Programa de culinária de Sandy ganha trailer divertido da HBO Max
A HBO Max divulgou o trailer e uma apresentação bem detalhada de “Sandy + Chef”, versão brasileira do programa de culinária “Selena + Chef”, apresentado por Selena Gomez. O divertido no programa americano, que chegou à 3ª temporada na quinta passada (28/10), é o fato de Selena Gomez ser péssima cozinheira e cometer alguns desastres da cozinha. A prévia mostra que “Sandy + Chef” segue a mesma linha, mas no final a brasileira acerta mais a mão, considerando os elogios que os pratos recebem dos convidados cobaias. Além da cantora, também participam como convidados especiais da 1ª temporada alguns integrantes famosos de sua própria família, como o irmão Júnior, o pai Xororó e o marido Lucas Lima, além do primo, da mãe e da avó da estrela. Para ajudar Sandy a preparar os pratos, cada episódio contará com dicas especiais de um chef famoso por videochamada. A lista inclui Paola Carosella, Murakami, Lili Almeida, Thiago Castanho, Renata Vanzetto e João Diamante. A atração vai estrear no dia 11 de novembro em streaming.
“Miracle Workers” é renovada para a 4ª temporada
O canal pago americano TBS anunciou a renovação de “Miracle Workers” para sua 4ª temporada. A renovação não foi acompanhada pela definição da nova trama. A série de antologia cômica, estrelada por Daniel Radcliffe e Steve Buscemi, conta uma história diferente a cada temporada e já mostrou seu elenco no Céu, na Europa Medieval e no Velho Oeste. “Quando se tem Daniel Radcliffe e Steve Buscemi no canal, sendo brilhantemente engraçados, assustadoramente engraçados, é difícil abrir mão”, disse Brett Weitz, gerente geral da TBS, em entrevista ao site Deadline. “Então, estamos animados para ver o que eles criarão para a 4ª temporada”. Criação de Simon Rich, ex-roteirista do humorístico “Saturday Night Live”, a série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e pela plataforma HBO Max. Ainda há previsão de estreia para os novos episódios.
Gloria Perez deu 20 horas de depoimento para série sobre assassinato de sua filha
A autora de novelas Gloria Perez gravou mais de 20 horas de depoimento para a série documental da HBO Max sobre o assassinato de sua filha, Daniella Perez, em 1992. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, a equipe de bastidores chorou durante as gravações. Com direção de Tatiana Issa (“Dzi Croquettes”) e Guto Barra (“Yves Saint-Laurent: My Marrakesh”), que também assina o roteiro, o projeto foi idealizado por Issa, que começou a carreira como atriz e era próxima de Daniella. Em 1992, ano do assassinato, ela atuava na novela “Deus nos Acuda” com o marido da atriz, Raul Gazolla. A produção de cinco episódios também contará com testemunhos de amigos, colegas, policiais do caso, promotores e advogados de defesa. Daniella foi assassinada pelo ator Guilherme de Pádua, com quem fazia par romântico em “De Corpo e Alma”, novela escrita por sua mãe. Ele e sua esposa, Paula Thomaz, assassinaram a atriz de forma bárbara, com 18 facadas, num caso que teve grande repercussão na mídia. Segundo o processo, a motivação do crime foi o fato de Guilherme acreditar que seu papel na novela estava diminuindo por culpa da atriz. A estreia acontecerá em 2022, quando o assassinato completará 30 anos.
Station Eleven: Trailer traz Gael García Bernal e Mackenzie Davis em série apocalíptica
A HBO Max divulgou o trailer de “Station Eleven”, segunda série sci-fi de Patrick Somerville na plataforma. Após a comédia “Made For Love”, a nova atração acompanha a luta pela sobrevivência num mundo pós-apocalíptico. A trama é baseada no best-seller homônimo de Emily St. John Mandel e se passa após uma pandemia mais devastadora que a covid-19 dizimar o planeta. A trama mostra os esforços para reconstruir e reimaginar o mundo, mantendo apenas o melhor do que foi perdido. A série tem direção e produção de Hiro Murai (“Atlanta”) e um elenco grandioso, que inclui Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Gael García Bernal (“Tempo”), Himesh Patel (“Yesterday”), Daniel Zovatto (“Penny Dreadful: City of Angels”) e muitos outros. Além de ter criado “Station Eleven” e “Made For Love” na HBO Max, Patrick Somerville também desenvolveu “Maniac” na Netflix e escreveu episódios de “The Leftovers”, da HBO. A nova atração estreia em 16 de dezembro.
“Duna” mantém liderança das bilheterias nos EUA
“Duna” venceu a programação temática de Halloween para superar vários títulos de terror e se manter em 1º lugar nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana de exibição. A sci-fi dirigida por Denis Villeneuve arrecadou US$ 15,5 milhões de sexta a domingo (31/10), elevando seu total nos EUA e Canadá para US$ 69,4 milhões. Apesar de ficar no topo, o filme enfrentou uma queda brusca de 62% no faturamento em relação à semana anterior. Mas vale reparar que outros títulos da Warner Bros. distribuídos simultaneamente em streaming na HBO Max americana, como “Mortal Kombat”, “O Esquadrão Suicida” e “Space Jam: Um Novo Legado”, chegaram a cair até 70% em consequência da opção online. A diferença significa que o marketing de “Duna” funcionou. O estúdio reforçou em sua campanha que se tratava de um filme para ser visto em tela grande. A sci-fi também foi lançada na China neste fim de semana, onde abriu com US$ 28 milhões, apesar de 10% do parque exibidor do país estar fechado devido a um novo surto de covid-19. Com isso, “Duna” chega a uma receita internacional de US$ 222 milhões e se aproxima de uma bilheteria de US$ 300 milhões mundiais. Não por acaso, teve sua sequência oficializada. No clima da data festiva, “Halloween Kills” voltou a atrair público, garantindo o 2º lugar em seu terceiro fim de semana com US$ 8,5 milhões. Mesmo destruído pela crítica, o novo filme do psicopata Michael Myers segue com um desempenho razoável, somando US$ 85,6 milhões no mercado norte-americano. Outros dois títulos de terror estrearam no fim de semana, mas não conseguiram atrair muito público. “Espíritos Obscuros”, de Scott Cooper, e “Noite Passada em Soho”, de Edgar Wright, nem sequer entraram no Top 5, disputando o 6º lugar com uma arrecadação similar, em torno dos US$ 4,2 milhões no fim de semana. “Noite Passada em Soho” teve uma distribuição um pouco maior, chegando em 3.016 telas, enquanto “Espíritos Obscuros” está sendo projetado em 2.800 locais. Crítica e público gostaram mais do trabalho de Edgar Wright, que teve 74% de aprovação no Rotten Tomatos contra 60% do filme de Scott Cooper, e nota B+ no CinemaScore contra C+, o que não é um bom presságio para “Espíritos Obscuros”. O que mais chama atenção é que ambos perderam para uma produção estrangeira, “My Hero Academia: World Heroes’ Mission”, terceiro longa derivado da popular série de anime “My Hero Academia”. O desempenho foi surpreendente, porque o desenho japonês teve uma distribuição muito menor, arrecadando US$ 6,4 milhões em 1.602 telas, o suficiente para o 4º lugar. O resto do Top 5 norte-americano inclui os blockbusters “007 – Sem Tempo para Morrer”, com US$ 7,8 milhões em 3º lugar, e “Venom: Tempo de Carnificina”, com US$ 5,7 milhões em 5º lugar. Até agora, a última aventura de Daniel Craig como 007 arrecadou US$ 133 milhões na América do Norte e US$ 472 milhões no exterior, atingindo US$ 605 milhões de faturamento mundial, um número robusto para tempos de pandemia. Por sua vez, “Venom: Tempo de Carnificina” chegou a US$ 190 milhões em vendas de ingressos domésticos, estabelecendo-se como o segundo filme de maior bilheteria doméstica do ano, atrás apenas de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”, que fez US$ 221 milhões nos EUA e Canadá. Em todo o mundo, o segundo longa de Venom está a um passo de superar os US$ 400 milhões, com US$ 395,8 milhões até este domingo. Veja abaixo o resumo da estimativa de bilheteria para os sete principais filmes deste fim de semana na América do Norte. “Duna” – US$ 15,5 milhões “Halloween Kills” – US$ 8,5 milhões “007 – Sem Tempo para Morrer” – US$ 7,8 milhões “My Hero Academia: World Heroes ‘Mission” – US$ 6,4 milhões “Venom: Tempo de Carnificina” – US$ 5,7 milhões “A Última Noite em Soho” – US$ 4,2 milhões “Espíritos Obscuros” – US$ 4,2 milhões
Sílvio de Abreu vai gerir núcleo de novelas na HBO Max
A HBO Max anunciou a criação de um núcleo de desenvolvimento de “telesséries” para a América Latina, comandado pela chefe de Talentos Artísticos da WarnerMedia Latin America, Mônica Albuquerque, e supervisionado por ninguém menos que Silvio de Abreu, ex-diretor do departamento de Dramaturgia da Globo e autor de filmes e novelas bem-sucedidas. O comunicado também faz uma descrição curiosa do que são essas “telesséries” que Sílvio de Abreu vai ajudar desenvolver. “É um formato que representa muito a criação artística da América Latina”, segundo Tomás Yankelevich, Chief Content Officer da WarnerMedia Latin America, que em seguida diferencia “telesseries” das séries americanas. “Nossa dramaturgia tem muito para compartilhar com o mundo. E nos últimos anos, com o desenvolvimento das séries americanas, assistimos claramente a busca pelo arco longo, tão característico dos folhetins que já habitavam as telas da América Latina há muito tempo”, completou. O que a HBO Max está anunciando, sem assumir, é que vai fazer novelas! Novelas “com cerca de 50 capítulos, trazendo conteúdo de ficção em formato híbrido que combina a base do melodrama com o ritmo de série”, descreve o texto. “As telesséries [leia-se novelas] têm o objetivo de se conectar de forma única à audiência brasileira e de toda região que tanto vibra, torce e se emociona com histórias nesse formato [isto é, com novelas]”. 50 episódios é justamente a duração da primeira novela de streaming da Globo, “Verdades Secretas 2”. Na nova função, descrita em comunicado como “showrunner”, Silvio de Abreu trabalhará em contato com autores e diretores de novos projetos do gênero na plataforma. “Estou muito feliz com esta nova caminhada e já me sinto em casa com um time tão competente, que já tive o prazer de conhecer em outras oportunidades. Criar narrativas e trazer temas relevantes que façam com que a audiência se envolva, se identifique e gere impacto na sociedade são combustíveis para este desafio que, tenho certeza, vai render muitos projetos incríveis”, afirmou o profissional. Dos filmes da pornochanchada dos anos 1970 à carreira televisiva, Sílvio de Abreu trilhou vários estilos, que se refletiram na versatilidade de suas novelas, como “Guerra dos Sexos” (1983), “Rainha da Sucata” (1990) e “A Próxima Vítima” (1995). A carreira executiva, porém, é bem mais recente. Ele se tornou Diretor de Dramaturgia da Globo em 2015, e neste cargo ajudou a revelar mais de 20 novos autores, abrindo espaço para novas ideias e formatos. O lançamento do núcleo de desenvolvimento da HBO Max faz parte de um projeto para lançar 100 novas produções latino-americanas até 2023. Todos esses novos títulos serão disponibilizados com exclusividade pela plataforma sob a marca Max Originals.
Séries online: “Chucky” e mais 30 estreias pra maratonar
A quantidade e a variedade de séries disponibilizadas nas plataformas de streaming têm atingido um volume insano com a recente multiplicação da concorrência. No novo normal, há mais séries que filmes sendo lançados semanalmente. Só nesta semana, são mais de 30! Para começar no clima do Halloween, os principais destaques são lançamentos da caçula do segmento, a Star+, que traz a esperada “Chucky”, continuação dos filmes do Brinquedo Assassino, além das duas primeiras temporadas completadas da divertida “What We Do in the Shadows”, terrir vampírico baseado na comédia premiada “O que Fazemos nas Sombras” (2014), de Jemaine Clement (“Flight of the Concords”) e Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”). Também há novos episódios da desconcertante “Evil” e a minissérie “The Bite”, feita durante a quarentena pelos criadores de “Evil”, além das surpresas do impressionante catálogo internacional da HBO Max, que traz desde um “Predador” colombiano em “Mil Colmillos” ao terror teen espanhol “Paraiso”, e tem sido responsável por atualizar os brasileiros com as melhores séries do noir nórdico, como o lançamento desta semana, “Todos os Pecados”. Enquanto isso, a Netflix traz a 2ª temporada de “Sintonia”, sua série brasileira mais popular – que também é a mais brasileira das séries brasileiras do streaming, com funk, religião e crime. Ainda há nada menos que três produções com temas esportivos: “Swagger” e as biografias “Maradona: Conquista de um Sonho” e “Colin em Preto e Branco”. Sem esquecer novos desenhos animados, comédias, dramas e duas séries clássicas completas. Feita nos anos 1950, “Zorro” é absolutamente cult, trazendo Guy Williams antes de estrelar “Perdidos no Espaço”. O fato de a Disney+ disponibilizar uma produção tão antiga precisa ser exaltado, pois o catálogo de séries históricas ainda é pouco explorado pelas plataformas de streaming. Mais recente, mas igualmente histórica, “Plantão Médico” (E.R.) garante um mês de maratona com suas 15 temporadas. Criada por ninguém menos que Michael Crichton, o autor de “Jurassic Park” e “Westworld”, a série dos anos 1990 deslanchou a carreira de vários astros, de George Clooney a Maria Bello, e se tornou uma das mais imitadas do gênero – veja-se “Grey’s Anatomy”, por exemplo. Além disso, tem um dos melhores finais de todos os tempos. Reveja o primeiro episódio antes de assistir ao último para perceber o que os produtores fizeram e tente não se emocionar. São, ao todo, 31 opções de estreias para assistir nas plataformas digitais neste fim de semana. As sugestões podem ser conferidas logo abaixo, com seus respectivos trailers. Chucky | EUA | 1ª Temporada (Star+) What We Do in the Shadows | EUA | 1ª e 2ª Temporadas (Star+) The Bite | EUA | 1 Temporada – Minissérie (Paramount+) Mil Colmillos | Colombia | 1ª Temporada (HBO Max) Paraiso | Espanha | 1ª Temporada (HBO Max) Todos os Pecados | Finlândia | 1ª Temporada (HBO Max) MalaYerba | Colombia | 1ª Temporada (Starzplay) Guilty Party | EUA | 1ª Temporada (Paramount+) B Positive | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Swagger | EUA | 1ª Temporada (Apple TV+) Maradona: Conquista de um Sonho | EUA, Argentina | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Colin em Preto e Branco | EUA | 1 Temporada – Minissérie (Netflix) Fale com o meu Agente…em Bollywood | Índia | 1ª Temporada (Netflix) O Tempo que Te Dou | Espanha | 1ª Temporada (Netflix) Guia Astrológico para Corações Partidos | Itália | 1ª Temporada (Netflix) Pride | EUA | 1 Temporada – Minissérie (Star+) Hora De Aventura: Terras Distantes | EUA | 1ª Temporada (HBO Max) Fairfax | EUA | 1ª Temporada (Amazon Prime Video) Star Trek: Lower Decks | EUA | 2ª Temporada (Paramount+) Sintonia | Brasil | 2ª Temporada (Netflix) Love Life | EUA | 2ª Temporada (HBO Max) Mytho | França | 2ª Temporada (Netflix) Hospital Playlist | Coreia do Sul | 2ª Temporada (Netflix) Evil | EUA | 2ª Temporada – Parte 2 (Globoplay) No Escuro | EUA | 3ª Temporada (Globoplay) Luis Miguel – A Série | México | 3ª Temporada (Netflix) Takki | Arábia Saudita | 3ª Temporada (Netflix) This Is Us | EUA | 5ª Temporada (Amazon Prime Video) Law & Order: SVU | EUA | 22ª Temporada (Globoplay) Zorro | EUA | 2 Temporadas – Completa (Disney+) Plantão Médico | EUA | 15 Temporadas – Completa (HBO Max)
Landscapers: Olivia Colman é suspeita de assassinato em trailer de minissérie
A HBO divulgou o primeiro teaser de “Landscapers”, nova minissérie de “true crime” que destaca a interpretação de Olivia Colman, vencedora do Oscar por “A Favorita” e do Emmy por “The Crown”. A prévia revela uma história de amor que resiste ao tempo e a dois cadáveres no jardim. Baseada em eventos reais, a trama gira em torno de um casal suspeito de assassinato, que é investigado depois que a polícia encontra dois corpos enterrados no jardim da sua casa. O marido da personagem de Colman é interpretado por David Thewlis (da franquia “Harry Potter”) e o elenco também inclui Kate O’Flynn (“Wanderlust”), Dipo Ola (“Bagdá Central”), Samuel Anderson (“Outra Vida”), Karl Johnson (“O Último Vermeer”), Felicity Montagu (“The Tunnel”) e Daniel Rigby (“Jericho”). Com direção de Will Sharpe (“Giri/Haji”) e coprodução do canal pago britânico Sky Atlantic, a série estreia em 6 de dezembro.
Continuação de “Duna” é oficializada
A continuação de “Duna” foi oficializada nesta terça-feira (26/10). O estúdio Legendary, parceiro da Warner Bros. na produção, anunciou a sequência nas redes sociais, avisando: “Este é apenas o começo …”, junto com uma arte em que se lê “Duna Parte Dois” e um texto de agradecimento ao público. “Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de ‘Duna’ e também todos que vão assistir nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua!”, escreveu o estúdio. A Warner Bros. reproduziu o anúncio em todo o mundo, inclusive no Brasil. Veja abaixo. O diretor Dennis Villeneuve já tinha dito que apenas um desastre financeiro muito grande impediria a produção do segundo filme. Ele deixou claro o apoio do estúdio à sua opção de contar a história em duas partes durante uma entrevista publicada em agosto passado na revista Total Film, ao explicar que a única forma de adaptar o livro de Frank Herbert era dividir a história em dois filmes e assim apresentar a trama completa com cinco horas de duração. “O que ouvimos nas últimas décadas é que não era possível adaptar o livro. Acho que, no fundo, o estúdio ainda acha isso! Mas o que eu precisava era provar a eles que era possível fazer um filme lindo e popular de ‘Duna’, e acho que consegui fazer isso – todo mundo na Warner e na Legendary apoia o filme totalmente. Seria preciso um resultado muito ruim nas bilheterias para que ‘Duna: Parte 2’ fosse cancelado. Eles amam o filme, estão orgulhosos do filme, e querem que o próximo vá adiante”, contou na ocasião. Só que a Warner e a Legendary, embora tenham encomendado o roteiro da continuação em 2019, ainda não tinham autorizado a produção da segunda parte de “Duna”, aguardando para ver se o desastre aconteceria. O filme estreou no fim de semana na América do Norte – e também no Brasil – e o resultado, longe de ser catastrófico, foi o melhor desempenho da Warner no ano, superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong”, que também era uma coprodução com a Legendary. “Duna” também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049”, apesar de ter sido lançado simultaneamente em streaming, na HBO Max, nos EUA. No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, “Duna” já contabiliza uma bilheteria de mais de US$ 220 milhões mundiais. This is only the beginning… Thank you to those who have experienced @dunemovie so far, and those who are going in the days and weeks ahead. We're excited to continue the journey! pic.twitter.com/mZj68Hnm0A — Legendary (@Legendary) October 26, 2021 Repost from @legendary: Esse é só o começo… Agradecemos à todos que já vivenciaram a experiência de #Duna e também todos que vão nos próximos dias. Estamos ansiosos para dizer: a jornada continua! pic.twitter.com/Rkv9I1U0YL — Warner Bros. Pictures Brasil (@wbpictures_br) October 26, 2021
Programa de culinária de Sandy estreia em novembro na HBO Max
A HBO Max revelou nas redes sociais a data de estreia de “Sandy + Chef”, versão brasileira do programa de culinária “Selena + Chef”, apresentado por Selena Gomez. A atração chega no dia 11 de novembro em streaming. A cantora Sandy comemorou o anuncio oficial em seu Instagram. “Aê! Eu tava ansiosa por este momento e agora temos data: no dia 11 de novembro estreia ‘Sandy + Chef’, meu programa (hum, que chique…) na HBO Max!”, escreveu na legenda de uma foto em que aparece maquiada em sua cozinha. Segundo a artista, os convidados especiais da 1ª temporada serão integrantes de sua própria família. “Será que meus convidados mais do que especiais vão aprovar meus pratos? Ou vão aliviar na opinião porque são todos da família? Isso mesmo: convidei meu marido, meus pais, meu irmão, meus cunhados, Amon e Mônica, minha sogrinha e meu primo, o Marinho. E se pensaram que eles foram só pra comer, estão enganados! Ajudaram bastante, viu? Foi uma superdiversão. Cozinhei alguns pratos que jamais imaginei fazer”, adiantou. Cada episódio mostrará Sandy recebendo dicas de um chef para preparar o prato do dia. A lista inclui Paola Carosella, Murakami, Lili Almeida, Thiago Castanho, Renata Vanzetto e João Diamante. O divertido no programa americano, que chega à 3ª temporada na quinta (28/10), é o fato de Selena Gomez ser péssima cozinheira e cometer alguns desastres da cozinha. Será que Sandy vai se sair melhor? Eu acho que pirei, meus pés saíram do chão! 💜 Dia 11 de novembro estreia Sandy + Chef na https://t.co/jBHXpvKybS pic.twitter.com/uaopUKY8rH — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 26, 2021 View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Sandy (@sandyoficial)
“Succession” é renovada para a 4ª temporada
A HBO Max anunciou a renovação de “Succession” para sua 4ª temporada. Em postagem nas redes sociais, a plataforma acrescentou que “muita coisa ainda vai rolar”, sugerindo que a série tem várias reviravoltas pela frente. A renovação acontece após a estreia da 3ª temporada registrar a maior audiência da série nos EUA desde seu lançamento em 2018 no canal pago HBO. “A cada temporada de ‘Succession’, Jesse Armstrong continua a superar nossas expectativas mais extravagantes, puxando-nos mais profundamente para o santuário interno da família Roy com sagacidade, humanidade e precisão incríveis”, disse Francesca Orsi, vice-presidente executiva de programação da HBO, em comunicado sobre a renovação. “Esta temporada sem dúvida não é exceção, e não poderíamos estar mais animados com tudo o que está reservado para a próxima temporada.” A série criada por Jesse Armstrong acompanha as disputas de uma família pelo controle de um poderoso conglomerado de mídia – supostamente inspirada pelos herdeiros da Fox – e venceu nada menos que sete Emmys em sua 2ª temporada, incluindo o prêmio principal de Melhor Série de Drama. A 3ª temporada iniciou exatamente do ponto em que a trama foi interrompida ao final do segundo ano, após a briga pelo poder entre Kendall Roy (Jeremy Strong) e seu pai Logan (Brian Cox), mostrando o clima tenso e a divisão da família sobre qual lado tomar. “Succession” é exibida aos domingos em todo o mundo pelo canal HBO e pela plataforma HBO Max. Muita coisa ainda vai rolar. #Succession volta para a 4ª temporada. https://t.co/z3PgX4UgHN — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 26, 2021
Brendan Fraser será vilão de “Batgirl”
O ator Brendan Fraser vai ampliar sua relação com o universo dos quadrinhos da DC Comics. Intérprete do Homem-Robô na série “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), ele será o vilão do filme “Batgirl”. O papel exato não foi confirmado. Ele se junta a Leslie Grace (“Em um Bairro de Nova York”), intérprete da super-heroína, e J.K. Simmons, que retoma seu papel de Comissário Gordon após “Liga da Justiça”. O filme tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e deve contar a história de como a filha do Comissário Gordon se inspirou em Batman para adotar sua identidade secreta e combater o crime. A direção está a cargo dos belgas Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”). Desenvolvido para a plataforma HBO Max, o longa ainda não começou a ser rodado nem tem previsão de estreia definida.
Duna bate recorde da Warner e chega a US$ 220 milhões mundiais
“Duna” estreou em 1º lugar nos EUA e Canadá com US$ 40,1 milhões nas bilheterias, apesar de enfrentar a concorrência de si mesmo num lançamento simultâneo na HBO Max. O épico de ficção científica estreou em 4.125 cinemas na América do Norte, além de ser disponibilizado em streaming, uma prática adotada para todos os filmes da Warner Bros. em 2021 nos EUA. Diferente do que vinha acontecendo com outros lançamentos híbridos do estúdio, o resultado superou expectativas. Foi o melhor desempenho de todos os filmes da Warner que seguiram este formato de distribuição – ou seja, teve a melhor estreia da Warner no ano – , superando com folga o antigo campeão, “Godzilla vs. Kong” (US$ 31,7 milhões). O filme também rendeu a maior abertura norte-americana da carreira do diretor Dennis Villeneuve, deixando para trás os números de “Blade Runner 2049” (US$ 32,8 milhões). Além dos EUA e Canadá, “Duna” chegou a outros países, em especial a China, local que rendeu US$ 21,6 milhões neste fim de semana. Juntando as bilheterias de outros mercados, inclusive do Brasil onde também estreou nos últimos dias, o valor internacional foi maior que o desempenho norte-americano, atingindo US$ 47,4 milhões de quinta a este domingo (24/10). No exterior, o filme foi exibido apenas nos cinemas. E graças a uma estratégia da Warner para evitar a pirataria das cópias de alta qualidade da HBO Max, começou a ser distribuído com mais de um mês de antecedência em países chaves. Por conta disso, a produção já tem US$ 180,6 milhões no mercado internacional, que, somada à arrecadação doméstica, eleva o faturamento total a US$ 220,2 milhões mundiais. O problema para a Warner é que agora as tais cópias de alta qualidade já existem e o filme ainda tem um longo caminho a percorrer antes de recuperar seu orçamento de US$ 165 milhões e gastos adicionais com P&A (cópias e publicidade). Para complicar, o longo tempo de projeção do filme, de 155 minutos, reduz o número de sessões diárias nos cinemas e, portanto, sua capacidade de gerar grande faturamento. A favor da continuidade do sucesso estão as avaliações de público e crítica, com notas A- no CinemaScore e 83% de provação no Rotten Tomatoes. Em 2º lugar nas bilheterias da América do Norte, “Halloween Kills” somou mais US$ 14,5 milhões no fim de semana para atingir US$ 73,1 milhões na América do Norte e US$ 90,9 milhões mundiais. Na 3ª posição, “007 – Sem Tempo para Morrer” comemorou a ultrapassagem dos US$ 500 milhões de arrecadação global, ao atingir um total de US$ 525,4 milhões mundiais – dos quais US$ 120 milhões correspondem ao mercado interno. O 4º colocado, “Venom: Tempo de Carnificina”, também comemorou uma marca importante, ao ultrapassar US$ 350 milhões globalmente com uma contabilidade doméstica de US$ 181,8 milhões e US$ 170,6 milhões no exterior. O Top 5 se fecha com a segunda estreia da semana. Ao enfrentar “Duna” e os blockbusters remanescentes nas bilheterias, a animação “Ron Bugado”, produção do 20th Century Studios distribuída pela Disney, fez apenas US$ 7 milhões em sua estreia norte-americana, o que foi considerado decepcionante diante dos elogios da crítica e até mesmo da avaliação positiva do público que assistiu – 81% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota A no CinemaScore. Para completar, o fim de semana ainda registrou um recorde no circuito limitado norte-americano, graças à estreia de “A Crônica Francesa” (The French Dispatch). O filme de Wes Anderson obteve a maior média de ingressos vendidos da era pandêmica, com uma arrecadação estimada em US$ 25 mil por sala de exibição. Exibido em apenas 52 salas, fez US$ 1,3 milhão e, de forma impressionante para a sua baixa quantidade de telas, conseguiu se posicionar no 9º lugar do ranking.










