Globo vai exibir This Is Us na TV aberta brasileira
A Globo adquiriu a série dramática “This Is Us”, que quebrou recordes de audiência nos Estados Unidos, para exibição na TV aberta brasileira. A produção já é transmitida no Brasil pela Fox Premium, que lançará sua 5ª temporada em 28 de outubro. A série caiu nas graças do público americano por ser um melodrama cheio de reviravoltas. Nisto, lembra as melhores novelas. Sua estrutura, inclusive, evoca uma novela da Globo em particular: “O Casarão” (1976), que contava sua história em três tempos diferentes e paralelos. O enredo traça uma crônica do cotidiano a partir da relação de um grupo de pessoas que nasceram no mesmo dia. Rebecca e Jack são um casal esperando trigêmeos em Pittsburgh. Kevin é um belo ator de televisão que está cansado de fazer papéis superficiais, Kate é uma mulher obesa que vive uma eterna luta para perder peso e Randall reencontra seu pai biológico que o abandonou quando ele era apenas um bebê recém-nascido. Todas essas histórias vão sendo apresentadas ao público ao mesmo tempo, mas logo o público vai descobrir que nem todas se passam ao mesmo tempo, além do motivo mais profundo delas serem relacionadas. “This Is Us” teve 11 indicações ao Emmy Awards em sua temporada inaugural e levou dois prêmios: o de Melhor Ator em Série de Drama para Sterling K. Brown (“American Crime Story: The People v. O.J. Simpson”), intérprete de Randall, e de Melhor Ator Convidado em Série de Drama para Gerald McRaney (“House of Cards”), o obstetra de Rebecca. Nos anos seguintes, a série conquistou mais dois troféus desta última categoria, ambos vencidos por Ron Cephas Jones (“Luke Cage”), o pai biológico de Randall. Criação de Dan Fogelman (que também criou “Galavant” e “The Neighbors”), a série ainda inclui em seu elenco Mandy Moore (série “Red Band Society”), Milo Ventimiglia (“The Whispers”), Justin Hartley (“Smallville”), Chrissy Metz (“American Horror Story”), Susan Kelechi Watson (“Louie”) e Chris Sullivan (“The Knick”). Ainda não há data para o lançamento na TV aberta, mas “This Is Us” deve integrar a programação da Globo de 2021, que deverá ter menos produções originais, devido à pandemia de coronavírus. Enquanto isso não acontece, confira abaixo o trailer legendado da 1ª temporada, que já pode ser vista em streaming na Fox Play e na Amazon Prime Video.
A Divisão: Viviane Araújo viverá delegada na 4ª temporada
A série policial “A Divisão”, grande sucesso da plataforma Globoplay, teve sua 4ª temporada confirmada com a contratação de Viviane Araújo (da novela “Rock Story”) para viver uma nova delegada na trama. A notícia vem um mês após a estreia da 2ª temporada e do anúncio de produção do terceiro ano do programa. Segundo a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, as próximas duas temporadas serão gravadas simultaneamente em 2021, e a atriz participará de treinamentos para as cenas de ação de sua personagem. Curiosamente, Viviane Araújo já estava escalada como delegada em outra atração da Globoplay, intitulada “Mal Secreto”, que deve começar a ser gravada ainda este ano com produção da O2. Por sua vez, a produção de “A Divisão” já tinham adiantado participações de Marcelo Serrado (“Fina Estampa”) e do cantor Nego do Borel (“Malhação”) na 3ª temporada. A elogiada série policial retrata a Divisão Antissequestro do Rio na década de 1990 e é estrelada por Silvio Guindane (“3%”) e Erom Cordeiro (“1 Contra Todos”). Também exibida como filme, “A Divisão” foi criada e produzida por José Júnior, um dos fundadores da ONG AfroReggae, e tem episódios dirigidos pelo cineasta Vicente Amorim (“Motorrad”) – responsável pela versão cinematográfica do projeto. A partir da próxima temporada, a atração também contará com o diretor Heitor Dhalia (“Serra Pelada”).
Globo cancela seus programas humorísticos
A Globo anunciou o final de seus programas humorísticos. A equipe do humorístico “Zorra” foi avisada na quarta-feira (14/10) que o programa vai acabar no fim do ano, com o encerramento da atual temporada. Além dele, o “Fora de Hora”, a “Escolinha do Professor Raimundo” e o quadro “Isso a Globo Não Mostra”, no “Fantástico”, também estão com os dias contados. No início da pandemia, a Globo exibiu reprises do “Zorra” e alguns quadros feitos remotamente. Em julho, o programa deixou a grade para dar lugar ao “Diário de um Confinado” e, no final do mês passado, a equipe de roteiristas foi reduzida, gerando um clima de muita incerteza em seus bastidores. Para roteiristas e diretores, a Globo avisou que pretende substituir o “Zorra” com outro programa de humor. Uma parte dos redatores dos programas cancelados participarão de um grupo para desenvolver o novo humorístico, que deverá ser exibido nas noites de sábado em 2021. Segundo o colunista Maurício Stycer, Marcelo Adnet e Fernando Caruso são mencionados entre os que devem fazer parte do grupo de criação, sob coordenação do roteirista Antônio Prata e a supervisão de Silvio de Abreu, responsável pelo núcleo de humor. O cancelamento de três programas, oficializado nesta semana, teria pego muita gente de surpresa, já que a informação que circulava até então é que os programas iriam continuar. A decisão de encerrar três programas e focar em apenas uma nova atração, de perfil mais popular, faz parte do processo de enxugamento de despesas do Grupo Globo. Mas também marca o fim da era de Marcius Melhem na emissora. O antigo diretor do núcleo de humor deixou a empresa na qual trabalhou por 17 anos em agosto, oficialmente para dedicar seu tempo para tratar a saúde da filha nos EUA, mas também após ser investigado internamente por denúncia de assédio moral. Melhem foi quem politizou o antigo “Zorra Total” (1999-2015), transformando-o no novo “Zorra”, cujo seu slogan era “está difícil competir com a realidade”. Ele também criou o “Tá no Ar” (2014-2019), que foi substituído, sem o mesmo sucesso, pelo “Fora de Hora”, assim como do quadro “Isso a Globo Não Mostra”. Ele também participava da “Escolinha do Professor Raimundo” como novo Seu Boneco.
Tainá Müller vai estrelar mais duas séries criminais em 2021
Tainá Müller está em alta. Depois da boa recepção de “Bom Dia, Verônica”, na Netflix, a atriz vai aparecer em mais duas séries policiais em 2021. A primeira já estava agendada. “Mal Secreto” só não foi gravada ainda, porque sua produção foi suspensa pela pandemia quando estavam prestes a começar. Criada por Braúlio Mantovani (roteirista de “Tropa de Elite”), a série é inspirada no trabalho do psiquiatra forense especialista em psicopatas Guido Palomba e traz Sergio Guizé (“O Homem Perfeito”) como o protagonista, que tem de investigar as motivações de um assassino em série. Na trama, Tainá viverá uma advogada criminalista. A direção é de Mauro Mendonça Filho (“Vade Retro”) e o elenco ainda inclui Viviane Araújo (“Rock Story”), Carol Duarte (“Segunda Chamada”), Maeve Jinjings (“Aquarius”) e Lee Taylor (“Paraíso Perdido”). Depois desse projeto, a atriz deverá viver outra advogada em “Atenuantes”, série de oito episódios escrita por Claudia Lage (da novela “Lado a Lado”) e dirigida por Arthur Fontes (“A Família Braz”) para o canal pago Universal. Esta produção ainda não teve maiores detalhes revelados e seu elenco está em fase de escalação. Além desses trabalhos, ela também pode estrelar a 2ª temporada de “Bom Dia, Verônica”, que a Netflix tende a encomendar.
Cecil Thiré (1943 – 2020)
O ator Cecil Thiré morreu nesta sexta-feira (9/10), aos 77 anos, enquanto dormia em sua casa, no Rio de Janeiro. Filho da famosa atriz Tônia Carrero, ele enfrentava o Mal de Parkinson há alguns anos. Além de ser reconhecido como ator de novelas da Globo, especialmente por seus papéis de vilões, como Mário Liberato, em “Roda de Fogo” (1987), e Adalberto, em “A Próxima Vítima” (1995), Thiré também foi roteirista e diretor de diversas obras no cinema e no teatro. Nascido em 28 de maio de 1943, no Rio, Cecil Aldary Portocarrero Thiré foi o filho único do casamento entre Tônia Carrero e o artista plástico Carlos Arthur Thiré, e desde cedo seguiu a tradição artística da família. Sua estreia nas telas foi aos 9 anos, numa pequena participação no filme “Tico-Tico no Fubá”, sucesso musical de 1952 estrelado pela mãe. Sua carreira teve impulso durante o apogeu do Cinema Novo. Aos 19 anos, apareceu em dois segmentos do clássico “Cinco Vezes Favela” (1962). Aos 21, fez sua estreia atrás das câmeras, como assistente de direção de Ruy Guerra em “Os Fuzis” (1964), em que também atuou. Com 24, ganhou projeção internacional no filme “Arrastão” (1967), do francês Antoine d’Ormesson, e virou ator de novelas, no elenco de “Angústia de Amar” (1967), da TV Tupi. Ao chegar aos 25, tornou-se diretor de cinema, comandando o drama “O Diabo Mora no Sangue” (1968). Mas depois desse começo avassalador, o AI-5 mudou os rumos do cinema brasileiro e da maioria das pessoas que trabalhavam nele. Com a censura dos filmes de temática política e social, Cecil Thiré se reinventou como comediante. Integrou o programa humorístico “Balança Mas Não Cai” e ingressou nas pornochanchadas, que faziam sucesso na época, tanto como ator, em “Como Nos Livrar do Saco” (1973), “Ainda Agarro Esta Vizinha…” (1974) e “Eu Dou o que Ela Gosta” (1975), quanto como roteirista, do último filme citado e de “O Roubo das Calcinhas” (1975). Ele também escreveu o sucesso musical “Amante Latino” (1979), estrelado pelo cantor Sidney Magal, enquanto se dedicava, ao mesmo tempo, ao teatro e à televisão. Sua primeira experiência como diretor de teatro foi em 1971, numa montagem de “Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e em 1975 recebeu o Prêmio Molière por sua montagem da peça “A Noite dos Campeões”, de Jason Miller. Ao ingressar na Globo, deu vazão ainda maior à sua versatilidade. Após se destacar como ator de novelas – em “O Espigão” (1974) e “Escalada” (1975) – , começou a aparecer em humorísticos, como “Planeta dos Homens” (a partir de 1976), o que o aproximou de Jô Soares e lhe abriu novos caminhos. Quando Jô Soares ganhou seu próprio programa, “Viva o Gordo”, em 1981, Thiré virou diretor de TV. Depois disso, passou a se alternar na frente e atrás das câmeras, inclusive em novelas. Ele estrelou “Sol de Verão” (1982), “Champanhe” (1983), “Roda de Fogo” (1987), “Top Model” (1989), “Renascer” (1993), “A Próxima Vítima” (1995), “Celebridade” (2003) e dirigiu “Sassaricando” (1987), “Araponga” (1990) e episódios de “Você Decide” e “Sai Debaixo”, além de ter ido para Portugal com sua mãe, para dirigi-la na série “Cupido Electrónico”, em 1993. Mesmo com tanto trabalho, sempre reservou espaço na agenda para o cinema, atuando em filmes famosos, como “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, “A Bela Palomera” (1988), de Ruy Guerra, “Forever – Juntos para Sempre” (1991), de Walter Hugo Khouri, “O Quatrilho” (1995), de Fábio Barreto, indicado ao Oscar, “Cronicamente Inviável” (2000), de Sergio Bianchi, “Sonhos Tropicais” (2001), de André Sturm, entre outros. Thiré chegou a viver o mesmo personagem, o Marechal Henrique Lott, na TV e no cinema, respectivamente na minissérie “JK” (2006) e no filme “Bela Noite para Voar” (2009), de Zelito Viana. Ainda apareceu em três novelas da Record, antes de se afastar das telas em 2013, após a novela “Máscaras” e a série “Se Eu Fosse Você”, ano em que também publicou o livro “A Carpintaria do Ator”, resultado de outra atividade paralela, ensinando o ofício da atuação. A doença o impediu de continuar em atividade. Durante a cerimônia de cremação da mãe, em março de 2018, seu estado de saúde chamou atenção, pela dificuldades demonstradas para andar e falar. Em um vídeo enviado pelo WhatsApp a pessoas próximas da família, a filha de Cecil, a atriz Luisa Thiré, disse: “Ele vai deixar muita saudade, porque papai foi um cara muito importante para a arte toda. Deixou muita coisa boa, muito aprendizado. Foi professor de muita gente, tanto de cinema quanto de teatro. Lembro de eu, pequena, entrando no Teatro Fênix, ele gravando o ‘Viva o Gordo’, e a claque inteira vindo falar comigo como papai era querido. Por onde andou, ele fez amigos de A a Z. Que ele descanse, porque ele merece. Esse final estava bem difícil”, contou a atriz. A família puxou o pai e a avó, com três dos quatro filhos de Thiré seguindo a carreira de atores: Luisa, Carlos e Miguel.
Globo estreia especial de Sob Pressão que aborda a pandemia
A série “Sob Pressão” retorna nesta terça (6/10), às 22h30, na Globo, com um episódio especial, que trará a primeira abordagem da pandemia de coronavírus num drama médico da televisão – bem antes, inclusive, das produções americanas. Intitulado “Sob Pressão: Plantão Covid”, o especial será apresentado em duas partes e tem a mensagem de que “por trás das máscaras [médicas] existe alguém que se arrisca para salvar quem você ama”. O elenco volta não apenas de máscara, mas com protetor facial, luvas e roupa adequadas para enfrentar uma pandemia, com o objetivo de retratar o impacto do coronavírus no sistema público de saúde do Brasil. Escrita por Lucas Paraizo (“Gabriel e a Montanha”), com consultoria do médico Marcio Maranhão, “Sob Pressão: Plantão Covid” vai retratar o auge da crise do coronavírus e mostrará a nova rotina dramática de Carolina (Marjorie Estiano), Evandro (Julio Andrade) e outros médicos num hospital de campanha no Rio de Janeiro. Vale lembrar que os dois protagonistas terminaram a 3ª temporada se mudando para o interior do Brasil. Na época, a Globo considerava encerrar a série e o final servia de conclusão para a jornada dos personagens. Mas, desde então, a série foi renovada e o planeta foi atingido pela pandemia. Refletindo a situação mundial, os personagens voltarão ao Rio para atender um apelo de Décio (Bruno Garcia), que está comandando um hospital de campanha, lotado de pacientes com covid-19. Outros dois atores se juntaram ao elenco central: David Júnior fará o doutor Mauro e Roberta Rodrigues aparece como a enfermeira Marisa. Além disso, o especial vai contar um pouco sobre o passado do doutor Evandro, que nunca foi explicado nas outras temporadas. Será um grande flashback centrado na mãe do médico, Penha (Fabiula Nascimento), em que o personagem de Julio Andrade será interpretado por seu irmão mais novo, Ravel Andrade. A ideia é mostrar porque Evandro decidiu virar médico. Para gravar os dois episódios em agosto, o elenco de “Sob Pressão” foi o primeiro a voltar a trabalhar nos estúdios da Globo, em plena pandemia. Para isso, protocolos de segurança contra a covid foram seguidos rigorosamente e o elenco passou pelas gravações sem nenhuma contaminação. Foram 21 dias intensos de filmagem, com testes de covid semanais e, segundo os atores, grande desgaste físico e emocional. Júlio Andrade descreveu “a sensação” do trabalho como se fosse o esforço de “uma temporada inteira” e não apenas dois episódios. “A gente saiu mais cansado”, contou à imprensa durante a divulgação do trabalho. “Foi a experiência mais difícil que eu vivi no ‘Sob Pressão’ até hoje”, ecoou Marjorie Estiano. O especial tem direção do cineasta Andrucha Waddington, que fez o filme de 2016 que se desdobrou na série, e vai ao ar depois da reprise de “A Força do Querer”. O segundo capítulo está programado para a terça que vem (13/10). Veja o trailer abaixo.
Leila Cravo (1953 – 2020)
A atriz Leila Cravo, símbolo sexual dos anos 1970 que estrelou pornochanchadas, novelas e apresentou o “Fantástico”, morreu esquecida em 5 de agosto passado, aos 66 anos, após ser levada com dores a um hospital do Rio de Janeiro. Ela foi uma das estrelas que mais estampou capas de revistas na década de 1970, mas acabou se tornando mais lembrada devido um escândalo. Ainda iniciante, Leila começou sua carreira na Globo após estrelar a pornochanchada “Uma Pantera em Minha Cama” (1971), escalada pelo diretor Walter Avancini num pequeno papel na novela “O Semideus” (1973). No ano seguinte, deslanchou ao coadjuvar em “Corrida do Ouro” (1974). Também apareceu nos filmes “Relatório de um Homem Casado” e “Brutos Inocentes”. E, aos 21 anos, tinha se tornado apresentadora do “Fantástico”. Então, um caso misterioso e brutal aconteceu no motel Vip’s, no Rio de Janeiro, que lhe afetou pelo resto da vida. A artista foi encontrada nua e estatelada na rua em 1975, após cair da suíte presidencial do estabelecimento, a 18 metros de altura, com um bilhete para o amante na mão. Ela sobreviveu, mas teve politraumatismo craniano e passou 13 dias em coma. Apesar da queda, ficou com poucas marcas no corpo. Passou décadas sem contar o que realmente aconteceu e o acidente nunca foi devidamente investigado. Leila chegou a citar o caso em seu livro “Passagem Secreta”, de 1979, mas de forma metafórica. Ela se referia a um “milagre”, por ter sobrevivido. Mas só recentemente, em entrevista para a TV Record, decidiu revelar que tinha escapado de um complô para matá-la. Ela teria sido jogada do quarto por alguém poderoso – um Ministro da ditadura militar, que a estuprou e a espancou com mais dois homens (um deles, seu amante, que a levou ao local) e tentou esconder o crime com um suicídio encenado. Ao retomar a atividade, ela emplacou mais três filmes, “Tem Alguém na Minha Cama” (1976), “Quem é o Pai da Criança?” (1976) e “Empregada Para Todo o Serviço” (1977), lançado no ano em que posou para a revista Playboy. Ela estava no auge quando fez em sequência duas novelas de sucesso, “Te Contei?” e “Sinal de Alerta” (ambas de 1978), e então sua carreira acabou. Ela se mudou para o Paraná e após aparecer num programa infantil de uma afiliada da TV Bandeirantes em Cascavel, saiu dos holofotes para uma vida mais calma, da qual deixa a filha Tathiana, de 38 anos, e a neta Ana Julia, de 11.
Série Hebe vai ganhar 2ª temporada
A minissérie “Hebe”, que rendeu uma indicação ao Emmy Internacional para a atriz Andrea Beltrão, vai ganhar continuação. Segundo o colunista Ricardo Feltrin, a Globo planeja produzir uma 2ª temporada, devido ao bom desempenho de audiência da atração. Com cerca de 17 pontos na Grande SP, “Hebe”, que exibe seu último episódio na noite desta quinta (1/10), lidera a programação da TV aberta em seu horário (22h55). Originalmente concebido como um filme de Maurício Farias, “Hebe: A Estrela do Brasil” (2019) foi estendido com cenas exclusivas para virar uma minissérie de 10 capítulos, que abrangeu a vida inteira da apresentadora, do nascimento à morte. O longa, porém, concentrava-se apenas num período específico e a nova temporada deve seguir essa abordagem. Afinal, história para contar sobre a apresentadora é o que não falta. O filme, por sinal, poderá ser visto a partir do próximo dia 6 no Telecine Premium, liberado após o fim da série. Os novos episódios serão produzidos para lançamento exclusivo na Globoplay. Mas vale lembrar que este também era o projeto inicial da minissérie, que a Globo acabou optando por levar posteriormente à TV aberta. Além da 2ª temporada, o Grupo Globo ainda estuda lançar um documentário sobre Hebe, que morreu em 2012, aos 83 anos, após longa luta contra um câncer abdominal.
Globo e Netflix disputam filme sobre a vida da Xuxa
De saída da rede Record, Xuxa Meneghel está cheia de projetos. Segundo apurou o colunista Fefito, do UOL, ela tem conversas adiantadas com a Globo para um programa de sábado e projetos para a Globoplay. Um desses projetos, porém, também interessa a Netflix. Trata-se de “Rainha”, longa-metragem sobre a vida da apresentadora, que posteriormente deve ser transformado em minissérie – como aconteceu com os filmes sobre Hebe e Elis. A Globo já teria saído em busca de uma atriz para interpretá-la. Xuxa também negocia voltar a estrelar filmes infantis. O interesse nesse revival é da Disney, que vai lançar a plataforma Disney+ (Disney Plus) no Brasil em novembro. Há ainda conversas sobre um possível seriado. Para completar, ela prepara um documentário sobre sua última turnê, chamado “A Última Nave”, com depoimentos de várias celebridades, que sua equipe estaria negociando com a HBO. E, se tiver horas de folga, Xuxa ainda pretende escrever livros infantis.
Andrea Beltrão e programa do Gugu são indicados ao prêmio Emmy Internacional
Os organizadores do Emmy Internacional divulgaram nesta quinta (24/9) os indicados nas 11 categorias de sua premiação em 2020. E há brasileiros em 7 das categorias em disputa. Andréa Beltrão puxa a lista na vaga de Melhor Atriz por sua interpretação de Hebe Camargo. Originalmente um filme, “Hebe – A Estrela do Brasil” foi transformado em minissérie pela Globo. Ela vai competir pelo prêmio com a veterana atriz britânica Glenda Jackson, a alemã Emma Bading e a malaia Yeo Yann Yann. Na seleção masculina, Raphael Logam voltou a aparecer como Melhor Ator por seu papel em “Impuros”, da Disney (Fox), esperando ter maior sorte que no ano passado, quando também foi indicado pela série. Outro filme que a Globo transformou em minissérie, “Elis – Viver é Melhor que Sonhar”, originalmente uma cinebiografia da cantora Elis Regina, foi selecionado como Melhor Minissérie (ou Filme feito para a TV). Já na categoria de Melhor Comédia apareceu “Ninguém Tá Olhando”, uma produção do cineasta Daniel Rezende (“Turma da Mônica – Laços”) sobre anjos ruivos, que foi rapidamente cancelada pela Netflix. As demais produções brasileiras da lista são “Órfãos da Terra”, da Globo, como Melhor Telenovela, “Cante Comigo”, competição da Record apresentada por Gugu Liberato até sua morte, como Melhor Programa de Entretenimento Sem Roteiro, e “Refavela 40”, da HBO, sobre o impacto cultural do disco “Refavela”, de Gilberto Gil, como Melhor Programa Artístico. A premiação, que reúne produções de diversos países, terá seus vencedores anunciados em 23 de novembro, numa cerimônia em Nova York, nos Estados Unidos. Veja abaixo a lista completa dos indicados. Melhor Drama Charité 2 – Alemanha Criminal UK – Reino Unido Delhi Crime – Índia O Jardim de Bronze – Argentina Melhor Comédia Back to Life – Reino Unido Fifty – Israel Four More Shots Please – India Ninguém Tá Olhando – Brasil Melhor Minissérie ou Filme para TV L’Effondrement (The Collapse) – França Elis – Viver é Melhor que Sonhar – Brasil The Festival of the Little Gods – Japão Responsible Child – Reino Unido Melhor Ator Billy Barratt (Responsible Child) – Reino Unido Guido Caprino (1994) – Itália Raphael Logam (Impuros) – Brasil Arjun Mathur (Made in Heaven) – Índia Melhor Atriz Emma Bading (Play) – Alemanha Andrea Beltrão (Hebe) – Brasil Glenda Jackson (Elizabeth is Missing) – Reino Unido Yeo Yann Yann (Invisible Stories) – Singapura Melhor Novela Chen Xi Yuan (Love And Destiny) – China Na Corda Bamba – Portugal Órfãos da Terra – Brasil Pequeña Victoria – Argentina Melhor Programa de Arte Jake and Charice – Japão Refavela 40 – Brasil Vertige de la Chute (Ressaca) – França Why do We Dance? – Reino Unido Melhor Documentário El Testigo – Colômbia For Sama – Reino Unido Granni-E-minem – Coreia do Sul Terug naar Rwanda – Bélgica Melhor Programa de Entretenimento Não Roteirizado Canta Comigo – Brasil Folkeopplysningen – Noruega MasterChef Tailândia – Tailândia Old People’s Home for 4 Year Olds – Austrália Melhor Série Curta Content – Australia #martyisdead – República Tcheca Mil Manos por Argentina – Argentina People Like Us – Singapura Programa de Língua Estrangeira exibido nos Estados Unidos 20th Annual Latin GRAMMY®? Awards A Rainha do Tráfico No te Puedes Esconder Preso No.1
Sob Pressão: Especial sobre a pandemia ganha primeiros teasers
A Globo divulgou dois teasers de “Sob Pressão: Plantão Covid”, especial da série médica brasileira que vai retratar a pandemia de coronavírus. As prévias apresentam o final dos turnos de trabalho dos personagens principais, Evandro (Julio Andrade) e Carolina (Marjorie Estiano). Eles terminaram a 3ª temporada se mudando para o interior do Brasil. Na época, a Globo considerava encerrar a série e o final servia de conclusão para a jornada dos personagens. Mas, desde então, a série foi renovada e o planeta foi atingido pela pandemia. Refletindo a situação mundial, os personagens voltarão ao Rio para atender um apelo de Décio (Bruno Garcia), que está comandando um hospital de campanha, lotado de pacientes com covid-19. Em paralelo a essa história, a trama vai mostrar um grande flashback centrado na mãe de Evandro, Penha (Fabiula Nascimento), em que o personagem de Julio Andrade será interpretado por seu irmão mais novo, Ravel Andrade. A ideia é mostrar porque Evandro decidiu virar médico. Além dos personagens conhecidos, a produção vai ganhar novos integrantes, o neurocirurgião Mauro (vivido por David Junior) e a enfermeira Marisa (Roberta Rodrigues). Gravado em agosto, o especial será exibido em duas partes. A primeira irá ao ar em 6 de outubro, depois da reprise de “A Força do Querer”, e o final uma semana depois. Escrita por Lucas Paraizo (“Gabriel e a Montanha”), com consultoria do médico Marcio Maranhão, “Sob Pressão: Plantão Covid” tem direção artística do cineasta Andrucha Waddington (“Chacrinha: O Velho Guerreiro”). A série é uma coprodução da Globo com a Conspiração Filmes.
Globo transforma minissérie Nada Será Como Antes em telefilme
A Globo exibe neste sábado (19/9) no Supercine uma versão resumida da série “Nada Será Como Antes”, transformada em telefilme como parte das comemorações do aniversário de 70 anos da televisão brasileira. Escrita por Guel Arraes, Jorge Furtado e João Falcão, a série conta de forma ficcional os bastidores desse momento histórico, quando as primeiras transmissões começaram. O título “Nada Será Como Antes” alude justamente à transformação que a TV causaria no país. A minissérie tinha originalmente 12 capítulos com direção de José Luiz Villamarim (minissérie “Justiça”). A trama gira em torno do casal Saulo (Murilo Benício) e Verônica (Debora Falabella), um empreendedor que aposta que aquele veículo é o futuro do entretenimento e uma locutora de rádio, que faz a transição para estrela da tela. A personagem de Débora Falabella é Verônica Maia, locutora de uma rádio do interior, cuja voz encanta um vendedor de aparelhos radiofônicos, Saulo Ribeiro, interpretado por Murilo Benício , que se mostra um visionário das telecomunicações. Querendo tirá-la do anonimado, ele a leva ao Rio e a transforma em estrela dos comerciais da Rádio Copacabana. Mas ainda não é o bastante: Saulo acredita que chegou a hora da televisão ocupar o lugar do rádio e, para isso, procura Pompeu Azevedo Gomes (Osmar Prado) para financiar a abertura da primeira emissora de televisão brasileira, a TV Guanabara. Para cativar o público e seu patrocinador, que se mostra incrédulo, Saulo tem a ideia de transformar o clássico literário “Anna Karenina”, de Leon Tolstoi numa novela, a primeira da TV brasileira. E a sacada se prova revolucionária, alçando Verônica Maia, intérprete do papel-título, ao estrelado nacional. A história é fictícia – existiu uma TV Guanabara, mas fundada em 1977, já no início da rede Bandeirantes, e a primeira telenovela brasileira foi “Sua Vida me Pertence”, exibida na TV Tupi a partir de dezembro de 1951 – duas vezes por semana. Mas a ideia não era ser documental, apenas evocar o espírito dos pioneiros da TV nacional. O elenco também inclui Daniel de Oliveira, Fabrício Boliveira, Cássia Kis Magro, Jesuíta Barbosa e Bruna Marquezine, que, no papel de cantora e dançarina de cabaré, viveu um romance lésbico com Leticia Colin e deu muito o que falar. Na época da série, Marquezine acabou roubando todas as atenções, mostrando seu amadurecimento ao interpretar uma personagem bastante sensual e ousada. Veja abaixo uma apresentação da minissérie original com cenas e depoimentos da equipe criativa.
Renato Aragão anuncia “projetos” com Dedé Santana
Renato Aragão anunciou que voltará a trabalhar com Dedé Santana, seu parceiro em “Os Trapalhões”, em novos projetos. Ele postou fotos da dupla no Instagram, revelando que passou uma tarde com o amigo, e que “vem coisa boa” do encontro. “Hoje foi dia de matar a saudade do meu amigo Dedé Santana, dar muitas risadas, colocar o papo em dia e já organizar futuros projetos. Vem coisa boa por aí!”, avisou o eterno Didi. “Meu grande amigo Renato Aragão”, respondeu Dedé, também na rede social. O encontro deixou os fãs dos Trapalhões nostálgicos e animados, imaginando do que se trata. Muitos apostam num novo filme. Aragão foi um dos muitos artistas veteranos dispensados da Globo, após 44 anos de contrato. Ele teve seu duradouro acordo encerrado em junho, na onda de cortes da emissora. Na ocasião, Aragão disse: “Para mim, ampliou meus projetos. Você não sabe como eu estou gostando. É uma nova etapa. Não paro nunca, sempre trabalhando. Eu me considero meio máquina, meio humano”, disse. Ver essa foto no Instagram Hoje foi dia de matar a saudade do meu amigo @dedesantanaoficial , dar muitas risadas, colocar o papo em dia e já organizar futuros projetos. Vem coisa boa por aí! Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao) em 16 de Set, 2020 às 5:45 PDT Ver essa foto no Instagram Meu grande amigo @renatoaragao ❤️❤️❤️ Uma publicação compartilhada por Dede Santana Oficial (@dedesantanaoficial) em 16 de Set, 2020 às 7:07 PDT











