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  • Etc

    Crise na DC Universe: Séries da plataforma vão para a HBO Max

    15 de agosto de 2020 /

    Sem encomendar nenhuma produção nova desde a renovação de “Titãs” para a 3ª temporada, a plataforma DC Universe vai encerrar sua programação original e seu conteúdo será deslocado para a HBO Max. Os boatos de que a AT&T, nova dona da Warner, não tinha interesse no serviço foram confirmados por Jim Lee, publisher da DC Comics, em entrevista ao The Hollywood Reporter. “O conteúdo original que está no DCU está migrando para o HBO Max. Sinceramente, essa é a melhor plataforma para esse conteúdo. A quantidade de conteúdo que você junta, não apenas da DC, mas da WarnerMedia em geral, é enorme e é a melhor proposta de valor, se eu tiver permissão para usar esse termo de marketing. Achamos que é o lugar certo para isso”, ele disse ao THR. Das seis produções originais do DC Universe, duas já foram oficialmente para a HBO Max: “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Harley Quinn” (a animação da Arlequina). Agora, “Titãs” (Titans), exibida internacionalmente pela Netflix, e a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), ambas renovadas para novas temporadas, terão seus episódios inéditos também levados à nova plataforma. Mas a HBO Max vai ficar sem “Stargirl”, que terá seu segundo ano de produção exibido com exclusividade na rede The CW. “Stargirl” mostrou sua 1ª temporada na CW e na DC Universe. Sua saída da plataforma, na negociação com a CW, já apontava a crise. Entretanto, os boatos começaram muito antes, com o cancelamento inesperado e repentino de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) um dia após a estreia. Ninguém entendeu nada, mas foi nesta época que surgiram os comentários de que a AT&T já tinha tomado a decisão de encerrar o projeto de séries da DCU. Apesar deste esvaziamento, a DCU não será totalmente encerrada. Ela vai continuar com mudanças, passando a oferecer apenas quadrinhos digitais, além de servir de fórum para os fãs. “Em relação à comunidade e todo o conteúdo de quadrinhos, algo como 25 mil títulos diferentes, e a forma como a plataforma se conectou com os fãs 24 horas por dia, sempre haverá uma necessidade disso. Portanto, estamos animados para transformar a DCU e teremos mais notícias sobre como ela será em breve. Definitivamente, a DCU não vai embora”, explicou Lee. A mudança estaria relacionada aos US$ 153 bilhões em dívidas da AT&T, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e realizado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Há boatos, também, de que o Crunchyroll, plataforma de animes, estaria à venda. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto.

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  • Etc

    Warner implode DC Comics na véspera da DC FanDome

    14 de agosto de 2020 /

    A duas semanas do evento mundial DC FanDome, a WarnerMedia causou um abalo sísmico na editora DC Comics, demitindo um terço de sua equipe editorial, incluindo o Editor-Chefe Bob Harras e alguns editores de grandes títulos, como Mark Doyle (Batman), Bryan Cunningham (O Relógio do Juízo Final) e Andy Khouri (Harleen). Este último foi o mentor do lançamento do selo Black Label, que aposentou a Vertigo (divisão adulta da DC). Além disso, Jim Lee, lendário ilustrador de diversas histórias da casa, perdeu o cargo de Chefe-Criativo e, segundo apurou o site ComicBook, deverá ser substituído por um gerente “do mundo do e-sports”. Sabe-se lá porquê. Mas os cortes não se limitaram à editora. Também afundaram um pouco mais a plataforma de streaming DC Universe, que teve a maioria de sua equipe demitida. “A DC Universe morreu na largada, com a aquisição da Warner pela AT&T”, disse uma fonte não identificada ao site The Hollywood Reporter, lembrando que o foco dos novos donos da Warner é concentrar todo seu conteúdo no serviço de streaming HBO Max. Lançada antes da conclusão da venda da Warner, em maio de 2018, a DC Universe lançou as séries “Titãs”, “Patrulha do Destino”, “Stargirl”, “Monstro do Pântano”, “Justiça Jovem” e “Harley Quinn” (Arlequina). Alguns desses programas já começaram a ser transmitidos na HBO Max. E “Stargirl” trocou o streaming pela rede The CW. Outra vítima do massacre econômico foi a DC Direct, fabricante de mercadorias e colecionáveis ​​da empresa. A divisão foi fechada depois de 22 anos, com suas atividades incorporadas pela Warner Bros. Consumer Products. A DC não fez comentários sobre a implosão de seus negócios. Mas será curioso ver o que a editora irá comemorar no DC FanDome, sua primeira grande convenção de fãs, que deverá ser realizada no dia 22 de agosto em clima de fim de festa. De todo modo, vale observar que os cortes também atingiram as divisões de cinema e séries da companhia, levando à demissão de pesos-pesados como Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment, Kevin Reilly, diretor de conteúdo da WarnerMedia, e Keith Cocozza, vice-presidente executivo de marketing e comunicações, que trabalhou na empresa por 19 anos. As demissões podem ter causa na crise econômica gerada pela pandemia de coronavírus, mas também refletem a chegada de um novo presidente-executivo na WarnerMedia, Jason Kilar, ex-CEO da Hulu, que foi escolhido pela AT&T em abril para lançar – e priorizar – a HBO Max.

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  • Filme

    Intérprete de Ciborgue diz que produtor de Liga da Justiça ameaçou sua carreira

    13 de agosto de 2020 /

    O ator Ray Fisher voltou a fazer acusações contra a equipe de “Liga da Justiça” nas redes sociais. Desta vez, ele acusou o produtor Geoff Johns de ameaçar acabar com sua carreira caso insistisse em levar adiante as queixas contra o cineasta Joss Whedon durante as refilmagens. O intérprete de Ciborgue denunciou Joss Whedon no início de julho. “O tratamento de Joss Whedon com o elenco e com a equipe de ‘Liga da Justiça’ foi grosseiro, abusivo, nada profissional e completamente inaceitável”, ele escreveu no Twitter, acrescentando que o diretor foi “incentivado, de várias maneiras, por Geoff Johns e Jon Berg”, os produtores do filme. Agora, ele deu mais detalhes, dizendo ter sido chamado para uma reunião no escritório do roteirista e produtor Geoff Johns. No local, ele ouviu ameaças por conta de seu empenho em expor os problemas que alega ter visto na produção de “Liga da Justiça”, como o comportamento abusivo do diretor substituto. Whedon comandou apenas a fase de refilmagens, após o afastamento de Zack Snyder da produção. Fisher escreveu: “Durante as filmagens de ‘Liga da Justiça’ em Los Angeles, Geoff Johns me chamou até o escritório dele para minimizar e censurar minhas tentativas (e as do meu agente) em levar minhas queixas até as pessoas certas na cadeia de comando. Ele fez uma ameça velada à minha carreira. Esse comportamento não pode continuar”. Nenhuma das acusações de Fisher ganhou resposta de Whedon e Johns até o momento. Diante do silêncio, ele chegou a desafiar Whedon a processá-lo se fosse mentira. Já Jon Berg acusou Fisher de estar pelo menos exagerando. O produtor disse que as alegações se devem a seu descontentamento em ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos. Geoff Johns é o único dos três ainda envolvido ativamente com produções da DC Comics. Neste ano, Johns lançou a série “Stargirl”, que ele criou, escreveu e produziu, baseada em seus próprios quadrinhos para a editora. Ele também é roteirista de “Mulher-Maravilha 1984”. Berg, por sua vez, tenta tirar do papel vários projetos, mas seu último crédito como produtor de filmes da DC foi em “Aquaman” (2018). E embora não esteja mais atrelado a filmes da DC, Whedon continua trabalhando para a Warner. A HBO vai lançar sua próxima série, “The Nevers”, em 2021. Ver essa foto no Instagram Accountability>Entertainment Uma publicação compartilhada por Ray Fisher (@ray8fisher) em 12 de Ago, 2020 às 1:58 PDT

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  • Etc

    WarnerMedia demite chefias após lançamento da HBO Max

    11 de agosto de 2020 /

    A prioridade dada ao HBO Max e a busca por resultados rápidos na plataforma de streaming renderam uma rodada massiva de demissões na WarnerMedia nos últimos dias. Dentre os demitidos, estão três altos executivos. A mudança reflete a chegada de um novo presidente-executivo na WarnerMedia, Jason Kilar, ex-CEO da Hulu, que chegou na empresa em abril para o lançamento da HBO Max. Ele assinou as demissões de Robert Greenblatt, presidente da WarnerMedia Entertainment, Kevin Reilly, diretor de conteúdo da WarnerMedia, e Keith Cocozza, vice-presidente executivo de marketing e comunicações, que trabalhou na empresa por 19 anos. Reilly, por sua vez, tinha feito carreira como chefe da TNT, empresa do mesmo grupo, antes de ser promovido à diretoria geral de conteúdo da WarnerMedia por Greenblatt. Só Greenblatt vinha de um grupo rival, como ex-presidente da NBC Entertainment, e tinha sido contrato no começo do ano. Todos eram bastante respeitados no mercado e suas quedas causaram grande burburinho. Na segunda-feira (10/8), aconteceu outra rodada de demissões atingindo mais de uma centena de cargos em vários setores, inclusive mais chefias. Questionado sobre as saídas, Kilar disse ao The New York Times na sexta-feira (7/8): “As empresas disciplinadas precisam tomar decisões difíceis”. Em uma nota aos funcionários sobre as mudanças, Kilar reforçou que a empresa enfatizaria a HBO Max, sugerindo que os cortes tiveram relação ao desempenho abaixo do desejado da plataforma, tanto em conteúdo quanto em estratégia de marketing. A WarnerMedia lançou a plataforma em 27 de maio, mas os primeiros relatórios de adesão surpreenderam negativamente, porque mesmo assinantes da HBO Now, com direito a acesso gratuito, não aderiram ao serviço. Para contornar a situação, Kilar deu mais responsabilidades a Ann Sarnoff, que ingressou na empresa em junho, após passagens na Nickelodeon e BBC America, como presidente-executiva da Warner Bros., a Andy Forssell, gerente geral da HBO Max, e Casey Bloys, responsável pela programação premiada da HBO. Sarnoff vai supervisionar todo o conteúdo de estúdios e redes televisivas, incluindo programação para HBO, HBO Max e canais a cabo TNT, TBS e TruTV, auxiliada por Forssell, que é ex-colega de Kilar no Hulu. Já Bloys, além de comandar o conteúdo original da HBO, acumulará a curadoria da programação original da HBO Max, TNT, TBS e TruTV. Ele se reportará a Sarnoff. As divisões de notícias e esportes não foram afetadas pelas mudanças.

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  • Série

    Selena Gomez aprende a cozinhar em trailer divertido de série de streaming

    6 de agosto de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o primeiro trailer do programa culinário de Selena Gomez. Ao contrário dos programas típicos do gênero, em que celebridades ensinam receitas e truques culinários, “Selena + Chef” mostra a cantora e atriz aprendendo a cozinhar. Na prévia, ela confessa que, embora adore comer, não é a melhor cozinheira do mundo. E para aprender decidiu contar com a ajuda de grandes nomes da gastronomia, via participação remota com dicas importantes que ela tenta seguir, nem sempre com o melhor resultado. De fato, se o programa fosse um reality de competição, seria bem curto, devido a eliminação precoce da candidata desastrada, capaz de incendiar a própria refeição e passar mal ao cortar um polvo. Claro que esses detalhes é que tornam a atração diferente e divertida. A sinopse é a seguinte: “Enquanto pratica o isolamento social em casa, Selena tem passado mais tempo na cozinha do imaginava. Mas, apesar de possuir muitos talentos, ainda precisa descobrir se a habilidade culinária é um deles. Em cada episódio deste autêntico passo a passo, Selena terá a companhia remota de um chef diferente. Juntos, eles vão explorar todas as variedades de cozinha, compartilhar dicas e truques valiosos e lidar com todo tipo de coisa, desde fumaça saindo do forno até falta de ingredientes. Cada episódio dará destaque a uma organização de caridade envolvida com alimentação, enquanto essa série casual, divertida e informativa abraçará tanto a dificuldade quanto a alegria de se aprender a cozinhar – enquanto convida o público a fazer o mesmo em casa”. Com 10 episódios, “Selena + Chef” chega no streaming da WarnerMedia em 13 de agosto, nos Estados Unidos. Por enquanto, não há previsão para o lançamento da plataforma no Brasil.

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  • Série

    Raised by Wolves: Série sci-fi de Ridley Scott ganha trailer impressionante

    5 de agosto de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o pôster, a data de estreia e o primeiro trailer da série sci-fi “Raised by Wolves”, produzida e dirigida pelo cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”). A prévia impressiona pelo visual cinematográfico, efeitos “de outro mundo”, clima tenso e pelo suspense da trama, sugerindo uma atração complexa e de vasto potencial. O vídeo mostra uma androide aparentemente maternal (a dinamarquesa Amanda Collin), que cria duas crianças em um novo planeta após a destruição da Terra. No entanto, quando um estranho (Travis Fimmel, de “Vikings”) chega ao local, a história contada pela robô aos pequenos é colocada em cheque. Vale observar, porém, que o trailer não mostra exatamente o que a sinopse oficial revela. Isto porque o resumo da história fala em dois androides, o que coloca em cheque o personagem de Fimmel. Segundo o texto divulgado pela HBO Max, dois androides têm a missão de cuidar das crianças de uma colônia humana em um planeta recém-descoberto. Quando os humanos ameaçam dividir a colônia por conta de diferenças religiosas, esses androides aprendem de uma maneira difícil que precisam controlar as pessoas. Criada por Aaron Guzikowski, roteirista de “Os Suspeitos” (2013) e criador da série “Red Road” (2014-2105), “Raised by Wolves” marca a estreia de Ridley Scott como diretor de TV. Anteriormente, ele chegou a comandar o piloto de um projeto chamado “The Vatican”, mas o canal pago Showtime não aprovou a produção em 2013 e o trabalho não veio à público. Para garantir que a série tivesse o visual cinematográfico apresentado no trailer, Scott usou sua experiência como diretor de sci-fi clássicas, como “Alien” (1979), “Blade Runner” (1982) e “Perdido em Marte” (2015), para assinar os dois primeiros episódios como se fossem um filme. Gravada em cenários naturais da África do Sul, a série também tem capítulos assinados pelo filho do diretor, Luke Scott (“Morgan: A Evolução”), e pelo brasileiro Alex Gabassi (“The ABC Murders”), entre outros. “Raised by Wolves” teve sua estreia marcada para 3 de setembro em streaming. Mas, infelizmente, a HBO Max ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Nova versão de Liga da Justiça não trará nenhuma cena dirigida por Joss Whedon

    25 de julho de 2020 /

    O diretor Zach Snyder revelou que até hoje não viu a versão de “Liga da Justiça” finalizada por Joss Whedon, exibida nos cinemas e lançada em Blu-ray. E nem pretende ver. Durante sua participação na convenção online Justice Con, neste sábado (25/7), Snyder afirmou que não aproveitará nada dirigido pelo colega em sua remontagem do filme. Whedon foi o diretor contratado para realizar refilmagens de “Liga da Justiça”, após a Warner aproveitar uma tragédia pessoal de Snyder para afastá-lo da produção, ao final das filmagens principais. Responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, Whedon refez boa parte do longa dos heróis da DC, mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão do primeiro diretor, que será finalmente conhecida, após campanha dos fãs convencer os novos donos do estúdio a financiar uma montagem alternativa – o lançamento vai acontecer em 2021 na HBO Max. Na conversa com as organizadoras da Justice Con, The Nerd Queens (Cole e Nana) e Wonder Meg, Snyder evitou até dizer o nome de Whedon. Mas assegurou: “Eu queimaria e destruiria o filme se precisasse usar um simples take que não filmei”. Snyder contou que, antes mesmo de deixar a direção, já enfrentava oposição dos executivos da Warner sobre várias de suas decisões. Eles queriam que o filme fosse “hilário”, revelou. Entre as iniciativas que foram proibidas, havia detalhes triviais, como mostrar Superman com o uniforme preto, numa referência à famosa história em quadrinhos de “O Retorno do Super-Homem” (de 1993), que estava sendo abordada na trama. Os executivos temiam que o traje preto fosse “muito assustador”. A versão do Superman de preto finalmente aparecerá na nova versão do filme, e Snyder até compartilhou um breve clipe de 20 segundos, mostrando como ficará o visual de Henry Cavill em sua nova edição de “Liga da Justiça”. O diretor também disse que estava trabalhando para restaurar a proporção de tela para o formato IMAX, que ele pretendia usar originalmente. E ainda revelou que o compositor Junkie XL vai completar a trilha para acompanhar as cenas adicionais do filme, além de confirmar que o filme terá mais de 3h30, e por isso pode ser lançado como uma minissérie – mas isso ainda não foi decidido. Para completar, reiterou que sua “Liga da Justiça” trata principalmente do Ciborgue, cujo arco foi amplamente cortado por Whedon. Com cuidado para não revelar grandes spoilers, Snyder finalizou anunciando que o primeiro teaser de sua versão e o título oficial do novo “Liga da Justiça” serão revelados na DC FanDome, uma espécie de Comic-Con da DC, que vai acontecer no próximo mês. Confira abaixo o vídeo com a conversa completa com o diretor.

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  • Etc

    Ray Fisher desafia Joss Whedon a processá-lo após reforçar denúncias de abuso

    25 de julho de 2020 /

    O ator Ray Fisher, que viveu Ciborgue em “Liga da Justiça”, aumentou o tom contra Joss Whedon. Após denunciar o diretor no Twitter, por comportamento abusivo no set do filme, ele fez novas acusações durante sua participação na convenção online Justice Con, neste sábado (25/7). “Eu não me importo de ficar mal-falado ou perder trabalhos por falar sobre isso, não se conseguir fazer justiça. O que eu quero dizer é que o cara provavelmente está assustado, e deveria estar mesmo, porque vamos chegar ao fundo de tudo o que aconteceu”, ele jurou. Whedon tinha participação confirmada na Comic-Con@Home, que também está acontecendo no fim de semana, mas seu painel foi discretamente cancelado pelos organizadores do evento virtual. Este foi um dos motivos de Fisher sugerir que ele estaria “com medo”. O ator ainda afirmou que está reunindo provas e testemunhas para corroborar sua acusação. “Demorei dois anos e meio para reunir as evidências e construir um caso sólido o bastante para que minhas acusações não fossem simplesmente ignoradas. Eu abordei algumas pessoas e perguntei se elas poderiam contar suas histórias, mesmo que fosse anonimamente, confidencialmente. Estamos no processo de reunir tudo isso, tendo certeza que essas pessoas não sofram retaliação por contarem suas histórias.” O intérprete do Ciborgue comentou que está acostumado a lidar com racismo em Hollywood, e que “não se ofende com qualquer comentário”, mas que o nível de abuso no set de “Liga da Justiça” não foi aceitável. O ator ainda voltou a acusar os produtores Jon Berg e Geoff Johns de acobertarem o que estava acontecendo, dizendo que, na época das filmagens, levou suas denúncias “às pessoas que estavam no comando”, mas que nada foi feito. Ele ainda desafiou o diretor. “Se qualquer coisa que eu disse sobre [Joss Whedon] for mentira, eu o convido, sinceramente, a me processar. Pode vir.” Whedon foi o diretor contratado para realizar refilmagens de “Liga da Justiça”, após a Warner aproveitar uma tragédia pessoal de Zack Snyder para afastar o diretor original. Responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”, Whedon refilmou boa parte do longa dos heróis da DC, mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão de Snyder, que será finalmente conhecida, após campanha dos fãs convencer os novos donos do estúdio a financiar a montagem alternativa – o lançamento vai acontecer em 2021 na HBO Max. Veja abaixo o vídeo com a participação de Ray Fisher. A polêmica vem à tona após os primeiros 26 minutos de conversa.

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  • Filme

    Superman veste uniforme negro em cena da nova versão de Liga da Justiça

    25 de julho de 2020 /

    A Comic-Con@Home não é o único evento digital acontecendo neste fim de semana. Neste sábado (25/7), o cineasta Zack Snyder participou de um painel no Justice Con, dedicado ao filme da “Liga da Justiça”. Durante a discussão de sua versão estendida, o diretor aproveitou para compartilhar uma cena cortada do filme exibido nos cinemas, que mostra Superman, vivido por Henry Cavill, vestindo o uniforme preto do super-herói. Embora Superman não tenha aparecido com seu segundo uniforme mais conhecido nos cinemas, a cena não é exatamente inédita, pois foi incluída como bônus no Blu-ray de “Liga da Justiça”. Curiosamente, no extra original, Cavill usava o traje colorido tradicional do herói. Snyder revelou que essa cena foi filmada com Cavill de vermelho e azul, porque o estúdio não tinha aprovado o uniforme preto. No entanto, ele fez testes durante as filmagens para saber se poderia alterar a cor mais adiante, o que ele pretende fazer no lançamento de sua versão em streaming. O diretor também confirmou que o título oficial do filme e um trailer completo serão revelados durante o evento DC FanDome, uma espécie de Comic-Con (ou D23 Expo) exclusiva da DC, que ocorrerá no próximo mês. Para quem não lembra, ele filmou “Liga da Justiça” inteiro, mas a Warner aproveitou uma tragédia pessoal para afastá-lo da pós-produção e chamou Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi uma catástrofe, despertando curiosidade sobre a versão do diretor original, que ele estimulou com inúmeros posts de imagens não vistas no cinema. Após forte campanha dos fãs e mudanças no comando da Warner, que foi comprada pela AT&T, os novos executivos encomendaram uma edição finalizada do “Snyder Cut”, que será lançada com exclusividade na plataforma HBO Max em 2021. Enquanto o trailer da nova “Liga da Justiça” não vem, aproveite e compare abaixo as duas versões da cena cortada de Superman no filme.

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  • Filme

    Esquadrão Suicida: Diretor confirma que Coringa seria vilão principal

    21 de julho de 2020 /

    David Ayer voltou a falar de sua versão do “Esquadrão Suicida” no Twitter, ao confirmou para um seguidor que filmou uma cena do roteiro original que mostraria o Coringa, vivido por Jared Leto, como o principal vilão da história. No Twitter, ele atestou a veracidade de uma página vazada do roteiro, que traz o criminoso confrontando o Esquadrão Suicida. Na cena, o Pistoleiro (Will Smith), Arlequina (Margot Robbie), Rick Flag (Joel Kinnaman) e Bumerangue (Jai Courtney) são ameaçados pelo Coringa, que se aliou à vilã Magia (Cara Delevingne) e, para completar, ainda sequestrou Amanda Waller (Viola Davis), roubando o controle dos explosivos conectados aos integrantes do Esquadrão. “Eu filmei e editei tudo isso. É claro, vocês [o público] não puderam ver nada, meu amigo”, escreveu Ayer sobre a página. Após a HBO Max dar sinal verde para a produção da versão de Zack Snyder de “Liga da Justiça”, o diretor tem feito campanha para lançar a sua “versão do diretor” de “Esquadrão Suicida”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Yes I did. Shot and edited. Of course you were not permitted to see it my friend🤦‍♂️ https://t.co/PGSpz29T2Y — David Ayer (@DavidAyerMovies) July 20, 2020

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  • Filme

    Nova versão de Liga da Justiça terá mais de 3h30 de duração

    20 de julho de 2020 /

    Depois de uma campanha com diversas fotos de cenas inéditas, que não apareceram em “Liga da Justiça”, o diretor Zach Snyder parece mesmo disposto a aproveitar cada segundo que ele filmou e foi cortado por seu sucessor, Joss Whedon, no lançamento da nova versão do filme. “Bom, ninguém pode me acusar de fazer filmes curtos. No estado atual da produção, será mais longo do que os 214 minutos inicialmente planejados”, disse Snyder em entrevista ao Beyond The Trailer, insinuando que o Snyder Cut de “Liga da Justiça” terá mais de 3h30 de duração. Ele também revelou que está editando o filme em sua casa, transformado num estúdio de finalização profissional. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder garantia possuir uma versão viável e bastante diferente do que tinha sido exibido nos cinemas. Ele chegou a fazer uma campanha intensa, ainda que dissimulada, para o público pressionar o estúdio a lançar sua versão do filme. Para isso, alistou os astros de “Liga da Justiça”, chegando a fazer uma sessão exclusiva para Jason Momoa, intérprete de Aquaman, em agosto do ano passado, para comprovar que havia uma versão do filme mais próxima do que ele filmou. Momoa adorou. Em seguida, o diretor ganhou apoio de Ben Affleck, o Batman, e Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, para convencer a Warner a lançar o “Snyder Cut”. Neste meio tempo, a Warner foi comprada pela AT&T, mudou seus diretores e viu a nova chefia priorizar a plataforma HBO Max, lançada em maio passado. Percebendo a repercussão da campanha de Snyder nas redes sociais como uma forma de atrair público para seu serviço de streaming, a empresa fechou com o diretor a finalização de sua versão de “Liga da Justiça”, que será lançada com exclusividade na HBO Max, em data ainda não definida de 2021. Veja abaixo a entrevista que revela a duração do filme.

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  • Série

    Diretor do novo filme de Batman prepara série sobre Gotham City

    10 de julho de 2020 /

    O diretor Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: A Guerra”), atualmente envolvido nas filmagens de “The Batman”, novo filme de super-herói da DC Comics, anunciou que está desenvolvendo uma série passada no mesmo universo dos quadrinhos para a plataforma HBO Max. A atração será uma extensão do filme de Reeves, ambientada na cidade de Gotham City. Escrita por Terence Winter, criador de “Boardwalk Empire”, a série ainda sem título oficial vai acompanhar os detetives do GCPD, o departamento de polícia de Gotham, enfrentando a criminalidade e a corrupção nas ruas da cidade. “Esta é uma oportunidade incrível, não apenas para expandir a visão do mundo que estou criando no filme, mas para explorá-la no tipo de profundidade e detalhe que somente um formato de longa duração pode oferecer. E trabalhar com o incrivelmente talentoso Terence Winter, que já escreveu de maneira tão perspicaz e poderosa sobre os mundos do crime e da corrupção, é um sonho absoluto”, disse Reeves, em comunicado. O projeto é a primeira produção do cineasta após ele assinar um contrato para desenvolver séries com exclusividade para a divisão televisiva da Warner, por meio de sua produtora, 6th & Idaho. A série não tem cronograma de produção conhecido, mas deve ser lançada depois do filme, que chegará nas telas em junho de 2021. Reeves não adiantou muitos detalhes, como quais personagens farão parte da série. Mas a atração deve usar alguns dos coadjuvantes de Batman vistos em “Gotham”. A série encerrada no ano passado acompanhou, ao longo de cinco temporadas, a evolução do detetive James Gordon e do órfão Bruce Wayne até eles virarem os famosos Comissário Gordon e Batman. A diferença é que, desta vez, a trama não será um flashback para os dias da juventude dos personagens. Em “The Batman”, Robert Pattison (“Bom Comportamento”) interpreta o personagem-título e Jeffrey Wright (de “Westworld”) vive o Comissário. “A série fornece uma oportunidade sem precedentes de ampliar o mundo estabelecido no filme e explorar ainda mais a grandeza de personagens atraentes e complexos de Gotham”, completou a HBO Max no anúncio da produção. As séries recentes da 6th & Idaho incluem “The Passage”, da Fox , “Tales From the Loop”, da Amazon Prime Video e a vindoura sci-fi “Away”, da Netflix, estrelado por Hilary Swank. Reeves co-criou anteriormente (com JJ Abrams) “Felicity”, onde se estabeleceu como diretor ao assinar o piloto em 1998 e vários episódios adicionais.

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  • Série

    Curta animado vencedor do Oscar 2020 vai virar série na HBO Max

    7 de julho de 2020 /

    A HBO Max encomendou uma série animada baseada em “Hair Love”, produção premiada com o Oscar 2020 de Melhor Curta de Animação. O cineasta Matthew A. Cherry, que escreveu, dirigiu e produziu o curta original, será responsável pela nova atração, batizada de “Young Love”. Ele vai trabalhar com o veterano animador Carl Jones (“The Boondocks”, “Black Dynamite”) na série para expandir o mundo da família Young – incluindo os pais Stephen e Angela, sua pequena filha Zuri e seu gato de estimação Rocky – e mostrar seu cotidiano de lutas, enquanto tentam equilibrar carreiras, casamento, paternidade, questões sociais e dinâmicas multigeracionais, esforçando-se para conseguir uma vida melhor. “Estou entusiasmado para continuar contando a história de Stephen, Angela e Zuri e explorar ainda mais a dinâmica familiar da jovem família negra atual que estabelecemos em nosso curta ‘Hair Love’, agora numa série animada”, disse Cherry, no comunicado do projeto. “Não poderia pedir melhores parceiros na Sony Pictures Animation e HBO Max para nos ajudar a divulgar o ‘Young Love’ no mundo”. Não há previsão de estreia para a nova atração, que terá uma temporada inicial de 12 episódios. Vale lembrar que “Hair Love” começou como uma produção independente, realizada graças a uma campanha de financiamento coletivo e só se materializou graças à dedicação de Cherry, que era jogador de futebol americano antes de decidir seguir sua paixão pelo cinema. O curta é sua primeira animação, mas ele já tinha dirigido um longa, “9 Rides” (2016), premiado no circuito dos festivais indies dos EUA. A trama edificante do desenho segue a primeira tentativa de um pai afro-americano de arrumar o cabelo da filha, enquanto sua esposa se recupera de um tratamento de câncer no hospital. A ideia para o projeto surgiu do desejo de Matthew de promover o amor ao cabelo negro, e ao mesmo tempo contrariar o estereótipo do pai negro ausente. Um mês depois de vencer o Oscar, “Hair Love” foi adquirido pela Sony, que está por trás do projeto de transformá-lo em série. Aproveite e veja abaixo a versão completa, divertida e emocionante do curta premiado.

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