batman” na DC FanDome, o diretor Matt Reeves revelou novos detalhes importantes sobre seus planos para a série derivada do filme, que será produzida para a plataforma HBO Max. Escrita por Terence Winter, criador de “Boardwalk Empire”, a série ainda sem título oficial vai acompanhar os detetives do DPGC, o departamento de polícia de Gotham City, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. Reeves situou a trama durante o “Ano Um” da carreira de Batman, o que coloca a nova atração num período posterior à “Gotham”, série que se encerrou no ano passado com o surgimento do herói, mas anterior ao filme que o cineasta está realizando. Ele contou que o filme “Batman” será passado durante o “Ano 2” do personagem-título. O diretor não esclareceu se Batman ou mesmo o Comissário Gordon de seu longa-metragem aparecerão na série, mas observou que a trama seguirá um policial que luta contra a corrupção dentro da DPGC. Enquanto isso acontece, o mito do Cavaleiro das Trevas começa a crescer, então provavelmente a série fará referências à luta de Batman contra o crime. “Você começa a ver a história do ponto de vista desses policiais corruptos, um em particular”, disse Reeves aos fãs. “A série vai denunciar a corrupção do Departamento de Polícia de Gotham… Começa no Ano Um do Batman… e vamos ver esses personagens de uma perspectiva que nunca vimos antes.” O projeto é a primeira produção de Reeves após ele assinar um contrato para desenvolver séries com exclusividade para a divisão televisiva da Warner, por meio de sua produtora, 6th & Idaho. A série ainda não tem cronograma de produção conhecido.

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  • Filme

    Liga da Justiça: Primeiro trailer oficial do Snyder Cut revela personagens inéditos

    22 de agosto de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro trailer da nova versão de “Liga da Justiça”, reeditada pelo diretor Zack Snyder. A prévia assume o nome “Snyder Cut”, celebrado pela campanha dos fãs que possibilitou a produção, para apresentar muitas cenas e até personagens não vistos no cinema, como Iris West, interpretada por Kiersey Clemons (“A Dama e o Vagabundo”), e o supervilão Darkseid. Tudo ao som de “Hallellujah”, de Leonard Cohen, celebrando a realização como um milagre – materializado pela força de vontade dos fãs. Vale reparar também o formato da janela do vídeo, que lembra as antigas televisões de tubo. O detalhe é que ela não é mais curta que o padrão widescreen atual. Na verdade, ela é mais alta, como uma tela IMAX, e traz elementos no campo superior que foram cortados na exibição nos cinemas. Durante sua participação no evento online DC FanDome, neste sábado (22/8), Snyder também confirmou a duração do filme. Serão quatro horas, que serão apresentadas como uma minissérie de quatro episódios. De qualquer forma, será um produção não apenas maior, mas muito bem diferente da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter os pedidos pela versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. E a inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.

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  • Etc,  Filme

    Warner investiga denúncias de Ray Fisher sobre bastidores de Liga da Justiça

    21 de agosto de 2020 /

    A WarnerMedia iniciou uma investigação sobre os bastidores das refilmagens de “Liga da Justiça”. A decisão foi tomada após repetidas declarações públicas de uma das estrelas do filme, Ray Fisher, alegando má conduta do cineasta Joss Whedon e dos produtores Geoff Johns e Jon Berg durante a produção do filme. Na quinta-feira (20/8), Fisher escreveu no Twitter que, após cinco semanas de entrevistas com o elenco e a equipe, a WarnerMedia “lançou uma investigação independente de terceiros para chegar ao cerne do ambiente de trabalho tóxico e abusivo criado durante as refilmagens da Liga da Justiça”. Apesar dessa informação, a Variety e o Hollywood Reporter apuraram que as entrevistas não revelaram nada. A fonte das publicações também ressaltou que a WarnerMedia não pré-julga Whedon, Johns ou Berg, que a investigação não se limita a eles e que, para preservar a integridade da investigação, a empresa não a conduzirá em público. As denúncias começaram num tuíte do começo de julho, no qual Fisher definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que assumiu a produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher não deixou o assunto morrer. Poucas semanas depois, desafiou Whedon a processá-lo, reforçando as denúncias de abuso e, na semana passada, denunciou que Johns ameaçou sua carreira por causa das queixas no set. Whedon e Berg permaneceram em silêncio após as alegações de Fisher, enquanto Berg as negou publicamente. Ele ainda acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se devem ao descontentamento do Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021.

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  • Filme

    Zack Snyder revela novo teaser da sua versão de Liga da Justiça

    20 de agosto de 2020 /

    Zack Snyder segue divulgando a nova versão de “Liga da Justiça”, que estreará na HBO Max no próximo ano. O diretor revelou um novo teaser do “Snyder Cut” para antecipar o lançamento do trailer, que vai acontecer no sábado (22/8) durante o evento DC FanDome da Warner Bros. Recentemente, ele contou como o projeto surgiu. Tudo começou com a hashtag #ReleaseTheSnyderCut, que se manteve entre os principais tópicos do Twitter por meses, levando os novos chefes da Warner a contatá-lo. Snyder e sua esposa então prepararam uma apresentação da versão do diretor para uma seleta plateia, que incluiu o presidente da Warner, Walter Hamada, e o chefe dos quadrinhos da DC, Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. E logo a produção foi confirmada para a HBO Max. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max. E será bem diferente do filme exibido nos cinemas em 2017. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max fez a nova diretoria da Warner não só topar como desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. A Warner só vetou refilmagens, que dariam ao projeto o orçamento de um novo longa-metragem. Teaser Premiere 8/22 2:30pm (PDT) #DCFanDome pic.twitter.com/bxxPLuCyv3 — Zack Snyder (@ZackSnyder) August 20, 2020

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    Crise na DC Universe: Séries da plataforma vão para a HBO Max

    15 de agosto de 2020 /

    Sem encomendar nenhuma produção nova desde a renovação de “Titãs” para a 3ª temporada, a plataforma DC Universe vai encerrar sua programação original e seu conteúdo será deslocado para a HBO Max. Os boatos de que a AT&T, nova dona da Warner, não tinha interesse no serviço foram confirmados por Jim Lee, publisher da DC Comics, em entrevista ao The Hollywood Reporter. “O conteúdo original que está no DCU está migrando para o HBO Max. Sinceramente, essa é a melhor plataforma para esse conteúdo. A quantidade de conteúdo que você junta, não apenas da DC, mas da WarnerMedia em geral, é enorme e é a melhor proposta de valor, se eu tiver permissão para usar esse termo de marketing. Achamos que é o lugar certo para isso”, ele disse ao THR. Das seis produções originais do DC Universe, duas já foram oficialmente para a HBO Max: “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Harley Quinn” (a animação da Arlequina). Agora, “Titãs” (Titans), exibida internacionalmente pela Netflix, e a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), ambas renovadas para novas temporadas, terão seus episódios inéditos também levados à nova plataforma. Mas a HBO Max vai ficar sem “Stargirl”, que terá seu segundo ano de produção exibido com exclusividade na rede The CW. “Stargirl” mostrou sua 1ª temporada na CW e na DC Universe. Sua saída da plataforma, na negociação com a CW, já apontava a crise. Entretanto, os boatos começaram muito antes, com o cancelamento inesperado e repentino de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) um dia após a estreia. Ninguém entendeu nada, mas foi nesta época que surgiram os comentários de que a AT&T já tinha tomado a decisão de encerrar o projeto de séries da DCU. Apesar deste esvaziamento, a DCU não será totalmente encerrada. Ela vai continuar com mudanças, passando a oferecer apenas quadrinhos digitais, além de servir de fórum para os fãs. “Em relação à comunidade e todo o conteúdo de quadrinhos, algo como 25 mil títulos diferentes, e a forma como a plataforma se conectou com os fãs 24 horas por dia, sempre haverá uma necessidade disso. Portanto, estamos animados para transformar a DCU e teremos mais notícias sobre como ela será em breve. Definitivamente, a DCU não vai embora”, explicou Lee. A mudança estaria relacionada aos US$ 153 bilhões em dívidas da AT&T, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e realizado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Há boatos, também, de que o Crunchyroll, plataforma de animes, estaria à venda. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto.

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    Warner implode DC Comics na véspera da DC FanDome

    14 de agosto de 2020 /

    A duas semanas do evento mundial DC FanDome, a WarnerMedia causou um abalo sísmico na editora DC Comics, demitindo um terço de sua equipe editorial, incluindo o Editor-Chefe Bob Harras e alguns editores de grandes títulos, como Mark Doyle (Batman), Bryan Cunningham (O Relógio do Juízo Final) e Andy Khouri (Harleen). Este último foi o mentor do lançamento do selo Black Label, que aposentou a Vertigo (divisão adulta da DC). Além disso, Jim Lee, lendário ilustrador de diversas histórias da casa, perdeu o cargo de Chefe-Criativo e, segundo apurou o site ComicBook, deverá ser substituído por um gerente “do mundo do e-sports”. Sabe-se lá porquê. Mas os cortes não se limitaram à editora. Também afundaram um pouco mais a plataforma de streaming DC Universe, que teve a maioria de sua equipe demitida. “A DC Universe morreu na largada, com a aquisição da Warner pela AT&T”, disse uma fonte não identificada ao site The Hollywood Reporter, lembrando que o foco dos novos donos da Warner é concentrar todo seu conteúdo no serviço de streaming HBO Max. Lançada antes da conclusão da venda da Warner, em maio de 2018, a DC Universe lançou as séries “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl”, “Monstro do Pântano”, “Justiça Jovem” e “Harley Quinn” (Arlequina). Alguns desses programas já começaram a ser transmitidos na HBO Max. E “Stargirl” trocou o streaming pela rede The CW. Outra vítima do massacre econômico foi a DC Direct, fabricante de mercadorias e colecionáveis ​​da empresa. A divisão foi fechada depois de 22 anos, com suas atividades incorporadas pela Warner Bros. Consumer Products. A DC não fez comentários sobre a implosão de seus negócios. Mas será curioso ver o que a editora irá comemorar no DC FanDome, sua primeira grande convenção de fãs, que deverá ser realizada no dia 22 de agosto em clima de fim de festa. De todo modo, vale observar que os cortes também atingiram as divisões de cinema e séries da companhia, levando à demissão de pesos-pesados como Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment, Kevin Reilly, diretor de conteúdo da WarnerMedia, e Keith Cocozza, vice-presidente executivo de marketing e comunicações, que trabalhou na empresa por 19 anos. As demissões podem ter causa na crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, mas também refletem a chegada de um novo presidente-executivo na WarnerMedia, Jason Kilar, ex-CEO da Hulu, que foi escolhido pela AT&T em abril para lançar – e priorizar – a HBO Max.

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    Intérprete de Ciborgue diz que produtor de Liga da Justiça ameaçou sua carreira

    13 de agosto de 2020 /

    O ator Ray Fisher voltou a fazer acusações contra a equipe de “Liga da Justiça” nas redes sociais. Desta vez, ele acusou o produtor Geoff Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso insistisse em levar adiante as queixas contra o cineasta Joss Whedon durante as refilmagens. O intérprete de Ciborgue denunciou Joss Whedon no início de julho. “O tratamento de Joss Whedon com o elenco e com a equipe de ‘Liga da Justiça’ foi grosseiro, abusivo, nada profissional e completamente inaceitável”, ele escreveu no Twitter, acrescentando que o diretor foi “incentivado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg”, os produtores do filme. Agora, ele deu mais detalhes, dizendo ter sido chamado para uma reunião no escritório do roteirista e produtor Geoff Johns. No local, ele ouviu ameaças por conta de seu empenho em expor os problemas que alega ter visto na produção de “Liga da Justiça”, como o comportamento abusivo do diretor substituto. Whedon comandou apenas a fase de refilmagens, após o afastamento de Zack Snyder da produção. Fisher escreveu: “Durante as filmagens de ‘Liga da Justiça’ em Los Angeles, Geoff Johns me chamou até o escritório dele para minimizar e censurar minhas tentativas (e as do meu agente) em levar minhas queixas até as pessoas certas na cadeia de comando. Ele fez uma ameça velada à minha carreira. Esse comportamento não pode continuar”. Nenhuma das acusações de Fisher ganhou resposta de Whedon e Johns até o momento. Diante do silêncio, ele chegou a desafiar Whedon a processá-lo se fosse mentira. Já Jon Berg acusou Fisher de estar pelo menos exagerando. O produtor disse que as alegações se devem a seu descontentamento em ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021. Ver essa foto no Instagram Accountability>Entertainment Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 12 de Ago, 2020 às 1:58 PDT

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