Patrulha do Destino chega ao Brasil em março no Cinemax
A série “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) ganhou data de estreia nacional. A atração produzida para a plataforma americana DC Universe vai chegar no Brasil no canal pago Cinemax, a partir de 19 de março. A série superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, que tem fama de bizarros desde sua criação em 1963, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada pela Netflix, a série foi produzida após a AT&T adquirir a Warner, e por isso não foi negociada para o serviço de streaming. Os planos para a 2ª temporada são um lançamento simultânea na DC Universe e na HBO Max, a plataforma da Warner, que será lançada em maio nos EUA e deve chegar ao Brasil no final do ano. Confira abaixo um trailer da atração.
Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha segundo trailer
A rede The CW divulgou o segundo trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis, que foi criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia ressalta o tom leve, mas repleto de mitologia de quadrinhos, ao mostrar uma versão bastante simplificada da origem da personagem. A série resume tudo à descoberta de um cetro poderoso entre as caixas de mudança do novo padrasto da estudante Courtney Whitmore, que a inspira a se transformar em super-heroína. Esta simplificação divide opiniões, mas é inevitável, tendo em vista como a história da heroína remete aos primeiros quadrinhos publicados pela DC Comics. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento do trabalho dos criadores de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.
Stargirl: Nova série de super-heróis da DC Comics ganha primeiro trailer
A rede The CW divulgou o primeiro trailer da série “Stargirl”, uma nova produção de super-heróis criada originalmente para a plataforma DC Universe. A prévia mostra uma versão bastante simplificada da origem da personagem dos quadrinhos. Mas não poderia ser diferente. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir um cetro poderoso, resolve se transformar em super-heroína. Mas este cetro tem uma história muito mais antiga que a existência da Stargirl, relacionada à vários personagens da rica biblioteca de quadrinhos clássicos da DC Comics. A série simplifica essa ligação para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. Curiosamente, as “pequenas” mudanças da série afetam a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia do Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar o Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além da jovem Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi justamente quem criou Stargirl nos quadrinhos. A prévia anuncia a estreia para a primavera americana de 2020 – isto é, entre março e maio.
Titãs: 2ª temporada ganha data de estreia no Brasil
A Netflix anunciou a data de estreia da 2º temporada de “Titãs”. A produção da DC Universe vai estrear em 10 de janeiro no Brasil, 40 dias após sua conclusão nos Estados Unidos. Nos capítulos da trama atual, a produção juntou os Novos Titãs dos quadrinhos, formados por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) e Estelar (Anna Diop, de “24: Legacy”), com a Turma Titã original, que na série inclui, além de Robin, Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e, nos flashbacks, também por Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Para completar, ainda trouxe de volta o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), introduziu Bruce Wayne (vivido por Iain Glen de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Sem abrir mão do tom sombrio dos episódios inaugurais, a série também já eliminou alguns desses personagens de forma trágica – e bastante irritante para quem é fã dos quadrinhos originais. Mas o final da temporada cria a perspectiva de uma reviravolta milagrosa na já anunciada 3ª temporada – afinal, uma das mortes vistas na série foi revertida nos quadrinhos. Em 2020 não vai ter miséria: tem Titãs pra dar e vender! A segunda temporada chega dia 10 de janeiro. pic.twitter.com/TkoxBkcTU5 — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 5, 2019
Titãs: Brenton Thwaites aparece como Asa Noturna na primeira foto oficial
A plataforma DC Universe divulgou a primeira foto oficial de Brenton Thwaites no uniforme de Asa Noturna (Nightwing), que será introduzido no episódio final da 2ª temporada de “Titãs”. Esta é a nova identidade de Dick Grayson (Thwaites), após queimar o uniforme de Robin na temporada anterior, e pode ser conferida também no trailer anteriormente divulgado. Intitulado justamente “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
Titãs: Robin vira Asa Noturna no trailer do final da 2ª temporada
A plataforma DC Universe divulgou o trailer do final da 2ª temporada de “Titãs”. A prévia destaca a estreia de Asa Noturna (Nightwing), nova identidade de Dick Grayson (Brenton Thwaites), o antigo Robin, que aparece em cima da hora para salvar os Titãs de um novo ataque do vilão Exterminador (Esai Morales). O vídeo também inclui uma luta entre Superboy (Joshua Orpin) e Moça-Maravilha (Conor Leslie) e um aviso sinistro, de que um Titã “vai cair”. A última cena registra os personagens com roupas pretas e cara de velório – e a ausência de duas heroínas. Intitulado “Nightwing”, o último capítulo da 2ª temporada vai ao ar na próxima sexta (29/11) nos Estados Unidos. “Titãs” é disponibilizada no Brasil pela Netflix. Ainda não há previsão de estreia da 2ª temporada no país, mas a série já foi renovada para seu terceiro ano de produção.
Stargirl: Mais uma série de super-heróis entra na programação da rede The CW
A série “Stargirl”, em produção para a plataforma DC Universe, também vai passar na TV aberta nos Estados Unidos. Os episódios serão exibidos na rede The CW um dia depois de serem disponibilizados em streaming. A iniciativa segue outra parceria similar para a exibição de “Doom Patrol” (a série da Patrulha do Destino), que terá lançamento simultâneo pela DC Universe e a HBO Max em sua 2ª temporada. Originalmente prevista para agosto, a estreia de “Stargirl” foi adiada para 2020. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”, e que foi também quem criou Stargirl nos quadrinhos. A trama gira em torno da estudante Courtney Whitmore, adolescente que, ao descobrir os seus poderes, tenta juntar um grupo de super-heróis e salvar o mundo de uma ameaça que vem direto do passado. Por sinal, vários coadjuvantes da história são extraídos da rica biblioteca de personagens clássicos da DC Comics, que liga a novata Stargirl à Era de Ouro dos super-heróis. A série simplifica essa ligação, para poupar tempo de desenvolvimento e também facilitar o entendimento da história para quem não é versado em heróis obscuros dos anos 1940. De todo modo, a mudança afeta a forma como a personagem é conhecida no Brasil. Ela chegou a ser chamada de Sideral nas publicações nacionais. Mas a versão live-action não permite outra nomeação que não seja Stargirl, seu segundo nome nos quadrinhos. A explicação é longa. Apesar de ser uma criação do final dos anos 1990, Stargirl é a culminação do legado de dois super-heróis clássicos. O ponto focal da história é um ajudante de super-herói, que vários anos após se aposentar se torna o padrasto de Courtney Whitmore. Criado em 1941 por Jerry Siegel, um dos autores de Superman, Listrado (Stripesy) era o parceiro adulto de Sideral (Star-Spangled Kid). Os dois foram uma apropriação da ideia de Capitão América e Bucky, heróis patrióticos que os antecederam. Inspirados a combater nazistas, também usavam uniformes com listras e estrelas. Mas, curiosamente, Sideral seria o equivalente a Bucky, um adolescente mirrado. Apesar disso, era o protagonista das histórias, enquanto seu ajudante era o adulto Listrado. Essa inversão acabou sendo seu maior diferencial. Décadas mais tarde, já adulto, Sideral mudou seu nome para Celestial (Skyman), passando a liderar o grupo de heróis Corporação Infinito (Infinity Inc) até ser morto em 1988. Enquanto isso, seu ex-parceiro Pat Dugan se aposentou e se casou com a mãe de uma adolescente irritante, chamada Courtney Whitmore. E a jovem resolveu virar heroína e assumir a identidade do antigo parceiro do padrasto, Sideral, só para aborrecê-lo. Vendo que ela ia se dar mal, Dugan resolveu retomar a carreira de herói, criando um uniforme robótico e assumindo a identidade de F.A.I.X.A. para acompanhar e tentar proteger a heroína amadora. O que, na prática, resultou num revival repaginado da parceria original entre Sideral e Listrado. Mas essa história em quadrinhos ainda inclui outro herói clássico. Depois de um tempo atuando como Sideral, Courtney recebeu de presente o cetro poderoso de Starman (na verdade, do filho do Starman dos anos 1940), que também decidiu se aposentar. E foi só a partir daí que ela assumiu a identidade de Stargirl, em homenagem ao dono do cetro original, e ingressou na Sociedade da Justiça da América – o grupo mais antigo de super-heróis da DC, anterior à Liga da Justiça. A série “simplifica” essa história ao combinar Sideral e Starman na mesma pessoa. Ou melhor, a trama vai chamar Sideral de Starman, simplesmente. Assim, na cronologia da série, Pat Dugan foi parceiro de Starman e Courtney Whitmore resolve virar Stargirl desde o começo. Deu para entender? Muita gente não gostou, porque isso tira créditos de Jerry Siegel, autor que é simbolo da luta pelo reconhecimento ao trabalho dos artistas de quadrinhos. Afinal, Sideral é mais importante que Starman na origem de Stargirl. Além de Brec Bassinger no papel-título, o elenco destaca Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como Pat Dugan/Listrado, Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Henry Thomas (“The Haunting of Hill House”) como Doutor Meia-Noite, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera e Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, além de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”) Neil Hopkins (“Matador”) e Nelson Lee (“Blade: The Series”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes e Rei Dragão, integrantes da Sociedade da Injustiça. A expectativa é de uma estreia no primeiro trimestre de 2020.
Titãs é renovada para a 3ª temporada
A plataforma DC Universe renovou “Titãs” para sua 3ª temporada. Primeira série do serviço de streaming da DC Comics, “Titãs” mantém uma média de 80% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas os números de sua audiência são desconhecidos – uma característica que acompanha a produção de séries para streaming. Nos capítulos da trama atual, a produção juntou os Novos Titãs dos quadrinhos, formados por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) e Estelar (Anna Diop, de “24: Legacy”), com a Turma Titã original, que na série inclui, além de Robin, Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Para completar, também trouxe de volta o segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), e introduziu Bruce Wayne (vivido por Iain Glen de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Sem abrir mão do tom sombrio dos episódios inaugurais, também já eliminou alguns desses personagens de forma trágica. O final da temporada está marcado para 29 de novembro nos Estados Unidos, mas ainda há previsão para o lançamento no Brasil – o que deve acontecer entre dezembro e janeiro pela Netflix.
Estreia de Superboy em Titãs ganha dois vídeos e fotos
A série “Titãs” vai entrar em nova fase nesta sexta (11/10) nos Estados Unidos com a introdução de mais um super-herói. Superboy vai fazer sua estreia oficial, após ser visto de relance nas cenas pós-créditos do final da temporada passada. Para incentivar a audiência, a plataforma americana DC Universe divulgou dez fotos e dois vídeos centrados no personagem. Confira abaixo. Intitulado “Conner”, o capítulo marca a metade da 2ª temporada com a entrada do australiano Joshua Orpin na atração, juntando-se aos conterrâneos Teagan Croft (Ravena) e Brenton Thwaites (Robin), primeiros australianos do elenco. A descrição oficial caracteriza Superboy como “um adolescente de aço revoltado, que procura por seu propósito e pela verdade sobre o seu passado”. Conforme vislumbrado pela cena pós-créditos, a aparição do personagem vai acontecer após sua fuga do laboratório genético Cadmus, refletindo também a forma como sua origem foi apresentada na série animada “Justiça Jovem” (Young Justice). O detalhe é que, ao fugir, ele levou um companheiro de experiências, um cachorro, que é nada menos que Krypto, o Super-Cão. Vale lembrar que o Superboy atual não tem nenhuma relação com o personagem clássico dos quadrinhos, o dono do Krypto original, que era a versão adolescente do Superman e até teve série própria nos anos 1980. Ele é um clone, desenvolvido a partir de células de Superman, e foi batizado de Kon-El e Connor Kent ao ser “integrado” na família de Superman e Supergirl. A nova versão do herói foi introduzida após a suposta morte de Superman em 1993, com concepção do roteirista Karl Kesel e arte de Tom Grummett – o visual original, no entanto, já foi totalmente descartado. Seu rápido sucesso chamou atenção da família de Jerry Siegel, criador de Superman e do Superboy original, que processou a DC por direitos ao personagem. Isso levou a editora a tentar diferenciá-lo por meio de diversas reinvenções, culminando em sua morte no crossover “Crise Infinita”, quando a justiça americana deu razão aos Siegels. Mas bastou a editora e os herdeiros entraram em acordo para o personagem “melhorar” sua saúde e retornar da morte para as páginas da DC. Em contraste com essa bagunça editorial, Superboy teve um desenvolvimento muito consistente na série animada “Justiça Jovem”. Como ela também é produzida para a DC Universe, deve dar o tom do personagem em “Titãs”. No Brasil, “Titãs” é distribuída pela Netflix, que ainda não definiu a data de estreia da 2ª temporada.
Titãs: 2ª temporada ganha trailer repleto de personagens novos
A plataforma DC Universe divulgou um novo pôster e o segundo primeiro trailer da 2ª temporada de “Titãs”, que destaca muitas discussões e vários personagens que vão estrear nos novos capítulos. A prévia também revela que a 2ª temporada vai combinar os Novos Titãs dos quadrinhos, formados por Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon) e Estelar (Anna Diop, de “24: Legacy”), com a Turma Titã original, que inclui além de Robin, Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Para completar, também há a volta do segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), a chegada de Bruce Wayne, vivido por Iain Glen (o Jorah de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Os novos episódios começarão a ser exibidos em 6 de setembro na plataforma americana de streaming DC Universe e serão disponibilizados no Brasil pela Netflix após o fim da temporada nos Estados Unidos – o que só deve acontecer no começo de 2020.
Anna Diop divulga vídeo do novo visual de Estelar na 2ª temporada de Titãs
Para comemorar a marca de 200 mil seguidores no Instagram, a atriz Anna Diop liberou um novo vídeo de bastidores da série “Titãs”, que mostra mais detalhes de seu novo visual como Estelar na 2ª temporada. Ela voltará a fazer parte dos Novos Titãs, ao lado de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Mas os próximos capítulos também vão mostrar uma formação da Turma Titã, mais próxima da primeira fase dos quadrinhos, publicada nos anos 1960, com Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”). Esta formação leva Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) a questionar Robin: “Quem nós somos, Titãs 2.0?” – frase que sugere que as cenas do outro grupo sejam flashback. Os demais Titãs da série – os Novos Titãs dos anos 1980 – incluem ainda Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) Para completar, também estão confirmadas a volta do segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), a chegada de Bruce Wayne, vivido por Iain Glen (o Jorah de “Game of Thrones”), Superboy (o novato Joshua Orpin), o cachorro Krypto, o vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”) e seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). Os novos episódios começarão a ser exibidos em 6 de setembro na plataforma americana de streaming DC Universe e serão disponibilizados no Brasil pela Netflix após o fim da temporada nos Estados Unidos – o que só deve acontecer no começo de 2020. Ver essa foto no Instagram We did it Insta Fam! 200K! ? All my love ? Uma publicação compartilhada por Anna Diop (@the_annadiop) em 7 de Ago, 2019 às 2:20 PDT
Titãs: Trailer da 2ª temporada tem Bruce Wayne, Aqualad, Superboy e Exterminador
A plataforma DC Universe divulgou um pôster e o primeiro trailer da 2ª temporada de “Titãs”, que revela vários personagens novos e a data de estreia dos episódios nos Estados Unidos. A prévia começa mostrando a versão mais velha de Bruce Wayne, vivida por Iain Glen (o Jorah de “Game of Thrones”), e revela uma formação do grupo de heróis mais próxima da primeira fase dos quadrinhos, publicada nos anos 1960, com Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”), Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”), Moça-Maravilha/Donna Troy (Conor Leslie, de “The Man in the High Castle”) e o estreante Aqualad (Drew Van Acker, de “Pretty Little Liars”) ao lado de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). (Detalhe: faltaram Kid Flash e Ricardito (Speedy)/Arsenal para refletir com exatidão a Turma Titã clássica, ironicamente os personagens que já apareceram no Arrowverso). Esta formação leva Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”) a questionar Robin: “Quem nós somos, Titãs 2.0?” – frase que sugere que as cenas do outro grupo sejam flashback. Os demais Titãs da série – os Novos Titãs dos anos 1980 – incluem ainda Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”) e Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon). Para completar, também há a volta do segundo Robin, Jason Todd (Curran Walters, de “Mulheres do Século 20”), uma cena de Superboy (o novato Joshua Orpin) com Krypto e a presença imponente do vilão Exterminador (Esai Morales, de “How to Get Away with Murder”), que será acompanhado na trama por seus filhos Devastadora (Chelsea T. Zhang, de “Andi Mack”) e Jericó (o modelo transexual Chella Man). São muitos personagens. E, ao contrário da 1ª temporada, que buscou um tom mais realista, a maioria aparece com uniformes coloridos e vistosos, num clima carnavalesco típico dos quadrinhos. A 2ª temporada vai estrear em 6 de setembro na plataforma americana de streaming da DC Comics e será disponibilizada no Brasil pela Netflix após seu último episódio ir ao ar nos Estados Unidos – o que só deve acontecer no começo de 2020.
Série da Patrulha do Destino é renovada para 2ª temporada
A plataforma DC Universe renovou a série “Doom Patrol”, que reúne os heróis conhecidos no Brasil como Patrulha do Destino, para sua 2ª temporada. Além disso, os novos episódios serão disponibilizados simultaneamente na HBO Max, a plataforma da WarnerMedia, que será lançada entre o final deste ano e o começo do próximo. A série superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais dos quadrinhos da DC Comics. Segunda produção live-action da plataforma de streaming DC Universe, “Doom Patrol” dá vida aos personagens mais estranhos da editora, que tem fama de bizarros desde sua criação em 1963, devido às suas aparências. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos num episódio de “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Interpretado por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, o Chefe é vivido por Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha ganhou duas adições, com Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpreta o vilão surreal Sr. Ninguém. Ao contrário de “Titãs”, que foi disponibilizada pela Netflix, a série permanece inédita no Brasil, mas deve chegar por aqui com o HBO Max. Confira abaixo um trailer da atração.







