Criador dos Novos Mutantes reclama do embranquecimento de Mancha Solar
Um dos criadores dos Novos Mutantes nos quadrinhos, Bob McLeod, não ficou nada feliz com a estreia do filme baseado em seu trabalho. Na sexta (28/8), dia em que a produção da 20th Century Studios chegou aos cinemas nos EUA, ele postou uma reclamação sobre o embranquecimento do herói Mancha Solar e o fato de os créditos do longa errarem até como se escreve seu nome. “Fiquei muito animado quando soube que eles estavam fazendo um filme de ‘Os Novos Mutantes’”, McLeod apontou no Facebook. “Achei que fazer isso como um filme de terror talvez fosse uma ideia interessante, mas não seria a melhor forma de apresentar os personagens ao público em geral. Mas, ei, meus personagens em um filme! Eu nunca tinha pensado que isso realmente aconteceria. ” “Mas, principalmente, fiquei muito desapontado por Roberto não ser baixinho e ter a pele escura. Mais um exemplo do embranquecimento de Hollywood”, acrescentou, referindo-se a Roberto da Costa, o Mancha Solar. McLeod responsabilizou o diretor Josh Boone. “Simplesmente não há desculpa. Então, basicamente, Josh Boone apagou tudo o que contribuí para a aparência dos personagens”, reclamou. Para completar, ele lamentou que seu nome tenha sido escrito incorretamente nos créditos do filme. “E agora o filme finalmente foi lançado e, aparentemente, eles creditaram alguém chamado Bob Macleod como co-criador. Eles nem se deram ao trabalho de verificar a grafia do meu nome em nenhum momento nos últimos três anos. E isso não pode ser corrigido. Isso ficará no filme para sempre. Acho que para mim este filme já deu”, completou. Bob McLeod foi o desenhista da graphic novel que introduziu os Novos Mutantes, roteirizada pelo célebre “x-critor” Chris Claremont, e o artista oficial dos primeiros três números da revista mensal dos personagens, além de ter trabalhado como arte-finalista de vários exemplares subsequentes. O trabalho de criação dos personagens coincidiu com sua lua de mel. Na história original, o brasileiro Roberto da Costa, mais conhecido por seu codinome mutante Mancha Solar, era um jovem negro de baixa estatura, mas pertencente à classe alta, filho de uma arqueóloga branca e um empresário negro. Mas, conforme os quadrinhos continuaram a ser publicados, a pele do personagem foi clareando sensivelmente. E ao ser adaptado para outras mídias, sempre foi interpretado por brancos. Quando o personagem virou desenho animado, na série “X-Men: Evolution”, ele foi dublado pelo americano Michael Coleman (“Once Upon a Time”). Quando estreou nos cinemas, em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”, foi vivido pelo mexicano Adan Canto (“Designated Survivor”). Ao menos em “Os Novos Mutantes”, o ator branco que o interpreta é brasileiro, Henry Zaga (da série “13 Reasons Why”). No filme, ele é um dos cinco jovens mutantes que estão descobrindo suas habilidades e acreditam estar sendo ajudados em um hospital projetado para treiná-los, apenas para descobrir que se encontram presos no local e sujeitos a experiências. O filme também é estrelado por Maisie Williams (“Game of Thrones”), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”), Charlie Heaton (“Stranger Things”), Blu Hunt (“The Originals”) e Alice Braga (“A Rainha do Sul”). Confira abaixo o post original de McLeod e uma arte de Mancha Solar assinada pelo desenhista. I was very excited when I heard they were making a New Mutants movie. I thought making it into a horror movie was… Publicado por Bob McLeod em Sexta-feira, 28 de agosto de 2020
Estreia de Os Novos Mutantes sofre boicote da crítica nos EUA
“Os Novos Mutantes” tornou-se a primeira grande estreia de Hollywood durante a pandemia de coronavírus. Após inúmeros adiamentos, o filme de super-heróis da Marvel finalmente chega nos cinemas dos EUA nesta sexta (28/8), antes mesmo de “Tenet”. Mas o espectador menos avisado pode nem perceber, porque os críticos americanos resolveram boicotar sua divulgação. A poucas horas da primeira sessão, o filme sequer tem nota no Rotten Tomatoes, onde apenas três resenhas foram compiladas – duas delas da Espanha. Alguns dos críticos mais prestigiados dos EUA já avisaram que não vão escrever sobre filme em protesto contra a Disney, que não promoveu sessões para a imprensa ou providenciou cópias digitais do longa, algo que pouparia os profissionais de ir aos cinemas em meio à pandemia de coronavírus. Um dos primeiros veículos a afirmar que não fará críticas do filme foi o The A.V. Club, que justificou a decisão com uma consulta a especialistas da área de Saúde, dizendo que enviar um crítico para assistir ao filme no cinema era temerário. Outros críticos, como Brian Tallerico (RogerEbert.com), Ty Burr (Boston Globe) e o site IndieWire se juntaram ao protesto e decidiram ignorar “Os Novos Mutantes” até que o estúdio estabeleça uma forma segura para que possam assití-lo. A Disney pode não ter interesse nessas resenhas, de todo modo. A única crítica americana publicada por uma veículo importante, a revista The Hollywood Reporter, considerou o filme genérico, mas apontou que suas personagens femininas eram interessantes o bastante para justificar uma continuação. Só que o estúdio está se esforçando ao máximo para que “Os Novos Mutantes” não tenha continuação. Não apenas pelo problema criado com a crítica, mas pelo simples fato de lançá-lo na pandemia, quando a maioria dos cinemas dos EUA ainda estão fechados. O longa dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) foi o último filme de personagens da Marvel produzido pela Fox antes de ser adquirida pela Disney, e os novos donos não tem interesse em dar sequência aos planos dos antigos produtores. O universo mutante acabou incorporado ao Marvel Studios, que ainda não revelou como pretende retomá-lo. É triste, mas todo o trabalho dispendido em “Os Novos Mutantes” parece ser considerado perdido, especialmente depois do péssimo desempenho de “X-Men: Fênix Negra”, e seu lançamento em cinemas ainda fechados parece uma mera formalidade para cumprir obrigações contratuais e, assim, liberar logo sua chegada ao streaming. Detalhe: o filme encontra-se sem previsão de estreia no Brasil.
Maisy Williams confirma primeiro romance lésbico da Marvel em Os Novos Mutantes
A atriz Maisy Williams (a Arya de “Game of Thrones”) confirmou, em entrevista à revista Variety, que terá uma relação lésbica em “Os Novos Mutantes”, filme de super-heróis da Marvel, que estreia nesta sexta (27/8) nos EUA. Questionada pela publicação se sabia desde o início que viveria um romance com outra mulher no filme, ela disse que sim. “Eu sabia pelos quadrinhos que Dani e Rahne têm uma conexão telepática. Quando falei com o diretor Josh Boone, ele explicou: ‘Vamos transformar isso em uma relação amorosa’. E eu concordei que faia sentido. Se você pudesse realmente ler a mente de alguém, acho que é isso que é amor – ser capaz de detectar a linguagem corporal de alguém e entender como está se sentindo e tentar fazer com que se sinta melhor, mesmo se você estiver em um ambiente social. Se essas duas personagens tem uma conexão telepática, acho que é meio que sinônimo de amor”. No filme, ela vive Rahne Sinclair, uma jovem escocesa que se transforma numa espécie de lobisomem, chamada Lupina. Ela se envolve com Danielle Moonstar, a Miragem, uma garota Cheyenne capaz de criar ilusões mentais. A personagem é vivida por Blu Hunt (“Another Life”) Maisie disse ter ficado feliz com a forma como relacionamento foi retratado. “Acho importante ter uma relação dessas à frente num filme de super-heróis. Eu amo que o relacionamento delas ficou normalizado em um filme desta escala. Acho que sequer o rotulamos, elas não pedem uma à outra para saírem em um encontro. Elas apenas se apaixonam”. Originalmente produzido pela 20th Century Fox, “Os Novos Mutantes” antecede assim iniciativas de inclusão planejadas pela Marvel Studios, que planejou apresentar um casal gay em “Eternos” e mostrar Valquíria assumida no próximo filme de “Thor”. A intérprete de Lupina ainda comentou que gostaria de revisitar sua personagem em outros filmes da Marvel, já que a Disney comprou a 20th Century Fox. “Eu ficaria animada para interpretar Rahne novamente. Quer dizer, quem sabe? Eu amo essa história. Acho que esses personagens são realmente interessantes para a juventude de hoje. E se o filme for bem, eu ficaria feliz em voltar e fazer mais. Acho que depende das pessoas. Se os adolescentes odiarem, vamos terminar por aqui. Mas se eles gostaram, então eu não privaria ninguém de sequências”. Entretanto, ela ponderou que não está buscando mais papéis de mulheres poderosas, e quer viver personagens capazes de demonstrar fragilidade em tramas que abordem temas contemporâneos. “Muitas das coisas que fiz recentemente foram em um mundo alternativo, e sinto falta da honestidade de interpretar uma garota que não é mutante ou não está salvando o mundo. Eu [quero interpretar] uma mulher complexa de hoje. Acho que falta algum tipo de vulnerabilidade nesses filmes, e eu realmente desejo me sentir vulnerável no set. Há um verdadeiro conforto em fazer algo que tem muitos efeitos ou sangue, porque há tantas outras coisas para distrair o público de você. Mas fazer algo mais cru é algo que estou desejando no momento”, contou. Para completar, disse que nunca se preocupou em ficar marcada como a Arya, de “Game of Thrones”, pois sempre encarou o papel na série da HBO apenas como o começo de sua carreira. “Sempre me senti confiante de que tenho muitas outras coisas para dar. Se eu soubesse que isso era tudo que poderia fazer, provavelmente seria tudo que faria pelo resto da minha carreira. E as pessoas ficarão felizes em me considerar para personagens semelhantes a Arya ou Rahne, e isso é muito fácil para mim fazer e há muito disso disponível para mim. Mas estou realmente interessado em mudar a opinião das pessoas sobre mim e mostrar às pessoas todos os outros lados que eu posso demonstrar na tela. Acho que já está acontecendo. Tive muitas reuniões realmente adoráveis durante a quarentena, o que me deixou muito animada para o futuro”. Além de “Os Novos Mutantes”, ela estará em cartaz em seguida com o thriller “The Owners”, que tem estreia prevista para a próxima semana (4/9) nos EUA. “Não sei se as pessoas vão mesmo aos cinemas, mas espero que usem máscaras e que as salas estejam limpas. Se não estiver confortável, não vá”, acrescentou.
Nova série de biografias musicais vai contar história de Naomi e Wynonna Judd
A Fox está desenvolvendo uma série de biografias musicais com o título provisório de “Icon”. A ideia é abordar uma lenda da música popular americana por ano e a 1ª temporada trará a história da única dupla musical de mãe e filha dos EUA, Naomi e Wynonna Judd, que fizeram sucesso nos anos 1980 e 90. Juntas, elas dominaram a cena country, ganhando inúmeros prêmios e vendendo mais de 20 milhões de álbuns. Nenhum roteirista ainda está vinculado ao projeto, que está sendo desenvolvido pelo Jackal Group e a Sandbox Entertainment em parceria com a Fox Entertainment. Naomi e Wynonna Judd também serão produtoras da 1ª temporada. A Sandbox Entertainment representa estrelas da música country como as Judd, Faith Hill, Little Big Town, Kacey Musgraves e outros. Já The Jackal Group é a produtora de Gail Berman (de “A Família Addams”). Berman e Jason Owen, CEO da Sandbox, também estão desenvolvendo outra série musical na Fox, ainda sem título, que será uma espécie de “Empire” da country music.
Os Novos Mutantes ganha novo trailer em versões dublada e legendada
A 20th Century Studios divulgou novos pôsteres e mais um trailer de “Os Novos Mutantes”, última produção da Marvel realizada pela antiga Fox. A prévia atual é a que melhor explica a trama, mostrando a reunião de jovens traumatizados pelo despertar de seus poderes mutantes numa instituição psiquiátrica. Aos poucos, eles descobrem que, na verdade, aquele local é uma prisão onde seus piores medos são explorados. Um dos lançamentos de cinema mais adiados de todos os tempos, “Os Novos Mutantes” foi filmado em 2016 e deveria ter estreado originalmente em 2018. Mas a Fox decidiu agendar refilmagens e remarcou seu lançamento para 2019. Só que neste meio tempo a Disney comprou a Fox e as refilmagens nunca foram feitas. Enquanto o novo proprietário decidia o que fazer com o longa, mais um ano se passou. E quando a estreia foi marcada para março, veio o coronavírus, que tirou o longa do calendário. Uma nova data foi recentemente anunciada e, até o momento, continua mantida, apesar de ser um risco, porque prevê o lançamento na semana que vem. No mês passado, a Disney tirou “Mulan” de seu calendário de lançamentos, porque já considerava na época a estreia em agosto inviável. “Mulan” acabou virando lançamento de PVOD (VOD premium, mais caro) nos EUA. Com essas idas e vindas, o diretor Josh Boone (de “A Culpa É das Estrelas”) aproveitou para aprimorar a pós-produção de seu filme de super-heróis, refazendo e melhorando os efeitos e o visual das habilidades místicas de Magia, notadamente sua espada de energia, que ganha destaque no final da nova prévia. Os intérpretes dos Novos Mutantes são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (O Jonathan Byers de “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Vidro”) como Magia, Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”) como Miragem e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar. Para completar, o elenco inclui a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Segundo a Disney, “Os Novos Mutantes” estreia na sexta da semana que vem (28/8) nos EUA. Mas os cinemas ainda estão fechados por lá… O trailer prefere correr menos riscos e anunciar o lançamento para “em breve nos cinemas”. Veja abaixo, em versões legendada e dublada em português.
Morte no Nilo: Continuação de Assassinato no Expresso do Oriente ganha primeiro trailer legendado
O 20th Century Studios (ex-Fox) divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Morte no Nilo”, continuação de “Assassinato no Expresso do Oriente”, que traz Kenneth Branagh de volta ao papel do detetive Hercule Poirot. A prévia do novo mistério, embalada por “Policy of Truth”, do Depeche Mode, revela o caldeirão passional que serve de motivação para um assassinato cruel, durante uma viagem de lua de mel num cruzeiro pelo rio Nilo. O filme, que também é novamente dirigido por Branagh, é estrelado por Gal Gadot (“Mulher-Maravilha”), Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”), Annette Bening (“Capitã Marvel”), Letitia Wright (“Pantera Negra”), Ali Fazal (“Victoria e Abdul: O Confidente da Rainha”), Sophie Okonedo (“Hellboy”), Emma Mackey (“Sex Education”), Dawn French (“Delicious”), Rose Leslie (“Game of Thrones”), Jennifer Saunders (“Absolutely Fabulous”), Russell Brand (“Arthur, o Milionário Irresistível”) e Tom Bateman, que retorna de “Assassinato no Expresso do Oriente”, onde viveu o Monsieur Bouc. Curiosamente, o personagem não faz desta nova trama, na publicação original da escritora inglesa. A obra original de Agatha Christie foi publicada em 1937 e já teve uma adaptação anterior no cinema. Em 1978, também serviu de continuação para “Assassinato no Expresso Oriente” (1974) e reuniu outro elenco notável, formado por Bette Davis, Jane Birkin, Angela Lansbury, Maggie Smith, Mia Farrow, David Niven, Jon Finch e George Kennedy, além de Peter Ustinov no papel de Poirot. A premissa é basicamente a mesma de “Assassinato no Expresso do Oriente”. A diferença é que, em vez de um trem europeu, Poirot terá que descobrir um assassino a bordo de um cruzeiro pelo Egito. Assim como no filme anterior, o roteiro foi escrito por Michael Green. O lançamento estava marcado para 9 de outubro e a Disney (dona da ex-Fox) tem a expectativa de atrasar apenas alguns dias esse cronograma, com uma estreia no final de outubro, apesar da pandemia. Mas, por via das dúvidas, o trailer indica apenas que o filme estreará “em breve”.
The Walking Dead: Fotos revelam estratégia de Daryl para enfrentar horda de zumbis
O canal pago americano AMC divulgou cinco fotos do próximo episódio de “The Walking Dead”. Trata-se do capítulo que deveria encerrar a 10ª temporada da série, mas não conseguiu ser finalizado a tempo de sua exibição em abril, devido à pandemia de coronavírus. As imagens revelam uma estratégia já conhecida pelos espectadores, que consiste em usar vísceras de zumbis para passar despercebido pelos mortos-vivos. Aparentemente, este é o plano para escapar ao cerco de Beta (Ryan Hurst), que lidera os Sussurradores e uma horda de “caminhantes” num ataque final aos sobreviventes de Alexandria. Entre os que vão se misturar ao perigo mortal estão Daryl (Norman Reedus), Carol (Melissa McBride), Negan (Jeffrey Dean Morgan) e a pequena Judith (Cailey Fleming). O episódio terá transmissão simultânea nos Estados Unidos e no Brasil (pela Fox) em 4 de outubro. Mas – surpresa! – não será mais a season finale. Mais detalhes sobre esta novidade podem ser conferidos aqui.
Filthy Rich: Série de comédia com Kim Cattrall ganha pôster e trailer
A rede americana Fox divulgou o pôster e o trailer de “Filthy Rich”, nova série estrelada por Kim Cattrall (“Sex and the City”). A prévia é repleta de clichês de melodrama novelesco, ao estilo de “Dynasty”, mas tratados como comédia. A trama gira em torno das revelações trazidas à tona pela morte do proprietário da maior rede evangélica de TV dos EUA, que deixa sua viúva, os filhos, o público e a mídia chocados. Considerado um grande religioso, ele deixou filhos ilegítimos, que ninguém conhecia, em seu testamento. E a viúva (Cattrall) quer fazer de tudo para passar a perna nos bastardos e ficar com a maior parte da herança. Como se não bastasse, a morte do milionário, por queda de avião, começa a levantar suspeitas. Remake de uma produção da Nova Zelândia, a série foi desenvolvida pelo cineasta Tate Taylor (de “Histórias Cruzadas” e “A Garota no Trem”) e seu elenco também inclui Gerald McRaney (“House of Cards”) como o falecido, além de Aubrey Dollar (“Battle Creek”), Corey Cott (“The Good Fight”), Benjamin Aguilar (“Rukky”), Mark L. Young (“The Comeback”), Melia Kreiling (“Salvation”), Steve Harris (“A Primeira Noite de Crime”), David Denman (“Outcast”) e Olivia Macklin (“LA to Vegas”). A estreia está marcada para 21 de setembro nos EUA.
Produtores de X-Men confirmam rumores de mau comportamento de Bryan Singer
Uma reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre os 20 anos do filme “X-Men” trouxe à tona a roupa suja dos bastidores da saga, revelando uma rotina de tumultos envolvendo o diretor Bryan Singer, responsável por quatro dos sete filmes da franquia. De acordo com o artigo, o comportamento do cineasta já incomodava o elenco no primeiro longa, lançado em 2000, mas a situação piorou muito no segundo, de 2003, a ponto de todo os intérpretes se unirem contra ele. Singer tinha apenas 34 anos quando filmou “X-Men, e os relatos revelam abusos de drogas, brigas com roteiristas e até se envolvido em denúncias de assédio sexual. Um ator que esteve no filme processou a produção, alegando ter sido estuprado por pessoas ligadas ao cineasta. Surgiram até rumores de que Singer estava escalando atores em troca de sexo. Um caso emblemático foi do desconhecido Alex Burton, então com 18 anos e sem qualquer experiência notável, que acabou ganhando o papel de Pyro – apenas para ser substituído no segundo filme por Aaron Stanford. Um executivo da Fox que não quis ser identificado definiu assim a situação: “Seu comportamento era terrível. Nós acomodamos as coisas no primeiro filme, acomodamos no segundo… E seguidamente. E criamos um monstro” A produtora Lauren Shuler Donner deu aval à constatação. “O cinema é um negócio engraçado. Nós homenageamos a criatividade e o talento. Inconscientemente, acho que fechamos os olhos para todo o resto que acontece em volta”. Uma das situações que quase levou à demissão do diretor aconteceu durante uma briga com o produtor Tom DeSanto, que tentou impedir que uma cena de ação fosse filmada em “X-Men 2” sem o coordenador de dublês. Na ocasião, Singer estaria “incapacitado” de fazer seu trabalho direito por estar sob efeito de drogas. Quando a cena foi rodada, Hugh Jackman, um dos principais nomes da franquia, se machucou a ponto de sair coberto de sangue. Ainda assim, os executivos da Fox ficaram do lado de Singer, fazendo DeSanto deixar a produção. Em resposta, o elenco inteiro, com exceção de Ian McKellen e Rebecca Romijn, que não tinham gravações naquele dia, cercaram o cineasta em seu trailer, avisando que deixariam o filme caso DeSanto não retornasse. O diretor completou o filme, mas foi dispensado de “X-Men: O Confronto Final” (2006). Só que este filme foi um fracasso completo. A Fox tentou um reboot da franquia em “X-Men: Primeira Classe” (2011), também com desempenho abaixo do esperado. E assim Singer foi resgatado para filmar “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). O lançamento eletrizou os fãs, mas o diretor precisou ser afastado da divulgação devido a um processo por abuso de menor. O caso acabou abandonado por inconsistências da acusação – a vítima alegava que Singer teria viajado com ele ao Havaí em data em que estava filmando em Toronto. Com a acusação desacreditada, Singer pôde comandar “X-Men: Apocalipse” (2016). Mas os problemas continuaram, com Olivia Munn, que viveu Psylocke, reclamando publicamente de várias ausências do diretor durante as filmagens. A Fox continuou do lado do diretor, que enfrentou nova acusação de abuso sexual enquanto filmava “Bohemian Rhapsody”. Até perder a paciência quando Singer desapareceu do set durante dias, deixando atores – e os integrantes da banda Queen – sem saber o que fazer. Ele acabou demitido e substituído por Dexter Fletcher (“Rocketman”), que terminou as filmagens. Ninguém mais falou seu nome, especialmente durante os (muitos) agradecimentos da temporada de premiação. Pressionado a se manifestar, Rami Malek, vencedor do Oscar de Melhor Ator pelo filme, afirmou apenas que sua relação com Singer foi bastante “desagradável”. Para completar, a reportagem questionou como alguém tão complicado fez tantos filmes de grande orçamento e contou com apoio irrestrito do estúdio por tanto tempo. “Vocês precisam entender. O cara era brilhante”, explicou Donner. “É por isso que o toleramos por tanto tempo. Se ele não fosse tão f*****, seria visto como um grande diretor”. O também produtor Ralph Winter, que interviu nas filmagens de “X-Men 2”, defende a franquia e separa os filmes de seu diretor. “Acredito que ‘X-Men’ irá sobreviver ao teste do tempo. Eu não acho que o filme esteja manchado de nenhuma forma por conta de qualquer coisa que tenha a ver com Bryan. E com sorte Bryan também irá sobreviver de alguma forma através de sua carreira como cineasta”. Desde a demissão por abandono em “Bohemian Rhapsody”, Bryan Singer não encontrou mais trabalho como diretor.
Os Simpsons previram as notas de R$ 200 no Brasil
Após o Banco Central anunciar a criação da nota de R$ 200 na quarta-feira (29/7), muitos fãs de um certo desenho animado se lembraram do fatídico episódio de 2014 em que a família de Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie vieram ao Brasil. Isto porque, no mesmo episódio em que “previu” a derrota do Brasil para a Alemanha na Copa do Mundo, a série “Os Simpsons” também antecipou a criação da nota de R$ 200 no país. Para quem não lembra, o capítulo envolvia a transformação de Homer em árbitro de futebol e uma tentativa de suborno com uma maleta cheia de notas de… R$ 200! Como ele não aceita, as notas começam a ser entregues até debaixo de seu travesseiro. Intitulado “You Don’t Have to Live Like a Referee”, o episódio da 25ª temporada da série também ficou famoso por render uma piada diplomática, envolvendo um protesto do Brasil contra a produção da Fox por retratar o país de forma pouco realista. A gente podia dizer que desenho animado não é exatamente documentário, mas é mais divertido afirmar que os episódios só erraram porque seus “fatos” aconteceram após a exibição. A capacidade dos roteiristas da longeva série animada para “prever” o futuro é um tema sempre lembrado pela forma espantosa como que suas sátiras acabam se tornando realidade. Entre outras coisas que pareciam impossíveis de acontecer, “Os Simpsons” previu que Donald Trump se tornaria presidente dos EUA e até a pandemia de coronavírus, incluindo o detalhe do adoecimento de Tom Hanks! Veja abaixo as cenas das notas de R$ 200 com dublagem em português.
NeXT: Ator da Marvel enfrenta Inteligência Artificial maligna em trailer de nova série
A rede americana Fox divulgou um novo trailer de “NeXT”, série sci-fi tecnológica estrelada por John Slattery (Howard Stark em “Vingadores: Ultimato”) e a brasileira Fernanda Andrade (“The First”). A trama acompanha o ataque de uma Inteligência Artificial maligna. Solta no mundo, ela aprende tudo o que há de errado na humanidade e se volta contra seus criadores, usando conexões da internet, câmeras e computadores a bordo dos mais diferentes veículos para promover destruição e mortes. Apenas um magnata paranoico da indústria da informática previa que o pior podia acontecer, tornando-se a última esperança para impedir o extermínio. Fãs de sci-fi devem recordar como essa premissa remete aos clássicos “Colossus 1980” (1970) e “Geração Proteus” (1977). Criação de Manny Coto (de “24 Horas”), com produção a cargo da dupla John Requa e Glenn Ficarra (diretores de “Golpe Duplo”), “Next” também destaca em seu elenco Michael Mosley (“Ozark”), Jason Butler Harner (também de “Ozark”), Eve Harlow (“Agents of SHIELD”), Aaron Moten (“The Night Of”), Gerardo Celasco (“Battleship”), a adolescente Elizabeth Cappucino (“Jessica Jones”) e o menino Evan Whitten (“Mr. Robot”). Originalmente concebida para a midseason, quando estreiam séries de menor potencial comercial, “NeXT” teve seu lançamento adiado em consequência da pandemia de coronavírus e agora será uma das poucas novidades da temporada de outono americano, considerada a época mais nobre da programação televisiva. O primeiro episódio vai ao ar no dia 6 de outubro.
The Walking Dead: 10ª temporada vai continuar em 2021 com episódios extras
O canal pago AMC fez um anúncio-surpresa em relação à 10ª temporada de “The Walking Dead”, durante o painel virtual da série na Comic-Con@Home. A temporada recebeu encomenda de mais seis episódios e será a maior já produzida para a série, com um total de 22 capítulos. Mas antes de aprofundar a novidade, o canal deu uma má notícia, confirmando que a 11ª temporada de “The Walking Dead” não estreará neste ano, devido à pandemia de coronavírus. O adiamento já era esperado, pois as gravações dos novos episódios ainda não começaram. Durante o painel, a showrunner Angela Kang confirmou que a equipe está trabalhando apenas nos roteiros. “Obviamente, a covid interrompeu muitas coisas em todos os locais de trabalho, incluindo o nosso. As reuniões dos roteiristas para a 11ª temporada foram remotas nos últimos meses. Não iniciamos a produção ainda, mas voltaremos ao trabalho com segurança assim que pudermos”, ela contou. O AMC, porém, manterá a tradição de lançar novidades da série em outubro, mês em que geralmente estreia novas temporadas. No dia 8 de outubro, será exibido o episódio até então considerado como final da 10ª temporada, “A Certain Doom”, que acabou não indo ao ar em abril como planejado – a Fox vai exibir o capítulo na mesma data no Brasil. “The Walking Dead” teve a exibição de sua 10ª temporada interrompida no começo de abril, no penúltimo episódio, porque a produtora responsável pelos efeitos visuais precisou fechar, em meio à pandemia, antes de concluir a pós-produção do capítulo final. Entretanto, “A Certain Doom” não vai mais representar o fim da temporada. “Estamos animados para anunciar uma extensão da 10ª temporada, pois haverá mais seis episódios extras para acompanhar o final, que serão exibidos no início de 2021, se tudo correr bem”, disse Kang, acrescentando que a equipe está atualmente trabalhando neste material extra e que ela “terá mais o que compartilhar em breve”. Não ficou claro o motivo que levou a AMC a acrescentar mais seis episódios na 10ª temporada, em vez de considerar os próximos episódios como parte da 11ª. Esses episódios contarão uma história diferente do que havia sido planejado desde o início da 11ª temporada? Só os produtores sabem. Mas a showrunner apontou que as explicações virão “em breve”.
The Walking Dead: Abertura legendada do próximo capítulo mostra volta de Maggie
A Fox divulgou a abertura (de 3 minutos e meio) do episódio final da 10ª temporada de “The Walking Dead” e confirmou a data de exibição do capítulo no Brasil. A prévia também confirma outro detalhe: a volta da atriz Lauren Cohan ao papel de Maggie. A personagem interpretada por Lauren Cohan estava sumida desde o salto temporal da 9ª temporada – que também marcou a despedida de Rick (Andrew Lincoln). Na trama, Maggie abandonou Hilltop para ajudar a construir uma nova comunidade. Na vida real, Cohan abandonou a série por motivos financeiros. A atriz não renovou seu contrato com a AMC após um impasse na negociação de seu cachê e, como não conseguiu o aumento desejado, passou a integrar o elenco de outra atração, “Whiskey Cavalier”. Mas deu azar e a rede ABC cancelou “Whiskey Cavalier” na 1ª temporada, abrindo a possibilidade de sua reintegração em “The Walking Dead”. Ela renegociou os termos financeiros e agora voltará a fazer parte do elenco fixo da série, com reintrodução na season finale. Além de seu retorno, o episódio vai mostrar o aguardado conflito entre os sobreviventes de Alexandria e a horda de zumbis dos Sussurradores. Como curiosidade, “A Certain Doom” é o mesmo título de uma edição dos quadrinhos de “The Walking Dead”. A história escrita por Robert Kirkman também se passa no final da guerra contra os Sussurradores e teve grande impacto por trazer a morte de Andrea, personagem que na série está morta desde a 3ª temporada – desde então, seu arco tinha sido assumido por Michonne (Danai Gurira) na adaptação televisiva. O capítulo extraviado, que não conseguiu ser finalizado a tempo de sua exibição em abril, devido à pandemia de coronavírus, terá transmissão simultânea no Brasil e nos Estados Unidos, no dia 4 de outubro. Mas – surpresa! – não será mais a season finale. Mais detalhes sobre esta novidade podem ser conferidos aqui. Veja abaixo duas versões do vídeo. A primeira foi disponibilizada no YouTube da Fox Premium latina, enquanto a segunda, com legendas em português e baixa resolução, no Instagram da Fox Brasil. Ver essa foto no Instagram O último episódio da décima temporada de #TheWalkingDead acaba de ser confirmado! 🙌 Vai ao ar no domingo, dia 4 de outubro, nos Estados Unidos e também aqui no Brasil através das telas do @FoxChannelBR, @FoxPremiumBR e no App da FOX – para assinantes. #TWD10naFOX Uma publicação compartilhada por FOX Channel Brasil (@foxchannelbr) em 24 de Jul, 2020 às 3:29 PDT












