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  • Série

    Ilha de Ferro, com Cauã Reymond, será série mais cara da história da Globo

    18 de abril de 2018 /

    A nova minissérie da Globo “Ilha de Ferro”, atualmente em gravação no Rio, será o maior investimento do canal em produções do tipo. Segundo levantamento da coluna de Flavio Ricco, no UOL, apenas a cidade cenográfica construída nos Estúdios Globo, que reproduz uma plataforma de extração de petróleo, custou mais de R$ 2 milhões. Além disso, a produção consumirá quase seis meses de trabalho da equipe, que tem gravações agendadas até 12 de maio, para produzir apenas 12 episódios. Uma média de 13 dias para gravar cada capítulo. Protagonizada por Cauã Reymond (“Não Devore Meu Coração”), a série se passa numa plataforma de petróleo em alto-mar, a Ilha de Ferro do título. Escrita por Max Mallmann e Adriana Lunardi, com supervisão de Mauro Wilson, a minissérie tem direção do cineasta Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e ainda traz no elenco Maria Casadevall (novela “Os Dias Eram Assim”), Sophie Charlotte (“Reza a Lenda”), Klebber Toledo (série “A Fórmula”), Osmar Prado (minissérie “Nada Será Como Antes”) Taumaturgo Ferreira (“Os Parças”), Jonathan Azevedo (novela “A Força do Querer”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”) e Moacyr Franco (“Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”). A programação original da Globo prevê lançar “Ilha de Ferro” primeiro em streaming, antes de realizar a estreia na televisão. A data de estreia ainda não foi divulgada.

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  • Filme

    Série Mister Brau vira “O Filme” com exibição de compacto de suas três temporadas

    13 de abril de 2018 /

    A série “Mister Brau” vai ser exibida como um filme da “Sessão da Tarde” na próxima terça-feira (17/4) pela rede Globo. Pegando a deixa de “Os Dez Mandamentos – O Filme”, da rival Record, a emissora editou um resumão das três primeiras temporadas da série e batizou de “Mister Brau – O Filme” – comprovando que a expressão “O Filme”, mania dos títulos dos longas brasileiros, tem mais a ver com TV que cinema. O compacto da série estrelada pelo casal Lázaro Ramos e Tais Araújo servirá para os fãs relembrarem a atração, na véspera da estreia da 4ª temporada, marcada para o dia 24 de abril. A atração de comédia conta o que acontece quando Mr. Brau (Ramos) e sua esposa Michelle (Tais), casal de origem humilde, decide se mudar para um condomínio de luxo, incomodando os novos vizinhos. Além de ser exibido na “Sessão da Tarde”, “O Filme” que não é filme ainda ficará disponível na Globo Play, a plataforma de streaming da emissora.

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  • Série

    Após fracassar em streaming, Carcereiros vai finalmente estrear na Globo

    6 de abril de 2018 /

    Um ano após vencer o prêmio de Melhor Série Internacional do MIPTV 2017, festival/feira internacional de televisão, em Cannes, “Carcereiros” vai finalmente estrear na Globo. A emissora anunciou nesta sexta (6/4), que a série chega à TV em 26 de abril. Mas ela já estava disponível na plataforma Globo Play desde junho do ano passado, numa experiência para testar o interesse do público por produtos exclusivos de streaming. O resultado do teste, porém, foi decepcionante. Os números disponíveis no próprio aplicativo indicam que os 12 episódios da 1ª temporada foram vistos 849,5 mil vezes, ao todo. O primeiro episódio, o mais popular, teve 192 mil visualizações. Já o último, apenas 45 mil. Isto significa que, de cada quatro espectadores que assistiram à estreia, apenas um viu o desfecho. Sinal de que houve rejeição grande à série ou de que a exibição por streaming não agrada ao público da Globo. Gravada no último trimestre de 2016, “Carcereiros” deveria ter estreado em janeiro de 2017, mas as rebeliões dos presídios da região Norte fizeram com que fosse adiada na ocasião. Como a produção já estava inteiramente gravada, ela foi exibida no MIPTV 2017, na França, onde acabou consagrada. “Carcereiros” adapta o segundo livro da trilogia carcerária de Drauzio Varella, a mesma que rendeu o filme “Carandiru” (2003), de Hector Babenco. A trama é centrada nos conflitos cotidianos de agentes penitenciários. A série é estrelada por Rodrigo Lombardi (novela “Velho Chico”) no papel de Adriano, o carcereiro que tem a responsabilidade de passar o cadeado e controlar todo acesso às celas de um presídio. Colocado diariamente diante de dilemas éticos e morais, ele vive entre muros, grades, armas, ameaças e conflitos – humanos e psicológicos, principalmente. E também encara problemas dentro de sua própria casa. Além de Rodrigo Lombardi, o elenco inclui Aílton Graça (“Até que a Sorte nos Separe 3”), Matheus Nachtergaele (“Trinta”), Chico Díaz (“Em Nome da Lei”), Giovanna Rispoli (novela “Totalmente Demais”) e o rapper Projota, entre outros. A adaptação foi escrita por Marçal Aquino (“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios”) e Fernando Bonassi (“Carandiru”), e a direção é de José Eduardo Belmonte (“Alemão”) e Fernando Grostein Andrade (“Quebrando o Tabu”). Os roteiristas e Belmonte também trabalharam juntos em “Supermax”. Para se ter ideia de como a abordagem é forte, no primeiro capítulo, intitulado “O Resgate”, explode uma rebelião, enquanto o agente Adriano (papel de Lombardi) é incumbido de levar um preso de um pavilhão para outro. Mas o presidiário só aceita se mudar se levar consigo sua namorada, uma travesti. O que pode não ter agradado aos fãs de seriados é que, nos episódios, as histórias de ficção são intercaladas com trechos de um documentário realizado por Fernando Grostein Andrade e Pedro Bial (“Jorge Mautner: O Filho do Holocausto”), no qual agentes veteranos relembram histórias reais vividas dentro de presídios. Nisto, a produção se aproxima mais de um quadro do “Fantástico” do que de uma série da Netflix. A Globo já encomendou a 2ª temporada da série. Veja o trailer abaixo.

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  • TV

    Globo dispensa atrizes famosas que chegaram aos 50 anos, mas poupa os atores homens

    5 de abril de 2018 /

    A rede Globo, mesma emissora que fez tempestade no copo de José Meyer, afastando o ator de suas novelas após denúncia de assédio, está encerrando contratos de diversas atrizes famosas, que brilharam na emissora, mas agora chegaram aos 50 anos de idade. A onda de dispensas começou no ano passado, com Maitê Proença (60 anos) e Carolina Ferraz (50), e segue este ano com Isabela Garcia (51), Malu Mader (51) e Giulia Gam (51). Apesar da consolidação da tendência, até o momento não há registros de sites especializados em celebridades que tenham sido capazes de relacionar a demissão consecutiva das cinco atrizes com algum tipo de preconceito. Não se vê questionamentos nem mesmo sobre a aparente ausência de papéis para mulheres de 50 anos nas produções da emissora. Entretanto, nenhum ator de mesma idade e projeção em novelas teve contrato encerrado. Nem mesmo José Meyer foi dispensado. Ele continua sob contrato, embora afastado. Entre os homens, houve o caso de Pedro Cardoso, que não fazia novelas, mas uma série que não é mais produzida: “A Grande Família”, cancelada em 2014. Atores e atrizes dispensados pela Globo após o fim de seus contratos não são novidade, como se viu acontecer nos últimos anos com Kadu Moliterno, Danielle Winits, Joana Fomm, Luiz Fernando Guimarães e outros, mas a recente baciada de atrizes famosas de mesma idade chama atenção.

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  • Etc

    Ator de Cidade dos Homens é solto após uma semana na prisão

    14 de março de 2018 /

    O ator Darlan Cunha, intérprete do personagem Laranjinha da série “Cidade dos Homens”, preso no começo de março, deixou o presídio de Benfica, no Rio de Janeiro, após uma semana. Ele recebeu uma tornozeleira eletrônica e, desde sexta passada (9/3), cumpre a pena em regime aberto, informou seu advogado, João Henrique Tristão. Darlan foi condenado por violência doméstica após uma ex-namorada acusá-lo de agressão e cárcere privado em 2013. Segundo Tristão, como Darlan era réu primário, foi condenado a três meses em regime aberto. Para confirmar o benefício, porém, precisava comparecer a uma audiência. “A Justiça não o localizou na comunidade onde ele morava, o Vidigal, para entregar a notificação, e o juiz acabou revogando o benefício e expedindo o mandado de prisão”, explicou o advogado à revista Veja. Darlan foi preso no dia 2 de março pela Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) na rua do Rosário, no Morro da Babilônia. Os agentes faziam abordagem de rotina, quando identificaram que havia um mandado de prisão em aberto contra ele, por lesão corporal e violência doméstica, e prenderam o ator. Em janeiro, Darlan participou do retorno de “Cidade dos Homens” após um hiato de mais de uma década. A série original foi desenvolvida por Bráulio Mantovani a partir do livro “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, que também rendeu o famoso filme de 2002. Em muitos sentidos, a obra é uma extensão da trama cinematográfica, usando a mesma linguagem e parte do mesmo elenco. Vale lembrar que Mantovani também foi roteirista do filme “Cidade de Deus” e os cineastas Fernando Meirelles e Kátia Lund assinaram três episódios da atração televisiva original. A série ainda inspirou um filme de mesmo nome em 2007, que mostrava a dupla de protagonistas com 18 anos de idade.

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  • TV

    Mulheres da Globo planejam vestir preto no Dia Internacional da Mulher

    7 de março de 2018 /

    As funcionárias dos departamentos artístico, jornalístico e até administrativo da Globo resolveram marcar o Dia Internacional da Mulher de preto. Uma convocação foi feita pelas redes sociais na terça (6/3) para que as mulheres fossem trabalhar com pelo menos uma peça de roupa preta nesta quinta-feira. “Oi, minas! Tudo bem?”, começa a mensagem enviada por whatsapp. “As mulheres da Globo estão agitando uma ação para amanhã. Como nem todas têm a camiseta “Mexeu com Uma, Mexeu Com todas”, para a gente se agitar e também protestar contra as diversas pequenas opressões que sofremos dia a dia, estamos combinando de vir de blusa preta neste 8 de março. Se vocês puderem também seria ótimo para engrossarmos esse caldo.” As manifestantes, porém, deixam claro que não se trata de um protesto contra a Globo, mas uma mobilização pela igualdade e “empoderamento” na sociedade em geral. O colunista Ricardo Feltrin, do UOL, apurou que a “campanha” recebeu aprovação e adesão de boa parte das atrizes e jornalistas da emissora. A mensagem também faz referência às camisetas “Mexeu Com Uma, Mexeu Com Todas”, que foram usadas por várias globais depois que o ator José Mayer foi denunciado por assédio sexual contra uma figurinista da casa. A emissora não só apoiou a iniciativa como condenou o ator em seus jornais e o afastou das novelas. Isto foi antes do escândalo de assédio de Harvey Weinstein.

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  • Etc

    Saiba onde ver e os detalhes polêmicos da transmissão do Oscar 2018

    4 de março de 2018 /

    Evento mais importante de Hollywood, o Oscar 2018 será transmitido ao vivo por três canais no Brasil. Além disso, terá cobertura de seu tapete vermelho e promoção pelas redes sociais. A cerimônia vai acontecer no Dolby Theatre, em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Kimmel, repetindo sua participação do ano passado, a partir das 22 horas (horário de Brasília). Mas a transmissão da Globo só começará depois do “BBB”, por volta da meia-noite, quando os vencedores das primeiras categorias, inclusive Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, já tiverem sido definidos. O programa terá apresentação e comentários dos jornalistas Maria Beltrão (da GloboNews) e Artur Xexéo (jornal O Globo), além da atriz Dira Paes (do filme “Redemoinho” e da novela “Velho Chico”). O canal pago TNT vai começar sua transmissão muito mais cedo, a partir das 20h30, com comentários e entrevistas do blogueiro Hugo Gloss e da top model Carol Ribeiro no tapete vermelho da premiação. A premiação começa as 22h com apresentação de Marina Person e comentários sobre os filmes, como sempre ferinos, a cargo do crítico Rubens Ewald Filho. A exibição terá tradução simultânea e opção de áudio original. O feed da transmissão também estará disponível pelo canal pago TBS, que pertence ao mesmo grupo, e por streaming, via aplicativo TNT Go. O tapete vermelho ainda contará com a tradicional cobertura do canal pago E!, que este ano também faz parte das notícias do evento por dois motivos polêmicos. O principal se deve a sua opção de manter na cobertura o apresentador Ryan Seacrest, acusado de assédio por sua ex-estilista. Mas o canal também enfrenta controvérsia por ter demitido uma produtora que colocou no ar, em outro tapete vermelho, críticas à diferença salarial entre seus funcionários homens e mulheres. As reclamações foram feitas ao vivo pelas atrizes Debra Messing e Eva Longoria, durante o Globo de Ouro, após denúncia e demissão da apresentadora do “E! News” Catt Sadler. Logo depois, a produtora responsável pela exibição, Aileen Gram-Moreno, perdeu o emprego. Por sinal, o E! vai dedicar praticamente o inteiro à premiação, com uma contagem regressiva com vídeos dos concorrentes. Suas entrevistas do tapete vermelho também começam mais cedo, a partir das 19h. Mas com um detalhe: acontecerão com atraso de 30 segundos para que o novo produtor responsável pela transmissão possa cortar qualquer comentário embaraçoso – e manter o emprego. Nas redes sociais, a cobertura oficial em português acontece no Twitter, numa parceria com a TNT. Já a cobertura em inglês ficará por conta do Facebook da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e da emissora americana ABC, que transmitirão ao vivo a chegada dos famosos ao Oscar. Ao final da premiação, o Oscar volta a ocupar a programação do E! com a cobertura batizada de “after party”, sobre as grandes festas de Hollywood patrocinadas pelos estúdios e mídia, frequentadas pelos vencedores.

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  • TV

    Atriz Dira Paes será a comentarista da Globo no Oscar 2018

    4 de março de 2018 /

    Desde a morte de José Wilker, a Globo vem alternando atores como convidados em sua cobertura da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos. Depois de participações de Lázaro Ramos, Gloria Pires (que bateu recordes de memes) e Miguel Falabella, este ano o canal contará com a atriz Dira Paes. Ao contrário do meme “não sou capaz de opinar”, que se tornou viral com Gloria Pires, a expectativa é que a nova convidada demonstre seus conhecimentos cinematográficos. Afinal, Dira focou sua carreira no cinema. Com 38 filmes no currículo e a participação assídua no circuito de festivais de cinema pelo Brasil, ela já teria impressionado os colegas de transmissão pelo conhecimento técnico. “No nosso ensaio, ela falou de mixagem de som como uma especialista!”, disse Maria Beltrão, em entrevista ao jornal O Globo. Com 12 anos de experiência na transmissão, a apresentadora da GloboNews será a mediadora da turma, repetindo ainda a parceria dos últimos anos com o Artur Xexéo, crítico de O Globo. Como o carnaval já passou, a Globo irá transmitir a cerimônia ao vivo – após privilegiar o desfile das escolas de samba do Rio no ano passado, quando optou por exibir o Oscar em forma de compacto, no dia seguinte. Mesmo assim, quem optar pelo canal vai perder vários prêmios. É que a emissora mantém o costume de iniciar a transmissão depois do “BBB”, por volta da meia-noite, quando os vencedores das primeiras categorias, inclusive Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, já tiverem sido definidos. Além da Globo, o Oscar será transmitido ao vivo pelo canal pago TNT.

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    Tônia Carrero (1922 – 2018)

    4 de março de 2018 /

    Morreu Tônia Carrero, uma das maiores estrelas do cinema, do teatro e da TV brasileira. A atriz havia sido internada na sexta-feira, na Clínica São Vicente, na Gávea, para a realização de um procedimento cirúrgico simples, mas não resistiu, aos 95 anos de idade. Nascida Maria Antonietta de Farias Portocarrero, no Rio de Janeiro, ela já era esposa do artista plástico Carlos Arthur Thiré quando começou sua carreira com um pequeno papel no filme “Querida Susana” (1947), de Alberto Pieralisi. Entusiasmada com a experiência, resolveu se matricular num curso de atuação em Paris, com Jean Louis Barrault, e mudou os rumos de sua vida. Foi fazer teatro, onde conheceu o diretor italiano Adolfo Celi, seu segundo marido. E logo na estreia, em 1949, recebeu o prêmio de atriz revelação pela Associação de Críticos Cariocas. Em 1951, Tônia se mudou para São Paulo e se tornou estrela da Companhia Cinematográfica Vera Cruz, por onde atuou em clássicos do cinema nacional como “Apassionata” (1952), de Fernando de Barros, “Tico-Tico no Fubá” (1952), do marido Adolfo Celi, e “É Proibido Beijar” (1954), de Ugo Lombardi. Dois anos depois, passou a integrar o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), marcando época em montagens teatrais dirigidas por Zbigniew Ziembinski. De volta ao Rio, em 1956, a atriz formou sua própria companhia teatral com o marido e o amigo Paulo Autran, a Companhia Tônia-Celi-Autran (CTCA), que nos anos 1950 e 1960 revolucionou o teatro brasileiro com espetáculos como “Entre Quatro Paredes” (1956), de Jean-Paul Sartre, e “Seis Personagens à Procura de um Autor” (1960), de Luigi Pirandello, pelo qual recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo de melhor atriz. Após se separar de Celi, ela montou sua empresa individual em 1965, a Companhia Tônia Carrero, pela qual montou “A Dama do Maxim’s, de Georges Feydeau, ao lado do parceiro Paulo Autran, e “Navalha na Carne”, de Plínio Marcos, cuja protagonista, a miserável prostituta Neusa Suely, se torna um dos marcos mais importantes de sua carreira. O papel lhe rendeu dois prêmios: o Molière e o da Associação de Críticos Cariocas. Tônia ainda estrelou duas coproduções internacionais de cinema, “Sócio de Alcova” (1962) e “Copacabana Palace” (1962), que tinham em comum a violência crescente do Rio de Janeiro, tema que ainda a conduziu a “Tempo de Violência” (1969), antes de virar estrela da Globo. Ela estrelou na rede de televisão em “Pigmalião 70”, que adaptava a trama da peça “Pigmalião”, de George Bernard Shaw, para o ano de 1970. Na peça, um professor tentava transformar uma modesta vendedora de flores numa dama da sociedade. Já na novela, os papéis foram invertidos: era uma mulher rica (papel de Tônia) que se propunha a transformar a vida de um vendedor de frutas (Sérgio Cardoso). O sucesso da novela a estabeleceu como estrela da Globo, acumulando uma longa sequência de papéis, geralmente como mulher sofisticada, numa atração atrás da outra. Para se ter ideia, em apenas dois anos na emissora, ela estrelou cinco novelas, algumas quase simultaneamente. Após se afastar para respirar e desenvolver outros trabalhos, ela retornou em 1980 num dos seus personagens mais marcantes, a sofisticada Stella Fraga Simpson em “Água Viva” (1980), de Gilberto Braga. A parceria com Braga voltou a se repetir com outro papel chique de grande sucesso em “Louco Amor” (1983). No auge de sua popularidade, ela resolveu sacudir a imagem televisiva e interpretar um texto moderno no teatro. Virou estrela de “Quartett” (1986), de Heiner Müller, dirigida por Gerald Thomas, demonstrando a mesma vitalidade e ousadia de sua juventude aos 64 anos de idade. Aplaudida pela crítica, conquistou outro prêmio Molière de melhor atriz. Tônia seguiu alternando teatro, TV e cinema por mais duas décadas, mas sem a mesma quantidade exasperante de trabalhos, até a saúde a abandonar. Seus últimos papéis na Globo foram participações na novela “Senhora do Destino” (2004) e na série de comédia “Sob Nova Direção” (em 2005), e ela se despediu do cinema com “Chega de Saudade” (2007), de Laís Bodanzky. Diagnosticada com uma doença chamada de hidrocefalia oculta, ela não se comunicava mais e nem conseguia andar normalmente. Tônia vivia em seu apartamento no Leblon, cercada de familiares e sempre recebia visitas de amigos próximos. Além de mãe do ator Cecil Thiré, ela também era avó de outra geração de atores, Miguel Thiré, Luísa Thiré e Carlos Thiré.

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  • TV

    Globo já sabe quem fotografou Paolla Oliveira nua nos bastidores da série Assédio

    3 de março de 2018 /

    A Globo e os produtores de “Assédio” já sabem quem fotografou a atriz Paolla Oliveira nua enquanto ela se preparava para gravar uma cena da série. Um operador de câmera free-lancer que prestava serviços para a produtora independente O2 confessou o crime para a polícia. Os produtores estavam empenhados em encontrar a fonte do vazamento, porque a foto foi tirada em um ambiente controlado de estúdio, ao contrário de outras vezes em que atores enfrentam problemas com flagras de nudez em gravações da Globo. Em agosto, Grazi Massafera e Rafael Cardoso foram fotografados completamente nus enquanto gravavam sequência de sexo para a novela “O Outro Lado do Paraíso”. Na ocasião, o fotógrafo Marcelo Belarmino se deparou com a cena por acaso e saiu clicando. Desta vez, porém, as imagens foram feitas num set fechado em Avaré, no interior de São Paulo. As imagens apareceram na internet na quinta (1/3). No mesmo dia, a atriz publicou um desabafo no Instagram afirmando que teve sua “intimidade exposta, explorada e desrespeitada por invasores, covardes e criminosos” durante o exercício da profissão. Falando em “invasão de privacidade”, “desrespeito a um ambiente de trabalho” e “atitude desonesta de trair a confiança de colegas”, ela já apontava que a foto tinha sido feito por alguém contratado para trabalhar no set. Em “Assédio”, Paolla Oliveira interpreta uma paciente que se apaixonou pelo médico Roger Abdelmassih, acusado de estuprar mais de 30 mulheres e sentenciado a 181 anos de prisão. Inspirada no livro “A Clínica — A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih” (2016), do jornalista Vicente Vilardaga, a série traz Antonio Calloni no papel do médico. O roteiro é de Maria Camargo (“Nise: O Coração da Loucura”) e a direção de Amora Mautner (novela “A Regra do Jogo”) A Globo, que vai exibir a série em seu futuro serviço de streaming, prestou queixa à polícia de São Paulo, que passou a investigar o caso, chegando rapidamente ao responsável.

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  • Filme

    Intérprete de Laranjinha em Cidade dos Homens é preso no Rio

    3 de março de 2018 /

    O ator Darlan Cunha, intérprete do personagem Laranjinha da série “Cidade dos Homens”, foi preso na sexta-feira (2/3) no Morro da Babilônia, na zona sul do Rio de Janeiro. A prisão aconteceu por volta das 14h quando a polícia fazia um patrulhamento na rua do Rosário. Cunha foi uma das pessoas abordadas. Ele foi detido após a política identificar que havia um mandado de prisão em aberto contra o ator por lesão corporal e violência doméstica. Darlan foi levado para 12ª DP em Copacabana, na zona sul da capital fluminense. O ator publicou em seu Instagram Stories (ferramenta de compartilhamento de vídeos e fotos que desaparecem depois de 24 horas) uma imagem com a frase: “De rotina sendo encaminhado para a delegacia! Por atitude suspeita”. Em 2013, Darlan foi acusado pela namorada menor de idade de agressão e cárcere privado. Na época, a polícia instaurou um inquérito para apurar os crimes de lesão corporal dolosa (com intenção), com base na Lei Maria da Penha. De acordo com o UOL, a adolescente, então com 16 anos, retirou a acusação de agressão. Mas, como a denúncia foi feita com base na lei Maria da Penha, não poderia ser retirada nem pela própria vítima. É necessária uma nova declaração. Em janeiro, Darlan participou do retorno de “Cidade dos Homens” após um hiato de mais de uma década. A série original foi desenvolvida por Bráulio Mantovani a partir do livro “Cidade de Deus”, de Paulo Lins, que também rendeu o famoso filme de 2002. Em muitos sentidos, a obra é uma extensão da trama cinematográfica, usando a mesma linguagem e parte do mesmo elenco. Vale lembrar que Mantovani também foi roteirista do filme “Cidade de Deus” e os cineastas Fernando Meirelles e Kátia Lund assinaram três episódios da atração televisiva original. A série ainda inspirou um filme de mesmo nome em 2007, que mostrava a dupla de protagonistas com 18 anos de idade.

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    Vazamento de fotos nuas leva Paolla Oliveira a protestar nas redes sociais

    1 de março de 2018 /

    As gravações de um novo programa da rede Globo sofreram vazamento e, após ser surpreendida nas redes sociais por fotos em que aparece nua, a atriz Paolla Oliveira fez um desabafo em seu Instagram. Falando em “invasão de privacidade”, “desrespeito a um ambiente de trabalho” e “atitude desonesta de trair a confiança de colegas”, ela classificou o fato como um “ato criminoso”. As fotos foram tiradas num set em São Paulo durante as gravações da série “Assédio”, uma produção da Globo em parceria com a O2, e se multiplicaram na internet na tarde desta quinta-feira (1/3). A rede Globo também se manifestou, por meio de nota oficial, em que repudiou “com veemência esse tipo de abuso, que atenta contra os direitos da atriz e viola a privacidade de seus ambientes de trabalho”. “O ato, que configura crime previsto em lei, também foi informado às autoridades policiais”, acrescentou o comunicado. Essa não é a primeira vez que atores enfrentam problemas com flagras de nudez em gravações da Globo. Em agosto, Grazi Massafera e Rafael Cardoso foram fotografados completamente nus enquanto gravavam sequência de sexo para a novela “O Outro Lado do Paraíso”. Na ocasião, o fotógrafo Marcelo Belarmino se deparou com a cena por acaso e saiu clicando. Ele também publicou as imagens nas redes sociais. Assim como no primeiro vazamento, a Globo promete novas medidas de segurança, ainda mais rígidas, para garantir a privacidade das gravações fora de seus estúdios. Veja abaixo o post com o protesto de Paolla Oliveira no Instagram. ATÉ QUANDO? Até quando a invasão da privacidade de um ser humano, o desrespeito a um ambiente de trabalho e a atitude desonesta de trair a confiança de colegas de trabalho serão tratados como um ato de esperteza em nossa sociedade? Esta é a pergunta que me faço e gostaria de compartilhar com todos. Sou atriz e estou trabalhando em uma série que se chama Assédio, uma produção da Globo com a O2Filmes. Em um ambiente controlado, fechado e profissional, um criminoso (não há outra palavra que o defina – pois o que foi feito é crime) resolveu fazer fotos clandestinas de um momento mais sensual da série e divulgar em redes sociais. O que para mim é trabalho se transformou em oportunidade para alguém tentar tirar vantagens. O que esta pessoa ganhou com isso? Dinheiro, fama, cliques, likes, popularidade? Pouco importa. Pois o que ele (ou ela) fez para obter isso é crime previsto na lei. Em um momento em que todos estamos buscando uma sociedade mais correta, não há mais espaço para considerarmos esperteza o que é um desrespeito. As autoridades já foram acionadas para que esta atitude seja punida exemplarmente, e qualquer pessoa possa trabalhar dignamente, sem correr o risco de ter a sua intimidade exposta, explorada, desrespeitada por invasores, covardes e criminosos. #AteQuando Uma publicação compartilhada por Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal) em 1 de Mar, 2018 às 12:45 PST

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  • Série

    Minissérie Amores Roubados vai ganhar versão americana

    1 de março de 2018 /

    A Globo fechou um acordo de coprodução internacional com o Telemundo, canal do grupo NBCUniversal voltada ao público hispânico dos Estados Unidos. O primeiro produto do negócio será uma versão em espanhol e inglês da minissérie “Amores Roubados”, sucesso da TV brasileira de 2014, estrelada por Cauã Reymond e Isis Valverde. A minissérie vai ganhar remake com atores latinos e residentes nos Estados Unidos. Segundo o blog Notícias da TV, a Globo fará toda a supervisão dessa produção e das próximas da parceria. Inspirada no romance “A Emparedada da Rua Nova”, de Carneiro Vilela, “Amores Roubados” é a história de um conquistador irresistível para mulheres, solteiras e casadas (Cauã Reymond, no Brasil), até se apaixonar por uma delas (Isis Valverde) e ter um destino trágico. Mas um detalhe que chamou atenção na minissérie não deve ser replicado na versão gringa: as paisagens áridas do Nordeste brasileiro, com externas gravadas em Petrolina (Pernambuco) e Paulo Afonso (Bahia). O remake marca a segunda colaboração entre a Globo e a Telemundo. Em 2001, as duas emissoras assinaram um contrato de cinco anos para a produção de novelas em espanhol. Mas a primeira tentativa, uma versão de “Vale Tudo” (1988), de Gilberto Braga, fracassou e a parceria foi desfeita. Para garantir que tudo dê certo nesta segunda incursão, Silvio de Abreu, diretor de teledramaturgia da Globo, e George Moura, autor de “Amores Roubados”, estiveram nesta semana em Miami para acertar os detalhes da produção da minissérie, que no Brasil teve dez capítulos. Além disso, na semana passada, o diretor-geral da Globo, Carlos Henrique Schroder, esteve no Festival de Berlim para se encontrar com produtores e executivos de todos os continentes, visando fechar coproduções de séries, minisséries e novelas no mercado internacional.

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