PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
  • Série

    Sophie Turner vai virar princesa britânica em série animada

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Sophie Turner entrou no elenco de “The Prince”, série em desenvolvimento para HBO Max, criada pelo produtor-escritor-dublador de “Uma Família da Pesada” (Family Guy) Gary Janetti. A série é baseada nas crianças da família real britânica e centrada nas travessuras do príncipe George, de sete anos, primogênito do príncipe William e Kate Middleton, duquesa de Cambridge. O próprio Janetti dubla o príncipe do título, enquanto Turner fará a voz da sua irmã, a princesa Charlotte. O criador da série publicou uma prévia do desenho, já com a voz da estrela de “Game of Thrones”, em seu Instagram. “Conheça Charlotte – Sophie Turner”, escreveu Janetti na legenda do vídeo, com tema de Halloween. No clipe, George tenta coordenar as fantasias de Halloween de seus irmãos, apenas para perceber que eles escolheram suas próprias roupas para a ocasião – e nenhuma tem a ver com a dele. Veja abaixo. “The Prince” também conta com Orlando Bloom (“O Senhor dos Anéis”) como o príncipe Harry, Condola Rashad (“Billions”) como Meghan Markle, Lucy Punch (“Lemony Snicket: Desventuras em Série”) como Kate Middleton, Iwan Rheon (também de “Game of Thrones”) como o príncipe William, Tom Hollander (“Bohemian Rhapsody”) como o príncipe Charles, Frances de la Tour (“Enola Holmes”) como a Rainha Elizabeth e Alan Cumming (“Instinct”) como o mordomo de George, Owen. Produção da 20th Television e do estúdio de animação Bento Box Entertainment, “The Prince” ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Meet Charlotte – Sophie Turner @sophiet The Prince coming to @hbomax Uma publicação compartilhada por Gary Janetti (@garyjanetti) em 31 de Out, 2020 às 9:19 PDT

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Documentário sobre os Bee Gees ganha trailer

    1 de novembro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o trailer de “The Bee Gees: How Can You Mend a Broken Heart”, documentário sobre a banda que marcou época com baladas românticas nos anos 1960 e alguns dos maiores hits das discotecas nos 1970. Na prévia, artistas como Justin Timberlake, Noel Gallagher e Nick Jonas falam sobre a influência do trio, responsável pelos sucessos “Night Fever”, “Stayin’ Alive”, “You Should Be Dancing”, “I Started a Joke”, “How Deep Is Your Love”, “Jive Talkin'”, “Tragedy” e, claro, “How Can You Mend a Broken Heart” – entre muitos outros. Dirigido pelo cineasta Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”), o documentário pretende cobrir desde as origens da banda na Austrália até a transformação de Barry, Robin e Maurice Gibb em astros internacionais na esteira do sucesso do filme “Embalos de Sábado a Noite” (Saturday Night Fever, 1977), cujo disco com canções compostas pela banda se tornou a segunda trilha sonora mais vendidas de todos os tempos – só foi superado em 1992 pelas músicas de Whitney Houston em “O Guarda-Costas”. A estreia está marcada para 12 de dezembro nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Ray Fisher diz que Joss Whedon, produtores e presidente da Warner são racistas

    29 de outubro de 2020 /

    Ray Fisher voltou a falar sobre supostos problemas nos bastidores da produção de “Liga da Justiça”. Desta vez, o intérprete do herói Ciborgue deixou as alegações genéricas de lado para sugerir que o cineasta Joss Whedon, os produtores do filme e até o presidente da Warner são racistas. Durante uma entrevista para a revista Forbes, publicada nesta quinta (28/10), Fisher explicou que foi o fato de “ter sido informado” sobre um possível racismo de Whedon que o fez começar a tuitar contra o diretor e os produtores do filme no meio do ano, sem que tivesse feito qualquer comentário anterior. O ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Agora, ele diz que foi racismo. “O que deixou minha alma em chamas e me forçou a falar sobre Joss Whedon neste verão foi o fato de eu ter sido informado de que Joss ordenou que a aparência de um ator de cor fosse mudada na pós-produção, porque ele não gostava da cor de seus tom de pele”, disse Fisher. O filme, como todos sabem, mudou a aparência de Henry Cavill, que apareceu para as filmagens das cenas extras, dirigidas por Whedon, usando o bigode de seu personagem em “Missão: Impossível – Efeito Fallout”. Além dele, dois vilões da história, interpretados por Ciarán Hinds e Peter Guinness, também tiveram efeitos visuais aprimorados na pós-produção. Os três são atores brancos. Além de Fisher, o único outro ator negro proeminente da história foi Joe Morton, que não sofreu intervenção computadorizada. Mas ele teria ouvido de alguém do departamento de edição ou efeitos visuais que houve correção de cor em algum figurante, que ele não identifica. A acusação, porém, é pior. Ele denuncia os executivos da Warner Bros. por participarem de “conversas racistas” em torno da produção. “Antes do processo de refilmagem da ‘Liga da Justiça’, conversas abertamente racistas foram mantidas e entretidas – em várias ocasiões – por antigos e atuais executivos de alto nível da Warner Bros. Pictures”, disse o ator. “Os tomadores de decisão que participaram dessas conversas racistas foram Geoff Johns, Jon Berg e o atual presidente do Warner Bros. Pictures Group, Toby Emmerich.” De fato, personagens negros foram eliminados e/ou tiveram suas participações diminuídas, inclusive o próprio Ciborgue vivido por Fisher. Entre os papéis cortados estão os interpretados por Ryan Choi, Karen Bryson e Kiersey Clemons. “O apagamento de pessoas de cor da versão cinematográfica de ‘Liga da Justiça’ de 2017 não foi um acidente nem uma coincidência”, garante o ator. Entretanto, ele não testemunhou nada ofensivo pessoalmente. “Essas conversas foram relatadas a mim por outras pessoas presentes na sala. E eu só fui informado depois de ter reclamado de Joss Whedon”, explicou. Porém, acrescenta: “Percebi que as anotações que acabei recebendo de Johns durante as refilmagens eram apenas uma versão codificada das coisas racistas que ele dizia a portas fechadas com os outros executivos”. Fisher ainda afirma que mais detalhes virão à tona após uma investigação, atualmente em curso sobre os bastidores da produção do filme. “Pretendo ser muito mais específico sobre cada um desses caras depois que a investigação terminar – esta entrevista é apenas uma versão resumida”, explicou. O ator aponta que a falta de refutação categórica contra suas declarações conferem veracidade às suas acusações. De fato, a Warner permitiu que as queixas de abusos do ator fossem investigadas, embora nada de desabonador tenha sido encontrado até aqui pelo investigador independente que faz a verificação. Fisher, por sinal, também já contestou este inquérito, por não seguir seus próprios critérios. O raciocínio que ele expõe é o seguinte: “Você realmente tem que se perguntar o que é mais plausível. Eu arruinar minha carreira de propósito fazendo declarações sobre figuras poderosas em Hollywood, que, se falsas, poderiam ser facilmente refutadas, ou algumas pessoas em posições de poder dizerem e fazerem coisas terríveis para manter esse poder durante uma fusão corporativa massiva?”. A fusão referida foi a compra da Warner pela AT&T. O ator disse que apresentou uma série de testemunhas para serem ouvidas durante a investigação, mas a Warner estaria evitando todas. “A Warner Bros. sabe muito bem que minhas afirmações são confiáveis. Eles estão apenas lutando contra elas. ” “Um monte de gente do elenco e da equipe técnica estendeu a mão para mostrar seu apoio, alguns esperados, outros nem tanto. Eu tentei o meu melhor para lidar com as coisas em particular e deixar o processo de RH funcionar, mas a única coisa que parece dar resultado é eu aplicar pressão publicamente”, completou o ator.

    Leia mais
  • Série

    Tiny Toons vão ganhar revival após 30 anos

    28 de outubro de 2020 /

    Depois de resgatar os “Animaniacs”, a Warner e a Amblin Television, do produtor Steven Spielberg, estão trazendo de volta Perninha, Lilica e companhia, quase 30 anos depois dos “Tiny Toons” saírem do ar. O revival dos “Tiny Toons” foi anunciado nesta quarta (28/10) para a plataforma de streaming HBO Max e também para a TV paga, pelo Cartoon Network. Exibido originalmente em três temporadas, entre 1990 e 1992, a série acompanhava versões mirins dos personagens clássicos dos “Looney Tunes”. Na nova atração, a turma vai começar uma nova fase em suas vidas, ingressando na Acme Looniversity, uma espécie de faculdade onde os desenhos mais novos “aprendem” a ser profissionais, estudando com suas contrapartes adultas, como Pernalonga e Patolino. Batizado de “Tiny Toons Looniversity”, a nova série teve duas temporadas encomendadas e trará a estreante Erin Gibson (do podcast “Throwing Shade”) como showrunner. Ela também vai produzir a atração com Nate Cash (“Hora de Aventura”), Spielberg e os produtores da Amblin. Não está claro como a distribuição funcionará entre o Cartoon Network e a HBO Max, mas o acordo representa uma nova forma encontrada pela WarnerMedia para integrar seus canais tradicionais com a plataforma, visando aumentar seu conteúdo em streaming, sem negligenciar seus outros negócios. Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Etc

    CEO da AT&T “não está otimista” sobre futuro do cinema

    25 de outubro de 2020 /

    Quando lançou “Tenet” nos cinemas, há mais de 50 dias, a Warner tinha seu discurso afinado com os proprietários de cinema, acreditando que o filme seria o grande lançamento capaz de voltar a encher as salas e superar a crise da pandemia de coronavírus. Mas as salas não encheram e a crise se aprofundou após o desempenho do longa – orçado em mais de US$ 200 milhões – não dar o retorno esperado, levando outros estúdios a tirarem seus títulos do calendário de 2020. Agora, John Stankey, CEO da AT&T, empresa dona da WarnerMedia, diz que o lançamento de “Tenet” durante a pandemia foi um erro. Ou, em suas palavras: “Não posso dizer que saímos da experiência de ‘Tenet’ dizendo que foi um gol”. A fala aconteceu durante uma teleconferência com investidores na quinta-feira (22/10), onde Stankey confessou não saber o que vai acontecer com o mercado cinematográfico. “Essa ainda é uma das coisas sobre as quais não temos grande visibilidade”, ele afirmou. “Fizemos algumas experiências. Fizemos algumas coisas”, continuou. E foi quando fez a comparação esportiva sobre o desempenho de “Tenet” – na verdade, ele usou a expressão “home run”, uma analogia de beisebol, “traduzida” aqui para o gol do futebol visando facilitar a compreensão. O desempenho de “Tenet” deve afetar os próximos lançamentos do estúdio. A Warner tem a estreia de “Mulher-Maravilha 1984” prevista para dezembro, mas são grandes as apostas de que ela será adiada, já que mantê-la representaria uma nova aposta, enquanto outros estúdios adiam estreias em massa para evitar esse teste. Stankey deu a entender que a Warner não será responsável por novas apostas arriscadas. Ele demonstra que a ordem agora é ter cautela e esperar. “À medida que chegarmos a um ponto onde haja uma situação um pouco mais consistente, talvez possamos fazer um pouco mais”. “Eu diria que a temporada de férias será o próximo grande ponto de verificação para ver o que ocorre e se podemos ou não mover algum conteúdo de volta para a exibição cinematográfica. Teremos que tomar uma decisão com base nisso e no que estiver acontecendo em diferentes geografias e na contagem de infecções no país”, ele afirmou. “Mulher-Maravilha 1984” tem sua estreia marcada para o Natal, que marca o começo das férias de inverno nos EUA. Portanto, antes do “próximo grande ponto de verificação”. No entanto, a produção de conteúdo foi retomada. Stankey observou que existem atualmente 130 produções em andamento, entre filmes e séries da Warner. Normalmente, esse número seria cerca de 180. Em relação a isso, ele considera que “estamos fora de perigo”. Ou seja, o estúdio aprendeu a trabalhar sob as restrições impostas pela pandemia e não terá problemas com falta de material. A questão que se impõe agora, especialmente com o lançamento da plataforma HBO Max, prioridade da AT&T, é onde exatamente exibir esse conteúdo. “Ainda estamos empenhados em tentar colocar parte do conteúdo que consideramos mais importante nas salas de cinema, se isso fizer sentido”, continuou Stankey. Mas sua conclusão não passou uma mensagem muito positiva. “Esperamos que o mercado seja incrivelmente fatiado no próximo ano”, disse, acrescentando que “não está otimista” quanto a uma recuperação significativa nem no início de 2021. Por conta disso, a Warner está “considerando todas as opções”. “À medida que avançarmos e pudermos ter um quadro mais claro, vamos tomar as decisões”, concluiu. Vale observar que o remake de “Convenção das Bruxas”, originalmente previsto para os cinemas, estreou na HBO Max neste fim de semana.

    Leia mais
  • Filme

    Jared Leto voltará a viver o Coringa na nova versão de Liga da Justiça

    21 de outubro de 2020 /

    O ator Jared Leto vai retomar o papel de Coringa, que ele interpretou no filme “Esquadrão Suicida”, de 2016, nas filmagens adicionais do “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”. O site The Hollywood Reporter apurou que as cenas de Leto já estão sendo rodadas nos estúdios da Warner, e incluem ainda participações de Ben Affleck (o Batman), Ray Fisher (o Ciborgue) e Amber Heard (Mera). Curiosamente, o Coringa não apareceu no filme original de 2017 e a entrada de Leto no projeto levanta questões sobre quanto de conteúdo inédito será mostrado na nova versão de Snyder da “Liga da Justiça”. Vale lembrar que o cineasta foi um dos produtores de “Esquadrão Suicida”, que, por sua vez, contou com uma aparição do Batman vivido por Ben Affleck – e o diretor David Ayer também está em campanha pela produção de um “Ayer Cut” daquele filme. A nova versão da “Liga da Justiça” é uma produção da HBO Max, que vai relançar o longa como uma minissérie de 4 horas e está financiando a nova rodada de filmagens. Enquanto as filmagens avançam, dois produtores que estiveram envolvidos na versão cinematográfica do longa foram afastados da nova edição. Jon Berg e Geoff Johns, então executivos da Warner, que supervisionaram o trabalho de Snyder e a refilmagem de Joss Whedon lançada em 2017, não participarão nem receberão créditos por seu trabalho na nova versão, segundo fontes do THR. Os dois teriam decidido remover seus nomes do “Snyder Cut”, uma vez que não trabalharam nesta versão e não são mais executivos do estúdio. Mas eles também foram alvos de denúncias de Ray Fisher, que os acusou de permitir abusos e má conduta de Joss Whedon durante as refilmagens. É interessante reparar que o ator, anteriormente bastante inflamado em suas acusações, baixou o tom nas últimas semanas e está participando das refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após ele encerrar as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para assumir a pós-produção, que na prática resultou em refilmagem de boa parte do longa. A intervenção seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Os fãs, que sonhavam um dia ver isso, conseguiram manter uma campanha pela liberação da versão do diretor entre os tópicos mais comentados do Twitter por meses a fio, e esse esforço acabou tendo um efeito inesperado. No ano passado, a Warner foi comprada pela AT&T, teve sua diretoria inteira trocada e sua prioridade passou a ser produzir lançamentos atrativos em streaming. A inauguração da HBO Max virou o jogo, fazendo a Warner não só topar, como desembolsar mais dinheiro para Snyder refazer o longa, que, ao contrário do que o próprio diretor dava a entender, encontrava-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento está contando com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas cenas – e não apenas novos diálogos, como foi originalmente noticiado. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming em 2021, em data ainda não confirmada.

    Leia mais
  • Série

    The Flight Attendant: Nova série de Kaley Cuoco ganha primeiro trailer

    20 de outubro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o primeiro trailer de “The Flight Attendant”, nova série estrelada pela atriz Kaley Cuoco, que viveu Penny em “The Big Bang Theory”. Na nova série, ela troca a comédia por uma trama de suspense, mas a prévia mostra que sua personagem ainda é sujeita a situações de humor – humor negro, no caso. Inspirado no livro homônimo de Chris Bohjalian, “The Flight Attendant” gira em torno de Cassandra (Cuoco), a comissária de bordo do título em inglês, que após um voo internacional acorda alcoolizada em um quarto de hotel em Dubai, com um passageiro morto ao seu lado na cama. Com medo de chamar a polícia e sem lembrar o que aconteceu na noite anterior, ela segue o seu dia como se nada tivesse acontecido. Mas quando seu voo chega à Nova York, o FBI está lhe aguardando no aeroporto e ela precisa dar muitas explicações que não parecem fazer sentido. A adaptação está a cargo do roteirista Steve Yockey (“Supernatural”) e a produção vai juntar Cuoco, via sua empresa Yes Norman, com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente em todos os tempos. O projeto é o primeiro de um contrato assinado por Cuoco com a WarnerMedia. Pelo acordo, a atriz vai criar, produzir, dirigir e estrelar diversas séries para o estúdio nos próximos anos. A atração também inclui em seu elenco Michiel Huisman (“Game of Thrones”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”), Zosia Mamet (“Girls”), Michelle Gomez (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), T.R. Knight (“Grey’s Anatomy”), Colin Woodell (“The Originals”), Merle Dandridge (“The Night Shift”), Griffin Matthews (“Cara Gente Branca”) e Nolan Gerard Funk (“Awkward.”). “The Flight Attendant” terá oito episódios, com os dois primeiros dirigidos pela cineasta Susanna Fogel (“Parceiras Eternas”). A estreia está marcada para 26 de novembro na plataforma americana, ainda não disponível no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Meryl Streep fez novo filme de Steven Soderbergh em duas semanas e sem roteiro

    19 de outubro de 2020 /

    O novo filme de Steven Soderbergh, “Let Them All Talk”, produzido para a plataforma de streaming HBO Max, foi realizado em apenas duas semanas e com uma equipe que contou, basicamente, só com o diretor e seu elenco. O longa é estrelado por Meryl Streep (“Adoráveis Mulheres”), Dianne Wiest (“A Mula”) e Candice Bergen (“Do Jeito que Elas Querem”), que interpretam amigas de longa data que se reúnem em um transatlântico para um festival de conversas com piadas e lamentações. Os primeiros detalhes sobre a produção do filme foram detalhados em uma conversa da revista Entertainment Weekly com o elenco, que revelou os curiosos bastidores minimalistas da produção. “Eu disse [a Soderbergh] que ele iria estragar tudo para cada diretor, e cada designer de produção, e tudo mais, porque ele fez o filme inteiro por 25 centavos – eu sei que foi quanto fui paga”, disse Streep. “Depois, foi feito em duas semanas e foi uma viagem gratuita no barco” que serviu de cenário. Bergen ponderou: “Eu acho [Soderbergh] o cineasta mais destemido e seu intelecto é tão penetrante. Ele estava fazendo o trabalho de câmera, então você meio que assistia seu cérebro bem atrás da câmera, girando como um pião. Foi muito interessante. E curto.” E Wiest acrescentou que o filme foi rodado “sem equipamento”. “O único equipamento era o som. Steven segurou a câmera em uma cadeira de rodas e apenas filmou. Nenhuma das luzes e caminhões, todas aquelas coisas que costumam existir nos bastidores dos filmes, nada disso foi incluído na produção. Havia Steven e sua nova câmera.” O estilo de cinema de guerrilha de “Let Them All Talk” foi reforçado pela falta de um roteiro, com Soderbergh entregando ao elenco os contornos básicos da história para que improvisassem os diálogos. “Sensação de filme improvisado? Bem, sim, é, porque é ”, disse Streep. “Quero dizer, eles nos davam os esboços de uma situação, e então sabíamos aonde iríamos. Mas eles não nos disseram como chegar lá.” O filme é inspirado em um conto da autora Deborah Eisenberg, que também marcou presença no set e recebe crédito de roteirista. “Ela estava sempre lá. Ela estava lá o tempo todo e era tão generosa que você podia perguntar qualquer coisa”, disse Wiest. “Ela dizia o que poderia acontecer a seguir e a lembraria, porque filmamos em sequência, o que foi outro presente incrível que Steven nos deu.” “Let Them All Talk” também inclui Gemma Chan (“Capitã Marvel”) e Lucas Hedges (“Boy Erased”),e tem estreia programada para dezembro no serviço de streaming da Warner, ainda não disponível no Brasil.

    Leia mais
  • Série

    The Flight Attendant: Nova série de Kaley Cuoco ganha pôster e data de estreia

    19 de outubro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o pôster de “The Flight Attendant”, nova série estrelada pela atriz Kaley Cuoco, que viveu a Penny de “The Big Bang Theory”. A arte revela a data de estreia da produção, marcada para 26 de novembro na plataforma americana, ainda não disponível no Brasil. Na nova série, ela troca a comédia por uma trama de suspense. Inspirado no livro homônimo de Chris Bohjalian, “The Flight Attendant” gira em torno de Cassandra (Cuoco), a comissária de bordo do título, que após um voo internacional acorda alcoolizada em um quarto de hotel em Dubai, com um homem morto ao seu lado na cama. Com medo de chamar a polícia e sem lembrar o que aconteceu na noite anterior, ela segue o seu dia como se nada tivesse acontecido. Mas quando seu voo chega à Nova York, o FBI está lhe aguardando no aeroporto. A adaptação está a cargo do roteirista Steve Yockey (“Supernatural”) e a produção vai juntar Cuoco, via sua empresa Yes Norman, com o ubíquo Greg Berlanti (“The Flash”, “Riverdale”, etc), o produtor com mais séries exibidas simultaneamente em todos os tempos. O projeto é o primeiro de um contrato assinado por Cuoco com a WarnerMedia. Pelo acordo, a atriz vai criar, produzir, dirigir e estrelar diversas séries para o estúdio nos próximos anos. A atração também inclui em seu elenco Michiel Huisman (“Game of Thrones”), Rosie Perez (“Aves de Rapina”), Zosia Mamet (“Girls”), Michelle Gomez (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), T.R. Knight (“Grey’s Anatomy”), Colin Woodell (“The Originals”), Merle Dandridge (“The Night Shift”), Griffin Matthews (“Cara Gente Branca”) e Nolan Gerard Funk (“Awkward.”). “The Flight Attendant” terá oito episódios, com os dois primeiros dirigidos por Susanna Fogel (“Parceiras Eternas”).

    Leia mais
  • Série

    HBO Max desiste de série de atrizes de Pantera Negra

    15 de outubro de 2020 /

    A HBO Max desistiu de produzir “Americanah”, série limitada que reuniria Danai Gurira e Lupita Nyong’o após “Pantera Negra” (2018). As duas interpretaram guerreiras de Wakanda no filme da Marvel. Baseado no romance best-seller de Chimamanda Ngozi Adichie, o projeto veio à tona em 2018 e foi oficializado há um ano, com encomenda de 10 episódios pela HBO Max. Nyong’o interpretaria a personagem principal, enquanto Gurira seria responsável por escrever os episódios. Ambas ainda compartilhariam a função de produtoras. Embora seja mais conhecida por seus papéis em “Pantera Negra” e “The Walking Dead”, Gurira também é um escritora celebrada. Sua peça de 2009 “Eclipsed” foi nomeada para o Tony Award, e coincidentemente foi estrelada por Nyong’o na Broadway. Nyong’o ainda detém os direitos do romance. Há alguns anos, ela planejava adaptá-lo para os cinemas com o ator David Oyelowo (“Selma”) como um dos protagonistas. Vencedor em 2013 do prêmio do National Book Critics Circle Award, o livro trata de questões de raça, gênero e identidade. A trama gira em torno do romance dos nigerianos Ifemelu e Obinze, que se separam em meio às agitações políticas de seu país. Enquanto a jovem migra para os Estados Unidos para estudar numa faculdade, ele não consegue o visto e vai parar em Londres. Mas durante todo o tempo em que ficam separados, sonham em se reencontrar. A produção ainda deveria incluir Corey Hawkins (“Esquadrão 6”) e Uzo Aduba (“Mrs. America”) e ter sido gravada no início deste ano, mas acabou entre as dezenas de projetos de cinema e TV que tiveram o cronograma atropelado pela pandemia de coronavírus. Nesta semana, o canal pago Showtime também desistiu de produzir a adaptação de “O Dia em que o Presidente Desapareceu” (The President Is Missing), baseado no livro do ex-presidente Bill Clinton e do escritor James Patterson (“Zoo”), e séries como “GLOW”, “On Becoming a God in Central Florida”, “The Society”, “I’m Not Ok with This”, “Stumptown” e “I’m Sorry” tiveram suas renovações revertidas. Mais reviravoltas são esperadas, conforme os canais, streamers e estúdios revisam seus orçamentos e cronogramas, sob o impacto da pandemia.

    Leia mais
  • Série

    Lumberjanes: Quadrinhos da criadora da nova She-Ra vão virar série da HBO Max

    10 de outubro de 2020 /

    A HBO Max encomendou uma série animada baseasa nos quadrinhos “Lumberjanes”. A publicação da BOOM! Studios é uma criação de Noelle Stevenson, a showrunner do desenho “She-Ra e as Princesas do Poder”, na Netflix. Ela também será responsável pela adaptação dos quadrinhos em série, atuando como showrunner, roteirista e diretora. Vencedora de vários prêmios Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “Lumberjanes” conta a história de cinco amigas que encaram situações sobrenaturais em um acampamento para mulheres. Além do reconhecimento da indústria, a publicação ainda foi premiada pelo GLAAD Awards por sua representatividade feminina e LGBTQIA+. No Brasil, “Lumberjanes” é publicada pela editora Devir.

    Leia mais
  • Série

    Lanterna Verde: Roteirista do filme vai criar a série do herói

    9 de outubro de 2020 /

    A série do super-herói Lanterna Verde, atualmente em desenvolvido para a plataforma HBO Max, definiu o comando de sua equipe criativa. O roteirista Marc Guggenheim, que ajudou a escrever o péssimo filme do personagem (só 26% de aprovação no Rotten Tomatoes), vai ter uma segunda chance como showrunner da atração, ao lado de Seth Grahame-Smith, autor de “Orgulho e Preconceito e Zumbis” e “Lego Batman: O Filme”. Os dois vão escrever o piloto e comandar a série, que recebeu uma encomenda inicial de 10 episódios. Eles trabalharão na produção com outro responsável pelo filme de 2011, o produtor Greg Berlanti, que se tornou o bem-sucedido mentor do Arrowverso na rede The CW. Berlanti e Guggenheim foram justamente os responsáveis pelo roteiro do piloto de “Arrow”, que inaugurou o universo de séries atuais da DC Comics na TV americana. O projeto dos produtores é reintroduzir o Lanterna Verde como uma saga que se estende por décadas e galáxias, e contará com vários Lanternas Verdes diferentes. Nos quadrinhos, eles são os policiais galácticos que patrulham o universo conhecido e desconhecido. Ao contrário do filme, centrado no Lanterna Verde mais famoso, Hal Jordan, da Era de Prata dos quadrinhos, a série será girar em torno de outros personagens. O site The Hollywood Reporter citou Guy Gardner, Jessica Cruz, Simon Baz e Alan Scott, além dos Lanternas alienígenas Kilowog e Sinestro, um ex-Lanterna transformado em vilão. Alan Scott é o Lanterna Verde original, apresentado pela primeira vez em 1940, mas reciclado numa nova versão na última década. Após o reboot mais recente da DC Comics, ele passou a ser retratado como um personagem gay. Gardner foi criado na década de 1960 e ganhou popularidade no final dos anos 1980, quando sua visão conservadora passou a ser retratada como alívio cômico na revista da Liga da Justiça. Já Cruz, uma latina, e Bax, um muçulmano-americano, são criações mais recentes. Os personagens mais conhecidos, como Hal Jordan, John Stewart e Kyle Raynor não farão parte da série, apesar do final de “Arrow” ter sugerido a transformação de John Diggle (David Ramsey) num Lanterna – uma versão de John Stewart do Arrowverso. De todo modo, os principais detalhes estão sendo mantidos em sigilo. Mas há rumores de que o programa será o mais caro produzido por Berlanti, superando os custos de “Stargirl”. A expectativa de começo da produção é apenas para o ano que vem, já que a dupla encarregada precisa alinhavar um esboço da trama da temporada antes de começar a fase de contratações.

    Leia mais
  • Série

    Trailer mostra reencontro do elenco da série The West Wing

    8 de outubro de 2020 /

    A HBO Max divulgou o trailer de seu especial de reunião da série “The West Wing”, que será disponibilizado na próxima quinta (15/10) em streaming nos EUA. O especial, que irá ao ar em apoio à campanha When We All Vote, para estimular as votações durante a próxima eleição presidencial dos EUA, marca a primeira vez que o elenco original da série se reúne com o criador Aaron Sorkin e o produtor executivo e diretor Thomas Schlamme em 17 anos. O encontro foi transformado numa apresentação teatral especial do episódio “Hartsfield’s Landing”, da 3ª temporada, que contará com Martin Sheen, Dulé Hill, Allison Janney, Rob Lowe, Janel Moloney, Richard Schiff e Bradley Whitford reprisando seus papéis. Exibido pela primeira vez em fevereiro de 2002, o episódio mostra o presidente Bartlet (Sheen) enfrentando Sam (Lowe) e Toby (Schiff) em jogos de xadrez que refletem sua ousadia com o governo chinês, enquanto Josh (Whitford) sofre com os resultados de uma votação primária numa pequena cidade de New Hampshire e CJ (Janney) e Charlie (Hill) se enfrentam em uma guerra de trotes. O trailer reflete a passagem do tempo, mostrando Sheen de volta ao papel do presidente perguntando: “O que eu perdi?” Além do elenco original, o especial terá participação de Sterling K. Brown (“This Is Us”) no papel de Leo McGarry, desempenhado originalmente por John Spencer, falecido há cinco anos. E também contará, em seus intervalos, com aparições de Michelle Obama, Bill Clinton, Lin-Manuel Miranda e outros, em manifestações de apoio à organização When We All Vote, fundada pela ex-primeira dama Michelle Obama.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie