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  • Série

    Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha trailer legendado e data de estreia no Brasil

    7 de julho de 2020 /

    A HBO Brasil divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), para anunciar a data da estreia nacional dos novos episódios. A divertida prévia tem ritmo de discoteca e introduz vários personagens, como Dorothy (Abigail Shapiro), a filha do Chefe, o vilão Red Jack (um Jack estripador de outra dimensão) e os SeX Men (Caça-Fantasmas Eróticos), sem esquecer as criaturas que vivem na imaginação de Dorothy. A 2ª temporada de “Patrulha do Destino” estreou em junho nas plataformas americanas HBO Max e DC Universe, mas só vai chegar ao Brasil em 4 de setembro, um mês após o final da exibição de seus episódios nos EUA. Ainda assim, será uma transmissão rápida, considerando que a série só a href=”https://pipocamoderna.com.br/2020/03/patrulha-do-destino-estreia-nesta-quinta-na-tv-paga-brasileira/”>chegou ao Brasil em março deste ano. “Patrulha do Destino” reúne os personagens mais bizarros da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Vale destacar que a adaptação é influenciada principalmente pela fase mais adulta da publicação, após passar a ser escrita por Grant Morrison (criador de “Happy!”) nos anos 1980 e incorporar uma temática queer. O elenco inclui April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) como Mulher-Elástica, Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) como Crazy Jane, Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue, Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) como Niles Caulder, o Chefe, e participações de Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”) como dubladores e intérpretes das cenas de flashback dos personagens Homem-Robô e Homem Negativo, respectivamente. Elogiadíssima, as duas temporadas da série têm 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão.

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  • Filme

    Trailer de comédia da HBO Max traz Seth Rogen em papel duplo

    3 de julho de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o trailer de “An American Pickle”, comédia que traz Seth Rogen (“Vizinhos”) em papel duplo. Na trama, Rogen interpreta um imigrante do Leste Europeu que chega em Nova York com sonhos de fortuna no começo do século 20, mas logo ao chegar cai num caldo de pickles na fábrica em que trabalha e acaba “preservado” por 100 anos. Ao acordar, ele descobre que o mundo mudou radicalmente e o único parente vivo que possui é um neto que nunca conheceu, também vivido por Rogen. Os dois decidem se juntar num negócio de pickles, sonhando com o antigo plano de riqueza da família. Mas o trailer revela que, para viver no mundo moderno, o velho imigrante ainda precisará descobrir se David Bowie é homem ou mulher. Na verdade, esta é a única piada do trailer inteiro, cuja história parte de uma premissa similar a “O Dorminhoco” (1973), de Woody Allen, e a animação “Futurama”. Escrito por Simon Rich, roteirista de “Divertida Mente” (2015) e criador da série “Miracle Workers”, o filme tem direção de Brandon Trost, que trabalhou com Rogen na série “Future Man”. E o elenco também inclui Sarah Snook (“Succession”), Jorma Taccone (“Popstar: Sem Parar, Sem Limites”), Jeff Daniel Phillips (“The Gifted”) e Kevin O’Rourke (“O Irlandês”). A estreia está marcada para 6 de agosto em streaming nos EUA. A HBO Max ainda não está disponível no Brasil.

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  • Etc,  Filme

    Intérprete de Ciborgue denuncia abusos de Joss Whedon no set de Liga da Justiça

    1 de julho de 2020 /

    A produção de uma nova versão de “Liga da Justiça” na plataforma HBO Max, sob os cuidados do diretor original, inspirou o ator Ray Fisher a fazer uma denúncia contra o diretor substituto do filme, Joss Whedon. Fisher acusou Whedon, no Twitter, de tratar atores e outros membros da equipe de “Liga da Justiça” de maneira “nojenta, abusiva, não profissional e inaceitável” durante as filmagens. “O comportamento dele foi incentivado, de muitas formas, por Jon Berg e Geoff Johns [produtores do filme e executivos da Warner/DC]. Responsabilidade é mais importante que entretenimento”, acrescentou o intérprete do Ciborgue no filme. O comentário foi publicado logo após Fisher ter dado a entender que teve problemas com Whedon no set. Na segunda (29/6), o ator tuitou um vídeo em que aparecia elogiando o diretor na Comic-Con de San Diego. Na ocasião, ele dizia: “Joss é um cara legal, e a melhor pessoa para chegar e finalizar o filme para ele [Snyder]”. Sobre isso, ele apontou: “Quero usar essa oportunidade para retratar tudo o que eu disse aqui”. Fisher deu a entender que seus elogios faziam parte do contrato com a Warner para promover o filme. No começo do mês, ele já tinha esquecido de agradecer Whedon ao louvar Snyder e o roteirista Chris Terrio por “não só incluir um personagem negro em ‘Liga da Justiça’, como permitir que eu (um ator negro sem nenhum crédito em meu nome) pudesse participar das decisões criativas em torno da história do Ciborgue e da família Stone”. Em resposta, Snyder deu a entender que a participação do herói deve aumentar em sua versão de “Liga da Justiça”: “Você, Ray, é o coração do meu filme”. Whedon, cujos créditos anteriores incluem a criação de séries cultuadas como “Buffy: A Caça-Vampiros” e “Firefly”, além dos dois primeiros filmes da franquia “Vingadores”, assumiu “Liga da Justiça” após o afastamento do cineasta Zack Snyder por conta de uma tragédia familiar. Ele recebeu orientação da Warner para refazer o filme, comandou um número considerável de refilmagens, cortou cenas deixadas prontas por Snyder e editou sua versão junto das cenas filmadas por Snyder num produto que não convenceu. Lançado em 2017, o produto final foi rejeitada pela crítica e até pelos fãs dos quadrinhos, rendendo muito menos do que o esperado nas bilheterias – US$ 657 milhões mundiais. Graças à intervenção da Warner no filme, os fãs há tempos clamavam por uma versão de “Liga da Justiça” sem as mudanças feitas por Whedon. Chamada de “Snyder Cut”, essa versão sempre foi incentivada por Zack Snyder. E após a aquisição da Warner pela empresa de comunicação AT&T, o projeto deixou de ser um sonho para virar um chamariz de público para a plataforma HBO Max, prioridade dos novos donos do estúdio. A versão de Snyder será lançada em 2021 e promete ser muito diferente do filme exibido nos cinemas. A HBO Max já divulgou o primeiro teaser. Veja aqui. Joss Wheadon’s on-set treatment of the cast and crew of Justice League was gross, abusive, unprofessional, and completely unacceptable. He was enabled, in many ways, by Geoff Johns and Jon Berg. Accountability>Entertainment — Ray Fisher (@ray8fisher) July 1, 2020 I’d like to take a moment to forcefully retract every bit of this statement: pic.twitter.com/1ECwwu6TG1 — Ray Fisher (@ray8fisher) June 29, 2020 You Ray, are the heart of my movie. @ray8fisher https://t.co/cZ64Vlg50V — Zack Snyder (@ZackSnyder) June 6, 2020

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  • Etc

    Marlon Wayans troca Netflix pela HBO Max

    29 de junho de 2020 /

    Marlon Wayans trocou de plataforma. O comediante de “As Branquelas” e “Inatividade Paranormal” fechou um acordo geral de produção com o serviço de streaming HBO Max e já definiu os primeiros projetos no novo endereço. Depois de lançar o especial de stand-up “Woke-ish” (2018) e duas comédias na Netflix, “Nu” (2017) e “Seis Vezes Confusão” (2019), Wyans prepara uma série e uma coleção de especiais de humor para a plataforma da WarnerMedia. A série vai se chamar “Book of Marlon”, onde ele interpretará uma versão fictícia de Marlon Wyans, que tenta equilibrar sua vida pessoal com o fato de ser ele mesmo. Wayans co-criou o programa com seu parceiro de longa data, Rick Alvarez, que também escreveu os cinco últimos filmes estrelados pelo ator. Já os especiais humorísticos incluem duas apresentações de stand-up, uma dele próprio e outra em que atuará como anfitrião de novos humoristas. “Marlon é uma ameaça tripla, com um currículo impressionante que fala de seu talento como ator e talento para comédia”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia e animação original da HBO Max. “Estamos emocionados por ter sua voz e visão cômica únicas se unindo a nossa crescente família de criadores”. “Estou empolgado por fazer negócios com a HBO Max. Rick e eu tivemos muito sucesso no espaço do streaming e estamos empolgados em trabalhar com uma empresa igualmente empolgada por trabalhar conosco”, disse Wayans. “Esperamos ajudar as duas marcas a crescer rapidamente e internacionalmente. A HBO Max é um ótimo lugar para continuar nossa missão de colocar sorrisos no rosto das pessoas”, completou. Não há previsão de estreia para nenhum dos projetos.

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  • Filme

    Liga da Justiça: Darkseid é destaque do primeiro teaser da versão de Zack Snyder

    18 de junho de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro teaser da versão de “Liga da Justiça” do cineasta Zack Snyder, que destaca o vilão Darkseid. O personagem não foi incluído no filme exibido nos cinemas em 2017, mas estava na versão original do diretor. Com a exclusão de Darkseid, o vilão principal de “Liga da Justiça” acabou sendo o secundário Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o que rendeu muitas críticas negativas dos fãs. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Graças ao clamor dos fãs, em uma campanha resistente no Twitter, a AT&T, que comprou a Warner, resolveu apostar no projeto e produzir um “Snyder Cut” para a plataforma HBO Max. A volta de Darkseid à trama confirma que a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. Em entrevista ao podcast ReCode Media, Bob Greenblatt, CEO da HBO Max, revelou que, apesar dos boatos, a versão de Snyder não está pronta para ser exibida, por isso há um orçamento de produção e uma data distante para o lançamento, em 2021. “Não é tão fácil quanto ir ao cofre da Warner e tirar o ‘Snyder Cut’ de lá. Ele ainda não existe. Zack está trabalhando nisso, e é algo complexo, teremos que fazer novos efeitos especiais. É uma reimaginação radical daquele filme e vai sair muito caro. Teremos sorte se custar só US$ 30 milhões”, disse. O valor elevado representa apenas 10% do custo original de “Liga da Justiça”, orçado em cerca de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão), graças às refilmagens de Whedon. Snyder também queria fazer refilmagens, mas a HBO Max impôs que tudo fosse resolvido com efeitos e dublagens dos atores.

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  • Série

    Patrulha do Destino enfrenta novos vilões e disco music no trailer da 2ª temporada

    18 de junho de 2020 /

    A DC Universe divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol). A divertida prévia tem ritmo de discoteca e introduz vários personagens, como Dorothy (Abigail Shapiro), a filha do Chefe, o vilão Red Jack (um Jack estripador de outra dimensão) e os SeX Men (Caça-Fantasmas Eróticos), sem esquecer as criaturas que vivem na imaginação de Dorothy. Segunda produção live-action da plataforma da DC Comics, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia do segundo ano vai acontecer na próxima quinta (25/6) em dois streamings americanos, DC Universe e HBO Max, mas ainda não têm previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    HBO Max vai exibir musical de David Byrne dirigido por Spike Lee

    16 de junho de 2020 /

    Spike Lee vai lançar seu próximo projeto na HBO Max. A plataforma de streaming anunciou que apresentará uma versão filmada do aclamado espetáculo da Broadway “David Byrne’s American Utopia”, que Lee registrou durante a exibição no Hudson Theatre. “‘David Byrne’s American Utopia” é uma experiência única transformadora e um exemplo perfeito de como o entretenimento pode nos unir durante esses tempos difíceis”, disse Nina Rosenstein, vice-presidente da programação da HBO. “A direção brilhante de Spike acrescenta um nível de intimidade a esse desempenho poderoso, e estamos muito empolgados em compartilhar esse espetáculo inovador com nosso público”. O musical apresenta o ex-líder dos Talking Heads, David Byrne, interpretando músicas do álbum de 2018 de mesmo título, além de clássicos do Talking Heads e do catálogo solo de Byrne. O show aconteceu de outubro de 2019 a fevereiro de 2020, recebendo ótimas críticas. O site The Hollywood Reporter chamou de “pura felicidade”. “Spike e eu cruzamos o caminho muitas vezes ao longo dos anos, obviamente sou um grande fã e agora finalmente tivermos uma oportunidade para trabalharmos juntos”, disse Byrne. “Estou absolutamente empolgado com o resultado. O espetáculo da Broadway foi um desafio maravilhoso e também uma oportunidade. Estou encantado que esse espetáculo e os assuntos que aborda agora atingirá um público maior “. Lee acrescentou: “É uma honra e privilégio que meu irmão de arte, Sr. David Byrne, tenha me pedido para me juntar a ele em um espetáculo, convidando-me para o seu magnífico mundo da utopia americana. E isso é algo que só acontece ‘uma vez na vida’.” A Warner Music e a River Road Entertainment produzem e financiam o projeto, que deve estrear na TV paga ainda este ano, em uma data ainda não anunciada.

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  • Filme

    …E o Vento Levou vai voltar a HBO Max com introdução sobre racismo

    15 de junho de 2020 /

    O clássico “…E O Vento Levou” (1939) vai retornar à plataforma HBO Max, após ser retirado sob o argumento de conter conteúdo racista. Por conta disso, em sua volta contará com uma introdução que abordará o racismo da trama, apresentada pela acadêmica, pesquisadora e apresentadora de TV Jacqueline Stewart. A informação foi confirmada pela própria pesquisadora em depoimento ao site do canal de notícias CNN. “Vou gravar uma introdução apresentando os múltiplos contextos das histórias do filme. Para mim será uma oportunidade de pensar o que esse clássico pode nos ensinar”, afirmou a pesquisadora. O longa foi retirado do serviço de streaming da WarnerMedia após manifestações contra o racismo, insufladas pelo assassinato de George Floyd, passarem a questionar o legado histórico da opressão. O premiado roteirista John Ridley, vencedor do Oscar por “12 Anos de Escravidão” (2013), lançou luz sobre o velho filme da Warner num artigo no jornal Los Angeles Times, publicado na terça-feira passada (9/6). Segundo ele, “…E o Vento Levou” deveria ser retirado do streaming porque “não só fica aquém da representação da escravidão como ignora seus horrores e perpetua alguns dos estereótipos mais dolorosos sobre as pessoas de cor”. Ele acrescentou: “É um filme que, como parte da narrativa da ‘Causa Perdida’ [a defesa da escravidão], romantiza a Confederação de uma maneira que continua a legitimar a noção de que o movimento secessionista era algo mais nobre do que realmente foi – uma insurreição sangrenta para manter o ‘direito’ de possuir, vender e comprar seres humanos”. A WarnerMedia, dona da HBO Max, concordou. “‘E o Vento Levou’ é um produto de seu tempo e contém alguns dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana”, afirmou um porta-voz da HBO Max em comunicado à imprensa. “Estas representações racistas estavam erradas na época e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável”, continua o texto. Ao retirar o filme da plataforma, a HBO Max afirmou que ele retornaria com uma explicação sobre seu cotexto, mas sem cortes que pudessem configurar censura. “Sentimos que manter esse título sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável. Essas representações certamente são contrárias aos valores da WarnerMedia; portanto, quando retornarmos o filme à HBO Max, ele retornará com uma discussão de seu contexto histórico e uma denúncia dessas mesmas representações. Nenhum corte será feito no longa-metragem, “porque fazer isto seria como dizer que estes preconceitos nunca existiram”, acrescenta o comunicado. “Se vamos criar um futuro mais justo, equitativo e inclusivo, nós devemos primeiro reconhecer e entender nossa história”, afirmou a HBO Max. O longa é acusado de mostrar escravos conformados e felizes com suas condições e escravocratas heroicos, lutando contra os opressores do Norte que desejam suas terras – na verdade, desejam libertar os escravos e acabar com a escravidão. Ironicamente, o filme também é responsável pelo primeiro Oscar vencido por um intérprete negro, Hattie McDonald, como Melhor Atriz Coadjuvante. Ela própria era filha de dois escravos. Desde então a Academia realizou mais 80 premiações, distribuindo somente mais 18 Oscars para atores negros.

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  • Série

    Search Party: 3ª temporada ganha trailer para estreia na HBO Max

    15 de junho de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 3ª temporada de “Search Party”, que agora será disponibilizada pelo serviço de streaming, após o canal TBS exibir os dois primeiros anos na TV paga. A prévia é ainda mais insana que o habitual, ao mostrar que o crime também alimenta a subcultura das celebridades. Criada pelo trio de cineastas indie Sarah-Violet Bliss (“The Color of Time”), Charles Rogers (“Fort Tilden”) e Michael Showalter (“Mais um Verão Americano”), “Search Party” gira em torno de um pequeno grupo de hipsters nova-iorquinos, que buscam estar sempre na moda e na 1ª temporada entraram numa campanha para encontrar uma garota popular desaparecida. Só que a busca se revela cheia de reviravoltas e acaba envolvendo-os num crime real, pelo qual podem ser condenados nos novos episódios. O elenco inclui Alia Shawkat (da série “Arrested Development”), John Reynolds (“Stranger Things”), John Early (“O Artista do Desastre”) e Meredith Hagner (série “Younger”). A mudança para a HBO Max deixou a série fora do ar desde dezembro de 2017. Mas, em compensação, também rendeu uma renovação dupla, garantindo sua 4ª temporada. Os novos episódios estreiam em 25 de junho em streaming, por enquanto apenas nos EUA.

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  • Etc

    WarnerMedia acaba com HBO Go e renomeia HBO Now para diferenciar da HBO Max

    12 de junho de 2020 /

    Foi só depois de lançar a HBO Max que a WarnerMedia percebeu que tinha criado confusão com três serviços de streaming diferentes com o nome da HBO – HBO Go, HBO Now e HBO Max. Não foi por falta de aviso, foi por falta de criatividade mesmo. Agora, a empresa resolveu abordar essa confusão. Nesta sexta (12/6), anunciou que está aposentando a HBO Go e renomeando a HBO Now simplesmente como HBO. A HBO que acabou, a HBO Go, era um serviço que permitia aos assinantes do canal pago original assistir gratuitamente a programação da TV em outras mídias, como o computador e o celular, via plataforma digital. Já a HBO Now era… a mesma coisa, só que com uma assinatura paga e voltada para quem não é assinante do canal. Foi este serviço que se tornou apenas HBO. “Agora que o HBO Max foi lançado e está distribuído de forma ampla, nós podemos implementar algumas mudanças significativas em nossa oferta de aplicativos nos Estados Unidos”, disse a WarnerMedia em comunicado. Na verdade, a empresa decidiu simplificar o que tinha complicado desnecessariamente, oferecendo um único aplicativo para quem quiser acessar o conteúdo da HBO, seja assinante da TV ou não. Quem possuía acesso ao HBO Go por ter plano de operadora de TV, passará a entrar nos conteúdos pelo aplicativo renomeado HBO. O mesmo acontecerá para quem já assinava o HBO Now à parte. Em outras palavras, a WarnerMedia unificou o local de acesso aos dois serviços em apenas um. A empresa avisou que pretende remover o aplicativo HBO Go das plataformas de aplicativos em 31 de julho. Recém-lançada nos EUA, em 27 de maio, a HBO Max não foi afetada pelas mudanças, a não ser em piadas. Algumas pessoas sugeriram nas redes sociais que a WarnerMedia rebatizasse seus serviços de HBO Max, HBO Mid e HBO Mini.

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  • Série

    Love Life: HBO Max renova sua primeira – e única – série original

    11 de junho de 2020 /

    A plataforma HBO Max anunciou sua primeira renovação de série. Quinze dias após o seu lançamento, em 27 de maio, o serviço de streaming da WarnerMedia encomendou novos episódios da antologia romântica “Love Life”, estrelada por Anna Kendrick (“A Escolha Perfeita”) e produzida pela Lionsgate. A confirmação da 2ª temporada acontece após a HBO Max acelerar a exibição dos episódios. Em vez de durar oito semanas, conforme o plano original, a série será completada já na semana que vem. A decisão se deve ao fato de “Love Life” também ser a única série live-action original da plataforma, que foi ao ar em meio à paralisação das produções televisivas devido à pandemia de coronavírus. O público respondeu positivamente à estratégia. “É muito gratificante ver ‘Love Life’ como um sucesso imediato. Estamos orgulhosos de ter uma 2ª temporada de nossa primeira comédia original”, disse Kevin Reilly, diretor de conteúdo da HBO Max. “Saudamos Anna, nossa equipe criativa e parceiros da Lionsgate, e estamos encantados com o fato de o público ter gravitado Love Life de maneira tão significativa”. A 1ª temporada segue a jovem Darby (Kendrick) em sua jornada do “primeiro ao último amor”, representando vários relacionamentos diferentes ao longo de 10 episódios. Mas a 2ª temporada acompanhará uma nova personagem, explorando o que acontece quando você vive a vida inteira sabendo quem é sua alma gêmea, apenas para descobrir anos depois, em seu casamento, que aquele não era o parceiro certo. Apesar de completar sua história nos primeiros episódios, Darby deve aparecer em participação especial no segundo ano, já que a trama vai se manter em Nova York. “Love Life” é produzida pelo cineasta Paul Feig, com quem Kendrick trabalhou no recente “Um Pequeno Favor”. Criada por Sam Boyd, roteirista do similar “Em um Relacionamento Sério” (2018), a 1ª temporada também incluiu Zoe Chao (“Living with Yourself”), Sasha Compère (“Miracle Workers”), Scoot McNairy (“Narcos: México”), Peter Vack (“The Bold Type”) e a menina Audrey Bennett (“Evil”) como a versão mirim de Darby. A plataforma HBO Max ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Série

    Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha primeiro trailer

    10 de junho de 2020 /

    A plataforma HBO Max divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), que destaca uma nova personagem: Dorothy (Abigail Shapiro), filha do Chefe (Timothy Dalton). A prévia revela que a missão dos heróis será salvá-la. Lançada pela DC Universe, a série será disponibilizada simultaneamente pela HBO Max em seu segundo ano de produção. “Patrulha do Destino” será a única atração compartilhada pelos dois serviços. De fato, a maior parte do material do streaming da editora de quadrinhos continua exclusivo de seu serviço – detalhe que diversos sites geeks chamaram atenção ao pesquisar pelos títulos na HBO Max, lançada em 27 de maio nos EUA. Segunda produção live-action da DC Universe, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia da próxima leva de episódios foi marcada para 25 de junho nos dois streamings americanos, que ainda não têm previsão para chegar ao Brasil.

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  • Filme

    Retirado da HBO Max, …E o Vento Levou vira campeão de vendas da Amazon

    10 de junho de 2020 /

    O anúncio de que “…E o Vento Levou” foi retirado da plataforma HBO Max devido a seu conteúdo racista fez com que o filme se tornasse um campeão de vendas da Amazon. Em poucas horas, o clássico de 1939 alcançou o topo da lista de mais vendidos na seção de filmes e TV da Amazon, ocupando o 1° lugar e mais duas posições no topo do ranking com suas versões em DVD, Blu-ray e a edição especial de aniversário de 70 anos. O filme rapidamente se esgotou em todos os formatos, a ponto de uma cópia em Blu-ray começar a ser oferecida por US$ 334. Por um lado, o frenesi não é surpreendente, dada a popularidade e o status duradouro do longa como a maior bilheteria de todos os tempos (quando os números de bilheteria são ajustados pela inflação). Mas, por outro lado, o interesse não leva em conta o fato de a HBO Max ter informado que recolocará o filme de volta em seu serviço sem realizar nenhum corte, incluindo apenas “uma discussão sobre seu contexto histórico”. O longa foi retirado do serviço de streaming da WarnerMedia após manifestações contra o racismo, insufladas pelo assassinato de George Floyd, questionarem o legado histórico da opressão. E isso acabou incluindo “…E o Vento Levou”. O premiado roteirista John Ridley, vencedor do Oscar por “12 Anos de Escravidão” (2013), lançou luz sobre o velho filme da Warner num artigo no jornal Los Angeles Times, publicado na terça-feira (9/6). Segundo ele, “…E o Vento Levou” deveria ser retirado do streaming porque “não só fica aquém da representação da escravidão como ignora seus horrores e perpetua alguns dos estereótipos mais dolorosos sobre as pessoas de cor”. Ele acrescentou: “É um filme que, como parte da narrativa da ‘Causa Perdida’ [a defesa da escravidão], romantiza a Confederação de uma maneira que continua a legitimar a noção de que o movimento secessionista era algo mais nobre do que realmente foi – uma insurreição sangrenta para manter o ‘direito’ de possuir, vender e comprar seres humanos”. A WarnerMedia, dona da HBO Max, concordou. “‘E o Vento Levou’ é um produto de seu tempo e contém alguns dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana”, afirmou um porta-voz da HBO Max em comunicado à imprensa. “Estas representações racistas estavam erradas na época e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável”, completou. Porém, o filme voltará a ser disponibilizado novamente em uma data futura, junto com uma discussão de seu contexto histórico, informou a empresa. “Sentimos que manter esse título sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável. Essas representações certamente são contrárias aos valores da WarnerMedia; portanto, quando retornarmos o filme à HBO Max, ele retornará com uma discussão de seu contexto histórico e uma denúncia dessas mesmas representações. Nenhum corte será feito no longa-metragem, “porque fazer isto seria como dizer que estes preconceitos nunca existiram”, acrescenta o comunicado. “Se vamos criar um futuro mais justo, equitativo e inclusivo, nós devemos primeiro reconhecer e entender nossa história”, afirmou a HBO Max.

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